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Abraxas

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Tudo que Abraxas publicou

  1. Queres um cookie de pastel de nata para meter açúcar no sangue e dar energia?
  2. Passámos só para deixar um pequeno update e… um grande obrigado! 🙌 Este fim de semana estivemos no Festival de Jazz e Street Food do Bombarral com as nossas cookies — e esgotámos tudo! 🍪🔥 Foi um evento incrível, cheio de gente curiosa (e gulosa), e a nova cookie de Pêra Rocha, bacon e maple syrup foi um sucesso total. Não temos a certeza se alguém do CMPT passou por lá (se sim, digam-nos!), mas fica o convite para nos encontrarmos num dos próximos eventos… ou numa encomenda online 😄 Obrigado a todos os que têm acompanhado o nosso projeto por aqui — continuamos por cá, a fazer cookies com o mesmo carinho de sempre. Teremos mais eventos em breve e vou publicando por aqui!
  3. Sim, mas estive a ver e eles têm multiplas proteínas concentradas (nesta fase não necessito de isolada nem hidrolisada), tentei comparar aminogramas e consentrações de aminoacidos para ver se fazem amino spiking (que não me parece o caso). Resta-me perguntar porque não consegui distinguir bem umas opções das outras.
  4. Qual a proteína da HSN recomendam para experimentar numa primeira vez?
  5. Sim já estivemos lá e fomos aconselhados a trocar a ração (novamente) ou testar uma hipoalergénica, daí também estar a perguntar por mais experiências que possam ter tido por uma situação semelhante.
  6. Preciso de ajuda com comichões persistentes na minha labradora Malta, venho aqui pedir algum aconselhamento porque já não sabemos bem o que fazer. Temos uma labradora com 2 anos e meio que anda com muita comichão, especialmente na zona da barriga, cotovelos e calcanhares. Coça-se tanto (muitas vezes a morder) que já tem zonas com peladas e até feridas com sangue. Já trocámos a ração 3 ou 4 vezes — atualmente está a comer Orijen Grain Free (e já experimentou outras marcas semelhantes de qualidade). Os banhos são espaçados (mais ou menos de 2 em 2 ou 3 em 3 meses), usamos shampoos suaves, mas mesmo assim ela continua muito aflita. Já alguém passou por algo semelhante? Alguma sugestão de possíveis causas ou soluções? Obrigado desde já!
  7. Sim, e sinceramente… não és o único a pensar assim. O que o Ronnie fez ao corpo dele desafia completamente os limites do que parece humanamente possível — e o facto de ainda estar vivo (e com alguma mobilidade) é mesmo surpreendente. Mas há algumas coisas que ajudam a explicar: primeiro, ele teve uma genética absolutamente fora da curva, não só para ganhar massa muscular e força bruta, mas também para aguentar dor crónica, desgaste físico e os próprios efeitos colaterais de tudo o que usou. Depois, há o fator do “suporte muscular”. Durante anos, a quantidade absurda de músculo que ele tinha funcionava quase como uma armadura a segurar a coluna, os discos herniados, as articulações. Ele treinava com dores e lesões que parariam qualquer outro atleta — mas ia compensando com força e densidade muscular, o que só adiou (e agravou) o inevitável. E sim, quando se reformou e começou finalmente a operar tudo, foi aí que tudo colapsou de vez. Cirurgias mal feitas, parafusos que partiram, fusões que correram mal… foi uma espiral. Mas mesmo assim, continua por cá. E com aquele espírito positivo, sem arrependimentos e com a satisfação de quem fez o que quis da vida, uma atitude que ainda hoje impressiona.
  8. Pá ya, o problema é exactamente esse. É muito fácil dizer que a culpa é da pessoa mas raramente se olha para as condições em que se anda na estrada e está tudo uma valente merd*
  9. Não é uma questão de querer arranjar desculpas, mas a verdade é que rebentar um pneu não acontece por dá cá aquela palha. Ainda para mais se o carro era um Lamborghini, com um downforce brutal e pneus de alta performance, extremamente sensíveis a variações de temperatura, pressão e estado do piso. A estas velocidades, mesmo que não sejam absurdas, basta uma diferença de temperatura ambiente, um buraco mal sinalizado ou uma ligeira sobrepressão no pneu para causar um acidente grave. E temos andado com dias seguidos a rondar os 40 graus. Claro que a condução tem sempre o seu peso, mas também há variáveis técnicas e estruturais que são ignoradas porque dá mais jeito falar em excesso de velocidade. A verdade é que em Espanha há cada vez mais relatos de degradação na qualidade das estradas — fissuras, buracos, falta de manutenção — que, combinadas com condições extremas e veículos de alta potência, tornam o risco real. Nem tudo se resume a "ia a abrir". Às vezes, o cenário é mais complexo do que parece à primeira vista.
