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Lebohang

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Tudo que Lebohang publicou

  1. EQUIPA TÉCNICA: Team Manager: Ana Filipa Godinho Treinador: João Marques Treinador Adjunto: Valter Pinheiro Treinador Guarda-Redes: Paulo Silva PLANTEL: GK. Dani Neuhaus | Catarina Bajanca | Carolina Vilão DF. Ana Alice | Pipa | Sílvia Rebelo | Diva Meira | Inês Queiroga MF. Daiane Rodrigues | Tita | Maiara | Adri | Andreia Faria | Pauleta | Patrícia Llanos FW. Carlota Cristo | Jassie Vasconcelos | Evy Pereira | Darlene Souza | Geyse
  2. Rubrica Expresso onde os entrevistados contam as suas experiências no estrangeiro (e não só, em alguns casos contam também aventuras que viveram aqui em Portugal mas fora do local onde nasceram) e também falam sobre a sua carreira nos clubes desse país. #01. Domingos Paciência: “Quando cheguei a Setúbal disseram-me: 'Aqui assa-se o melhor peixe'. E eu: 'Será? É que sou de Leça'” #02. José Peseiro: “Tenho um pombal e adoro corridas de touros e de cavalos” #03. Kenedy:“Ligava à minha avó e dizia-lhe: vou ter jogo agora, reza por mim” #04. Sá Pinto: “Nunca tive uma despedida dos adeptos no Sporting. É uma mágoa que guardo” #05. Hugo Almeida: “O Daguestão é o faroeste. Um dia, saí de casa e vi uma pessoa ser abalroada por um carro que seguiu como se nada fosse” #06. Fernando Meira: “O diretor do Zenit foi comigo a um stand e mandou-me escolher o carro. Comecei a rir e saí ao volante de um X6” #07. José Couceiro: “O Bettencourt demitiu-se, o Costinha demitiu-se, fui encostado numa sala e disseram: ‘Tens de agarrar a equipa’. E fiquei” #08. Hugo Leal: “Sou de lágrima fácil. Choro com publicidade” #09. Marco Caneira: "As pessoas vão ao restaurante 'O Caneira' a pensar que é meu, mas não é. O meu é outro" #10. Norton de Matos: “Estive seis dias a filmar as aventuras do Marco Polo para a Peugeot. E entrei num filme, "Voltar", do Joaquim Leitão” #11. Jorge Andrade: “Sou o melhor cantor de karaoke do mundo” #12. Futre: “Quando estava no auge recebia de tudo. Cuequinhas, soutiens, chuchas... Fui muito assediado” #13. Ana Borges: "Cinco minutos depois de me estrear no Chelsea, não podia nem com a alma. Correr para ali, correr para aqui, ia desmaiar a qualquer momento" #14. Professor Neca: "Sou filho de pai incógnito, o futebol era a única forma que tinha para me impor" #15. Henrique Calisto: “No Vietname tive de beber um shot de sangue de cobra e bílis de urso, e comi ossos de tigre e tatu” #16. Hélder Cristóvão: “O meu pai era da Unita. Tínhamos uma boa vida em Angola e vim viver para um bairro de lata” #17. Dani: “Quando cheguei a Inglaterra, um jornal escreveu logo: 'Fechem as vossas filhas em casa. Chegou o Dani'” #18. Jorge Cadete: “Não sou nenhum deficiente. Tenho duas mãos, dois bracinhos, não desisti de dar a volta a tudo” #19. João Alves: “A minha mulher ainda é minha prima em 3º ou 4º grau, mas felizmente os filhos não saíram malucos” #20. Chainho: “Sempre me safei. Em miúdo, ia à Feira da Ladra regatear e vender coisas das minhas vizinhas que precisavam de dinheiro” #21. Ricardo: “Para assinar pelo Sporting andei uma noite dentro da bagageira do carro e escondi-me em Óbidos durante um fim de semana” #22. Beto: “O meu falecido pai era dos GOE e é por isso que tenho esta tatuagem no pescoço. Se não fosse futebolista, seria GOE” #23. Lito: “Na Líbia, quando se zangavam no trânsito tiravam a kalashnikov e davam uns tiros nos pneus uns dos outros” #24. Silas: “Vivi numa barraca. A primeira vez que vi um chuveiro pensei que era um telefone, encostei ao ouvido e abri a água” #25. Mónica: "Num treino nos EUA, vi helicópteros, polícias e três pessoas malnutridas a fugir. Eram imigrantes ilegais" #26. Luís Boa Morte: “Fui ajudante de eletricista, nas obras. Acordava às seis da manhã, ia com o farnel atrás e aquecia o comer na fogueira” #27. Bosingwa: “O mister Couceiro chegou e disse: ‘Zé, se queres ganhar muito dinheiro e ir lá para fora, tens de jogar como defesa’. Foi assim” #28. Ricardo Rocha: "Na véspera da meia-final da FA Cup fui dormir com a minha esposa, à socapa. Ganhámos e fui o melhor em campo" #29. Humberto Coelho: “Dei a minha primeira entrevista em Paris e disse à jornalista: 'Tu es très jolie'. Casei-me com ela” #30. Paulo Alves: “Em Riade levei uma cabeçada e joguei minutos que não me lembro. Acordei na ambulância, vi uns árabes e gritei: ‘Onde estou?” #31. Pauleta: “Ainda hoje as pessoas abordam-me na rua e dizem: 'Olha o homem do queijo'” #32. Custódio: “Tenho uma história incrível. Um treinador mandou-me entrar, fiz o 3-2, ele ficou chateado e disse: ‘Eh pá, todos menos ele’” #33. Bruno Basto: “Quando começas a sair à noite e toda a gente te reconhece e se mete contigo, começas a achar que és o bambambã lá do sítio" #34. João Tomás: "Um dia, eu e o Bossio atámos os pés e as mãos e tapámos a boca a um funcionário do Benfica e deixámo-lo no corredor do hotel" #35. Delfim: “Contra todas as perspetivas e dados estatísticos, depois de três anos parado, voltei a jogar. Com quatro parafusos nas costas” #36. Ricardo Sousa: “No Chipre a minha cama era a toalha da praia” #37 (1). Augusto Inácio (O Jogador): “No FC Porto controlavam tudo. Discotecas, bares. E punham a mão em cima do capô do carro para ver se estava quente” #37 (2). Augusto Inácio (O Treinador): “O Pedro Barbosa fez-me a cama no Sporting. Fez tudo para perdermos por 3-0 na Luz” #38. Frechaut: “O Jorge Mendes chamou-me ao Bessa, de madrugada, e disse: 'Só vais para a Rússia se fores comigo'. Ele não era o meu empresário” #39. Andrade: “Chamavam-me o pé de chumbo. Tinha ranho no nariz, mordia a língua e ninguém passava por mim, mas não tinha técnica” #40 (1). Cajuda, parte I: “Um dia, meti na cabeça que só ganhava jogos se antes desse um abraço a uma árvore” #40 (2). Cajuda, parte II: “Uma vez, no autocarro, disse aos jogadores: 'Fechem as cortinas, vou mostrar-vos um filme para homens... com mulheres'” #41 (1). Cândido Costa, parte I: “A primeira vez que me cruzei com o Paulinho Santos num túnel parecia que estava a ver um deus” #41 (2). Cândido Costa, parte II: “Quando acabei, tinha o 9.