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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Sinceramente este sistema é muito bom.

 

Permite a que os clubes pequenos possam ter um jogador ''emprestado'' e saber que o pode adquirir ou que no futuro terá a ganhar com uma eventual venda.

 

Desta forma, um clube tem sempre a ganhar em fazer jogar um jogador. Se for emprestimo simples, acontece como a muitos, que ficam uma epoca inteira a aquecer banco, ja que entre um jogador da ''casa'' e um que vem emprestado, de valor relativamente igual, tem interesse apenas em fazer jogar o seu jogador.

Editado por George Kaplan

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a compropriedade é um sistema muito benéfico. e já com enraização em itália, que tem permitido reduzir em muito os custos de transferências entre os clubes italianos (dá-se um milhãozito, mais o meio passe de dois pernas de pau e o negócio tá a andar). Quase uma cena á NBA.

Pois é isto que eu acho mal. As equipas pequenas têm um jogador bom, da-se pouco dinheiro e uns trengos pela co propriedade, e mais tarde os clubes grandes acabam por comprar esse jogador em definitivo, muito provavelmente por menos do que se fosse negociado cara a cara em vez de por envelopes.

 

E depois é as maroscas. Compra-se 50% do passe daquele jogador, depois quer-se ir buscar outro e da-se esses 50% às vezes sem o jogador ter passado pelo banco. Pah, não acho que seja muito limpo lol

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E acabo por mudar a minha ideia, e até concordo.

 

Ao que parece o fim das co-participaçoes introduzirá o emprestimo com direito de opçao (sempre, sendo que poderá haver acordos com direitos de contra-opçao). Isto é bom, como eu disse acima, ja que um jogador será sempre aposta, porque o clube a quem é emprestado, tem uma palavra no futuro do jogador. E este sistema pelo que tive a ler so terminara, de certa forma, com o monopolio que os grandes têm neste momento. É mau é para o Milan com jogadores como Saponara, Cristante se o emprestarem como o tinham pensado (arriscando-se a perder o jogador), para a Juve que tera que incluir no plantel jogadores como Berardi (se bem que este tera seu lugar), Gabbiadini, entre outros que sao bons jogadores ou Roma, que com estes novos (e bons) negocios, Sanabria, Paredes... ou os incorporariam ou nao os comprariam.

 

Contudo, abre-se uma nova porta, que pode ser má, que é empréstimos secos para o exterior, perdendo a serie A jogadores com capaciade de jogar em varios clubes de segunda linha de forma a maturar

 

Pois é isto que eu acho mal. As equipas pequenas têm um jogador bom, da-se pouco dinheiro e uns trengos pela co propriedade, e mais tarde os clubes grandes acabam por comprar esse jogador em definitivo, muito provavelmente por menos do que se fosse negociado cara a cara em vez de por envelopes.

 

E depois é as maroscas. Compra-se 50% do passe daquele jogador, depois quer-se ir buscar outro e da-se esses 50% às vezes sem o jogador ter passado pelo banco. Pah, não acho que seja muito limpo lol

 

Olha que este sistema de co-propriedade tem coisas boas. uma é que senao for assim, esses bons jogadores das equipas pequenas vao para o exterior, ja que em Italia ha pouco dinheiro e outra é que normalmente os clubes acabam por sacar boas co-propriedades. O Parma é exemplo...do Inter tem-nos rapinado negocio atras de negocio (a meu ver o Crisetig pertencer em 50% ao Parma é grande negocio) e Giovinco foi do Parma em co-propriedade tb. A Udinese este ano sacou da Roma tb bons jovens jogadores pelo Benatia. Nem sempre sao trengos.

Editado por George Kaplan

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Olha que este sistema de co-propriedade tem coisas boas. uma é que senao for assim, esses bons jogadores das equipas pequenas vao para o exterior, ja que em Italia ha pouco dinheiro e outra é que normalmente os clubes acabam por sacar boas co-propriedades. O Parma é exemplo...do Inter tem-nos rapinado negocio atras de negocio (a meu ver o Crisetig pertencer em 50% ao Parma é grande negocio) e Giovinco foi do Parma em co-propriedade tb. A Udinese este ano sacou da Roma tb bons jovens jogadores pelo Benatia. Nem sempre sao trengos.

pois. é muito isto.

