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Poeira

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  1. O Lukaku ainda fez uma exibição superior à do Gvardiol enquanto central da Croácia.
  2. A Polónia segue em frente mas bem se esforçou para ir já para casa. Que miséria, sobretudo se tivermos em conta que a Argentina voltou a não jogar grande coisa. Com isto, e caso confirmem o seu favoritismo frente à Austrália, têm aqui uma oportunidade de ouro para poder chegar às meias-finais.
  3. Só vi a primeira parte, mas a julgar pelo resultado acredito que a segunda tenha sido igual: uma boa tareia à moda antiga.
  4. "Ele quis-se enfiar num buraco onde não cabia!". Pedro Henriques, 2022. Desculpem o que disse antes, malta. Até o Armani fazia melhor que o Acuna na lateral esquerda. Que coisa assustadora. O Enzo tem de avançar no terreno, tão atrás é inútil. Tirava o McAllister, metia o Paredes atrás e adiantava-o.
  5. Fun fact: quando era miúdo, via imenso talento e potencial... no irmão dele. O John, que também foi formado no Dundee United (jogou com o Robertson e o Gauld) e que agora está no Rangers e joga pela Escócia. É de família. Bom 11, sim senhor. Só têm de cumprir com as expectativas para garantir o 1º lugar.
  6. Grande, grande fase de grupos para a Austrália. Relembrar que, até a França acordar e os craques carburarem a sério, também estiveram a vencê-los. Não têm os nomes de outras edições, mas Ryan, Souttar, Mooy ou Leckie têm correspondido e de que maneira. Por outro lado, pelos resultados recentes e pelo talento que tem, esta Dinamarca é a primeira grande desilusão da prova.
  7. O homem tem 2 anos e 8 meses de trabalho e pelo menos (estou a dar muito tempo de barato aqui) metade desse tempo foi brutalmente positivo, a todos os níveis. Já fez história no clube, tem duas das melhores temporadas de sempre em quase 100 anos de campeonato, conquistou troféus, valorizou jogadores, potenciou grandes vendas, maximizou o rendimento de inúmeros jogadores medianos, tapou e tapa sei lá quantos buracos na estrutura de futebol do clube... devo-me estar a esquecer de muitas outras coisas. Arranjem-me outro que comece um ciclo parecido com este ou consiga continuar a bitola das duas primeiras épocas, e eu vou já para Alvalade gritar "Rua Amorim!". Ainda bem que renovou, e espero que haja pelo menos um fundo substancial de verdade quando ele repetidamente diz que gosta de cá estar. É bom sinal.
  8. Será que o Kessié achava que ia para Barcelona ser titular? É que eu sempre lhe vi e vejo utilidade, mas no papel daquele médio que é uma alternativa aos titulares e que garante minutos competentes aqui e ali, num contexto de jogo específico ou durante uma época longa e em que os craques não podem jogar todos os minutos de todos os jogos. Olha, é o papel "Keita" em Barcelona. E acredito que tenha sido por isso que chegou numa boa oportunidade de negócio e com um salário bem agradável para a função que tem. Agora, se ele achava mesmo que pegava ali de estaca... não sei bem o que dizer.
  9. E jovem. Esta é uma equipa e uma geração que têm como objectivo o Mundial "em casa", em 2026. Daqui por 4 anos, a grande maioria destes jogadores vão ser tão bons ou melhores do que agora, sairão poucos elementos deste núcleo (e nenhum relevante, salvo erro) e entrarão certamente vários outros talentos jovens que cada vez surgem com maior frequência e que cada vez saltam mais cedo para a Europa e para as principais ligas. Só é pena que a qualidade dos treinadores não acompanhe o trabalho que tem sido feito na formação e captação de jogadores americanos. O Berhalter é um penedo, na linha dos outros Bradleys da vida que para lá andam. Com tanto talento individual, andar aqui a penar para vencer este Irão e deixar-se empatar de forma infantil contra um País de Gales moribundo é um pouco desapontante, sinceramente. Vamos lá ver se dão agora outra imagem contra a Holanda, num jogo em que tendencialmente voltarão a ter menos bola e mais espaço para sair em velocidade. Contra a Inglaterra deram-se bem e agora é a eliminar. Acredito que vá ser um bom jogo.
  10. Se o Sargent tem a noção para temporizar e não soltar na primeira opção que lhe aparece (o Weah), era o 2-0, o Pulisic tinha ali um penalti em movimento. O Adams enche-me as medidas, que motor. Com o crescimento criativo do Aaronson, ou o McKennie se põe a pau ou vai aquecer o banco em breve na selecção.
  11. Sabor amargo pelo Equador, que esteve melhor nos outros jogos e podia ter entrado aqui hoje já com a qualificação garantida. Exibição fraca e sem ideias, a pior dos 3 jogos, e um castigo justo pelo que não tentaram sequer fazer ao longo dos 90 minutos. Ainda assim, este Senegal não me parece propriamente forte em nenhuma área do jogo, apesar de ter alguma qualidade individual, e acredito que cairão já nos "oitavos". Agora, vou ver o Irão x EUA e espero que os americanos consigam vencer.
  12. O Equador tão depressa empatou como se viu a perder outra vez. Estão a estragar a bela imagem dos dois primeiros jogos, exibição fraquinha.
  13. Malta, a partir de agora cuidado com os insultos e outro tipo de comentários sobre o excelentíssimo senhor doutor líder da claque do FC Porto. Ele já subornou um user aqui. Evitem, têm família.
  14. Se limparmos isto, difícil vai ser tirá-lo dessa discussão. Quase 20 anos ao mais alto nível e todas as conquistas possíveis e imaginárias. Com a camisola da selecção, é um monstro e a maior figura defensiva que alguma vez tivemos. De resto, não foi o único a fazer um grande jogo hoje. É também importante destacar o Nuno, que estava a ser o nosso melhor jogador até à maldita lesão (que, esperemos, não seja o fim da sua caminhada no Mundial) e o Bernardo, que fez mais uma exibição altamente completa. Porém, o homem do jogo voltou a ser o Bruno. Estas suas exibições têm-me feito lembrar o Bruno que chegou ao United e assumiu a batuta daquela equipa de imediato. Está sempre activo em campo, procura o jogo, arrasta consigo a equipa na direcção da baliza adversária, assume o protagonismo. Tem sido um carregador de pianos e uma das figuras deste Mundial. Merecia o "hat-trick" que traria ainda mais holofotes para a sua exibição hoje. As mexidas na equipa deixaram algo a desejar hoje, sobretudo pela incapacidade de perceber que o jogo pedia um jogador como o Palhinha bem cedo. O Uruguai só conseguiu destabilizar a nossa organização através das conduções de bola do Bentancur e do Valverde, que se aproveitaram da pouca agressividade dos nossos médios naquela zona. Um desses lances inclusive podia ter complicado muito as contas, quando o Bentancur fez o Diogo brilhar na primeira parte. Faltou capacidade física naquela zona, e este era o jogo que mais pedia isso mesmo na zona central. De resto, acho que controlamos e vencemos com mérito, mesmo sem deslumbrar. Nunca senti o resultado em perigo depois do 1-0, mesmo quando o Uruguai teve um par de oportunidades e ganhou um ímpeto de alguns minutos que deveria ter sido quebrado mais cedo. Duas vitórias em dois jogos e um 1º lugar praticamente assegurado, fugindo muito provavelmente ao Brasil. Melhor era impossível por esta altura, e agora é confirmar a liderança na sexta e esperar para ver o que o grupo G nos traz para os "oitavos".
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