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Maffu

[FM'09]7-9 Legendary

Publicações recomendadas

I got that midnight tennis elbow

The solitaire rugburn

Took a turn

An ace up my sleeve

 

I want to choke (u)

And get sick off of you

Like secondhand smoke

Ya got me sweating like calcutta nights

Such a sweet epiphany

 

I am a wing (wing)

I'm a prayer (prayer)

A thimble and an acorn

A promise from a poor apocathary-

To an understudy in love forlorn

 

I'll give you heatstroke

I'm getting you and I'm losing me

 

We'd get legendary

Tonight little darlin'

Uh huh little darlin'

But I've got a nomadic head

I love ya but I've caught the doom and the dread

 

We'd get legendary

Tonight little darlin'

Uh huh little darlin'

But I've got a nomadic head

I love ya but I've caught the doom and the dread

 

Lyrics by:

 

 

Treinador: Matthew "Droom Dread" Wilson

 

Resumo da Carreira:

Clubes:

Benfica 2008-2009

Calsberg Cup - Vencedor vs. Porto

Liga Sagres - Vencedor - 86 pontos

Taça Portugal - Semi-Finalista vs. Sporting

Taça Uefa - Vencedor vs. Aston Villa

 

Benfica 2009-2010

Supertaça Cândido de Oliveira - Vencedor vs. Porto

Supertaça Europeia - Finalista Vencido vs. Manchester United

Liga Sagres - Campeão - 90 pontos

Champions League - Vencedor vs. Arsenal

Calsberg Cup - Vencedor vs. Porto

Taça Portugal - Vencedor vs. Braga

 

Benfica 2010

Supertaça Cândido de Oliveira - Vencedor vs. Braga

Supertaça Europeia - Vencedor vs. Bayern

 

Juventus F.C. 2010-2011

Serie A TIM (A partir da 10ª jornada) - Vencedor

Champions League - 16ª de Final - vencido vs. Benfica

Coppa Italia - Quartos de Final - vencido vs Inter

 

Tottenham Hotspur 2011-2012

Premier League - Vencedor

Carling Cup - Vencedor vs. Aston Villa

F.A. Cup - Meias-Finais - Vencido vs. Chelsea

Liga Europa - Vencedor vs. Newcastle

 

Tottenham Hotspur 2012-2013

Community Shield - Vencedor vs. Chelsea

Supertaça Europeia - Vencedor vs. Arsenal

Premier League - Vencedores

Carling Cup - Vencedor vs. Chelsea

F.A. Cup - Vencedor vs. Newcastle

Uefa Champions League - Vencedor vs. Arsenal

 

Bayern Munchen 2013-2014

Bundesliga - Vencedor

Uefa Champions League - Vencedor vs. Real Madrid

DFB Pokal - Vencedor vs. Leverkursen

 

FC Haka 2014

Veikkausliiga - 13º (a 15ª jornada)

Suomen Cup - Eliminado Q-Final vs. MyPa

 

União de Leiria 2014-2015

Liga Vitalis - Vencedor

Taça de Portugal - Finalista Vencido vs. Sporting

 

 

União de Leiria 2015-2016

Liga Sagres - 6º lugar á 17ª jornada

Taça de Portugal - Não terminado

Calsberg Cup - Não terminado

 

Inter 2015-2016

Série A - 2º lugar (76 pontos)

Liga dos Campeões - Derrotado Meia Final vs. Bayern

Coppa Italia - Vencedores vs. Fiorentina

 

Inter 2016-2017

Super Coppa - Vencedor vs. Juventus

Série A - Vencedor (98 pontos)

Liga dos Campeões - Finalista Vencido Vs. Tottenham

Coppa Italia - Vencedor vs. Lazio

 

FC Barcelona 2017-2018

La Liga - Vencedor (99 pontos)

Liga dos Campeões - Vencedor Vs. Tottenham

Copa del Rey - Vencedor vs. Ac.Milan

 

Selecções:

Cróacia 13.09.2009-2010

3º Grupo Qualificação Mundial 2010

 

Cróacia 2010-2012

Qualificação Europeu 2012 - Apurado (2º Lugar - 27 pontos)

Vencedor Campeonato Europeu de Futebol

 

França 2012 - 2014

Qualificação Campeonato Mundo - Qualificado (1º lugar, 26 pontos)

Vencedor Taça Das Confederações

Vencedor Campeonato Mundo de Futebol

 

França 2014 - 2016

Vencedor Grupo Qualificação.

Finalista Vencido vs. Rússia Campeonato Europeu Futebol.

