rinkatodokuta Publicado 12 Janeiro 2008 Hoje na aula de portugu?s, o exerc?cio do livro era o seguinte:"Inspirando-te nas estrofes lidas, redige uma invoca??o ?s tuas Ninfas do Sucesso Escolar." A primeira coisa que me lembrei foi da Floribella :funny: mas decidi aceitar o desafio. S?o algumas as mo?as que conhecem o meu pequeno dom para a poesia, e muitas s?o as que babam para os poemas romanticos que eu fazia para a minha ex-namorada. :lol: (sim, tou me a exibir. Show offer. :basofe:) Minhas ninfas da sorte Por favor, evitai a minha morte Olhai por mim Dai-me boas notas Porque n?o me apetece mesmo nada ouvir os meus cotas ... Dai-me paci?ncia para estudar Para, a stora Alface*, n?o reclamar Ou ent?o por gentileza Um feriadinho Para n?o aturar a Nadine**, que se senta ao meu lado na mesa Pe?o-vos isto com carinho Agora um poco mais a s?rio N?o me deixem no futuro Ir trabalhar em alguma coisa a ver com min?rio Vida de estudante ? trabalhar no duro Haja paci?ncia ... Tou eu, farto de estudar J? n?o posso ver a escola, nem banhada em ouro Por amor da santa, ajudai-me minhas ninjas do sucesso escolar Eu at? mato um mouro! D?em-me paci?ncia! Ou uma bebida energ?tica***, Pois j? n?o posso ouvir falar de fon?tica! A mat?ria escolar? J? n?o a consigo aturar! Cam?es e Fernando Pessoa? At? t?m jeito ... Mas bom sou eu, profissional em rimar ? toa. Atendai ao meu pedido, minha Ninfa Escolar! Tirai-me daqui ! Deixai-me ir para casa dormir, e sonhar ... * - Professora de Portugu?s ** - Colega de carteira *** - Inspirado aqui no forum, num post qualquer no frio etc.., acho eu :lol: E o que disse a prof sobre isso? Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 13 Janeiro 2008 E o que disse a prof sobre isso? "Lulz, este puto t? parvo." Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 13 Janeiro 2008 "One Step Further" Procuro novos sorrisos, na alegria for?ada da espiral auto-destrutiva em que passamos o tempo. Um po?o de ?guas mortas em que nos esquecemos de vir ? tona para respirar, para sermos n?s novamente. Procuro um novo brilho nos teus olhos, os mesmos de sempre, que arrepiam quem os tenta perceber. Que ofuscam e que iluminam. E que se sabem perder na escurid?o quando os tempos s?o de perda, de desilus?o, de procura de um novo brilho dentro do brilho. Procuro um novo eu dentro de um peito cheio de mim, que teima em rebentar a cada vez que o tento contar. Qual revolu??o, que volta mais forte de cada vez que o l?der ? derrubado. Procuro, a cada dia, uma nova busca. Mais uma forma de fugir do que sou, do que fui e daquilo que tenho. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 15 Fevereiro 2008 A Paragem Passei o dia a pensar em ti. A minha cabeça não parou, por vezes esquecia mas bem no fundo, estiveste sempre presente… Dei por mim a olhar para o vazio, procurando por ti como se estivesses ao alcance de um olhar, mas só agora me apercebi, por ti vou ter de lutar, vou ter de sair do meu canto e ir atrás de ti, mas sempre que penso assim arrependo-me, julgo estar apenas a delirar, não tenho a mais pequena chance, digo para mim. E volto a esquecer, ando às voltas neste ciclo vicioso a que chamam vida, perdido… Liguei o Word e em menos de 5 minutos saiu isto, ok, é melhor desinstalar.. -.-' Compartilhar este post Link para o post