º ano, pé e joelho lixados, filhos, esposa e dois carros que não podia manter” #42. Moreira: “Desisti no 11º ano porque ia para a escola tentar ser miúdo e só perguntavam: 'E o balneário? E o João Pinto? E o Nuno Gomes?'” #43. Carlos Saleiro: “No Sporting, o Paulinho pôs-me uma pomada dentro dos calções e fiquei com um ardor nas virilhas. Mas tive a desforra” #44. Edgar: “Quando o Ayrton Senna morreu, estava no Europeu de sub-16 e tive de levantar-me da mesa para ir para o meu quarto chorar” #45. Marco Ferreira: “Há uma frase do Eurico que me ficou: ‘És um homenzinho. O futebol dá-te mulheres, mas as mulheres não te dão futebol’’ #46. José Semedo: “Com 10 anos tentei roubar um carro porque era o que via os mais velhos fazer lá no bairro da Bela Vista” #47. Bruno Pereirinha: “Quando fui viver sozinho tinha uma cábula para saber quanto tempo é que o arroz e a massa ficam a ferver” #48 (1). Oceano, parte I: “O meu nome era para ser Oceano Atlântico, porque o meu padrinho chama-se Oceano Pacífico” #48 (2). Oceano, parte II: “No Caso Paula, avisei os jogadores que controlava e disse-lhes: ‘Saiam à minha frente, que esta noite vai dar merda’” #49. Paulo Machado: “Sonhava ser mecânico. A primeira tatuagem que fiz foi no bairro, no Cerco, com uma agulha. Tinha 14 anos” #50. João Manuel Pinto: "O Pinto da Costa deu-me o contrato para a mão e depois deu-me um envelope com dinheiro: 'Isto é para ires comer camarão'" #51. Bruno Aguiar: "Nos juniores, Vale e Azevedo prometeu-nos 300 contos de prémio caso fossemos campeões. Fomos e não recebemos nada" #52. Alexandre Baptista: “O Morais levou uma cabeçada do Pelé e ficou com a cara adormecida. Depois perguntava-me 'Vê lá se tenho dentes' " #53. António Sousa: “Estive doente, uma mancha no cerebelo, e até fugi do hospital quando quiseram tirar um bocado de osso da coluna para análise” #54. Hugo Viana: “Estava no banco e o mister Oliveira disse-me: 'Ó miúdo, vai aquecer rápido para te estreares, que este jogo nem chega ao fim'” #55 (1). Costinha, parte I: “No Porto, ia entrar numa discoteca quando o porteiro me pôs a mão no peito: 'Isto não são horas para beber, amanhã há treino'” #55 (2). Costinha, parte II: “No jogo com a Alemanha, no Mundial2006, o árbitro disse ao Scolari para me tirar do campo. Parecia encomenda” #56. Danny: “Na Rússia, ia no carro com o Bruno Alves e a polícia manda-nos parar. Pensava que éramos traficantes. Até luz negra utilizaram” #57. Luís Neto: “Num estágio do Zenit, Danny, Hulk, Criscito, Garay, Javí Garcia arrancaram a cama do meu quarto, papel higiénico em todo o lado” #58 (1). Manuel José, parte I: “Com o primeiro dinheiro que ganhei fui direito ao Intendente. Tinha 16 aninhos. Perdi a virgindade com uma prostituta” #58 (2). Manuel José, parte II: “Nos anos 90 compravam-se árbitros como se compram tremoços. Trios de arbitragem, não era só o árbitro” #59. Tonel: “Rui Gomes da Silva não teve escrúpulos e cinco minutos de televisão puseram em causa 15 anos de trabalho” #60. José Soares: “No primeiro dia de treino, na Arábia, quando fiquei nu no balneário, os meus colegas atiraram-se para o chão e taparam a cara” #61. Eduardo: “Tinha nove anos quando o meu pai faleceu. O carro bateu e fui projetado para o banco da frente. Fui o único que ficou consciente” #62 (1). Rui Águas, parte I: “Dei uma patada no Fernando Couto, não resisti, o árbitro apitou e eu pensei: 'Fiz merda'. Mas ele expulsou o Mozer” #62 (2). Rui Águas, parte II: “A agressão do Sá Pinto ao Artur Jorge é de um tresloucado. Ainda o confrontei, uns empurrões, e levei um processo” #63. Ricardo Fernandes: “Tive ataques de pânico, ficava a tremer, o coração acelerava muito. Quando paravam parecia que tinha feito ginásio” #64. Edgar Marcelino: “Na Grécia, fiz uma piada no balneário sobre a mulher do tipo que me contratara. Correu-me mal: o guarda-redes andava enrolado com a filha” #65. Rui Esteves: “A malta tinha a mania de dizer que era vadio. Mas eu não ia sozinho: eu dançava, outros encostavam-se ao balcão para não caírem no chão” #66 (1). Petit, parte I: “No Benfica, disse ao Argel: ‘Aleijo-me eu ou tu e alguém vai parar ao hospital’. Nunca mais disputámos uma bola no treino” #66 (2). Petit, parte II: “O árbitro expulsou-me do banco e disse-lhe: ‘Agora já podes ir para a beira dos teus amigos no café dizer que expulsaste o Petit’” #67 (1). Vingada, parte I: “O Dani era fabuloso, mas complicado. Fosse onde fosse, ficava tudo maluco com ele. Miúdas, mulheres, era uma loucura” #67 (2). Vingada, parte II: “Em Guimarães, pediram-me para insultar, chamar cabrão e filho da p..., porque era essa a linguagem que o jogador do Vitória percebia” #68. Varela: “Uma vez fechei o Maicon na varanda do quarto do hotel. Ele não via ninguém, começou a ficar aflito, até que resolveu saltar” #69. Tiago Gomes: “Na Polónia, um veado atravessou-se à frente do carro e, ao desviar-me, capotei. Quando percebi que estava bem, desatei a rir" #70. Hélio Pinto: “Acho que foi Deus que me enviou para jogar na Polónia. A minha filha nasceu com o esófago cortado ao meio e os especialistas estavam lá” #71. João Coimbra: “Faziam rodinhas à volta do Mantorras quando ele dançava, mas numa noite ele diz-me assim: ‘Coimbra, o meu juju não aguenta’. Era o joelho” #72 (1). António Simões, parte I: “No Benfica, aos 18 anos, senti que estava a entrar no deslumbramento estúpido. Ia aos bailes, deitava-me tarde, comprei carro e bati logo” #72 (2). António Simões, parte II: "Ofereceram-me 10 mil dólares para eu não jogar e convencer o Eusébio e o Nené a não jogar também. Tive de ir contar ao treinador" #73. Mário Silva: “Quando os trigémeos nasceram a minha mulher teve síndrome de Hellp. Ia ficando viúvo. Foi um milagre ela ter sobrevivido” #74. Armando Sá: "Ser genro do Inácio foi um trauma porque as pessoas deixaram de olhar para o meu valor e passaram a ver-me só como o genro dele" #75. Ricardo Esteves: “No primeiro treino no Paços havia pães com chouriço, vinho, rojões. O José Mota disse-me: ‘Se bebesses Coca-cola ias já embora’” #76 (1). José Morais: “Na Arábia Saudita, um presidente trouxe um guarda-redes sem avisar. Fui lá acima, atirei o computador dele ao chão e gritei: Eu sou o quê?” #76 (2). José Morais: “O clube de sonho que gostava de treinar é o Benfica, mas espero voltar a trabalhar com José Mourinho” #77. Miguel Garcia: “Houve uma altura em que fui oferecido a toda a gente e ninguém me queria. Foi o Jorge Costa que me deu uma oportunidade” #78 (1). Abel Xavier: “Pintei o cabelo, construí uma personagem e perdi contratos por causa disso: ‘Só vens se mudares de estilo’. Nunca mudei” #78 (2). Abel Xavier: “Vivi na pobreza no Jamor, convivi com o Beckham, jantei com o Cruise e o De Niro em LA, mas guardo roupa suja do pó vermelho de