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[FM08] Il Padrino del Calcio

Publicações recomendadas

Bem, a minha ausência por estes lados deve-se aos exames, cujo último da primeira fase é na próxima 2ª feira. Se tudo correr bem, a partir daí volta tudo ao normal. Espero que compreendam (peço desculpa pela irregularidade de actualizações no save, mas ele não acaba, simplesmente há coisas mais importantes)...

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AS Corleone: Dezembro, Janeiro e Fevereiro, regularidade quando é preciso!

 

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(Perdi as imagens que fui retirando ao longo dos jogos, nomeadamente as classificações. Daí decidi juntar os 3 meses...)

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Como já dei a entender fui jogando ao longo destes dois últimos meses, mas infelizmente perdi as classificações pelo caminho. Neste momento o campeonato encontra-se em Março e tenho a classificação de Fevereiro, portanto vamos pegar por aí. Foram dez jogos e continuamos invictos, mesmo depois de defrontarmos Juventus, Lazio e Inter, abordando já algumas partidas da segunda metade da temporada.

 

A viagem a Nápoles avizinhava-se complicada e assim se comprovou, ainda que tenhamos conseguido trazer uma vitória magra à custa de um golo madrugador de Tonelli, titular ainda na ausência de Lechner.

Diante da Juventus realizámos uma exibição soberba, claramente superiores à vecchia signora. O resultado justo teria mesmo sido a nossa vitória, mas o empate sorriu à equipa de Turim. Tonelli foi mais uma vez decisivo e mostrou que é uma alternativa bastante válida àquele que viria a ser considerado o segundo melhor jogador do mundo.

 

Seguiu-se uma série de quatro jogos fora de portas, demasiados jogos seguidos longe do nosso público, na minha opinião (e algo estranho desde que jogo FM). Contudo, a equipa voltou a mostrar todo o seu carácter e determinação dentro de campo, arrancando logo duas vitórias diante do Catania e da Lazio. Dois jogos bastante parecidos, onde vencemos pela margem mínima e sempre com Patrick Lechner e Alberto Tonelli a facturarem. De 5 golos marcados foram quatro carimbados com os nomes destes senhores. O jogo contra a Lazio trouxe más notícias, já que pouco mais de dois meses depois de voltar à competição voltou a sofrer uma dura entrada, resultando em nova lesão. Pensa-se que apenas no mês de Março estará de volta à competição.

 

A deslocação a Bolonha roubou-nos alguns pontos na luta pelo título, num jogo que deveríamos ter vencido facilmente. Mas este deslize foi colmatado com uma vitória diante do nosso rival Inter, em pleno San Siro. Diego, guardião do Inter, foi o homem do jogo numa partida que provou como o futebol pode ser um espectáculo tão bonito. Diego pode ter sido o homem do jogo, mas o herói de Corleone foi mesmo (mais uma vez) Patrick Lechner, autor do golo solitário que garantiu a nossa vitória. Acerbis mostrou serviço diante da sua antiga equipa, mas deve estar arrependido de ter trocado Corleone por Milão.

 

Depois da vitória em Milão embalámos para uma sequência de mais cinco triunfos seguidos, contando 12 golos marcados nessas partidas. Para este registo muito contou a mais recente vitória diante do Taranto, por 5-2. Parma, Génova, Palermo e Reggina foram as outras vítimas, em jogos que valeram três golos, tanto a Lechner como a Tonelli. O nosso ataque está de boa saúde e recomenda-se.

Curioso foi o facto de durante estes jogos, e em virtude de algumas saídas no período de transferências, ter experimentado algumas novas soluções. Roberto Valerio e Albert Stoica surpreenderam-me bastante com as suas exibições e deixaram a entender que estão prontos para assumir um papel de maior destaque na equipa.

 

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Após o mês de Dezembro iniciou-se o período de transferências, onde houve algumas movimentações bastante interessantes, nomeadamente no que diz respeito à partida de alguns jogadores. Horst Schiele e Acerbis deixaram o clube, rendendo perto de 40 milhões de euros (verba que pode ainda aumentar no futuro). Demidov poderá seguir pelo mesmo caminho...

