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Victarion

[Núcleo] Serie A

Publicações recomendadas

O Objectivo é mesmo voltar a champions...

 

Mas nao vejo este falcao do MU como o mesmo do Porto e Atletico por isso que volte a Monaco que por estas bandas com um treinador que ponha a equipa a jogar Destro pode facilmente tornar-se numa maquina de fazer golos

 

Damiao que fique longe igualmente. Embora estes gajos da Doyen estejam mortinhos por o espetar num clube qualquer europeu. A minha aposta será em Portugal :mrgreen:

gastar uma vaga extra-comunitária nele ...

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O Damiao nao virá. Isso é certo. Os lugares para os extra-comunitarios será para um central e um medio, ou quanto muito dois médios. Ou proeza das proezas para algum jovem jogador sul-americano com idade para jogar nos juniores. No ataque temos muitos jogadores que com um bom treino fisico e um bom meio-campo a organizar jogo servem muito bem para facturar em bom numero.

 

Damiao será o substituto do Jackson ou vai para o Benfica. Fica anotado aqui

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Falências á Italiana II

 

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Já falámos sobre as falências no futebol italiano sem cerimónias. Para informar o nosso leitor sobre o quão comuns são as bancarrotas em todas as divisões do desporto italiano, fizemos um levantamento que chegou a um resultado assustador. Quase dois terços dos clubes que disputaram pelo menos uma edição da Serie A faliram pelo menos uma vez nos últimos 30 anos.

 

Neste texto, tentamos explicar os motivos que levaram tantos adeptos a sofrerem e também explicamos trâmites burocráticos dos bastidores e o que a Federação Italiana de Futebol – FIGC não fez para evitar o pior.

 

Agora, contamos um pouco da história das falências de clubes emblemáticos da Velha Bota. Fiorentina, Napoli, Torino e o próprio Parma, que está em processo de bancarrota neste momento, têm histórias interessantes que circundam a sua decadência e passagens pelas divisões inferiores. Também relembramos como Milan, Lazio e Roma quase chegaram a fechar as portas nos últimos anos. Pois é.

 

Fraude e golpe de sorte marcaram falência da Fiorentina

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A família Cecchi Gori (primeiro com o pai, Mario, e a partir de 1993, depois da sua morte, com o filho, Vittorio) foram do céu ao inferno em Florença. Nem mesmo os ex-presidentes Enrico Befani e Nello Baglini, que venceram o scudetto, levaram tantos craques a vestir o violeta da Fiorentina. Baggio, Batistuta, Rui Costa, Toldo, Edmundo, Márcio Santos... o clube lutava na parte alta da tabela, jogou na Liga dos Campeões e chegou a ganhar títulos.

 

Ao mesmo tempo, Vittorio Cecchi Gori mantinha a sua vida de produtor cinematográfico – produziu clássicos como O Carteiro e o Poeta e A Vida é Bela – e de senador. A princípio, parecia ter o poder político e económico necessário para gerir a Fiorentina. No entanto, o clube entrou numa crise enorme por causa dos gastos desenfreados e gestão fraudulenta do seu dono, que nem mesmo as vendas de Batistuta, Rui Costa e Toldo foram capazes de sanar. Cecchi Gori foi preso por duas vezes, condenado por falir tanto a Fiorentina, em 2002, quanto a sua produtora, anos depois. Hoje, obviamente, é odiado na cidade.

 

A Fiorentina foi salva pelo seu administrador, que garantiu a continuidade do espólio desportivo. Refundada, a Fiorentina virou Florentia Viola e recomeçou na Serie C2, quarta divisão, capitaneada pelo histórico Di Livio, que ficou no clube mesmo com a queda. Após subir com para a Serie C1, a equipa violeta foi beneficiada por mais um imbróglio no Calcio, em 2004.