  10. Inicialmente ainda pensei que pudesse ser da temperatura da estrada. Tem estado um calor do crl e o alcatrão absorve muito a temperatura. Com a estrada a 70° ou 80° a pressão no pneu aumenta imenso e pode rebentar, mas o acidente foi às 00:30, o que não faz sentido nesta opção. Pode ser, como já disseram aí, da condição da estrada, ter apanhado algum estilhaço ou uma racha manhosa que tenha rasgado o pneu
  11. Que merd* de situação, ouvi agora no carro. Imagino os pais coitados
  12. Mas é mesmo? A mim dá-me a sensação que é fases. Uns dias é genial outros nem damos por ele, mas pode ser só de mim.
  13. Os problemas de saúde do Ronnie Coleman estão maioritariamente associados a um desgaste físico extremo, consequência de lesões antigas mal tratadas, treinos absurdamente intensos com a coluna já comprometida e cirurgias mal executadas. Curiosamente, foi após a reforma, quando finalmente tentou "tratar" dessas lesões, que começou a verdadeira espiral descendente. A quantidade insana de massa muscular que ele tinha ajudava a manter as hérnias e outras fragilidades estruturais sob controlo — o próprio corpo funcionava como suporte. É verdade que o Ronnie usava muitos anabolizantes, como praticamente todos os atletas de topo do culturismo profissional, mas convém não misturar tudo no mesmo saco: a maioria dos problemas graves que ele enfrenta hoje não têm relação direta com o uso dessas substâncias, mas sim com o desgaste físico acumulado e decisões médicas/cirúrgicas duvidosas. Importa sublinhar: neste momento, ainda não se sabe o que motivou o internamento nos cuidados intensivos. Pode ter sido uma questão cardíaca, complicações na coluna (ele já teve parafusos partidos, por exemplo), ou algo completamente distinto. Tudo o resto são suposições. Seja como for, estamos a falar do maior bodybuilder de todos os tempos. Espero sinceramente que recupere de mais esta batalha e volte a inspirar com a força e a boa disposição que sempre o caracterizaram. Sim, são contextos muito diferentes mesmo. Durante a era do Arnold, o acesso à informação era extremamente limitado. As comunidades eram pequenas, muito fechadas, e tudo era feito um pouco às cegas. Algumas substâncias nem sequer existiam ainda — por exemplo, o GH (hormona do crescimento) só era acessível extraído de glândulas de cadáveres, com todos os riscos que isso implicava. A variedade de PEDs (substâncias de performance) era muito mais reduzida, a compreensão dos seus efeitos secundários era quase nula, e até a própria abordagem à dieta e ao treino era menos científica e menos personalizada do que veio a ser anos depois. Já na era do Ronnie, o nível de exigência e os padrões para competir eram muito mais extremos. A evolução do desporto levou a físicos ainda mais massivos, mais secos, com condicionamento absurdo. Os atletas sabiam mais, tinham acesso a substâncias mais potentes e protocolos mais eficazes — mas também estavam sujeitos a uma pressão maior para levarem tudo ao limite. A era do Ronnie é marcada por uma profissionalização do culturismo que exige um compromisso quase sobre-humano. Ou seja, ambos enfrentaram realidades duras, cada um à sua maneira. O Arnold abriu caminho, mas o Ronnie levou a fasquia a um nível que parecia impossível. EDIT: Além disso, tal como há genética para crescer mais rápido, para ter uma pele mais fina, responder melhor aos treinos ou manter massa magra mesmo em défice calórico, também há um fator genético importante na forma como o corpo responde aos PEDs — tanto em termos de eficácia como na resiliência aos efeitos secundários. Se o Arnold ou o Ronnie fossem menos dotados nesse aspeto, provavelmente não teriam chegado tão longe no desporto… ou sequer estariam cá para contar a história.