 

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No que diz respeito a entradas foram também três os jogadores que ingressaram no clube, numa perspectiva de poderem garantir um lugar no futuro. Simone Marzio e Boucher reforçam a frente de ataque, enquanto Paolo Delfino se assume como um médio com um promissor futuro à frente.

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Num momento em que faltam 14 jornadas para o final do campeonato lideramos com 5 pontos de vantagem. Beneficiámos muito das vitórias e empates diante dos principais perseguidores, que continuam sem capacidade para se aproximarem da nossa formação. A performance ofensiva da equipa está um pouco aquém das minhas expectativas, mas mesmo assim é a melhor da Serie A. Já no capítulo defensivo somos a segunda melhor defesa, um definição que assenta bem no trabalho que temos vindo a desenvolver.

Os próximos jogos vão ser determinantes para a conquista (ou não) do título. No espaço de um mês iremos defrontar Roma, Juventus, AC Milan e Fiorentina, vai ser de loucos!

 

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Os embates com o Pisa foram bastante peculiares. O primeiro ditou uma vitória por apenas 1-0, jogando com a equipa titular praticamente. Mas o segundo confronto, já depois de termos vencido em casa do Pisa, serviu para rodar o plantel e estes acabaram por vencer por 2-0. Até Steven Gerrard jogou, mas apenas 45 minutos. AInda estranho neste jogo foram as lesões, quatro no total: Tonelli, Belivacqua, ter Horst e Bruno Lopes. O herói do jogo foi mesmo Roberto Valerio, autor de dois golos. No jogo da primeira mão foi Bianchi a facturar. Uma eliminatória fácil, onde nunca esteve em causa a nossa passagem aos quartos-de-final.

 

Diante da Roma a história foi diferente, mas não muito. Empate no terreno dos romanos e vitória indiscutível em Corleone. No primeiro jogo merecíamos mesmo a vitória, mas um golo tardio (demais) de Kardec impossibilitou que tal acontecesse. Mas a jogar perante o nosso público não deixámos dúvidas da nossa superioridade. Uma exibição soberba de toda a equipa, com destaque para Tonelli e Díaz, autores dos quatro golos que carimbaram a nossa presença nas meias-finais, onde iremos defrontar a Juventus, em mais um grande jogo. Iremos continuar a jogar a 2ª mão em casa, pode ser um bom pronúncio.

 

Pisa (1ª mão) | Pisa (2ª mão) | Roma (1ª mão) | Roma (2ª mão)

 

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Não há muito a dizer acerca do último jogo da Liga dos Campeões. Eu tinha afirmado que queria marcar presença na Liga Europa e tive de perder de propósito para tornar isso possível! Perdemos pela margem mínima, isto já depois de ter colocado o nosso extremo direito à baliza, o nosso guarda-redes a ponta-de-lança, os nossos avançados a centrais, e mais aventuras do género. Por pouco não íamos mesmo sendo apurados para a Liga dos Campeões, não fosse o meu ''dedo mágico''. Espero que compreendam a decisão, mas quero mesmo ganhar a Liga Europa, falta-me isso no currículo!

 

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1# Manchester United # 13 pontos

2# Stabaek# 10 pontos

3# AS Corleone# 5 pontos

4# Celtic Glasgow # 3 pontos

 

Como puderam ver na Liga Europa (no calendário no início), conquistámos duas vitórias nos dois jogos que realizámos. Agora contra quem foi, terão de esperar para saber!

 

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Voltámos a visitar o Japão e voltámos a encontrar o Saitama novamente na final. Não há muitos comentários a fazer. Fomos claramente superiores nos dois jogos que realizámos e ainda jogámos com a segunda linha do nosso plantel. Diante do New York até marcámos mais golos, mas foi contra o Saitama UTD que mostrámos realmente toda a nossa força. Contudo, apesar do domínio avassalador, o clube japonês conseguiu conter a nossa avalanche ofensiva e levar o jogo para prolongamento. Mas na meia-hora extra Bianchi colocou justiça no resultado, permitindo assim a conquista de mais um troféu, o segundo da temporada!

 

Obrigado a quem acompanha! :heart:

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"Ri-me" tanto com o que fizeste contra o Stabaek :lol: Mas compreendo perfeitamente visto que queres juntar o ceptro que te falta no currículo.

