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Tudo que Lebohang publicou
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Marrocos também tem um plano para ser Campeão do Mundo em Ténis nos próximos 10 anos?
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Mais facilmente se retirava José Saramago do 12° ano pelas ideias patéticas que ele tinha em torno de uma nova União Ibérica do que por ser comunista, na minha modesta opinião. Quando muito foi retirado pelas posições religiosas.
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Rocha em modo Davis Cup despachou o Budkov Kjaer por 61 62
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76 46 46. ganhou o Burruchaga.
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Era esta uma das reformas que Cavaco Silva defendia no seu artigo do Expresso?
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Rocha venceu o Jorda Sanchis por 63 62. Vai defrontar o Budkov Kjaer
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[Campeonato de Portugal] Todas as jornadas
Lebohang respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Os Marialvas 1-1 União da Serra | Fátima 0-2 Oliveira do Hospital Vitória de Sernache oficialmente confirmado na Fase de Promoção. Quanto à outra vaga a luta está engraçada: BCB 43 pts União da Serra 41 pts Naval 41 pts Oliveira do Hospital 41 pts Próxima jornada teremos Peniche vs BCB | Naval vs Lajense | Oliveira do Hospital vs União da Serra -
Jens Verbrugghe vence a última etapa da Volta ao Alentejo, Tiago Antunes vence a GC. Primeira vitória de relevo do projeto do Azevedo ao fim de 4 anos (e mesmo assim não é assim tão de relevo visto que é uma prova 2.2 que praticamente não conta para o totobola a nível internacional) e por um ciclista da mesma geração do João Almeida que está bem longe de ser uma promessa desenvolvida e trabalhada pela equipa, como o Azevedo tanto queria quando entrou na Efapel. Bom, pelo menos provam que podem dar alguma luta à Anicolor nesta temporada.
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João Almeida falou à imprensa e confessou que não se encontra no melhor momento físico. "Não me sinto muito bem na bicicleta, nesta altura. Talvez precise de descansar, perceber o que se passa de errado comigo e continuar a trabalhar no duro", começou por dizer o ciclista da Emirates. O atleta natural de A-dos-Francos foi ainda questionado se esse mal estar está ligado à queda que sofreu na 5.ª etapa da prova catalã. Contudo, refutou esse cenário. "Não, já me sentia assim antes de começar. Talvez precise de fazer alguns exames e e algumas análises. Terei de ver com a equipa médica", finaliza. https://www.record.pt/modalidades/ciclismo/detalhe/joao-almeida-revela-que-tem-sentido-dificuldades-fisicas-talvez-precise-de-fazer-exames
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Parece-me evidente que a UAE deve ter obrigado o Almeida a comparecer aqui na Catalunha mesmo não estando numa boa forma física porque quem não treina como deve ser antes do Paris-Nice também não deverá estar apto para uma prova que se realiza duas semanas depois. Mas é algo preocupante esta forma do Almeida quando estamos a pouco mais de um mês do Giro.
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Super equipa a ser montada para a próxima época. Para o ano é que é!
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64 61 para o Faria. Vai defrontar o Burruchaga na final
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Acevedo Masterclass
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Almeida já no elástico
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Não é IA mas há falta de tópico... achei interessante
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Feito, 76 61 para o Jaime Vai jogar contra o Dellien
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A resolução do Gana falar da maior migração humana forçada da história quando a Ásia sempre foi o continente mais populoso e ter acontecido Império Mongol por lá...
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Rúben Pereira masterclass
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Verdade seja dita esta temporada seria sempre extremamente complicada para o Almeida, no ano passado ganhou três provas de uma semana (contra uma concorrência duvidosa mas vitórias são vitórias) e foi 2° na Vuelta. Seria basicamente impossível melhorar a performance de 2025 para 2026 porque nas provas de uma semana apanharia Vingegaard nas duas (e ele dá-se sempre mal no P-N e na Catalunha) e nos GT's terá que forçosamente ganhar um deles pois tendo sido 2° só se melhora a performance ganhando. Veremos em Maio
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Poupança de watts segundo as novas teorias da Eurosport PT onde agora os corredores que descolam do grupo principal não passam por dificuldades mas apenas fazem uma gestão inteligente do esforço.
