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Victarion

[Núcleo] Serie A

Publicações recomendadas

Juventus já terá chegado a acordo com Clement Lenglet, defesa frances de 19 anos que joga no Nancy.

 

Juve está atenta a Jose Mauri e Alberto Cerri, jovens italianos do Parma. Dependendo do que acontecer ao Parma, ambos os jogadores poderão ser contratados.

 

 

Quanto ao frances, desconheço quem seja, mas confio inteiramente no Paraticci...o homem era capaz de descobrir petróleo no alentejo.

 

Quanto ao Jose Mauri é para agarrar rapidamente e mete-lo a rodar noutra equipa. Tá ali um jogador que pode ser um bom jogador no futuro.

 

Quanto ao Cerri, é um jogador bastante identico ao Luca Toni, que talvez esteja um pouco áquem do que se esperava dele, mas tendo em conta a sua idade, caracteristicas fisicas e potencial, tambem seria um jogador interessante a quem deitar a mão.

 

O problema é que com o fim da co-propriedade fica mais complicado agarrar estes jogadores, mas parece que é uma politica que a Juve vai manter, a de meter a mão aos jovens italianos que vão surgir. Fica é mais dependente dos "clubes amigos" para depois os meter a rodar.

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Creio que entre a comedia e o jogador de serie B.

 

Nao tenho acompanhado a Roma tanto coo gostaria esta temporada, mas pelo que leio Doumbia tem sido terrível

O Doumbia não é o jogador que eu gosto pra Roma mas não se pode dizer nada. Ele chegou sempre pre epoca e da CAN. Fez 1 jogo titular mal chegou, e uns minutos depois. Tem estado a ser resguardado e treinado pra ganhar forma ritmo e conhecer os metodos e principios de jogo. Temos de ter calma com as avaliações pois inda não dá. Em todo o caso, não invalida que pra mim não seremos na vida campeões com Doumbias

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Os 10 melhores europeus de leste do futebol Italiano

 

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O futebol das repúblicas socialistas do Leste Europeu sempre foi sinónimo de destaque mundial. O seu maior expoente foi a Hungria, que primeiro chegou à final do Mundial de 1938, e depois a seleção de Ferenc Puskás, que brilhou no Mundial de 1954. Outro exemplo evidente é a União Soviética Campeã Olímpica de 1956 e vencedor do primeira Europeu, em 1960, com o mítico Lev Yashin na baliza. Tivemos outras equipas sensacionais dos próprios magiares e soviéticos, mas também a Checoslováquia vice-campeã mundial duas vezes, em 1934 e 1962, e vencedora doo Euro, em 1976; a Polónia das décadas de 1970 e 1980; a sensacional geração da Iugoslávia, em 1990; e, mais recentemente, grandes equipas de Croácia, Bulgária, Roménia e República Checa.

 

Boa parte dos jogadores dessas equipas históricas, protagonistas ou ajudantes, passaram com destaque pelo futebol italiano. Alguns chegaram a marcar uma epoca.

 

10º - Tomáš Skuhravý

 

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Posição: avançado

Clube em que atuou na Itália: Genoa (1990-96)

Títulos: nenhum

Prêmios individuais: Jogador checoslovaco do ano (1991)

 

Depois de ter sido vice-melhor marcador do Mundial de 1990, realizado em Itália, Skuhravý continuou a sua vida em solo italiano. O jogador checoslovaco – que, a partir de 1992, assumiu a nacionalidade checa, com a divisão do país – foi contratado pelo Genoa logo após o Mundial e foi um dos grandes destaques da equipa na primeira metade da década de 90. Atacante de muita força, presença de área e forte no jogo aéreo, foi utilizado como uma das principais armas do clube genovês e, em 163 jogos pela Serie A, com 57 golos, é o maior marcador do clube na história da competição.

 

Skuhravý marcava golos de todas as formas, e não obstante parecesse gordinho, era bastante ágil – inclusive, ficou conhecido pelas cambalhotas que dava nas comemorações dos golos. Na temporada 1990-91, que deu aos Grifone o apuramento para a Taça UEFA, foi o goleador da equipa, com 15 golos, ao lado do uruguaio Carlos Aguilera, que anotou sete deles de pênalti. Na edição da Taça UEFA, o forte avançado do Leste Europeu fez apenas 2 golos, mas ambos fundamentais: o primeiro foi contra o Oviedo, aos 89 minutos de jogo, e definiu o apuramento dos rossoblù na primeira fase da competição. Com pouca história nos dérbis contra a Sampdoria, o checo livrou-se de um incomodo no seu último clássico, quando marcou um golo de penalti na vitória por 3-1 contra os rivais. Após pendurar as chuteiras, o avançado chegou a viver na região de Genova, mostrando a sua ligação com o clube e a Itália.

