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  1. O período de Julho/Agosto, coincidiu, essencialmente, com o surgimento de vários surtos em lares de idosos. Mesmo vários sendo assintomaticos, "por pressão vinda de fora do estabelecimento" tinhas idosos a ser transferidos para o hospital e, assim, proceder à desinfecção do espaço. Também, visto que tinhas uma menor pressão em nível de internamentos, tinhas margem de manobra para internar malta que, mesmo não tendo sintomas, não tinha condições para manter o seu isolamento profilático em casa e, por isso, ficavam pelos hospitais. Não me recordo foi do momento em que a alta clínica passou para os 14 dias - e depois 10 -, algo que fez, logo aí, baixar consideravelmente o número de internados. P.S.: Apenas deixo esta nota, ao todo, na última 6f do confinamento, os internados eram 980.
  2. Filipe Froes, especialista na matéria, na SIC Notícias, esta noite, disse que, desde inicio, a Ordem dos Médicos aconselhou que a incidência fosse vista tendo em conta as NUT II. Sabes quantas NUT II existem? Só uma pista, a abordagem que eu falei aqui era a NUT III, mais localizada que a NUT II. Também disse, e congratulou-se, que hoje tivessem apresentado uma proposta para a mudança no critério da incidência, aglomerando concelhos, de forma a não prejudicar os concelhos menos populosos. E, aliás, uma das pessoas que criou o tal quadrado, no Telejornal, por acaso falou numa "incidência ajustada com os dados daquele concelho e vizinhos" como parâmetro de análise. Telejornal de hoje, atenta ao que o Presidente da Câmara (não é o único) diz: https://www.rtp.pt/noticias/pais/covid-19-especialista-propoe-que-risco-nao-seja-so-medido-por-concelho-mas-pela-vizinhanca_v1311950 Lá por ter um nível de incidência elevado, não quer dizer que a situação esteja descontrolada. O que o @Descartes quer sei eu muito bem. Ao início, quando tudo ainda era desconhecido e quase todos defendiam um confinamento puro e duro, ele era daqueles que dizia "ainda é cedo, não é nada preciso". Hoje em dia, já mais se sabe do vírus, há vacinas, sendo que, em Portugal, grande parte das pessoas acima dos 80 anos já está imunizada, sendo essa a faixa mais fatigada em termos de vítimas mortais. A tendência dos internamentos continua em queda e, continuando a haver poucos casos a necessitar de internamento por a grande maioria ser assintomatica, é "irreversível a próxima abertura da próxima fase do desconfinamento". Meti entre-aspas, pois citei o Dr. Filipe Froes. Eu não me estou a contradizer. Posso não me expressar bem às vezes. Os únicos números a ter em conta são os acumulados. Ir por percentagens não leva a lado nenhum. Estar a "tapar" concelhos por poucos casos enquanto se deixa outros populosos aumentar as suas cadeias de transmissão foi aquilo que fez Portugal chegar ao ponto que chegou.
