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O Nuno vai jogar com o brasileiro Orlando Luz, o Henrique leva com a fava e apanha o espanhol Pedro Martinez e o Tiago Pereira fica com o peruano Gonzalo Bueno. Nada melhor para ilustrar a pobreza do quadro do Estoril do que ver o Orlandinho aqui. Sendo especialista de pares entrou no qualifying como alternate para o lugar do Gaubas, que era o 1º CS mas acedeu ao quadro principal com a desistência de última hora do Prizmic. Na 1ª ronda beneficiou da desistência do Tseng e na 2ª ronda venceu o Tabur, vá lá saber-se como. Como resultado acede ao quadro principal de um ATP, algo que não lhe acontecia desde 2017...
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Os alunos que acreditaram nas notas afixadas demonstraram grande imprudência.
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Só para chatear, o Miedler com o Polmans venceu em Gstaad.
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Em Bastad o russo Andrey Rublev derrotou na final o Darderi. É o seu 18º título, o 1º em 2026. Em Gstaad o grego Stefanos Tsitsipas derrotou na final o Collignon. É o seu 13º título, o 1º em 2026. Têm ambos em comum o facto deste ser o primeiro título desde fevereiro do ano passo, quando ambos obtiveram conquistas no médio oriente que, entretanto passou a palco de guerra (estou convencido que o Rublev e o Tsitsipas não tiveram nada a ver com isso). O Rublev tinha vencido em Doha, no Qatar e o Tsitsipas no Dubai.
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Deve ter sido um momento bastante emotivo para ele. O cumprimento do objetivo que o motivou a regressar aos courts no ano passado. E acontece no mesmo dia em que o Tsitsipas (ambos nascidos em 98) também regressou aos títulos. Coincidências.
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O alemão Tom Gentzsch garantiu a entrada no TOP 200 com o apuramento para a final de Bunschoten. Com a presença na final de Cordenons o espanhol Max Alcala Gurri assegurou a entrada no TOP 200 e o italiano Federico Bondioli no TOP 300.
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Fazemos assim: é o jogo com mais golos em mundiais desde 1982. Inconstante? Como, se esteve constantemente fora do pódio?
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SEMANA DE 13 de JULHO CH 75 - POZOBLANCO - ESPANHA Meia Final Tiago PEREIRA [ATP - 379] vs Ilya IVASHKA (BLR) [Q] [ATP - 554] 67 62 67 Foi por uma unha negra que escapou ao Tiago a presença na 1ª final em Challengers. Um encontro em que ele ganhou mais pontos do que o adversário (122/117) e em que salvou 3 MP no Tie-Break final mas cedeu ao 4º no seu serviço.
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Deviam acabar com isto. Não tem interesse nenhum.
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O Bola de Ouro a picar o ponto.
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O espanhol Daniel Merida derrotou o Dzumhur na final de Umag para conquistar o 1º título da carreira.
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Com este hat-trick, campeão inglês e vice da champions tem TOP 5 garantido na Bola de Ouro.
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Mas o jogo não estava já decidido com 4-0 ao intervalo?
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Jogos para o 3º e 4º lugar ❤️
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Os portugueses foram todos arrumados na 1ª ronda do qualifying, dificultando bastante a possibilidade de poderem ser repescados como lucky losers. O Gonçalo Castro perdeu com o Jacquet por 61 62 e o João Dinis Silva com o Pellegrino por 63 62. Quanto aos mais experientes, deram mais luta. O Francisco Rocha perdeu com o Bueno por duplo 64 e o João Domingues com o Skatov por 64 67 64. O João esteve a perder por 5-2 no 3º set, ainda recuperou para 4-5 e quando servia para se manter em prova claudicou ao 2º MP.
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Sim, não é nenhum disparate antecipar esse cenário. Até porque mesmo olhando para o qualifying só vejo algum perigo com o Pellegrino ou o Martinez.