 

9º - Dejan Savićević

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Posição: médio-ofensivo/extremo

Clube em que atuou na Itália: Milan (1992-98)

Títulos: Liga dos Campeões (1994), Supertaça Europeia (1994), Serie A (1993, 1994 e 1996) e Supertaça Italiana (1992, 1993 e 1994)

Prêmios individuais: nenhum

 

Nos seis anos em que defendeu o Milan, Savićević foi importantíssimo em San Siro. Sucessor legítimo do trio holandês formado por Frank Rijkaard, Ruud Gullit e Marco van Basten; Savićević herdou o trono que lhe era de direito. Muito habilidoso, ele era responsável pela criação e apoiava bastante os finalizadores, o que lhe rendeu 34 golos em 144 jogos pelo clube rossonero.

 

Foi em Milão que o craque da antiga Iugoslávia viveu a fase mais gloriosa da sua carreira. Já consagrado por uma passagem vitoriosa pelo Estrela Vermelha – pelo qual foi campeão europeu e mundial; também sido eleito como o segundo melhor jogador do continente, em 1991 –, Savićević chegou como reforço para o clube de Fabio Capello por 10 bilhões de liras. Na primeira temporada, como suplente, viu a equipa cair na final da Liga dos Campeões frente ao Olympique Marseille, mas foi campeão italiano. No ano seguinte, ele não foi protagonista durante toda a campanha, mas brilhou bastante na final da Liga dos Campeões contra o Barcelona. Nesse jogo, Savićević marcou um golo e ainda deu uma assistência para Daniele Massaro. Individualmente, o montenegrino teve as duas melhores temporadas entre 1994 e 1996, quando marcou 15 golos, somando as duas temporadas. O último dos tentos anotados pelo Diavolo aconteceu em janeiro de 1998, num dérbi contra o Inter. O jogo, a contra para os quartos de final da Coppa Italia, acabou com um histórico 5-0 a favor dos rossoneri.

 

8º - Marek Hamšík

 

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Posição: médio-ofensivo

Clubes em que atuou na Itália: Brescia (2004-07) e Napoli (2007-hoje)

Títulos: Coppa Italia (2012 e 2014) e Supertaça Italiana (2014)

Prêmios individuais: Jogador eslovaco do ano (2009, 2010, 2013 e 2014), Melhor jogador jovem da Serie A (2008) e Equipa da Serie A (2011)

 

Em toda a história do Napoli, apenas três jogadores estrangeiros foram capitães do Napoli: Diego Armando Maradona, Roberto Ayala e Marek Hamšík. Só isto já poderia fazer do eslovaco um dos maiores jogadores da história napolitana, mas Marekiaro é mais do que isto. Em quase oito anos a vestir azzurro, tem 343 jogos e 85 golos, consolidando-se entre os cinco que mais entraram em campo pelo Napoli (é o quarto) e entre os 10 maiores goleadores (é o sétimo). Por três temporadas consecutivas, de 2008 a 2010, foi o melhor marcador da equipa, e nas outras marcou muitos golos e liderou nas assistências. Hamšík foi, também, o primeiro estrangeiro a ser eleito o melhor jogador jovem da Serie A.

 

O eslovaco chegou ao Napoli em 2007, depois de ter passado três anos no Brescia, que o contratou para integrar as categorias de formação – Hamšík tinha apenas 17 anos. A estrela sempre foi grande: o seu primeiro golo em Itália, ainda pelos brescianos, foi sobre o Milan. Já em Nápoles, marcou golos contra Juventus, Inter, Milan, Roma, Lazio e Fiorentina. Quase sempre titular, mostrou ser um médio ofensivo completo. Desde que chegou á Campânia, Hamšík mostrou o seu repertório: preparação física invejável (lesiona-se muito pouco), muita movimentação e qualidade no passe, além de grande poder de inserir-se entre os avançados e finalizar. Ao lado de Ezequiel Lavezzi e Edinson Cavani, fez parte do segundo melhor Napoli da história, o que devolveu ao clube a grandeza dos tempos de Maradona. Foi o único dos três tenores a ficar, e simboliza o momento da equipa: contratado juntamente com Lavezzi em 2007, quando os azzurri voltaram da Serie B, é o maior ídolo dos adeptos, e nunca deixou o clube mesmo tendo recebido ofertas.

 

7º - Zvonimir Boban

 

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Posição: médio-ofensivo

Clubes em que atuou em Itália: Bari (1991-92) e Milan (1992-2001)

Títulos: Liga dos Campeões (1994), Supertaça Europeia (1994), Serie A (1993, 1994, 1996 e 1999) e Supertaça Italiana (1993 e 1994)

Prêmios individuais: Jogador croata do ano (1991 e 1999)

 

Boban ficou bastante conhecido no panorama internacional por ser um jogador com posições políticas fortes. Mergulhado na causa da independência da Croácia em relação à antiga Iugoslávia, chegou a pontapear um policia sérvio que agredia um adepto, num jogo pelo Dinamo Zagreb, foi suspenso e perdeu o Mundial de 1990. Ficou satisfeito, ainda assim, por ter feito o que julgava correto. Em Itália, o médio-ofensivo continuou a demonstrar a mesma personalidade e foi um dos grandes nomes do Milan nos anos 1990. Zorro, como ficou conhecido, trocou Zagreb pelo Milan, em 1991, mas os rossoneri emprestaram o jogador ao Bari, para que se ambientasse à Itália. Apesar de ter sofrido com uma hepatite e não ter conseguido salvar os galletti da descida, o croata fez boa dupla com David Platt e chamou a atenção de Itália.

