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Victarion

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Rotura de ligamentos no joelho. Na porcaria de um treino na seleção. crl!

 

E claro os adeptos da Juve estão furiosos com o Conte. Tem sido arrasado nas redes sociais. Enfim, treinos militares tem estas consequencias...obrigadinho por ter acabado com a epoca da Juve nas competições europeis.

 

 

 

38 - Claudio Marchisio has played the joint-most games this season amongst Juventus players (38 apps for the club, in all comps). Blow.

Editado por Mary

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O presidente do Palermo, Maurizio Zamparini, falou sobre o futuro do avançado argentino, afirmando que este só sairá do clube italiano por 40 milhões de euros.

 

Dybala, que tem vindo a ser seguido pelo Barcelona e pela Juventus, tem agora uma cláusula de rescisão mais elevada do que o valor que os clubes interessados na sua contratação oferecem ao Palermo. «A Juventus ofereceu 35 milhões, mas quero 40», afirmou Zamparini em declarações à Rádio ‘Kiss Kiss’.

 

Sabe-se ainda que também o Nápoles e o Manchester United já apresentaram propostas pelo avançado ao clube italiano e ao representante do jogador.

 

Dybala já revelou, no entanto, que a sua intenção é um dia vir a jogar ao lado do seu compatriota Lionel Messi.

 

 

 

A confirmar-se, é bom ver a Juve novamente com capacidade financeira para oferecer 35 milhoes de euros por um jogador.

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Avançam hoje os nomes de Emery e de Jardim para substituir Inzaghi...

 

...este ultimo, deve ir para tentar papar a Barbara Berlusconi....

 

 

Fala-se do Emery para o Milan.

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Giuseppe Signori

 

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Golos. Era isso que Giuseppe Signori trazia para as equipas em que jogava. O veloz avançado, dono de uma das pernas esquerdas mais afinadas que o futebol italiano já viu, fez história entre o final dos anos 80 e o início dos anos 2000. As bolas paradas também eram uma arma praticamente mortal para Beppe. Além dos livres exímios, Signori tinha um estilo peculiar de bater penaltis: não ganhava distância superior a três passos da bola e, normalmente, não falhava.

 

Antes de ser profissional, Giuseppe Signori passou três anos nos juvenis do Inter, até ser dispensado por ser baixo. O avançado não desistiu e iniciou a carreira no AlbinoLeffe, de Bérgamo. Muito jovem, Beppe ajudou a equipa na subida à Serie C2, marcando cinco vezes em oito jogos. Porém, no ano seguinte, os lanieri voltaram à Divisão Interregionale – o quinto nível do futebol italiano, na época.

 

Depois de mais uma temporada como titular na Lombardia, Signori transferiu-se para o Piacenza, clube pelo qual venceu a antiga Serie C1, mesmo sem ser titular. Após um ano sem sucesso pelos lobos, acabou emprestado ao Trento, onde também não conseguiu marcar muitos golos. Na volta à equipa biancorossa, na Serie B, foi titular, mas acabou por descer de divisão. Signori acabou por ser negociado com o Foggia, recém-promovido à Serie B, e, aí, a sua carreira mudou: no sul de Itália, o avançado começou a aumentar a sua média de golos. Trabalhando juntamente com o treinador Zdenek Zeman, que privilegiava o jogo ofensivo e montava a equipa no 4-3-3, com o ótimo tridente ofensivo composto pelo próprio Signori, além de Baiano e Rambaudi.

 

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Na primeira temporada, Signori marcou 14 golos e, na temporada 1990-91, com mais 11 golos do avançado, os satanelli conseguiram a subida para a Serie A, que ficou conhecido como o “Milagre de Foggia”. Na sua estreia na principal divisão do futebol italiano, Signori marcou novamente 11 golos na primeira das três ótimas temporadas dos rossoneri na elite italiana. O bom desempenho garantiu-lhe a primeira convocatória para a Nazionale e também uma transferência para a Lazio, em 1992. Logo no segundo jogo vestindo o azzurro da Itália, contra a Irlanda, o avançado marcou. A seleção tornar-se-ia rotina para ele.