 

Itália 2016 - 2018

Vencedor Grupo Qualificação

Campeão Mundial de Futebol

 

 

Palmares:

Portugal

Liga Sagres x2

Taça de Portugal x1

Calsberg Cup x2

Supertaça Candido Oliveira x2

 

Itália

Liga Italiana x2

Coppa Italia x2

Super Coppa x1

 

Inglaterra

Carling Cup x2

Premier League x2

Community Shield x1

F.A. Cup x1

 

Alemanha

Pokal x1

Bundesliga x1

 

Espanha

Copa del Rey x1

La Liga x1

 

Europa:

Taça Uefa x2

Uefa Champions League x3

Supertaça Europeia x2

 

Selecções:

Campeonato Europeu de Futebol x1

Taça Das Confederações x1

Campeonato Mundo de Futebol x2

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Boa Sorte GD, gosto de ver que tens tudo preparadinho, vou tentar acompanhar ;)

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Boa Sorte GD, gosto de ver que tens tudo preparadinho, vou tentar acompanhar ;)

 

 

Boa sorte :compinchas:

 

Obrigado a ambos.

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7-9Legendary.png


Capitulo I - Matthew J. Wilson


"We'd get legendary
Tonight little darlin'
Uh huh little darlin
But I've got a nomadic head
I love ya but I've caught the doom and the dread'"