 

não só permite manter alguns bons jogadores a evoluir em Itália, como permite a que os clube menores possam ter alguns jogadores razoáveis das grandes equipas, e permite ás grandes equipas ir buscar jogadores aos pequenos mantendo os custos baixos. Toda a gente sai a ganhar, para quê acabar?

 

 

E volto a realçar isto dos custos. É imensamente importante para a sanidade do calcio. Permitiu que não voltasse a haver transferêcnias como nos anos 90, onde a Lazio vinha buscar o Crespo por 50M€, a Juve o Buffon por 50M€, caminhando todos colectivamente para o abismo financeiro. Hoje, com a possibilidade (e o costume enraizado) de meter meio Quagliarela, meio De Ceglie e meio Gabbiadini num negócio, pode-se ir buscar um Cerci ou um Giuseppe Rossi por muito menos, não havendo tanto sufoco financeiro (e, como o byo realça, mantendo bons talentos em Itália). é win/win, não deve acabar.

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A co-propriedade é das coisas que mais gosto no futebol italiano. Acho muito benéfica para todos os clubes.

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pois. é muito isto.

 

não só permite manter alguns bons jogadores a evoluir em Itália, como permite a que os clube menores possam ter alguns jogadores razoáveis das grandes equipas, e permite ás grandes equipas ir buscar jogadores aos pequenos mantendo os custos baixos. Toda a gente sai a ganhar, para quê acabar?

 

 

E volto a realçar isto dos custos. É imensamente importante para a sanidade do calcio. Permitiu que não voltasse a haver transferêcnias como nos anos 90, onde a Lazio vinha buscar o Crespo por 50M€, a Juve o Buffon por 50M€, caminhando todos colectivamente para o abismo financeiro. Hoje, com a possibilidade (e o costume enraizado) de meter meio Quagliarela, meio De Ceglie e meio Gabbiadini num negócio, pode-se ir buscar um Cerci ou um Giuseppe Rossi por muito menos, não havendo tanto sufoco financeiro (e, como o byo realça, mantendo bons talentos em Itália). é win/win, não deve acabar.

Pá tudo certo, é essa ultima parte que me "irrita" por assim dizer. Meio De Geglie para baixar o preço de um Cerci, não acho essa cena justa lol

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Pá tudo certo, é essa ultima parte que me "irrita" por assim dizer. Meio De Geglie para baixar o preço de um Cerci, não acho essa cena justa lol

epá, eu, como adepto de um não grande de Itália percebo o que queres dizer. Mas tb vejo o futebol num país como um todo, e acho que o calcio sai beneficiado, porque deixou-se de se gastar quantisa obscenas em transferência em itália.

 

E dir-me-ão "isso é porque não têm dinheiro". Seguramente, mas, nós sabemos como isto é: os clubes que andam prái a esbanjar dinheiro tb não o têm. É tudo dinheiro falso ou emprestado. Quando um dia forem chamados a pagar, rebentam sempre as bolhas. Como em Itália , onde Lázio, Parma, Fiorentina, 3 das 7 sorelle dos anos 90, que fodiam dinheiro á brava, e faliram porque aquilo era dinheiro inexistente...).

 

Acho que as compropriedades, salvam o futebol Italiano de novos acontecimentos desses, ao passo que outros futebóis, (nomeadamente o Inglês) ainda podem vir a passar um mau bocado, porque cada vez que o Newcastle quer ir buscar um Routledge ao Swansea tem de arrotar os 10, 15 ou 20M que lhe são pedidos. Em itália, quando a Fiorentina quer ir buscar um Astori ao Cagliari, paga 3M em em comproriedade e dá 50 % do Wolski, do Vecino e do Tomovic. Tudo porreiro.

Editado por IlidioMA

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Vucinic lesionou-se no treino e vai estar de fora algumas semanas.

 

Man United oferece 10 milhoes por Caceres.

 

O Buffon lançou um concurso na web para o Derby frente ao Torino, em que pede que os adeptos desenhem a braçadeira de capitão a usar nesse jogo. Ideia muito engraçada. De relembrar que o Buffon já usa uma braçadeira de capitão personalizada.

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Projeto Juventus: como funciona?