 

No ano seguinte, foi incorporado de vez no plantel rossonero e começou a ganhar títulos nos âmbitos nacional e continental. Inicialmente, o croata chegou a disputar posição com jogadores como Ruud Gullit, Dejan Savićević, Demetrio Albertini, Roberto Donadoni e Roberto Baggio, o que lhe tirava um pouco de espaço. Boban, no entanto, começou a aparecer mais na equipa titular a partir de meados de 1994, e entrou em campo na histórica final da Liga dos Campeões de 1994, frente ao Barcelona. Absoluto no meio-campo rossonero a partir de 1996-97, desfilava o seu futebol, a jogar como trequartista tanto no Milan quanto na melhor Croácia da história – que fez furor no Euro 1996 e ficou com a terceira posição no Mundial de 1998. A última conquista de Boban foi justamente aquela em que ele foi mais importante: no scudetto rossonero de 1999, era ele quem ditava o ritmo da equipa, mostrando habilidade e visão de jogo.

 

6º - István Nyers

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Posição: extremo/avançado

Clubes em que atuou na Itália: Inter (1948-54), Roma (1954-56), Lecco (1958-60) e Marzotto (1960-61)

Títulos: Serie A (1953 e 1954)

Prêmios individuais: nenhum

 

Quando se fala de jogadores húngaros, muita gente lembra-se de Gyula Zsengellér, Lajos Détári, Flórián Albert, Sándos Kocsis, Nándor Hidegkuti, László Kubala e todos, claro, citam Ferenc Puskás. No entanto, outra grande estrela do futebol do país foi István Nyers, que jogou em quatro clubes italianos. Extremo, o húngaro, ambidestro, preferia jogar pelo lado esquerdo, mas também jogava na zona central com alguma frequência. Habilidoso e muito bom finalizador tanto com as pernas como com a cabeça, nos seis anos em que jogou pelo Internazionale, ele viveu o seu auge: com 133 golos em 182 jogos, é o quarto maior marcador da história nerazzurra. Pudera: em quatro temporadas o Enfant Terrible marcou 110 vezes, sendo melhor marcador da Serie A em 1949 e alternando entre a segunda e a terceira posições – assim como o seu clube no campeonato –, lutando com Gunnar Nordahl do Milan, e John Hansen da Juventus. Eram os três clubes que disputavam a supremacia do futebol italiano após o Desastre de Superga.

 

O extremo magiar chegou a San Siro de certa forma por causa de um personagem que se tornaria ícone do clube anos depois. Helenio Herrera, que montou o Grande Inter nos anos 1960, treinava o Stade Français, e era admirador do futebol de Nyers. Em Milão, Nyers jogou ao lado de jogadores importantes daquele período do clube nerazzurro, como o holandês Faas Wilkes e o italiano Amedeo Amadei, e principalmente com o sueco Lennart Skoglund e com o italiano Benito "Veleno" Lorenzi, com quem fez um dos trios mais dinâmicos e goleadores da história nerazzurra. O tridente foi o grande responsável por tirar o clube de uma seca de 13 anos sem ganhar a Serie A, com o bicampeonato em 1953 e 1954. Naquela época, Nyers, que tinha quase 30 anos, marcava menos golos, mas era importante: após ser afastado por pedir um aumento de salário, voltou á equipa titular no dérbi contra o Milan, e marcou os três da vitória por 3-0. Aliás, marcar ao Milan era a sua especialidade: ao todo, foram 11 golos, o que lhe confere o título de segundo melor marcador nerazzurro no derby. Depois de deixar o Inter, Nyers ainda teve dois anos dignos por uma Roma mediana – que chegou a ser terceira classificada na sua primeira temporada –, andou por Espanha e voltou à Itália para jogar por Lecco e Marzotto, na Serie B.

 

5º - Zbigniew Boniek

 

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Posição: extremo/avançado

Clubes em que atuou na Itália: Juventus (1982-85) e Roma (1985-88)

Títulos: Liga dos Campeões (1985), Taça das Taças (1984), Supertaça Europeia (1984), Serie A (1984) e Coppa Italia (1983 e 1986)

Prêmios individuais: Jogador polaco do ano (1982)

 

Os melhores jogadores do mundo passavam pela Itália nos anos 1980. E Boniek, principal nome da Polonia em três Campeonatos do Mundo, não poderia deixar de jogar na Serie A. O atacante ganhou os seus principais títulos com a camisola da Juventus, mas é mais adorado pelos adeptos da Roma. Até hoje, por uma série de declarações públicas, os juventinos desprezam o ex-jogador, que por sua vez parece mais doce ao falar da Roma. Facto é que, mesmo assim, pelo que deu à Juve, Boniek foi homenageado com uma estrela no Juventus Stadium – os 50 melhores jogadores da história bianconera receberam a honra. Curiosamente, Zibi chegou a ter tudo certo com a Roma, em 1982, mas acabou por assinar mesmo com a Juve. O primeiro polaco a jogar na Serie A já tinha chamado a atenção da Juve alguns anos antes, quando o Widzew Łódź eliminou a Velha Senhora na Taça UEFA e o próprio Boniek marcou o penalti decisivo.

