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El Colosso

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Tudo que El Colosso publicou

  1. O Nuno é acusado de querer tacho depois de ter recusado continuar no Benfica. Esqueçam
  2. Era exatamente do JVP que estava a falar. Mas poderia falar do Preud'Homme, por exemplo
  3. Sim, sim, e em especial durante o Vietname, era a figura de esperança para muito pessoal. Mas para mim, não é a maior figura do Benfica dessa altura
  4. O problema é mesmo esse, o Rui Costa ser a "maior" figura do Benfica nos últimos 30 anos. Nem a maior figura do Benfica que passou pelo clube dessa altura é, mas chorar por marcar num amigável ainda afeta muito as pessoas
  5. Não diria isso, mas claramente está a 3/6 meses de ficar decente e só no 27 é que vamos ter um jogo a sério. E a justifcação para isso, IMO, vem de quanto "guardaram" de quando cancelaram o 25. O maior problema é a UI e se tiveram de refazer a UI de Janeiro até, sei lá, Junho, Julho, está mais que explicado estes problemas que estão a ter
  6. E vai acontecer até eles introduzirem uma opção para escolheres skins. Basicamente substuis ficheiros e com o update, esses ficheiros são substituidos pelos originais novamente
  7. Patch de ontem ficou público para todas as versões do jogo no PC
  8. Basicamente é o mod que criaram para as páginas carregarem mais rápido
  9. Porque os democratas a nivel nacional são uns cobardes de m*rda
  10. Eu adoro quando me acusam de algo e a minha defesa envolve ignorar por completo a acusação
  11. É a malta da capital que te tirou parte do cérebro para postares assim?
  12. f*da-se, eu acho que o futebol é mesmo a pior coisa que já aconteceu na nossa sociedade, o pessoal deixa de saber pensar
  13. Sim, mas mesmo que tivesse feito um crunch enorme durante este fim de semana, se a Epic não aprovar o patch, p.e., não ia adiantar de nada
  14. Pelo que disseram no post, foi mesmo um problema com as outras plataformas. Mandar patches e fixes na steam é a coisa mais simples do Mundo, eles basicamente não tem processos de certificação. Nas outras plataformas (para nem contar com a Sony, a Microfost, a Nintendo, etc), precisas de enviar patches com antecedência para eles os verificarem. E isso nunca foi um problema nos anos passados porque 1 - lançaram a beta mais cedo; 2- a beta nunca precisou de tantos hotfixes
  15. Efetivamente? Que os fixes que vão lançar não vão ser patches e que vais ter de ativar isso na steam Subentendido? Estão a ter problemas de certificação com as outras plataformas
  16. Ele é mau porque não sabe o que anda a fazer. É assim em todos os jogos
  17. Hugo Pinto Ventura não é ignorante, como finge para melhor cativar a legião de ignorantes que votam no Chega, nem é, menos ainda, estúpido, como outros que o rodeiam. Duvido muito que seja até saudoso do salazarismo ou de um regime como foi o do Estado Novo. O que ele é, sim, é um oportunista e um demagogo sem freio nem vergonha. Para corromper almas e conquistar votos entre a turbamulta dos alienados que o seguem, ele não tem escrúpulos em dizer-lhes tudo o que eles querem ouvir, seja o elogio de Salazar ou o de Estaline, se vier a propósito. Sim, já oiço os “chegados”dizerem: este é um texto elitista de quem despreza o povo que vota no Chega e que se acha superior só porque leu uns livros e viu uns filmes (e não tem redes sociais). Pois bem, lamento desarmá-los logo: este é mesmo um texto elitista e, sim, eu tenho um profundo desprezo pelo povo do Chega. Mais, não acredito no futuro feliz de uma nação em que o “povo” — ou os políticos como Salazar ou Trump — se empenha numa batalha mortal pelo silenciamento das suas elites. São elas que fazem progredir os países, são elas que lançam as discussões que interessam para o futuro dos povos e para um mundo fundado na liberdade e na justiça. O povo, esse, está mais interessado e mobilizado em votar nas eleições no Benfica do que em votar para defender a democracia nas eleições políticas. E quando o povo ou os políticos obtêm êxito no silenciamento e