 

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Em fevereiro de 2011, o Resende foi uma das surpresas do Campeonato Carioca. O Gigante do Vale só não chegou ao "mata-mata" da Taça Guanabara porque marcou menos golos que o Boavista e foi finalista vencido do Troféu Washington Rodrigues. Dois meses depois, a imprensa brasileira veiculou as saídas dos irmãos Appelt, Gabriel e Guilherme, para a Juventus. Com 17 e 18 anos, respectivamente, o médio defensivo e o médio ofensivo reforçariam a equipa primavera, em Turim.

 

No fim da temporada 2010-11, após um 7º lugar sob comando de Luigi Delneri, a Velha Senhora contratou Antonio Conte, ex-Siena, para orientar a equipa. O treinador não veio sozinho. As especulações, sempre elas, não cessavam. Sergio Agüero, do Atlético de Madrid, era o jogador da moda. Os jornais italianos mencionavam constantemente o interesse juventino no argentino. Mas ele era demasio caro. O foco bianconero voltou-se para Giuseppe Rossi. O Villarreal, por sua vez, recusou as propostas de transferência. O plano C, então, foi contratar Mirko Vucinic, descartado pela Roma por €15 milhões.

 

Na janela de inverno da época 2013-14, a Juve só foi ao mercado para repatriar Pablo Osvaldo, negociado pelos giallorossi com o Southtampton seis meses antes. Até porque no começo da temporada o clube já havia garantido as contratações de Tévez e Llorente para o setor.

 

Os três parágrafos acima retratam, nas suas respectivas maneiras, o modelo de mercado aplicado pelo diretor de futebol juventino, Giuseppe Marotta. O careca de 56 anos vive o melhor momento da sua carreira na Juventus. Antes de chegar a Turim, Beppe Marotta começou a carreira como diretor dos escalões de formação do Varese, em 1978, e passou para equipa A do clube biancorosso antes de chegar ao Monza, no fim da década de 1980. O diretor nascido na Lombardia esteve ainda no Como, Ravenna e Venezia antes de chegar á Atalanta. Depois, foi para Gênova e comandou um dos melhores momentos na história da Sampdoria, entre 2004 e 2010.

 

Foi lá mesmo, na Samp, onde Marotta surpreendeu ao contratar Antonio Cassano, então no Real Madrid. Responsável por gerir os contratos dos jogadores, tirou Angelo Palombo do Urbania, da Serie D. O médio defensivo tornou-se a bandeira blucerchiati na segunda metade da década. Foi exatamente com Marotta que a Doria conquistou pela última vez uma vaga na Liga dos Campeões – um plantel com Ziegler, Gastaldello, Mannini, Tissone, Semioli, Storari e Pazzini, todos trazidos por ele. Dos 49 golos marcados no 4º lugar alcançado em 2009-10, dez foram de reforços para a temporada.

 

Ao chegar a Turim para substituir Jean-Claude Blanc, o presidente Andrea Agnelli queria reformular toda a Juventus, ainda instável após o Calciopoli. Com Marotta, o clube gastou €59 milhões na primeira época. Apesar da posição a meio da tabela, o que gerou muitas críticas dos adeptos, pelo alto valor investido, o modelo de mercado já estava implantado. Seria esse: reforços pontuais, como Bonucci, Barzagli, Matri, Krasic e Quagliarella, e compromisso com as categorias de juniores. Não à toa, em 2011-12, gastando quase €100 milhões ( grande parte do valor gasto foi para exercer o direito de compra de alguns jogadores que já estavam no plantel ), a equipa ganhou profundidade e conquistou o título italiano.

 

Munique no caminho e dinheiro no bolso

 

Chegar aos quartos de final da Liga dos Campeões de 2012-13 foi ótimo para os cofres juventinos. A Juventus recebeu mais que o Bayern de Munique, vencedor da competição. A Vecchia Signora teve de dividir direitos televisivos apenas com o Milan e recebeu €65 milhões. E mesmo estando a correr tudo bem nas finanças (mais de 90% dos bilhetes vendidos para a temporada atual, estádio cheio, patrocinadores e fornecedor a pagar bem, como um novo contrato assinado com a Adidas), é necessário gastar todo o dinheiro num só jogador? Alguém como Jovetic, Higuain, Di María ou Robben?

