NIkeL Publicado 15 Setembro 2024 Tive sorte e consegui bilhete para o show de Londres. 2 Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado 24 Setembro 2024 Já ouviram a nova música? Compartilhar este post Link para o post
Santon Publicado 25 Setembro 2024 Citação de pedritsh, há 5 horas: Já ouviram a nova música? Como fã de Linkin Park gosto da nova música mas nao gostei ou bateu diferente Ela a cantar as musicas que o Chester cantava. Mas a nova música está boa e que venham mais assim. Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado 25 Setembro 2024 Citação de NIkeL, Em 15/09/2024 at 23:17: Tive sorte e consegui bilhete para o show de Londres. O que achaste? Compartilhar este post Link para o post
NIkeL Publicado 25 Setembro 2024 (editado) Citação de pedritsh, há 4 horas: O que achaste? Acabei por vender o bilhete. Quando comecei a fazer conta ao hotel e bilhete de avião e alimentação vi que não fazia sentido neste momento essencialmente pagar 400 e tal euros para ver os LP. Se fosse uma cidade nova para mim talvez, mas assim... Mas estas coisas tem que se fazer primeiro e pensar depois porque todos os bilhetes desaparecem em 5 minutos. Felizmente eles têm sistema de revenda legal. Editado 25 Setembro 2024 por NIkeL 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 6 Novembro 2024 Vimos os ‘novos’ Linkin Park ao vivo em Paris: 40 mil pessoas não podem estar erradas Os Linkin Park levaram até à gigante La Défense Arena, em Paris, uma vida nova e um novo rosto, o da vocalista Emily Armstrong, que assume o papel de vocalista do grupo norte-americano sete anos após a trágica morte de Chester Bennington. Primeiro os fãs estranharam, mas já parecem ter entranhado: tanto Emily, como as canções novas da banda prestes a editar o seu oitavo álbum de estúdio, foram recebidas com euforia, pôde a BLITZ testemunhar num domingo à noite na Cidade Luz. Se depender dos fãs, esta banda viverá para sempre Caminhando pelas ruas de Paris num soalheiro domingo, ninguém diria que os Linkin Park - banda que marcou de forma indelével o rock do novo milénio - atuam esta noite na capital francesa, regressados do “mundo dos hiatos”. Não há um cartaz nas ruas que o anuncie, são poucos os que envergam a camisola ou a t-shirt com o logótipo da banda, há um total de zero sósias de Mike Shinoda ou de Emily Armstrong, a quem foi entregue o papel de substituir o malogrado Chester Bennington enquanto vocalista. Só junto da La Défense Arena, recinto com capacidade para 40 mil pessoas (e que esta noite esteve cheio), é que compreendemos verdadeiramente o público que os norte-americanos continuam a arrastar, desde os mais novos aos mais velhos. https://www.instagram.com/p/DB93tG2Iw4v/ Uma fila de quilómetros dava a volta a vários quarteirões, a língua escutada não era exclusivamente a francesa, pais serviam fast food aos filhos e Summer, uma americana de Massachusetts que chegou a Paris de comboio via Londres, mete conversa com a comitiva portuguesa, reconhecendo as palavras de Camões. Tinha amigos nos EUA, emigrados, não só portugueses como brasileiros. Estava sozinha; tinha estado de férias com a mãe na Velha Albion e tinha França como o destino seguinte, pedindo à progenitora para que antecipasse a chegada de forma a ver… Não exatamente os Linkin Park, mas os Sleep Token, que asseguraram a primeira parte do espetáculo. “Para onde eles vão, eu vou”, confidenciou. “Tenho de visitar Portugal. Os meus amigos dizem-me que é lindo". Summer terá ficado encantada com os Sleep Token, uma espécie de cruzamento entre os Slipknot e Sam Smith que muitos apontam como o futuro do heavy metal mas que, numa ocasião tão especial quanto esta, não parecem ser mais do que um longo bocejo. Dentro da arena eram ainda muitas as cadeiras vazias ao longo dos cerca de 45 minutos em que esta grupeta anónima esteve em palco, com a sua mescla de breakdowns metálicos com voz soul. Essas mesmas cadeiras rapidamente ficaram preenchidas assim que se aproximou a hora do concerto dos Linkin Park, naquele que foi apenas o sexto concerto do regressado conjunto, agora com Emily. https://www.instagram.com/p/DB8-ZhbOAi_/ Aquando do anúncio de que seria Emily Armstrong a ocupar o lugar de Chester, muitos fãs torceram o nariz. Compreende-se: nunca seria fácil, para qualquer pessoa, fosse quem fosse, substituir o carisma do homem que, mais que o fundador Shinoda, era efetivamente o rosto dos Linkin Park, a alma do grupo: quer pela voz, quer pela presença em palco e fora dele. A bagagem que Emily, membro da Igreja da Cientologia e mulher que defendeu, em tribunal, o ator Danny Masterson, condenado a 30 anos de prisão por violação, trazia também não ajudou; Cedric Bixler-Zavala, dos At the Drive-In e Mars Volta, casado com uma das vítimas de Masterson, criticou duramente a vocalista pela ajuda prestada ao “amigo violador”, ao passo que a própria família de Chester, mãe e filho do falecido vocalista à cabeça, criticou publicamente o grupo. A muito aguardada reunião dos Linkin Park viu-se imediatamente envolta em polémica e ameaçou quebrar tão rapidamente quanto se pensava que a dos