 

Em Turim, chegou juntamente com Michel Platini, para jogar ao lado dos campeões do mundo Dino Zoff, Claudio Gentile, Antonio Cabrini, Gaetano Scirea, Franco Causio, Marco Tardelli e Paolo Rossi. Na primeira temporada: vice-campeão da Serie A (Roma campeã) e da Liga dos Campeões (Hamburgo vencedor), e vitória na Coppa Italia. De seguida, o futebol técnico, de dedicação ao coletivo e de muitas arrancadas do polaco começou a dar mais resultados. Por causa das suas grandes exibições nos jogos das competições europeias, que usualmente aconteciam durante a noite, o polaco recebeu o apelido de Bello di notte (Belo da noite), dado pelo presidente do clube, Gianni Agnelli. Boniek, realmente, jogava bem nestes jogos: por exemplo, marcou o golo da vitória sobre o Porto na final da Taça das Taças, em 1984, e sofreu o penalti na final da Liga dos Campeões vencida sobre o Liverpool, no trágico jogo disputado em Heysel. Após vencer quase tudo pela Juve – incluindo a sua única Serie A –, passou para a Roma, onde ficou mais três anos. A sua melhor temporada foi a primeira, na qual, comandado por Sven-Göran Eriksson, fez uma grande Serie A e ajudou os romanos a quase ultrapassarem a Juventus na tabela mesmo após estarem nove pontos atrás. Aposentou-se dois anos depois.

 

4º - Siniša Mihajlović

 

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Posição: defesa central e médio-defensivo

Clubes em que atuou na Itália: Roma (1992-94), Sampdoria (1994-98), Lazio (1998-2004) e Inter (2004-06)

Títulos: Supertaça Europeia (1999), Taça das Taças (1999), Serie A (2000 e 2006), Coppa Italia (2000, 2004, 2005 e 2006) e Supertaça Italiana (1998, 2000 e 2005)

Prêmios individuais: Jogador sérvio do ano (1999)

 

Fala-se em livres, fala-se em Mihajlović. O canhoto sérvio, um dos maiores marcadores de livres da história do futebol, chegou ao futebol italiano depois de ter sido campeão europeu e mundial com o Estrela Vermelha. Logo após o título europeu, foi contratado pela Roma, clube pelo qual teve passagem discreta, a jogar como médio-defensivo. Em 1994, foi contratado pela Sampdoria e foi na equipa blucerchiata que conheceu o sucesso. Logo na sua primeira temporada, a Bomba de Borovo, como era chamado, teve a sua posição alterada pelo técnico Vujadin Boškov e passou a jogar na lateral esquerda. Com a chegada de Sven-Göran Eriksson ao clube genovês, Miha teve a sua posição alterada mais uma vez e virou defesa central, função na qual mais se destacou na carreira, jogando com a classe de quem tinha um pé esquerdo privilegiado. Em quatro temporadas, o sérvio fez 110 jogos e marcou 20 golos pela Samp.

 

O bom desempenho pela equipa doriana e no Mundial de 1998, pela seleção da antiga Iugoslávia, levou Mihajlović para a Lazio, trazido por Eriksson. O jogador esteve tão bem pela equipa biancoceleste que nem mesmo o seu passado giallorosso atrapalhou a sua identificação com o clube de Formello. Foi no lado azul da capital que o sérvio encontrou a melhor fase da sua carreira. Ainda como central, dotado de uma ótima visão de jogo e de uma vontade inacabável, cobria bem os espaços e dificultava muito a vida aos avançados. Depois, os seus lançamentos longos eram uma arma a mais para os contra-ataques. A sua potentíssima perna canhota permitia-lhe marcar uma infinidade de golos de livre – chegou a marcar três vezes dessa forma num único jogo, contra a Sampdoria. Em seis anos de Lazio, fez 33 golos em 133 jogos, venceu praticamente tudo o que pode e foi capitão nos seus últimos dias de clube. Ainda passou dois anos no Inter, para onde foi a convite do amigo Roberto Mancini – companheiro na Samp e Lazio. Foi suplente nos dois anos em Milão, mas marcou importantíssimos golos. Conquistou mais três títulos e ampliou o seu recorde: com 28 golos, ninguém fez mais golos de livre do que Mihajlović na história da Serie A.