  3. Lembrando que em pequenos concelhos pode haver uma incidência alta embora o número de casos seja reduzido, o matemático Óscar Felgueiras deu o exemplo de Vimioso, que tem uma incidência concelhia de 249 casos, mas apenas 4.000 habitantes. Mas olhando aos quatro concelhos vizinhos, a incidência conjugada baixa para 53. Isto é, a incidência vizinha, como lhe chamou, tem vantagens como "sinalizar o risco associado à proximidade de zonas mais críticas, evitar a sobrevalorização de surtos em pequenos concelhos e favorece uma maior continuidade geográfica neste indicador". No entanto, para evitar que haja um "ajuste excessivo de suavização do risco" naquele concelho, o professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, propõe outro tipo de incidência, a que chamou de incidência ajustada: uma média ponderada entre o indicador concelhio e o da vizinhança. "Não tem como objetivo fazer uma previsão pura, mas sinalizar zonas de risco", apontou o especialista. Na reunião realizada esta manhã no Infarmed, Óscar Felgueiras mostrou uma matriz com a incidência concelhia no eixo do "X" e a ajustada nos "Y", sendo que o tamanho das bolas varia de acordo com a dimensão da população. Pegando no exemplo de Portimão, que tem registado valores elevados nas últimas semanas, os concelhos vizinhos ficam com um risco mais agravado e o de Portimão um pouco suavizado. "Esta pretende ser uma métrica acessível, que traduz o risco de proximidade e de mobilidade. Corrige o risco de sobrevalorizar os casos em concelhos pequenos e é uma ferramenta para implementar medidas de saúde pública preventivas. É complementar ao indicador da incidência concelhia, que determina zonas de reação – testar, rastrear, isolar -, mas em concelhos vizinhos que tenham uma incidência ajustada elevada também se justifica alguma prevenção", resumiu. https://www.jornaldenegocios.pt/economia/saude/detalhe/peritos-aconselham-governo-a-avaliar-risco-regional-no-desconfinamento Li tudo, inclusive essa parte toda, obrigado. Quanto ao resto. "Menos cafés, menos papelarias, mais população idosa", contudo, há uma menor mobilidade quando comparado com as AM. E, com o avanço da vacinação nas faixas etárias de risco, são os 25-50 anos que tiveram um aumento significativo na incidência, sendo eles grande parte da população ativa do país. Sendo que o vírus é de rápida transmissão, quanto mais pessoas contactares, mais risco de contágio há. Também há este estudo: Os investigadores foram analisar se "havia um padrão geográfico nas áreas mais afetadas" e constataram que "eram sempre os mesmos 20 concelhos, na maioria localizados na região norte litoral do país, que eram consecutivamente, nestes períodos, os mais afetados pela pandemia". "Depois fomos testar se havia uma relação com o nível socioeconómico dessas áreas e realmente conseguimos perceber que a incidência cumulativa de casos ao longo desse período estava relacionada com as variáveis de desemprego nessas regiões e também com a variável da densidade populacional", explicou Joana Alves. O que concluíram foi que "todos os concelhos que eram mais afetados pela pandemia eram também aqueles que registavam maiores níveis de desemprego". https://www.jn.pt/nacional/municipios-com-mais-desemprego-sao-os-mais-afetadas-pela-pandemia-diz-estudo-13566346.html Usei as % para veres que, indo por esse caminho, não te safavas se fosses a planear a defesa contra uma nova vaga. Maior densidade populacional, maior mobilidade e concentração nos mesmos espaços, maior risco de contágio, maior probabilidade de gerar múltiplas cadeias de transmissão e perder o controlo da situação.
  4. Tiveste os hospitais que servem a população de Figueira de Castelo Rodrigo, de Pinhel, de Aguiar da Beira, a ter que enviar doentes para a Madeira ou para fora de Portugal, para fazer face à súbita fila de ambulâncias à porta dos hospitais? Como tu disseste, e bem antes, que a AML está mal servida de hospitais, problemas que já vêm de trás. Basta ver que, por exemplo, Sintra não têm hospital próprio, partilhando-o com a Amadora, sendo que foi um dos hospitais que mais sentiu na pele o impacto do vírus, tendo em conta o nível de internamento. Outro hospital a ter problemas foi o de Loures. Contudo, preferes tapar os olhos e continuar a achar que é o Alentejo a pior zona do território nacional enquanto vais acumulando casos e mais casos em Lisboa, só porque tem uma almofada, em termos de incidência, maior. Força. Depois não te queixes que está tudo a abarrotar outra vez. @SAS_Robben, não quero nem tenciono ter razão. As coisas têm que ser claras como água, simples. Dizer que as zonas menos populosas e menos densas são as de maior incidência e, na prática, serem as zonas mais populosas e mais densas as que concentram maior número de casos dia após dia é só incoerente. Felizmente, quase a totalidade das pessoas acima dos 80 anos, já tem as duas doses da vacina. Sendo a faixa etária com mais óbitos registados, maioritariamente referente a surtos em lares, este número de vacinados, a acompanhar pela baixa incidência atual e inexistência de novos surtos em lares, são bons indicadores para o futuro. ---------- Ao longo deste tópico: Vacinas e probabilidade de coágulos ou tromboses: "Cancelar a vacina por 6 casos em milhões de doses administradas? Estupidez. Até a pílula tem mais probabilidade de originar coágulos do que a vacina contra o covid. Saiu de circulação?". 8 casos num concelho de 2000 habitantes nos últimos 14 dias (240 casos por 100 mil habitantes): "Atendendo à população residente, os 8 casos oferecem um grande perigo para a população. Fechem! Fechem antes que seja tarde!"