Os aquilotti receberam muito bem Signori e a sua retribuição veio em campo. No seu primeiro jogo, contra a Sampdoria, no estádio Luigi Ferraris, ele marcou uma doppietta, num empate por 3-3. A temporada na equipa da capital foi ótima e Signori sagrou-se melhor marcador da Serie A com 26 golos, o maior número alcançado por ele na carreira. Os eus golos conduziram os laziali ao quinto lugar, que garantiu um lugar na Taça UEFA, quinze anos após a última participação capitolina nas competições europeias, quando a equipa ainda tinha Bruno Giordano. A partir de então, Signori tornou-se o líder da equipa.

 

Na competição continental, a Lazio treinada por Dino Zoff não teve sucesso, mas no campeonato italiano chegaram ao quarto lugar e Beppe, autor de 23 golos, chegou mais uma vez à honra de ser o melhor marcador do campeonato, o que lhe garantiu lugar na seleção italiana de Arrigo Sacchi, que foi aos Estados Unidos disputar o Campeonato do Mundo de 1994.

 

Vestindo a camisola 20, Giuseppe Signori participou em seis jogos na campanha italiana, mas foi utilizado por Sacchi como avançado em apenas uma oportunidade, tendo sido mais utilizado como médio, embora tenha feito 48 golos em 56 jogos pela Lazio ao longo de dois anos. Por jogar fora da posição, acabou por se desentender com o treinador nas meias finais, contra a Bulgária, e não entrou em campo na final, contra o Brasil. Depois do Mundial, o avançado laziale jogou apenas mais seis vezes com a Squadra Azzurra e como ocorreu nos Estados Unidos, não conseguiu balançar as redes, finalizando a sua história na seleção em 1995, com 28 jogos e 7 golos.

 

Para a Serie A de 1994-95, a Lazio contratou Zeman e, assim, a parceria entre o avançado e o treinador foi reeditada - assim como aquela com Rambaudi, que chegou com o treinador. Signori liderou novamente os aquilotti e seus 17 golos contribuíram para o clube ficar com o melhor ataque da competição e também ser vice-campeão italiano, além de chegar às meias finais da Coppa Italia e aos quartos de final da Taça UEFA. Foi a melhor temporada da Lazio desde o título italiano de 1973-74, conquistado por Tommaso Maestrelli. A idolatria dos adeptos pelo camisola 11 era tal que, em 1995, ele chegou a ter uma transferência confirmada para o Parma, mas a enorme revolta dos adeptos fez com que a direcção voltasse atrás nessa decisão.

 

O goleador respondeu em campo ao apoio dos adeptos e, na temporada 1995-96, com 24 golos na Serie A, foi novamente o melhor marcador, ao lado do barês Igor Protti, levando a Lazio no terceiro lugar. Porém, o desempenho não foi capaz de convencer Sacchi e o jogador ficou de fora do Euro 96. Com a saída de Zeman e a volta de Zoff, no meio da temporada 1996-1997, a Lazio passa por uma reformulação e Signori, no entanto, continua como capitão e principal jogador.

 

Na temporada seguinte 1997-98, a contratação de Sven-Göran Eriksson trouxe reforços como Vladimir Jugovic, Matías Almeyda e Roberto Mancini, mas limita os espaços de Signori, cada vez mais relegado para o banco, no esquema tático de Eriksson. Signori “comemora” o seu primeiro título com a Lazio nesta temporada: o camisola 11 marcou seis vezes na campanha que levaria os laziale á vitória na Coppa Italia, mas ficou de fora da reta final, já que optou por ser emprestado para a Sampdoria, ao ver o seu espaço diminuir após a contratação do ex-doriano Mancini. A passagem pelos blucerchiati foi rápida e sem destaque, mas o avançado acabou não regressar à Lazio: estava pronto para respirar novos ares.

 

No final da temporada, Beppe transferiu-se para o Bologna, onde reencontrou a titularidade e voltou a marcar golos em grande quantidade. Assim, ele ajudou os rossoblù na reta final da Taça Intertoto, que valeu o apuramento para a Taça UEFA, competição na qual Signori marcou seis golos.

 

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Um dos jogadores mais representativos da época em que Francesco Guidolin treinou a equipa emiliana, Giuseppe Signori disputou seis campeonatos italianos com o Bologna e, nesse período, marcou 67 golos. Dessa forma, o avançado chegou á marca de 188 golos em toda a sua carreira na Serie A, o que lhe garante o oitavo posto entre os maiores goleadores da história da competição, com a melhor média da história.

