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NHL - Notícias e Comentários Gerais

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omg que se passa com os avalanche?!?! eram grande equipa mas estao totalmente perdidos, nao entendo...

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omg que se passa com os avalanche?!?! eram grande equipa mas estao totalmente perdidos, nao entendo...

 

é daquelas equipas q com o ano q não houve NHL ficaram sem os seus melhores jogadores, pois os jogadores foram para outras ligas jogar.

 

o Detroit tb desceu por causa disso.

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mesmo antes da interrupção de nada valeu ter rob blake,alex tanguay,milan hejduk,peter forsberg,teemu selanne ou paul kariya.nao ganharam a stanley nessa epoca.

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Guest Trotsky

Força New Jersey e Detroit! :)

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Guest Trotsky

Detroit soma e segue!

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fazer 41 remates enquanto o adversário faz 16, e mesmo assim perder 7-4 é um bocado ](*,)

 

foi o q aconteceu hoje ao Anaheim frente ao Philadelphia.

 

 

 

mais logo actualizo todos os resultados. :wink:

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Buffalo buffalonf6.png 2-4 otawaqr1.png Ottawa

Carolinacarolinaph5.png 2-1 rangersuz0.png NY Rangers

Washington washingtondv0.png 2-3 bostonmg0.png Boston

Columbus columbusbs8.png 4-5 nashvilleoh7.png Nashville

Tampa Bay tampabaycz3.png 1-3 montrealql5.png Montreal

Dallasdallashi0.png 0-3 nyislandersub1.png NY Islanders

Colorado coloradofp0.png 3-4 sanjoseix1.png San Jose

Anaheim anaheimsb8.png 4-7 philadelphiazv1.png Philadelphia

 

 

nhl4lo4.png

 

standings1ko9.png

standings2vo0.png

 

jornada marcada pela quase exclusividade de vitória das equipas visitantes, tendo até Buffalo e Anaheim perdido em casa com equipas claramente inferiores, onde por exemplo Anaheim perde 7-4 fazendo 41 remates contra apenas 16 do Adversário.

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Guest Destroyer

Alguém me pode dizer o nome daquele filme que tinha a ver com os Anaheim Ducks?

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Philadelphia a ganhar aos Mighty Ducks! :o

 

 

nem digas nada, eu à espera de terem goleado e depois vejo q é q foram goleados, lol.

 

 

foi apenas um jogo mau....

 

 

 

espero eu. :lol:

 

 

mas tb fazendo 41 remates contra 16 e perder 7-4 é esquesitissimo, o Guigere(principalmente) e o Bryzgalov n deviam tar nos seus dias. :x

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Alguém me pode dizer o nome daquele filme que tinha a ver com os Anaheim Ducks?

 

Mighty_Ducks.jpg

 

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o I, II, II respectivamente, em português acho que o Titulo era A Hora Dos Campeoes

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Que é feito do Tverdovsky que jogava nos Anaheim?

 

tá em LA. :wink:

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Já alguem exprimentou a demo que vem no FM2007? do jogo de hoquei ??

 

Eu já mas nao percebo nada daquilo

 

 

eu já experimentei uma demo de um NHL Eastside Hockey Manager,não sei se é do ultimo mas nao deve ser.

Gostei mas é estilo o ultimo Cm antes da separação(Eidos).

é uma beca retro mas é bacano!!!

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Pessoal olhem o NHL 2007 esta brutal valeu bem a pena os 100francos que dei por ele...

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Pessoal olhem o NHL 2007 esta brutal valeu bem a pena os 100francos que dei por ele...

 

e eu q n posso jogar nem o 2007 nem o 2006 q o pc n aguenta.

 

 

tive o 2000 e o 2002, o 1º desapareceu deve ter ido para o lixo (mesmo q o tivesse já não devia funcionar pois o nba 2000 eu tenho e o cd já não funciona), e o 2002 na altura aí à 3 anos rebentou dentro da drive.lol

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Pessoal olhem o NHL 2007 esta brutal valeu bem a pena os 100francos que dei por ele...