Editado por famaboys

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"Ri-me" tanto com o que fizeste contra o Stabaek :lol: Mas compreendo perfeitamente visto que queres juntar o ceptro que te falta no currículo.

A sério, a equipa parece parva. Quando quero ganhar, perdem. Quando quero perder, jogam para ganhar :facepalm: Vamos ver como correm as coisas na UEFA :compinchas:

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Eu parto-me a rir :facepalm: Liga Europa :lol:

Já nao venho cá mais por causa disto, enfim -.-

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Por acaso, foi um bom lulz que dei por te ver perder contra uns bacanos que nem sabem como chegaram à final (acho eu) :mrgreen:

POde ser que pro ano corra melhor :compinchas:

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Eu parto-me a rir :facepalm: Liga Europa :lol:

Já nao venho cá mais por causa disto, enfim -.-

Quando ganhar a Liga Europa mudas de ideias :mrgreen:

 

Esse jogo com o Stabaek é deveras irónico. :mrgreen:

Já temos de perder de propósito :mrgreen:

 

Por acaso, foi um bom lulz que dei por te ver perder contra uns bacanos que nem sabem como chegaram à final (acho eu) :mrgreen:

POde ser que pro ano corra melhor :compinchas:

Os bacanos por acaso até estão a fazer uma bela campanha. Acho que foi a estreia deles na Champions, nada mau :mrgreen:

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AS Corleone: Liga Europa, agora mostram o que valem!

 

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Depois de uma campanha desastrosa na Liga dos Campeões e de uma decisão inédita em abdicar da competição voluntariamente, eis que a equipa começa a mostrar o seu real potencial à Europa do futebol, contando por vitórias os jogos realizados até então na Liga Europa.

Nos dezasseisavos-de-final encontrámos o Liverpool, uma equipa bem apetrechada que bem podia estar a jogar na Liga dos Campeões. Uma grande vitória

 

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16s-de-final | 16/02/2017

New Anfield, Liverpool

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Mal o jogo começou seguimos com a bola para o ataque. Infelicidade nossa não surgiu o golo e nem mesmo em contra-ataque o Liverpool conseguiu marcar. Mas após uma péssima recepção de Digard, Andy Hargreaves surgiu isolado na cara de Curci, fazendo o primeiro golo da partida, estavam decorridos 2 minutos de jogo. Um mau começo a visita ao terreno dos ingleses, quando ainda nem aquecidos os jogadores estavam.

Num jogo sempre muito bem disputado, onde o Liverpool levava ligeira vantagem ao intervalo (muito por culpa de um meio-campo composto por Lucas, Nordtveit e Mascherano) o 1-0 mantinha-se e só mesmo de penalty lá conseguimos empatar. Demidov converteu a grande penalidade, já na segunda parte e com Valerio e Erik van der Woude em campo. O golo motivou toda a equipa e daí para a frente procurámos a vitória que nos permitisse colocar um pé na próxima fase. E o golo que tanto procurávamos surgiu mesmo nos minutos finais, num grande remate de van der Woude à entrada da área.

Apesar do evidente equilíbrio da partida, merecemos por inteiro esta vitória, sobretudo depois de uma série de resultados ''menos bons'' na Liga dos Campeões, com golos sofridos fora do tempo, etc...

 

16s-de-final | 23/02/2017

Dei Pini, Corleone

 

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Corrrendo atrás do prejuízo, era natural que o Liverpool começasse o jogo com um maior pendor ofensivo, como se veio a verificar. Mas num dos cantos que a equipa inglesa conquistou logo no início da partida Curci segurou a bola e rapidamente isolou Tonelli, que num fantástico remate a 40 metros da baliza obrigou Carson a uma grande defesa. Mas na sequência do canto cedido, o nosso golo surgiu mesmo, com Digard a elevar-se na área adversária e cabecear para o fundo das redes.

O segundo golo foi bastante simples: Curci lança a bola para Tonelli que a amortece para Díaz. Díaz isola Lechner, que sem dificuldade fez o 2-0. Ainda na primeira parte Fazio colocou a eliminatória nuns algo escandalosos 5-1, na sequência de outro canto.

Numa exibição plena de eficácia e com 4 golos de vantagem a equipa relaxou, obviamente, no segundo tempo, acabando por sofrer dois golos. O apuramento nunca chegou a estar em causa e eliminámos o Liverpool com duas vitórias, arrumando definitivamente a crise europeia numa gaveta bem fechada. Segue-se o Bremen...

