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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

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A mim não me espantaria nada. Iria ficar espantado se o Rui costa não estiver, isso sim.

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Ainda estou com esperanças de ver o Rui Costa, apesar de serem muito poucas. :(

Eish, esqueci-me do Rui. f*da-se, vou dar 1000 chibatadas em mim próprio e já volto :lol:

 

O problema do Rui pode mesmo ser o nome...é que para a letra R, há jogadores que podem estar aqui que nunca mais acabam

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A mim não me espantaria nada. Iria ficar espantado se o Rui costa não estiver, isso sim.

A mim também me espantaria, porque, para mim, merece estar presente, mas...

 

Eish, esqueci-me do Rui. f*da-se, vou dar 1000 chibatadas em mim próprio e já volto :lol:

 

O problema do Rui pode mesmo ser o nome...é que para a letra R, há jogadores que podem estar aqui que nunca mais acabam

LOL

 

Ronaldo, Rivaldo, Romário, Ronaldinho, Roberto Carlos, etc... :mrgreen:

Editado por Mario Cesar

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Baía não vai estar, já foi discutido isso algumas páginas atrás.

 

Rui Costa não vai constar na lista dos 100 ( com muita pena minha ), mas garanto que vai constar na lista de jogadores que poderiam muito bem fazer parte desta que irei elaborar após acabar os 100 melhores de todos os tempos.

Editado por Sincèire

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Ronaldo, Rivaldo, Romário, Ronaldinho, Roberto Carlos, etc... :mrgreen:

Lá está, só no Brasil foi uma mina :lol:

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Nome: José Manuel Moreno Fernández

País: Argentina

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: River Plate (1935-44), España (44-46), River Plate (46-49), Universidad Católica (49), Boca Juniors (50), Universidade Católica (51), Defensor Sporting (52), Ferro Carril Oeste (53), Independiente Medellín (54-56), Independiente Medellín (60-61)

Internacionalizações/golos: 34/19

 

"Uma máquina é uma máquina mas em todas as máquinas há peças mais importantes que outras. A máquina, neste caso, é La Máquina, uma máquina em forma de equipa e de futebol do River Plate dos anos quarenta. A peça em causa é José Manuel Moreno, uma máquina dentro de La Máquina.

Moreno era o mais boémio e borguista mas também o mais talentoso dos integrantes de La Máquina.

Qualquer adepto do River, velho ou novo, sabe cantar estes nomes de cor, de seguida e na ordem certa: Muñoz, Moreno, Pedernera, Labruna e Loustau, um ponta-direita, um interior-direito, um ponta-de-lança, um interior esquerdo e um ponta-esquerda, como em todos os ataques da América à Europa desse tempo, formando a letra M do modelo de jogo conhecido por WM. O nome La Máquina, não foi cunhado, ao contrário dos Cinco Violinos, contemporâneos portugueses e sportinguistas, pela imprensa. Conta Carlos Peucelle, o treinador que a arrumou taticamente, que foi maquinado por Doña Rosa, a mãe de Padernera, o ponta-de-lança.

E quanto tempo jogou junta esta máquina perfeita de ataque? Uma década? Um ano? A resposta é 18 jogos, o suficiente para ficar na história. Por causa das lesões, transferências, desencontros e outros imponderáveis, os cinco só encantaram os adeptos que assistiram, ou ouviram pela rádio, a máquina da moda nestas eras, em dúzia e meia de partidas. Antes, jogaram o próprio Peucelle, mais tarde Di Stéfano foi um membro de luxo, mas só uma peça era condição essencial para o quinteto se tornar numa máquina, Moreno.

Considerado o terceiro melhor jogador argentino de sempre, atrás apenas dos génios Di Stéfano e Maradona, e o quinto melhor sul-americano, some-se Pelé e Garrincha à lista, era um habilidoso armador de jogo e um excelente cabeceador. Além disso, foi casado com Pola Alonso, uma atriz da moda, foi habitué das tanguerías de Buenos Aires e foi um noctívago inveterado, características toleradas e até admiradas nos astros dos anos quarente.

Chegou ao River depois de ter sido recusado no clube do coração, o Boca Juniors, passou por Colômbia, México e Chile e acabou pluricampeão em todos os clubes. Pela seleção, conquistou três copas América. Num jogo particular com o Boca Juniors, em 1961, quando já era aos 44 anos o treinador-jogador do Independiente Medellín, resolveu, surpreendentemente, sair de campo e acena à multidão.

Retirava-se Moreno, desligava-se a máquina."