  5. Já, inclusive, em tempos falei que o Sporting não necessitaria de avançado, que o sistema/modelo de jogo do RA era capaz de criar bastantes surpresas, quase ninguém acreditou e, puff, em 1o lugar com +6pts. Mas, fica descansado, vou dar mais atenção ao resto.
  6. Oh meu caro, ensinamentos da Ciência: O vírus propaga com mais rapidez em zonas mais densas, em termos de população. Olha a Lombardia, por exemplo, na primeira vaga da pandemia, ou Madrid. Motivo esse, para o qual, o Norte de Portugal ser a região mais afetada pelo vírus em termos de positivos. O Litoral, por sua vez, é a que, em termos de casos, concentra mais do que o Interior do país. É este pequeno pormenor que te está a escapar. @Taka Só uma nota, a semana passada, 599 dos 874 foram referentes a dias anteriores, ou seja, 275 foram os casos reais. O que, por esse motivo, +133.
  7. "À semelhança do que ontem aconteceu, a região Norte volta a ser a que soma mais casos de infeção (153). Lisboa tem mais 137, o Centro mais 48, o Alentejo mais 24 e o Algarve mais 13. Açores e Madeira somam 24 e 9 infetados, respetivamente." Basta dos 24 casos no Alentejo, 4 serem do Alandroal e, voila, 120 casos por 100 mil habitantes. Mas foi o Norte a ter mais casos, só que o Alentejo é que têm mais incidência.
  8. @Vaart10 volto a repetir, reunião Infarmed de hoje: "Óscar Felgueiras, da Administração Regional de Saúde do Norte e Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, aborda a questão de confinar concelhos com base na incidência. "Um dos problemas da consideração da incidência concelhia como indicador único é, por vezes, haver pequenos concelhos onde um número de casos não muito grande é suficiente para ter a incidência muito alta", explica exemplificando com o caso de Vimioso Indicador "incidência vizinha do concelho em questão" seria mais adequado, aponta. As zonas de maior risco situam-se no Algarve, Alentejo e São Miguel, nos Açores." Portanto, as zonas de maior risco são aquelas que, ao longo do último ano, concentraram 6,7% dos casos positivos em Portugal? Realmente, de génio mesmo. Não se trata de contrapôr, mas sim, olhar para os números e os saber analisar. Tudo isto saiu em meios de comunicação social, não é desinformação. @JohnyM, celeuma tens tu. Junta-te ao kareca e vão à Kikas procurar "pito".
