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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Blue, eu só meto um vídeo pequeno com um lance do jogador ( para não massar muito com as tais compilações ).

 

Mas toda a gente tem a liberdade de meter os vídeos que bem entender, só enriquece o tópico.

 

Felizmente por ter feito este tópico tive a oportunidade de conhecer o autor destes textos :smilie_cmpt:

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Eu não discuto as tuas opções, e agora que vejo, o video que puseste é do tal jogo que falei e mesmo sendo curto é simplesmente sublime o golo

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rensenbrinkrob1978a.jpg

 

Nome: Pieter Robert Rensenbrink

País: Holanda

Posição: Avançado

Clubes: DWS (1965-69), Club Brugge (69-71), Anderlecht (61-70), Portland Timbers (80), Toulouse (81-82)

Internacionalizações/golos: 49/14

 

"Rob Rensenbrink tinha um hábito que deve ter herdado do futebol de rua, aquele que mudava aos cinco e acabava aos dez: antes de marcar um penálti anunciava sempre ao guarda-redes para que lado ia bater. Fitava um canto e dizia "é para ali". Resultado, enervava o guarda-redes e afinal de contas rematava quase sempre para o meio de baliza. Marcou dezenas de penáltis ao longo da carreira e só registou duas falhas.

Mas reduzir Rensenbrink aos penáltis é injusto. O holandês foi um dos principais jogadores do futebol mundial nos anos setenta. Estreou-se na seleção laranja em 1968 como extremo-esquerdo no modesto DWS de Amesterdão e foi jogando a espaços, entalado pelo genial Cruyff e por Keizer, ambos consagrados jogadores do Ajax. Rinus Michels, o criador do Futebol Total, apostou nele mesmo assim para o Mundial-74. Como Cruyff preenchia todas as posições de ataque, Rensenbrink recuou para médio-ala esquerdo, ganhando o lugar a Keizer.

O mundo percebeu que havia ali talento, contido pela presença da superestrela Cruyff mas que poderia explodir a qualquer momento. Já na Bélgica, primeiro no Club Brugge e depois no Anderlecht, impôs o seu nome no panorama europeu, conquistando duas vezes a Taça das Taças, duas supertaças europeias, duas ligas belgas e quatro taças sempre com a camisola do clube de Bruxelas, mais uma taça em Brugge. Jan Mulder, um jogador holandês que foi companheiro de equipa de Cruyff e de Rensenbrink, disse que o segundo era tão bom como o primeiro, simplesmente nunca o soube.

Em 1978, se não soube, pelo menos desconfiou: levou a Holanda às costas até à segunda final consecutiva de um Mundial, o da Argentina, aproveitando a ausência do líder natural. No primeiro jogo, com o Irão, marcou logo um hat-trick, no segundo mais um golo à Escócia ( mais um não, foi o histórico golo 1000 de todos os mundiais ) e a seguir converteu um dos seus provocadores penáltis à Áustria. Na final, perderia para o país organizador por uma unha negra: com o resultado em 1-1, no último lance do jogo atirou ao poste. No prolongamento, a Argentina marcou mais dois, um deles por Kempes. A Argentina foi campeã mundial, Kempes o melhor marcador e Rensenbrink outra vez vice. Se tivesse acertado aquele remate ao poste, teria sido o goleador da prova e a Holanda teria conquistado o título.

O futebol a sério, o que não muda aos cinco e acaba aos dez, foi cruel para Rensenbrink."

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Máquina :prayer: um dos meus jogadores preferidos..

isto, Raul :heart:

 

só tenho pena que não tenha sido campeão europeu e mundial pela selecção

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rivaldobrasil.jpg

 

Nome: Rivaldo Vítor Borba Ferreira

País: Brasil

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Santa Cruz (1991-92), Mogi Mirim (92-93), Corinthians (93-94), Palmeiras (94-96), Deportivo Corunha (96-97), Barcelona (97-2002), Milan (02-04), Cruzeiro (04), Olympiacos (04-07), AEK (07-08), Bunyodkor (08-10), Mogi Mirim (11), São Paulo (11-?)*

Internacionalizações/golos: 74/34

*em atividade

 

"Noroeste e Mogi Mirim iam jogar mais uma partida do Paulistão quando logo na saída de bola, Rivaldo, do Mogi, repara o adiantamento do guarda-redes e marca golaço. Finalmente a sorte mudava, depois da infância marcada pela miséria e pela tragédia - por causa da subnutrição, Rivaldo contraiu uma malformação nas pernas, perdeu grande parte dos dentes, e ficou sem pai, morto num desastre de automóvel.

