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Tudo que Scirea publicou
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O Irão recusa-se a reduzir para zero o enriquecimento de urânio e só aceita ir até 60% e não quer entregar o que tem de armamento nuclear. Veremos se esta posição de intimidação do Trump (tipica) leva a que reconsiderem ou se escala. Se existir algum risco de guerra e os EUA tiverem baixas não sei como o senhor laranja vai justificar isso aos americanos.
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E isto é só uma ponta a descoberto sobre o tema.
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A dificuldade com a regionalização, a meu ver, seria por uma coisa que já hoje é difícil e que noutros países é levada muito a sério: a participação cívica e política dos cidadãos no poder local. No entender do português típico, ir votar nas legislativas, nas presidenciais e nas autárquicas são os únicos momentos onde podem participar na política. Depois disso apenas existem os 'jotinhas' e os 'outros que andam à procura de tacho'. Uma cidadania ativa e participativa tem outros ângulos e perspectivas que a maioria não sabe/quer saber: orçamentos participativos (participando com propostas, com ideias, discussão local etc.), participar nas assembleias da sua zona (municipal e da freguesia), ir a reuniões de câmara abertas aos habitantes e colocar questões aos autarcas, criar petições e até apresentar propostas para serem avaliadas na assembleia, participação no poder local fora do sistema partidário ou mesmo num partido, participar em associações e grupos com trabalho politico e social. Enfim, as hipóteses são vastas mas pouco ou nada se participa e isso está muito incrustado na cabeça das pessoas que pensam que chega ir votar e o resto são as instituições a funcionar. Nada mais errado. As instituições são feitas de pessoas, se deixamos as coisas só acontecer sem sermos exigentes com elas, elas deterioram-se e depois é ver apodrecer. Por mais boa vontade que algumas tenham, já sabemos que uma fruta podre numa cesta vai tentar passar para as outras. Claro que tudo o que eu disse dá trabalho, a nossa própria estrutura social não está montada para termos muito tempo para isto pois exige tempo e disponibilidade, mas um sistema regional com este tipo de mentalidade, evidentemente que o 'deixa andar' vai redundar em poder politico a fazer o que quer com o dinheiro que vai ter de gerir. Para isso acontecer como deve ser as pessoas num nível mais próximo terão de pensar no seu papel politico ir além dos momentos de ir às urnas e ai sim está o desafio. Fica o episódio do Podcast do Daniel Oliveira com o Filipe Teles sobre poder local e a regionalização onde ele desenvolve um pouco mais estas ideias.
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Basta ver o Chega em Lisboa e o Moedas por exemplo. Não é por ai que a conversa deve ir porque tachos há sempre em todo o lado. Mesmo a conversa parola do Chega nos cartazes de acabar com a corrupção é uma estupidez. Enquanto houver democracia (para não dizer humanidade) haverá sempre corrupção, temos é de ter os instrumentos para haver justiça e que ela seja aplicada. Caso contrário temos este sentimento de impunidade e de justiça para ricos e justiça para pobres que hoje em dia assola a nossa democracia. Mas a regionalização era fundamental ser discutida, apesar de achar que o Montenegro não tem coragem política (porque não tem coragem, ponto) para iniciar essa discussão.
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Então é mesmo para seguir o conselho do Ministro Manuel Castro Almeida e usar o salário do mês passado para gerir as suas necessidades após a tempestade e até depois dela passar porque com 70% do salário imagino que o que sobre vai servir para repor o telhado, pagar contas, comprar electrodomésticos novos, moveis novos, carro novo, etc. Isto após o anuncio dos 100% é novamente a marca de água deste governo AD: jogar com marketing, percepções e gestão de imagem constante do Montenegro e de alguns ministros e ficar bem na fotografia. Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização.
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Assim também quero ter um contrato de concessão. Não pago nada de novas construções, só tenho lucros e alguma manutenção. Maravilha! O estado social que a IL quer: um estado que está lá para ajudar os privados quando estes não querem pagar as coisas pelas quais são responsáveis.
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Curioso para perceber como o Montenegro vai lidar com esse eleitorado de direita que aparentemente está móvel e disponível para votar na alternativa à direita. Abrir este precedente poderá ser um sinal de alerta para a AD recentrar o que anda a fazer no parlamento e perceber que esta 'dança' que ele está a fazer para governar é muito perigosa para ele a médio prazo porque independentemente dele vir dizer 3 ou 4 vezes no discurso de ontem que têm uma legislatura para acabar e que tem 3 anos etc, ele, na atual conjuntura desenfreada e sem critério do Ministério Público, está a um casinho de branqueamento de capitais ou uma fatura mal posta no portal das financas da Spinumviva, ou outra coisa qualquer de se ter de demitir e indo a eleições, esses 20 e tal % que já abriram o precedente ao ter já votado Chega, podem perfeitamente ir votar novamente no Ventura e dar-lhe a maioria de que precisa para formar governo.
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Esse tipo é louco. Já nem há palavras para descrever algumas coisas que ele diz semanalmente. Tem os artigos mais delirantes e no Governo Sombra diz as coisas mais estapafúrdias que eu me lembro. Acho que até acabo por ter mais pachorra para aturar o LPN do que o JMT.