-O que raio é isto Matthew? Consegues-me explicar? - Dizia aquela que supostamente, seria a minha melhor amiga. - Nos ficamos lendários... Sem dúvida... Hás de ser uma grande lenda da forma como andas Matt. Aliás, não deverias estar no café a ajudar a tua mãe? Vais ser é lenda nos atrasos. - continuava, numa velocidade estonteante, a minha amiguinha.
Por um lado, eu sabia que tinha razão. Queria ser uma lenda? Mas que lenda quereria eu ser? A única coisa que fazia, era ajudar a minha mãe num pequeno café perto de casa. Tinha de partir. O parque onde nos encontravamos, estava cada vez mais apinhado de gente. Calculei que deveriam ser cerca das 3 da tarde.
-Bolas. Desculpa deixar-te Jess. Mas... não quero ser morto. - Finalmente respondi.
Ela levantou-se do pequeno banco de madeira do jardim, dando-me um beijo no lado direito da minha face. Adorava quando tinha oportunidade de estar em contacto com aquela rapariga... O cheio do seu cabelo... O toque suave dos seus lábios... A forma como a sua pele era lisa... Deveria estar a ficar doido. Fiquei ainda uns segundos a olhar para o seu rosto. Os seus longos cabelos negros definiam a sua graciosa cara, maravilhada por uns belissimos olhos verdes. As suas feições, eram para mim, o mais perfeito que haveria. O seu fino nariz conseguia marvilhar-me cada vez que o via, e o seu sorriso... Era algo de sensacional. A forma como os lábios abriam, para formar nas extremidade duas covinhas, acompanhadas por mais duas nas suas bochechas. Ela era decididamente uma das raparigas mais belas que eu já havia conhecido.
-Matthew! Não fiques com essa cara de parvo a olhar para mim rapaz! Vai ter com a tua mãe!
Finalmente, resisti a tentação e afastei-me. Cada vez mais era dificil afastar-me daquele que gostava que fosse a minha rapariga. Mas era díficil... Quem era eu? Ninguem. Um parvo patético que vivia sobre um caderno de poesia que escrevia, e que sonhava ser algo mais que empregado no café dos seus pais... Não era musculado como um daqueles idiotas desportistas... Não tinha a inteligencia daqueles génios que andavam com ela... Naquele momento... não era ninguem. Era apenas um estranho rapaz.
Após o meu pensamento rídiculo, passei a mão pelos meus cabelos encaracolados. Decididamente, não era o cabelo de sonho de uma rapariga... Admitindo, não era suficiente para ela. Era um rapaz vulgar, que sonhava entrar na vida dos outros... Estava resignado aquele café para toda a minha vida.
Subindo para a minha bicicleta, meu pertence mais valioso naquele momento, olhei em redor no parque. Estava um dia agradavel. A temperatura era amena, o que convidava a saídas. Olhando para a zona infantil do parque, via os país a brincarem com os filhos. O sorriso rasgado nas suas caras, ou então os berros desafiadores dos pais e os famosos "Volta aqui!", enquanto os jovens divirtiam-se correndo pela relva recém regada. A minha direita, via alguns casais a passearem com um lago, e a imaginar-me a mim e a Jess ali... Como seria bom...
Esta minha destracção ia fazendo com que atropelasse um rapaz.
-Desculpe... Está bem? - Perguntei, tentando desculpabilizar-me de qualquer maneira.
-Porra Matt. És sempre a mesma coisa. Se a queres comer, come, não fiques a pensar no dia de ontem - respondeu-me uma voz bem conhecida.
A minha frente, estava aquele que era, sem qualquer dúvida, o meu melhor amigo. Roberto Di Niro, Robbie apenas para amigos, olhava-me com a sua mão direita a esfregar a sua nuca. Ele, não tinha os meus problemas. O seu curto cabelo loiro espetado, era a perdição de várias mulheres, acabando nos seus fatais olhos verdes, que eram a principal arma de engate. É incrivel como aquele "truque" resultava, Robbie, era, ao contrário da minha pessoa, bastante divertido, e sabia sempre o que lhes dizer. Era o rapaz perfeito. Apesar de ser um pouco mais baixo que eu, ele tinha um corpo de invejar qualquer rapaz. Os seus musculos estavam bem definidos, e era capaz de levantar, com uma só mão, uma rapariga. Eu... Nem com as duas conseguia.
-Matt'o'men, vais trabalhar? - perguntou-me ele num tom duro
-Vou Rob - respondi-lhe.
-Optimo! Tenho uma coisa para entregar a tua mãe. Entregas-lhe?
-Claro. O que é.
-Foi algo que a minha mãe me mandou entregar. Este envelope. Não sei o que, mas também deram-me ordens para não o abrir. Whatever... Também não tenho qualquer curiosidade em o que duas velhas andam a escrever-se... Entregas-lhe?
-Claro, claro - disse estendendo-lhe a mão para me entregar o envelope. Robbie tirou do bolso do seu casaco um envelope branco e passou-me para as mãos. Coloquei-o no bolso das calças.
A viagem entre o parque onde me encontrava e o café demora, de bicicleta, cerca de 15 minutos. 15 minutos, em que a minha atenção estava agora concentrada naquele envelope. Apesar de Niro não me querer dizer o que é, sim porque aposto que ele sabia, mas não me quereria dizer. Provavelmente porque era algo que me envergonharia...
Agradeci aquele encontro com Niro. Pelo menos, tinha tirado o ar de louco que tinha estado depois de me encontrar com Jess. Segui rindo-me de mim mesmo, enquanto prosseguia na estrada de alcatrão.
Finalmente, chegava ao café. Ao expreitar para dentro, já sabia o que esperar... Uma enorme reprimenda da minha mãe. Expectante, entrei no café. Situado debaixo de um prédio de 3 andares, numa rua secundária, quem cá frequentava era basicamente sempre as mesmas pessoas. Ou clientes do cabeleireiro que existia em frente ao café, ou habitantes do prédio. A bem dizer, não podiamos pedir mais. As paredes estavam pintadas de preto, com reclames publicitário a várias marcas de cafés, refrigirantes a contrastarem. O café, basicamente tinha três áreas. A primeira, uma espécie de rectângulo onde estava a zona da comida, com o balcão, e toda a maquinária, a segunda, um longo corredor com 10 mesas de madeira negra, com 4 cadeiras cada, e a 3ª zona, a cozinha. A cozinha, ou zona de funcionários, como preferirem, era o completo oposto do resto do café. Pintada de branco, tinha dois fogões industriais, e um grelhador. Na parte direita, tinha uns balneários improvisados com cacifos e duas casas de banho.