No clube da cidade ao lado de Recife onde nasceu, o treinador admirou-lhe as qualidades mas nunca o levou muito a sério por causa do físico fraco, fraquíssimo. Mesmo assim, chegou ao Santa Cruz, um dos melhores clubes de Pernambuco, e acabou por assinar pelo Mogi Mirim, mais pequeno do que o Santa mas mais bem situado, em São Paulo.

Após aquele golo de longa distância, o Corinthians quis o ousado jogador por empréstimo. Mas rejeitá-lo-ia mais tarde. Quem aproveitou foi o Palmeiras, que conquistaria um título brasileiro e um estadual, liderado pelo talento, visão e inteligência de Rivaldo.

A Europa, via Corunha, foi o passo seguinte. Brilhou. E seguiu para o todo-poderoso Barcelona. Em Camp Nou sagrou-se bicampeão nos primeiros dois anos, marcando quase trinta golos em cada um, uma marca notável para um médio-ofensivo, e foi eleito melhor do mundo em 1999, dez anos apenas depois de perder o pai, de lutar contra malformações.

Por isso, relativizou o sofrimento quando Louis Van Gaal entrou na sua vida: o holandês mudou-lhe a posição em campo e diminui-lhe a eficácia. Só com o despedimento de Van Gaal, o brasileiro voltou a atingir, ou até superar, o rendimento normal: 2000-01 marcou 36 golos. Quando o Barça anunciou o regresso do técnico holandês, em 2002, Rivaldo escapou-se para o Milan, mesmo depois de ter marcado um golo de bicicleta, à entrada da área, no último minuto do último jogo da Liga com o Valencia, que colocou os catalães na Champions.

Estava no ponto mais alto da carreira, festejado com a conquista do Mundial-2002 no Oriente pelo Brasil. Ronaldo marcou mais mas foi para ele que Luiz Felipe Scolari apontou quando lhe perguntaram quem tinha sido o melhor da competição. Do ponto mais alto da carreira só se pode descer: a seguir jogou na Grécia e no Azerbaijão, antes do regresso ao bem-amado Mogi Mirim para a inusitada experiência de ser presidente e jogador ao mesmo tempo. Mais inusitada ainda quando saiu do Mogi para o São Paulo, ficando a presidir a um e a jogar no outro. Depois do que passou na vida, porque não permitir-lhe uma excentricidade?"

 

http://www.youtube.com/watch?v=is6ZLTe2CLw

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Só fiquei a conhecer o Nilton dos Santos por causa do documentário sobre o Garrincha que deu há uns dias na Sport Tv

x2

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Deus Puskas e Mágico Rivaldo :heart:

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Já venho atrasado mas fica aqui o meu :prayer: ao grande Raúl! :heart:

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Honestamente, gostava mais dele que do Ronaldo e a ideia que tinha dele até era de (segundo) avançado e não propriamente de médio ofensivo.

 

Curiosamente, o que mais me lembro dele é de um falhanço monumental num Mundial qualquer. :mrgreen:

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não sei porque é que o Riquelme não está aqui...

/flame

SAAAABEEEESSS :mrgreen:

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No Rivaldo ele enganou-se, ele não jogou no Azerbaijão, mas sim no Uzbequistão :mrgreen:

 

2 enormes jogadores :prayer: :prayer:

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não sei porque é que o Riquelme não está aqui...

/flame

This men speaks the truth.

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O Rivaldo é o meu jogador brasileiro de eleição :prayer:

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news68900big20110212175.jpg

 

Nome: Roberto Rivellino

País: Brasil

Posição: Médio

Clubes: Corinthians (1965-74), Fluminense (74-78), Al Hilal (78-81)

Internacionalizações/golos: 92/26

 

"O bigode, o pé esquerdo e já está: a história de Roberto Rivellino pode resumir-se a dois elementos fisionómicos.

E já não é pouco: o bigode tornou o craque do Corinthians, do Fluminense e, acima de tudo, da seleção brasileira num dos mais identificáveis e carismáticos jogadores mundiais dos anos sessenta e setenta; o pé esquerdo produziu desde o drible mais subtil ao remate mais violento.

Rivellino foi um produto de futsal. Os truques que utilizava nos relvados aprendeu-se nos pavilhões, entre os quais o elástico, um drible que consiste em colar a bola ao pé, fingir uma finta para um lado e escolher o meio, hoje parte obrigatória do repertório dos mais ilustres solistas brasileiros, como Ronaldinho Gaúcho ou Neymar. No futsal, jogou no Barcelona, um pequeno clube paulistano especializado na modalidade, antes de experimentar o Palmeiras e acabar no rival Corinthians. Do soalho passou para o "gramado" e dos juniores para os profissionais. Jogou no alvinegro de 1965 a 1974, foi o melhor ídolo do clube, o "xodó" da torcida mas, estranhamente, não ganhou nada de relevante e o clube já estava de jejum desde 1954.

