noikeee Publicado 22 Setembro 2011 (editado) Podcast que só comecei a ouvir há pouco tempo, mas é muito bom: The Football Ramble. Às vezes exageram um bocado nas inside jokes que não dá para perceber bem, mas parto-me a rir com estes gajos. Entretanto, tenho mais uma lista polémica do blog do Miguel Delaney (Football Pantheon): os 100 melhores jogadores de sempre. Como sempre, baseia-se em matemática, embora dum modo um bocado subjectivo já que os critérios são 3: talento, performance ao longo da carreira pelos clubes, performance ao longo da carreira pelas selecções. Estes três factores são avaliados numa escala de 1 a 100 e é feita a média entre os 3. Obviamente medir o talento é sempre muito subjectivo... Aqui ficam os jogadores do 51º ao 100º lugar, o top 50 sai na próxima semana: 100. Danny Blanchflower 99. Jozef Bozsik 98. Just Fontaine 97. Elias Figueroa 96. Josef Masopust 95. Karl-Heinz Schnellinger 94. Johnny Rep 93. Daniel Passarella 92. Marcel Desailly 91. Enzo Francescoli 90. Grzegorz Lato 89. Antonio Cabrini 88. Jose Santamaria 87. Zoltan Czibor 86. Dino Zoff 85. Luis Figo 84. Fabio Cannavaro 83. Fernando Redondo 82. Roy Keane 81. Djalma Santos 80. Matthias Sammer 79. Velibor Vasovic 78. Armando Picchi 77. David Villa 76. Dixie Dean 75. Kurt Hamrin 74. Nils Liedholm 73. Marco Tardelli 72. Jimmy Johnstone 71. Iker Casillas 70. Thierry Henry 69. Ladislao Kubala 68. Frank Rijkaard 67. John Charles 66. Arie Haan 65. Roberto Baggio 64. Samuel Eto'o 63. Omar Sivori 62. Juan Schiaffino 61. Bobby Moore 60. Peter Schmeichel 59. Ruud Krol 58. Kenny Dalglish 57. Ruud Gullit 56. Sandro Mazzola 55. Francisco Gento 54. Vava 53. Roberto Rivelino 52. Paolo Maldini 51. Michael Laudrup Há algumas surpresas, salta a vista jogadores contemporâneos como Eto'o e Villa muito altos, o Figo parece baixo aos olhos de um português, é preciso no entanto ter em conta que Eto'o ganhou 3 Champions como figura de proa nessas 3 edições, Villa foi melhor marcador de um Euro e de um Mundial em que se sagrou campeão em ambos(!). Os títulos acabam por influenciar um bocado a lista. Recomendo ir ao site porque tem um pequeno texto biográfico de cada jogador e a explicação da posição de cada, é tipo o que o Sincéire tá a copiar para o tópico dele aqui ao lado, mas mais resumido e mais matemático. Editado 22 Setembro 2011 por noikeee Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 24 Setembro 2011 Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011Casaria a minha irmã contigo, Román As cinquenta e uma internacionalizações por uma das mais encantadoras selecções do futebol mundial, quase o dementem. A falta de troféus na Europa, como que o confirma. Riquelme, um dos mais brilhantes futebolistas da última década passou pelo jogo sem que lhe reconhecessem um terço do mérito. Sozinho deu expressão a um pequeno município em Espanha. E ainda que em 2000 tenha ganho o Mundial de clubes, ou que em 2008 tenha almejado a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, nunca teve a notoriedade que fez por merecer. A notoriedade que se adivinhava quando em 1997, no maior Estádio da Argentina, o Monumental de Núñes, casa do River Plate, substitui Maradona no seu último jogo. Quando se retirar, Riquelme saberá que o seu nome não fará parte do almanaque do futebol europeu. Todavia, pela inteligência que demonstra em cada acção, pelas suas mil e uma soluções para ultrapassar os adversários, pela sua técnica assombrosa, pela classe que sempre passeou em cada relvado a que subia, pela sua criatividade ímpar que tanto nos fez sonhar, Riquelme precisa de saber que perdurará eternamente no coração daqueles que sempre perceberam com exactidão o que ofertava, e oferta a cada minuto que passava e passa num campo de futebol. Para ti Riquelme, um obrigado. http://lateral-esquerdo.blogspot.com/2011/09/casaria-minha-irma-contigo-roman.html Retirado do excelente blog sobre futebol que é o Lateral Esquerdo. Compartilhar este post Link para o post
Ibrahimovic_9 Publicado 25 Setembro 2011 É o melhor blog português sobre futebol. É que poucos chegam lá perto sequer. Compartilhar este post Link para o post
Leonino Publicado 27 Setembro 2011 (editado) Bom blog esse "Lateral Esquerdo". Já adicionado aos favoritos. Deixo aqui um blog sobre futebol, baseiam-se muito na estatística. Editado 27 Setembro 2011 por tclaro92 Compartilhar este post Link para o post