Após entrar no café, dei uma vista de olhos. Como estavam alguns senhores, o sermão ficaria para mais tarde. Ao ver-me entrar, a minha mãe fez sinal a empregada, a Mary, para assumir o posto de comando. Mary, era, como eu, uma jovem adolescente de 17 anos. Trabalhava cá em part-time, tentando receber algum dinheiro para ajudar os seus pais. Ela, era como eu, uma pessoa perfeitamente normal. O seu cabelo escuro, parecia completamente encaracolado, de forma a parecer-me uma bruxa. Os seus olhos escuros, eram sombrios, como se estivessem a esconder algum segredo... O maquilhagem que empregava, pintando de negro os olhos, não favorecia a sua aparencia, e para combinar neste cenário, em 4 anos que a conhecia, nunca a tinha visto sorrir. Sempre aquele ar sombrio, como se algo a estivesse a atormentar...
Segui até a parte da cozinha, onde começou o que eu esperava:
-Matthew... Não posso dar-me ao luxo de contentar comigo e com a Mary aqui. Percebe uma coisa, desde que o teu pai aceitou este novo emprego não temos tantas fácilidade como tinhamos em gerir o restaurante. Precisamos de ti por cá Matt. Percebo que tenhas de dedicar tempo aos teus amigos, e que tens a tua vida, mas percebe também que estamos aqui com dificuldades. São apenas as 2 cozinheiras, eu e a Mary. Tu fazes cá falta... Ou vamos abrir falência. Sabes bem que não podemos pagar a mais empregados... Enfim, parece que isto para ti é uma brincadeira.
Sabia bem que este discurso ia sair... Nos últimos tempos, tinha dedicado mais tempo a Jess que ao trabalho, o que deixava a minha mãe descontente. Percebia o lado dela. Minha mãe, que era das melhores mais espetaculares que existia. Tinha um pouco de pena em abandonar-la assim. O seu cabelo, completamente despenteado pelo esforço do trabalho, tinha umas madeixas azuis escuras, na sua tonalidade preta. Os seus olhos eram azuis, dando uma harmonia ao seu ar. O seu rosto era perfeito, mostrando toda a sua beleza. Infelizmente, estava resignada a esta vida.
-Mãe, desculpa... Eu sei que sim. Peço desculpa... Prometo melhorar... - menti-lhe. Não gostava daquele trabalho, e quanto mais tempo longe dali, melhor. - Já agora, o Niro mandou-me entregar esta carta. Disse que foi a mãe dele que mandou.
O seu rosto pareceu apreensivo. Ao ler o envelope, acenou várias vezes com a cabeça que sim.
-Matt, vai lá trabalhar. - ordenou-me.
Vesti o meu fato de trabalho, com um lindo avental branco do qual eu detestava, e segui para trás do balcão. A minha mãe conversava agora com 2 individuos numa mesa, e quase que parecia jurar que lhes tinha entregado a carta... de Niro. Quem seriam aqueles homens? Fiquei curioso, mas não lhe pretendia perguntar.
Passei a tarde, entre atender crianças que queriam bolos e a jovens que vinham para o gozo e acabavam sem comprar nada, aborrecido e a pensar em Jess. Amava aquela rapariga como nenhuma outra.
Até que o meu coração despedaçou-se. A caminhar para rumo ao café, a minha paixão, Jess, caminhava abraçada a um rapaz que eu não fazia ideia quem fosse. A minha mente, andava a 1000 a hora. A minha frente, uma mulher estava-me a pedir um "croissant" para o seu filho, mas eu estava perplexo a olhar para fora. So um grito de Mary ao meu ouvido me fez acordar.
-MAAAAAAAAAATHEWWWWWWWWWWWWWWWWWW OLHA OS CLIENTES!
Pisquei os olhos e vi a senhora a pedir o Croissant. Pedi desculpa pelo meu comportamente, e satisfiz o seu pedido. Enquanto caminhava para a máquina para fazer o troco, Jess entrava no café com aquele desconhecido. O que tinha pensado na tarde, estava claramente correcto. Aquele rapaz envergava mum alto porte atlético, com o cabelo liso com a sua pala a frente dos olhos castanho. O seu rosto era calma, e os traços eram pouco acentuados... Mediria pouco mais que eu, mas não tinha duvidas que me deixava no chão se necessário.
-Matty! Espero que não te importes que venha cá! - disse Jess com a sua harmoniosa voz.
-Não há qualquer problema - respondi, ainda ao soluços.
-Este é o Anthony -apresentou-me.
Ao ouvir o seu nome, o rapaz apertou o corpo de Jess com o seu braço esquerdo, e esticou-me o braço direito para me cumprimentar. Acedi ao cumprimento.
-Andamos a uma semana - disse Jess.
O meu coração parou ao ouvir aquelas palavras. Também, o que poderia eu esperar? Era um tolo apaixonado, que vivia de música, e fazia algumas poesias de lá. Não deveria querer que algum das mais fantásticas raparigas do mundo me quizesse...
-Fico feliz - menti com um sorriso forçado.
-Bem, vou-me sentar. - disse, afastando-se com o namorado.
Fiquei a observar. No meu rosto, uma lágrima quase caiu.
-Puto, não fazias ideia que eles andavam pois não? - disse-me Mary.
-Não... - respondi triste.
-Estas gajas de hoje em dia são umas vacas aproveitadoras. Ouve o que digo, elas num merecem ninguem... Vê como estas por causa de uma vaca... Eu poupo-te trabalho e atendo-te... Pode ser que ainda lhe caia algo em cima hoje.
Para quem pensar que Mary gosta de mim, engane-se. Ela bascimanete... Detesta toda a gente. Ou vá, 99% da população animal. Para ela, tudo representa o mal. Uma pessoa estranha.
O resto do dia ficou ainda mais penoso. Até Jess sair, fiquei atrás do balcão, após isto, fui andando cabizbaixo. Não tinha agora, qualquer objectivo na vida.
Finalmente, eram horas de fechar e ir para a cama. Fui o primeiro a chegar a casa, e tomei um curto duche. Estava completamente desanimado. Segui para a cama, e não demorei a adormecer. Durante toda a noite, tive pesadelos... Felizmente, dentro de breve tudo mudaria.


