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Victarion

[Núcleo] Serie A

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O Berardi parece-me que vai fazer carreira para ouras bandas. Estilo Immobile. Zaza para fazer o que faz o Llorente era perfeito...senao o tivessem vendido ao Sassuolo. Agora é caro para o que joga.

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O Berardi parece-me que vai fazer carreira para ouras bandas. Estilo Immobile. Zaza para fazer o que faz o Llorente era perfeito...senao o tivessem vendido ao Sassuolo. Agora é caro para o que joga.

Vamos lá ver o Milan daqui a 20 min na deslocação a Florença...

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Juve já terá acordo com Zaza. Contrato até 2019, a ganhar 2,2 milhões/ano e que pode chegar aos 3 milhões com os bónus.

 

Agente de Dybala terá dito ao presidente do Palermo que o jogador quer ser transferido mas que prefere ficar em Itália. Juve está interessada e pode ceder Coman, Marrone e De Ceglie.

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Tailandês vai investir 250 milhões no Milan

]O empresário tailandês conhecido por "Mister Bee", com negócios no seu país e na Austrália nos setores financeiro, imobiliário, da publicidade e das telecomunicações, de seu nome Bee Taechaubol, é um forte candidato à compra do AC Milan , no qual está disposto a investir 250 milhões de euros. Bee já reuniu duas vezes em Milão com Sílvio Berlusconi e numa primeira fase deverá adquirir 20 a 30 por cento das ações do clube, para depois ficar com a maioria do capital.

Dos seus planos faz parte o regresso ao clube de figuras como os ex-jogadores Paolo Maldini e Clarence Seedorf para desempenharem funções na área desportiva.

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Epá Diogo já puseste, nem tinha visto a notícia sobre o Tailandes para o Milan :mrgreen:

Editado por pedritsh

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Antonio Conte confessa que sente a falta do trabalho diário com os jogadores e não perspetiva carreira duradoura como responsável técnico da seleção de Itália.

 

«Antigamente, tinha contacto diário com os jogadores. Mas escolhi com o coração entrar na seleção num período difícil. Espero ter tomado a decisão certa», disse em declarações ao semanário Chi, antes de abordar o futuro: «Gosto de trabalhar e percebi que é mais difícil fazê-lo continuamente como selecionador. Isso deixou-me um pouco desiludido.»

 

A contrastar com o sentimento de Conte, Giovanni Trapattoni considera que o antigo jogador e treinador da Juventus é o homem indicado para liderar a azzurra:

 

«Conte uniu a equipa e consegui resultados. É isso que importa para instaurar a confiança. Deu uma identidade ao estilo de jogo da equipa e é preciso felicitá-lo por isso», disse em declarações à Radio Sportiva.

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Fico muito com o pé atrás com esse Mr. Bee. A fortuna dele ronda os 90M, supostamente vem com não sei quantos associados entre eles a Doyen que segundo rumores colocariam no Milan jogadores como Falcao, Brahimi, Damiao entre outros.

 

Existe uma clausula na qual Berlusconi e família se tiverem insatisfeitos com o exercício de Mr. Bee o podem recomprar por determinador valor o clube. So por esta clausula já tremo de pensar que nem eles estão seguros das escolhas e das capacidades do Tailandês.

 

Entretanto, o pré-acordo termina em junho ou qualquer coisa parecida. Até lá poderá chegar novo investidor ou Berlusconi repensar. Em qualquer dos casos, se o negocio com o Mr. Bee não for em frente o Milan terá que pagar 25M de multa por romper o pré-acordo. Mais uma demonstração que realmente temos dinheiro para gastar em parvoíces, cortou-se foi a torneira para investir em jogadores.

 

De qualquer das formas tudo indica que o Milan realmente será vendido em parte para já. Podem ser boas noticias de forma a reconstruir a equipa

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espero que não, o gajo não pode ser assim tão burro para não disputar mais uma liga dos campeões

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espero que não, o gajo não pode ser assim tão burro para não disputar mais uma liga dos campeões

 

O Objectivo é mesmo voltar a champions...