 

O chamado Caso Catania, no qual os sicilianos, o Siena e o Venezia entraram com pedidos de punições aos adversários por causa de jogadores escalados de forma irregular, fez com que a Serie B não tivesse clubes rebaixados naquela edição e fosse aumentada para 24 clubes. Este "acordo" foi feito para satisfazer os clubes envolvidos no imbróglio, que durava há muito mais tempo que o devido, e a Fiorentina acabou por sair beneficiada. A equipa entrou diretamente na Serie B por "mérito desportivo", e ocupou o lugar do Cosenza que, vejam só a ironia, havia declarado falência. A FIGC preferiu dar a vaga ao clube viola ao invés de dar a vaga a algum clube que tivesse jogado os playoffs da C1 em 2002-03. Absurdo.

 

Para piorar, a questão só foi resolvida com a temporada 2003-04 já em andamento: as divisões inferiores tiveram os jogos iniciais adiados, mas a Coppa Italia já decorria. Diversos clubes que jogavam nas séries B e C revoltaram-se pela alteração das fórmulas de disputa, ampliação do campeonato e consequente aumento no número de jogos retiraram-se da Coppa Italia em protesto.

 

A situação surreal ainda influenciou o acesso à Serie A. Naquela temporada, haveria até seis vagas: cinco diretas e uma possível numa partida de playoff contra a quarta pior equipa da Serie A. O destino, irónico como sempre, colocou a Fiorentina na 6ª posição, e após a eliminatória contra o Perugia, a equipa voltou à elite dois anos após a queda. Ademais, resta lembrar que foi essa "patuscada" que fez a Serie A passar de 18 para 20 clubes.

 

Hoje, depois de clubes sem expressão e que pouco acrescentaram ao futebol italiano chegaram à elite, luta-se para que ela volte a ter novamente 18 equipas.

 

A lenta queda e a rápida ascensão do Napoli

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No mesmo ano em que a Fiorentina voltava à elite, um Napoli combalido e já há três anos na Serie B falia pela primeira vez. Por motivos similares aos da Fiore: Corrado Ferlaino, o seu histórico presidente, gastara muito em 30 anos – sem, no entanto, ter gestão fraudulenta associada a ele. Levara o clube às suas maiores glórias, com Maradona e Careca. Mas a festa tinha acabado. Ferlaino saiu de cena em 1993, quando vendeu todas as suas ações no clube.

 

Pouco depois, voltou à presidência e assumiu o Napoli em crise, abarrotado de dívidas. Viu o clube cair para a Serie B em 1997-98, e voltar à elite do futebol italiano dois anos depois. Para, no entanto, cair novamente. Conseguiu dois sócios, mas depois de uma série de polémicas, recursos e contra-recursos, estes compraram as ações de Ferlaino, e assumiram o controlo total da sociedade por um curto período de tempo. O Napoli não conseguiu pagar as suas contas em 2004 e fechou as portas. Foi aí que Aurelio De Laurentiis, actual presidente azzurro, apareceu.

 

Procurando reestruturar o clube de baixo, o produtor de cinema (mais um), inscreveu a equipa na Serie C1, beneficiado pelo procedimento Lodo Petrucci – teve de trocar o nome oficial do clube para Napoli Soccer, adquirindo o direito de voltar a utilizar o nome Società Sportiva Calcio Napoli apenas em 2006. A promessa era a de montar uma equipa forte nos anos seguintes. De Laurentiis não viu os azzurri regressarem de imediato à Serie B, mas cumpriu a sua promessa. Em pouco mais de 10 anos à frente do clube campano, transformou-o novamente num dos maiores do país, levantando três títulos e participando em três Champions. O clube voltou a ser respeitado internacionalmente, vive o segundo melhor momento da sua história, teve e tem ídolos como Hamsík, Cavani, Lavezzi e Higuaín.

 

Hoje os adeptos, uns dos mais apaixonados do país, voltam a lotar o San Paolo, que chegou a ter audièncias irrisórias em tempos de crise – e também enchentes enormes mesmo na Serie C1, quando a esperança tinha regressado. Depois de quase 15 anos de maré baixa e humilhação, os napolitanos sorriem.