(Para quem se perguntar agora, isto vai ser um save com uma história por detrás. Os primeiros capitulos serão longos, mas a medida que o tempo passe, vou encortando a história. Isto foi "apenas" a introdução. Digam por favor o que melhorar. Neste momento, sei o que me falta é a descrição mais pormenorizada condições do meio e das personagens (roupa, interacção, etc.). Procuro também melhorar aqui isso)

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Fantástico, uma obra prima... alguns erros aqui e ali, mas nada que condicionasse a forma como fiquei preso ao texto, como consegui imaginar esse mundo que criaste e me começo a interessar nas personagens.

 

Fabuloso mesmo, estou preso, só espero que venham mais updates dentro em breve :mrgreen:

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Boa historia, demorou a ler mas valeu a pena. Boa sorte e vou tentar acompanhar.

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Fantástico, uma obra prima... alguns erros aqui e ali, mas nada que condicionasse a forma como fiquei preso ao texto, como consegui imaginar esse mundo que criaste e me começo a interessar nas personagens.

 

Fabuloso mesmo, estou preso, só espero que venham mais updates dentro em breve :mrgreen:

 

Em principio, hoje a história continua.

 

E que história.. ;)

 

Boa Sorte

 

Obrigado ;)

 

 

Boa historia, demorou a ler mas valeu a pena. Boa sorte e vou tentar acompanhar.

 

Obrigado ;)

 

Melhora a duração dos teus saves. O resto está bom, muito bom mesmo ;)

 

Se o PC funcar direito, isto vai andar para a frente.

 

 

Que história :prayer:

Ainda bem que estás de volta.

 

BS ;)

 

Obrigado pelo apoio ;)

 

Gostei muito da História :prayer:

 

Boa Sorte para o teu save ;)

 

Obrigado ;)

 

muito boa a historia vou tentar acompanhar.;)

 

Obrigado ;)

 

Historia Fixe...

Boa Sorte... :cool:

 

Obrigado ;)

 

 

Grande história.

 

BS

 

Thx ;)

 

Muito boa história. O save com a Académica estava muito bom, foi pena.

Boa Sorte ;)

 

Os imprevistos acontecem...

 

Obrigado a todos :heart:

 

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7-9Legendary.png


Capitulo II - A Companhia de Milão


Acordei com dores em todo o corpo. Sabia que o meu fim-de-semana não tinha começado da melhor maneira. Após a tarde feliz com Jess, a revelação do seu novo namorado deixou-me entristecido. Sem sentir o meu corpo, arrastei-me até a casa de banho onde cumpri as necessidades. Normalmente, não demoro tanto tempo, mas todas as tarefas hoje pareciam mais duras. A água fria a tocar na ponta dos meus dedos... O espelho reflectir um rapaz com um ar abandonado... Aquele era eu. Aquilo, era a minha forma do amor.
Vesti a primeira coisa que vinha a mão e ouvi a minha mãe a dizer-me que hoje, domingo, não me ia deixar sair, pois teria de trabalhar. Era dia de Porto-Benfica, e vários clientes deslocavam-se ao café para ver o jogo.
Passei o dia lá, novamente a disparatar com clientes. Desde um velhote que começou a queixar-se da qualidade do café que nos serviamos ser uma vergonha, comparada com os bons velhos tempos, até um jovem decidiu provar todo o tipo de bolos que cá tinhamos. Sem falar, claro, de uma criança de 3 anos que se divertiu a entornar tudo o que era copo. Ou seja, passei a tarde fechado nas quatro paredes pretas da minha instalação a sofrer. A Mary hoje, para ajudar ao meu divertimento, não apareceu. Algo que achamos estranho, porque mesmo ao domingo, ela nunca se tinha recusado a trabalhar aos fins-de-semana. Hoje... nem o telefone atendia. Deveria ter ficado preocupado, mas o trabalho era tanto, que nem dava para parar.
Por cerca das 8 horas da noite, começaram a chegar os clientes para assistir a partida, que começava meia-hora depois. Já estavamos habituados a esta euforia, pelo que passamos as horas a servir jantares. Na televisão no fundo da sala, começava o grande derby. Portistas e Benfiquistas assobiavam e gritavam. De repente, meia-sala gritava. GOLO! O Porto tinha acabado de marcar. A minha alma benfiquista veio ao de cima, e comecei a disparatar.
-Filhos da mãe. Se o defesa conseguisse fechar o flanco, com o médio-defensivo a cobrir a zona, isto não era assim.
Dois individuos gostaram da minha conversa:
-Desculpe, pode repetir...
-Ah nada - desculpei-me - apenas pensamentos.
-Gostei desses apenas pensamentos... Poderia ter o seu contacto. Juro que não é para publicidade.
Bem, a minha vida passou de Jess para dar o número a estranhos. Aceitei. Segui a ver o jogo, em que o Porto ainda marcaria o segundo golo. Os portistas acabaram em festa o dia. Entre servir uma garrafa de champanhe para a vitória, e receber contas o dia acabaria. So me queria deitar. Felizmente não tinha uma notícia de Jess. Nem queria ter. Que a vida perfeita dela a acompanhasse...
Estavamos já a fechar o café, quando ouvi dois gritos...
-Nãããããão! Ajuda... A COMPANHIA DE MILÃO! A COMPANHIA DE MILÃO!
Seguimos a correr para a praça a frente do café. Mary estava deitada com um top rasgado e umas calças no mesmo estado. Num dos seus seios, estava este simbolo:
120px-AC_Milan_svgcopy.png