 

3º - Dejan Stanković

 

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Posição: médio

Clubes em que atuou na Itália: Lazio (1998-2004) e Inter (2004-13)

Títulos: Liga dos Campeões (2010), Mundial de Clubes da Fifa (2001), Supertaça Europeia (1999), Taça das Taças (1999), Serie A (2000, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010), Coppa Italia (2000, 2005, 2006, 2008, 2010 e 2011) e Supertaça Italiana (1998, 2000, 2005, 2006, 2008 e 2010)

Prêmios individuais: Jogador sérvio do ano (2006 e 2010)

 

Stanković é, antes de tudo, um jogador com marcas pessoais invejadíssimas – sobretudo no futebol italiano. Muitos podem não vê-lo como um jogador importante, mas o sérvio, que se destacou com as camisolas de Lazio e Inter, está no hall da fama como um dos estrangeiros mais vencedores na história do Calcio. Em termos de títulos de caráter nacional, Deki conquistou 17 títulos: seis Serie A, cinco Taças de Itália e mais cinco Supertaças. Ninguém venceu mais Supertaças do que ele, e nenhum estrangeiro conquistou mais scudetti e conquistas da Taça. Em termos de Serie A, apenas Walter Samuel fica empatado (os dois, inclusive, estão entre os 20 maiores vencedores da competição), e falando de Taça, é Goran Pandev quem se iguala – apenas Roberto Mancini, com seis Taças supera os dois. O médio ainda é um dos 10 estrangeiros com o maior número de jogos pela Serie A (368) e recordista de jogos com a Sérvia (103, somados ainda aos dos tempos de Iugoslávia e de Sérvia e Montenegro). Ufa!

 

O "drago" Stanković, porém, é muito mais do que números. Garoto prodígio, chegou á Lazio em 1998, por cerca de 10 milhões de euros. À época, a equipa capitolina estava a montar um grande plantel, que viria a ser uma das melhores equipas da história laziale. Apesar do plantel estrelar, Stankovic conquistou o próprio espaço e marcou nove golos na temporada – inclusive, mostrando ao que veio logo na estreia, marcando um golo contra o Vicenza. Em cinco anos e meio no clube, Deki conquistou os seus primeiros títulos no futebol italiano e rapidamente converteu-se num dos principais jogadores da equipa, principalmente após o clube se desmantelar com a falência da Cirio, empresa de Sergio Cragnotti, proprietário do clube. Em janeiro de 2004, quase assinou com a Juventus, mas acabou no Inter. Em Milão, ganhou tudo, e transformou-se num dos jogadores mais adorados pelos adeptos, por uma combinação de fatores: técnica acima da média, qualidade nos passes, muita raça e disposição e, principalmente, pelos golaços de fora da área, uma marca da sua carreira – Deki ainda tinha o hábito de marcar golos contra rivais, como Milan e Roma. Stanković foi titular do Inter por seis anos, e participou activamente na campanha do Triplete, em 2010, mas depois perdeu espaço, pelos problemas físicos decorrentes da idade.

 

2º - Andriy Shevchenko

 

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Posição: avançado

Clube em que atuou na Itália: Milan (1999-2006 e 2008-09)

Títulos: Liga dos Campeões (2003), Supertaça Europeia (2003), Serie A (2004), Coppa Italia (2003) e Supertaça Italiana (2004)

Prêmios individuais: Bola de Ouro (2004), Jogador ucraniano do ano (1999, 2000, 2001, 2004 e 2005), melhor marcador da Serie A (2000 e 2004), melhor marcador da Liga dos Campeões (1999 e 2006), Melhor avançado da Europa (1999), Melhor jogador estrangeiro da Serie A (2000), Seleção do ano da Uefa (2004 e 2005), Seleção do ano FifPro (2005)

 

Simplesmente Andriy Shevchenko. Um nome imponente, que faz jus ao que o adepto milanista via em cada jogo do clube entre 1999 e 2006. Em sete anos, ninguém jogou ou fez tantos golos quanto o ucraniano em Itália. Sheva era um atacante com todos os requisitos necessários para brilhar e ser um monstro da grande área. Com a sua genialidade, tornava os seus ótimos companheiros de ataque meros ajudantes – gente como Hernán Crespo e Pippo Inzaghi, por exemplo. Shevchenko viveu o seu auge em Milão, e conquistou neste período quase todos os títulos possíveis em nível de clubes. Ao nível individual, o principal premio foi a Bola de Ouro como melhor jogador na Europa, em 2004.

 

Ao todo, Shevchenko fez 322 jogos e 175 golos com a camisola rossonera, o que o coloca como o segundo maior goleador da história do clube, atrás apenas de Gunnar Nordahl. O ucraniano de Kiev também é o maior marcador do Derby d'Italia, com 14 golos – e foi justamente o Inter sua vítima preferida nos seus tempos de Itália, o que justifica que os interistas tivessem pesadelos antes e depois dos clássicos, e que os milanistas o amassem ainda mais. Sheva guarda consigo ainda um retrospecto fenomenal: marcou mais de 10 golos por sete anos consecutivos, um feito para poucos. Nem mesmo a fraca segunda passagem pelo Milan, quando foi emprestado pelo Chelsea e fez apenas dois golos num ano, apaga a brilhante carreira desenvolvida pelo avançado no futebol italiano.