Zimene Publicado 15 Fevereiro 2008 Perep andas tao lamechas... Nao eras assim :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Sr. Inácio Publicado 15 Fevereiro 2008 Preludio de Verdes Anos por Ricardo Fernandes Por arcos velhos, diria moribundos, no sufoco do carbono, tóxico, perdemos a alma, mas no tocar duma guitarra, no génio de Paredes, quem mais? faz vibrar, não as cordas, não os arcos, apenas e só nosso peito, que carrega o amargo Lusitano, bravo e escondido, não morto, não vivo, moribundo e perdido. Epá, categoria. ;) Mt. Bom. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 16 Fevereiro 2008 Só para dizer que o Cacetes é grande ,que o Perep é um lamechas e que o Mesquita não sebe escrever ( :mrgreen: ) 8) Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 16 Fevereiro 2008 Merdices A luz separa a escuridão, a escuridão mata a luz. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. O calor infernal do deserto branco sufoca. Os corpos caem, e os bichos devoram-nos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início, como me diz me o meu amigo escaravelho, aquele escaravelho verde e nojento, que é o meu amigo eterno. Já viste o meu escaravelho mãe? E tu pai? A beleza deste escaravelho nojento. Parem o carro, eu quero sair, que ali diante está um assassino, e ele vai matar-nos a todos. Aquele homem belo, que te vai beijar mãe, vai nos matar a todos. Deixem-me sair. O escaravelho está a dizer para o deixarem sair. Ele quer abrir uma loja antes dos bichos vos comam os olhos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. É o fim do Mundo, meu amigo, o fim do Mundo em cuecas. **************************************************************** Juro que nunca mais nada escrevo um texto e ouço Doors ao mesmo tempo Compartilhar este post Link para o post
Nate Robinson Publicado 16 Fevereiro 2008 Merdices A luz separa a escuridão, a escuridão mata a luz. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. O calor infernal do deserto branco sufoca. Os corpos caem, e os bichos devoram-nos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início, como me diz me o meu amigo escaravelho, aquele escaravelho verde e nojento, que é o meu amigo eterno. Já viste o meu escaravelho mãe? E tu pai? A beleza deste escaravelho nojento. Parem o carro, eu quero sair, que ali diante está um assassino, e ele vai matar-nos a todos. Aquele homem belo, que te vai beijar mãe, vai nos matar a todos. Deixem-me sair. O escaravelho está a dizer para o deixarem sair. Ele quer abrir uma loja antes dos bichos vos comam os olhos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. É o fim do Mundo, meu amigo, o fim do Mundo em cuecas. **************************************************************** Juro que nunca mais nada escrevo um texto e ouço Doors ao mesmo tempo Cogumelos mágicos! :celebracao: Compartilhar este post Link para o post
rinkatodokuta Publicado 17 Fevereiro 2008 Merdices A luz separa a escuridão, a escuridão mata a luz. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. O calor infernal do deserto branco sufoca. Os corpos caem, e os bichos devoram-nos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início, como me diz me o meu amigo escaravelho, aquele escaravelho verde e nojento, que é o meu amigo eterno. Já viste o meu escaravelho mãe? E tu pai? A beleza deste escaravelho nojento. Parem o carro, eu quero sair, que ali diante está um assassino, e ele vai matar-nos a todos. Aquele homem belo, que te vai beijar mãe, vai nos matar a todos. Deixem-me sair. O escaravelho está a dizer para o deixarem sair. Ele quer abrir uma loja antes dos bichos vos comam os olhos. Tudo tem um fim, mas nada têm um início. É o fim do Mundo, meu amigo, o fim do Mundo em cuecas. **************************************************************** Juro que nunca mais nada escrevo um texto e ouço Doors ao mesmo tempo Bonito. Eu tava com uma ideia na mente hoje de manhã mas esqueci-me agora da ideia :| Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 17 Fevereiro 2008 Nate, queixa-te ao Jim :lol: Rinka, eu era para escrever um texto completamente diferente, mas como tu, esqueci-me e saiu aquela, ahem, coisa Compartilhar este post Link para o post
