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Genzo

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Tudo que Genzo publicou

  1. Cada árbitro têm o seu critério. O Manuel Mota, por exemplo, no último jogo que vi dele, pouco ou nada apitou e o jogo decorreu sem muitas quebras. Tipo à inglesa, como alguns aqui nos últimos anos têm pedido. Mas, aquilo que, sim, é mais discutível, é o facto do mesmo árbitro ter um certo tipo de critério para um determinado jogo e outro completamente oposto no jogo seguinte. O exemplo do "pobre" Gonçalo Inácio é prova disso para alguns lances do jogo de hoje. O jogo era certinho que não acabava 11 contra 11. Contudo, pior ainda, é o mesmo árbitro no mesmo jogo mudar o seu critério, como aconteceu no Rio Ave x Sporting. Na primeira parte o Aderlan Santos vê amarelo num corte - toca na bola em primeiro lugar e só depois derruba o adversário - por trás, e o Feddal, já na segunda parte, têm um lance idêntico que nem infração é. Como não ficar confuso? A verdade é que, sejamos francos, grande parte do pouco tempo útil de jogo do nosso campeonato têm o culpado principal o senhor do apito. É ele que apita falta e faltinhas, havendo aquelas equipas que aproveitam mais que as outras, e, por vezes, parece que é o treinador da equipa adversária. É que, salvo erro, a condição chave para que um pontapé livre seja marcado é a bola ter de estar totalmente imóvel no momento da marcação. Em nenhum lado diz "faz lá a barreira, pah". E nem todas as faltas é preciso o árbitro apitar. O Pepe fez falta, não houve cartão, os jogadores do Porto preferiram ir fazer queixas para cima do árbitro, o Benfica quis jogar rápido, azar para o Porto. Ou querem um jogo fluído com poucas paragens ou querem um jogo parado. As duas coisas não dá, temos pena. Por terras de sua majestade, esta época houve isto: https://www.youtube.com/watch?v=pd48OJ0oE7Y
  2. A revolta é generalizada a todos os privados que já estavam a fazer conta de receber clientes no fim do mês. Deu ontem nos noticiários, ainda o PM não tinha falado.
  3. Mercedes creio que fez alguns upgrades para este GP. A Red Bull teve alguns problemas em ambos os FP, o que em parte explica o tempo do Perez. E o Vettel deu a entender que quer ir para a McLaren. Pelo menos num dos FP parou na garagem da McLaren :mrgreen:
  4. As avaliações vão passar a ser semanais e pediu aos criadores da matriz para fazerem outra, a pôr em prática no fim do mês. Quanto ao plano de vacinação e, num momento em que algumas farmacêuticas já começam a falar numa 3a dose, quando chegar a vez dos 30-39 "completamente saudáveis" já os dos lares têm que ser vacinados outra vez, para assim aguentar o Inverno...e ainda vai faltar os 20-29 serem vacinados. Uma coisa é certa, os meus avós já levaram as duas doses.
  5. Num lado, jogo mais exterior. No outro, procura de jogo mais interior.
  6. Enfim, deixem lá o off-topic sff. Adoram que eu seja o vosso saco de pancada, tranquilo. Sorrir e acenar, meus caros. ------ Como é que está a situação das viagens para Portugal, nomeadamente da Alemanha? Já é possível sem qualquer problema? A quarentena ainda é necessária?
  7. @Pickle Rick, puxando a cassete atrás, para a formação. Tinha o hábito de, na habitual ficha de jogador, além dos dados pessoais do player e contactos - para qualquer eventualidade - do encarregado de educação, juntar uma parte para conhecer melhor o jogador. Entre elas, o clube e jogador favorito. Grande parte deles, Ronaldo e Messi, ou no feminino, Marta e Alex Morgan, eram os mais populares, em especial, naqueles que começavam a dar os primeiros passos no Futebol. São aqueles nomes que, como é fácil perceber, ficam no ouvido pois são os mais mencionados pelos media. Ou a figura mais importante do seu clube de "coração", não querendo dizer que seguiam fielmente o seu clube - pois se lhes perguntar sobre o jogo do fim de semana, não respondiam -, mas eram os mais falados pela imprensa. Ainda assim, havia um ou outro nome fora da caixa, por parte daqueles que já tinham um pouco mais de cultura futebolística e/ou tinham como referência por jogar numa posição parecida ao do inquirido, o que, por si só, já é um bom indicador. Ias para um David Beckham aos 10-12? Contudo, o problema maior da formação, em especial dos mais novos, são os pais, em vez de terem o Ricardo ou o Joaquim, achar que os filhos são o Ronaldo ou o Messi. Mas isso são outros quinhentos.