 

Fantástica eliminatória esta que se seguiu. Desde a eliminação do Chelsea aos pés do Getafe até à vitória do Rangers em casa da Roma por 5-1, depois de perder por 3-1.

 

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8s-de-final | 09/03/2017

Weserstadion, Bremen

 

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Que jogo perfeito! Se há jogos em que nada falha este foi um deles. Na Alemanha anulámos a estratégia do Bremen de uma forma soberba. Ainda sem Luigi Bruins foi Díaz o número dez de serviço e foi dele que partiu a assistência para o primeiro golo, da autoria de Tonelli. Um grande remate de fora da área, indefensável.

Poucos minutos depois o avançado do Bremen, Mathot, a jogar ao lado de Hugo Almeida, foi expulso, facilitando assim a nossa tarefa. Ainda no decorrer da primeira parte, culminando uma enorme avalanche ofensiva, Lechner fez um golo de se lhe tirar o chapéu. Após receber um passe de Díaz, o austríaco parou, olhou e picou a bola por cima de Pascal Muller, guardião alemão, fazendo o 2-0.

Com mais um jogador em campo optei por mudar ligeiramente a equipa, na procura de mais golos que resolvesse já a eliminatória. Hugo Almeida viu-se simplesmente ‘’preso’’ entre os nossos dois centrais e o trinco. Dei ordens aos laterais para avançarem e o foi pena não terem surgido mais golos. Poderia ter sido uma goleada histórica, como comprovam os 26 remates que fizemos (contra 0!), mas ficámo-nos pelos dois golos. A eliminatória está muito bem encaminhada e o Werder não parece ter argumentos para contrariar o jogo em Corleone.

 

8s-de-final | 16/03/2017

Dei Pini, Corleone

 

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O Werder Bremen só pode ter saído traumatizado desta eliminatória. Depois de um jogo onde nos faltou a eficácia acho que a equipa exagerou neste. Não era preciso ter vencido por 5-0 caramba. Voltámos a ter um golo anulado por fora-de-jogo, mas desta feita a decisão foi a mais acertada. Chegámos ao intervalo a vencer por 3-0 o que mostra bem o nosso domínio. Hugo Almeida ainda teve um grande remate, correspondido por uma não menor defesa de Curci. Mas o grande momento da primeira parte (e do jogo!) foi mesmo golo de Lechner. O avançado pegou na bola no círculo de meio-campo e tal qual Maradona levou-a por ali em diante, desenvencilhando-se de 5 jogadores, antes de fazer um chapéu a Muller, que parece não se cansar de olhar para o céu à procura da bola. Mas realmente depois da jogada do austríaco qualquer um ficaria especado sem reacção. São lances destes que o tornam um dos melhores do mundo.

No segundo tempo mais do mesmo. Acrescentámos mais dois golos à lista, desta feita pela autoria de ter Horst e Díaz. Foi tão bonito ver o autêntico carrossel que montámos no meio-campo alemão. A equipa delicia-se a circular a bola e fá-lo com qualidade e rapidez. Simplesmente fantástico. Mais uma exibição para recordar.

 

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O sorteio ditou o encontro com mais uma equipa escocesa, o Rangers. Face aos restantes adversários parece que a Liga Europa está ao nosso alcance, se nada de anormal vier a acontecer. Destaque para o Getafe, que aparece aqui como a 3ª equipa espanhola em prova.

 

Obrigado a quem acompanha! :heart:

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Antes demais, tinhas mesmo que eliminar o Liverpool? :heart: Tirando isso fizeste quatro jogos e venceste os quatro, logo por isso penso que diz tudo acerca da justiça das passagens, mas é claro que se têm de dar mérito aos fantásticos cinco a zero! :prayer:

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Antes demais, tinhas mesmo que eliminar o Liverpool? :heart: Tirando isso fizeste quatro jogos e venceste os quatro, logo por isso penso que diz tudo acerca da justiça das passagens, mas é claro que se têm de dar mérito aos fantásticos cinco a zero! :prayer:

É verdade :compinchas: Quem se mete no nosso caminho é cilindrado, seja o Liverpool ou outro qualquer :mrgreen:

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Devido à necessidade de ter de enviar para arranjo o computador fixo onde mantinha o save tive de apressar o decorrer desta temporada, de modo a poder-vos transmitir de uma maneira minimamente capaz o que se passou. Ao fim de dez anos ao serviço do AS Corleone decidi que estava na altura de abandonar o clube (pormenores serão explicados no decorrer da história). Mas antes de tudo, vamos lá ao resumo do que se aconteceu nesta temporada.