 

1º - Pavel Nedvěd

 

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Posição: médio

Clubes em que atuou na Itália: Lazio (1996-2001) e Juventus (2001-09)

Títulos: Serie A (2000, 2002 e 2003), Coppa Italia (1998 e 2000), Supertaça Italiana (1998, 2000, 2002 e 2003), Taças das Taças (1999) Supertaça Europeia (1999), e Serie B (2007)

Prêmios individuais: Bola de Ouro (2003), Golden Foot (2004), Bola de Ouro da República Checa (1998, 2000, 2001, 2003, 2004 e 2009), Melhor jogador checo do ano (1998, 2000, 2003 e 2004), Melhor desportista checo do ano (2003), Melhor jogador da Serie A (2003), Melhor estrangeiro da Serie A (2003), Melhor médio da UEFA (2003), equipa do ano da UEFA (2003, 2004, 2005), e equipa do Campeonato Europeu de futebol (2004)

 

Nenhum jogador do Leste Europeu jogou tanto – em tempo e qualidade – e se identificou com o futebol de Itália quanto Nedvěd. O checo chegou à Itália por obra de um compatriota, o treinador Zdeněk Zeman. Devido a isso, o Anjo Loiro chegou à Lazio após se ter destacado no Europeu de 1996 com a seleção do seu país. Nas cinco temporadas em que defendeu as cores da Lazio, Nedvěd foi sempre o grande motor do meio-campo, graças á sua aplicação tática, inteligência, ao seu potente remate de fora da área e aos seus golos importantes. O médio fez parte da melhor equipa da história da Lazio e foi peça importante para a conquista do segundo scudetto do clube, além de marcar golo na final da Taça das Taças contra o Mallorca, que culminou no primeiro título europeu vencido por uma equipa romana. No total, Nedvěd fez mais de 200 jogos com a camisola biancoceleste, marcando 51 golos e vencendo sete títulos em apenas cinco anos.

 

Depois do sucesso em Roma, o jogador passou para a Juventus, onde se tornou um dos gigantes do futebol mundial. Pudera, a Fúria Checa foi contratada para substituir Zinédine Zidane, vendido ao Real Madrid por um preço recorde. Ele começou a render sob o comando de Marcello Lippi em dezembro daquele ano, jogando como trequartista. Nedvěd conquistou dois campeonatos nacionais e ainda liderou, juntamente com Alessandro Del Piero, a campanha que terminou numa final da Liga dos Campeões de 2003 – suspenso, não jogou a final contra o Milan. Durante oito temporadas em Turim, Nedved não ficou conhecido somente pelos seus passes precisos, golaços de fora da área e condição física inesgotável: ele ganhou a condição de lenda para os juventinos quando ficou no clube após o Calciopoli. Foi ovacionado pelos adeptos no seu último jogo como profissional, contra a Lazio, em 2009. Hoje, depois de tanta identificação com os bianconeri, é membro do conselho de administração da Juventus, e segue a vencer fora de campo.

Editado por Mary

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Segundo o Repubblica o Milan vai fechar o ano com um prejuizo de 92M de euros. :cadeirada: :cadeirada: :cadeirada: :cadeirada:

 

Muita coisa está mal para que uma equipa que não gasta um centavo em contratações tenha um prejuízo tamanho. Contratos altos e a falta de competições europeias não pode causar um valor destes. Para mais quando vimos de anos com prejuízos de 5M a 15M. Estranho...

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A Liga Italiana vai analisar uma proposta para que a primeira jornada da próxima epoca da Serie A seja jogada em 10 cidades estrangeiras diferentes. Objectivo é que essa jornada seja jogada em cidades como Paris, Londres, Pequim, Shangai ou Nova Iorque.

 

No minimo, uma proposta diferente.

 

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Marotta e Paratici vão renovar com a Juventus por 3 anos.

 

Allegri será o próximo a renovar.

 

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Morata " Juventus, uma familia de campeões"

 

" Uma coisa que me surpreendeu bastante quando cheguei aqui : na Juventus não há ninguém no balneário que se sinta mais importante do que outro, mesmo aqueles que foram campeões do mundo ou que são uma lenda do futebol . Aqui eles vão comer com todos, conversam com toda a gente, fazem uma vida normal ... Para mim foi incrível ser capaz de falar sobre qualquer coisa com Buffon , com Pirlo e impressiona -me pensar que eles me ajudam em qualquer coisa e eles ajudaram-me tanto para que eu me senti-se bem. Não é algo normal para uma grande equipa : a força da Juventus é esta , não somos apenas um plantel de campeões, somos homens que jogam e lutam juntos."

Editado por Mary

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numa liga sem concorrentes não é dificil dominar, mas na Europa estão muito bem. Há mérito do Allegri.

 

O Milan que saque o Klopp e a Roma o Conte para animar a liga.

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que tem?

 

O Allegri para mim percebe 0 de bola. Tem o melhor plantel da liga italiana, melhores individualidades e melhor colectivo. E em caso de dúvida, será sempre penalty para a Juve, portanto não é por aí.

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O Allegri basta não estragar nem inventar o que está bem feito.

 

Milan que arranje um treinador e venda os ex jogadores urgentemente.