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Faria derrotou o Meligeni Alves por 62 36 62 Defronta hoje o Nava
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A dias do Mundial de paraciclismo, Bernardo ainda desconhecia se participaria. Procurou a mediação de José Marques, que falou com Cândido Barbosa, mantendo-se o presidente intransigente. A Comissão de Atletas Paralímpicos e Surdolímpicos mediou o conflito, propondo que fosse feita a integração no projeto sem técnico da FPC associado. Foi assim que se deu a participação no Mundial, na Bélgica, ficando em 9º no contrarrelógio e na prova em linha. No entanto, não se deu a prometida integração na bolsa paralímpica. Insultos, gritos, impasse Entre 16 e 19 de outubro decorreram, no Brasil, os Mundiais de Paraciclismo de Pista. Portugal fez-se representar por dois atletas: Telmo Pinão, que realizou a última prova antes de mudar de funções, e Miguel Pacheco. José Marques era o vigente selecionador nacional, mas não viajou com a comitiva. Além disso, os convocados não foram escolhidos pelo técnico. Após as opiniões de José Marques não terem sido consideradas, o selecionador paralímpico viria a ser afastado imprevisivelmente do cargo, passando a coordenar as escolas de ciclismo, segundo o organigrama federativo. Em simultâneo, Pinão foi anunciado como sucessor. A mudança formal de líder da equipa nacional deu-se em novembro de 2025. Telmo Pinão convocou então Bernardo Vieira, tal como outros corredores, para uma reunião. Aí, garante o atleta, o novo responsável transmitiu que, se Vieira não aceitasse os critérios impostos pela FPC, seria “expulso” da seleção e do projeto paralímpico. A meio desse encontro, Bernardo foi mandado sair, descrevendo as “asneiras” utilizadas no vocabulário de Pinão. Ao Expresso, a FPC nega esta chantagem. Já em janeiro houve uma outra reunião, em que a mensagem foi reforçada: “Se eu não aceitasse as condições, não seria reintegrado no projeto paralímpico”, assegura o campeão nacional de fundo e contrarrelógio na categoria C1. “O Telmo quer pôr e dispor à maneira dele. Sempre estive disponível para colaborar e arranjar uma solução, mas não pode ser com este ‘quero, posso e mando’. Já estive no passado em projetos com o Telmo e tenho-me vindo a afastar por não gostar da forma de ele trabalhar. Estou a ser obrigado a treinar com alguém de quem só quero distância”, desabafa Bernardo, que fala em “assédio moral e laboral”. A Comissão de Atletas Paralímpicos e Surdolímpicos lembra, através de declarações ao Expresso de Nelson Lopes, o presidente, que “nos contratos-programa para LA 2028 está explícito que a escolha do técnico é da total responsabilidade do atleta” e que “não se compreende esta intransigência”. Em fevereiro, o heptacampeão nacional soube que não lhe tinha sido atribuída qualquer competição para 2026 Entretanto, e já depois de ser proposto que Pinão tivesse o controlo de dois treinos por semana do paraciclista — fórmula que o selecionador disse ser a única aceite por Cândido Barbosa e rejeitada pelo corredor —, houve um encontro, a 13 de fevereiro, para apresentação do planeamento e orçamento da nova temporada. Bernardo foi surpreendido com o facto de não lhe ser atribuída qualquer competição para 2026. Nesse mesmo dia deram ao paraciclista documentação para assinar. Tratava-se da justificação de despesas de 2025, em rubricas como nutricionistas e psicólogos. No entanto, Vieira assegura não ter utilizado quaisquer desses serviços no ano passado. A Federação, em resposta ao Expresso, garante que “todos os procedimentos administrativos e financeiros são conduzidos em conformidade com as normas aplicáveis, garantindo controlo, validação e transparência na gestão dos recursos”. A postura da FPC liderada por Cândido Barbosa é descrita, quer por Bernardo Vieira, quer por outras fontes, como agressiva, de coação. Quando o atleta falou com o Comité Paralímpico ou com a Comissão de Atletas, a Federação contactou-o de forma intimidatória, para impedir gestos semelhantes no futuro. Comissão de Atletas Paralímpicos fala em posição “pouco democrática” da federação, que nega acusações “Isto coloca em causa a minha carreira. Eles não estão habituados a que os enfrentem”, atira Bernardo Vieira, que aguarda por uma solução para nova polémica a envolver a direção do ex-ciclista. Em dezembro, a Procuradoria-Geral da República confirmou ao Expresso que o líder da FPC estava a ser investigado por alegada venda fictícia da StrongSpeed, empresa que se dedica à montagem de estruturas de corridas e que durante 2025 foi contratada para eventos da FPC. No mesmo mês, o ex-assessor José Carlos Gomes, revelou a intenção de ir para tribunal contra a FPC por assédio laboral. O presidente da Comissão de Atletas Paralímpicos e Surdolímpicos manifesta “apreensão, surpresa e preocupação” pelo problema. “Não conseguimos perceber a posição da Federação”, diz Nelson Lopes, que classifica de “pouco democrática” a atitude para com Bernardo, utilizando a mesma expressão do paraciclista para descrever o modus operandi da direção de Barbosa: “Tivemos conhecimento de comentários da Federação que traduzem uma situação de ‘quero, posso e mando’.” Contactada pelo Expresso, a FPC diz “não ter conhecimento de qualquer acusação de assédio moral ou laboral” e refere “desconhecer a ligação entre o treinador André Nunes e o atleta Bernardo Vieira”, já que “todo o percurso” do corredor “dentro da Federação” foi com a orientação de José Marques. Apesar de “todos os atletas terem liberdade para escolher a sua equipa técnica”, vinca que a “integração em projetos de preparação e representação nacional está sujeita a um modelo técnico e institucional definido pela Federação, aplicável de forma transversal a todos os atletas de alto rendimento”, o qual “visa garantir coerência, equidade, controlo e qualidade no acompanhamento desportivo, sendo condição para a participação em ações oficiais, nomeadamente no âmbito do projeto paralímpico”.