kloten23 Publicado 16 Outubro 2011 Boas por acaso não existe algum programa de rádio sobre futebol tipo Bancada central? Compartilhar este post Link para o post
Red Publicado 16 Outubro 2011 Esse lateral esquerdo mostra o porquê de o Evaldo não atacar bem. Essa particularidade do jogo com a Lázio é um exemplo brutal para mostrar aos amigos e explicar o que está mal. Nem todos temos essa sensibilidade para vislumbrar erro ali, no fundo ele entregou bem a bola, só que vendo bem acabou por matar o perigo da jogada. Compartilhar este post Link para o post
corinthiano Publicado 12 Novembro 2011 Olho Tatico Aos 10 anos, o carioca André Rocha decorava escalações de times, desenhava esquemas táticos nas últimas páginas dos cadernos escolares e narrava partidas imaginárias no chuveiro. Vinte e três anos depois, comentou partidas na TV antes mesmo de pensar seriamente em ser jornalista. Foi estudar, criou o blog Futebol & Arte e viu no ambiente virtual um ótimo veículo para expor suas ideias e análises. Agora encara o desafio de tornar interessante, de forma simples e didática, um tema considerado "difícil", mas fundamental para entender o futebol Compartilhar este post Link para o post
Krepster Publicado 19 Novembro 2011 La sangre de Mou Cuando aterrizó en Londres como empleado de lujo del magnate Roman Abramovich, José Mourinho exigió plenos poderes - como en Porto, Inter y ahora Real Madrid- para jerarquizar, profesionalizar y supervisar las estructuras del Chelsea. Con manos libres para hacer y deshacer tras los alardes de chequera de su patrón, Mou confeccionó un meticuloso plan de trabajo que el "Txelski" alcanzara la elite europea. Estableció su nuevo orden, supervisó hasta el detalle más nimio del club y pidió que todos los empleados reportaran única y exclusivamente ante él. Mou exigía implicación máxima y sometía a sus colaboradores a un principio de autoridad muy simple: el club tenía que seguir la estela marcada por él, y no al revés. Algunos empleados del club no contaron con el visto bueno del nuevo entrenador, otros se plegaron a la máxima exigencia de su nuevo "boss" y otros, como los servicios médicos, acabaron chocando con Mourinho. Arjen Robben, vital para el sistema del portugués, se lesionó. El de Setúbal acudió a los servicios médicos y se encontró con un diagnóstico desagradable, Robben sufría una fractura en el pie. El jefe de los servicios médicos, Neil Frazer, comentó que intentaría conseguir que Robben estuviera apto para poder enfrentarse al Barça en la Liga de Campeones y jugar la final de la Carling Cup. Sin embargo, la lesión de Robben no evolucionó de manera satisfactoria, y Frazer informó de que, muy a su pesar, el jugador no estaría en condiciones en el plazo inicialmente previsto. Mourinho, con la enfermería a tope después de varios percances de Drogba y Carvalho, montó en cólera. Según la prensa inglesa, tachó de inepto al médico y le instó a marcharse para no volver jamás. Sólo 24 horas después de que el pulso entre entrenador y médico se hiciera público, el club emitió un escueto comunicado alegando que Frazer había dimitido de su cargo, tras cuatro años de servicios al Chelsea, "por motivos de salud". Mourinho, indignado por no poder contar con Robben, exigió la contratación de un médico que fuera capaz de recuperar a sus lesionados en tiempo récord. El elegido fue Bryan English, un médico con reputación de milagrero y gurú de la medicina deportiva, cuyas innovadoras técnicas habían revolucionado el mundo del atletismo. English, hasta entonces médico de la Federación Británica de Atletismo, aterrizó en Stanford Bridge en mitad de una tormenta, y recibió instrucciones directas de satisfacer las exigencias de su entrenador. Mou estaba obsesionado en materia de lesiones y trazó un objetivo: recuperar a los futbolistas en tiempo récord. English encajaba en ese perfil. Sus métodos, propios de un recuperador mágico, habían funcionado con la mediofondista Kelly Holmes (oro en 800 y 1.500 en los Juegos Olímpicos) y con la rusa Masterkova, también medallista ("Ya podía estar rota, enferma y agonizante, English siempre estaba ahí para curarme"), así que aceptó la oferta del Chelsea y despachó con "The Special One". El nuevo doctor de los "blues" tenía una receta mágica: El "blood spinning". Un novedoso método, entonces aún bajo estudio, consistente en el centrifugado de la sangre, para acelerar el proceso de recuperación del deportista. Los pasos a seguir eran sencillos: Extraía