rinkatodokuta Publicado 17 Fevereiro 2008 Nate, queixa-te ao Jim :lol: Rinka, eu era para escrever um texto completamente diferente, mas como tu, esqueci-me e saiu aquela, ahem, coisa O pior e que tenho o word aberto e nao me sai nada. É pessimo ser assim quando penso que a minha irmã escreve livros Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 17 Fevereiro 2008 O pior e que tenho o word aberto e nao me sai nada. É pessimo ser assim quando penso que a minha irmã escreve livros Quando te der uma branca, ouve música. Ajuda bastante ;) Já agora, a tua irmã escreveu algum livro "conhecido"? Compartilhar este post Link para o post
rinkatodokuta Publicado 17 Fevereiro 2008 Quando te der uma branca, ouve música. Ajuda bastante ;) Já agora, a tua irmã escreveu algum livro "conhecido"? Eu passo a vida a ouvir musicas, mas como tou numa de ouvir coisas mais depressivas nao me sai nada. A minha irma ainda nao conseguiu publicar os livros ja os mandou a editoras mas como ela não tem "nome" ninguem quer publicar Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Fernandes Publicado 17 Fevereiro 2008 Não me pertenço, nem quero pertencer, propriedade alheia, mas sem me vender, vou pelo brilho no olhar, solto amarras lentamente, por entre multidões de gente, só um nome surge, tatuado em meu corpo, corre no sangue a paixão, imatura, sem censura. Eu amo quem tu és. Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Fernandes Publicado 17 Fevereiro 2008 Haja alegria, rebentam foguetes na Cova de Iria, Fátima para os mais incultos, morreu Jesus e a fé dos homens, com tumultos vergam ao raciocínio! Haja alegria, desconto em miúdos da Casa Pia, Fátima é onde se queixam os putos, morreu Dani e a tusa dos homens, com apupos vergam a justiça! Haja alegria, tou triste sabendo o porque, deprimo e primo a ferida, cultivo a dor, mastigo a ironia, vivo em harmonia, com a maré vazia, tudo isto rima, tudo isto irrita, tudo isto mata! Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 18 Fevereiro 2008 Mais um dia, mais me afasto, mais busco e me arrasto. Sinto a dor vulgar de perder e de ganhar a dor antiga, que volta com o rasgar da ferida. E o sangue volta a jorrar, tão belo e tão vermelho como da primeira vez. Cada vez és menos minha pois cada vez sou menos meu. Menos eu... Mas teu, perdido e sem dono algum, ironia de viver fora, que me prende e me apavora, neste final de início de vida. Percorro-me a passo lento, olhar vago e luz escassa... Memórias turvas, não esquecidas as curvas que as esquinas teimam em esconder. Viagem terminada desde o tempo em que parti ao saber que acabei, ao saber que acabámos, ao saber que nos matei, ao saber que me perdi. Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 19 Fevereiro 2008 A textura da tua face continua a ser a onda tranquilizadora de um mar turbulento, como que a anunciar uma ataraxia necessária para viver o dia-a-dia sem me afogar na antiga rotina, que de vez em quando me visita. Como um fantasma. Como que a anunciar o seu inexorável regresso. A tua força faz com que esse fantasma permaneça longe. Apenas soa a sua voz, ameaçadora, atormentadora. Tento aguardar o tempo suficiente para o deixar de ouvir. Ou então deixar-me apanhar por ele e voltar à escura e negra rotina. ________ Tudo parece perfeito. A tua imensidão de sonhos, de particularidades e de beleza encaixada na minha sede de ti, no meu privilégio de te ter, num quadro que nem o melhor pintor podia pintar, que o melhor escritor não podia descrever... nem o melhor dos deuses podia criar ou idealizar! Tudo tão perfeito que tão apenas e só a própria essência da vida se encarrega de retratar, como nenhuma outra possível criação.. Existem certas coisas que assim têm de ser, tamanha é a sua beleza, a sua naturalidade, espontaneidade e encaixe. Encaixe perfeito pelas características idóneas de cada coisa ser como é. Nada é igual, tudo é criado. Mas existem uma coisas mais criadas que outras. E tenho cada vez mais a certeza disso quando te contemplo como o trovão que dá o clarão à minha noite, e que permite iluminá-la sem eu ter feito nada por isso. ________ Já estava enferrujado. Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 13 Março 2008 Melancolia Hoje sinto que a amargura e o desespero de alma anteriormente leda falarão por mim, quase como um heterónimo que se apodera das capacidades deste pobre e sôfrego apaixonado. De forma lancinante e sem contemplações. __________ Não deixem morrer isto. Mesquita, Colossus, onde andam? Compartilhar este post Link para o post
Rui Cardoso Publicado 13 Março 2008 Não deixei que fosse em vão o tormento provocado pela tua religião, nem sei como esses desprovidos de amanhã conseguem afectar tão solenemente tanta fiel alma. O que eu penso é diferente do que eu digo, o que digo é diferente do que eu faço, o que eu faço é diferente do que o que eu devia fazer e tudo isto é diferente do que eu sinto. A força do meu eu será sempre inferior à do resto do mundo, quanto mais não seja por questões matemáticas. Algarismos flutuantes como pedras cintilantes, tudo se torna claro ao anoitecer, tudo menos a luz. A luz que enraivece a vista, enraivece de sobre maneira que a torna nublada e embaciada, que efeito este nos provoca quem nos deveria fazer ver melhor. Se calhar é tudo ilusão, se calhar a luz é um artificie simulatório que muda o mundo em segundos, se não porquê estes mesmos segundos de adaptação a algo tão natural? Naturalmente que não será assim tão linear. Afinal a perfeição não está na luz...sempre tinham razão aqueles que insistiam que na escuridão está a felicidade? Foi há tantos séculos que me custa a crer, tão primitiva beleza de viver aquele dia em que a ignorância era poder. Se calhar prefiro mesmo apagar as luzes para começar a ver. É reconfortante ver tudo como quero e não como me obrigam. A mim e a todos, pelo visto. Esses artistas pictóricos que nos pintam à imagem do que nos rodeia. @ http://istoemesmomeu.blogspot.com/ como de costume Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Fernandes Publicado 13 Março 2008 Um texto que escrevi hoje, acerca dos últimos tempo: p*ta que pariu, faltou o gás outra vez, lá vem a agua fria. Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 4 Abril 2008 Após demasiados receios, após demasiadas ânsias, chegou o fantasma da fastidiosa rotina que me assombrou durante tanto tempo. É o retirar do pincel, e consequentemente da beleza da pintura: uma mão sombria desenha uma estranha ladainha melancólica e cinzenta na qual eu não me quero integrar, mas que no fundo sei que vou acabar por não ter solução. O quadro suga-me para dentro da sua tela escura e temerosa, como que a convidar-me a viver um pesadelo que eu já vivi. A triste e contínua melodia ecoa pelas paredes do quarto cada vez mais assombrado pelo fantasma que eu tanto temi. Questiono-me a mim mesmo se a celeridade do seu regresso era inevitável, e apercebo-me de que não tenho respostas. Só dúvidas e ânsias. E o quadro suga-me para o seu interior, cada vez mais forte. E eu sem forças para o contrariar, sinto que ninguém me vai voltar a tirar de dentro dele tão cedo. Chegou o fantasma e eu não o sei enfrentar... 03/04/08 Só para ir reavivando a coisa... Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Fernandes Publicado 4 Abril 2008 Subi as escadas, sentei-me, abanei os pés, com o ritmo do vento. a como que a jogar com a gravidade. de repente, uma dor, elevo os braços, as plantas das mãos beijam-se. mergulho no cinzento do cimento, parto os cornos no chão... Compartilhar este post Link para o post