A paciência dos adeptos esgotou-se quando na final do campeonato estadual de 1974 o Corinthians empatou 1-1 com o arquirrival Palmeiras no primeiro jogo mas perdeu no segundo por 1-0, num dia infeliz de Rivellino. O esquerdino serviu de bode expiatório para vinte anos sem títulos e foi obrigado a procurar novos ares. De preferência longe da fanática torcida corintiana. Escolheu o Rio de Janeiro e o Fluminense. Voltou a encontrar a alegria de jogar, ganhou estaduais, marcou golos, fez passes soberbos, driblou de elástico. Hoje é considerado um dos melhores jogadores da história dos dois clubes.

Paralelamente, Rivellino foi um craque de seleção. "Vim ver Pelé, acabei a olhar para o Rivellino", disse um dia Beckenbauer, de passagem pelo Rio para assistir a uma partida do Brasil. Em 1970, compôs o quinteto de luxo de meio-campo e ataque, com Gerson, Jairzinho, Pelé e Tostão. Foi campeão do mundo, marcou três golos na prova, fez que muitos jovens deixassem de crescer o bigode e outros arriscassem o elástico ou as bombas de longa distância - fez um golaço à Checoslováquia que lhe valeu a alcunha de "Patada Atómica" no México. Em 1974, na Alemanha, marcou novamente mas a seleção no seu todo desiludiu, e em 78 já não era mais do que um reserva de luxo.

Hoje em dia, mantém o bigode mas a classe do pé esquerdo não passa de memória. Uma memória inesquecível para os seus fãs, acima de todos eles um fidelíssimo Diego Maradona."

 

http://www.youtube.com/watch?v=SMXn5hpxaxE&feature=related

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giannirivera.jpg

 

Nome: Giovanni Rivera ( Gianni Rivera )

País: Itália

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Alessandria (1958-60), Milan (60-71)

Internacionalizações/golos: 60/14

 

"A carreira de Gianni Rivera: membro do Partido da Democracia Cristã, presidente do Partido Pacto Segni, pelo qual foi eleito deputado e secretário da Câmara dos Deputados, subsecretário de estado do governo do Partido da Oliveira, deputado do Parlamento Europeu, membro da comissão para a proteção do consumidor e regulação do mercado interno, conselheiro de política desportiva na Câmara de Roma e eventual candidato à presidência da Federação Italiana de Futebol. Nem Platini e a sua UEFA, nem Weah e a sua candidatura à presidência da Libéria, nem Pelé, ministro dos Desportos do Brasil, nem Lato, o tribuno, nem o deputado federal Romário, têm um currículo assim.

No futebol, também não é fácil alcançar Gianni Rivera, precoce talento do meio campo que, ainda com 15 anos, se estreava no Alessandria, o ex-jogador do Milan Franco Pedroni, indica-o aos rossoneri, cujos dirigentes não ficam propriamente encantados quando veem um miúdo demasiado débil fisicamente à sua frente. Mas Juan Schiaffino, estrela do Milan à época, aconselha imediatamente a aquisição, mais encantado com a habilidade do rapaz do que assustado com os aspecto de quem produzia aqueles dribles e passes maravilhosos.

O resultado foram 19 anos no clube, 12 dos quais como capitão, 658 jogos, 164 golos, um título individual de melhor jogador europeu de 1969, outro de melhor marcador italiano de 1973, três campeonatos italianos, quatro taças, duas taças dos Campeões Europeus ( uma delas ganha ao Benfica ), uma Taça Intercontinental, duas Taças das Taças. Na seleção participou em quatro mundiais, intervalados por um Europeu, de 1968, conquistado.

No Mundial do México em 1970, apesar de não ser titular absoluto ( jogava nas segundas partes, substituindo o seu "rival" no Inter Sandro Mazzola ), teve a honra de marcar no prolongamento o golo decisivo da vitória italiana sobre a RFA por 4-3 nas meias-finais, considerado o jogo do século.

O Golden Boy, "rapaz de outro", a alcunha que ganhou ainda teenager, tornou-se vice-presidente milanista no final da carreira, saindo em 1986, quando Silvio Berlusconi assumiu a presidência. Estava já a desenvolver as suas capacidades políticas, depois de quase duas décadas em poder da camisola 10 rossonera."

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