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0133.jpg

 

Dúvida cruel

 

O pesadelo que tem sido a temporada dos Flyers teve seqüência na segunda-feira, com uma derrota por 3-2 em Pittsburgh. O matador de Flyers Sidney Crosby e seus colegas com cara de criança Jordan Staal e Evgeni Malkin marcaram os gols do Pens, que colocaram mais um prego no caixão do seu rival estadual.

 

20061026_atlphi_forsberg.jpg

PODE APOSTAR.

 

 

O principal jogador do Philadelphia, Peter Forsberg, não jogou na derrota. Ele ficou de fora do segundo jogo seguido, com gripe ou um problema no tornozelo, dependendo da versão. Nos últimos dias, têm circulado rumores de trocas envolvendo Forsberg. Não dá para saber até que ponto qualquer rumor é verdadeiro, mas acho que já dá para afirmas que os Flyers vão, sim, trocar Forsberg.

 

Por que eu tenho tanta certeza? Não é exatamente certeza. Apenas bom senso.

 

Os Flyers de 2006-07 já eram. O time não vai conseguir sair do buraco — ou melhor, cratera — em que se enfiou nas primeiras seis semanas de temporada. Não vou me dar ao trabalho inútil e ingrato de fazer os cálculos, mas pode ter certeza de que seria necessária uma seqüência de vitórias insana para os Flyers terem alguma chance de chegar aos playoffs. O gerente geral, o não mais interino Paul Holmgren, que provavelmente será substituído ao final da temporada, não vai admitir publicamente isso, mas ele já está no mundo do hóquei há tempo suficiente para entender a realidade da tabela de classificação.

 

Isso nos traz de volta a Forsberg. O central de 33 anos poderá se tornar um agente livre irrestrito no próximo verão setentrional. Se ele decidir não se aposentar (a aposentadoria é sempre uma possilidade no que se refere ao frágil Forsberg), será difícil ele renovar com os Flyers. Por que ele o faria? Neste ponto de sua carreira, ele está jogando por dois motivos: uma chance para conquistar outra Copa e um belo salário no fim do mês. Esse último item ele pode conseguir de praticamente qualquer time, mas há poucos que podem oferecer o primeiro.

 

Se, por algum motivo pessoal, Forsberg estiver interessado em ficar na Filadélfia, ele tem de deixar isso bem claro para a diretoria. Se a recíproca for verdadeira, os Flyers terão de renovar o contrato antes do dia-limite de trocas. Se não o fizerem, ele vai embora sem render nem um tostão. Até agora, o jogador ainda não manifestou tal interesse a ninguém.

 

Só há um problema: Forsberg tem uma cláusula em seu contrato que impede trocas. Na verdade, ele até fez piada sobre ela quando assinou o contrato, em agosto do ano passado. "Eu quis ter certeza de que eu teria uma cláusula dessas, para que eles não possam se livrar de mim", disse, à época, referindo-se ao fato de que ele foi trocado pelos Flyers em 1992 na mega-troca que trouxe Eric Lindros.

 

Mas esse tipo de cláusula não significa que um jogador não vai aceitar uma troca. Só que pode limitar as possibilidades de negociação para os Flyers. Por exemplo, será que Forsberg aceitaria uma troca para o Nashville? Os Preds têm espaço abaixo do teto salarial para concretizar o negócio, e Forsberg seria um excelente jogador de aluguel para eles. Mas, se Forsberg não estiver interessado, o negócio não será fechado.

 

Alguns relatos recentes dão conta de que o Avalanche estaria interessado em repatriar sua ex-estrela. Forsberg sempre gostou de Denver e provavelmente não teria nada contra o "revival". Mas os Avs precisariam abrir espaço em sua folha de pagamento para acomodar o salário do central debaixo do teto salarial.

 

Não importa que time acabe com o sueco em seu plantel, é bom a torcida dos Flyers não se empolgar demais com o que podem receber em troca. Não dá para imaginar time algum cedendo um prospecto de elite em troca de um jogador de aluguel. Se os Flyers permitirem que um clube interessado qualquer converse com Don Baizley, o empresário do jogador, para assegurar uma extensão do contrato antes de fechar a troca, é possível que o Philadelphia consiga um bom jogador jovem, só que esse tipo de negociação nem sempre dá certo.