 

Trate os seus adeptos com amor e Parmalat

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2004 foi um ano movimentado no quesito administrativo para equipas médias da Serie A. Naquela temporada, o Parma viu acontecer a sua primeira falência, mesmo tendo ficado a um ponto de conquistar o apuramento para a Liga dos Campeões – garantiu, com a 5ª posição, lugar na Taça Uefa. A Parmalat, uma das maiores empresas de laticínios do mundo, afundou e levou o clube que patrocinava e comandava ao fundo do poço. A multinacional, assim como muitos dos proprietários que atravessaram períodos de ouro e de falência dos seus clubes (vide os casos que citamos acima), foi para o Parma, "croce e delizia", como dizem os italianos. Ou, em bom português, ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição. Do céu ao inferno.

 

O Parma vencedor dos anos 1990 nunca teria existido sem a Parmalat. Nos tempos anteriores à empresa do magnata Calisto Tanzi, o clube nunca tinha sonhado com a Serie A – a melhor classificação em toda a sua história tinha sido um 5º lugar na Serie B 1973-74 –, muito menos com a conquista de oito títulos; quatro de relevo nacional e quatro continentais. A Parmalat entrou no Parma no final dos anos 1980, inicialmente como patrocinadora e sócia minoritária, e levou ao clube técnicos ousados tacticamente, como Zdenek Zeman e Arrigo Sacchi, parte importante da história recente do futebol italiano. Mas foi com Nevio Scala que a equipa chegou pela primeira vez à elite, e com o acesso, Tanzi adquiriu a totalidade do clube.

 

Nos anos da Parmalat, todos que acompanham o futebol da Itália sabem os grandes esquadrões formados com o dinheiro da multinacional. A lista de craques é enorme, e tem jogadores do calibre de Buffon, Crespo, Cannavaro, Thuram, Verón, Asprilla, Brolin, Zola e Taffarel, só para citarmos alguns. Porém, os Tanzi eram craques mesmo é da corrupção. Hábeis em evasão de divisas, lavagem de dinheiro, superfaturamento e ocultamento de débitos. Negociações de jogadores tinham valores mentirosos, sobretaxados para que o dinheiro desviado voltasse para a conta dos Tanzi em paraísos fiscais.

 

O escândalo da multinacional – considerado a maior bancarrota da história empresarial europeia – estourou em 2001, quando se soube que uma subsidiária na verdade não tinha quase 4 bilhões de euros em conta. O valor, no entanto, fazia parte da contabilidade da empresa. Pouco depois, foi descoberto que a dívida da Parmalat era, na verdade, de 13,2 bilhões de euros, oito vezes superior à especulada pelo mercado.

 

Com o passar dos anos, e de investigações, a Parmalat perdeu grande parte do seu valor de mercado, a direcção foi afastada, julgada e condenada – Calisto Tanzi foi detido pela primeira vez em 2003, e condenado em definitivo quase 10 anos depois. O Parma, claro, sentiu o choque, ainda que Cesare Prandelli tenha conseguido isolar os jogadores e levado o clube a altos voos.

 

Os ducali foram beneficiados pela Lei Marzano, que permitia que empresas em dificuldades financeiras continuassem em funcionamento, enquanto reestruturavam a suas dívidas ou resolviam processos de falência. Com isso, o Parma acabou por continuar na Serie A, mas administrado por um agente judicial enquanto procurava um novo comprador. Sem investimentos, o clube teve de vender jogadores importantes antes do crac definitivo da Parmalat (Buffon, Cannavaro, Crespo, Thuram, Verón, Sensini, Sükür, Taffarel), durante (Adriano, Mutu, Di Vaio, Nakata) e depois (Frey, Gilardino, Fábio Simplício e Bonera).