  14. Concordo que o André Almeida nunca foi um craque, e houve épocas em que claramente foi mantido mais por teimosia da direção do que por mérito absoluto. Mas também não vamos reescrever a história: dentro das suas limitações, foi útil, foi regular, e teve uma longevidade que não se consegue só com sorte. O verdadeiro problema nunca foi ele — foi termos direções que acharam que bastava ele ser titular anos a fio sem contratar concorrência real. E sejamos sinceros: já vimos bem pior com a camisola do Benfica. Emerson, Roberto, Cortez, Douglas, Felipe Menezes, Patric… a lista é longa e dolorosa. Ao lado desses, o André Almeida parecia o Lahm. O problema do Benfica sempre foi estrutural: quem decide quem joga, quem se contrata, e quem se acomoda. E é por isso que continuamos presos no ciclo do “quase”.
  15. Raramente jogou nessa posição. Ele era médio-centro ou médio-direito de origem, se não me falha a memória. Para mim, vê-lo em campo parece que foi há dois ou três anos. É aí que um gajo percebe que está a ficar velho 🤣 O André Almeida foi dos últimos a reformar-se daquela geração de ouro do Benfica. Ainda apanhou o rescaldo de bons anos e bons jogadores que prolongaram um pouco o brilho do pós-título de 2010. Mas é importante fazer este reframe de vez em quando: o tempo passa, as gerações renovam-se e os adeptos também. Há malta mais nova hoje que, honestamente, pode não ter noção da queda brutal de qualidade que este plantel representa. Quem viu jogar Aimar, Di María, Gaitán, Cardozo, Enzo Pérez, Coentrão, Oblak, David Luiz, Simão, Ramires, Rui Costa, Matic, Witsel, Reyes, Saviola, Suazo, Garay, Luisão, Javi García, Lima, Jonas (e podia continuar o dia todo) olha para este Benfica atual e sangra dos olhos. Até o André Almeida e o Mantorras sem joelhos lutavam por lugar neste onze 🤣 Sugiro que comecemos a cantar “deixa jogar o Mantorras” novamente.
  16. É surreal como o mercado mudou. Hoje um lateral com três assistências na Conference League custa 25M e ninguém pisca o olho. Vendes um avançado por 60M com 43 golos e ainda te dizem que é “pouco”. Basta olhar para trás para perceber como os valores se descolaram completamente da realidade: – O Cristiano Ronaldo saiu por 15M para o United em 2003. Quinze. Milhões. – O Nani, já com estatuto de estrela no Sporting, foi vendido por 25M. – O Simão Sabrosa, capitão e ídolo do Benfica, saiu por 20M para o Atlético de Madrid. (Maior transferência da história do futebol português até há data) – O Oscar Cardozo, com mais de 170 golos de águia ao peito, custou… 9M. E era “caro” na altura. – O Bas Dost, com números de máquina goleadora, saiu por 7M para o Frankfurt. – O Miguel Veloso, internacional português com tarimba europeia, saiu por 9M para o Genoa. Hoje pagas 35M por um central do Nice que nem é titular da seleção da Moldávia e achas normal. Não é só inflação — é falta de critério, hype artificial, e muito dinheiro a circular onde há pouca exigência. O mais curioso nisto tudo é que dá para ver perfeitamente a evolução (ou melhor, a distorção) do mercado ao longo do tempo. Assim coisas mais recentes chocantes: – Bruno Fernandes por ~63M para o United. Ainda assim razoável. – João Félix por 126M. (lol) – Rúben Dias por 68M + Otamendi. – Enzo Fernández, que esteve cá meio ano, por 121M (!). (Mega lol) E agora? Agora qualquer jogador com 5 golos e um bom empresário já vale 25M. Um PL razoável da Premier League é automaticamente 60M+
  17. O André Almeida sempre foi um bom jogador. O que lhe faltava em qualidade técnica, compensava com inteligência tática, leitura de jogo e muita garra. Começou como médio, mas foi adaptado a lateral direito para compensar a saída do Maxi. E durante anos deu segurança à ala, sobretudo numa equipa em que o lateral esquerdo (Coentrão, Grimaldo, etc.) tinha um perfil muito mais ofensivo. No seu prime era fiável e fazia o trabalho “invisível” que segurava muito da equipa. Das poucas boas adaptações que o Jorge Jesus fez no Benfica, antes de querer o Bernardo Silva a lateral esquerdo e virar meme.