 

Mas nao vejo este falcao do MU como o mesmo do Porto e Atletico por isso que volte a Monaco que por estas bandas com um treinador que ponha a equipa a jogar Destro pode facilmente tornar-se numa maquina de fazer golos

 

Damiao que fique longe igualmente. Embora estes gajos da Doyen estejam mortinhos por o espetar num clube qualquer europeu. A minha aposta será em Portugal :mrgreen:

Editado por George Kaplan

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Mal. No entanto, o melhor é esperar pelo final da temporada a ver o que acontece em termos de futuro desportivo

 

Entretanto o presidente do Parma foi hoje preso

Editado por George Kaplan

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La Juventus blinda Allegri: pronto il rinnovo al 2017

 

Porra, porra, porra!!! :facepalm:

 

Pá se ganhar a Taça e passar aos quartos da Champions, até (com muito esforço) entenderia a sua renovação.

 

Agora se for eliminado já das duas competições, e só for Campeão, é para ser despedido na hora.

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Presidente do Parma preso por branqueamento de capitais.

 

 

 

Eu já nem...já não sei o que dizer. Estou destroçado. Descermos, em campo, por não conseguimos ser melhor que os adversário, era honroso (chato, mas honroso). Mas isto tudo que aconteceu esta temporada é vergonhoso demais.

 

Não só mata o Parma (é evidente para toda a gente), como mata a "marca" Parma (que era um marca de superação, de combate, de conquistas europeias e agora vai passar a ser uma marca de ladrões, caloteiros, bandidos).

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Falências á Italiana

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A falência do Parma é iminente: nesta quinta-feira, 19 de março, uma audiência judicial definirá o futuro do clube. O seu presidente, Giampietro Manenti, foi preso nas primeiras horas desta quarta, acusado de utilizar capital de origem ilícita na compra do clube. O caso do clube emiliano causou furor, pela velocidade dos factos – até á última temporada, os crociati não pareciam atravessar uma crise financeira –, mas levantou também uma outra questão: porque é que entre os países que sediam os maiores campeonatos do futebol europeu é justamente a Itália que, de longe, mais vê equipas entrarem em bancarrota?

 

Para tentar elucidar os factos e tentar chegar a um diagnóstico preciso, fizemos um levantamento para verificar o grau de "infestação" pelo qual passa o futebol italiano. Todos os anos, dezenas de equipas de divisões inferiores, profissionais ou semi-amadoras, entram com pedidos de falência junto da Federação Italiana de Futebol – FIGC, o que é mais um indício para verificar como as estruturas do futebol local andam a precisar de mais cuidados.

 

Porém, como a realidade económica e administrativa de equipas muito pequenas é bastante diferente de clubes mais organizados e que passaram pela elite, estabelecemos alguns critérios para deixar os dados da análise mais facilmente digeríveis. Os nossos parâmetros foram os seguintes: verificámos quantas equipas jogaram na Serie A desde a sua formação, em 1929, e quantas destas faliram a partir da década de 1980, quando o Campeonato Italiano se tornou o maior do mundo – ao ponto de seleções candidatas ao título do Campeonato do Mundo (ou mesmo vencedoras) terem jogadores a actuar na Serie B do Belpaese. O aperfeiçoamento do profissionalismo e a globalização do futebol, que aumentaram a partir desta época e, principalmente, o crescimento da bolha económica nos anos 1980 e 1990 e o estouro que veio logo depois ajudam a entender as falências, no nosso ponto de vista, e foi por isso que escolhemos este período histórico para situar a análise.

 

Chegamos a um resultado assustador. Dos 63 clubes que participaram em pelo menos uma edição da Serie A, 40 faliram pelo menos uma vez nos últimos 35 anos – a lista completa, com o número e anos dos processos administrativos, segue abaixo. Pelo menos uma vez, porque, pasmem, há clubes que entraram em bancarrota duas ou três vezes, muitas vezes num espaço de tempo de apenas cinco anos. O número representa quase dois terços do total de clubes que já entraram nos relvados da elite Italiana. Somente 11 dos clubes citados não chegaram a jogar a primeira divisão no período da análise. Imagina o mesmo a acontecer em Inglaterra, Alemanha ou mesmo em Espanha e França? Nenhum país tem mais clubes sendo refundados ou desaparecendo do que a Itália.

 

No final de contas, restam apenas 23 equipas que participaram da Serie A e não passaram pelo drama da falência em algum momento das últimas três décadas. Algumas dessas instituições chegaram muito perto disso – e temos exemplos de clubes grandes, como Lazio, Milan e Roma, que tiveram sérias dificuldades em momentos distintos; os romanos no início deste século e os milaneses na década de 1980, pouco antes da posse de Silvio Berlusconi.

