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IlidioMA

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Tudo que IlidioMA publicou

  1. acho que o ultimo tb foi assim, se não estou em erro.
  2. pode demorar um bom bocado. Aqui demorou Quanto ao jogo, com esta skin, é injogável. Não vejo um crl. Não encontro um crl, nem sei onde encontrar uma tabela classificativa. Carrego num jogador aparece me um menu com uma data de m*rda, de mini quadrados com uma série de m*rda, aparece tanta coisa que não encontro nada. O Tamanho da letra tb é para cegos. E nas opções não encontro nada para poder customizar isto. É uma mudança demasiado grande. Look how they massacred my boy!!!!
  3. Este é o pior Vitória que me lembro - mesmo o Vitória que desceu em 2007(?) era melhor - de ver jogar. Este ano sim, os Vitorianos podem vocalizar a sua ladaínha do costume, cobertos de razão.
  4. Mas isso advém de outro fenómeno, muito curioso, que radica na maneira super esdrúxula como o Brasil organiza o seu futebol, equipas e calendário. Todos concordamos que o Brasil é o país que mais talentos tem e produz, certo? Talentos em número e qualidade crua que fazem a inveja de todos os demais países. Porém, devido ao apego extemporâneo que os Brasileiros nutrem aos seus campeonatos estaduais (tu ainda encontras Brasileiros mais velhos que te jurem a pés juntos que o Estadual é mais importante que o Brasileirão) eles acabam a ter um calendário (ou falta dele) que inexiste em qualquer outro país que eu conheça. Todos os Estaduais são campeonatos de m*rda, excepto o de São Paulo. Mesmo Rio, Minas e Gaúchão, têm os grandes nacionais e depois é Ipatinga, Madureira e Pelotas, um sem fim de clubes basicamente virtuais que entram em atividade em Janeiro, fazem o seu Estadual, e fecham portas em Abril, sem mais um único jogo para fazerem. Isto é inaudito em qualquer lado do mundo. Sobram depois 80 clubes nas Séries A, B e C que têm competição o ano inteiro, e mais 64 na série D que é um torneio curto, em grupos, 20 jogos praí. TODOS os demais clubes, TODOS ficam 'sem divisão' ou seja, sem competição. É uma coisa inaudita, perfeitamente ridícula e sem par no mundo, civilizacaionado ou não, rico ou pobre, país grande ou pequeno, eu não conheço outro país em que não haja futebol para lá de 144 equipas. Reflecte bem no assunto, quantos clubes existirão cá em actividade, com competição anual, a cada fim de semana? E quantas vezes o Brasil é maior que nós, e quantos mais talentos tem? Esta maneira idiota como gere o seu futebol significa que o Brasil não competição para dar aos seus milhões de talentos. Os grande clubes acumulam planteis de 70 jogadores, que cumprem o Estadual no seu Botafogo (é comum os grandes irem a jogo nos Estaduais com a equipa de reservas, basicamente, ou então, o clássico exemplo do Ipatinga, que para o Estadual recebia por exmpréstimo os excedentários do Cruzeiro, faziam lá o estadual e depois voltavam para casa, ou lá captavam a atenção de um olheiro (foi assim que o Nacional da Madeira conseguia trazer brasileiros de boa qualidade como o Adriano, o Goulart, o Rossato, por aí fora). Encontrares jogadores com 10 jogos de Vasco a jogarem no Alverca não é nada de novo.E sim, até costumam ser bons jogadores - nunca são é o destaque da equipa - porque não cabem no plantel gigantesco que o clube tem (principalmente, pós Estaduais) e na verdade nem cabem no Brasil, que só tem 80 clubes de nivel mais ou menos, mais 64 a fazerem um mini torneio. E por essas razões, é mais facil o Tondela ir ao Fluminense buscar um jogador talentoso que está acima do nivel do clube que o Benfica fazer o mesmo. O Tondela consegue isso por 300mil, mais 30% para o clube que vende, mais outros 30% que um empresário compra; o Benfica tem de arrotar 15M de mínimo. E, pior, muitas vezes o tipo que o Tondela traz por 300mil, com dois anos de competição contínua, acaba a ficar num nivel bastante similar ao do jogador que o Benfica havia trazido por 15M.