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O trabalho do Allegri vai-se poder analisar melhor na proxima temporada. Esta ainda tem muito de Conte por trás. Quando tenha uma equipa feita à sua medida ja se poderá avaliar. No entanto, a minha opiniao sobre ele é que um gajo que pouco percebe desta coisa, mas que se comporta como um pau mandado da direcçao, o que termina por ser uma vantagem para manter o emprego.

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Prefiro esperar até ao final da época para falar sobre o trabalho do Allegri mais confortavelmente. Neste momento só posso dizer que já me surpreendeu num ou noutro jogos importantes, mas que na verdade ainda não fez nada de realmente extraordinário.

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Morata "A minha história é na Juventus"

 

O inicio - "A lesão no incio da temporada foi um periodo difícil, mas no final não foi tão mau quanto eu pensava na alturo. O estalo do joelho foi terrível, eu estava no chão e imaginei uma paragem de sete, oito meses. Tenho que agradecer aos fisioterapeutas, mas também ao meu entusiasmo e força de vontade. Eu enfrentei as dificuldades de uma mudança total: de país, de futebol, de equipa. Não é fácil chegar a Itália e entender tanta tática. E o trabalho físico que é feito aqui é completamente diferente: levei um par de meses para me acostumar com uma quantidade tão grande de novidades ".

 

A actualidade - "Não creio que seja um titular. Sou um jogador importante tal como todos os outros. A força desta equipa é ser como uma família: sofremos e celebramos juntos . Se jogo sei que os outros estão a torcer por mim, se não jogar fico a torcer pelos outros e fico feliz se eles marcarem golos. Na Juve funciona assim e tão por esta razão podemos ir muito longe: temos muita qualidade, mas também uma grande unidade de intenções e isso não é algo comum em equipas grandes. Acontece com mais freqüência ver um conjunto de jogadores com qualidade incrível, mas que não trabalham em conjunto, como acontece connosco. Viram em Florença? Faltavam-nos jogadores importantes e mesmo assim fizemos um grande jogo e conseguimos uma vitória evidente."

 

Os colegas - "Quem mais me surpreendeu foi Pirlo. Não é tão sério como pensam: faz piadas, é muito simpático, e em seguida, passeia em campo ... Digo-vos: vê-lo na TV é uma coisa, ao vivo é assustador. Eu olho para ele, e tento entender. Se ele fica a marcar livres e eu terminei o treino, eu tiro as chuteiras e fico com ele, a observá-lo. O mesmo com Tevez. Eu olho para eles e penso: tanto que eu ainda posso melhorar."

 

"Com Tevez é como estar um ano numa universidade de futebol . È aprender a cada dia, a cada minuto que passo com ele, com Llorente ou com Matri. O que impressiona em Tevez é o facto de que ele não precisa de correr tanto, de ter sempre aquele compromisso e empenho, de não ter que defender como ele faz, mas ele fá-lo! Ele é um fenómeno que joga com a atitude de um novato.

Ele é uma lenda, um jogador de top mundial. Dá-me muitos conselhos sobre o que fazer dentro de campo e fora dele, ele ajuda-me muito. Pergunta-me sempre como vai a minha vida extra futebol. Ele diz-me que é importante estar sereno para render dentro de campo. Ele preocupa-se muito comigo."

 

"Pogba é um grande jogador, um amigo e uma boa pessoa. Para mim, ele vai tornar-se o número um do mundo, e se não conseguir, estará entre os três primeiros."

 

Cláusula de recompra - "Eu não penso nisso. A Juventus deu-me a vida, porque no ano passado eu não tinha confiança e sentia-me mal. A Juventus veio a minha casa e pediu-me para vir para aqui, mostrando-me grande confiança com o investimento que eles fizeram em mim. E eu confiei na Juventus, porque tinha outras ofertas, ainda mais rentáveis. Mas como se pode dizer não á camisola número 9 da Juventus? "

 

Liga dos Campeões - "Não subvalorizamos o Monaco porque se estão nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, como nós, não podem ser fracos. E eles eliminaram o Arsenal. Temos de dar tudo: é a Champions League, não há jogos fáceis. Temos que acreditar que podemos chegar á final, claro, mas por agora é melhor concentrar no jogo contra o Monaco: nós temos de começar por fazer um grande jogo em casa, e depois jogar bem na segunda mão. De seguida é esperar pelo sorteio e acreditar."

 

"Do Westfalenstadion mandámos uma mensagem para toda a Europa. Ali perderam muitas grandes equipas, mesmo o Bayern teve de lutar para ganhar por 1-0, enquanto nós ganhámos de forma devastadora. Nos últimos quatro anos ganharam lá o Real Madrid, Bayern e poucos outros clubes."

 

Taça de Itália - "Estou chateado por falhar a final porque eu não toquei no jogador da Fiorentina. Na pior das hipóteses, podia ser amarelo, porque eu vinha de trás e talvez possa ter dado a impressão de ter sido uma falta dura ... Ok. Fico com a beleza do jogo contra a Fiorentina ".