 

De forma nenhuma. Desde a chegada da nova direcção, os dirigentes consultam a equipa técnica sobre reforços e procuram por jovens ou jogadores que não estão em plena forma: “pode-ser-contratado-porque-vive-má-fase-porém-confiamos”. As contratações de Elia, Anelka e Bendtner falam por si, mas nem só de fracassos vive este modelo: lembremos de Pirlo, uma das jogadas de mestre de Marotta, e de Barzagli, que se tornou um pilar da defesa – Osvaldo, recém-chegado, pode entrar neste grupo. A boa observação também levou Pogba a Turim, numa das mais talentosas jogadas de mercado das últimas décadas – algo que já rendeu títulos e alguns milhões para a Juve; contratado a custo zero, o francês já vale 40 milhões de euros.

 

Numa entrevista recente à CNN, Agnelli disse que vai apertar o cinto nos anos que estão para vir. “Neste ano e no próximo vamos enfrentar dificuldades. Retomaremos em 2015-16, pois é quando um número de contratos importantes vai expirar. Isso irá colocar-nos numa posição em que nos tornaremos independentes do dinheiro recebido nas competições europeias”, afirmou. Equilibrar finanças. Por isso, com um elenco praticamente fechado para o resto da temporada, podemos falar sobre Appelts, Bouys e Gouanos, jovens da base que tendem a ser mais utilizados.

 

Nas décadas de 1990 e 2000, todas as equipas da Juventus tinham tudo do bom e do melhor. Enquanto diretor-geral, Luciano Moggi nunca deixou que faltasse uma grande estrela na equipa. Na Serie A, era Lippi ou Capello com Buffon, Boksic, Salas, Montero, Nedved, Emerson, Vieira, Trezeguet, Zidane....

 

Nesse período, a Juve também investia na formação. A equipa primavera venceu quatro Copa Viareggio – sendo um tricampeonato consecutivo entre 2003 e 05 -, um campeonato Primavera, duas Copa Primavera e uma Supercopa Primavera, além de levar a medalha de ouro no Torneio Internacional da Cidade de Gubbio e saindo duas vezes vencedora no Torneio Memorial Filippo De Cecco.

 

E quem surgiu nessa altura? Tommaso Rocchi, Morgan De Sanctis, Salvatore Aronica, Marcelo Zalayeta, Andreas Isaksson, Giuseppe Sculli, Andrea Masiello, Rafaelle Palladino, Sebastian Giovinco e até Luca Marrone, campeão em 2009, mas contratado aos oito anos ao Lascaris, quase uma década antes. Poucos permaneceram em Turim, mas fizeram carreira no futebol italiano e fizeram os cofres juventinos ficarem mais cheios.

 

Osvaldos e Marrones

 

Só que houve uma mudança brusca com a saída de Moggi. Alessio Secco, por um lado, continuou com um método moggiano, que é usado até hoje – porém, de forma mais sábia por Marotta: emprestar ou negociar em co-propriedade os melhores jogadores da formação para ganhar experiência em equipas de menor expressão ou em divisões inferiores. Tudo isso possibilitado por um tipo de negociação que existe apenas no futebol italiano: a co-propriedade.

 

Aproveitando-se desta brecha, a Juventus ocasionalmente coloca as mãos em jovens de altíssimo potencial de clubes com menor expressão – e por isso, também, tem um alto número de jogadores italianos no seu plantel. Alessio Secco pôs Giovinco e Marchisio no Empoli, Ekdal e De Ceglie no Siena, Mirante na Sampdoria e Ariaudo no Cagliari. Todos se desenvolveram bem.

 

Tirando Marchisio e Giovinco, nenhum deles teve muita preponderância nem mesmo na rotação do plantel principal. Isso explica-se porque parte desses jogadores nem sempre são formados para vestir preto e branco. Alguns deles serão utilizados como moeda de troca para adquirir jovens mais promissores. Neste modelo de mercado, digamos, readaptado pelo diretor bianconero, o que a Juventus deseja é procurar bons talentos em Itália, comprar parte dos seus direitos, negociá-los em co-propriedade e, no futuro, em teoria, gerar ainda mais lucro. A possibilidade de crescimento vertiginoso nas temporadas seguintes existe, e o clube acredita no potencial dos jogadores, mantendo-os sob contrato. Se o valor de mercado subir, eles podem entrar numa troca com jogadores mais experientes para que a transferência tenha valor mais baixo.