 

A primeira temporada pós-bancarrota foi cheia de altos e baixos, com o clube heroicamente a chegar ás meias-finais da Taça Uefa, mas a precisar de um jogo-desempate para se salvar do rebaixamento – caiu o Bologna. Após anos de clubes tecnicamente muito maus, o Parma passou para as mãos de Tommaso Ghirardi, em 2007, e reestruturou-se brevemente. Caiu para a Serie B em 2008, mas voltou mais forte. E, agora, vive a angústia de regressar à Serie B ou, pior, voltar às origens e jogar a amadora Eccellenza emiliana ou as séries D e C.

 

Apoio dos adeptos salvou o Torino do pior

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Outro clube tradicionalíssimo que faliu quase na mesma altura foi o Torino, em 2005. Os sinais de falta de liquidez no clube foram notados durante todos os anos 1990, quando nem mesmo a venda de Lentini – na altura a transferência mais cara de sempre – foi capaz de tirar o clube do vermelho. Entre 1995 e 2005, o Toro foi um verdadeiro ioiô, e alternou bastante entre a primeira e a segunda divisão, um claro efeito da falta de dinheiro – o que piorou a partir de 2000, quando Francesco Cimminelli assumiu o clube.

 

Em 2003, após a enésima queda para a B, os adeptos não aguentaram mais: foi organizada uma marcha que reuniu cerca de 50 mil apoiantes em Turim. A manifestação partiu das ruínas do histórico estádio Filadelfia, passou pelo memorial de Luigi Meroni, ex-craque do clube, morto aos 24 anos, e terminou na Basílica de Superga.

 

Em 2004-05, a agonia poderia ter dado lugar a um raro e curto momento de alegria: o Torino conseguiu o regresso á Serie A – e conquistando a subida em vingança sobre o Perugia, que anos antes havia eliminado o clube grená no playoff de promocão. Porém, teve a licença negada pela FIGC por causa do enorme débito societário contraído nos últimos anos e por falta de garantias, não apresentadas por Cimminelli. Não se inscreveu nem na Serie A nem na Coppa Italia. Incrivelmente, dali para frente, o clube viveu uma pequena odisseia.

 

Um grupo de adeptos reuniu-se, criou uma nova firma e, com apoio de uma empresa local, o Torino foi beneficiado pelo Lodo Petrucci e aceite na Serie B, superando um longo processo burocrático, de um mês e meio – inicialmente, a proposta não foi aceite pela federação. Já estava tudo certo para que Urbano Cairo, conhecido publisher lombardo e empresário do ramo editorial, assumisse o Torino. Uma entrevista coletiva chegou a ser marcada na mesma taverna em que o Toro fora fundado. Porém, um dos acionistas que ajudaram o Torino a pagar parte dos débitos, Luca Giovannone, apareceu com uma escritura que lhe garantia o controle acionário dos granata – 51%. E, prontamente, se recusou a vender o clube a Cairo.

 

Depois de uma longa negociação, que envolveu até o Presidente da Câmara de Turim, Giovannone decidiu vender... e logo voltou atrás. Após a fúria dos adeptos grená, ele fugiu da cidade e escondeu-se num hotel, mas mesmo assim foi cercado pelos adeptos, tendo de deixar o local escoltado pela polícia. No fim das contas, já em cima da hora – a Serie B havia começado e o Torino teve jogos adiados por esta situação –, ele cedeu à pressão e deixou o clube nas mãos de gente responsável. Urbano Cairo tornou-se presidente e viu o processo de falência e troca total de posse serem finalizados em novembro daquele ano. O Torino conquistou a subida na mesma temporada, mas voltou a ser uma equipe ioiô.

 

Hoje, 10 anos depois, Cairo continua na presidência, e vê um cenário novo, com mais perspectivas. O seu clube voltou a disputar uma competição continental e tem dinheiro em caixa. Até ameaçou voltar a vencer a grande rival, a Juventus, algo que não acontece desde 1995. Os adeptos, que chegaram a contestá-lo bastante entre 2009 e 2013, hoje estão em tréguas.