  8. Nem sei se lá chego... Seria bom, mas não me acardito. Ainda vai demorar umas boas décadas. @FabioK, a reforma, sem ser antecipada, é daqui a 5/6 anos. Mas já tem os anos de caixa, caso queira pedir a reforma antecipadamente. Quando são 3 noites, é na boa. Agora, quando é a série de 5 noites, a última já custa mais. Então, quando a corrida louca em Março passado aos supermercados apanhou quatro noites da série de 5 e a ter que fazer horas extra, ui. Mesmo assim, quando necessário, ia "encher a despensa".
  9. É só "preciso saber ler". Eu disse "tenho em casa" quando ele se intrometeu. Que culpa tenho eu que ele não saiba ler? :mrgreen: Quanto ao resto, ainda eu não era nascido e a pessoa em causa já fazia turnos. Além disso, não sou cego e sei ver o que custa. O cansaço, as rotinas, sonos trocados, etc. Mesmo assim, há quem se adapte melhor e faça as compras semanais após sair às 8h e, só depois de almoço se deite até à noite. Outros que só conseguem ir buscar o jantar. Mas cada um é como é. E isto das prateleiras vazias é verdade que, na altura, até meti aqui. Não é "ter razão".
  10. São quase 35 anos a fazer turnos. Sei muito bem o que é e o que custa. Até posso recuar um ano, quando havia as corridas loucas para os enlantados, pudins, papel higiénico, etc. Eu sei o que é fazer 12h no turno da noite, carregar material para dezenas de camiões, chegar a casa, ir ao supermercado antes de descansar e lá reparar que as prateleiras daquilo que, sem parar, saiu da fábrica, já estavam praticamente vazias. Por isso, não me espanta em nada o movimento durante a manhã nos centros comerciais.
  11. O que eles (UEFA) querem fazer é quase isso. Alargar para 36 equipas, divisão única, 10 jogos no total (5 em casa e 5 fora) com 10 adversários diferentes. Oito passam diretamente para a fase seguinte, do 9º ao 24º fazem um play-off para decidir os outros 8 lugares. O "Ti Flor" diz que não percebe o modelo que a UEFA divulgou hoje. Até é de fácil compreensão, a única "questão" que se coloca é saber como é que são definidos os nossos adversários. Sinceramente, não vejo a Superliga Europeia ter pernas para andar. É por culpa de pessoas como o "Ti Flor" que os clubes fundadores estão a ter "prejuízos". Investem tudo e alguma coisa, depois não ganham, retorno não há. Existe o Fair-Play Financeiro, mas mesmo assim, fazem ginástica para o ultrapassar sem serem castigados. São maus gestores e, pior, gananciosos. Na NBA e afins, há tecto salarial. Acham que, caso a UEFA fosse colocar um tecto salarial, que os clubes aceitar? Por um lado, assim, as megolamanias destes senhores acabavam e não perdiam tanto.
  12. Tenho pessoas em casa que fazem 5 noites seguidas, vão às compras logo quando saem e, em caso de ter sido a última noite da série, só de deitam ao fim do dia. Não tentes ensinar a missa ao padre. Nice try. Há, em muitos casos, fruto da lotação limitada no interior da própria loja, o que origina as tais filas.
  13. A UEFA vai avançar, em 2024, com uma espécie de Liga Única, com 36 equipas, contudo, cada uma com apenas 10 jogos (5 casa e 5 fora). 8 primeiros apurados diretamente para a fase seguinte, do 9o ao 24o fazem um playoff para os outros 8 apurados. Não irá haver "descidas" para a Liga Europa.
  14. Podem trabalhar de tarde ou terem acabado de sair do turno da noite. Mania...
  15. Como é que o Williams quase ultrapassava o Mercedes??????
  16. Está só a ver se o Latifi fica com a lanterna vermelha... Início de corrida interessante.
  17. O período de Julho/Agosto, coincidiu, essencialmente, com o surgimento de vários surtos em lares de idosos. Mesmo vários sendo assintomaticos, "por pressão vinda de fora do estabelecimento" tinhas idosos a ser transferidos para o hospital e, assim, proceder à desinfecção do espaço. Também, visto que tinhas uma menor pressão em nível de internamentos, tinhas margem de manobra para internar malta que, mesmo não tendo sintomas, não tinha condições para manter o seu isolamento profilático em casa e, por isso, ficavam pelos hospitais. Não me recordo foi do momento em que a alta clínica passou para os 14 dias - e depois 10 -, algo que fez, logo aí, baixar consideravelmente o número de internados. P.S.: Apenas deixo esta nota, ao todo, na última 6f do confinamento, os internados eram 980.