 

O caso mais recente é o de Luca Marrone. Cotado há pelo menos três temporadas como o futuro novo médio da Juve, teve algumas oportunidades no último ano – principalmente como central – e foi colocado na negociação por parte dos direitos de Domenico Berardi. Juventus e Sassuolo detém ambos os jogadores; o clube de Turim está feliz por ver o médio a jogar e a desenvolver-se no Sassuolo, que tem em Berardi o seu principla jogador.

 

Com o próprio Sassuolo, outras operações foram realizadas, e a Juve tornou-se dona de Boakye e Zaza, outros bons talentos. Primeiro com a Atalanta, e depois com a Sampdoria, a Juve fez acordos por Gabbiadini, selecionável por Prandelli. Talvez nenhum deles vista branco e preto no futuro, mas certamente que a Juventus não perderá nada com as suas contratações – ao todo, a Juve não gastou nem 6 milhões para os contratar a todos.

 

O caso mais evidente, no entanto, é do Ciro Immobille, actualmente no Torino. Negociado como contrapartida do negocio que levou Ogbonna do Toro para a Juventus, tem visto o seu valor disparar esta temporada face ao numero de golos marcados até ao momento. Em recente entrevista, o próprio jogador assumindo o desejo de continuar no clube granata, confidenciou "quanto mais marco, mais caro fico" o que é musica para os ouvidos dos directores juventinos, detentores de 50% do jogador e que podem usar esse trunfo para ir "rapinar" a principal estrela do rival da cidade do Piemonte: Alessio Cerci.

 

Anteriormente, Secco claudicou bastante no recrutamento de bons valores. Algo que Moggi fazia bem (os casos de Criscito, Balzaretti e Chiellini são bons exemplos) e em que a nova direcção também se destaca. Marotta trouxe Sorensen, titular aos 19 anos em boa parte da temporada com Delneri, os irmãos Appelt e outros talentosos jogadores, como Büchel, Gouano, Magnússon, Branescu, Leali e Giannetti. È bom lembrar, também, que Marotta não está sozinho nessa prospeção; Fabio Paratici, diretor desportivo, é o seu braço-direito desde os tempos da Sampdoria e é um bom observador de talentos.

 

Giuseppe Marotta conseguiu uma redenção no mercado após uma primeira temporada decepcionante e desde então praticamente só tem conseguido sucessos. O modelo provavelmente será integrado aos poucos no ADN dos clubes do Belpaese. Não existe certeza do sucesso. Testar, contudo, vale a pena. Afinal, os beneficiados são todos: clubes, jogadores, treinadores (principal, adjunto, de juniores) e adeptos.

Editado por Mary

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Andrea Agnelli " Futebol Italiano necessita de novas infra-estruturas"

 

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" Como nasceu a ideia de um estádio proprio? A ideia nasceu no inicio dos anos 90, porque somos um clube que olha sempre para o futuro. Nós abrimos a estrada e agora espero que outros no sigam.

O estádio é uma importante mais valia. As lotações esgotadas são um privilégio, assim como é um desafio ganho a vontade de manter o estádio "Vivo" 7 dias por semana apos semana. Além disso, o estádio proprio permite uma serie de actividades de entretenimento e relações publicas, tambem no dia de jogo, que de outra forma seria impensável.

Alemanha, Inglaterra, Espanha estão a anos luz. Mas tambem a Russia e a Ucrânia têm instalações modernas. Falta a Itália. Esperamos que os outros sigam o nosso exemplo, porque o salto de qualidade de que o futebol Italiano necessita, passa tambem pelo investimento em novas infra-estruturas."

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Mas é que precisam mesmo.

 

Na minha opinião só se aproveitam: Juventus Stadium, Luigis Ferraris e San Siro, apesar de que este está a precisar de uma remodelação, aliás, umas cadeiras novas já davam outro ar.

Editado por silentz00

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Boakye, Zaza, Imobille e Gabbiadini são todos da Juventus ? f*da-se :estrelas:

 

E berardi :lol: Que abuso

Editado por FabioK

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Mas é que precisam mesmo.

