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[FM 2026] Football Manager 2026: Reações
El Shafto respondeu a El Shafto em tópico Football Manager 2024 (FM24)
Transfere antes para o @MichaelAndrews que ele diz que treinar seleções vai estar presente no jogo, segundo o Miles. -
[FM 2026] Football Manager 2026: Reações
El Shafto respondeu a El Shafto em tópico Football Manager 2024 (FM24)
também não ficava admirado, o fmscout são os reis de assumir merdas, foi como foi as features que o jogo não ia ter, pegaram na tabela que tinham feito para o fm25, mudaram para 26 e pimba toca a espalhar por todo o lado lmao eu ainda quero é ver a confirmação das seleções, ainda por cima com esta conversa dos "content updates" cheira-me que não vem de início -
[FM 2026] Football Manager 2026: Reações
El Shafto respondeu a El Shafto em tópico Football Manager 2024 (FM24)
nah este jogo tá colado a cuspo lmao 😭 -
liberdade de expressão 🎶
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Foi a questão das 30 reviews. Mas sim, seria mais um caso.
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[FM 2026] Football Manager 2026: Reações
El Shafto respondeu a El Shafto em tópico Football Manager 2024 (FM24)
Ia dar skip a esta edição, mas com isto agarraram-me. Mal posso esperar por tentar partir esta merda com coisas absolutamente insanas. -
É um ponto altamente interessante o que levantas sobre como as pessoas cresceram a jogar e hoje têm dinheiro para dar continuidade ao seu hobby, é interessante porque é verdadeiro. Eu acho é que isso não se reflete da forma que nós estávamos todos à espera. Estava tudo à espera de grandes consolas, realidade virtual de ponta, jogos que borram a linha entre a realidade e a fantasia... Mas nestes anos apareceu um dispositivo que anda sempre connosco e que tomou o mercado pelos colhões. O gráfico está um pouco azeiteiro mas acho que marca milestones relevantes da história da indústria e coloca bem as coisas em perspetiva: Portanto, há muito dinheiro a ser feito... ... eu acho é que às vezes não temos percepção dos sistemas onde está a ser feito, o mercado mobile é o maior da indústria e é um fenómeno que cada vez tem crescido cada vez mais no ocidente, depois de já ser absolutamente dominante nos países de este. Agora, como tudo o que envolve dinheiro, envolve os seus abutres... E aqui vou passar para depois deste quote porque diria que estão relativamente relacionados. Claro que como tudo, quando começam a entrar na indústria os investidores e afins, gente que nem percebe nada do assunto, está só ali para fazer o seu, a porca torce o rabo. Começa a haver um foco maior em lucros e menos na vertente artística da composição de um videojogo. Gradualmente até a sua qualidade decai. Ao mesmo tempo o dinheiro necessário aumenta, produzir um jogo dito AAA, com os seus gráficos topo de gama e afins demora (acho que estamos a falar de tempos médios de desenvolvimento de 6 anos neste momento) e os ditos investidores ficam irrequietos porque meteram ali dinheiro, querem ver algo a sair e nada acontece. A resposta da indústria? Live service games. Jogos que não precisam de estar sempre a ser lançados mas que são atualizados regularmente e bombardeados de micro transações. Um jogo single player é uma transação que acontece uma vez e está fechada. Estes jogos são sustentados pelos seus grandes consumidores, as chamadas whales, que são capazes de gastar centenas de milhares de euros nesse mesmo jogo num ano, mas o jogador médio no Reino Unido é colocado como gastador na ordem dos 600€~ anuais em microtransações de live service games. Ou seja, algo que um jogador médio compraria por 70€ uma única vez, consegue gerar, em média, do jogador comum, 600€. Por outro lado, outra resposta, e aqui já estamos a entrar no campo da minha visão de uma mini revolução da indústria, onde cada vez mais funcionárias dessas mesmas empresas estão cansados e desgastados. No fim do dia, a indústria dos videojogos é uma indústria de arte, assim como o cinema. Nem toda a gente quer estar a produzir o CSI: Miami a vida toda, mesmo que o dinheiro seja acima da média. É assim que têm nascido os estúdios independente que, gradualmente, cada vez mais ganham o seu lugar na indústria e mostram ao consumidor que sim, existem alternativas. E não são alternativas medíocres. São alternativas de qualidade. Este é, neste momento, o top de jogos este ano excluindo remakes/remasters: Estas coisas valem o que valem, evidentemente, mas mostram algo. Até ver, este ano, o top 3 é constituído totalmente por jogos indie. Se alongarmos para incluir o Silksong, estamos a falar de 4 jogos nos 6 primeiros. Vou dizer algo tirado do cu, mas tenho ideia de ser algo que nunca aconteceu antes e, honestamente, não estou a ver algum jogo a sair este ano que vá mudar isso. Talvez o Metroid se vá intrometer nos lugares cimeiros, mas