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Estou mesmo a gostar do K7K. Este ultimo episódio (4) foi muito bom. Também ando a gostar de Industry apesar de terem mudado o tom da coisa um pouco.
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É um bronco porque, tal como a definição da palavra aponta, é rude no trato e na maneira de estar nas intervenções que faz nos programas que participa. A pose dele nos programas é de quem não quer saber mas depois claramente quer porque, para dar um exemplo, nas ultimas temporadas do Eixo, era o único que era vestido por uma marca de fatos (aparecia nos créditos LPN vestido por x). É tudo pose. Pouco sumo e o requinte que, no entanto, gosta de parecer ter. Depois é tosco e boçal da maneira como apresenta as coisas. Grande parte das intervenções, não articula bem conceitos e ideias nem as exprime de forma clara, tanto que os outros estão sempre a interrompe-lo, não só pelas faltas de nexo como pelas abertas que deixa no discurso ou pela falta de clarividência no que diz. No fim, que é o que mais me interessa, é um pastiche de coisas que ele anda a ler da net e nas redes. Como ele quer fazer passar uma imagem de um tipo informado, que preenche o espaço dos jornalistas que estão atentos ás redes, torna-se um perpétuo-online, ou seja, um tipo que vive absorvido pelo que se passa na internet, nas redes sociais, nos posts e nas imagens e perdeu um pouco a noção do real, do que se passa efetivamente. É na forma como articula tudo isto (que não é minimamente original porque não passa de um consumidor voraz de coisas) e no que depois 'vomita' nos programas que não lhe vejo interesse, além do que o noike disse de ser um comic-relief dos programas onde aparece, especialmente no Eixo. Ah e no Irritações por vezes tem ali umas tiradas que meudeusnossosenhor, a soberba. Em suma, parece-me um produto do seu tempo e que agarrou bem as oportunidades que teve em jovem. Parece-me que, hoje em dia, não entrava numa redação por tudo o que apontei atrás já que hoje não é bem visto ter este tipo de personagem na CS. Igual a ele, nas redações, há hoje milhares e a maioria vai para o olho da rua não ganhando uma fração do que ele ganha para pagar a sua casa na Bica, nem andar de carro e de mota a fazer as suas viagens pelo mundo.
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Isso tem a ver com a perspetiva dele de ser liberal e da liberdade de circulação tanto de bens como de pessoas porque como ele aponta, e bem, os liberais de hoje só o são no capital, na livre circulação do capital, esse deve circular como o mercado quer, em tudo o resto são conservadores o que não é bem "liberal" stricto sensu. Eu quase sempre ouço o Dia de Reflexão, gosto que a coisa não seja uma concordância sem sal. Momentos de despique entre o Zé Pedro e o Jonet são sempre bem vindos e de valor porque criam ali uma discussão de direita interessante de ouvir. Pena que depois à esquerda não haja nada ali porque da cabeça e da boca da Escaja nunca deve ter sido formulada uma ideia nova que não viesse das manas Mortágua. O Eixo tem alturas. A Clara monopoliza tudo, excede-se constantemente e apesar de muita palavra cara, muita citação e aquele jeito de snob de Lisboa que ela tem, às vezes, consegue ser interessante (sendo que a gosto mais de ler no Expresso do que a ouvir). O Daniel é uma ótima cabeça de esquerda e é alguém que ouço com atenção seja no comentário como no Perguntar Não Ofende. O Pedro Marques Lopes é moeda ao ar, pode ser um desastre como pode dizer alguma coisa que interesse. Perde muito na minha opinião porque tenta fazer-se de adivinho e 'cagar' sentenças e depois falhar redondamente mas tem a lata de vir dizer que disse o contrário algum tempo depois. Só que como já ninguém se lembra bem do que disse antes, a coisa passa. Mas já o apanhei nuns casos assim. O Luis Pedro Nunes é um parolo encartado que como costumo dizer ao falar do tipo, ganhou protagonismo numa época onde o jornalismo tinha outra roupagem, outro estilo e outro ambiente. Hoje em dia, a mesma personagem, era colocada de lado porque é um bronco sem opinião de jeito (seja escrita ou falada) e nem no Irritações aquilo tem interesse. Recomendações diria também o Lei da Paridade (que também tem os seus quês com as opiniões e postura da Adriana Cardoso que para quem tem 26 anos convenceu-se que sabe tudo de tudo melhor que os outros); recomendo o Poder Público e o Diplomatas (ambos do Público, o segundo só sobre política internacional) e depois os diários do Publico (Soundbite) e do Expresso (Expresso da Manhã). O Bloco Central com o SIza e o Pedro Marques Lopes nunca mais ouvi desde que o Pedro Adão e Silva saiu para Ministro e há também a Comissão Politica também me parece interessante de acompanhar.
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Era uma laracha por causa do podcast sim que se chama Dia de Reflexão com esses três/quatro.