So me conseguia perguntar quem é esta companhia de Milão?

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Foi uma morte no mínimo surpreendente. Fica a pergunta no ar. Continuação de boa história.

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Intrigante. Muito boa a história. Estou a gostar ;) Veremos o que se segue . . .

 

A ver vamos...

 

Foi uma morte no mínimo surpreendente. Fica a pergunta no ar. Continuação de boa história.

 

O próximo "capitulo" sai já a seguir. Mary não está morta, foi "apenas" atacada. De seguida, percebes porque.

 

Boa Sorte ;)

 

Obrigado ;)

 

 

Próximo capitulo fresquinho a sair do forno!

 

 

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Capítulo III - Actos Policiais.

 

A noite continuava dura nesta cidade. Mary foi transportada para um hospital da cidade, mas não correria, em principio, perigo de vida. Fiquei a pensar em quem quereria fazer mal a Mary. Sentia que a conhecia tão bem, e agora pensava em quem lhe poderia fazer aquilo.

Estava sentado sobre um muro na praça, enquanto a polícia passava revista a zona e entrevistava algumas testemunhas. Já me tinham vindo perguntar como considerava Mary e se sabia de alguem que lhe poderia querer fazer mal... Respondi-lhes que era minha colega de trabalho, mas que não podia pensar de ninguem, visto a ela ser bastante reservada. E essa era a verdade... Mary era uma rapariga muito reservada, em que eu não conseguia pensar em qualquer motivo para alguem querer fazer-lhe mal. Olhei para o céu escuro, com a lua a rasgar o céu...

"Ficaremos lendários esta noite" pensei para mim... E senti um pequeno arrepio. Estava, na verdade, bastante frio e eu apenas tinha o fato de trabalho. Não estava para abandonar, agora, aquele local, pelo que me mantive sentado a espera. Depois, pensei na companhia de Milão... Quem seriam aqueles homens, e o que quereriam eles fazer a Mary? O que tinha, aquela rapariga de especial para eles? Voltei a sentir um arrepio. Pensei que era melhor voltar para o café.

Segui em silencio e cabizbaixo até ao café, acompanhado apenas pela minha sombra. Decididamente, era uma noite bastante estranha. Cheguei, então, ao nosso establecimento. Abri a porta com a minha chave, fechando-a atrás de mim, e segui para a nossa zona reservada. Era, para mim, estranho ver o café vazio. Estava habituado a grande excitação, e como saia pouco antes de fechar, nunca tinha estado naquele establecimento sozinho. Sabia que a minha mãe iria demorar com a polícia, pelo que me deixei relaxar. As perguntas voltaram a ecooar na minha cabeça. Por mais que quizesse uma resposta, não a iria conseguir ter. Segui para os balneários, onde vi a roupa de Mary. Num dia normal, desvalorizaria este facto, mas hoje, estava algo interessado no que se passaria com Mary. Cheguei ao avental branco e passei as mãos. Não sabia bem o que estava a procurar, mas espera que ao encontrar-lo, tivesse a resposta. Nada e repti o processo. Fui a sua roupa normal e repeti o processo. Voltei a ficar em branco. Fiquei então desanimado... Não tinha qualquer pista. Também, se a tivesse, o que faria? Vi então um casaco que lhe pertencia, e que ela apenas usava quando chovia. Poderia ser que tinha sorte. Via Mary remexer-lhe quase diariamente a procura de algo, pelo que deveria lá estar alguma informação. Peguei nele, e ouvi um objecto metálico a bater no azulejo do chão. Quase que saltei com o susto, antes de olhar para um porta-chaves que se encontrava imóvel. Apanhei-o, e assumi que fosse a chave da casa de Mary... Mas se lá fosse e ela vivesse com alguem, que diria. Certamente já sabiam da novidade. Decidi arriscar, mas depois lembrei-me de outro pequeno promenor. Não sabia a morada dela. Segui para os arquivos da minha mãe e tentei encontrar a sua morada. Finalmente o fiz. Escrevi um aviso a minha mãe que, face aos acontecimentos, ia dar uma volta para espairecer, e saí, rumo a minha bicicleta. Agora, o tempo parecia parar, e o ar frio da noite não importava. Sentia a adrenalina a subir-me ao corpo acada pedalada que dava. Devo ter batido o meu próprio recorde de velocidade, mas o que me satisfez, foi chegar a morada. Um prédio branco de 8 andares erguia-se agora a minha frente. Prendi a bicicleta a um poste ali perto, e sai a correr para o porta do prédio. Exprimentei a primeira chave... e nada. Exprimentei a segunda... e nada. Estava num caminho sem saída. Afinal, aquela chave não seria do apartamento de Mary... Mas seria de onde? Estava preso nos meus pensamentos, enquanto examinava as duas chaves. Depois, num momento de puro inspiração, vi que o porta-chaves tinha uma zona irregular. ao passar por lá os dedos, retirei uma terceira chave, aparentemente escondida. Inseri na ranhura da fechadura. Ouvi um clique. A porta tinha-se aberto.