 

Os outros tambem caem

 

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O primeiro clube de peso a falir no futebol italiano foi o Verona. Em 1991, seis anos após conquistar o scudetto, más administrações levaram o clube a regressar à Serie B e a falir durante a temporada. No entanto, apesar da queda de poder económico, o clube acabou por garantir o regresso à elite no mesmo ano. Os efeitos daquela falência só viriam a ser sentidos anos depois, quando a administração desastrosa de Giambattista Pastorello, entre 1998 e 2006, levou o combalido clube à terceira divisão.

 

Depois foi a vez do Bologna, sete vezes campeão nacional. No meio dos anos 1990, depois da saída do presidente Gino Corioni (que comprou o Brescia) e de alguns sócios, a equipa (mesmo com jogadores de qualidade a disputar a Serie B) perdeu-se e foi rebaixada para a terceira divisão. Cheio de dívidas que não podia pagar, decretou falência, em 1993, e só foi salvo pelos planos ambiciosos de Giuseppe Gazzoni Frascara, que levou o clube de volta à elite e, entre outras coisas, levou Roberto Baggio à Emília-Romanha.

 

Gazzoni Frascara ficou até 2006, e depois o clube passou para as mãos de Renzo e Francesca Menarini, Sergio Porcedda e Massimo Zanetti, sempre com algumas dificuldades financeiras. No final de 2014, Joey Saputo, ítalo-canadense dono do Impact Montréal, adquiriu o clube, que agora tem planos para se restabelecer na Serie A.

 

Dos anos 1980 para cá, ainda podemos citar muitos clubes tradicionais e que deram contribuição para o desporto – seja pela disputa de bons campeonatos, seja pela força dos seus adeptos, seja pela revelação de novos talentos. Os casos mais recentes são o do Padova, clube que revelou Del Piero, atualmente na Serie D, e do Bari, que mostrou ao mundo o futebol de Cassano. Enquanto os padovanos terão uma longa estrada pela frente, os bareses deram show no ano passado.

 

Uma comovente campanha feita pelos adeptos do Bari conseguiu salvar o clube e mantê-lo na Serie B. O estádio San Nicola, um dos maiores de Itália, lotou diversas vezes em 2014 para pedir que o proprietário, Vincenzo Matarrese, declarasse o clube falido – a sua família é historicamente ligada ao Bari, e comandava o clube desde 1977. Apenas com a declaração de falência com a temporada em curso seria possível manter o clube na mesma divisão – é a mesma coisa que os adeptos do Parma querem hoje, ao pressionar o mitômano e falsário Giampietro Manenti. Após a falência, o Bari é presidido pelo ex-árbitro Gianluca Paparesta.

 

Temos, também, alguns clubes importantes e que já chegaram a falir em processo de recuperação. Podemos citar os casos de Avellino, Perugia, Pescara, Ascoli, Alessandria e Foggia. Os três primeiros citados lutam forte por uma vaga na próxima Serie A, enquanto os três últimos tentam voltar à Serie B.

 

Uma das falências mais sentidas é a da tradicionalíssima Triestina, que não joga a Serie A desde 1957 – no entanto, esteve presente em todas as edições do campeonato até aquele momento. Hoje, após duas falências e de quase regressar á elite, o clube que revelou o histórico técnico Nereo Rocco joga a Serie D. Destino similar tem o Mantova, clube que faliu três vezes e pela qual passou Zoff. Sem falar no Casale, que já foi campeão italiano e desde 1947 não joga na Serie B e desde 1992 não chega nem a disputar a terceira divisao. O clube da estrela solitária disputa um torneio regional, a Eccellenza do Piemonte.

 

Esteve quase...