Oasis, anunciada por volta da mesma altura, quebraria. Paris provou o contrário. Ninguém entrou ali a pensar nos pecados de Emily Armstrong, e sim nas canções dos Linkin Park; a curiosidade era maior que a sede de guilhotina, coisa rara neste país. Ainda o espetáculo não tinha começado e já o entusiasmo era palpável, com os presentes a divertirem-se com a universal ola mexicana, ou a gargarejarem uma cerveja de preço proibitivo para a carteira portuguesa. Sentia-se que os fãs que acompanham o grupo desde a primeira hora - e, para os Linkin Park, esta é a hora zero, uma era completamente distinta do grupo - queriam dar uma oportunidade à ex-Dead Sara. Duas horas e meia depois, saíram com o sentimento de que o legado do grupo não foi de todo afetado. Testar as águas Talvez tenham saído a pensar, no entanto, que este novo veículo precisa de um pouco mais de rodagem: não obstante a qualidade da voz de Emily, a sua proficiência técnica, a artista pareceu muitas vezes presa nos seus próprios movimentos, como se ainda sentisse que o seu lugar não é o de “vocalista dos Linkin Park” e sim o de “substituta de Chester”. A própria banda parece sentir o mesmo, com Emily a surgir muitas vezes ao lado de Mike Shinoda, que com a ausência forçada do amigo passa a ser o farol exclusivo dos Linkin Park, o homem para o qual todos os olhares se dirigem. Poucas vezes vimos Emily sozinha, mostrando ao que veio: tinha sempre a seu lado um auxiliar, tanto em palco como nos ecrãs. Só um longo berro em ‘Given Up’, fortemente aplaudido pelo público, se assemelhou a uma declaração de intenções, a um eu estou aqui; de resto, pareceu muitas vezes não acreditar que o estava. O que não rebaixou minimamente o espetáculo. ‘Somewhere I Belong’ e ‘Crawling’, logo a abrir, introduziram os fãs aos Linkin Park 2.0 de forma pesadamente suave, dois velhos clássicos para dar as boas-vindas à nova recruta. ‘Lying From You’ e ‘New Divide’ focaram-se sobretudo em Shinoda, com Emily a juntar-se-lhe na frente de palco em ‘The Emptiness Machine’, primeiro single do novo álbum do grupo, “From Zero”, a sair no próximo dia 15. Foi bem acolhida e deu alento para o resto, construído a partir do trance de ‘The Catalyst’ (se há algo que os Linkin Park fazem bem é conjugar a eletrónica com a toada rock) ou a Ibiza de ‘Burn It Down’. E tudo isto sempre a alta velocidade, com pouca interação entre banda e público; menos vergonha, e mais testar as águas. Até Emily arriscar um “estou tão feliz, vocês nem entendem” aliado a “tenho tanto medo de falar francês”, levando a que 40 mil pessoas gritassem pelo seu nome, acolhendo-a por fim como um deles. https://instagram.com/p/DB9F02zo5B5 Shinoda, esse, nunca deixou de o ser, maravilhando em ‘Remember the Name’, canção do seu projeto paralelo, Fort Minor, e fazendo rir ao ler a carta escrita em francês pela vocalista (outra forma, admitidamente, de “obrigar” os fãs a aceitá-la), num sotaque típico de “idiota americano” (expressão dele). À semelhança de outros concertos ao longo desta ainda curta tournée, Paris foi palco para mais uma canção nova, ‘Over Each Other’, que conheceu aqui a sua estreia. Se ‘Given Up’ se apresentou como um dos melhores momentos da noite, ‘One Step Closer’ levou ao rubro até os descrentes. ‘Lost’, com luzes de telemóveis a conferir o espetáculo visual típico dos concertos em arenas, e logo a seguir ‘Breaking the Habit’ e ‘What I’ve Done' conquistaram a cidade. Para mais perto do final estavam reservados os trunfos, ‘Numb’ a chegar pela mão de “Collision Course” (com Shinoda a fazer de Jay-Z na intro), e ‘Faint’ a apresentar-se colossal por toda a La Défense, que reagiu com milhares de pulos em uníssono. No encore, ‘Heavy Is the Crown’, outra das canções novas, parece ter já conquistado o seu lugar no coração dos fãs, e ‘Bleed It Out’ levou os Linkin Park a despedirem-se de sorriso no rosto, os mesmos com que se saiu da arena. “Um obrigado a vós por esta nova era”, diria Shinoda, colocando o ónus da nova vida dos Linkin Park nos fãs: se depender destes, esta banda durará para sempre. A BLITZ viajou a convite da Warner Music Portugal Alinhamento Ato I Somewhere I Belong Crawling Points of Authority Lying From You New Divide The Emptiness Machine Ato II The Catalyst Burn It Down Waiting for the End Castle of Glass When They Come for Me / Remember the Name Over Each Other Lost in the Echo Given Up One Step Closer Ato III Lost Breaking the Habit What I've Done Ato IV Kintsugi Leave Out All the Rest My December Friendly Fire Numb In the End Play Video Faint Encore Papercut Heavy Is the Crown Bleed It Out 2 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 6 Novembro 2024 @Lebohang atualiza o título do tópico masé Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado 15 Novembro 2024 https://www.jn.pt/1985186931/a-manha-em-que-sete-anos-depois-linkin-park-comecam-de-novo/? Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado 15 Novembro 2024 (editado) Concerto em direto a começar no Brasil, no Estádio do Palmeiras, quem quiser ver. Editado 15 Novembro 2024 por pedritsh 1 Compartilhar este post Link para o post