 

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Sim, acabei mesmo por ser eliminado pelo Rangers numa eliminatória que de anormal teve tudo! Após sofrer a primeira derrota interna da temporada, diante do AC Milan, a equipa vacilou em termos de resultados. Digo isto porque em termos de exibição se mantiveram irrepreensíveis, com jogos de encher o olho, mas claudicando bastante na finalização. Em nada ajudaram as lesões recorrentes de Lechner, alvo de uma marcação impiedosa durante a maioria das partidas.

 

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Após ter vencido os escoceses na primeira mão, por apenas 1-0, viajámos até à Escócia na perspectiva de marcar mais golos, mas acabámos humilhados com uma derrota por 3-0. Não me lembro da equipa ter rematado tanto num jogo! Foram 27 remates e apenas um golo, é simplesmente demasiado mau! Sem contar com Lechner na frente não fomos capazes de dar a volta ao marcador e acabámos mesmo eliminados num jogo de loucos. Pena, pois parecia mesmo que poderíamos conquistar este troféu. Deixo ainda aqui a informação que na eliminatória seguinte o Rangers foi eliminado pelo Zaragoza, num total de 7-1...

 

Já na Coppa d'Italia mais do mesmo! Depois de um empate a zeros em Turim deixámos as decisões para Corleone. Ao intervalo vencíamos por 3-0, num dos jogos mais memoráveis que havia feito até então. Mas a segunda parte ditou mesmo o empate a três bolas, com o golo de Etock a ser conseguido nos dez minutos finais. Mais um troféu perdido nesta temporada, mas desta vez digo mesmo: facilitámos demasiado na segunda parte. Não digo que merecêssemos a eliminação, mas foi menos indegesta que a eliminação europeia certamente.

 

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Na Serie A aguentámos a pressão, e apesar de todos os empates que tivemos (fomos mesmo das equipas que mais empataram na liga) apenas concedemos uma derrota e isso foi fundamental para a conquista do tetra-campeonato. A Juventus, que durante boa parte do campeonato foi a nossa companheira mais próxima, acabou por vacilar nos últimos jogos, cedendo o lugar de vice-campeão para o AC Milan. Não foi uma época perfeita, longe disso. Teve vários altos e baixos, sendo que aquela sequência entre Março e Abril com quatro empates e uma derrota em seis jogos bem podia ter deitado tudo a perder. Mas a equipa assentou novamente e retomou a senda de vitórias a que nos tinha habituado.

Entre goleadas e empates frustrantes mantivemos um registo defensivo invejoso, com menos de um golo sofrido por jogo (isto contando com provas europeias, pois o registo interno é bem melhor!) e na frente mantivemos-nos letais como sempre (ainda que tenhamos perdido muita eficácia com a ausência de Lechner).

 

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Apesar da época irregular conseguimos ser a melhor defesa e o melhor ataque da prova, galões que só por si já justificam este quarto título consecutivo. Patrick Lechner não conseguiu voltar a ser o melhor marcador da Serie A, muito por culpa das lesões que sofreu, mas mesmo assim não deixou os seus atributos por mãos alheias e conquistou o título de jogador do ano, à frente de adversários como Aguero ou Pato. De resto tivemos jogadores nomeados para todas as categorias de prémios atribuídos no fim da temporada: Eduardo Ratinho foi considerado o melhor defesa; Gianluca Curci o terceiro melhor guarda-redes; Demidov o segundo melhor estrangeiro; Tonelli o terceiro melhor italiano; Patrick Lechner o melhor jogador; Erik van der Woude o segundo melhor jovem; e por fim, eu fui considerado mais uma vez o melhor treinador!

Deixámos ainda a equipa do ano marcada com a presença de três jogadores (assim como AC Milan e Inter): Lechner, Demidov e Ratinho!

