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[UCL] Discussão Geral Uefa Champions League 25/26
Scirea respondeu a Lebohang em tópico Competições Europeias (UEFA)
Doue ou Kvarat pelo Gonçalo e Ruiz por Zaire. -
Começo pelo que apresenta o programa no site da DGE: O Programa TEIP4 desenvolve-se a partir do ano letivo 2024/2025 e é uma medida de política educativa destinada a agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas situados em territórios com elevado número de crianças e jovens em risco de vulnerabilidade social, visando garantir a inclusão e sucesso educativo, melhorar a qualidade das aprendizagens e combater o abandono escolar. O programa tem tido sucesso naquilo que é a sua ideia global que é reduzir o abandono/insucesso escolar. Já tinha sido recomeçado com a ME Maria de Lurdes Pintassilgo e daí em diante tem funcionado nesses contextos específicos com resultados. No entanto, a meu ver (e eu não sou professor numa escola TEIP) desenvolveu-se nesse ambiente e também na escola pública dita normal um facilitísmo absolutamente absurdo e uma perspetiva estatistica da educação. No fundo o que interessa é não baixar de um certo limiar de chumbos numa escola. Se esta porventura começar a ter valores demasiado elevados soam as sinetas no ME e lá vão ver o que está de errado com a escola e o professor, porque o problema é sempre o professor não é o contexto social em que se insere o aluno com pais ausentes, com pais sem estruturação, muitas vezes com influência no desenvolvimento cognitivo e impacto negativo, com falta de tempo, com falta de meios e a sentir incapacidade para compatibilizar a vida com o que se passa na escola. Enfim, são inumeras as razões. A escola nas mil burocracias que tem, inventa mil e uma maneiras e estratagemas de se virar para dentro e perceberndo que não quer problemas com o ME, vai resolver à sua maneira a situação (que hoje em dia são mais do que muitas pessoas imaginariam). A escola (e a sociedade) não pode ficar indiferente à realidade social que a circunda e a compõe. A indiferença da escola às desigualdades culturais dos alunos transforma essas desigualdades em desigualdades de aprendizagem e de êxito escolar. Ao ignorar essa diferença, o ensino gera êxito daqueles que dispõem de capital cultural que melhor corresponde às atividades letivas, mas provoca o insucesso dos que não dispõem desse recurso e que se convencem assim de que são incapazes de aprender. Nada mais errado. Até que ponto a missão social e assistencialista da escola, quando entendida como primordial e não como um imperativo ético, não desvia esta instituição das tarefas do ensino e da aprendizagem? Questão a qual não se tem ainda resposta, no entanto, é a realidade com que a escola se depara na contemporaneidade. Podemos ainda assim pensar em como conseguiremos conciliar uma escola de sucesso para todos com uma escola de qualidade? Quando o mínimo é aceitável por grande parte das escolas, os alunos vão dar exatamente esse mínimo. Quando os alunos percebem que o difícil hoje em dia é chumbar e verem colegas que passam o ano inteiro com 5, 6, 7 negativas e chegam ao fim e transitam, que mensagens lhes passamos? Quando dizemos a um aluno do 3º ciclo/secundário para ler um texto e este só consegue ler metade ou pouco mais (a outra parte tem de ser o professor a ajudar) dizemos o que aos outros? Quando sabemos que muitas vezes as salas de aula de escolas TEIP são lugares para a estatística da escola estar a funcionar, o que estamos a produzir? Disse-o no meu mestrado e digo-o novamente, estamos a formar iletrados funcionais e desenraizados sociais. Falei em ir visitar uma escola TEIP porque ali, naquele microcosmos, vemos o que a sociedade produz, o resultado de assimetrias, da desigualdade, da pobreza, da incapacidade de durante décadas percebermos o estado das relações sociais, desta obsessão com números, estatística, e o que a comparação com a UE nos traz. Levanta também outras questões ao nível daquilo que a escola nestes contextos parece ser hoje em dia, não um lugar como antes foi mas um sitio onde se despejam crianças para de lá saírem com 17 anos e o 12º ano, mas fica a questão, no final, aprenderam o que?
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Fazia bem a muita gente ir visitar uma escola TEIP da sua zona para começar a ter noção do que se passa na sociedade portuguesa.
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Eu já perdi conta à quantidade de gente que vejo diariamente a mandar mensagens e a conduzir. Chega a ser aflitivo porque só me apetecia pregar um par de estalos aos estupores que conduzem assim. Seja em auto-estrada ou localidades é impressionante a quantidade de gente que vai agarrada à porcaria do telemóvel tendo um brinquedo com 1 tonelada nas mãos.
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Para quem se lembrar, é como eu vejo sempre o Netanyahu e o Trump.
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Combate à imigração+outsourcing descontrolado+falta de financiamento+inteligencia artificial. Tudo metido numa bimby e sai isto. Trumps America ❤️
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Mas o que interessa é que esses trans todos (3300 desde 2018) não tenham essa facilidade toda em influenciar as nossas crianças!
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Kanye West (R) vs Beyonce (D) ou Jake Paul (R) vs MrBeast (D)
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https://www.gov.pt/servicos/saber-onde-votar Fica já aqui para os mais distraídos.
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Portanto, quando alguem do Departamento de Justiça dos Estados Unidos diz que os ficheiros já lhes chegaram rasurados, isso quer dizer que alguém do DOJ destruiu provas que podiam conter informações determinantes para uma acusação seja ao Trump seja a quem quer que lá estivesse. Eu cada vez mais fico estupefacto com o que se está a passar nos EUA... Inacreditável.
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Eu não conheci a senhora (que estava ontem num programa com o Rui Tavares e uma senhora que claramente estava a fazer um frete para a tolerar e às interrupções, carantonhas e bufos enquanto falava e a interpelava consantemente) nem conhecia esse canal de youtube. Mal procurei e fui dar à pagina dou com isto: wtf Ou os títulos são clickbait ou é um canal de malucos a terem palco. De qualquer forma não gostei do facto do "Para si" me mostrar isto a mim 😬
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Quem raio é esta Ana Cavalieri? Que atitudezinha e sobranceria, credo…