  5. O Rony Lopes já vai aqui??? Um dia pareceu que ia ser jogador. Incrível
  6. tive este Siebatchieu há uns FMs atrás. Era um bom pinheiro.
  7. foi o que eu disse. Os Chelseas e os Reais Madrids não iam buscar directamente ao Corinthians e ao Palmeiras porque o desfasamento de patamares comeptitivos era tão grande que levava a flops frequentes e portanto contentavam-se em deixarem o Lyon e o Benfica irem lá buscar uns talentos brasileiros, darem-lhes dois anos de competição europeia e depois sim, bora a Lyon e a Lisboa comprar estes tipos que já estão preparados para nós. Mas como o Benfica passou de cobrar 25M para 75M, os Chelseas preferem irem directamente ao Cruzeiro buscar o Davidinho de 18 anos por 15M, mesmo que esse rapaz nem para jogar no Rio Ave esteja pronto. Emprestam-no 5 vezes, pode ser que exploda um dia destes, se não explodir, sai daqui a 4 anos por 4M para o Grêmio, não se perdeu muito. A cena é que esta nova mentalidade está a dar cabo das nossas hipóteses de recrutamento no Brasil - e não só - porque das duas uma, ou vamos buscar o destaque do Flumimense de 26 anos que vem para jogar mas já dificilmente será revendido por muito pilim (já passou a idade em que os tubarões dão 100M por um jogador), ou ficamos com os jovens de 19 anos que os grandes não quiseram. Either way, dá cabo do nosso modelo de negócio. Temos, forçosamente, de explorar novos mercados, Colombia, México, Equador, Chile, Irão, whatever, porque o Brasil, os bons jogadores do Brasil, estão fechados para nós e os que não estão, estão caríssimos.
  8. eu cá não quero mais nenhuma contratação vinda do Braseileirão nos próximos 8 anos. Pedrinho, Cebolinha e Rios (e os 72M que nos custaram) traumatizaram-me. Not worth it. É um mercado que já é caro (longe vão os temos em que com 7M trazias um Ramires) e acho que está com menos qualidade que no passado, ou se calhar, a qualidade que há vai para os Chelseas e Real Madrids, já não passa por aqui a caminho de Stamford Bridge.
  9. eu por acaso hoje pus-me aqui a reflectir e cheguei a uma conclusão, talvez errada, mas decido partilhar convosco. Julgo que o facto de o Benfica estar desprovido de identidade, de mística advém, parcialmente, de os nosso ídolos de campo terem passado de ser portugueses para serem não portugueses. Waddaminute, hold on, não aderi ao Chega, não tenho um retrato de Salazar na carteira, hear me out. A cena é que, até aos anos 90, as referências do Benfica, em termos de jogadores eram tipos de cá e que, como era daqui, por cá ficavam pós carreira (excepto o Coluna que voltou para Moçambique) e portanto estavam 'sempre' por aí para serem referência de valores e mística quando o Benfica precisasse, quando os adeptos precisassem de um farol, presenças assíduas no camarote e na vida do clube quando fosse momento disso (ainda aí há pouco recordaram o fulcral apoio que o Eusébio deu ao Vilarinho que perimitiu virar as eleições). Nas três décadas em que acompanho o Benfica, os ídolos, os bons jogadores têm sido essencialmente estrangeiros. Sim, também há uns portugueses mas que soam a filhos de um Deus menor quando comparados com os monstros sagrados de antanho. Sei lá, o JVP muitos de nós não lhe perdoam ter ido para o Sporting a seguir (eu nunca tive problema com isso, sempre foi e sempre será o meu grande ídolo encarnado), o Nuno Gomes parece um bocado jogador mediano (no contexto total da nossa história), o Simão, o Pizzi (que ainda há pouco foram jocosamente referidos aqui como referências) idem, o