 

Antes de pendurar as chuteiras, Beppe fez amigáveis na China com a camisola do Milan, em 2004, e depois passou uma temporada na Grécia, no Iraklis Thessaloniki. O seu último clube foi o húngaro Sopron, onde também passou apenas um ano. Dois anos após a sua última experiência na Serie A, o eterno goleador encerrou a carreira oficialmente.

 

Giuseppe Signori seguiu ligado ao futebol. Primeiro foi comentador da RAI, onde começou no Mundial de 2006. Em 2008, tentou a carreira de consultor administrativo no Ternana, mas entrou em litígio com a direcção do clube, pródiga em polémicas, e voltou ao trabalho de comentador, ao qual se dedica até hoje, fazendo parte da equipa desportiva da Mediaset Premium.

 

Giuseppe Signori

Nascimento: 17 de fevereiro de 1968, em Alzano Lombardo, Itália

Posição: Avançado

Clubes: Inter (1981-84), AlbinoLeffe (1984-86), Piacenza (1986-89), Trento (1987-88), Foggia (1989-92), Lazio (1992-97), Sampdoria (1998), Bologna (1998-04), Iraklis (2004-05) e Sopron (2005-06)

Títulos: Serie C1 (1986-87), Serie B (1990-91), Coppa Italia (1997-98), Taça Intertoto (1998) e Serie B (1990-91)

Seleção italiana: 28 jogos e 7 golos

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Bom, afinal a lesão do Marchisio não é tão grave como se esperava. O ligamento do joelho não foi afectado.

 

Jogador vai fazer novos exames amanhã, estará em repouso e a será observado dia a dia.

 

Grande alivio!!!!!!!!!!!!

 

Até se fala numa ausencia de apenas 15 dias.

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f*dasse vejam lá a m*rda que fazem que já o Vidal ficou todo roto por andar a forçar uma lesão. As a side note, a enorme boa conta em que o juventuz tem o Marchisio nestes dias é completamente mind-blowing para mim. Diz bem da época que ele está a ter.

 

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:heart:

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On this day in 1993, an unknown 16 year old named 'Francesco Totti' made his debut for Roma.

He's now the Emperor.

 

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Pensava de o Catania estar melhor posicionado :estrelas:

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35 - AC Milan have been awarded the most penalties over the last four Serie A seasons (including the current one). Advantage.

 

Olha que coincidência.... whistling.gif 211a0lc.gif

 

________________

 

93% - A. Vidal has the best tackle success rate in Serie A in 2015 among players on 25+ tackles made. Tough.

 

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John Hansen

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A leva olímpica escandinava que chegou a Itália no fim dos anos 40 e início dos anos 50 teve no avançado John Hansen um dos seus principais nomes. Naquela época, Suécia e Dinamarca tinham seleções fortes e tiveram sucesso em diversas edições de Jogos Olímpicos e do Campeonato do Mundo, entre os anos 1940 e 1960. Na Olimpíada de 1948, a Dinamarca ficou com a medalha de bronze e quem teve o maior destaque foi Hansen, o melhor marcador da competição. A partir daí, o avançado nascido em Copenhaga desenvolveria um percurso brilhante em Itália.

 

Hansen chegou a Itália depois de ter feito, para um jovem, uma carreira vitoriosa. Aos 24 anos, já tinha os créditos de ter marcado 81 golos em 86 jogos pelo Frem, na amadora liga dinamarquesa, e também por ter sido o melhor marcador nos Jogos Olímpicos, ao lado do sueco Gunnar Nordahl, com 7 golos – quatro deles marcados á Itália treinada por Vittorio Pozzo, nos quartos de final, num jogo que terminou 5-3 para os nórdicos.

 

O sucesso foi tanto que fez Hansen entrar em Itália pela porta grande. Após os Jogos, o dinamarquês chegou a ser apontado para reforçar o Grande Torino, que já tinha Valentino Mazzola e Guglielmo Gabetto, nos idos de 1948. Hansen, no entanto, escolheu o outro lado de Turim e escapou de falecer na Tragédia de Superga, que matou o principal clube de Itália em 1949. Hansen acabou por assinar com a rival Juventus, que procurava quebrar a hegemonia granata o que acabou por conseguir.