 

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Várias outras marcas de peso no futebol italiano e internacional quase deixaram de existir nas últimas décadas. A principal delas, certamente é a do Milan, que quase faliu nos anos 1980. Naquela década, o Diavolo vivia um dos piores momentos da sua história. O clube tinha vencido apenas seis títulos nos últimos 15 anos (um scudetto, no fim dos anos 1970) e descido de divisão em 1980, por participação no escândalo do Totonero, e novamente em 1982, dessa vez por mau rendimento no campo.

 

Giuseppe "Giussy" Farina, antigo presidente do Lanerossi Vicenza, comprara o clube, pouco antes da queda, e levou o clube à derrocada financeira – como fizera no Vêneto; mas ao contrário do que acontecera com a equipa biancorossa, que teve sucesso nos campos, levou os adeptos rossoneros à loucura. Em 1986, quando a situação era periclitante, foi obrigado pelos outros sócios a vender o clube. O mega empresário Silvio Berlusconi apareceu, comprou o clube e o resto é história: encheu a equipa de craques e transformou uma equipa já campeã europeia e multicampeã nacional numa máquina.

 

A possibilidade de falência também foi grande para a dupla romana. O clube que mais perto ficou disso foi a Lazio. Depois que a Cirio, de Sergio Cragnotti, entrou no clube e investiu milhões de euros para comprar craques e conquistar sete títulos – o segundo scudetto da história celeste foi o maior deles –, a bolha estourou. A empresa do ramo alimentício, graças à gestão fraudulenta do seu dono – que também era o dono da Lazio –, faliu e quase levou os aquilotti junto. Cragnotti acabou condenado, destino diferente do clube que comandou.

 

Por sorte, as vendas de alguns jogadores, como Vieri, Crespo, Nesta e Verón ajudaram a equilibrar as contas até á chegada de Claudio Lotito, atual presidente do clube. No entanto, no ano seguinte à compra do clube pelo seu atual proprietário, a Lazio escapou da descida de divisão por apenas três pontos. O campeonato de 2004-05 foi disputadíssimo: a diferença do sétimo classificado, Messina, para o penúltimo, Brescia, foi apenas de sete pontos!

 

Em 2004-05, a Roma também quase caiu. Naquele campeonato nivelado por baixo, os giallorossi foram muito maus, e escaparam por causa de quatro pontinhos. Foi o auge do sofrimento pelo qual a equipa passou após o scudetto de 2001.

 

Nas mãos de Franco Sensi e da sua família, a Roma passou por um longo período de investimentos limitados por causa do endividamento das empresas do clã. Nessa altura, a equipa alternou resultados medíocres e o susto da descida com alguns segundos lugares. Após a venda da maior parte das ações do clube a um consórcio bancário, num processo que durou alguns anos, o grupo de investidores norte-americanos guiados por James Pallotta e Thomas Di Benedetto assumiu o comando da entidade, em 2011.

Editado por Mary

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Juventus, da Triestina ao Borussia: o renascimento está completo

 

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Oito anos atrás, o dia 18 de março de 2007 era a vespéra do jogo da Juventus contra a Triestina. Serie B, oitava jornada da segunda volta. 24 horas mais tarde, no relvado do Olímpico, venceu por 5-1. Ontem, 18 de Março de 2015, a Juventus venceu de forma igualmente esmagadora, mas foi na Liga dos Campeões, foi no Westafalnestadion, foi o Borussia Dortmund. Outra história? Não, o final da mesma história, iniciada no momento mais baixo da história da Juventus.

 

Com o sucesso de ontem à noite, a Juventus terminou um ciclo de renascimento incrível, estando de regresso exactamente onde estava antes do tsunami do Calciopoli, num processo de reconstrução que passou pelos últimos três títulos da Serie A e uma outra qualificação para os quartos de final da Liga dos Campeões (contra o Celtic da segunda Juve de Conte) concretizado com uma noite destinada a permanecer na história. Porque a Juventus voltou a estar entre os gigantes da Europa, podendo olhá-los a partir da mesma altura, depois de restaurar o domínio em Itália nos últimos quatro anos (e três Scudettos e meio) que fazem parte desse caminho circular que terminou ontem.