Moçambique” #79. Jorge Ribeiro: “Fui apanhado na noite, um copo aqui, acolá, fiz muitos erros, aprendi. E sou um romântico: tenho todos os livros do Nicholas Sparks” #80. Vasco Faísca: “O treinador era muito religioso, levava um padre ao balneário e aquilo era para mim, por ser agnóstico: 'O Satanás está aqui dentro'” #81. Sílvio: “Pensei que o meu pai estava a andar à porrada e quando lá cheguei ele tinha os olhos revirados. Levaram-no, nunca mais o vi. Tinha 12 anos” #82. Rui Barros: “Equipava-me, ia pelo corredor e se visse o Artur Jorge a vir de frente para mim, entrava em qualquer porta, escondia-me, tinha vergonha" #83. André Santos: “O Rui Vitória tinha uma expressão que ainda hoje imito: 'Ó miúdos, vocês são 'jigadores', para jogadores ainda falta muito” #84. Eder: “Naquele instante, acho que qualquer coisa saiu do meu corpo, foi como se a minha alma saísse e estivesse a observar” #85. Gaspar: “Cheguei ao balneário, cheirava mal, começo a dizer ‘cheira mal’. Porquê? No WC, o filho da mãe do Cândido limpou-se à minha camisola” #86. Tiago: “No primeiro dia no Porto, chego ao balneário e o Paulinho Santos: 'Quero ver se agora também dás porrada aqui'. Borrei-me logo todo” #87. Rolando: “Ia com medo para Nápoles, quando o carro se atravessou à frente do táxi e saíram dois homens. Pensei: ‘Nem cheguei e já vou ser assaltado’” #88. Edmilson: “Gosto muito de tomar a minha cervejinha. Acho que o Fernando Santos vetou a minha contratação no Benfica pelas minhas noitadas” #89. Pedro Emanuel: “O Carlos Alberto tocava pandeiretas no autocarro e o Bicho atirava-as janela fora. Numa viagem de avião, tivemos de partir aquilo” #90. Zequinha: “A única vez que não consegui telefonar ao meu pai depois de um jogo, ele teve um AVC e morreu. Às vezes ainda me culpo por isso” #91. Meyong: “O meu pai era polígamo e eu tinha 24 irmãos. Só havia uma refeição completa por dia, o jantar. O pequeno-almoço era os restos da véspera" #92. Bruno Simão: “Estive em coma, parti costelas, omoplata, perfurei o pulmão, fiz uma septicemia, tive 45º de febre, fui dado como inapto. Estou aqui” #93. Tiago Targino: “Devia ser 'mais filho da mãe'. Devem-me dinheiro, andam em bons carros e agora que estou numa situação difícil não me atendem” #94 (1). Carlos Martins: “À porta, o segurança perguntou: ‘Têm a certeza?’. Entrámos, homens aos beijos, era um bar gay. A primeira saída à noite correu tão mal...” #94 (2). Carlos Martins: "A vida do meu filho dependia de um saco de sangue de medula. Chorei, desenhei o nome dele em corações na areia, não fui ao Euro por ele" #95. Makukula: “Uma vez passei-me com o Cardozo no balneário do Benfica. Ele entrava, não falava com ninguém e sacava logo dos santos” #96. Nuno Pinto: “O Jaime Pacheco disse que era mais importante eu treinar do que ir assistir ao parto. 'Ó mister, fogo, é o primeiro filho...'” #97. Roderick Miranda: “Num treino, o Ola John tenta fazer um chapéu e o Jorge Jesus: 'Olha, olha, ainda nem arroz come e já quer comer camarão'” #98. Nuno André Coelho: “O Pinto da Costa queria muito o Moutinho e o Sporting exigiu em troca ficar comigo. Eu não devia ter aceitado” #99. José Taira: “A tropa foi como amputar pernas e metê-las no armário. Devia ter feito como o gajo que se safou fazendo xixi na cama, até fraldas deram” #100. Ukra: “Punha fio dental e os árabes ficavam a olhar: 'Se quiseres põe a mão que o meu rabo é muito melhor do que o de muitas árabes'” #101. Ricardo Nascimento: “Diziam que, por ter cabelo comprido, usar fita, ouvir música gótica e vestir de preto, era um drogado e paneleiro” #102. Bruno Caires: “O meu pai morreu de cancro, tinha eu 14 anos. Tenho noção de que posso ter prejudicado o meu irmão para continuar no futebol” #103. Hugo Vieira: “Antes do jogo com o FCP pus no Face: ‘ótimo dia para dois golos’. O mister fez-me apagar o post, eu fiz o bis. A minha confiança é anormal” #104. Hélder Barbosa: “No autocarro, o Manuel Fernandes punha os vídeos de jogos... do Manuel Fernandes e dizia: ‘oh, era isto que eu fazia’. Era só rir” #105. Paulo Barbosa: “O Iuran e o Kulkov apresentaram o ritual do vodka aos jogadores do Benfica. Correu mal: alguns tiveram de sair em ombros para a camioneta” #106. Bruno Vale: “No Chipre as coisas são diferentes. Uma vez, atiraram um foguete que ficou preso na minha camisola e me queimou o pescoço” #107. Nélson Oliveira: “O Tyrone Mings pisou-me a cara de propósito e mandei a foto para o grupo WhatsApp dos colegas: ‘Continuo mais bonito que vocês’. Sou durão” #108. Marco Almeida: “Fiz CV's, trabalhei numa imobiliária, fui vigilante. Não tenho culpa do que devem: 70 mil do Alverca, um ano do Maia, sete meses do Chipre” #109. Nélson: “Os homossexuais existiam antes de Nosso Senhor Jesus. Viviam recatados e recolhidos, continuassem assim. Não podem ter os mesmos direitos” #110. Carlitos: “Foi o Veiga que me pôs nos sub-21, porque quem manda nas seleções são os agentes, para valorizar jogadores, interesses. Agora é o Mendes” #111. Nuno Santos: “Entrei no escritório do Vale e Azevedo disfarçado, porque estava sempre um jornalista à porta. Fui de gabardine, chapéu e óculos escuros" #112. Orlando Sá: “Disse ao António Salvador: "Ó presidente, não me chateie, diga mas é ao Jesus para me dar mais minutos, que vai vender-me por ainda mais dinheiro”" #113. Fernando Aguiar: “Num estágio do Benfica, na Suíça, atirei a porta de um quarto abaixo. Os jogadores que estavam lá dentro começaram a fugir pela varanda” #114. Rui Duarte: “O clube ficava no meio do nada, liguei ao meu pai, pedi ao motorista para parar. Depois, despejaram maços de notas - e eu assinei contrato” #115. Toni Conceição: "No Estrela da Amadora cheguei a fazer um jogo apenas com 10 jogadores aptos. Olhava para o banco e... nada” #116. David Caiado: “Na Polónia, aos 30 minutos racharam-me o maxilar, mas, como ganhava ao minuto, continuei a jogar para não perder 600 euros” #117. André Castro: “Vi a final da Liga dos Campeões que o FC Porto ganhou em 1987 mais de 100 vezes. Já quase sei os comentários de cor” #118. Filipe Teixeira: “Nasci em Paris e jogava num parque onde apareciam skinheads com ratos no ombro e biqueiras de aço. Tinha de os deixar jogar senão...” #119. Carlos Fangueiro: “O prof. Alexandrino, o firme e hirto do Herman SIC, pôs as mãos nos nossos pés descalços e disse: ‘vou dar-vos técnica’. Só rir” #120. Edinho: "Onde investi o dinheiro? Comprei um carrossel que costuma estar nas festas do norte. Tenho