 

' Allegri esteve muito bem. Ele disse-nos: rapazes, estejam tranquilos e o primeiro golo chegará. Mantenham-se calmos e chegará o segundo. Continuem a ter calma e o terceiro chegará. E assim foi. Jogámos sem medo, tranquilos, e ganhámos."

 

Treino - "È muito dificil marcarem-nos golos. Mesmo quando estamos aqui a treinar em Vinovo, para mim é o melhor treino para bater os defesas italianos. Se pensarem sobre isso: há um guarda redes fenomenal e uma série de defesas que podem mudar e msm assim permanecerem intransponíveis. Mas esta equipa é forte em todos os sectores: há um meio-campo igualmente forte e um ataque com grandes campeões. Esta equipa é forte e o estão a descobrir em toda a Europa."

 

"Treino bastante os remates fora de área porque eu tenho que melhorar. Em Itália, é mais difícil rematar dentro da área, do que acontecia em Espanha, então há que ter uma arma a mais.

Acho que melhorei bastante na Juventus, mas só ainda agora comecei: ainda tenho um longo caminho a percorrer"

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Provável camisola da Juve para a proxima epoca:

 

adidas-juventus-15-16-home-kit-1.jpg

:carinhoso:

 

 

::::

 

O presidente do Palermo, Maurizio Zamparini, revelou que a Juventus está perto de fechar a contratação do avançado argentino Paulo Dybala e já ofereceu 35 milhões de euros pelo seu passe.

 

«Nesta altura, a Juventus esta na frente. Quer fechar o negócio numa semana, mas, obviamente, que pretendo o melhor negócio possível. Os bianconeri ofereceram cerca de 35 milhões de euros, mas quero 40 milhões de euros ou mais. Também tenho conversado com o Arsenal e o PSG pediu informações ao agente dele», afirmou Zamparini, em declarações à France Football.

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35M por um gajo a 8 meses de puder assinar a zero por quem quiser. O presidente do Palermo é um génio.

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A final da Taça de Itália vai ser o primeiro jogo em Itália em que vai ser utilizada a tecnologia da linha de golo, como se faz na Premier League.

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Suponho que sejam 35M com bónus e contrapartidas. Ou então é o gajo a falar à toa e a Juve nem fez proposta nenhuma que é o mais provável.

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Bonita essa camisola da Juve. Em relação ao Dybala, caía que nem uma luva no Arsenal.

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f*da-se que a Juve todos os anos espatifa uns belos milhões num avançado....

 

 

E é sempre um "cracalhão" que vem resolver tudo... Mas tirando o Tevez, o resto, chapéu...

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Está-me a escapar qualquer coisa, ó Ilidio. :mrgreen:

 

Deves ter confundido essa definição de cracalhão que vem resolver tudo dos nomes que são falados todos os anos pelos jornais mas não entram! Não me lembro de nenhum avançado entrar no clube visto dessa maneira pelos adeptos, nem mesmo o Tevez. E se o Dybala entrar agora por um crlão de dinheiro, também não vai ser ele o primeiro. A espinha da equipa oferece demasiadas garantias para que haja esse tipo de mentalidade neste momento.

 

Outra coisa, o Morata para mim está a ser uma agradável surpresa e é um jogador que ainda tem margem de progressão. Mesmo a maioria dos outros avançados foram contribuindo à sua maneira para épocas de sucesso qb e nenhum foi comprado por um balúrdio nos padrões de mercado actual (embora alguns tenham sido overpaid), não diria bem que foi totalmente chapéu. Chapéu é o bailinho que a imprensa dá aos adeptos todos os anos sem excepção. :lol:

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Prefiro esperar até ao final da época para falar sobre o trabalho do Allegri mais confortavelmente. Neste momento só posso dizer que já me surpreendeu num ou noutro jogos importantes, mas que na verdade ainda não fez nada de realmente extraordinário.

Eu percebo o que estas a dizer mas não deixa de ser engraçado ver as reacções.

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Está-me a escapar qualquer coisa, ó Ilidio. :mrgreen:

 

Deves ter confundido essa definição de cracalhão que vem resolver tudo dos nomes que são falados todos os anos pelos jornais mas não entram! Não me lembro de nenhum avançado entrar no clube visto dessa maneira pelos adeptos, nem mesmo o Tevez. E se o Dybala entrar agora por um crlão de dinheiro, também não vai ser ele o primeiro. A espinha da equipa oferece demasiadas garantias para que haja esse tipo de mentalidade neste momento.

 

Outra coisa, o Morata para mim está a ser uma agradável surpresa e é um jogador que ainda tem margem de progressão. Mesmo a maioria dos outros avançados foram contribuindo à sua maneira para épocas de sucesso qb e nenhum foi comprado por um balúrdio nos padrões de mercado actual (embora alguns tenham sido overpaid), não diria bem que foi totalmente chapéu. Chapéu é o bailinho que a imprensa dá aos adeptos todos os anos sem excepção. :lol:

Bem, se perguntares ao Mary e ao tuttosport, são smpre uns craques de meter medo! :mrgreen:

 

É. O Llorente tb começou assim....

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