 

No fim das contas, os Flyers poderão se dar por satisfeitos se conseguirem uma escolha de primeira rodada, um jogador jovem e uma escolha condicional baseada no sucesso nos playoffs do time que ficar com Forsberg. Mas não importa o que aconteça: os Flyers já eram e Forsberg será trocado. Quando e para quem? Sei lá, mas garanto que vamos acompanhar.

 

 

slot.com.br

 

A batalha nórdica!

 

Nosso caótico planeta Terra é cheio de lugares extraordinários, cercados de mistério e interrogações. Uma das grandes perguntas que sempre me fiz diz respeito à Noruega. Como um país que tem como vizinhos tão somente potências como Suécia, Finlândia e Rússia não é uma força constante dentro do mais fascinante esporte do globo? Ver finlandeses e suecos fazendo a final olímpica não inspira a juventude norueguesa? Será que o feito de Bjorn Skaare não foi suficiente? Espen Knutsen é menos que Ole Gunnar Solskjaer? Será que alguém vai realmente ler uma coluna baseada em atletas noruegueses?

 

Infelizmente não encontramos respostas positivas para tantas indagações. Mas isso não quer dizer que a Noruega não tenha seus momentos de glória no hóquei. Nessa última semana o Columbus Blue Jackets recebeu o Edmonton Oilers na Nationwide Arena. O que poderia ser considerado um simples jogo entre duas equipes que não vão bem na atual temporada, ganhou contornos épicos por ter hospedado o primeiro confronto entre atletas noruegueses na quase secular história da NHL.

 

Ole-Kristian Tollefsen, defensor dos Blue Jackets, e o atacante dos Oilers Patrick Thoresen foram os protagonistas desse insólito confronto. Vamos à apresentação.

 

Ole-Kristian Tollefsen, o rude!

O treinador do Columbus, Gerard Gallant, considera Tollefsen, de 22 anos, uma agradável surpresa. Muito agressivo, por vezes gratuitamente violento, muitos de seus trancos entram nas listas de melhores de cada semana. Tenacidade que agrada a Gallant. Mas Tollefsen não mudou seu modo de jogar para atuar na América do Norte. "Esse sempre foi meu estilo", declarou recentemente à TheSlot.com.br (na verdade foi ao The Columbus Dispatch, mas faça de contra que foi para a Slot). Ole se interessou pelo hóquei ainda criança ao ver um amigo que jogava profissionalmente esmagando adversários nas bordas. Então não espere contribuição ofensiva por parte de Tollefsen — nenhum ponto em 15 jogos na temporada. Trata-se de um defensor na concepção da palavra. Mas espere vê-lo envolvido em muitas confusões.

 

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DELICADO

 

Patrick Thoresen, a esperança viking!

Apesar da fase ruim da equipe, as opções ofensivas dos Oilers são muitas. Mesmo assim Patrick Thoresen, de 23 anos, vem tendo — e aproveitando — sua chance na equipe. Antes do confronto contra o Columbus, foram 14 jogos com sete pontos somados, geralmente atuando na asa esquerda da terceira linha petroleira ao lado de Jarret Stoll e Fernando Pisani. Assim como Tollefsen, Thoresen (eu sei, no início é complicado não confundir) é um atleta que não foge do lado físico do jogo, mas é bem mais completo que seu compatriota. Tem condições inclusive de roubar de Espen Knutsen o rótulo de melhor jogador norueguês a atuar na NHL. Criativo com o disco, veloz e tendo o passe como melhor fundamento, o que levou alguns olheiros a considerá-lo a modesta — e coloca modesta nisso — resposta norueguesa a Peter Forsberg. Devem ser esses olheiros russos que bebem dois galões de vodka Stolichnaya antes de fazer seus relatórios pós-jogo!