afastamento das elites, triunfa a mediocridade, o oportunismo e a obediência de rebanho. De facto, eu não tenho grande admiração pelos portugueses, fui deixando de a ter à medida que eles próprios se foram achando cada vez melhores. Claro que conheci e conheço alguns portugueses notáveis, na sua profissão ou nos seus princípios, mas raramente vi serem-lhes reconhecidos e aproveitados os seus méritos. Ser pensionista, ser sindicalista da Função Pública ou ser influencer das redes sociais é mais reconhecido e mais gratificante. É por isso que eu jamais seria capaz de fazer política, de andar por aí, de aldeia em aldeia, a escutar respeitosamente o estimado povo, gritando que bons que eles são e que horrendos que são os políticos “corruptos” — o discurso de André Ventura. Não, definitivamente não enxergo a superioridade patriótica da ignorância militante ou a vantagem do saudosismo ditatorial. Neste recente debate parlamentar sobre a nova lei da nacionalidade — feito sob bullying do Chega e cagaço do PSD — o que mais me impressionou pelo ridículo foi a ideia passada por toda a direita de que adquirir a nacionalidade portuguesa é um privilégio raro, como se fôssemos um país de excelência e de referência onde toda a gente quer viver e de que toda a gente gostaria de ser nacional — não podendo, infelizmente para eles, sentirem “o mesmo sangue português a correr nas veias”, na imortal declaração da deputada Cristina Rodrigues, do Chega. Como país de excelência, convém recordar que, a despeito da imensa carga fiscal a que o Estado recorre todos os anos para sustentar o seu sempre maior desvario despesista e a clientela eleitoral dos Governos, nada do que é importante e que o Estado deveria assegurar funciona: a saúde, a educação, a habitação, o investimento público, a justiça, o combate aos incên­dios, as fronteiras dos aeroportos, o que quer que seja. Apostamos tudo na monoindústria do turismo de massas, mas nem sequer somos capazes de montar um sistema decente para que os turistas não precisem de horas para passar a fronteira. Não estamos particularmente motivados para fazer filhos ou trabalhar, preferindo antes depender de mão-de-obra importada e mal paga, mas ainda nos damos ao luxo de tratar os imigrantes como indesejáveis e de afixar cartazes a avisá-los de que “Isto não é o Bangladesh” (querendo sugerir o quê? Que se vão embora e deixem avançar para as suas tarefas o povo trabalhador do Chega?). Passaremos a exigir agora aos candidatos “à honra e responsabilidade” de se tornarem cidadãos portugueses (Luís Montenegro dixit), além de saberem falar a língua e estarem cá há 10 anos, conhecimentos da cultura portuguesa, da organização política e valores democráticos da sociedade portuguesa e uma declaração escrita de “adesão aos princípios da República” — coisas que raros votantes e poucos deputados do Chega seriam capazes de ultrapassar sem batota. Na verdade, os portugueses não têm assim tantas razões de queixa: acreditam que os dinheiros europeus, que nos sustentam há 50 anos, nunca terão fim; acreditam que nunca terão de ser eles a lavar as ruas, tratar dos velhos, apanhar frutos vermelhos ao sol de Verão, andar a pôr tijolos nas casas de que os nossos filhos têm necessidade; acreditam que podem tratar do alto da burra quem veio para cá fazer tudo isso, porque eles, felizes por estarem a viver num país tão extraordinário como Portugal, tudo encaixarão sem se irem embora, e acreditam ainda que, apesar de se trabalhar cada vez menos e pior, a situação deles vai ter obrigatoriamente de melhorar — nem que para isso seja preciso recorrer ao fantasma de Oliveira Salazar ou ao espantalho de André Ventura. Tudo visto, só se arrisca a democracia, que não é assim tão importante. Mas numa coisa somos bons: a fazer ditados para as ocasiões. Como este: nunca sirvas quem serviu. De vez em quando o MST lembra-se de quem eram os pais dele
  18. É o exemplo perfeito de "não é corrupto, é só mau"
  19. O push dele foi como recompensa pelo trabalho que fez com o Bad Bunny
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