  18. Filipe Froes, especialista na matéria, na SIC Notícias, esta noite, disse que, desde inicio, a Ordem dos Médicos aconselhou que a incidência fosse vista tendo em conta as NUT II. Sabes quantas NUT II existem? Só uma pista, a abordagem que eu falei aqui era a NUT III, mais localizada que a NUT II. Também disse, e congratulou-se, que hoje tivessem apresentado uma proposta para a mudança no critério da incidência, aglomerando concelhos, de forma a não prejudicar os concelhos menos populosos. E, aliás, uma das pessoas que criou o tal quadrado, no Telejornal, por acaso falou numa "incidência ajustada com os dados daquele concelho e vizinhos" como parâmetro de análise. Telejornal de hoje, atenta ao que o Presidente da Câmara (não é o único) diz: https://www.rtp.pt/noticias/pais/covid-19-especialista-propoe-que-risco-nao-seja-so-medido-por-concelho-mas-pela-vizinhanca_v1311950 Lá por ter um nível de incidência elevado, não quer dizer que a situação esteja descontrolada. O que o @Descartes quer sei eu muito bem. Ao início, quando tudo ainda era desconhecido e quase todos defendiam um confinamento puro e duro, ele era daqueles que dizia "ainda é cedo, não é nada preciso". Hoje em dia, já mais se sabe do vírus, há vacinas, sendo que, em Portugal, grande parte das pessoas acima dos 80 anos já está imunizada, sendo essa a faixa mais fatigada em termos de vítimas mortais. A tendência dos internamentos continua em queda e, continuando a haver poucos casos a necessitar de internamento por a grande maioria ser assintomatica, é "irreversível a próxima abertura da próxima fase do desconfinamento". Meti entre-aspas, pois citei o Dr. Filipe Froes. Eu não me estou a contradizer. Posso não me expressar bem às vezes. Os únicos números a ter em conta são os acumulados. Ir por percentagens não leva a lado nenhum. Estar a "tapar" concelhos por poucos casos enquanto se deixa outros populosos aumentar as suas cadeias de transmissão foi aquilo que fez Portugal chegar ao ponto que chegou.
  19. Lembrando que em pequenos concelhos pode haver uma incidência alta embora o número de casos seja reduzido, o matemático Óscar Felgueiras deu o exemplo de Vimioso, que tem uma incidência concelhia de 249 casos, mas apenas 4.000 habitantes. Mas olhando aos quatro concelhos vizinhos, a incidência conjugada baixa para 53. Isto é, a incidência vizinha, como lhe chamou, tem vantagens como "sinalizar o risco associado à proximidade de zonas mais críticas, evitar a sobrevalorização de surtos em pequenos concelhos e favorece uma maior continuidade geográfica neste indicador". No entanto, para evitar que haja um "ajuste excessivo de suavização do risco" naquele concelho, o professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, propõe outro tipo de incidência, a que chamou de incidência ajustada: uma média ponderada entre o indicador concelhio e o da vizinhança. "Não tem como objetivo fazer uma previsão pura, mas sinalizar zonas de risco", apontou o especialista. Na reunião realizada esta manhã no Infarmed, Óscar Felgueiras mostrou uma matriz com a incidência concelhia no eixo do "X" e a ajustada nos "Y", sendo que o tamanho das bolas varia de acordo com a dimensão da população. Pegando no exemplo de Portimão, que tem registado valores elevados nas últimas semanas, os concelhos vizinhos ficam com um risco mais agravado e o de Portimão um pouco suavizado. "Esta pretende ser uma métrica acessível, que traduz o risco de proximidade e de mobilidade. Corrige o risco de sobrevalorizar os casos em concelhos pequenos e é uma ferramenta para implementar medidas de saúde pública preventivas. É complementar ao indicador da incidência concelhia, que determina zonas de reação – testar, rastrear, isolar -, mas em concelhos vizinhos que tenham uma incidência ajustada elevada também se justifica alguma prevenção", resumiu. https://www.jornaldenegocios.pt/economia/saude/detalhe/peritos-aconselham-governo-a-avaliar-risco-regional-no-desconfinamento Li tudo, inclusive essa parte toda, obrigado. Quanto ao resto. "Menos cafés, menos papelarias, mais população idosa", contudo, há uma menor mobilidade quando comparado com as AM. E, com o avanço da vacinação nas faixas etárias de risco, são os 25-50 anos que tiveram um aumento significativo na incidência, sendo eles grande parte da população ativa do país. Sendo que o vírus é de rápida transmissão, quanto mais pessoas contactares, mais risco de contágio há. Também há este estudo: Os investigadores foram analisar se "havia um padrão geográfico nas áreas mais afetadas" e constataram que "eram sempre os mesmos 20 concelhos, na maioria localizados na região norte litoral do país, que eram consecutivamente, nestes períodos, os mais afetados pela pandemia". "Depois fomos testar se havia uma relação com o nível socioeconómico dessas áreas e realmente conseguimos perceber que a incidência cumulativa de casos ao longo desse período estava relacionada com as variáveis de desemprego nessas regiões e também com a variável da densidade populacional", explicou Joana Alves. O que concluíram foi que "todos os concelhos que eram mais afetados pela pandemia eram também aqueles que registavam maiores níveis de desemprego". https://www.jn.pt/nacional/municipios-com-mais-desemprego-sao-os-mais-afetadas-pela-pandemia-diz-estudo-13566346.html Usei as % para veres que, indo por esse caminho, não te safavas se fosses a planear a defesa contra uma nova vaga. Maior densidade populacional, maior mobilidade e concentração nos mesmos espaços, maior risco de contágio, maior probabilidade de gerar múltiplas cadeias de transmissão e perder o controlo da situação.