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Nome: Gerhard Muller ( Gerd Muller )

País: Alemanha

Posição: Ponta-de-lança

Clubes: 1861 Nordlingen (1963-64), Bayern (64-79), Fort Lauderdale Strikers (79-81)

Internacionalizações/golos: 62/68

 

"Em 1964, quando Gerd Muller chegou aos seniores do Bayern, lado a lado com Sepp Maier e Franz Beckenbauer, o clube estava na segunda divisão. Em 1965 subiu à Bundesliga. No ano seguinte ganhou a Taça da RFA. Em 1969 foi campeão e em 1976 conquistou o terceiro título europeu consecutivo e consequente Taça Intercontinental. A seleção, na mesma altura e com os mesmos protagonistas, ganhou Europeu e Mundial. Quanto destas conquistas é obra daquela fabulosa geração conduzida por Beckenbauer? Tudo.

E do contributo particular de Gerd Muller? Os números que respondam por ele.

Muller marcou 68 golos em 62 jogos pela RFA, 365 em 427 na Bundesliga ( mais cem golos do que o segundo, Klaus Fischer ), 66 em 74 nas provas europeias e 14 em 13 em mundiais - os dois primeiros mantêm-se recordes, os dois últimos foram batidos trinta anos depois. Atarracado e moreno, distinguia-se dos outros alemães no campo e de todos os outros seres humanos na área: imparável em curtas distâncias, capaz de rematar de qualquer posição com os dois pés, instintivo, explosivo, vivo, técnico, frio, tinha o vício do golo. Foi o protótipo do ponta-de-lança: no seu tempo ou comparado com outro qualquer de qualquer época ou lugar.

Os títulos, ao lado de números, são também imponentes.

Resumamos numa frase: Muller ganhou um Mundial (74), um Europeu (72), uma Taça Intercontinental (76), três taças dos Campeões (74,75,76), uma Taça das taças (67), quatro taças da Alemanha, quatro Bundesligas. Afinal, é preciso mais uma frase: foi o melhor marcador da Alemanha sete vezes, em duas delas de todo o continente, foi eleito o melhor jogador do país noutras duas ocasiões, numa delas acumulou com o prémio de melhor jogador europeu, e foi o melhor marcador do Mundial-70.

Após 15 anos de Bayern e oito de seleção, de números e de títulos suficientes para duas ou três vidas, Muller foi descansar para os EUA nos Fort Lauderdale Strikers. Ao lado da lenda decadente George Best, com quem não teve uma relação fácil, caiu também no alcoolismo. Hoje está recuperado na estrutura técnica do Bayern a treinar avançados. Foram Beckenbauer, Maier e outros companheiros que o obrigaram a curar-se do vício do gole e voltar ao do golo."

 

http://www.youtube.com/watch?v=gt4ER-raHnw&feature=related

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Ando cheio de trabalho :wink:

 

Amanhã vou fazer os possíveis para postar um dos melhores laterais esquerdos brasileiros de sempre :happy:

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Nome: Nilton dos Santos

País: Brasil

Posição: Defesa lateral-esquerdo

Clubes: Botafogo (1948-64)

Internacionalizações/golos: 75/5

 

"Há por este post "génios" e "deuses", "magos" e "príncipes", "titãs" e "imperadores" mas apenas uma "enciclopédia". Nilton Santos, mestre da lateral esquerda, conhecida todos os cantos do relvado, como se tivesse nascido num, e entendia as manhas e fraquezas dos extremos mais habilidosos, como se fosse o psicólogo de todos eles. Era um sábio que, de A a Z, dominava a linguagem do futebol. Em sua homenagem, contemos a história por ordem alfabética, até à letra G porque não cabe mais.

A de Aeronáutica. O carioca Nilton Santos, já craque de futebol praia, cumpriu aeronáutica na tropa. Foi aí que um oficial se espantou com as suas qualidades e o levou para um dos grandes do Rio de Janeiro.

B de Botafogo. O destino foi o Botafogo. Pelo alvinegro, Nilton jogaria mais de setecentos jogos, equivalentes a 16 anos consecutivos com a mesma camisola. Uma camisola que só trocou pela "amarelinha" da seleção nos maiores palcos do futebol mundial.

C de Copas do Mundo. Foram quatro participações na principal prova de seleções e dois títulos. Começou como suplente no dramático mundial brasileiro, em 1950, apesar de já ter conquistado um título sul-americano e um pan-americano nos anos anteriores. Ganharia o lugar em 1954 e seria peça nuclear na vitória nos mundiais em 1958 e em 1962 sempre com o mesmo parceiro no lado oposto da defesa.

D de Djalma Santos. Com Djalma na direita e Nilton na esquerda, o Brasil, abençoado por todos os santos, ganhou consistência e ousadia sem paralelo. Um e outro eram intratáveis na marcação e perigosos na criação de jogadas de ataque pelos flancos. Nilton, nesse particular, foi a inspiração para Facchetti, Roberto Carlos e outras lendas da lateral esquerda.