  18. Tinha buracos, é verdade. Mas mesmo as segundas linhas eram decentes — com defeitos, sim, mas havia competitividade. A concorrência era feroz, o Porto dominava, e o Benfica tinha de estar à altura. Agora olho para o plantel atual e pergunto: como é que chegámos aqui? Todos os anos ouvimos que o objetivo é ser competitivo na Champions, que vamos montar um plantel à altura da história do clube… e todos os anos o que se vê é um Benfica mais frágil, mais descaracterizado e mais dependente de promessas que raramente se confirmam. Este ano, sinceramente, é dos plantéis mais fracos de que me lembro. E o pior é que não é só a falta de qualidade individual — é a falta de identidade coletiva. Chega de promessas. Queremos estrutura, critério e um rumo claro. Estamos provavelmente ao nível do Benfica dos anos 90/00, a diferença é que o Roger virou Florentino e Simão Sabrosa nunca apareceu.
  19. "The concept of progress as the goal of life is a common theme in philosophy and personal development. It suggests that life is a journey of continuous improvement, growth, and movement towards desired outcomes." O Progresso:
  20. What? Já editei no meu aparece os vídeos, resolveu?
  21. Olá malta! 😊 Este fim de semana (3 e 4 de julho) vamos estar no Festival de Jazz e Street Food do Bombarral com as nossas cookies ao vivo e a cores 🍪🎷 Além das nossas cookies habituais e a edição especial de Pastel de Nata, vamos lançar uma edição especial só para o festival — uma combinação inesperada com Pêra Rocha, bacon crocante e maple syrup. Sim, leste bem! 😅 Se alguém for da zona ou estiver por perto, passem por lá e venham dizer olá — vai ser um prazer dar-vos uma cookie diretamente das nossas mãos (e ouvir feedback em tempo real, que é o melhor de tudo!). E já agora: alguém por aqui da zona Oeste?
  22. A juntar a tudo isso, será que também não há aqui um fator mais estrutural a pesar? A verdade é que nos últimos 10 anos, a lista de jogadores que pareciam craques cá e depois não renderam ao mesmo nível lá fora é extensa — sobretudo quando falamos de avançados. Clubes de topo cada vez analisam mais o contexto competitivo onde o jogador se destacou, e infelizmente a nossa liga tem perdido alguma credibilidade nesse aspeto. O salto de intensidade e exigência tática para os grandes campeonatos é enorme, e muitos acabam por se "queimar". Isso pode explicar o porquê de ainda não haver corrida ao Gyökeres, mesmo com stats impressionantes e perfil físico apelativo. Além disso, como já foi dito aqui, os grandes clubes estão todos à espera de movimentações entre si. A Premier League está num jogo de xadrez, ninguém se antecipa sem saber o que o rival vai fazer, e o Arsenal, segundo estão a dizer aqui, parece mesmo estar a guardar a posição de PL para o fim. Oh meu Deus, adorei 😂😂😂 Se formos mesmo levar o argumento "Morangos com Açúcar" a sério, há também aquele subplot recorrente em que o aluno novo parece genial nas primeiras aulas mas, quando chega o teste a sério (tipo um exame em Erasmus), dá barraca. E acho que é aqui que entra a nossa querida Liga Portugal Betclic. Temos produzido muitas estatísticas bonitas, golos de bandeira e highlights dignos de compilações no TikTok... mas depois o salto para fora tem sido duro para muitos. O mercado não é cego — os clubes lá de fora provavelmente já entenderam que um jogador parecer craque contra um Vizela, Portimão ou mesmo um grande em Portugal, não é garantia de nada quando a bola começa a rolar em Anfield, Emirates ou Madrid. Por isso sim, o Gyokeres pode até estar pronto para mais, mas está preso numa mistura de novela romântica, crise de identidade europeia e desconfiança estrutural sobre a origem do produto. Tudo isso enquanto o Arsenal ainda está a ver se quer mesmo um PL. E pronto, cá estamos todos à porta do Bar do Fred, à espera que alguém nos valide o cartão de estudante para poder entrar na festa.
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