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As opiniões do Zé Pedro muitas vezes precisavam de outro programa para fazerem um bocadinho de sentido. A Escaja não há paciência e é claramente um papagaio sem opinião sem ser que o Legendary Tigerman e o Samuel Uria são os 'malhores do munde'. Safa-se o Jonet que hoje em dia parece que vai lá picar o ponto e parece que faz frete. A moderadora enfim. Portanto todos os dias ia ser um suplicio.
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Obrigado por este contexto. Já estava meio perdido no timeline do Knight. Agora acho que já entendi a coisa. Achei que isto ia muito muito lá atrás do tempo e que ia andar pelos Valyrian.
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Titulo enganador. 854 casas (no título) e depois na noticia já são 854 frações (coisa diferente) para no final já serem apenas 836 (desadequadas a habitação, por serem unidades industriais, terrenos rústicos e arrecadações) e só 18 habitações mas devolutos. Quanto ao resto, má gestão pública. Same old story.
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Entrevista a Germano de Sousa - Expresso Germano de Sousa foi Bastonário da Ordem dos Médicos em Portugal durante dois mandatos consecutivos, abrangendo o período entre janeiro de 1999 e fevereiro de 2005 (triénios 1999-2001 e 2002-2004).
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[UCL] Benfica 4-2 Real Madrid (RF)
Scirea respondeu a Lebohang em tópico Competições Europeias (UEFA)
Os meus vizinhos vão me expulsar do prédio. ♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️ -
Tolerância. Parece-me a palavra de ordem quando se toca nestes temas. Bem sei que deveria existir um plano comum para podermos debater. Um chão comum onde certas coisas não estão propriamente para debate. Coisas como pena de morte, haver tortura, todos termos direito à saúde, à educação, a uma vida digna no trabalho e até à reforma, liberdade de discurso e na livre expressão da opinião de cada um seja em que métier for, etc. Lidar com a subjetividade de cada um, individualmente, já é um problema hoje em dia, bem sei. Aliás, basta vermos que já praticamente ninguém sabe lidar, durante uns míseros 5 minutos, e olhar por uma janela ou estar num banco de jardim sem que vão imediatamente buscar a sua chucha, vulgo, o retângulo luminoso que têm dentro do bolso. Se já é assim com a sua própria, quanto mais lidar com a subjetividade dos outros. Aqui logo à partida teríamos um problema profundo (e contemporâneo) para resolver que me parece que só se vai intensificar ao longo dos próximos anos quanto maior for a proliferação das redes sociais, sejam elas quais forem. A mercantilização da atenção não é apenas para vender anúncios, desengane-se quem ache que serve apenas para comprar e vender coisas, é mais profundo do que isso. A economia da atenção é um mal da nossa sociedade e que mais tarde ou mais cedo terá de ser parado. Mas para rematar em relação ao debate, julgo que teremos de ser tolerantes em relação a tudo o que se passa hoje em dia e não entrar no discurso de facção, entrincheirado em posições dogmáticas e de ódios por quem não pensa como nós. Sejam amigos, sejam conhecidos, familiares, serviços, etc. O combate politico não é uma guerra. O combate politico vive da diferença de ideias e assim continuará a ser. Sim, teremos pessoas que acreditam em coisas diametralmente opostas às nossas mas teremos de ter o espirito democrático de perceber que extremar a nossa posição distanciado-nos do discurso do outro não resolve nada, apenas cria maior distância entre trincheiras não resolvendo nenhum problema. A chave está em sermos tolerantes e percebermos que o espirito democrático e abertos à pluralidade dos outros não pode ser consumido e destruído pelas posições mais demagógicas que possam ter, pois que no final, seremos tão maus como os que querem de facto destruir esse espirito democrático e no caos, no ódio e na criação de um profundo mal estar na sociedade, vender e vencer com ideias que ciclicamente as sociedades têm vindo a ter de lidar. É um exercício difícil, é um problema que exige de nós uma postura diferente mas se queremos viver em sociedade e, especialmente, numa sociedade onde a esperança não possa ser abafada pelo discurso de ódio, devemos olhar para nós (e não apontar o dedo aos que não querem fazê-lo por preguiça intelectual) e perceber onde podemos criar essas condições para um mundo mais tolerante e de esperança. A esquerda especialmente deve perceber isto se quiser ser efectiva. Quanto ao tema do socialismo, julgo até já ter tocado nisto noutro post, mas em suma, as pessoas gostam do socialismo quando este lhes dá alguma coisa, quando os beneficia de alguma maneira, quando deixa de dar e passa a dar a outros (até com outra cor de pele) o socialismo é uma porcaria e é o mal a atacar. De uma forma mais resumida e face ao que vejo e com quem converso, é o que me parece.
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Até às midterm (em novembro) vamos levar com esta escalada diária do laranjarmageddon já está visto. Gostava de perceber se finalmente a UE vai puxar dos galões e começar a fazer finca-pé à administração Trump e a sua Estratégia de Segurança Nacional Americana que enfim, cheira a tempo novo e não sei se a Europa está preparada para isto que ai vem.
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Ah pois é, enganei-me. Ainda não vi o segundo! Vou ver agora