 

O avançado centro goleador jogou por seis temporadas na Juventus e foi um dos grandes responsáveis por fazer a Velha Senhora encerrar um jejum de 15 anos sem o título da Serie A. Marcando golos de todas as formas, sagrou-se o melhor marcador no seu segundo scudetto e recebeu prémio de ordem ao mérito concedido pela República Italiana, em 1952.

 

Em seis temporadas pela Velha Senhora, o dinamarquês conseguiu feitos invejáveis. Primeiro, marcou mais de 20 golos em quatro dos seis anos em que lá esteve. Entre os estrangeiros, Hansen é o terceiro maior goleador da história da Juventus, atrás apenas de David Trezeguet e do ítalo-argentino Omar Sívori. Contando apenas os golos na Juve pela Serie A, fica atrás só de Sívori: marcou 124 golos, todos eles na elite italiana. Hansen encontra-se ainda, entre os 10 maiores goleadores escandinávos da história da Serie A, com 139 golos realizados.

 

Após deixar a Juventus, Hansen ainda jogou outro ano em Itália, e marcou 15 golos pela Lazio, num ano que teve vários destaques escandinavos: o maior foi Nordahl, que marcou 27 golos e sagrou-se melhor marcador por um Milan que ainda tinha o sueco Niels Liedholm e o dinamarquês Jørgen Leschly Sørensen, com 6 e 13 golos marcados, respectivamente. Entre os suecos, Ivar Eidefjäll (Novara), Arne Selmosson (Udinese, 14 golos) e Hasse Jeppson (Napoli, 10 golos) destacaram-se, e entre os dinamarqueses, os melhores foram Poul Rasmussen (Atalanta, 16 golos), Helge Bronée (Juventus, 11 golos) e Karl Aage Præst (Juve).

 

Depois de deixar a Lazio, Hansen voltou ao Frem, onde conseguiu manter a média de mais de um golo por jogo até encerrar a carreira, duas temporadas depois. Pouco conhecido fora da Itália e da Dinamarca, o avançado tem motivos para justificar a pequena fama: quando jogava, os campeonatos nacionais da Dinamarca eram amadores, e a federação local convocava para a seleção apenas jogadores que actuassem no país. Por isso, os dinamarqueses tinham sucesso apenas na Olimpíada, e só disputaram o seu primeiro Campeonato do Mundo em 1986. Não fosse isso, e Hansen poderia ter tido um reconhecimento à altura do futebol que jogou em vida.

 

 

John Hansen

Nascimento: 27 de julho de 1924, em Copenhaga, Dinamarca

Morte: 12 de janeiro de 1990, em Copenhaga, Dinamarca

Posição: Avançado centro

Clubes: Frem (1943-48 e 1958-60), Juventus (1948-54) e Lazio (1954-55)

Títulos: 2 Serie A (1949-50 e 1951-52), Bronze Olímpico (1948) e Campeonato Dinamarquês (1943-44)

Seleção Dinamarquesa: 8 jogos e 10 golos.

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Novos acordos poderão trazer alívio financeiro a Juventus

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Um levantamento feito pela Banca Imi e publicado pelo site CalcioeFinanza aponta que a Juventus poderá fechar a próxima temporada com receitas acima dos 300 milhões de euros, pela primeira vez na sua história.

 

O incremento do acordo de televisão da UEFA Champions League e da Série A Tim, aliado á renovação do seu contrato com a Jeep, que passará dos atuais 13 milhoes para 17 milhões de euros em 2016, e a chegada da Adidas para o lugar da Nike, poderá trazer benefícios adicionais aos cofres da Vecchia Signora. Ainda assim, ficará bem distante dos mais de 500 milhões gerados por gigantes como Real Madrid e Manchester United.

 

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Para o período em vigência, a instituição financeira italiana calcula que a Juventus feche com receitas na casa dos 291 milhões de euros, mas com maiores gastos devido ás renovações de contratos e ao pagamento de prémios, que poderão acarretar em um prejuízo de 18 milhões.

 

Na última temporada, a Juve fechou com 279 milhões de euros de receitas, sendo 55% do total vindos do broadcasting, de acordo com dados da edição 2015 do Football Money League.