  9. Ao longo deste último ano, foram registados, em Portugal, 827765 casos positivos, que refletem a 8,14% da população (10,173,588). Desses 827765 casos, 40,2% foram registados na Região Norte (332482); 37,9% na Região de Lisboa e Vale do Tejo (313675); 14,2% na Região Centro (117808), 3,6% no Alentejo (29398); 2,6% no Algarve (21167); 1,1% na Região Autônoma da Madeira (8862) e 0.5% na Região Autônoma dos Açores (4373). Pergunta para queijinho: Que zonas territoriais do país tiveram maior concentração de casos? Ao dia de ontem, 785063 já tinham recuperado da doença, isto é, 94,8%. Infelizmente, dos casos positivos perderam a vida 16918 pessoas (2,04%). Das vítimas a lamentar, 42,4% foram na Região Lisboa e Vale do Tejo (7171); 31,5% na Região Norte (5322); 17,8% na Região Centro (3003); 5,7% no Alentejo (970); 2,1% no Algarve (355); 0,4% na Região Autônoma da Madeira (68) e 0,2% na Região Autônoma dos Açores. Aqui há a realçar alguns aspetos. Houve 3 regiões de Portugal que, comparando com as percentagens de casos ativos, tiveram uma percentagem de óbitos superior (LVT, Alentejo e Centro). No caso do Centro e do Alentejo, é de fácil explicação, englobam zonas territoriais com população mais idosa e coabitantes em lares de idosos, onde era constante o surgimento de surtos, contidos em grande parte ao próprio estabelecimento. Já aí, em alguns casos, "disparavam" a incidência nos concelhos menos populosos. Felizmente, com a vacinação, o número de surtos em lares de idosos já é algo residual ou nulo, pelo que, até ser conhecida a duração da imunidade trazida pela vacina, não é de esperar surtos em lares com aquela gravidade que existiram ao longo deste último ano. Então mas, e como é que explicamos a percentagem de óbitos em LVT? Em Janeiro era ambulâncias a entupir as entradas dos hospitais da capital, provando que algo estava mal. Ou melhor, que algo foi mal planeado e deixou a situação chegar àquele ponto catastrófico. E foi na capital que a pressão hospitalar mais demorou a aliviar. Em Fevereiro, por exemplo, já o Algarve fechava os hospitais de campanha que foram criados para fazer face ao aumento do número de internados. Queres continuar a ir mesmo pelo caminho das percentagens? Reunião Infarmed de hoje: Óscar Felgueiras, da Administração Regional de Saúde do Norte e Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, aborda a questão de confinar concelhos com base na incidência. "Um dos problemas da consideração da incidência concelhia como indicador único é, por vezes, haver pequenos concelhos onde um número de casos não muito grande é suficiente para ter a incidência muito alta", explica exemplificando com o caso de Vimioso Indicador "incidência vizinha do concelho em questão" seria mais adequado, aponta.
  10. Para o teu bem, esquece a porcaria das percentagens!!! Não te leva a lado nenhum. É engraçado também irem buscar as rendas. O cu também não tem a ver com as calças. Podem pagar mais de renda, mas, naquilo que interessa para o lay-off e os apoios do Estado, declaram mais rendimentos que um café da aldeia e, por esse efeito, recebem mais dinheiro vindo do Estado. O dos concelhos mais pequenos, aquilo que chega ou é uma ninharia que não dá para nada ou nem sequer vai chegar porque não cumpriam os requisitos mínimos que o Governo pedia para se ter acesso ao apoio. Fechar outra vez por 4 pessoas infetadas, é a morte do negócio, o pão da boca de muitas famílias a ir pelo cano abaixo.
  11. @Descartes ACES com mais de 120 casos por 100 mil habitantes -> Concelho(s) com mais casos (sem ser por 100 mil habitantes) com medidas restritivas. Porquê? Forte probabilidade da transmissão estar espalhada pela comunidade, com vários surtos em cada freguesia. Maior número de casos, probabilidade de aumentar a pressão dos hospitais. Se já foi feito algo parecido, em Junho, onde foram tomadas medidas onde o vírus estava descontrolado, seria fazer igual. @Carson Wentz Vê-se bem que não tens por perto concelhos onde, por uma família de 4 pessoas, corres o risco de confinar. Olha que quem tem negócios próprios, nesses concelhos e vizinhos, não tem condições para os manter com esses confinamentos/restrições sucessivos por 4-6-8-10 casos. E, obviamente, não têm sequer o movimento que um Bairro Alto, numa 6f à noite, têm, para lhes "relançar", financeiramente, o negócio.