encontrado gente espetacular nas feiras" #121 (1). Nani: “Em Inglaterra, no Ano Novo, até bêbado podes chegar que o treinador não liga. Se o Wes Brown está com os copos, o que posso eu fazer?” #121 (2). Nani: “Vivi numa casa em que a sala e a cozinha eram túneis de ratazanas. Não tínhamos o que comer, vestir ou calçar” #122. Luís Leal: “O Sá Pinto, ao querer ganhar sempre, acaba às vezes por passar um bocado o limite. Mas é uma grande pessoa" #123. João Paiva: "A festejar o Europeu um jogador deu um pontapé na parede e ficou com a perna presa. Cada um que entrava no quarto, em vez de ajudar ria-se" #124. Geraldo Alves: “Em Angola, estava com outros jogadores do Benfica dentro de água, veio um pescador e atirou uma granada. Os peixes começaram a saltar" #125. Madjer: “Contei o dinheiro, disse-lhe que tinha recebido a mais e o russo deu-me uma estalada à mafioso: 'Bem-vindo à família, podes ficar com ele'” #126 (1). Pedro Martins, Parte I: “Uma mulher ligou por engano ao Queiroz às duas da manhã: ‘Deixaste isto aqui’. O Queiroz foi ao quarto e viu vodka e mulheres” #126 (2). Pedro Martins, Parte II: “Não consigo ver um programa de desporto em Portugal. Ninguém respeita ninguém, os clubes são representados de forma estúpida” #127 (1). Pedro Barny, Parte I: “Dizíamos aos atrevidos que o Bobó tinha uma irmã gira. Eles lá iam, ele ameaçava bater e aquilo assustava, porque era grande, forte e feio” #127 (2). Pedro Barny, Parte II: “Houve pessoas a morrer no nosso balneário. Foi um filme, quase que tive de saltar por cima de polícias, só pensava: tenho de escapar daqui” #128. Santamaria: “Comecei a namorar aos 13 anos, aos 16 adotei a primeira filha e assinei pelo Sporting por 10 anos. Hoje sou fiscal da Emel” #129 (1). Paulo Sérgio, Parte I: “Não me deixavam entrar no jogo de cartas, agarrei num extintor, dei duas bombadas, fechei a porta e vi os pescocinhos deles da varanda” #129 (2). Paulo Sérgio, parte II: “No Sporting, o Bettencourt disse-me: 'Prefiro comer ovos com salsichas o resto da vida do que falir o meu clube'” #130. Rui Almeida: “Cheguei à Síria às quatro da manhã. Fui parar a um hotel que diziam ser de três estrelas. Quando lá entro... o choque foi grande” #131. Paíto: “O Ronaldo estava sempre a dizer que queria ter umas pernas como as minhas. Era maluco, treinava às escuras, nem sei como via as máquinas” #132. José Gomes: “No Benfica, o Camacho quis testar-me, mas eu percebi e pensei: 'Vinhas tu de Espanha enganar um gajo de Matosinhos?'” #133. Bruno Gama: “Na Crimeia, três soldados entraram no autocarro, encapuzados e armados, em posição de disparar. Íamos só jogar futebol” #134. Mário Loja: “O Jesus entrou e foi um choque, aos gritos, a mandar vir com toda a gente, ‘já percebi porque estão neste lugar’... E os sócios na bancada” #135. Diogo Salomão: “No Sporting, apostámos com o Paulinho: aguentar o máximo no banho gelado, só com a cabeça de fora. Ganhou, mas rebentou-se todo com febre” #136. Daniel Carriço: “Tenho a minha sexualidade muito bem resolvida. Quando me disseram que tinha beijado o Rakitic na boca não me lembrava. Nem ele” #137. Secretário: “No FCP, num jogo, o meu dedo do meio virou todo para trás. Eu com dores, o Paulinho chega e puxa-me o dedo para frente. 'Joga” #138. Nélson: “No Benfica, o Fernando Santos virou-se e disse-me: ‘Essas merdas dessas palhaçadas que te pões a fazer, tens de deixar de fazer isso, pá’” #139. Mário Felgueiras: “O Jesus era muito peculiar, dizia: ‘Achas que és o Maradona? Penálti. Estás com manteiga nas mãos? És uma vergonha, meu’. Era assim” #140. Vítor Paneira: “Num estágio, na fila do buffet para as saladas, apalpei o rabo ao treinador Ivic a pensar que era um colega. Foi gargalhada geral” #141. Rui Vitória: “Os homens dizem-me I love you, fazem corações, dão flores, mandam beijinhos como mandamos às senhoras, beijam mãos e espalham” #142. César Peixoto: “No FC Porto levava muita porrada no treino e não havia faltas. O Mourinho combinava com os jogadores e era pimba, pimba, pimba” #143. Diogo Valente: “Não estou a acreditar, vamos à Luz, com 55 mil pessoas, e o Jorge Costa está na palestra a falar da 'Casa dos Segredos'? Ganhámos 2-1” #144. Hélio Roque: “No Benfica mandava o Veiga, o Simão dava-me as chuteiras dele, que tinham os nomes dos filhos. E eu abusava das noitadas” #145. Tiago: “Lembro-me de conversas com o Roger no Benfica e de o insultar na cara. Por causa da qualidade imensa e da pouca vontade que tinha” #146 (1). Jorge Costa, Parte I: “Fiz maldades ao Nuno Gomes e ele a mim, mas gosto muito dele e sou amigo do João Vieira Pinto e do Rui Costa” #146 (2). Jorge Costa, parte II: “Tive papagaios, passarinhos, peixinhos, tartarugas, um pavão. E coelhos... deitava-me com três, acordava com 20” #147 (1). Pacheco, Parte I: “Porque saí do Benfica? O Toni disse que o Kulkov não jogava mais, mas pô-lo no meu lugar. Desorientei-me, dei uma pancada no adversário” #147 (2). Pacheco, Parte II: "Ó mister Queiroz, desculpe lá, diga-me, você não tem vergonha de gravar as conversas que tem com os jogadores?" #148. Hugo: “No autocarro, o Manuel Fernandes metia a cassette VHS dos 7-1 ao Benfica e punha-se: 'Isto é que era. Vê lá, ó João [Vieira Pinto], olha'” #149. Neno: “Entrei, estava cheio de mulheres, porra, tinha de sair dali. É quando aparece o Julio Iglesias: ‘El portero?’ Pá, portero sou eu” #150. Mário Sérgio: “Os polícias mandaram parar mas lixaram-se, era a minha mulher ao volante. Insultei-os: ‘Quereis o meu dinheiro? Ide trabalhar e o carago’” #151. José Mota: “Apostei uma mariscada com o Rui Jorge em como o André Almeida iria vingar a lateral direito. Ganhei, ele ainda não pagou” #152. David Simão: “O Jesus dava muitas duras ao Matíc, ao Jardel, ao Nelson Oliveira por fechar os olhos e encher o pé. Ao Aimar dizia: ‘Já sabes tudo’” #153. César Brito: “Uma vez fomos almoçar ao Barbas e bebemos demais. No treino da tarde alguns começaram a cambalear e o Toni mandou todos para o balneário” #154. André Martins: “O Leonardo Jardim dizia-me: 'Hoje sonhei que vais marcar'. E eu fazia golo. Fez isto três ou quatro vezes, eu marcava sempre. Era estranho” #155. Luís Filipe: “O “No Braga, o Cajuda punha-nos nas escadinhas do coreto, fingia ser maestro e tínhamos de imitar o som dos instrumentos que ele inventava" #156 (1). Álvaro Magalhães, Parte I: “O Eriksson regressou ao Benfica rico e sem personalidade. Já não era pobre, sabe como é o dinheiro: doutores há muitos, médicos