 

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Mais mais importante que todos estes prémios individuais [ver estatísticas individuais] destaco a vitória de um grupo de jovens, factor que foi de resto alvo da comunicação social. Uma equipa com uma média de idades de apenas 24 anos mostrou ter maturidade suficiente para enfrentar qualquer desafio e saiu vitoriosa em termos internos. Talvez esteja mesmo encontrado o grande problema do fracasso europeu, aliado à mudança táctica implementada para um 4-4-2.

E numa altura em que veio à baila o meu trabalho junto dos jovens, porque não referir o desempenho dos sub-20? Campeões praticamente a meio da temporada, terminaram o campeonato com 110 pontos e um registo incrível de 152 golos marcados, contra 33 sofridos! Não é preciso dizer que foram o melhor ataque e defesa da prova, juntando essas conquistas colectivas às individuais: Francisco Exposito foi o rei das assistências (15); José César o melhor marcador (18), precedido de mais três jogadores do plantel; e Nico Vitali encabeçou a lista dos melhores jogadores, cujo top-10 foi quase exclusivamente ocupado por jogadores da nossa formação. Assim podemos ver que o futuro está assegurado, e de que maneira!

 

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Houve jogadores que se superaram a si mesmos! Curci foi sempre titular, com a excepção de um jogo! De muita estabilidade usufruiu o sector defensivo: dos 5 jogadores mais defensivos da equipa foram quatro os que jogaram em 50 ou mais jogos (Digard, Ratinho, Olivier e Belivacqua). Um meio campo mais disperso, bastante assolado por castigos e lesões, ditou que Bruins não pudesse ter o destaque que merecia, sendo este atribuído a Igor Demidov, esse sim autor de uma época extraordinária e de uma rejeição de transferência insólita.

No ataque a dupla ofensiva Tonelli-Lechner valeu mais de 50 golos, mas a surpresa maior foi mesmo Roberto Valerio, autor de 7 golos em 14 jogos, um registo que para um jovem recém-chegado é fantástico e prevê um futuro incrível!

Acima de tudo, e continua a ser feita, uma transição na equipa, tornando-a cada vez mais jovem! Se tivesse continuado no clube certamente jogadores como Digard, Díaz, Curci ou Fazio não jogariam ou seriam vendidos. Ficará no segredo o que poderia ter sido esta equipa se tivesse continuado...mas talvez vocês mesmos o possam experimentar!

 

Deus quis uma despedida em grande no Dei Pini, completamente lotado (foi de resto o recorde de assistência) para assistir ao meu último jogo enquanto técnico da equipa! Apenas 3 lugares deixados livres como sinal de luto pela morte dos principais dirigentes do clube. E parecia mal sair a perder... No jogo de despedida os jogadores ofereceram-me mais uma vitória, daquelas para recordar! Saído em braços do estádio, parti rumo ao desconhecido...ou talvez não... Mas levei na 'bagagem' mais quatro companheiros para a vida!

 

Nesta aventura há ainda lugar para mais 10 sócios que se queiram juntar a este grupo de sucesso! Já somos 90, com os quais eu partilho de uma forma mais especial tudo o que se passou ao longo deste tempo! E será apenas com esses que irei partilhar algo...adere e verás!

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PS: O fim da minha trajectória no AS Corleone dita também o fim deste save, que irei ainda manter para continuação da história! Na próxima actualização irei então continuar a história e fazer um apanhado destes 10 anos...

 

Obrigado a todos os que ainda acompanham! Está quase no fim...

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Fonix!

Que grande save Costinha!

Parabéns! :handclap:

Há algum tempo que não vinha ao EMEM mas sempre que por aqui passava acompanhei a tua carreira de 10 magníficos anos no clube e é com grande tristeza que vejo o final desta história...

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Melhor save de semrpre no EMEM e está tudo dito. :prayer:

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De sempre não digo porque sou relativamente novo aqui mas o melhor desde que aqui estou. Lugar nas CN sem nenhum dúvida.

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Simplesmente fantástico, é com imensa pena que vejo que vais acaba-lo. Espero que regresses com um novo rapidamente. :mrgreen:

 

Parabéns. :handclap:

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CN garantido :prayer: Um excelente save, sem dúvida.