  12. Sim, é 5f que vai dar luz verde (ou não) ao novo passo do desconfinamento. E a renovação do Estado de Emergência também está prevista para breve. ------- Exceção feita à semana passada, a qual não adianta fazer comparação com os dados de hoje, pois alguns dos dados vieram atrelados ao relatório do dia seguinte, o número de casos casos novos voltou a estabilizar nos 250-300: 29 Março - 309 (+38) 22 Março - 248 (-23) 15 Março - 256 (-15) 8 Março - 365 (+94) ------ Em 107 dos 308 concelhos são necessários apenas 10 casos para atingir/ultrapassar os 120 casos por 100 mil habitantes, fazendo com que o critério seja completamente "cego" e discrepante quando, por exemplo, Lisboa só atinge os 120 casos por 100 mil habitantes com 611 casos. Quantos casos precisam para confinar? https://www.jornaldenegocios.pt/economia/coronavirus/detalhe/saiba-quantos-casos-o-seu-concelho-pode-ter-ate-passar-para-nivel-de-risco
  13. Tanta barulho à volta das vacinas, mas já se chegou à conclusão que será de toma única? Ou, dada à duração da imunidade, que estimam ser "reduzida", terá que ser anual a toma? Acham mesmo que, chegando à conclusão que a toma terá que ser anual, os Governos vão voltar a vacinar a população toda? Muito por ventura, apenas os idosos e os grupos de risco - aqueles que efetivamente correm mais riscos de atingir sintomas graves ou severos e de necessitar de internamento hospitalar - é que, nessa altura, seriam o público-alvo da vacina. Não todos. Lembrar que há dados que apontam para que uma pessoa, mesmo vacinada, possa ser contagiada mas ficar com sintomas ligeiros ou nenhuns - já é "eficácia" da vacina não necessitar de internamento hospitalar -, contudo, grande parte dos casos positivos, ao longo deste ano, são assintomaticos ou têm sintomas ligeiros que os permitem recuperar em casa. Acho que temos que ter muita calma nessa hora.
  14. O cu em nada tem a ver com as calças. A DGS diz que, um contato de alto risco, só o é, após uma exposição de mais de 15 minutos a menos de outra pessoa, a qual esteja infetada. O decreto permite 4 pessoas por mesa, daqui por umas semanas, 6 pessoas por mesa. Se colocares as mesas a 4-5 metros de distância, umas das outras, mesmo assim tens facilmente menos pessoas por metro quadrado que um autocarro em Lisboa em hora de ponta.
  15. E o que importa ser da mesma altura do dia? As mesas estão ou não estão espaçadas entre elas? Estão ou não estão 4 pessoas em cada mesa? A questão das máscaras nem se fala, ou querem que se consuma com máscara agora? Por amor da Santa, credo. Deixem de ser c*ninhas! O vosso excesso de zelo ainda vos vai trazer problemas no futuro. A maior parte de vós não está preocupada em nada com o facto das esplanadas estarem bem compostas - o que é bastante positivo para a malta da restauração, que recebe muito mais rápido do que os apoios que o Governo promete -, mas sim o facto de estarem com inveja de quem quer ser livre e vai conviver para lá, pois era o que, no fundo, vocês tanto querem fazer e só não o fazem porque "arranjam desculpas" para não o fazer. Hoje fui tomar café e, calhou por acaso, encontrar um amigo meu e ficámos um pouco à conversa. Pela reação dele, mesmo com a possibilidade do postigo desde o mês passado, deve ter sido a primeira vez que ele saiu de casa. Achas que me preocupei por ele estar sem máscara enquanto comia e bebia? Zero. Se eu estava de máscara? Já tinha consumido, por isso sim. Qual é mesmo o stress?
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