 

Thoresen tem várias pontos coincidentes com outro atleta de uma nação que ainda busca seu lugar ao gelo: Anze Kopitar! Assim como o ídolo de todos os eslovenos, cujo pai atuou e treinou a seleção de seu país, papai(?) Thoresen, Peter, também foi um respeitado jogador de sua seleção local e já treinou o filho nas seleções de base da Noruega. Kopitar e Thoresen também atuaram na mesma época na forte liga sueca.

 

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VIKING .  

 

O jogo!

Contrariando as expectativas, foi um jogo muito interessante que, graças a esse maravilhoso e sagrado invento denominando Internet, pôde ser conferido até mesmo aqui, na gélida redação da TheSlot.com.br. Só que, contrariando novamente as expectativas, vimos o norueguês técnico dos Oilers num dia bem mais furioso que seu adversário bruto de Edmonton. Não que Ole-Kristian Tollefsen tenha passado a partida no anonimato. Longe disso, logo na primeira metade do período inicial conseguiu irritar Joffrey Lupul o suficiente para termos a primeira briga da partida. Tirar um dos mais perigosos atletas adversários da partida por cinco minutos é uma boa? Pode apostar que sim!

 

De Thoresen pouco se via, até que ele resolveu acrescentar uma carga extra de adrenalina à partida os sete minutos do segundo período, quando teve um acesso de fúria. O russo Alexander Svitov detonou Ladislav Smid com um tranco pra lá de malicioso, que deixou o tcheco se retorcendo de dores no gelo. Thoresen tomou as dores de Smid e partiu com tudo pra cima de Svitov. Recebeu inúmeras penalidades, que resultaram num total de 19 minutos. Charles Bronson ficaria orgulhoso! Resumo da história: nenhum deles somou um ponto no jogo, mas combinaram em 26 minutos no banco de penalidades. Um grande exemplo para os pequeninos noruegueses. Ah, os Oilers venceram por 4-1.

 

Outros noruegueses na NHL

Isso mesmo, a TheSlot.com.br não deixa ninguém desinformado e foi atrás de preciosos dados dos outros três noruegueses que passaram pela NHL, por ordem de chegada.

 

Bjorn Skaare — A carreira desse central na NHL se resumiu a uma partida apenas. Em 28 de novembro de 1978, defendendo o Detroit Red Wings — pior equipe daquele ano, quiçá da década de 70 — contra o Colorado Rockies. Deu um chute a gol, não somou nenhum ponto, e saiu do jogo machucado após levar um tranco do indivíduo Barry Beck. Skaare faleceu em 1989, vítima de um acidente automobilístico em Oslo. Tinha apenas 31 anos. É tido por muitos como o mais talentoso jogador norueguês de todos os tempos. O que não é lá grandes coisas em se tratando de Noruega.

 

Anders Myrvold — Defensor rústico, pra não dizer medíocre, conseguiu a proeza de disputar 33 jogos - com cinco assistências — na NHL por quatro franquias diferentes: Colorado Avalanche, Boston Bruins, New York Islanders e Detroit Red Wings.

 

Espen Knutsen — Primeiro atleta dos Blue Jackets a disputar um Jogo das Estrelas, o central Knutsen ficou marcado pelo trágico incidente em 2002, onde um chute seu originou um disco perdido que acertou uma jovem torcedora, que veio a morrer dias depois. Teve sua carreira encurtada devido a sérios problemas no pescoço e nos joelhos. Atuou também pelo então Anaheim Mighty Ducks. Foram 111 pontos em 207 jogos. É considerado o modelo de sucesso a ser seguido por quase todos jogadores da Noruega. Hoje treina o Vaalerenga, da liga local.

 

slot.com.br

 

A virada dos Flames

 

Eu não sei se a temporada só começou efetivamente agora para o Calgary Flames, mas a ótima semana passada parece indicar que sim. O time canadense, que vinha jogando abaixo das expectativas praticamente desde o começo, foi o protagonista da primeira derrota em tempo normal do favorito Anaheim Ducks. E não foi uma derrota comum, foi um shutout de 3-0 numa partida em que os derrotados dominaram as ações por dois períodos. Miikka Kiprusoff precisou fazer nada menos que 37 defesas — o dobro dos chutes desferidos pelos Flames.