 

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Allegri vuole Matias Fernandez reuniaozw8.gif Sem palavras

 

Pronto il rinnovo per Marchisio. Obviamente é para renovar e fazer toda a carreira na Juve.

 

Juve, contatto a Stoccolma col City: obiettivo Dzeko. Gosto.

 

Zamparini: "La Juve e Arsenal hanno già fatto un'offerta per Dybala qui preferirebbe rimanere in Italia". 40 milhoes nem pensar.

Editado por Mary

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É preciso ser muito Zamparini para pedir 40M por um jogador no último ano de contracto (a forçar a saída). Nem o Kroos foi por tanto. :lol:

Editado por Flamez

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JUVENTUS 15-16 TRAINING SHIRT

 

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Allegri " Aqui tudo é perfeito"

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TURIM - Massimiliano Allegri responde aos adeptos da Juventus. Através do twitter o treinador bianconero fala sobre o momento da Velha Senhora e também sobre as suas memórias de criança em relação á equipa que hoje treina:

 

"Tenho muitas lembranças da Juventus, quando eu era criança. Quando podia vinha ao Comunale com os meus amigos para ver a grande equipa de Platini, Scirea e Zoff. Então, tenho que dizer que tenho algumas boas recordações.

O que significa treinar a Juve em comparação com as outras equipas? Na Juve tudo é organizado com perfeição e eu só tenho que pensar sobre o que acontece em campo.

Responsabilidade e pressão? É o que se sente quando se treina uma equipa como esta. Existem os "prós" e "contras", mas muitos mais "prós" do que "contras".

O que senti quando soube que ia treinar a Juventus? Fiquei muito, muito feliz. Eu sabia que tinha uma oportunidade de ganhar.

Este clube em três palavras? Organizado, presente, ambicioso.

Se tivesse oportunidade, que regra do futebol mudaria? Mudaria a regra do fora de jogo, porque não é muito clara"

 

LIGA DOS CAMPEÕES, PEREYRA E POGBA - Allegri, de seguida, centra-se na actualidade:

 

"Quando é que percebi que iríamos passar a eliminatória da Liga dos Campeões? Eu estava muito confiante desde o início, mas com certeza que percebi que poderíamos seguir em frente depois do jogo com o Olympiacos.

O jogador que tem melhorado mais? Penso que todo o plantel tem feito progressos na gestão do jogo: um nome prejudicaria o trabalho dos outros.

O Monaco? Devemos crer que vamos passar, mesmo que o desafio contra os franceses não vá ser fácil. Será um dos desafios muito mais complicado do que parece.

Pereyra? Pode melhorar na finalização, mas já tem dado muito. Estou orgulhoso de como ele mergulhou na nossa mentalidade.

Pogba como numero 10? Agora não porque, infelizmente, está lesionado! Brincadeira à parte, penso que rende melhor como um dos três do meio-campo.

A regra básica para se entender com os jogadores? Certamente a honestidade, porque é o aspecto mais importante em qualquer relacionamento.

Como faço para motivar jogadores multi-campeões? É preciso saber como tocar nos pontos certos, mas sou ajudado por uma equipa que está sempre com fome de vencer.

As três características que nunca devem faltar numa equipa? Faminta por vitórias, grande técnica, fair play.

4-3-3 no futuro? O modelo táctico tem um peso relativo, podemos jogar com uma defesa a três ou a quatro e, em seguida mudar, mas são detalhes.

O que deu o Max Allegri jogador ao Max Allegri treinador? Muito, porque só jogando se aprende certas dinâmicas.

Quem me inspirou? Fácil ... Galleon.

As melhorias da equipa a partir do ponto de vista técnico? Trabalhamos muito com a bola, porque acredito que os jogos de futebol são jogados com a bola e por isso temos de a perder o mínimo possível. Acredito que através do treino, a equipa tem melhorado tendo como base o que já havia de bom, mesmo que com diferentes conceitos ao nível de jogo, estamos a fazer um bom trabalho.