 

Como mostramos, falências de clubes na Itália não são novidade. O próprio Parma já faliu uma vez, há 10 anos. O caso do (probabilíssimo) segundo processo de bancarrota do Parma só evidencia como a federação e as ligas não estão atentas a um dos problemas mais antigos do futebol local, que segue presente. Não há como não atribuir uma grande parcela de culpa às entidades que comandam o desporto do Belpaese. Há, no entanto, um conjunto de motivos que levam a situações como estas. Vamos a eles.

 

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Por que os clubes quebram?

O futebol italiano viveu os seus melhores momentos calçado num modelo de negócio de simples entendimento: o mecenato. Os donos dos clubes, normalmente ricaços apaixonados pela equipa ou pelo desporto em geral, injetavam dinheiro próprio na gestão do clube, para sanar dívidas ou fazer contratações. Um modelo já obsoleto, por causa da crise económica que atingiu a Itália – com isto, o poder de investimento dos dirigentes diminuiu.

 

Clubes de futebol na Itália são historicamente ligados a empresas ou famílias ricas, normalmente sócias de algum forte conglomerado industrial. Por exemplo, a Juventus cresceu no berço da Fiat, o Inter era ligadíssimo ao grupo Saras, o Milan é uma empresa que faz, efetivamente, parte do grupo Fininvest e o pequeno Sassuolo é do mesmo dono da Mapei. No mecenato, a saúde financeira de um clube costuma estar intimamente ligada ao sucesso das empresas do seu dono.

 

Foi por isso que a Lazio passou por uma grave crise financeira quando a Cirio, do seu presidente Sergio Cragnotti, estava à beira da falência. Pelo mesmo motivo, o Parma faliu pela primeira vez juntamente com a bancarrota da Parmalat. Claro, a derrocada das empresas são fruto de má gestão – e nos casos da Cirio de Cragnotti e da Parmalat de Calisto Tanzi, uma administração fraudulenta –, e mesmo se um clube não chega a ter envolvimento com grupos familiares ou empresariais de alto calibre, o que pode determinar a sua decadência é uma administração irregular.

 

Os mecenas estão cada vez mais dissociados do desporto por conta do Fair Play Financeiro da Uefa. O mecanismo obriga os clubes a terem balanços com cada vez menos débitos e, progressivamente, lucro. Ou seja, obrigam, em tese e na prática, cada clube a ter vida própria, no mínimo parcialmente desligada do sucesso empresarial dos seus donos, que não podem mais aumentar o capital do clube e realizar compras de jogadores a atacado, com gastos exorbitantes e prejuízos. Pelos preceitos do sistema adotado pela máxima entidade do futebol europeu, o clube deve ser, então, uma entidade auto-sustentável, que gere receita própria.

 

Na Itália, o mesmo rigor do FPF não é aplicado, e as equipas precisam apenas provar que têm os seus débitos trabalhistas quitados e que os seus balanços estão equilibrados, o que é verificado pela Covisoc – Comissão de Vigilância dos Clubes Profissionais de Futebol, instrumento da federação para avaliar eventuais problemas fiscais e económicos das sociedades.

 

O problema é que isto ainda é pouco para evitar problemas dessa gravidade. A Covisoc, ao analisar não só os balanços da última temporada do Parma, mas os de anos anteriores dos ducali, recomendou à FIGC um "atento monitorizar" da situação. Afinal, as dívidas, sempre em crescente, chegavam aos 70 milhões de euros. 33 destes somente com fornecedores e serviços terceirizados, muitos dos quais não recebiam há quase um ano, o que chegou a inviabilizar o funcionamento de diversas atividades do clube e levou até à penhora de bens.

 

Numa situação normal, qualquer clube poderia tentar solucionar (ou abrandar) o vermelho nas contas vendendo jogadores, antecipando receitas (como direitos de TV), contraindo empréstimos ou via injeção de verba por parte dos acionistas ou por novos contratos de patrocínio. No caso do Parma, o ex-presidente Tommaso Ghirardi, já decidido a deixar o comando dos emilianos, nada procurou. E nem a FIGC e nem a Liga da Serie A exigiram garantias de que o clube não entraria em falência durante o campeonato. Falta controlo e mais rigor na fiscalização.

 

Hoje, a crise na Europa é ainda maior do que em anos anteriores, e a Itália é um dos países mais afetados, seja na economia, seja no futebol. O momento de crise fez com que o pensamento de sustentabilidade no desporto ficasse mais forte no continente como um todo, o que gerou a introdução do FPF, por exemplo. Os italianos, no entanto, engatinham no assunto – para não dizer que andam até em contramão.