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:( :( :(

 

Nos últimos tempos não acompanhei como queria mas durante muito tempo estive cá com os olhos colados. Se não foi o melhor save que tive o privilégio de ver, anda lá perto! Parabéns Costinha!

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Tens mesmo que acabar isto? :(

 

Enorme save, muitos parabéns. Dos melhores que se viu nesta secção. :prayer:

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Depois do trágico acontecimento que vitimou os altos encarregados da família e simultaneamente grandes figuras do clube, Duarte Corleone viu-se preso numa encruzilhada terrível. Depois de uma época espectacular ao serviço do clube as coisas não podia correr pior. A verdade é que na hierarquia da família o até agora treinador do AS Corleone era o próximo Don... Acumular tais funções com a orientação da equipa seria demasiado perigoso, dada a exposição que iria ter.

 

Saído da sala onde tudo acontecera há horas atrás, Corleone puxou de uma cadeira junto ao hall de entrada e trouxe-a para a rua. Precisava de apanhar ar, pensar em tudo o que acontecera e no que iria realmente fazer. Chuviam dúvidas, comentários, choros e gritos de raiva. Toda a família estava em choque perante o sucedido, mas alheio a tudo isto, como que num outro mundo, Duarte Corleone, impávido e sereno, sentado numa simples cadeira, segurava na mão a carta que Michael Corleone lhe deixara.

Não a queria abrir, não sabia o que estaria lá escrito, mas certamente não estava preparado para tal...

Entre uma família perdida sem líder e um homem de coração despedaçado que também vira morrer a sua mulher, Corleone simplesmente não tinha reacção. Os filhos estranhavam tal reacção vinda do seu pai, que sempre os habituara a investidas decididas e actos de coragem sem igual.

 

De repente, Duarte levantou-se e caminhou para junto dos seus filhos e de mais meia dúzia de homens da sua confiança...

 

DC: Oiçam todos! Peguem fogo a esta casa e das cinzas que ela deixar faremos uma nova vida! Não é altura de chorar sobre a derrota mas de não deixar que tudo isto tenha sido em vão! Um inimigo nunca nos poderá atingir se não souber onde estamos... A cada um de vós irei dar um papel com um país e uma cidade e é para aí que quero que vão. Quero um grupo de dez que se junte a mim e o resto irá ficar disperso pelos países que conquistaram a nossa confiança. Só assim conseguiremos voltar a renascer e surpreender o Bernardo... Quando ele menos esperar estaremos em cima dele e acabaremos com esta luta de uma vez por todas! Eles não têm a nossa força, uma vez que o deitemos abaixo os Olympic Red cairão!

 

Num grito de revolta Duarte ergueu um punho cerrado, amarrotando a carta que ainda segurava, fechada...

O grupo que juntara, composto por 10 membros da sua confiança e inteiramente leais, juntamente com os seus filhos, seguiu para a outra costa da ilha, onde lhes esperava um barco. Mas o que lhes reservava agora o destino? Corleone agia finalmente como um verdadeiro Don! Ainda no início da viagem, cujo destino ainda desconhecia, Duarte ganhou coragem e foi buscar a carta que guardara no cofre do barco. Via-se que era recente, selada há bem pouco tempo, talvez até no próprio dia...

 

''Meu filho, esta é a altura de me despedir. Sei que hoje vai acontecer algo que vai marcar a nossa família para sempre, sei que hoje vai ser o meu último dia como Don. Deves estar a questionar-te porque não te disse nada... Simplesmente queria proteger-te, manter-te a uma distância segura de tudo o que se passava em redor da família. Ao longo destes 10 anos foste como um filho para mim, mostraste-me que realmente há família cuja ligação pode ser bem mais forte que a simples consanguinidade.

No primeiro dia em que te vi algo me disse que estavas destinado ao sucesso, a ser aquele que seria capaz de mudar tudo o que eu não fui capaz em vida: reerguer a família. O amor com que abraçavas a tua mulher, o carinho com que tratavas os teus filhos, a determinação com que orientavas os treinos, a lealdade que sempre me prestaste, o respeito com que sempre trataste todos os que te gozaram inicialmente... Orgulho-me que sejas o seguidor das minhas pisadas, que sejas tu a levar esta família a bom porto. E tenho toda a certeza que o farás...