Segui para o hall, onde estava uma mesa a minha direta, presumivelmente de um porteiro. A direita, estavam as caixas do correio. Pouco, ou nada liguei a esta sala de paredes castanhas, e segui para a zona, onde estavam umas escadas ou o elevador. Não estava para esperar por um elevador, pelo que me percipitei escadas acima até ao terceiro andar. Lá cheguei, e vi três portas. Felizmente, tinha passado a morada para um pequeno papel, pelo que me foi fácil, a partir da pequena tableta em cima da porta, identificar qual o apartamento de Mary.

Abri a grande porta de madeira, e dei comigo numa casa perfeitamente normal. A esquerda., estava fechada uma porta de madeira com um vidro opaco a tapar-la. A minha frente, estava aberta uma porta para uma cozinha toda ela branca. Não lhe dei grande importância. O que realmente me interessava, estava a direita. Após fechar cuidadosamente a porta, entrei numa sala toda ela devidamente decorada. Com um soalho em madeira, e as paredes pintadas num tom branco, a sala tinha uma mesa de jantar toda ela de madeira, um sofá numa imitação de pele, duas cadeiras de sofá, e um televisor de última geração. Nada disto me despertou a atenção. O facto das luzes estarem ligadas, e de um computador estar com uma chavena ao lado, tambem ele aceso, tomaram de assalto os meus olhos. Disse a palavra Olá duas vezes em voz alta, mas o eco tomou conta da minha cabeça. Segui para o computador, e li um ficheiro intitulado " A Companhia de Milão". Percipitei-me para o rato, e cliquei em cima deste ficheiro. O documento Word apareceu com um cabeçalho

 

A Companhia de Milão

 

120px-AC_Milan_svgcopy.png

 

Imediatamente reconheci aquele simbolo, como aquele que estava nas mamas de Mary quando esta esteve no chão. Fiz "scroll down" e continuei a ler.

 

"A data da sua formação é incerta, porém, sabe-se que é uma companhia mais antiga que cristo. Na Roma Antiga, foram os principais resistentes na companhia de Milão, sendo que a zona do seu quartel general nunca fui mesmo conquistada. Com o passar do tempo, foram-se vingados dos opressores da companhia. Hoje em dia, estima-se que exista entre 3000 a 30000 membros desta companhia secreta, que com o passar dos anos tem vindo a tornar-se mais forte."

 

Apís ler esta informação, continuei confuso. O que teria Mary a ver com a companhia de milão? Continuei a ler.

 

"Durante vários anos, subsitiram com divisas dados pelos condes de Milão. Existe mesmo um partido da cidade, que candidata-se mesmo a câmara da cidade, que continuamente lança divisas para esta companhia. Além deste, vários empresários famosos terão as suas empresas debaixo do olho da companhia."

 

Nada disto me interessava. Parecia ser um grupo antigo, que queria fazer a história de Milão subsitir. Bocejei... Percebi então porque o café estaria ali, ao lado do computador. Isto dava mesmo sono.

 

Passei os olhos por um data de textos e informações, e nada me pareceu interessar. Até a duas páginas do fim...