 

Na minha opinião só se aproveitam: Juventus Stadium, Luigis Ferraris e San Siro, apesar de que este está a precisar de uma remodelação, aliás, umas cadeiras novas já davam outro ar.

sim o Tardini, por mais que eu goste, pelo carisma que emana, é arcaico.

 

 

O prob foi não se ter dado o Euro 2012 à Itália como estava para acontecer. Mas depois, por artes mágicas foi parar à Ucrania.

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Mary, então resumidamente a Juve forma jovens jogadores para gerar mais lucro e contratar jogadores para o imediato a preços mais baixos, certo?

Editado por Varela

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Mary, então resumidamente a Juve forma jovens jogadores para gerar mais lucro e contratar jogadores para o imediato a preços mais baixos, certo?

 

Só uma adenda: o artigo não é (100%) da minha autoria, postei-o porque concordo com ele e revejo-me nele porque tambem é assim que vejo como "funciona" o clube.

 

Sim. E repara que, neste momento, a Juve nao tem ninguem da formação no plantel principal que tenha sido lançado pelo Conte. Logo a premissa fundamental da formação (formar jogadores para a equipa principal) está, digamos assim, em crise.

 

Mas as duas outras premissas estão a funcionar: por exemplo o Immobille está a valorizar-se bastante, portanto está a gerar lucro, mesmo o Berardi( que não é da formação, mas faz parte do universo Juve) está a valorizar-se, o Marrone, etc...

 

E voltando ao Immobille, foi um jogador da formação que foi usado para baixar o preço do Ogbonna; o Marrone é apontado sistematicamente como moeda de troca para baixar o valor sempre que a Juve está interessada num jogador. O Zaza, na minha opinião, dificilmente será jogador para ser importante na Juve, e nao acho nada surpreendente que ele tenha sido contratado "apenas" para ser incluido num eventual negocio futuro. Pode não ser um jogador para uma Juve, mas se eles quiserem ir contratar um Lullic, por exemplo, certamente que para uma Lazio, o Zaza é um jogador apetecivel e a Juve vai inclui-lo no negocio para baixar o preço.

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O Milan ja tem projecto para o novo estadio. Daqui a um mês ja se sabe se avançará ou nao. Seria no espaço da Expo 2015.

 

O Inter que tb tinha demonstrado interesse nao avançou com projecto. Têm um mês para tal, senao ficará o Milan com a opçao de construir ali o novo estadio. Tem como modelo o estadio do Bayern. Falta apenas ''partnerships'' e bem, que o Inter nao queira tb construir novo estadio. O indoneso quando chegou pensou, mas hoje em dia, parecem mais virados para reconstruir o San Siro depois de o adquirirem

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L’amaranto è la nostra bandiera,

giovinezza la salda speranza,

nella forza la sola baldanza,

fine e premio soltanto l’onor !

 

 

esce dal goldoni,la nostra avanguardia

la classe operaia li accompagnerà

giù nelle strade le rivolverate

lo stato fascista non ci piegherà

 

chiameteci nostalgici,chiamateci fanatici

non c'è tempo per piangere

è l'ora di combattere...

ancor...ancor...avanti ancor!

AVANTI BAL!

UN PASSO INDIETRO NO!

 

 

BALDI I FIERI - NON UN PASSO INDIETRO !

 

 

:heart:

 

E agora só para finalizar :

 

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Capitano sempre per la sinistra ! :prayer:

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Mary, acho é que deviam aproveitar mais as vossas promessas, especialmente o Berardi e o Immobile em vez de depois os usarem como moeda de troca.

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F*ck...Allegri é o principal candidato a selecçao Italiana pós-mundial. :facepalm:

É para virarem uma Inglaterra da vida.

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Capitano sempre per la sinistra ! :prayer:

Sempre simpatizei com o Livorno (desde que eles subiram à A em 2004, vá), por razões de afiliação política. e adorava o Lucarelli (e o Protti, e o Amelia na baliza, bela equipa essa). Se não fosse já ferrenho do Parma na altura há uns anos, com certeza que seria adepto do Livorno hoje em dia.

 

Ah e quando o Lucarelli veio para o Parma, delirei!.

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