 

A partir de hoje abre-se uma nova página e apaga muito do sofrimento dos adeptos bianconeros. Diz-se que a Juventus pode chegar longe na Liga dos Campeões. Na verdade, se lhe sair um colosso, o mais provavel é que a aventura termine nos quartos de final, ao invés de chegar ás meias finais, mas o jogo de ontem à noite trouxe a conscientização e a dimensão, não só para o clube - como muito bem apontou Allegri - mas para todas as pessoas que o amam e que se sentiram comovidas por fazerem parte de uma metáfora maravilhosa: no momento mais baixo, tem que se acreditar sempre e projectar um renascimento .

 

E para o registo naquela equipa estavam Buffon, Chiellini, Marchisio e Nedved, todos os quatro com mais um motivo (e maior) para serem felizes na noite de ontem.

Editado por Mary

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Mary ainda achas que se o Allegri não ganhar a Taça (presumindo que é campeão) deve ser despedido? É que se não me falha a memória o Conte não ganhou nenhuma Taça, portanto sendo campeão e com a passagem de ontem aos quartos o trabalho do Allegri em termos de resultados até está a ser superior..

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só se forem burros é que trocam de treinador!

 

Tudo bem que o Allegri não entusiasma nem um caniche, mas já logrou um distância de 14 pontos (que, para mim, tende a aumentar) e colocou a Juve num lugar Europeu respeitável.

 

Mudar? Só se for para um Ancelotti ou Guardiola. Mas como não estou a ver grandes treinadores a irem-se enfiar num campeonato enfezado como o italiano, deixem-se estar com o Allegri. É um bocado tristi ( :mrgreen: ), mas sempre se festeja um título no final do ano.

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Mary ainda achas que se o Allegri não ganhar a Taça (presumindo que é campeão) deve ser despedido? É que se não me falha a memória o Conte não ganhou nenhuma Taça, portanto sendo campeão e com a passagem de ontem aos quartos o trabalho do Allegri em termos de resultados até está a ser superior..

 

Não. O Conte tambem foi campeão e chegou a uns quartos de final da Champions. E não perdeu nenhuma Supertaça...

 

Quanto ao Allegri e a questão da taça de itália, nem é tanto por ai, porque a Juve não a ganha há 20 anos....claro que perder 1-2 em casa com a Fiore não abona nada em favor do treinador.

 

Em relação á continuidade do Allegri....com esta passagem aos quartos ele atingiu o minimo que a direção lhe impôs, ser campeão e chegar aos quartos da Champions. Por ai nada a apontar e até já se fala num prolongamento de contrato....

 

Agora, falando ainda da Champions, vamos ver o que sucede nesta eliminatória porque uma coisa é vir a ser eliminado por um Barça ou Bayern, mas outra coisa é ser eliminado por um Porto ou um Monaco. Assim como, eliminar um Real Madrid seria algo que se teria de valorizar e elogiar.

 

Em relação á Serie A, é verdade que tem um boa distancia e vai ser Campeão, mas tambem porque a Roma foi bastante incompetente. A Roma do ano passado contra esta Juve estava a lutar taco a taco pelo Scudetto e se calhar ate liderava o campeonato. A Juventus na Serie A não está tão forte como era com Conte e tem perdido pontos em jogos em que isso era inadmissivel de acontecer e dai as minhas criticas ao Allegri.

 

O Allegri não é tão mau como o pintam ( e eu incluo-me nesse lote) mas tem uma falta de carisma e uma atitude no banco que a mim me deixa profundamente irritado....ate o Nedved, o Marotta e o Agnelli sofrem mais na tribuna do que o Allegri no campo....

 

Para mim, eu trocava o Allegri pelo Simeone (Guardiola é impossivel) e talvez houvesse mais uma ou outra escolha, mas a verdade é que mesmo a escola de treinadores italianos não está a formar treinadores como passado e sinceramente não vejo uma alternativa evidente ao actual treinador....portanto, temos de ficar com o menos mau.