poucos” #156 (2). Álvaro Magalhães, Parte II: “Por isto é que aqui o Álvaro está muitas vezes sem trabalho: as pessoas podem ganhar o dinheiro que quiserem, mas a mim não me compram” #157. Paulo Ferreira: “O meu pai era alcoólico, chegava esmurrado, tinha de trocá-lo. Provei vinho quando o Jorge Costa disse que um jogador não bebe Coca-Cola” #158. Rogério Matias: "O Carlos Manuel quis que toda a equipa rapasse o cabelo, mas recusei. Quando entrei no balneário parecia que tinham tosquiado 10 ovelhas" #159. Paulo Costinha: “O Robson foi despedido e chorou quando nos viu a sair do autocarro, em Alvalade. Disse: 'Ali vão os meus meninos'” #160. Diogo Luís: “Chamavam-me cientista. Fui o primeiro jogador que Mourinho lançou na vida, desiludi-me e fui para a banca ganhar menos e trabalhar mais” #161. Nandinho: “O prof. Alexandrino queria que eu fosse com ele ao programa do Herman José, para tocar piano e mostrar que os futebolistas não são burros” #162. Areias: “O campeonato foi uma vergonha: o Benfica ganhou no Bessa na última jornada, ouviram-se coisas manhosas. E houve o jogo com o Estoril” #163. Rui Fonte: “Sim, paguei meses de salários em atraso a funcionários do Vitória, que estavam no clube quando passei por lá. Agora, ajudei-os” #164. Guilherme Farinha: “Na Guatemala, um tipo apontou-me a arma à cabeça e perguntou se sabia o que era Roleta Russa. Disse-lhe que comia armas ao pequeno-almoço” #165. Litos: "Uma vez virei-me ao Oceano dentro do balneário. A sorte é que ele tropeçou e caiu entre o banco e os cacifos e não se conseguiu levantar" #166. João Meira: "Na Roménia, o treinador tirou-me da equipa, em cima de um jogo, porque quis comer ovos em vez de esparguete" #167 (1). Manuel Fernandes, Parte I: “Deixei o pé e o Bento, que tinha levado 8 pontos na cabeça, veio cego, acertou-me e disse: ‘És sempre a mesma porcaria’” #167 (2). Manuel Fernandes, Parte II: “Íamos no avião e o Cintra a culpar os três centrais, como se percebesse daquilo. Eu disse ao Robson: ‘Tomorrow, you, I e Mourinho, out’” #168. Pedro Santos: “No Leixões tive seis meses de salário em atraso, queria comer e não tinha dinheiro, tive de pedir à minha mãe que mandasse dinheiro” #169. Leonel Pontes: “O Ronaldo foi à minha casa e deixei-o andar numa acelera. Ele tinha 13 anos, fez um cavalo, roda no ar durante três metros, e desapareceu” #170. Ricardo Carvalho: “Nunca fui sociável. Era calado, fingia que bebia vinho para não me chatearem. Os meus colegas ouviam música, eu rezava antes do jogo” #171. Idalécio: “Joguei no Braga, na Europa, perdi a casa, fiquei só com a roupinha. Emigrei, trabalhei no casino, servi o Cristiano e o Neymar à mesa” #172. Josué: “Cresci revoltado, aprendi sozinho, não falo com a família há 12 anos. Achava que o mundo estava contra mim. Era rude e hoje percebo isso” #173. José Sousa: “O Preud'homme punha tabaco entre os dentes e o lábio. Experimentei: ardeu-me, cuspi, fiquei branco. E ganhei um lugar à mesa do João Pinto” #174. Miguel Vítor: “Vivo a 40km de Gaza. Se toca a sirene é porque dispararam um rocket: em 45s, eu, mulher e filhas temos de ir para o bunker de betão” #175. João Peixe: “Uns chavalos drogados gritaram 'oh palhaço'. Eu, burro, respondi, levei e dei socos, fugi e fiz uma rutura. Porque não fiquei calado?” #176. Zeca: “Quando representei a Grécia, cantei o hino, arrepiei-me, lembrei-me do bairro de onde vim, de tudo o que passei. E então pensei no meu pai” #177. Paulo Santos: “Chamavam-me maluco, prefiro irreverente: baixei os calções e mostrei o rabo, no meio dos festejos, dos insultos e dos assobios” #178 (1). Rui Baião, Parte I: “Estava num WC, entram o Toni e o Jesualdo a falarem de mim e eu quis sair disparado para o bate-boca. Eu era assim: dizia e fazia porcaria” #178 (2). Rui Baião, Parte II: “Nasci com um dom, mas fui o meu pior inimigo. Pesei quase 100kg, tive problemas de coração, chorei muito. Hoje monto peças para carros” #179 (1). Vítor Pereira, Parte I: “Ia celebrar à frente do Jesus, vi-o cair de joelhos e não consegui. Virei-me, rasguei as calças atrás, imaginei o desgosto” #179 (2). Vítor Pereira, Parte II: “Entrei, os adeptos todos mascarados, a insultarem-me, comecei a contar passos e um deles salta para dentro do campo. E eu disse: ‘anda cá’” #180. Tuck: “Na Arábia, entrei no banco com a minha mulher e filha e ouviu-se logo uma voz: ‘Ladies, out’. Elas tinham de entrar pelas traseiras” #181 (1). Pedro Mendes, Parte I: “No Sporting, quando o Paulo Bento falava comigo só me lembrava dos sketches do Ricardo Araújo Pereira. Eu tinha de me conter, senão...” #181 (2). Pedro Mendes, Parte II: “O Pepe estava com o Cristiano e micou-me: ‘O puto é tuga, é do Jorge Mendes, vamos lá’. É um sarrafeiro, mas um paz de alma, bom coração” #182 (1). Bruno Gaspar, Parte I: “É difícil lidar com o Sérgio Conceição: é impulsivo, tive discussões e choques, manda-te logo f... É como o Jesus, o melhor é nem ligar” #182 (2). Bruno Gaspar, Parte II: “O Astori não apareceu naquela manhã e o Gil Dias acordou-me: 'Ele morreu'. Fiquei sem reação, até ouvir os choros e os gritos no corredor” #183 (1). André Pinto, Parte I: “Gosto do Sérgio Conceição tal como é: um homem nota mil. Para ele é preto ou é branco. Tenho até saudades de ser treinado por ele” #183 (2). André Pinto, Parte II: “Na invasão, vi o Jorge Jesus a sangrar, tinham-lhe dado um murro. Cabelos brancos, aquela idade, foi como se fosse o meu pai. Tive medo” #184 (1). José Fonte, Parte I: "O Sporting dispensou-me aos 13 anos, o meu pai dizia que era melhor agarrar-me aos estudos. Mas eu sabia que tinha qualquer coisa" #184 (2). José Fonte, Parte II: "Quanto mais velho estou, melhor, tornou-se mais fácil para mim jogar. Depois quero experimentar ser treinador" #185 (1). Carlos Xavier, Parte I: “Antigamente os sócios iam ver os treinos e o Allison, quando via que estavas a facilitar, chegava ao pé de ti e só dizia: "Don't fuck me" #185 (2). Carlos Xavier, Parte II: "Acredito que quem esteve envolvido na invasão a Alcochete está arrependido, ainda para mais com a história que o clube está a atravessar" #186 (1). Afonso Taira, Parte I: "Cheguei ao Sporting, deslumbrei-me um pouco e bloqueei. A auto-pressão foi enorme e o meu pai já não sabia o que fazer para me ajudar" #186 (2). Afonso Taira, Parte II: "Um romeno que ia jogar no meu lugar metia spray anestesiante nos pés porque dizia que não gostava de sentir a bola. Fiquei incrédulo" #187 (1). João Carlos Teixeira, Parte I: "No primeiro treino do mister Klopp, no Liverpool, eu ia vomitando. Ele chegou à minha beira e disse que ia escrever isso no livro dele” #187 (2). João Carlos Teixeira, Parte II: "A maior frustração da minha carreira até agora foi não ter jogado mais no FC Porto"