 

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MVP

 

Além do Anaheim, o Dallas Stars também caiu frente ao Calgary. Ou seja, os dois melhores times do Oeste, na mesma semana. E ainda o Vancouver Canucks, numa sensacional partida em que os Flames saíram de uma desvantagem de 0-2 para virar o placar para 3-2. Bela semana. Serviu para que o time, vejam só, alcançasse o patamar de 50% de aproveitamento na temporada.

 

Desde que foi vice-campeão em 2004, na última temporada antes do locaute, o Calgary era considerado o time canadense com mais chances de conquistar a Copa Stanley. Dentre outras razões, relacionava-se o goleiro Kiprusoff — considerado um dos melhores da NHL atualmente —, o esquema de jogo amarrado e eficiente, e a defesa sólida. Como ponto fraco, a incapacidade do ataque marcar gols.

 

Uma eliminação nos playoffs se passou desde então e as coisas não mudaram muito. Alguns jogadores importantes saíram desde o vice-campeonato, outros chegaram, mas a base é a mesma e o estilo de jogo é o mesmo. E o ponto fraco também.

 

Até finalmente funcionar ao lado de Jarome Iginla e Daymond Langkow, o recém-contratado — a peso de ouro, dado o novo panorama da liga — Alex Tanguay não vinha correspondendo ao que se esperava dele: sanar o ponto fraco da equipe, marcar gols. Esse peso seguia quase que inteiramente sobre as costas de Iginla, que vem jogando como um verdadeiro MVP. Mas Tanguay sempre foi um ótimo atacante de segunda linha no Colorado, ou seja, a atual responsabilidade de ser o principal asa esquerdo de um time que precisa marcar gols é algo com que ele não estava acostumado.

 

Se foi apenas uma boa semana ou se foi o começo da arrancada dos Flames na temporada é o que veremos a seguir. Se o time voltar ao nível ruim do começo, vai ter alguma sacudida no elenco, salvando-se Iginla, Kipper e Djon Phaneuf.

 

Hurricanes em progresso

Quem vem crescendo toda semana é o atual campeão Carolina Hurricanes. Depois da semana inicial ruim, a equipe vem alternando mais vitórias que derrotas, mas ainda está longe do que foi na temporada passada. O grande Rod já deu a volta por cima e lidera a equipe em pontos, Scott Walker realmente foi uma boa contratação, mas talvez a saída de Aaron Ward tenha atingido a equipe mais do que se imagina. No momento o lema da equipe é seguir vencendo mais do que perde, para manter-se ao menos na segunda colocação da Divisão Sudeste. Dar um descanso ao Conn Smythe Cam Ward a essa altura cairia bem.

 

Contratações de relativo peso

Três que não estão funcionando: Rob Blake, Jeremy Roenick, Martin Gerber.

Três que estão funcionando bem: Chris Pronger, Roberto Luongo, Brendan Shanahan.

 

Dejà-vu?

Caros leitores e torcedores dos Red Wings, não se iludam. Sim, os Wings estão quentíssimos! Sim, Nicklas Lidstrom tem sido soberbo; sim, Mathieu Schneider faz mais uma bela temporada; sim, Dominik Hasek parece estar recuperando boa parte da velha forma. Sim, uma seqüência invicta relativamente longa, shutouts consecutivos, shutout sobre o rival de divisão, blábláblá, etc, etc, etc. Você já assistiu a esse filme. Aliás, você tem assistido a esse filme ultimamente. E você sabe como tem sido o final. Então, para que o final não venha novamente na cor amarelada, vamos esperar para ver se a postura da equipe nos playoffs é condizente.

 

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INVICTOS

 

Dia de feira

Preparem-se para o feirão dos Flyers, o lixo número 1 da temporada. Será bem antes do dia-limite e vai ter coisa que ninguém deve querer nem de graça (os cones da defesa), mas vai ter coisa boa também. A principal rifa deverá ser Peter Forsberg, andorinha que não consegue fazer verão e que vive dodói, mas que é ótima aposta para times competitivos. Olhando para o elenco dos Flyers é fácil perceber que... não é grande coisa, mas nada que justifique essa fixação inicial em carregar a lanterna do Leste. Em princípio apenas o principal jogador, Simon Gagne, não vai para a feira.