 

A postura da FIGC e da Liga da Serie A logo quando o caso Parma eclodiu sugere que pouco será feito. Primeiro, os órgãos auto-excluiram-se de comentar o assunto, e depois, em nota oficial praticamente sacudiram responsabilidades, afirmando que as sanções com multas, perda de pontos e da licença Uefa eram suficientes para o caso.

 

Seria mesmo difícil esperar algo diferente de quem comanda um sistema que permite que um clube da primeira divisão seja vendido duas vezes ao custo de 1 euro, e no espaço de dois meses. E as transações aconteceram sem que houvesse qualquer verificação anterior por parte das autoridades sobre a capacidade administrativa (sobretudo do ponto de vista financeiro) dos novos donos. Em nenhum momento se indagou se os compradores teriam condições de levar o barco – foi descoberto que o património declarado da Dastraso Holding e do Mapi Group, que compraram o Parma, um após o outro, não são compatíveis para a administração de uma entidade desportiva de elite.

 

O futebol italiano continua cheio de problemas e a sensação é a de que um resultado desportivo positivo para o futebol italiano em âmbito internacional só acontecerá graças a esforços de um pequeno número de clubes ou da própria seleção. Enquanto o Campeonato Italiano definha do ponto de vista administrativo e moral, com escândalos extra-campo em série, outras grandes ligas europeias continuam a valorizar-se e a aumentar o abismo em relação à Serie A.

 

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Exceção ou nem tanto? Falência dos pequenos tem origem diferente

A falta de rigor na fiscalização às contas dos clubes e o estouro da bolha são realmente dois dos maiores problemas que ajudam a compreender a crise no futebol de elite em Itália. No entanto, um outro problema, com origens em aspectos sociopolíticos do país, ajuda a compreender um pouco as falências da maior parte dos clubes da Bota, aqueles que jogam as divisões inferiores. O provincianismo aliado à desorganização dos campeonatos.

 

Na Serie B, por exemplo, nesta edição clubes do topo e do fundo da tabela já apresentaram problemas. O lanterna vermelha Varese – clube da cidade homónima, vizinha a Milão – passa por dificuldades e já foi penalizado em 3 pontos por não pagar dívidas. No início do campeonato, o Bologna, vice-líder, também perdeu um ponto por isso. Porém, foi comprado por um grupo de empresários canadenses e norte-americanos e vive melhores momentos.

 

Como acontece em qualquer lugar do mundo, clubes pequenos e médios têm adeptos significativos apenas na sua cidade. Na Itália, fora os três grandes, Inter, Juventus e Milan, que tem adeptos espalhados por todo o país – e de Roma, que se tem expandido, e do Napoli, pela quantidade de sulistas espalhados pelo Belpaese –, grande parte dos clubes tradicionais tem adeptos apenas na sua cidade local e em outras cidades da província, sem ter alcance em toda a península. É o que acontece, por exemplo, com Torino, Fiorentina, Bologna, Lazio ou mesmo com Cremonese, Pescara, Bari ou Lecce. Quando passamos para os clubes de escalão mais baixo, isso aumenta. E aí, com a criação da Lega Pro, que correspondia à terceira e quarta divisões do país, é que as coisas começaram a piorar.

 

A lista da bancarrota (dos anos 1980 até aqui, por ordem alfabética)

Alessandria (2003);

Ancona (2004 e 2010);

Ascoli (2014);

Avellino (2009);

Bari (2014);

Bologna (1993);

Casale (1993 e 2013);

Catanzaro (2006 e 2011);

Como (2005);

Fiorentina (2002);

Foggia (1984, 2004 e 2014);

Lecco (2002);

Legnano (2010);

Livorno (1991);

Lucchese (2008 e 2011);

Mantova (1983, 1994 e 2010);

Messina (1988, 2008 e 2014);

Napoli (2004);

Padova (2014);

Palermo (1986);

Parma (2004);

Perugia (2005 e 2010);

Pescara (2009);

Piacenza (2012);

Pisa (1994 e 2009);

Pistoiese (1988 e 2009)

Pro Patria (2009);

Pro Vercelli (2010);

Reggiana (2005);

Reggina (1986);

Salernitana (2005 e 2011);

Siena (2014);

Spal (2005, 2012 e 2013);

Ternana (1993)

Torino (2005);

Treviso (1993, 2009 e 2013);

Triestina (1994 e 2012);

Varese (2004);

Venezia (2005 e 2009);

Verona (1991).

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