  3. Lebohang

    [Núcleo] Margem Sul

    Almada | O C.D. Cova da Piedade foi fundado no ano de 1941 como resultado da fusão de dois clubes: o União Piedense Futebol Clube e o Sporting Clube Piedense. Apesar de ter vencido a primeira edição da antiga Terceira Divisão em 1947-48 (à qual juntou mais um título na época 1970-71) o clube só conseguiu alcançar o sucesso meteórico nos últimos anos: uma AF Setúbal 1ª Divisão em 2012-13 (a quarta na história do clube) e, três anos mais tarde, a subida no Campeonato Nacional de Seniores e que garantiu ao clube a presença na LEDMAN LigaPro. | Já o Almada Atlético Clube surgiu em 1944 e, curiosamente, também através da fusão de dois clubes: o Pedreirense F.C. e o União S.C. Almadense. Tal como o C.D. Cova da Piedade o Almada venceu por duas vezes a antiga III Divisão Nacional (1948-49 e 1955-56) e conta com três títulos da AF Setúbal 1ª Divisão (o último foi em 2003-04). | | Destaque também para o G.D. Pescadores da Costa da Caparica, a equipa com mais títulos na AF Setúbal 1ª Divisão: 8. ---/--- Seixal | O Amora Football Club nasceu no dia 1 de Maio de 1921 num dos habituais piqueniques realizados pela comunidade amorense na Quinta da Princesa. Vencedor de quatro AF Setúbal 1ª Divisão (1953-54, 61-62, 62-63 e 68-69), duas Taças AF Setúbal (2011-12 e 13-14), uma antiga III Divisão (2000-01) e duas antigas II Divisão (1979-80 e 93-94, com um título pelo meio na II Divisão B Zona Sul em 1991-92) o Amora pode gabar-se de ser um antigo primodivisionário, marcando presença no escalão máximo do futebol português durante três épocas: de 1980-81 até 82-83. Na época de estreia (1980-81) o Amora conseguiu um brilhante 12º lugar, um feito notável tendo em conta os parcos recursos do clube. Num plantel que contava, entre outros, com o jovem Diamantino Miranda e o veterano Vítor Baptista (que acabou por não ser tão influente como se esperava) o destaque foi mesmo o avançado Jorge Silva, autor de 14 dos 38 golos do clube na Liga. Na temporada seguinte (81-82) o Amora foi mais além e não só voltou a garantir a manutenção (o objetivo da época) como alcançou a melhor classificação de sempre do clube na I Divisão: o 11º lugar. Foi uma luta renhida com outros emblemas (Académico de Viseu, Estoril-Praia e Penafiel) mas os 14 golos de Caio Cambalhota no Campeonato e a espetacular performance caseira (apenas duas derrotas em quinze jogos) desequilibraram a balança para o lado da equipa da Amora. Destaque também para três resultados que chocaram o país: a vitória do Amora em casa frente ao Benfica (1-0) e os dois espetaculares empates frente ao Porto nas Antas (1-1) e na Medideira (0-0). Infelizmente a época seguinte (a terceira consecutiva do clube na I Divisão) acabou por ser uma desilusão para os adeptos e o início da queda do clube. Apesar de ter obtido um resultado tremendo contra o Porto em casa (vitória por 2-1) o Amora não conseguiu melhor do que o 17º lugar (penúltimo na classificação apenas à frente do Ginásio de Alcobaça) e foi assim despromovido à II Divisão. A partir daí as dificuldades financeiras e a crise caíram sobre o clube (à imagem daquilo que aconteceu com várias equipas da Margem Sul) e o Amora não conseguiu voltar mais aos seus anos dourados, oscilando quase sempre entre a II e III Divisão. Atualmente o Amora F.C. encontra-se na AF Setúbal 1ª Divisão sendo uma das equipas mais fortes da liga: nas últimas cinco épocas acabou por quatro vezes no pódio e venceu duas Taças AF Setúbal. | | | Destaque também para outro histórico do concelho do Seixal: o Seixal F.C. Fundado no Dia do Trabalhador do ano de 1925 o Seixal F.C. atingiu o seu auge nas décadas de 50/60 quando conquistou três AF Setúbal 1ª Divisão (1951-52, 54-55 e 55-56), uma III Divisão (1960/61), uma Taça Ribeiro dos Reis (1961-62) e a Zona Sul da II Divisão (1962-63) que deu acesso à I Divisão (o Seixal no entanto não conseguiu vencer a prova pois perdeu a final contra o vencedor da Zona Norte, o Varzim). No entanto a promoção estava atingida e o Seixal acabou por estar duas temporadas na companhia dos grandes do futebol português: 1963/64 e 64-65. Na primeira época o Seixal conseguiu um 12º lugar entre 14 equipas, fugindo assim com sucesso da despromoção. No entanto a segunda época na I Divisão acabou por não ser tão boa e a equipa seixalense acabou mesmo por cair: penúltimo lugar na classificação geral, apenas à frente do Torreense e bastante atrás (12 pontos de diferença) do Lusitano de Évora. De destacar o facto de o Seixal ter contado nesta segunda época na I Divisão com um GR que viria a fazer história no Benfica: José Henrique, que começou no Amora, transferiu-se para o Seixal e depois assinou pelo clube encarnado onde ficaria durante 13 épocas, conquistando 8 Campeonatos e 3 Taças de Portugal. A nível de resultados de salientar uma vitória frente ao Braga por 3-0 em casa, outra vitória fora frente ao Belenenses por 1-2 e, talvez, aquele que foi o resultado mais famoso do Seixal em duas épocas no principal escalão do futebol português: um empate a zero frente ao Sporting no Estádio do Bravo na época de 1964-65. A partir daí a estrela do Seixal minguou e o clube nunca foi mais o mesmo: apesar de ainda ter conquistado mais alguns títulos (uma III Divisão em 1967-68, uma AF Setúbal 1ª Divisão em 1984-85 e mais uma III Divisão em 1999-00) as dificuldades financeiras acabariam por fazer mossa no clube e, na temporada de 2007/08, a direção decidiu extinguir a equipa de futebol sénior mas mantendo os escalões de formação. ---/--- Barreiro | Fundado a 27 de Janeiro de 1937 com o nome de Grupo Desportivo da CUF do Barreiro o atual Fabril (designado também no passado como CUF Barreiro de forma a distinguir dos parentes CUF Lisboa e CUF Porto) foi um dos mais emblemáticos clubes portugueses, não só pelo sucesso desportivo que teve como também pelo facto de ser um caso raro no futebol português: um clube-empresa, ou seja, um clube onde os atletas não só jogavam no clube (neste caso a CUF Barreiro) como também tinham ao mesmo tempo um posto de trabalho na fábrica (a CUF). Isso, as boas condições desportivas e financeiras e o facto de ter o alto patrocínio de uma das maiores