  20. Tiveste os hospitais que servem a população de Figueira de Castelo Rodrigo, de Pinhel, de Aguiar da Beira, a ter que enviar doentes para a Madeira ou para fora de Portugal, para fazer face à súbita fila de ambulâncias à porta dos hospitais? Como tu disseste, e bem antes, que a AML está mal servida de hospitais, problemas que já vêm de trás. Basta ver que, por exemplo, Sintra não têm hospital próprio, partilhando-o com a Amadora, sendo que foi um dos hospitais que mais sentiu na pele o impacto do vírus, tendo em conta o nível de internamento. Outro hospital a ter problemas foi o de Loures. Contudo, preferes tapar os olhos e continuar a achar que é o Alentejo a pior zona do território nacional enquanto vais acumulando casos e mais casos em Lisboa, só porque tem uma almofada, em termos de incidência, maior. Força. Depois não te queixes que está tudo a abarrotar outra vez. @SAS_Robben, não quero nem tenciono ter razão. As coisas têm que ser claras como água, simples. Dizer que as zonas menos populosas e menos densas são as de maior incidência e, na prática, serem as zonas mais populosas e mais densas as que concentram maior número de casos dia após dia é só incoerente. Felizmente, quase a totalidade das pessoas acima dos 80 anos, já tem as duas doses da vacina. Sendo a faixa etária com mais óbitos registados, maioritariamente referente a surtos em lares, este número de vacinados, a acompanhar pela baixa incidência atual e inexistência de novos surtos em lares, são bons indicadores para o futuro. ---------- Ao longo deste tópico: Vacinas e probabilidade de coágulos ou tromboses: "Cancelar a vacina por 6 casos em milhões de doses administradas? Estupidez. Até a pílula tem mais probabilidade de originar coágulos do que a vacina contra o covid. Saiu de circulação?". 8 casos num concelho de 2000 habitantes nos últimos 14 dias (240 casos por 100 mil habitantes): "Atendendo à população residente, os 8 casos oferecem um grande perigo para a população. Fechem! Fechem antes que seja tarde!"
  21. Já, inclusive, em tempos falei que o Sporting não necessitaria de avançado, que o sistema/modelo de jogo do RA era capaz de criar bastantes surpresas, quase ninguém acreditou e, puff, em 1o lugar com +6pts. Mas, fica descansado, vou dar mais atenção ao resto.
  22. Oh meu caro, ensinamentos da Ciência: O vírus propaga com mais rapidez em zonas mais densas, em termos de população. Olha a Lombardia, por exemplo, na primeira vaga da pandemia, ou Madrid. Motivo esse, para o qual, o Norte de Portugal ser a região mais afetada pelo vírus em termos de positivos. O Litoral, por sua vez, é a que, em termos de casos, concentra mais do que o Interior do país. É este pequeno pormenor que te está a escapar. @Taka Só uma nota, a semana passada, 599 dos 874 foram referentes a dias anteriores, ou seja, 275 foram os casos reais. O que, por esse motivo, +133.
  23. "À semelhança do que ontem aconteceu, a região Norte volta a ser a que soma mais casos de infeção (153). Lisboa tem mais 137, o Centro mais 48, o Alentejo mais 24 e o Algarve mais 13. Açores e Madeira somam 24 e 9 infetados, respetivamente." Basta dos 24 casos no Alentejo, 4 serem do Alandroal e, voila, 120 casos por 100 mil habitantes. Mas foi o Norte a ter mais casos, só que o Alentejo é que têm mais incidência.
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