E de Esperteza. Não se é "a enciclopédia" só por motivos lícitos. Num jogo com a Espanha, no Chile-62, Nilton cometeu um penálti mas, enquanto via de longe o burburinho à volta do árbitro, sem um único protesto deslocou-se um metro para a frente e para fora da área. Resultado: livre direto sem consequências.

F de Feola. O treinador em 1958, Vicente Feola, era um mestre. Mas cauteloso. No jogo com a Áustria, no Suécia-58, o defesa pegou a bola no seu campo, foi fintando sem parar, ignorando os gritos do selecionador da linha lateral, e acabou por fazer golo. Feola ia protestar mesmo assim mas acabou sorrindo.

G de Garrincha. O grande amigo e, ao mesmo tempo, a maior dor de cabeça. Sempre que via o paternal Nilton aproximar-se, Garrincha, respeitoso, largava a cerveja e pedia logo um copo de água. A "Enciclopédia" perdeu anos de vida e rios de dinheiro para tentar corrigir o colega de Botafogo e seleção mas não conseguiu. Nem dez enciclopédias conseguiriam."

 

http://www.youtube.com/watch?v=Gr5LRukMm4c

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Melhor lateral esquerdo de sempre (eu conto o Maldini como Central)

Foi dos primeiros laterais a fazer as subidas pelo flanco algo inovador para a época

Um história engraçada

"Como é que você tem pulmão para ir ao ataque e a seguir defender várias vezes durante um jogo?" - Perguntou lhe um jornalista

"Conheço alguns atalhos"

 

Mais um grande post Sincere :handclap:

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Nunca ouvi falar..

A sério? :espanto: É considerado para muitos o melhor lateral esquerdo de sempre.

 

F de Feola. O treinador em 1958, Vicente Feola, era um mestre. Mas cauteloso. No jogo com a Áustria, no Suécia-58, o defesa pegou a bola no seu campo, foi fintando sem parar, ignorando os gritos do selecionador da linha lateral, e acabou por fazer golo. Feola ia protestar mesmo assim mas acabou sorrindo.

G de Garrincha. O grande amigo e, ao mesmo tempo, a maior dor de cabeça. Sempre que via o paternal Nilton aproximar-se, Garrincha, respeitoso, largava a cerveja e pedia logo um copo de água. A "Enciclopédia" perdeu anos de vida e rios de dinheiro para tentar corrigir o colega de Botafogo e seleção mas não conseguiu. Nem dez enciclopédias conseguiriam."

 

Árbitro - > :lol:

Garrincha :prayer: O Botafogo já teve muitas lendas da selecção canarinha, pqp.

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Nome: Nils Gunnar Nordahl

País: Suécia

Posição: Ponta-de-lança

Clubes: Hornefors (1937-40), Degerfors (40-44), Norrkoping (44-49), Milan (49-56), Roma (56-58)

Internacionalizações/golos: 33/43

 

"Os grandes goleadores nascem em qualquer lugar, de África ( Eusébio ) às Ilhas Britânicas ( Lineker ). Com físicos diferentes, dos baixinhos ( Romário ) aos gordos ( Ronaldo "Fenómeno" ). Em qualquer geração, do ínicio ( Bloomer ) ao fim do século ( Van Basten ). Mas têm sempre algo indefinido que os une e distingue dos outros. Talvez seja o que os ingleses chamam, mal ou bem, de killer instinct, o instinto do assasino que não perdoa na hora da verdade, que dispara primeiro do que o rival no duelo entre o próprio e quem defende a baliza, independentemente de quantos forem.

Vejamos o caso de Gunnar Nordahl. O "no" do aclamado acrónimo sueco do Milan, Gre-No-Li, era alto (1,80 m) para a época ( anos quarenta e cinquenta ), musculadíssimo ( noventa quilos que assustavam os defesas ) e, como bom nórdico, educado e correto. Mas antes de sueco, ele era da mesma raça do malandro Romário ou do colossal Eusébio, ele era da tribo dos pontas-de-lança.

Nordahl marcou como ninguém no modesto campeonato do seu país e continuou a faturar em Itália. Ao ponto de ter quase uma média de um golo por jogo num calcio no seu tempo, pós-guerra, já marcado por coberturas cerradas aos melhores talentos. A fama internacional de Nordahl nasceu em 1948, quando a Suécia surpreendeu o mundo e conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Londres. Com ele jogavam Gunnar Gren, um estratego conhecido por "O Professor", e Nils Liedholm, um avançado fino e elegante de alcunha "O Barão". Nordahl era "O Bombeiro", a sua profissão original. Gren, Nordahl e Liedholm encontraram-se todos no Milan em 1949-50, época em que a equipa marcou 118 golos em 38 jogos. Nascia o Gre-No-Li, uma espécie de versão sueca e ainda mais charmosa do trio holandês dos anos noventa composto por Rijkaard, Van Basten e Gullit.