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Semana de 13 de julho M15 Castelo Branco - Portugal Meia Final Tiago CAÇÃO [4] [ATP - 820] vs Gonçalo MARQUES [ATP - 1098] 46 76 75 Final Tiago CAÇÃO [4] [ATP - 820] vs Pablo PEREZ RAMOS (ESP) [7] [ATP - 1073] Demorou 6 anos e meio para que o Cação voltasse a merecer o acesso a uma final de Futures. A última aconteceu em março de 2020 nas vésperas da suspensão devido ao COVID. Será a 9ª na expetativa de poder, finalmente, conquistar o 1º título. A meia final foi intensa tendo o Cação passado pela necessidade de salvar 2 MP no 2º set quando perdia por 46 45. Na final terá pela frente um espanhol de 23 anos que nunca pisou no TOP 1000. Será, decerto, mais um produto das universidades norte-americanas, o que é um perigo.
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[Mercado de Verão] Transferências Internacionais
Descartes respondeu a Banks29 em tópico Jornais e outras publicações
Greenwood: Aprendi muito com o Cristiano Ronaldo Força rapazes cmptianos! Soltem a franga! -
Final de Umag: Dzhumur vs Merida Final de Bastad: Darderi vs Rublev ou Tabilo Antecipo uma chuva de lucky losers. Colocando de parte os patriotismos as minhas apostas para o título são as seguintes: 1. Carreno Busta 2. Burruchaga 3. Carabelli
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Oito meses depois, aproveitando o rescaldo de Wimbledon, vamos a nova atualização deste tópico. De novembro para cá houve duas estreias no TOP 10. Foram o 187º e 188º da história desde que existem rankings oficiais. O primeiro, em janeiro, foi o cazaque Alexander Bublik que o conseguiu com 28 anos. O segundo foi o italiano Flavio Cobolli na sequência da final de Roland Garros, que se tornou TOP 10 poucos dias depois de ter completado os 24 anos. Ambos estavam referenciados neste tópico pelo que não constituíram surpresas de monta, como se pode verificar no seu percurso até aos 23 anos: O Bublik até aos 20 anos teve um percurso que o apontava ao TOP 10 mas depois, apesar de ter continuado a evoluir, deixou de cumprir com os critérios. Quanto ao Cobolli foi mais linear embora tenha registado uma evolução menos conseguida aos 20/21 anos que recuperou com 22. Não eram, no entanto, as apostas mais seguras como se comprova pelo facto de nunca terem estado em posição de serem considerados potenciais n.º 1, algo que aconteceu com 18 dos outros 20 tenistas nascidos desde 1996 que já chegaram ao TOP 10 (as exceções foram o Berrettini e o Hurkacz). Como nota de curiosidade há a referir que o Bublik engordou o grupo de tenistas da geração de 97 a chegar ao TOP 10. Já são 6 (Hurkacz, Zverev, Paul, Bublik, Rublev e Fritz) igualando a geração de 85 (Wawrinka, Tsonga, Isner, Baghdatis, Almagro e Berdych) que representam o maior contingente desde os 7 de 1982 (Nalbandian, Coria, Ferrer, Robredo, Youzhny, Johansson e Roddick). Já agora, os 3 de 2002 (Musetti, Cobolli e Shelton), juntamente com os 3 de 98 (Tiafoe, Tsitsipas e Ruud), são a geração mais produtiva até agora desde a de 97. Vamos então às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento. CAMINHO PARA N.