 

"Durante os tempos da inquisição, um grupo de assassinos decidiu ajudar esta companhia a existir. A partir daí, passaram a perseguir todos os que os tentassem extinguir. Durante uma grande guerra do século XX, o comércio da cidade começou a ser tomado pelo senhor Roberto Lionini. Lionini, criou aquilo que seria a companhia Interligada. Durante todo o século, esta companhia foi a grande opositora aos ideiais da Companhia de Milão, fazendo-a cair no esquecimento. Nos dias de hoje, existe ainda uma enorme competição entre estas companhias. Um série de assassinatos foi então levada a cabo por ambas as companhias, sendo que vários dos principais lideres fugiram de Milão para vários destinos, como Espanha, França, Portugal, Holanda".

 

Pensei que Mary deveria ter alguma ligação com esta Companhia de Milão. Ao olhar em volta,e ver a riqueza que esta sala tinha, não duvidei. Deveria querer fazer-se passar por uma pessoa normal. Continuei a ler, mas mais nada de interessante dizia. Percebia agora, a história desta companhia, e percebi a importância de Mary... Ao fechar o documento word, os meus olhos passaram-se para um pequeno documento que dizia "Meus Pais".

Abri, e vi fotos incríveis. O simbolo da Comapanhia de Milão estava, em sangue, escrito na parede, enquanto o corpo do pai estava na cama. Já o da mãe... Os seios tinham sido cortados e estavam em cima da mesa colocados em triangulo por cima da sua vagina, tambem cortada... Com o simbolo da companhia de Milão bem indentificado. Senti um arrepio da espinha. Como seriam eles capazes de tal maldade. Depois li as notas em baixo. Pelo que entendi, os seus pais foram erradamente dado como seguidores e desertores da Companhia, e andavam a difamar-la. Tiveram de ser mortos. Infelizmente, enganaram-se nas pessoas pelo que não deveriam ter sido eles a morrer, mas sim os seus vizinhos. Como se deveria sentir Mary. Pelo relatório, Mary estaria nessa altura em casa dos seus avós, e lá viveu antes de estes terem falecido. Depois, seguiu para este apartamento... Com mais duas mulheres e um rapaz. Agora, fez-me confusão. Duas mulheres, um rapaz, um ataque, luzes acesas... Algo não me cheirava bem.

Levantei-me num ápice, e abri a porta que dava acesso aos quartos. Via um corredor com quatro portas, pelo que assumi que fosse uma casa-de-banho e três quartos. Ao fim do primeiro, já uma mancha vermelha estava no chão. Um cheiro a sangue chegava-me ao nariz. Ao chegar, o meu corpo paralizou-se. Um rapaz, com o seus 20 anos, estava imovel sobre a cama, com um enorme buraco, assumi que fosse de uma bala, no meio da sua cabeça. Bem no centro do seu corpo, o simbolo da companhia estava tatuado. Fui a correr para o quarto seguinte. Nada. Assumi que fosse o de Mary, pois era o mais sombrio dos quatro. Apenas uma mancha negra nos lençois... Assumi o pior.

Fui a correr para o quarto seguinte, e fiquei horrorizado. Duas raparigas estavam, mortas sem roupa e... desmembradas. Todo o seu corpo estava em pedaços, e empelhadas, com um pequeno simbolo da companhia feito na sua cabeça. Depois, na parede, um enorme simbolo tinha sido desenhado a sangue, tal como na morte dos pais. Percebi que estes não eram senhores para brincadeiras. Olhei para cima, de vi, em cima de um leitor de DVD, o resto dos seus corpos. Os seios de ambas, estavam dispostos em forma triangular, tal como os da mãe de Mary. Nas suas vaginas... O Simbolo da Companhia.

Pensei para mim próprio como alguem era capaz de tal maldade... O Dinheiro sega completamente as pessoas.

Meti a mão ao bolso e marquei 112. Senti, atrás de mim uma pequena agitação.

Tudo se passou em segundos um braço puxou-me para trás e um objecto metálico batia-me na cabeça. Gemi. Aos meus ouvidos vinha o falar da telefonista do 122:

"Qual é a sua urgencia?" - repetia a mulher.

Tentei falar, mas não saiu nada. Senti a minha camisola a levantar, e algo quente a espetar-me nas costas. Percebi, que também estava a ser "carimbado" com o simbolo da companhia, mas nada fazia sentido agora. Como resposta a dor, o meu corpo gritava. Percebi que a chamada tinha sido desligada. Tentei olhar em volta, e vi os corpos desmembrados. Não consegui ver o agressor. Ao olhar este cenário de dor os meus olhos começavam a enevoar-se. Seria isto a morte? Esforcei-me para me mexer, mas estava imobilizado. Olhei para o video, onde vi o simbolo da companhia sobre os pelos pubicos da mulher. Senti-me mal. Senti uma visão escura a minha frente e sucumbi a dor. Desmaiava agora, a espera de algo que me pudesse ajudar.

 

Nota: Matthew não morreu

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