 

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RIFA ALTA

 

Curtas

Eu acredito, mas só agora, e por ora: o Washington Capitals tem boas chances de ir aos playoffs. A campanha até aqui tem sido melhor que na temporada passada e Alex Ovechkin ainda nem está no ponto.... O começo medonho do Ottawa Senators tem levado muita gente a dizer que escolheram o defensor errado para ficar, que deveriam ter ficado com Zdeno Chara e não Wade Redden. Balela. Embora Redden esteja enfrentando seguidos problemas de contusão, Chara não tem feito a diferença nos Bruins.... Mesmo com Brendan Shanahan fazendo mais uma bela temporada e com Henrik Lundqvist se saindo um mestre em disputa de pênaltis, o panorama atual do NY Rangers é pior que no ano passado. É a falta que um defensor realmente bom faz.

 

slot.com.br

 

Em busca de alguma tradição

 

Amigo leitor, você não sabe o que é ser torcedor do Anaheim — a não ser, claro, que você seja um torcedor da franquia californiana. E, quando digo isso, não quero, de forma alguma, me vangloriar. Mas você, torcedor de Red Wings, Avalanche, Devils, Rangers ou Penguins, com certeza não entende o que um torcedor do Anaheim vive.

 

Primeiro de tudo... a falta de torcedores tão sinceros quanto os que seus times têm. Dentre os poucos milhares de fãs de hóquei espalhados pelo país, sem dúvida, os Ducks detêm uma boa parcela. No entanto, boa parte destes é movida pela imagem que o time ganhou graças àquela trilogia promovida pela Disney. Rapidamente, camisas e bonés dos Ducks ficaram comuns nas lojas e muita gente apareceu por aí usando o uniforme da máscara de goleiro com bico de pato. Já vi essa aberração até mesmo nas ruas de Mamanguape, interior da Paraíba.

 

Depois, o preconceito por parte dos demais torcedores. Afinal de contas, além de ser até então o time da Walt Disney Company e de ter, em geral, torcedores que pouco ou nada entendem de hóquei, o Anaheim ainda goza, na NHL, de nenhuma tradição. Nem mesmo a conquista da Conferência Oeste em 2002-03 e a conseqüente disputa da Copa Stanley salvam. Para o time do então técnico Mike Babcock e do goleiro Jean-Sébastien Giguere, quase vencer a Copa não significou entrar na galeria dos grandes times da NHL, mas, sim, voltar ao buraco de onde veio. Sem tradições, sem conquistas. A maior dessas, talvez, tenha sido varrer os Red Wings naquela mesma temporada — para dar uma idéia das dimensões das tradições em Anaheim. E, talvez, servir de casa para Jari Kurri por uma breve temporada.

 

Em 2003-04, a ficha caiu, e os Ducks voltaram para o buraco humilde de onde vieram, desta vez sem Paul Kariya, sem Teemu Selanne, sem Mike Babcock. Assim como os Panthers após a Copa Stanley de 1996, os Ducks pareciam estar novamente em rota decadente. Até que, com o locaute da NHL, as coisas pareciam tomar novos rumos. Primeiro, a venda do clube pela maldita Walt Disney Company. Com a aquisição do casal Samueli, os Ducks deixavam de ser o time infantil — embora o estigma seja, provavelmente, perpétuo. Com o sr. e a sra. Samueli, o primeiro fator para a mudança da equipe, veio o gerente geral Brian Burke. E vamos ao recrutamento. Pela primeira vez como torcedor dos Ducks, que sou desde 2002, quando comecei a saber de fato o que era hóquei, pude sentir calafrios e ficar nervoso a respeito do meu time. Mesmo não sendo em um jogo! Acompanhar a ordem do recrutamento ao vivo foi, sem dúvida, emocionante. Perdemos para o Pittsburgh por uma bolinha! Por pouco, não buscamos o tal Sidney Crosby. Mas o casal Samueli e Burke abriram mão do defensor Jack Johnson para escolher um promissor asa direito: Bobby Ryan.

