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Fernando Oliveira demite-se da presidência do V. Setúbal

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Citação do jornal "Record" online

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Fernando Oliveira demite-se da presidência do V. Setúbal: «Não nos deixam trabalhar»

Dirigente estava à frente dos sadinos desde 2008/09

Fernando Oliveira demitiu-se esta terça-feira da presidência do V. Setúbal. O anúncio foi feito pelo dirigente, que estava à frente dos sadinos desde 2008/09, em conferência de imprensa, depois de ontem já ter transmitido essa mesma vontadeao plantel.

"Tomo a decisão de apresentar a minha demissão. É algo que me custa muito, mas não posso aceitar que um grupo de pessoas continue a denegrir o Vitória e a sua direção. Demos vontade, amor e dedicação a este clube. Queríamos ir até ao fim, mas não nos deixam trabalhar", afirmou o presidente demissionário, de 76 anos.

O Conselho Vitorino reúne-se agora na quinta-feira e a convocatória para as eleições será anunciada na segunda-feira. Para terça-feira, dia 28, está marcada a AG para apresentação e votação das contas que já foram chumbadas duas vezes.

(em atualização)

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Pelo que parece, são os sócios, visto que as contas já foram chumbadas duas vezes em Assembleia Geral.

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Quem são essas pessoas que não o deixam trabalhar?

 

Citação do jornal "Record" online

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Sócios repetem chumbo das contas de 2015

 

Estatuto de utilidade pública em risco nos sadinos

 

Pelo segundo ano consecutivo, os sócios do V. Setúbal reprovaram este sábado em Assembleia Geral o relatório e contas referente ao exercício de 2015 no clube, apresentado pela direção liderada por Fernando Oliveira. Com 147 votos contra, 61 a favor e 17 abstenções, os associados presentes no pavilhão Antoine Velge voltaram a exibir um cartão vermelho à gestão da atual direção. Caso o veredicto se repita na próxima AG, o clube corre o risco de perder o estatuto de utilidade pública.

 

Depois da votação, Fernando Cardoso Ferreira, presidente da mesa da Assembleia Geral, alertou que um novo chumbo pode ser o princípio do fim do clube. "Três rejeições das contas datam o fim do estatuto de utilidade pública. Se isso acontecer, o clube perde as benesses que advêm desse estatuto e o Vitória acaba", avisou o dirigente.

 

Na reunião magna, que teve a duração de quase duas horas, vários sócios contestaram os números apresentados [passivo aumentou 278 mil euros em 2016, cifrando-se agora o total em 16,818 milhões de euros], mostrando-se insatisfeitos pelas explicações dadas.

 

Perante a rejeição das contas de 2015, o relatório de 2016 já não foi colocado a votação, tendo o presidente da Mesa da AG, Fernando Cardoso Ferreira, anunciado que os dois documentos serão de novo colocados à apreciação dos sócios numa reunião magna a realizar ainda durante este mês de novembro.

 

Citação do jornal "Record" online

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Fernando Oliveira critica "oposição organizada" no jantar de aniversário

 

Presidente dos sadinos deixou recados

 

O presidente do V. Setúbal criticou esta segunda-feira um "pequeno grupo de sócios que se acha dono da verdade" e que por duas vezes reprovou o relatório e contas de 2015, durante o jantar de aniversário do clube.

 

No discurso que fez perante uma plateia de mais de 400 pessoas, realizado após o jantar que decorreu no pavilhão Antoine Velge, Fernando Oliveira não escondeu apreensão pela possibilidade de o clube perder o estatuto de utilidade pública caso as contas chumbem uma terceira vez, considerando que há um aspeto mais preocupante.

 

"Mais grave ainda foi o comportamento antidemocrático, prepotente e indigno de um pequeno grupo de sócios que se acha dono da verdade absoluta e, por ali deter uma escassa maioria conjuntural, não hesitou em insultar tudo e todos", disse.

 

À frente dos destinos do Vitória de Setúbal desde 2008/09, Fernando Oliveira, sem mencionar nomes, diz que os rostos por detrás da contestação são conhecidos.

 

"Há uma oposição organizada há mais de duas décadas, que não hesita em colocar o clube sob permanente exposição, chegando até ao ponto de o ridicularizar. Preferem viver num clima de permanente guerrilha e maledicência, na maior parte das vezes sem argumentos, que só prejudica o Vitória", disse.

 

O líder do emblema setubalense, eleito em 25 de março para o triénio 2017-2020, identificou a finalidade do grupo contestatário.

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Visitante

Essa situação do União da Madeira fez-me lembrar a do Gil Vicente que até já tinha tudo acordado para voltar à primeira liga. Já não deviam de ter voltado?

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O FOL coitadito demitiu se com o papel do coitadinho, todos o queriam tramar...mas por coincidência no mesmo dia sai a noticia do PER ter sido da com nulo pelo tribunal! Que grande coincidência esta....é mm um desgraçado

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Citação do jornal "Expresso" online

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Vítor Hugo Valente é o novo presidente do Vitória de Setúbal

Vítor Hugo Valente, candidato da lista A, a única a sufrágio, foi eleito esta sexta-feira e empossado na presidência do Vitória de Setúbal para completar o mandato 2017-2020 interrompido após a demissão de Fernando Oliveira, em 21 de novembro

Numas eleições em que foram recolhidos 1.018 votos (menos 920 do que na última ida às urnas no clube em que estiveram na corrida três listas), o advogado Vítor Hugo Valente recebeu 913 votos (90 por cento), numa votação em que se registaram 70 brancos (sete por cento) e 35 nulos (três por cento).

No discurso de vitória feito pelo novo presidente, no pavilhão Antoine Velge, o dirigente apelou à unidade no clube.

"Hoje é o dia dos sócios, a partir de amanhã [sexta-feira] começamos outras lutas. Estamos preparados e temos uma equipa capaz de as enfrentar. Não me canso de dizer que precisamos dos sócios. Só com eles conseguiremos resolver os problemas do Vitória", disse.

Vítor Hugo Valente manifestou ainda a vontade de reaproximar a cidade dos adeptos.

"Penso que foi o clube que virou as costas aos adeptos e não o contrário. O Vitória e a cidade têm de voltar a estar em comunhão. Estamos a virar uma página, o passado já está na página anterior. Os sócios vão servir de motor para esta mudança que nós queremos: fazer um clube com os sócios e para os sócios", afirmou.

A Assembleia Geral ficou marcada pela contestação dos cerca de 200 adeptos presentes no pavilhão a Fernando Cardoso Ferreira, líder da AG.

Em uníssono, a maioria dos associados que estiveram no recinto pediram a "demissão" do dirigente que havia excluído inicialmente a lista A e revogou a decisão na véspera do ato eleitoral.

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A "turbulência" acabou ou a nova presidência não vem resolver nada? É que já estão em último e se perdem os próximos jogos contra adversários directos a coisa complica-se.

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