Nordahl foi cinco vezes o melhor marcador da Série A, é ainda o melhor marcador da história do Milan - o clube do referido pela terceira vez no texto Van Basten - e o segundo melhor da história da prova - mas de entre os jogadores com mais de cem golos é o que tem melhor média.

Além de Gunnar, também Kunt, Bertil, Gosta e Goran, todos irmãos do mais famoso dos Nordahl, foram pontas-de-lança. Os genes estavam lá mas só ele pertencia, de facto, à família dos pontas-de-lança."

 

http://www.youtube.com/watch?v=5nUjMchLYKg&feature=related

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Já tinha lido sobre essa "geração" de suecos no Milan tal como os três dinamarqueses que fizeram furor na Juve na década de 50

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A sério? :espanto: É considerado para muitos o melhor lateral esquerdo de sempre.

 

F de Feola. O treinador em 1958, Vicente Feola, era um mestre. Mas cauteloso. No jogo com a Áustria, no Suécia-58, o defesa pegou a bola no seu campo, foi fintando sem parar, ignorando os gritos do selecionador da linha lateral, e acabou por fazer golo. Feola ia protestar mesmo assim mas acabou sorrindo.

G de Garrincha. O grande amigo e, ao mesmo tempo, a maior dor de cabeça. Sempre que via o paternal Nilton aproximar-se, Garrincha, respeitoso, largava a cerveja e pedia logo um copo de água. A "Enciclopédia" perdeu anos de vida e rios de dinheiro para tentar corrigir o colega de Botafogo e seleção mas não conseguiu. Nem dez enciclopédias conseguiriam."

 

Árbitro - > :lol:

Garrincha :prayer: O Botafogo já teve muitas lendas da selecção canarinha, pqp.

 

Santos de Pelé e Botafogo de Garrincha eram a base da seleção Brasileira campeã em 58 e 62.

Nilton Santos é conhecido como a Enciclopédia por causa dos conhecimentos sobre o futebol,infelizmente está muito doente nesse momento. :-|

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Nome: Daniel Alberto Passarella

País: Argentina

Posição: Defesa-central

Clubes: Sarmiento Junín (1973), River Plate (74-82), Fiorentina (82-86), Inter (86-88), River Plate (88-89)

Internacionalizações/golos: 70/22

 

"Na Argentina, houve 44 medalhas para 43 campeões do mundo". Uma frase de Daniel Passarella que o define.

Em primeiro lugar porque é um feito notável, ele é o único jogador que esteve nas equipas mundiais de 1978 e de 1986, e em segundo porque é uma provocação, ele é dos jogadores mais amados e odiados do futebol argentino. Passarella não foi só um grande defesa, foi ainda um goleador, um capitão, um millonario, um conservador.

Passarella, apesar de ter apenas 1,73 metros, era um defesa-central implacável no ar. Dominava a sua área e não só: marcou tantos golos de cabeça, além de outros de penálti e de livre, que foi o detentor do recorde de defesa mais goleador do mundo, com 182 golos na carreira, ultrapassado apenas por Koeman, anos mais tarde.

Além disso tinha uma personalidade tão vincada que, aos 24 anos, já era capitão da exigente seleção argentina, apenas um ano depois de se ter estreado com a camisola alviceleste.

De braçadeira no braço e a tradicional expressão fechada no rosto, "El Gran Capitán" levantou a primeira Taça do Mundo para a Argentina, em 1978, no seu estádio, o Monumental.

Foi no Monumental de Nuñez que construiu a reputação de grande futebolista, de defesa-goleador e de capitão.

Jogou, treinou e presidiu os millonarios do River Plate, tal como Franz Beckenbauer, o homem de quem herdou a alcunha de "Kaiser". Também conquistou Itália, via Fiorentina e Inter.

O prestígio que foi ganhando levou-o mais tarde ao cargo de selecionador. Às vésperas do Mundial-98, Passarella, um conservador assumido, proibiu os cabelos compridos na sua equipa. O país que celebrou as melenas de Kempes, Maradona e Caniggia revoltou-se pela voz de Batistuta e Verón. Na mesma ocasião, o Kaiser da América do Sul também vetou brincos e deu uma lição de homofobia ao país numa entrevista.

Nunca se importou por ser tão detestado como amado.

Em 1986, cometeu a heresia de comprar uma guerra com Maradona, o todo-poderoso líder da seleção e braço-direito do selecionador Carlos Bilardo. Passarella acabou por não jogar o Mundial do México, por culpa de um problema intestinal, mas foi convocado e levou, a rir-se, a segunda medalha de campeão do mundo para Buenos Aires."

 

http://www.youtube.com/watch?v=lBB8OwqL6cE

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