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Pablo Honey

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  1. Não tenho Twitter, tinha visto o hate nos comentários da publicação da WWE no insta. Mas é verdade que a opinião geral tem ficado mais positiva
  2. Está treta dos Maximum Male Models no SmackDown parece interessante. Fui espreitar após ver uma onda de hate sobre o segmento, e gostei. É diferente. Parece um throwback ao Nitro/Mercury/Melina. E podem seguir muitas rotas distintas a nível de apresentação. São m*rda super silly, um bocado como a história do Ezekiel, mas vejo com bons olhos que se experimente com estas storylines mais fora da caixa no mid card. E a apresentação foi bem feita, acho que pode sair daqui uma boa tag team.
  3. E o Otávio acho que vinha mal credenciado do Internacional. A memória pode estar a tramar-me, mas recordo me dos adeptos deles estarem todos contentes por supostamente nós terem enfiado um barrete. Um gajo n dá por ela, mas ele já está cá há uns valentes anos
  4. Não tenho grandes dúvidas de que se vai safar. E é um gajo que pode atrair novos olhos para o produto. A cena é que ele vai atrás do Mix, ou seja, vai ser apresentado inicialmente como babyface lol
  5. Quero muito ver essa adaptação do Uzumaki. Admiro muito a tentativa de tentarem recriar o estilo característico do Ito em animação. Uma animação habitual vulgariza facilmente este tipo de obras que primam por uma estética tão própria. Sem pressa. E quando tiver pronto que lancem. Cá estarei para ver
  6. Vi agora o All or Nothing, do Mike Leigh. Virei fã do realizador após ver o Naked, um dos meus filmes favoritos. Este apanhei na Netflix e é também muito bom. Há Cinema que não aparenta ser real. Histórias normalmente para poderem ser contadas partem por um evento que fuja à norma. Desde cenas da Marvel, até filmes surrealistas, olho para trabalhos desses como arte tentando ser algo maior do que o real, ganhando características que não são verosímeis. Depois há obras assim, que considero arte enquanto um espelho. Reflexão do quotidiano e do mundano. A câmara é crua enquanto se aproxima sem pudor das personagens, e vemo-las vulneráveis, a fazer caretas feias enquanto choram, os pais a discutir e as crianças a serem testemunhas disso tudo. A escolha dos atores e a respectiva performance carrega o filme, enquanto vemos as personagens frustradas no trabalho, a contar os trocos da carteira e os olhos embaraçados pousados no chão ao terem de pedir dinheiro emprestado. É um bocado de nós todos reproduzido em ecrã.
  7. Apesar das lesões todas, até está um card muito fixe
  8. O gajo até se chama Maçon. Só pode ser trolha msm
  9. Que lindo ouvir falar do Edward Yang. O Brighter Summer Day é provavelmente o filme mais belo que vi na minha vida. Dentro daquilo que busco dentro do cinema - um trabalho que me desperte emoções, que ressoe num lugar qualquer dentro do meu ser, e um sentido de "estilo", da composição das coisas terem um ritmo, um flow. Que haja um sentido de autoria bruta no trabalho. Não há melhor que esse filme do Yang. Acabei o filme em lágrimas. O final é bastante trágico, mas penso que foi por outra coisa qualquer que fiquei naquele estado. Digo muitas vezes que um grande filme desperta em mim um sentimento semelhante ao de ver um pôr do sol. E não há pôr do sol que alguma vez tenha chegado perto. Lindo, lindo. O YiYi também é um filmezão, mas um patamarzito abaixo do outro imo. Eu vi o Bad Taste há uns anos. Deve ser dos primeiros filmes dele, se não me engano. Se fores um gajo que curta de b-movies que não se levem muito a sério, és capaz de achar piada. Quanto a mim, vi ontem o meu primeiro filme há mais de um mês. O Jacob's Ladder. Já estava meu radar há muitos anos e sempre fiquei curioso em ver por saber das suas influências em Silent Hill. Gostei mesmo muito da primeira metade do filme. Ambiência on point mesmo. Tenho pena que tenha seguido aquele rumo no final, acho sempre esse tipo de endings um bocado parvos lol
  10. Q lindos dois dias. Fiquei muito triste com a saída do Fábio, mas ao menos deu-me alguma esperança que pelo menos a sua venda daria para segurar o Vitinha. Não dá para estarmos felizes muito tempo neste clube, ultimamente. Os 3 mais talentosos do campeão nacional saem no espaço de 6 meses e nenhum deles sai sequer pelo preço do Darwin. p*ta que pariu. Muito criticámos o Sérgio, mas não há dúvidas de que se não fosse ele e estaríamos mortos na sarjeta desde 2016. O dinheiro do Diaz foi investido da forma que foi. Estou para ver os trolhas que vamos buscar. Torço para que seja um ano de afirmação para o Francisco e para o Pepê e que se invista bem na defesa.
  11. Ta toda a gente a cagar de saco no álbum do Drake, mas eu ouvi uns sons agora e lowkey curto. Sempre preferi está faceta dele do que o Drake a tentar ser um rapper sério. Ao menos aqui dá para bater pézinho
  12. De que me lembre: O Terminator não acho nada de especial; Alguns filmes da Nouvelle Vague tipo 400 Blows ou Pierrot le Fout. Também há aquela animação gira, o It 's such a Beautiful Day que vejo toda a gente louvar mas que achei qb giro, mas ao mesmo tempo bastante obnóxio devido ao voice Over.
  13. Eu gosto desse alternativo. Curtia que fosse um tom um pouco mais escuro
  14. Opah eu preferia fazer uns trocos com a malta mais velha e que ocupa uma fatia maior da nossa folha salarial. O Vitinha, o Fábio e o Diogo ainda podem valorizar um bom pedaço com uma boa carreira na Champions e um papel importante no Mundial. Foi a entrada deles na equipa - e do nível absurdo do Diaz - que nos fez subir o nível exibicional está temporada. Estaria bem mais inclinado a abdicarmos de malta como Taremi, Sérgio e Marchesini e comprar 2 gajos de qualidade para a defesa. Não tenho dúvidas que seria o suficiente para repetirmos o sucesso desta época.
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