 

A chegada de Burke trouxe de volta aos Ducks Teemu Selanne. E, para dar cobertura ao atacante Rob Niedermeyer, seu irmão Scott veio da Costa Leste. Junto com eles, o calouro Ryan Getzlaf foi destaque da temporada de 2005-06, de um começo bastante irregular para o time, que em momento algum demonstrou força o suficiente para chegar aos playoffs. No entanto, o "sprint" no final da temporada regular deu uma animada no time. A classificação à pós-temporada já me deixou mais que satisfeito e, mesmo com a vitória sobre o Calgary e a varrida sobre o Colorado, em momento algum acreditei na possibilidade de título. A derrota para o Edmonton apenas me deixou aliviado, pois a ilusão tinha acabado. Mas o caminho havia sido apontado, com os bons calouros Getzlaf e Joffrey Lupul.

 

Eu não contava era com a virada que a nova temporada traria. Primeiramente, a mudança daquele maldito nome, devido aos direitos autorais da Disney. Muitos dos torcedores brasileiros, que pouco acompanham o time, não queriam a mudança para Anaheim Ducks. Nem a troca do logotipo ou das cores. Até falaram em tradição. Que tradição?

 

Mudando de nome, o Anaheim não só deixava para trás uma alcunha infantil, mas também o espírito da Disney. O mesmo vale para as cores e o logo.

 

Para a abertura da temporada de 2006-07, surpreendi-me ao ver Scott Niedermeyer durante o hino dos Estados Unidos. Com o C na camisa, agora dourado, sobre o ombro vestido de preto. Diferente do rosto sereno da temporada passada, que passava até uma sensação de relaxamento e desamparo, Niedermeyer tinha uma expressão forte estampada. Parecia liderar um novo espírito. Uma nova franquia. Selanne não deveria ter voltado a usar a sua camisa 8. Deveria seguir com a 13, em nome dessa mudança. Mesmo assim, com os mil pontos ultrapassados, o finlandês é um dos pilares do time e, a cada jogo, parece indicar que é "um dos pioneiros dessa nova história". E a vibração de Andy McDonald e Getzlaf na pré-temporada e neste início de temporada regular não deixam dúvidas do que é um novo Anaheim. Não mais Mighty. Mas, com certeza, muito mais confiante.

 

Minha maior surpresa, no entanto, foi a contratação de Chris Pronger. Mal podia acreditar que agora meu time teria a primeira linha de defesa mais sólida da liga.

 

Agora, com um "novo" nome, com jogadores muito mais inspirados, o Ducks têm dedos-duros apontados sobre ele como os novos favoritos — bem como o Sabres no Leste. Mas, mais que a possível Copa Stanley, quero alguma tradição para esse time. Quero acreditar que Niedermeyer, Selanne e Pronger serão responsáveis por uma postura que será seqüenciada por Getzlaf, McDonald, Bobby Ryan e Stanislav Chistov [N. do E.: Chistov deixou os Ducks após o fechamento desta matéria]. Quero ver meu time nos playoffs desta temporada, nos da próxima, da seguinte... Não faço questão de vencer a Copa ainda. Posso esperar até 2010. Quero, pelo menos, que meu time tenha uma história para contar. Mais que varrer Red Wings ou Avalanche, mais que ser derrotado no Jogo 7 da Copa Stanley pelos Devils. Vencer o Troféu dos Presidentes? É um sonho. Mas está começando a ser construído. E quero ver esse sonho — de tradição — edificado.

 

Amigo, você não sabe o que é ser torcedor do Anaheim. Agüentar tanta gozação, piadinhas sobre a Disney, chacota após derrotas para Kings e Stars. E vocês não sabem o que é presenciar essa evolução. Agora, sonho, como vocês, em saber o que é ter tradição.

 

slot.com.br

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O filme que mais gostei de hóquei no gelo foi um do Kurt Russel (?), que era baseada numa história verídica.

 

 

miracle.jpg

 

 

muito bom mesmo. :wink:

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