Tevez e o golo fantástico contra o Genoa? Eu não teria sido capaz de o fazer! Brincadeira à parte, Carlitos nunca deixa de me surpreender. "

 

A JUVE E A COPPA ITALIA - Allegri fala também sobre a difícil tarefa que vai ter a Juventus na Taça de Itália. Anular em Florença a derrota da primeira mão por 2-1 não será uma tarefa fácil para os bianconeri, mas o treinador acredita na reviravolta:

 

"A Taça de Itália há muito tempo que nos escapa e vamos fazer de tudo para a ganhar. Podemos anular o resultado da primeira mão porque somos a Juventus.

O que eu sinto quando entro no Juventus Stadium? Estádios assim tão bonitos, não se veem muitos."

Editado por Mary

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Hristo Stoichkov

 

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2 de julho de 1995. Naquele dia, o Parma dava o seu maior passo na tentativa de se afirmar entre os grandes clubes de Itália e da Europa. No dia citado, duas décadas atrás, o clube emiliano anunciava a contratação de Hristo Stoichkov, o primeiro jogador a ganhar uma Bola de Ouro que jogaria com as cores do clube. Antes dele, alguns jogadores de renome internacional já tinham passado pelo estádio Ennio Tardini, e títulos haviam conquistado, mas nenhum jogador com tanto cartaz jamais tinha metido os pés no centro de treinos da equipa, que seis anos antes se tinha estreado na elite italiana. O tiro, no entanto, saiu pela culatra: o búlgaro converteu-se num dos maiores flops da história recente da Serie A.

 

Stoichkov assinou com o Parma pouco depois de viver o auge da carreira. Um ano antes, era um dos principais nomes do Barcelona vencedor de Johan Cruijff, ao lado de Romário, Michael Laudrup, Andoni Zubizarreta e Ronald Koeman. Sagrava-se, também, melhor marcador do Campeonato do Mundo de 1994, ao lado do russo Oleg Salenko, com 6 golos. Na caminhada histórica da Bulgária, que ficou com um quarto lugar, marcou um golo importante na fase de grupos contra a Argentina, e balançou as redes em todos os jogos da fase a eliminar: marcou ao México, Alemanha e Itália, respectivamente. Parou em Roberto Baggio, a quem sucedeu como dono da Bola de Ouro, conquistada pelos feitos de 1994.

 

Em 1994-95, o búlgaro ainda jogava bem e era um dos avançados mais temidos da Europa. Deixava o Barcelona apenas pelos constantes atritos com Cruijff. Ao mesmo tempo, seria a contratação que o Parma, financiado pela gigante de laticínios Parmalat, queria fazer para se impor como novo rico no cenário europeu. Claro, a equipa tinha conquistado a Taça das Taças, a Taça UEFA, a Supertaça Europeia e a Coppa Italia entre 1991 e 1995, mas era preciso mais. A ambição era maior.

 

A família Tanzi, dona da multinacional e do clube parmense, queria tanto um jogador como Stoichkov que fez um grande esforço. Os directores negociaram um acordo com o Inter, que também queria contratá-lo para ocupar a última vaga de estrangeiro e estava mais perto de assinar com o jogador. O pacto entre os clubes leva os nerazzurri a desistirem do búlgaro em troca do direito de contratarem Roberto Carlos, então jogador do Palmeiras – o clube alviverde paulista, á época, era patrocinado e co-gerido pela Parmalat. Assim foi: o brasileiro viajou para Milão e o búlgaro para Parma. Ambos duraram apenas uma temporada em Itália.

 

Canhoto de grande habilidade, velocidade, remates acrobáticos e bom aproveitamento nas bolas paradas, Stoichkov teve um bom início no Parma do treinador Nevio Scala. O treinador montava a equipa ocasionalmente em 4-3-3, e o Bola de Ouro era o avançado eleito; outras vezes, em 3-5-2, dividia o comando do ataque com o seu principal parceiro de ataque, Gianfranco Zola.

 

Logo na primeira jornada, golo do búlgaro: na sua estreia na Serie A, o camisola 8 marcou á Atalanta, e muitas vezes tentou isolar Zola. Já no final, Christian Vieri empatou o jogo, frustrando o bom primeiro jogo da dupla. A jornada seguinte reservava o encontro entre Parma e Inter, Stoichkov e Roberto Carlos. O confronto teve boas exibições individuais da dupla: o brasileiro marcou um golo e acertou uma bomba na trave, e o búlgaro deu primorosa assistência para Dino Baggio marcar. 2-1 para o Parma, resultado final.