Rui Costa aliou-se ao Dark Side, etc, etc. Depois temos outros de quem gostamos, formados aqui, mas que ficaram cá pouco tempo para serem referências. Em troca temos Cardozos, Aimares, Gaitáns, Jonas (entre tantos) de quem gostámos, quem consideramos que foram craques e dignificaram o clube, i.e. referências, mas que, acabam a carreira, voltam para o seu país natal, aparecem aqui uma vez a cada 5 anos para uma salva de palmas, mas não estão, de todo, envolvidos com a vida do clube. Heck, vão perguntar ao Jonas, por exemplo, o que ele sabe do Benfica actual, e ele vai saber tanto quanto eu sei do Mirassol. Foi à sua vidinha, lá numa cidadezeca do Paraná, vida simples e tal, curtir a sua merecida reforma, é uma referência que não o é. É-o, mas está tão longe que não exerce. E isto é muito comum a grande parte das nossas referências das ultimas 3 décadas. A mística, a pouca mística que tem brotado em campo nos ultimos 30 anos não tem continuidade, porque tem como únicos representantes activos aqui no burgo os Andrés Almeidas que nós não consideramos. Em morrendo os ídolos dos anos 70 e 80 (e já não há assim tantos vivos) quem sobra? Quem carrega o estandarte? Em falecendo Toni, Sheu e Humberto Coelho, quem sobra? Quem fica aí como referência que seja abrangente e respeitada?
  10. o Vieira vai falar. Se não for para dizer que nunca mais vai dar a cara em público, nem vale a pena abrir a boca
  11. a ver vamos, não tenho tanta certeza. Muita gente que vota Vieira não vota Rui Costa por nada. Preferirá abster-se. Não acho que isto seja completamente líquido
  12. a m*rda das TVs não largam a candidatura do VIeira, sendo que essa filho de trinta mil meretrizes não vai levar - E BEM!!!!! - mais que 10%. Seria o mesmo que numas eleições nacionais as TVs estarem só a fazer directos da sede do PCP. Wtf, que fetiche é este????
  13. pá até o Martim Mayer pode ganhar as casas todas do interior que sem a zona de Lisboa, tem na mesma 2% a nivel nacional, por isso interessa pouco quem ganhou em Chaves ou em Foz Côa, interessa é os numeros dos postos de eleição numerosos. Ademais, isto não é eleições americanas ou inglesas em que ganhar num circulo eleitoral é winner takes all, o Rui Costa pode ganhar em 100 locais de voto extra-Luz, em todos os lados por mais 10 votos, se levar uma cabazada na Luz, txau Laura.
  14. onde é que se consulta esse mapa que tenho visto em muitos lados? No site do Benfica não encontrei
  15. com a única diferença que estas eleições são mais importantes que as ianques.
  16. tb não vejo grande coisa ali. é assim, sejamos honestos, nós temos um fetiche com os jogadores da formação (não somos os únicos) e cada gajo que aparece a fazer 3 bons jogos na equipe B a gente fica aqui logo com tesão e a dizer ano após ano "txiiii, a darem oportunidades ao Stojkovic só pq custou 10M, quando está ali o Pedro Pires a brilhar na B" (os nomes dos atletas vão variando com o tempo) mas eu já vi o pessoal com muita tesão com jogadores que, vai na volta, era perfeitamente banais. Paulo Bernardo, por exemplo. Tantos, tantos. Acho que o Rêgo é mais um. É um wishful thinking colectivo, pouco mais que isso. De tempos a tempos, lá surge uma excepção, um Ruben Dias, que confirma a banalidades dos usuais.
  17. Bom jogo do Prestiani. O Lukebakio pá, não me convence ainda. Não é mau, mas ali no rácio craque/molenga pende demasiado para o molenga que o seu rating de craque lhe permite get away with.
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