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smashing_pumpkin

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  1. Pelo Amorim só se mandassem o Nuno de volta.
  2. Tens assim tantas saudades do Sporting habitual?
  3. O risco de dependência do álcool para homens é de 10% e para as mulheres entre 3 a 5% (segundo a página dos lusíadas). Se formos comparar com uma heroína, uma toma apenas pode ser suficiente para ficares agarrado para a vida (o mesmo para outras como a cocaína). Dizer que o álcool é altamente viciante é querer ignorar toda uma panóplia de substâncias em que o uso regrado (ausente de vício) é quase impossível.
  4. O Marítimo não é equipa de segunda divisão? Para disputar o resultado como disputaram tiveram que dar tudo e mais alguma coisa e no fim preferiram ficar pela margem mínima do que levar mais um golo por já não se aguentarem, deve ter sido isto.
  5. Ou então tu é que não percebes nada do assunto nem sabes nada sobre mecanismos e tipos de vício, tirando os lugares comuns que adoras debitar.
  6. Até podia ser engraçada a discussão se não partisses de uma premissa errada. O facto do álcool e do jogo serem altamente viciantes. Quanto ao tabaco, julgo que é óbvio que os efeitos do vício são bastante diferentes em relação ao resto, nomeadamente a nível social. Tendo em conta que vivemos em sociedade, que temos entidades cujo objectivo é cuidar dos cidadãos, protegê-los, colocar na mão das pessoas a decisão sobre o consumo de substâncias altamente nocivas, cujo efeitos negativos podem ir muito além do vício, é querer brincar com a estabilidade da sociedade e com o bem estar geral da população. De resto, mais uma vez voltas a falar do que não sabes, com expressões infelizes como "pessoas que não conseguiram controlar o consumo". Aliás essa tua conversa, é a típica conversa de quem já caiu ou está prestes a cair na espiral negativa da droga pois achar que se tem algum controlo sobre a coisa é o primeiro passo para o fim.
  7. Com o álcool a questão é mais complicada do que queres fazer parecer pois já foi ilegalizado no passado e deu no que deu. Mas não é por isso que deixa de ser uma substância regulada, que para ser produzido precisa de autorização assim como para ser vendido. E que tem regras de venda e também quanto ao consumo. E o álcool é um problema, ninguém o nega, mas a resolução do seu abuso não é tão fácil como queres dar a entender. E se o álcool é um problema e impossível de retirar simplesmente do mercado, não vejo porque é que a solução seja legalizar todas as outras porcarias que fazem mal. Para quem percebe tanto de drogas, devias saber que o vício não tem nada a ver com saber ou não consumir. E isso é válido para qualquer vício, seja álcool, drogas, jogo... Primeiro começas com uma mentira pois a cocaína e as anfetaminas entram nessa lista de drogas mais consumidas. Quanto a serem piores ou melhores que o álcool, o álcool tem a seu favor o facto do consumo com moderação ser algo viável. O que não quer dizer que não devesse existir uma política anti-álcool muito mais forte (por exemplo, acho aqueles anúncios a ligar a cerveja a bons momento algo inadmissível num país com tantos problemas de alcoolismo, ainda por cima passando a qualquer hora do dia). De resto, não percebo onde é que consumir ou não drogas dá mais mais conhecimento sobre as mesmas. Pelo que leio aqui diria que não dá conhecimento. Apenas meio dúzia de ideias ocas e desfasadas do que é a realidade das substâncias e do mecanismos inerentes ao vício e às situações de abuso. Ou então pode-se fazer o que se faz hoje em dia. Apoio no terreno, terapia de substituição, tentar melhorar a vida das pessoas em vez de rebentá-las por completo apenas porque é mais fácil (e pelos vistos até dá dinheiro).
  8. És cá uma comédia. Gosto especialmente da última parte. Desde que não prejudique a vida de ninguém. Como se as drogas pesadas não tivessem limpo uma boa parte de algumas gerações em bairros como alfama e não fosse a causa da degradação em outras zonas da cidade, com o expoente máximo no casal ventoso. Por isso, quem não mede o que diz (nem percebe o que os outros dizem), és tu. O teu conhecimento das coisas é tão pequeno, e o respeito pelo outro tão pouco que achas que a droga é apenas uma questão de "quem quiser que consuma". Pois bem, bem vindo à realidade em que o consumo de drogas afecta muito mais do que a pessoa que consome e vai muito além do efeito que tem nas pessoas.
  9. Vai, por exemplo, para alfama dizer isso em voz alta. Pode ser que ainda reste alguém no bairro e que sejas esfolado vivo. Era um favor que fazias ao mundo.
  10. O problema está mais na falta de civismo e não tanto na invasão. Antigamente o que não faltava era invasões e faziam a festa na mesma. Mas o número de animais nos estádios era residual.
  11. Pensava que o teu problema era com os carros.
  12. Cada vez mais penso que a única diferença do Jota na selecção e no liverpool é o volume ofensivo das equipas, sendo que com um menor volume fica mais óbvio todas as suas debilidades.
  13. O consumo para fins medicinais está legalizado. Tu queres é para fins recreativos, o que é algo diferente. E a lei não era esquisita, tu é que não percebes nada de nada e confundes os termos todos, sendo que ainda por cima tentas passar por entendido no assunto.
  14. Ou então o Conceição gosta de contratar jogadores com um determinado perfil físico. Penso que isso é bastante evidente. De resto este género de conversas parece saído do Sporting de há uns anos. Os bons jogadores não prestavam porque supostamente não corriam (mesmo que fossem sempre eles a diferença entre os 3 pontos e nada) e aqueles que só tinham a dar o suor era quem merecia a camisola. Deu-nos um belo resultado.
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