 

Se fosse hoje, talvez não o despedisse....mas se a Juve confirmar o adeus á final da taça e for eliminado da Champions por um Monaco, então eu no final da epoca mandava-o passear...sem no entanto saber muito bem quem iria contratar.

 

Mas ele acabará por ficar e provavelmente vai renovar por mais 1 ano, isto porque tambem o Marotta e o Paraticci irão renovar contratos....portanto é aguentar com ele.

 

E claro, tem que se dar mérito ao trabalho que ele tem vindo a desenvolver na Juve porque quando ele foi contratado foi cuspido e insultado pelos adeptos da Juve e gozado pelos adeptos dos clubes adversários, e hoje tem o respeito de uns e os outros nem piam.

 

Tiro-lhe o chapéu por isso.

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Oficial: Declarada falência do Parma.

 

Proximo jogo frente ao Torino deverá ser jogado.

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Sabes se o Asamoah ainda volta esta época, Mary? Pensava que a lesão era até Janeiro e entretanto nunca mais ouvi falar dele.

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Li qualquer coisa há uns dias que voltava a treinar em duas semanas. Penso que esperam que regresse no inicio abril.

 

 

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Pogba fora 2 meses.

 

crls me f*dam!!! PQP!!! Triste sina!!! m*rda!!!

 

Porra!!!

 

Bahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!

 

Baixa de peso para o que falta na temporada......vai fazer imensa falta na Champions!!!!!!!

 

crl!

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Raiola tenta re-colocar o Ibra no Milan.

 

 

Muito dificil no entanto.

 

Alegadamente o Sueco estará farto da liga francesa, embora goste do PSG

Editado por George Kaplan

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Pogbito. :(

 

E lesionou-se num lance de m*rda mesmo, aquilo nem parecia nada de especial. Lá se foi metade do meio-campo com o crl. :lol:

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Raiola tenta re-colocar o Ibra no Milan.

 

 

Muito dificil no entanto.

 

Alegadamente o Sueco estará farto da liga francesa, embora goste do PSG

Está farto de levar nas canelas portanto...Mandam para cá o que se pagou por ele e é vosso. O salário que se vai poupar e o valor da transferência (hipoteticamente) já vão dar para vir a itália buscar o dybala e quem sabe o felipe anderson...

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Saudades deste craque

Atenção aos 11:40 e 12:40 :prayer:

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Ibra gostaria de o ter de volta. Pelo menos resolvia os problemas que em conjunto nao conseguimos.

 

Quanto ao preço, acredito que não venha, não porque fique caro. Acredito que quando sair do PSG sairá por um preço relativamente baixo, para compensar o salario pesado. Por este salario que suporta é que nao acredito que venha.

 

Ja quando saiu do Milan para o PSG saiu relativamente barato, ja que os custos associados ao contrato (comissões, premios e salario em si) tornavam o negocio ja por si mesmo assombroso

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Ibra gostaria de o ter de volta. Pelo menos resolvia os problemas que em conjunto nao conseguimos.

 

Quanto ao preço, acredito que não venha, não porque fique caro. Acredito que quando sair do PSG sairá por um preço relativamente baixo, para compensar o salario pesado. Por este salario que suporta é que nao acredito que venha.

 

Ja quando saiu do Milan para o PSG saiu relativamente barato, ja que os custos associados ao contrato (comissões, premios e salario em si) tornavam o negocio ja por si mesmo assombroso

Pelo que ele anda a jogar agora mandava-o embora à primeira proposta, é que no total são 21 milhões que se gastam no salário dele, com isso já dava para comprar 2/3 promessas de classe mundial para alimentar o cavani...Fico curioso para ver onde ele vai parar sinceramente...

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Visitante

Lembro-me de ele falar que gostava de acabar no Malmö. Mas também já disse que gostava de acabar no PSG, portanto não é de confiar :mrgreen:

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