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Poeira

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  1. Mais um conceito porreiro.
  2. Desenterrar o tópico porque o Swansea venceu o dérbi de forma clara no fim-de-semana, 3-0 ao Cardiff. E não foi um 3-0 qualquer: Check, semi-check (já não são tantos) e check. Com o Naughton (sim, esse mesmo) a líbero, no centro da defesa a 3. Russell Martin, que lenda.
  3. O Milan tem quase meia equipa titular de fora. Não deverá haver jogo mais acessível ao Porto do que este, no grupo.
  4. Malta, para uma utilização básica (nada de jogos, apenas navegação mais intensiva pela net e utilização do Office e mais um par de programas, é um instrumento de trabalho para o mestrado), há diferenças significativas entre o i3 10110U e o i5 10210U? Pergunto isto porque a Huawei tem o Matebook no site com ambas as opções e a diferença é de 45€ (com código de desconto), mas o i5 entretanto voou e já está esgotado. O i3 continua a ser uma boa opção (fica por 495€ + mochila e rato de oferta) ou não valerá tanto a pena? Tenham também em consideração, aqui, que tenho um P20 Pro há mais de 2 anos e sou um cliente 100% satisfeito com a Huawei, daí ter-me inclinado logo para a marca.
  5. Outra. Não fosse ele, e o Chelsea já tinha sofrido.
  6. Não acredito que acabamos de ter um clássico brutal num "pre-show" do Rampage. Isto é positivamente absurdo.
  7. Tirem-no dos comentários e deixem-no fazer só destas coisas
  8. A minha vida universitária em Maio passou a ser uma mentira depois daquele post, sinto-me enganado.
  9. Exacto, é por aí. Ele deve estar de olho no City e está seguro no Leicester. Era a melhor solução. Vai acabar por ser reconhecido como um treinador de classe mundial, tem provas dadas em vários contextos e já conhece perfeitamente o campeonato e a cultura futebolística. É o ideal para um projecto de vários anos.
  10. Para já nenhum, porque ele não pretende sair (para o Newcastle, pelo menos). Já o próprio Potter para o Newcastle...
  11. O que é o mesmo nível? Em relação ao que estavam antes, em relação aos colegas de outros países? O ponto nem é este, mas já agora fica para referência: ao contrário do que me parece ser opinião geral por aqui, eu gosto da arbitragem inglesa. Não principalmente pelos árbitros ingleses, está relacionado com a cultura futebolística por lá e isso é assunto que ultrapassa a arbitragem (e que por cá não ajuda os árbitros, como o @JohnyM fez questão de apontar aquando deste recente intercâmbio de equipas de arbitragem entre França e Portugal, por exemplo). Mas eles também fazem parte dela, e diria que são menos maltratados por lá quando em comparação com as outras realidades. Já expus inúmeras vezes a minha opinião sobre o assunto por aqui, mas pode ser resumida desta forma: não estou disposto a trocar a natural fluidez do jogo e do golo com que o VAR veio interferir (e que é algo que vai bem para lá de evoluções técnico-tácticas do jogo por alteração de leis) a troco de uma melhoria ligeira na procura da proclamada "verdade desportiva". Não é tema em que possam existir cedências sem graves consequências, porque considero que isso é o "core" do jogo, é a sua essência e aquilo que o diferencia de qualquer outro desporto. Aceito o erro humano da arbitragem como parte do jogo, e nem sequer peço a profissionalização dos árbitros como forma de resolver o problema, porque no meu entender não existe um problema concreto que necessite de uma solução concreta. Peço, isso sim, que se faça tudo o que é possível para que mais árbitros façam melhores exibições em mais jogos. E isso envolve dar-lhes condições na mesma medida das responsabilidades que lhes apontamos quando erram. Dificilmente não vejo o teu post como um sinal de concordância com o que escrevi. A menos que entendas que os árbitros já comem essa parte do bolo, já são tratados como parte essencial do jogo e já têm todos os recursos e mais alguns de que precisam e a que têm direito face ao contexto do futebol actual, e não me parece que seja o caso. As minhas sugestões são irrealistas, está lá escrito com todas as letras e eu tenho perfeita noção disso. Mas não por irem de encontro à natureza do jogo, ao contrário de algumas tecnologias (pelo menos por agora, até dou o benefício da dúvida aí).
  12. No dia em que se pretender realmente isso, ou o futebol deixou de ser futebol, ou quem tem poder de decisão enlouqueceu de vez. Não está na natureza do desporto um árbitro acertar em tudo, tão somente porque a definição concreta do que isso é não existe. Enquanto tivermos árbitros em campo a cometer erros como humanos que são, é bom sinal. Mas é possível atacar o problema de frente, e o problema é que a arbitragem em geral pode e deve ter uma panóplia de recursos a mais, a começar pelo bom senso (de todas as partes, mas isto é fácil de escrever e difícil de realizar), passando pela adaptação de uma ou outra lei de jogo, continuando na tecnologia objectiva e absoluta (não sujeita a interpretação humana, como a tecnologia da linha de golo, que devia ser universal asap) e terminando numa maior taxa de acerto de lances... menos subjectivos. Para mim, o caminho para tal passa simplesmente por investir a sério. Os árbitros são o "parente pobre" do desporto e comem as migalhas do bolo quando deviam ter direito, no mínimo, a um par de fatias. É preciso investir muito mais, pagar muito mais, tornar a profissionalização nos principais futebóis europeus em algo tão banal como a profissionalização dos jogadores ou treinadores, premiar os árbitros de elite na conta bancária e não só no campo, aumentar e melhorar todos os recursos estruturais e humanos que os ajudam a formar-se, a treinar e a evoluir... enfim, uma série de coisas e uma realidade que até parece um pouco distante face à pobreza actual. Se é algo que se anteveja do ponto de vista financeiro? Não, ninguém quer financiar isso. Se é uma medida popular? Não me parece. Se passa uma percepção de "melhoria" tão clara como a introdução da "novidade" que ainda é a tecnologia? Também não. Portanto, a modos que a opção mais equilibrada para a melhoria das coisas é também aquela que se afigura como mais irrealista, o que complica e muito a evolução deste tema.
  13. Digo isto porque a precisão a 100% (ou perto) é uma ideia mais utópica do que o mundo encantado dos brinquedos da Leopoldina, num desporto subjectivo e cuja definição de "decisão correcta" dependerá sempre, mas sempre, dos olhos de quem vê. É algo que depende tanto do timing certo como uma qualquer acção de um jogador em campo. Transmite uma falsa sensação de segurança e de verdade, no máximo. Há quem se sinta melhor assim, também não estou aqui para discutir isso. A partir do momento em que pomos essa noção total e impossível de "verdade desportiva" de parte, começamos a olhar para as possibilidades realistas e que não desvirtuam o futebol como todos o conhecemos. Dentro dessas, toda a tecnologia que possa ajudar é bem-vinda. Eu duvido muito destas declarações do Wenger, porque lançar uma ideia destas para o ar e não aprofundar é normalmente uma "red flag" para o que vem a seguir. Se de facto situações como esta ou como a da bola que sai ou não pelas linhas finais/laterais forem automatizadas nos próximos anos, fantástico. Mas temo que, pelo menos no caso dos foras-de-jogo, isto seja publicidade enganosa. De qualquer forma, tendo em conta a palhaçada em que os lances de potencial fora-de-jogo se tornaram, já estou disposto a testar qualquer coisa, inclusive mudar a própria lei.
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