empresas europeias da altura fez com que a CUF rapidamente saltasse para a ribalta, atingindo a I Divisão na época 1942/43, apenas cinco anos depois de ter sido criada. A primeira aventura no escalão máximo do futebol português durou apenas uma época (penúltimo lugar) mas o clube barreirense não desistiu e depois de ter vencido a II Divisão nove anos mais tarde (1953-54) a CUF iniciou uma época dourada ficando na I Divisão durante 22 épocas consecutivas. A CUF Barreiro pode nunca ter vencido a I Divisão de Futebol (o mais próximo disso foi um Nacional de Hóquei em Patins em 1964/65) nem a Taça de Portugal (as meias-finais das épocas 1968-69 e 1972-73 foram as melhores campanhas da história do clube na competição) mas pode orgulhar-se de ter sido uma das poucas equipas a intrometer-se na luta dos Três Grandes pelo título: em 1964-65 a CUF terminou a I Divisão no 3º lugar e tornou-se numa das poucas equipas fora Benfica, Sporting e Porto a fazer um pódio no Campeonato Português, somando também mais dois quartos lugares (1961-62 e 71-72) e dois quintos lugares (1959-60 e 63-64). Para este sucesso desportivo acontecer muito contribuíram alguns grandes jogadores que passaram pela CUF Barreiro e que acabaram por marcar o futebol português: Conhé, Fernando Oliveira, Capitão-Mor, Mário João (bicampeão europeu pelo Benfica), José Palma, Vieira Dias, Arnaldo José Maria, Carlos Manuel e Manuel Fernandes (que mais tarde brilharia no Sporting). De destacar também as três participações da CUF nas competições europeias: a 1ª na época de 1965/66 onde a CUF derrotou de forma brilhante o AC Milan no Estádio Alfredo da Silva por 2-0, com os golos a serem apontados por Fernando Oliveira e Abalroado. Na segunda mão derrota da equipa barreirense por 0-2 e nova derrota no jogo de desempate (também em Milão) por 0-1 e que ditou o afastamento da Taça das Cidades com Feira. Em 1967-68 nova participação na TCF mas sem sucesso com a CUF a ser novamente afastada mas desta vez pelo FK Vojvodina (dupla derrota por 1-0 e 1-3). Por fim a participação na Taça UEFA de 1972/73 onde a CUF ultrapassou os belgas do Racing White por 3-0 (0-1 e 2-0) e perdeu contra o Kaiserslautern por 3-2 (1-3 no Barreiro e 0-1 na Alemanha). Após o 25 de Abril a CUF (empresa) desmoronou-se e o clube foi praticamente de arrasto: em 1975/76 a CUF ficou em último lugar da I Divisão e foi despromovida. A partir daí a equipa nunca mais conseguiu atingir um sucesso desportivo estável, jogando nos campeonatos nacionais mais baixos e, a partir dos anos 90, oscilando entre a última liga nacional e primeira divisão distrital. Atualmente joga na AF Setúbal 1ª Divisão mas por pouco tempo: o clube venceu pela quinta vez esta competição e, na próxima época, irá jogar no CNS. Uma liga melhor para um clube que soma 23 presenças na Liga Portuguesa, mais do que Rio Ave (22) e Nacional (17)… | | | Mas curiosamente menos do que o grande rival da cidade: o F.C. Barreirense (24). Fundado no dia 11 de Abril de 1911 o Barreirense rapidamente assumiu-se como um dos maiores clube da Margem Sul, ganhando 6 Campeonatos de Setúbal, como também ganhou uma grande rivalidade com a CUF/Fabril e que praticamente marcou presença em todas as competições nacionais (literalmente falando porque os dois clubes já estiveram simultaneamente na I, II e III Divisões Nacionais – assim como nas Divisões Distritais). Apesar de nunca ter estado muito tempo na I Divisão (o melhor foram oito épocas consecutivas) o Barreirense pode orgulhar-se de ter conseguido um 4º lugar na época 1969-70 e dois quintos lugares (1939/40 e 1952/53). Além disso a equipa do Barreiro também conta com sete II Divisões (clube com mais títulos), um Taça FPF (1976/77) e uma Taça Ribeiro dos Reis (1967/68), sendo também finalista por duas vezes do Campeonato de Portugal (1929-30 e 33-34, onde perdeu contra o Benfica e Sporting respetivamente) e semifinalista da Taça de Portugal por cinco vezes, acabando por nunca ter conseguido chegado à final. Muitos foram os jogadores de grande talento que passaram pelo clube do Barreiro: Azevedo, Pireza, Arsénio, Albano, Neno, Nelinho, José Augusto, Carlos Gomes, Chalana, Carlos Manuel e Manuel Bento. Uma fábrica de talentos que ajudou a alimentar (e muito) os grandes clubes lisboetas (só para o Benfica o Barreirense forneceu mais de 50 jogadores…) Destaque também para a única aventura do Barreirense nas competições europeias de futebol: a eliminatória contra o Dínamo de Zagreb na Taça das Cidades com Feira da época 1970/71. Na primeira mão o Barreirense venceu em casa a equipa croata por 2-0 mas a vantagem acabou por se revelar curta: em Zagreb o Barreirense não conseguiu aguentar a pressão croata e perdeu por 6-1. | | | ---/--- Moita Seguimos para o concelho da Moita onde as referências futebolísticas não são muitas e portanto a escolha baseia-se no clube com mais títulos: o União Futebol Clube Moitense. Fundado em 1923 o U.F.C Moitense tem dois títulos AF Setúbal 1ª Divisão (1970/71 e 80/81) e na presente época desportiva alcançou um terceiro mas na 2ª Divisão (2015/16), garantindo assim o acesso à 1ª Divisão Distrital. Um título importante para um clube que agora conta com boas infraestruturas (um estádio com relvado sintético e boas bancadas). ---/--- Montijo Seguimos para o Clube Olímpico do Montijo (11 de Julho de 2007) que, numa outra vida, foi também conhecido como Clube Desportivo do Montijo. Fundado no dia 1 de Setembro de 1947 o C.D. Montijo conheceu um crescimento relativamente rápido, ganhando uma AF Setúbal 1ª Divisão na época 1950/51 e uma III Divisão 15 anos depois (1965/66). Depois de alguns anos na II Divisão o C.D. Montijo finalmente conseguiu subir e tornar-se numa das poucas equipas primodivisionários da Margem Sul: aconteceu em 1971/72, quando a equipa montijense venceu a Zona Sul e perdeu no play-off de campeão contra o União de Coimbra. Mesmo apesar da derrota o objetivo da subida estava concretizado e, no total, foram três as épocas em que o C.D. Montijo fez companhia aos grandes do futebol nacional (1972/73, 73/74 e 76/77) Ao longo dessas três épocas o C.D. Montijo nunca conseguiu fazer uma grande classificação final (o melhor foi na primeira época onde conseguiu um 13º lugar entre 16 equipas – e mesmo assim teve que jogar uma mini liguilha para conseguir evitar a despromoção) e acabou por ser despromovido quer na sua segunda época na I Divisão (73/74) quer no seu regresso ao escalão máximo do