tirando isso... Isto é relevante não só pelo impacto que tem, é muito mais fácil alguém ter motivação para fazer algo quando já viu que funciona, mas pela questão financeira. O Hades II custa 28,99€, o Clair Obscure: Expedition 33 custa 45€ e o Blue Prince custa 29,99€. O segundo é particularmente relevante nesta luta porque é um jogo que toca em todos os bullets points do que constitui um jogo AAA em termos de qualidade e fidelidade esperada. A indústria cresce e com ela as opções aumentam também e cada vez irá acontecer uma maior liberdade de consumo. Quem quiser jogar EA FC, Call of Duty e Genshin Impact, assim o seja, a opção está lá. Quem quiser continuar a vida pacata de jogos single players, as portas também estão cada vez mais escancaradas e os grande jogos têm aparecido cada vez mais fruto de gente criativa que está cansada de estar amarrada à obsessão pelas folhas de excel das grandes companhias e cada vez serão mais. Em jeito de término: a indústria está saudável em termos de qualidade e os únicos motivos pelo qual existe quem não a considere saudável financeiramente é apenas pela ganância de querer mais e mais com menos e menos qualidade. O dinheiro irá sempre seguir a qualidade. Sim, até no caso dos live services. As pessoas podem chorar o que quiserem de aberrações como o EA FC, mas as pessoas pagam porque o jogo está bem feito. Se está bem feito de forma ética... é conversa para outro dia.
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Deixar este post aqui para voltar mais tarde porque este tema é super interessante @Longineu dá rep pls para ficar com notificação
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Acho que entendeste o negócio mal. A EA não tinha uma dívida de 20 biliões, a EA foi comprada em dívida de 20 biliões. É uma dívida contraída no ato da compra através do empréstimo para financiar a compra. Andavam a apresentar lucros enormes para agora estarem num buraco de 20B lol O resto de acordo, deve seguir-se uma vaga de monetização agressiva nos maiores franchises e provavelmente uma batelada de layoffs.
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Manga/Anime - Discussão Geral
El Shafto respondeu a doom_master em tópico Cantinho das Artes & Hobbies
Vi o primeiro episódio de To Be Hero X e wow. Diria que é dos melhores primeiros episódios que já vi. Apresenta-te praticamente tudo em 23 minutos com uma animação de alta qualidade, diversificando estilos e com uma base estilo a do Arcane. Fiquei imediatamente investido nos personagens, universo e enredo com um simples episódio. Muito muito bom. Não sei se vai manter o nível, mas não tenho ouvido falar assim tanto disto nesta temporada (também com a quantidade de heavy hitters é normal lol), o que também pode ser falha minha, mas pelo menos a primeira impressão é fantástica. -
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nós sabemos, tens o carimbo
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Pois tentou, tentou tal e qual da mesma maneira que tentou todos os anos, mesmo quando a presidente de Setúbal pela CDU era a dita cuja, que é chegar ao ano de eleições e toca a pintar prédios e animar as hostes com nomes grandes. Os incumprimentos da Datarede estão documentados ao tempo, calhou de se lembrarem agora de entrar nesse imbróglio legal, dado que, obviamente, a Datarede já respondeu. O resto é tudo focado em mais gentrificação e turismo, com uma cidade feita para quem lá passa e não para quem lá vive. É pintar e decorar os lugares turísticos, lembrar-se durante seis meses que os bairros sociais existem, dizer que temos praias muito bonitas, bater palminhas e siga a marinha. É uma cidade decadente destinada a continuar a ser uma puta de Lisboa.
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Confesso que esperava, mas talvez tenha esperado demasiado, dado o estado em que a conversa já vai. Eu queria era especificidade, porque tendo em conta que o espetro de pessoas a quem é atribuído esse dito rótulo de woke que tanta discussão está a gerar aqui em pleno 2025 ainda é considerável e a bel prazer do narrador, indo desde algo como alguém que defenda que um predador sexual deva ser afastado da sua posição até a alguém que acha que o SNS é algo fundamental... fico a achar que é um bocado importante que as coisas estejam balizadas. Dá outro contexto a certas comparações.
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5 minutos
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Oh well, até estava interessado em perceber, mas se já estamos em Don Quixotismos acho que prefiro ir ler.
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Quais ou quem é que são os ditos opositores dos ditos wokes?
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Mais novidades diretamente de Tokyo
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Que discussão incrível