 

Neste momento que deverá ser de tristeza tens de levantar a cabeça e olhar em frente. Leva contigo um passado glorioso e deixa-me que te recorde... Foi em 2007 que chegaste a Corleone, sem saber bem para quê... Pegaste num clube que te dei e fizeste dele o que é hoje!

Este é o clube que deixaste para trás. Vê!

 

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De tostões fizeste milhões, tal e qual Midas! Mostraste-nos que podíamos ser ouvidos no mundo como fomos até agora. E um dia o mundo voltará a ouvir o nosso nome bem alto, lembrando todos os que hoje irão morrer, todos os que para trás deram a sua vida por um bem comum: a lealdade!

Quantas vezes nos tentaram deitar abaixo? Até eu lhes perdi a conta... Mas estiveste sempre lá, sem vacilar, criando um grupo sem igual. Estes jogadores confiam em ti como um pai, vêem-te como um ídolo e fazem tudo por ti! Desde os primeiros que orientaste, como o Bonuccelli, até ao Lechner que hoje brilha no mundo... Posso garantir-te que todos eles estão gratos pela pessoa que foste para eles, mais que um treinador, mais que um amigo, um verdadeiro pai!

 

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Lembra-te da quantidade inestimável de títulos que nos trouxeste. Logo nos primeiros escalões começaste a vencer, e mesmo sem nunca ter conquistado a Serie B ninguém te pode tirar o mérito por estes quatro títulos consecutivos da Serie A. Entraste não só para a história do clube, da família, mas de todo um país que te idolatra. Não só por essas conquistas, mas também porque lá fora nos trouxeste duas Ligas dos Campeões, um título impensável no início desta aventura! E logo duas!

Mas filho, já te esqueceste da noite memorável na Coppa d'Italia? Nunca vi festa igual... Mas se há alcunha que me orgulho de te dar é de Papa-Super! Supertaças são completamente a tua especialidade, não te escapou uma! Europeias, Italianas, Intercontinentais... Está tudo nas nossas vitrinas à tua custa.

 

Bateste recordes atrás de recordes... Vê bem o que fizeste ao futebol italiano... Revolucionaste-o completamente! Nunca uma equipa havia ganho o campeonato com tantos pontos como os nossos 94 de há três épocas! Nunca uma equipa havia ficado 60 jogos sem perder! Nunca um jogador havia feito tantas assistências num ano como fez Sammuel, nem tantos golos como fez Patrick Lechner!

Bonuccelli, Díaz, Bruins, Lechner, Sammuel, Djourou, Demidov... Ouve bem o que te digo, nunca te afastes destes rapazes! Eles dariam a vida por ti!

 

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Olhando agora para trás diz-me, ainda te sentes triste? São quase 100 as pessoas que te seguem, foram 10 anos de grandes desafios e conquistas, de momentos tristes e felicidades imensas. Mas acima de tudo, a tua lealdade! Para um clube nasceste como treinador e assim te mantiveste enquanto vivi! Nada mais te posso pedir...

Apenas te deixo esta indicação: vai para Vilanova i la Geltrú e ai saberás o que fazer!

 

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Hoje serás tu o rosto da mudança!''

 

Quando sono solo sogno all'orizzonte

e mancan le parole

si lo so che non c'è luce

in una stanza quando manca il sole

se non ci sei tu con me, con me

su le finestre

mostra a tutti il mio cuore

che hai acceso chiudi, dentro me

la luce che hai incontrato per strada

 

Con te partirò paesi che non ho mai

veduto e vissuto con te

adesso sì li vivrò

Con te partirò su navi per mari

che io lo so no, no, non esistono più

con te io li vivrò

 

Quando sei lontana sogno all'orizzonte

e mancan le parole

e io sì lo so che sei con me, con me

tu mia luna tu sei qui con me

 

mio sole tu sei qui con me, con me, con me, con me

 

Con te partirò

Paesi che non ho mai

veduto e vissuto con te

adesso sì li vivrò

Con te partirò

su navi per mari che, io lo so

no, no, non esistono più

con te io li rivivrò

Con te partirò

su navi per mari che, io lo so

no, no, non esistono più

con te io li rivivrò

Con te partirò...

 

Io con te!

 

E siga a aventura!!! Ainda há mais donde isto veio :mrgreen:

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