futebol português três anos depois (76/77). Os melhores resultados do clube montijense na I Divisão acabaram por ser dois empates a um golo contra Porto e Sporting em casa (76/77), outro empate contra o Sporting mas desta vez a zero (72/73) e uma vistosa goleada de 8-1 ao Oriental (73/74). De destacar alguns jogadores que passaram pelo C.D. Montijo durante a sua aventura na I Divisão (mais tarde iriam aparecer outros como Ricardo e Paulo Futre): Celestino Martins e sobretudo João Alves, o famoso “Luvas Pretas”, que passou pelo clube no início da sua carreira. Depois da queda definitiva em 1976/77 o C.D. Montijo enfrentou sempre graves problemas económicos (como aqui já foi dito foi sempre uma constante para os clubes a sul do Tejo) e, mesmo tendo vencido novamente uma III Divisão (1989/90) e uma AF Setúbal 1ª Divisão (2000/01), o clube entrou numa situação incomportável a nível financeiro ao ponto de, em 2007, os sócios terem decidido extinguir o clube por falta de dinheiro. Atualmente existe o Clube Olímpico do Montijo, uma espécie de sucessor do clube, que milita na AF Setúbal 1ª Divisão (já chegou a vencer esta competição em 2010/11). | ---/--- Alcochete Tempo agora para o Grupo Desportivo Alcochetense, talvez o clube mais importante do concelho de Alcochete (pelo menos é aquele que mais troféus venceu). Fundado no dia 1 de Janeiro de 1937 o Alcochetense nunca conseguiu alcançar resultados de relevo nas competições nacionais (pelo menos nunca foi campeão embora muito provavelmente tenha participado na antiga III Divisão, no mínimo) embora a nível distrital a conversa seja outra: 4 AF Setúbal 1ª Divisão (1972/73, 97/98, 04/05 e 08/09) e uma Taça AF Setúbal (2014/15). Edit: Afinal estava errado. Como o user Thor Odinsson relembrou o Alcochetense tem um resultado assinalável nas competições nacionais e com o qual se pode orgulhar: uma vitória por 2-1 em casa contra o Leiria na 3ª Eliminatória da Taça de Portugal 2011/12. De realçar que, na altura, o Alcochetense estava na III Divisão e o Leiria na I. ---/--- Sesimbra Fundado no dia 10 de Agosto de 1947 como resultado da fusão de três clubes (União Futebol Sesimbra, Vitória Futebol Clube e Ases Futebol Clube) o Grupo Desportivo de Sesimbra é conhecido sobretudo graças ao… hóquei em patins, modalidade onde conseguiu vencer uma competição internacional. Na época 1980/81 o GD Sesimbra tornou-se na primeira equipa portuguesa a vencer a Taça CERS ao bater na final os holandeses do Lichstadt por 6-1 (4-1 em casa e 0-2 fora). No entanto o futebol também foi uma parte sempre importante da vida do clube e contribuiu com alguns títulos para o palmarés do clube: 5 AF Setúbal 1ª Divisão (1949/50, 52/53, 66/67, 95/96 e 09/10) e dois títulos em series da III Divisão Nacional (1962/63 e 98/99). De salientar também alguns ex-jogadores famosos que passaram pelo clube de Sesimbra: Rui Águas (em início de carreira), Jaime Graça (em final de carreira), os gémeos Paixão (Flávio e Marco) e sobretudo José Mourinho. | | ---/--- Palmela Fundado no dia 5 de Agosto de 1948 como resultado da fusão de dois clubes o Clube Desportivo Pinhalnovense pode não ser o clube do concelho de Palmela mais antigo, com mais história ou com maior palmarés mas, pelo menos, é o emblema com mais sucesso. Apesar de só ter vencido uma AF Setúbal 1ª Divisão na época 1998/99 e uma III Divisão Nacional em 2002/03 o Pinhalnovense soube aguentar-se nas sempre competitivas últimas divisões portuguesas e, atualmente, é o único representante do concelho no Campeonato Nacional de Seniores (ou Campeonato Portugal, como quiserem, pois eu ainda utilizo o nome antigo da competição em questão). De salientar alguns ex-atletas relativamente famosos do Pinhalnovense: Santamaria (ex-DC do Sporting), Rui Baião (ex-Benfica), Gonçalo Quinaz e Jorge Cadete. No entanto o mais famoso deles todos passou mesmo pelo… banco: Paulo Fonseca, ex-treinador do Porto e do Braga, foi treinador do Pinhalnovense nas épocas 2009/10 e 10/11. | ---/--- Setúbal E por fim o último concelho (Setúbal) onde temos o União Futebol Comércio e Indústria como clube mais importante (tal como já tinha dito o Vitória FC não conta :mrgreen:). Fundado no dia 24 de Junho de 1917 (um clube quase centenário portanto) o UFCI era na altura o clube dos empregados da então florescente indústria conserveira da cidade de Setúbal. Tendo um papel decisivo na criação da AF de Setúbal (a primeira assembleia foi na sua sede pois, na altura, a AF ainda não tinha as suas próprias instalações) a UFCI sempre enveredou pelo ecletismo e amadorismo desportivo, estando presente em diversas modalidades como o futebol, ciclismo, andebol, atletismo, futsal, ténis, entre outras. Naquela que mais interessa para o tópico (futebol) o União Futebol Comércio e Indústria nunca conseguiu melhor do que presenças na III Divisão Nacional (muito por culpa da escassez de recursos financeiros) e com o seu jogador mais famoso a ser, claro está, José Mourinho que terminou a carreira como jogador no clube e iniciou as funções de técnico das camadas jovens na UFCI logo depois de pendurar as chuteiras. | Links úteis: Futebol: AF Setúbal | AF Setúbal (Zerozero) Jornais: Distrito Online | Diário da Região | Rostos | Comércio do Seixal e Sesimbra | Setúbal na Rede | O Seixalense | O Setubalense | Semmais Blogs: Jornal de Desporto | Futebol na Margem Sul | Desporto no Distrito de Setúbal | Jovens Talentos Margem Sul
  4. Jogadores Emprestados: 2015-16 Jogadores Emprestados: 2016-17 Jogadores Emprestados: 2017-18 Jogadores Emprestados: 2018-19 Jogadores Emprestados: 2019-20 Keaton Parks, 21 anos (New York City) Óscar Benítez, 26 anos (Atlético San Luis) Bruno Varela, 24 anos (AFC Ajax) Facundo Ferreyra, 27 anos (Espanyol) Igor Rodrigues, 24 anos (Chaves) Alex Pinto, 21 anos (Gil Vicente) Cristian Lema, 29 anos (Newell's Old Boys) António Ribeiro, 19 anos (Académica OAF U23) Pedro Pereira, 21 anos (Bristol City) Filip Krovinovic, 23 anos (West Bromwich Albion) Alfa Semedo, 21 anos (Nottingham Forest) Diogo Gonçalves, 22 anos (Famalicão) Heriberto Tavares, 22 anos (Boavista) Chris Willock, 21 anos (West Bromwich Albion) João Victor, 19 anos (Fafe) José Gomes, 20 anos (Portimonense) Jhonder Cádiz, 24 anos (Dijon) Gustavo Schneider, 19 anos (Vitória FC U23) Gérman Conti, 25 anos (Atlas) Total: 19 Jogadores Tópico para discutir o desempenho dos jogadores emprestados pelo Benfica.
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