 

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Nos cinco primeiros jogos da temporada, Stoichkov já tinha quatro golos marcados e a liderança na lista de melhores marcadores da competição. Na 4ª jornada, contra a Fiorentina, fez o seu primeiro golo no estádio Tardini, e na semana seguinte, diante do Padova, dois golos mostrando sentido de oportunismo. O sonho, porém, durou até ao início de novembro, por volta da 9ª jornada. Na Taça das Taças, o avançado fez um dos seus principais jogos com a camisa gialloblù. Os suecos do Halmstad, de um jovem Fredrik Ljungberg, tinham ganho 3-0 na primeira mão dos oitavos de final da competição. Para conseguir reverter a vantagem nórdica, Stoichkov entrou em ação, num dos jogos mais emocionantes do futebol dos anos 1990.

 

O jogo tinha um componente de tensão adicional, já que Pippo Inzaghi, selecionado como titular, estava de malas feitas para o Napoli. Logo aos 2 minutos Stoichkov, com um belo passe, descobriu o avançado e o marcador foi inaugurado – até hoje, o ídolo do Milan considera este como um dos golos mais importantes da sua carreira, porque os adeptos pressionaram a direcção a não transferi-lo, e a sua permanência foi selada. Depois disso, mais uma assistência, desta vez para Dino Baggio. Na segunda parte, o búlgaro ainda marcou um golaço de livre, e só não participou na jogada do golo de Antonio Benarrivo, que deu o apuramento aos ducali.

 

Depois dessa exibição, Stoichkov teve apenas espasmos da sua classe. O apagamento do jogador teve, principalmente, um motivo ligado à forma física. Desde que chegara a Itália, apesar das boas exibições, o búlgaro raramente conseguia terminar os jogos sem ser substituído, e parecia pouco motivado com a realidade da cidade de Parma e com os treinos. Reapareceu para o futebol apenas em janeiro, quando fez bom jogo contra o Inter, em San Siro, e em março, quando fez o golo da vitória do Parma sobre o Paris Saint-Germain, na primeira mão dos quartas de final da Taça das Taças. Na segunda mão, com dois golos de Raí e 3-1 no marcador, os franceses eliminaram os italianos.

 

Além da habilidade, Stoichkov também era conhecido pelo pavio curto e personalidade forte. Com a eliminação na Taça das Taças, isso começou a aparecer com mais força. O jogador declarou sentir-se entediado com o futebol italiano, que privilegiava a força física e a tática em detrimento dos golos. Também atacou os adeptos, que disse que se comportavam "como se fossem ver uma peça de teatro". Procurou bodes expiatórios para manifestar o seu desejo de deixar o clube após uma temporada de poucos altos e muitos baixos, em que raramente se entendeu em campo com Zola. O último jogo do búlgaro pelos ducali foi na 30ª jornada da Serie A: saiu do banco para ver a equipa perder por 2-1 com a Lazio, em Roma.

 

No final das contas, o búlgaro passou longe de corresponder às expectativas de quem pagou 12 bilhões de liras para tê-lo num contrato de três anos, que passou longe de ser cumprido até ao seu fim. Na única temporada em que ficou no clube, realizou 31 jogos e 7 golos com a camisola crociata. Em 1995-96, o Parma ficou com o 6º lugar na Serie A, caiu na primeira eliminatória da Coppa Italia e nos quartos da Taça das Taças.

 

Nevio Scala, assim como Stoichkov, deixou o clube. O Parma voltou a vencer apenas a partir de 1998, com Alberto Malesani no comando técnico, e estrelas como Gianluigi Buffon, Lilian Thuram, Fabio Cannavaro, Juan Sebastián Verón e Hernán Crespo entre os titulares de uma equipa fortíssima. Já Stoichkov, com a saída de Cruijff do Barça, regressou à Catalunha para fazer uma temporada apenas regular em Camp Nou e entrar na fase descendente da carreira.

A Parmalat, por sua vez, tentou diminuir o prejuízo: contou com o búlgaro como embaixador nos Estados Unidos e no Leste Europeu, até falir, em 2004.

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Quando é que fazes um texto do Rui Barros? :cadeirada:

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