º 1 Ben Shelton Holger Rune Jakub Mensik Learner Tien Joao Fonseca Nicolai Budkov Kjaer Rafael Jodar Federico Cina Maxim Mrva Darwin Blanch Justin Engel Diego Dedura Jack Kennedy Moise Kouame Andrew Johnson Michael Antonius O Alcaraz não consta na lista porque já lá chegou. Relativamente à lista que publiquei em novembro há a destacar as seguintes mudanças: O Jack Draper fez 24 anos entretanto O Arthur Fils saiu porque falhou o TOP 10 até aos 22 anos; O Juncheng Shang porque falhou o TOP 20 até aos 21 anos; O Martin Landaluce porque falhou o TOP 50 até aos 20 anos; O Nikita Belozertsev e o Cruz Hewitt porque falharam o TOP 500 até aos 18 anos. O Rafael Jodar entrou porque está no TOP 50 aos 19 anos; o Jack Kennedy que chegou ao TOP 500 com 17 anos; O Andrew Johnson e o Michael Antonius que entraram no TOP 1000 aos 16 anos. CAMINHO PARA O TOP 10 Giovanni Mpetshi Perricard Ignacio Buse Arthur Fils Alex Michelsen Juncheng Shang Alexander Blockx Nishesh Basavareddy Matej Dodig Dino Prizmic Gabriel Debru Martin Landaluce Joel Schwaerzler Rei Sakamoto Petr Brunklic Nicolas Arseneault Henry Bernet Ognjen Milic Mees Rottgering Max Schoenhaus Karim Bennani Samuel Alejandro Linde Palacios Gabriel Ghetu Amir Omarkhanov Jacopo Vasami Manas Dhamne Ryo Tabata Thijs Boogaard Ziga Sesko Dante Pagani Mickael Kaouk Ivan Ivanov Nikita Belozertsev Cruz Hewitt Guto Miguel Daniel Jade Não estão nesta lista o Shelton, o Rune e o Alcaraz porque já chegaram ao TOP 10. Também faltam os que estão no caminho para n.º 1 que, por inerência, também se encontram no caminho para o TOP 10. Em relação à lista de novembro registam-se as seguintes mudanças: Saíram da lista o Darderi porque completou os 24 anos; o Van Assche (não entrou no TOP 60 até aos 22 anos); o Gaubas e o Pacheco Mendez (falharam o TOP 100 até aos 21 anos); o Searle (falhou o TOP 250 até aos 20 anos); o Basile, o Paldanius e o Bonding (não entraram no TOP 500 até aos 19 anos). Quanto a novas entradas temos o Buse que chegou ao TOP 40 com 22 anos, o Milic, o Schoenhaus e o Bennani (entraram no TOP 500 aos 18 anos), o Boogaard, o Sesko, o Pagani, o Kaouk, o Guto Miguel e o Jade (todos no TOP 1000 aos 17 anos).
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Os resultados de hoje garantiram ao turco Yanki Erel a entrada no TOP 300.
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Só não é ao nível do Maradona porque, apesar de tudo, o Messi está muito melhor acompanhado do que o Maradona. Em 86 havia o Valdano, o Burruchaga e 8 pinos. O Messi conta com menos pinos.
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Ele já falou. Disse com todas as letras que o processo não correu bem. E depois acrescentou que tomará posição no tempo e no local próprio. Uma desilusão para os jornalistas habituados ao marcelismo que estavam à espera que fosse desta que o Seguro largasse uns quantos soundbytes.
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SEMANA DE 13 de JULHO CH 75 - POZOBLANCO - ESPANHA Quartos de Final Tiago PEREIRA [ATP - 379] vs Alejo SANCHEZ QUILEZ (ESP) [WC] [ATP - 492] 64 76 Meia Final Tiago PEREIRA [ATP - 379] vs Ilya IVASHKA (BLR) [Q] [ATP - 554] Foi um dia em cheio para o Tiago. Apurou-se para as meias finais igualando o resultado do ano passado, pelo que defendeu a enormidade de pontos que tinha em risco, e recebeu a notícia da atribuição de um WC para o quadro principal do Estoril. Agora tem o Ivashka a separá-lo da estreia em finais em challengers. Apesar do bielorruso ter vindo da fase de qualificação e de apresentar um ranking modesto fora do TOP 500, há que recordar que ele está a regressar depois de um longo período com lesões complicadas. É um tenista que estava no TOP 40 há 4 anos e que já conta no currículo com 1 título ATP.
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Por isso é que é um sonho.