sangre del futbolista y después, centrifugaba esa muestra para conseguir un concentrado con una cantidad de plaquetas cinco veces superior a la normal. Después, añadía calcio y enzimas de trombina a esa muestra, consiguiendo que la mezcla se coagulase, formando una especie de gel que era aplicado, vía intravenosa en muchas ocasiones, sobre la lesión del jugador. Los resultados de esos concentrados de plaquetas eran hasta cinco veces más potentes, consiguiendo recuperar al paciente mucho antes de lo previsto, mejorando otras técnicas más clásicas y rudimentarias. Sin embargo, dentro del Chelsea estalló una bomba de relojería en abril de 2005. La imagen del club no era la mejor después de que la UEFA decidiera que Mourinho fuera sancionado con dos partidos más 13.000 euros de multa por falso testimonio (llegó a decir que Rijkaard había visitado al árbitro Anders Frisk en el Camp Nou), pero unas horas después, el Chelsea se convirtió en un polvorín. Dos de sus estrellas, Arjen Robben y Robert Huth, se negaron a someterse al centrifugado de sangre. Mou insinuó que Robben estaba teniendo una actitud indolente por no querer someterse a la terapia del nuevo doctor, pero ninguno de los futbolistas tragó con el "blood-spinning" La renuncia abrió un debate sobre la legitimidad del método y puso en el punto de mira a Robben y Huth que, temerosos de verse envueltos en una sanción de dos años sin jugar por incurrir en dopaje, siguieron en sus trece. Toda vez que el caso de la centrifugadora estalló entre la opinión pública, la Agencia Mundial Antidopaje, AMA, decidió investigar el caso. De entrada, recomendó a los jugadores negarse a usar estas prácticas, hasta hablar con el doctor English, para comprobar cómo funcionaba esa técnica [entonces desconocida], de la que nadie sabía nada. Dick Pound, director de la AMA, sospechó que "podría tratarse de una manipulación de sangre de alguna clase", aunque remitió a la prudencia y al dictamen de "varios expertos" para determinar "si no incurre en dopaje". Fredèric Donze, portavoz autorizado de la AMA, no se cuestionaba el método en sí, pero mostraba preocupación por la posibilidad de "que a la muestra de sangre extraída se le puedan añadir factores de crecimiento. Los médicos deben demostrar que no manipulan la sangre, porque eso sí sería dopaje". La Agencia Mundial Antidopaje estaba atemorizada de que, en algún paso intermedio del centrifugado, pudieran introducirse elementos propios del doping, como hormonas de crecimiento y eritoproyetina (la famosa EPO). No en vano, la AMA tenía la mosca detrás de la oreja después de que, en octubre de 2004, Arsène Wenger, técnico del Arsenal, emulara a Zdenek Zeman ("Hay que sacar el Calcio de la farmacia"), denunciando que el Arsenal había detectado que "muchos de los fichajes presentaban un tipo de glóbulos rojos en la sangre anormalmente elevados". Para atajar la polémica del uso del "blood-spinning", la AMA llamó a consultas a varios científicos y elaboró un estudio coordinado con la Agencia Antidopaje británica, para conocer, de primera mano, en qué consistía el proceso, cuáles eran sus pasos y qué medidas de seguridad se tomaban para preservar la integridad de la sangre. De 2005 a 2007, la AMA entendía como dopaje sanguíneo el "uso de sangre antóloga, homóloga o heteróloga, o productos eritrocitarios de cualquier origen, y otros, para tratamientos médicos". Sin embargo, la técnica del "blood-spinning" y los concentrados de plaquetas no constaban en las listas de métodos prohibidos, por lo que ni el Chelsea ni el Doctor English fueron acusados de haber practicado doping, ya que este tipo de técnicas apenas habían sido estudiadas, a fondo, por la propia AMA, que tenía un serio conflicto a la hora de dilucidar qué estaba prohibido y qué no. En 2010, la AMA perseguía el dopaje sanguíneo, y decretaba la prohibición de administrar Plasma Rico en Plaquetas por vía intramuscular. Sí se permitía su administración por vía intra-articular y tendinosa, para lo que era obligatorio solicitar una autorización, la Exención de Uso Terapéutico (TUE). [Rafa Nadal o Xavi Hernández tuvieron que pedir esa autorización para que se les administrase ese tratamiento, para recuperarse de sus lesiones. ] Desde el 1 de enero de 2011, no es necesario solicitar esa exenciónpara administrar factores de crecimiento derivados del plasma rico en plaquetas, que ya está autorizado. No así el Factor de Crecimiento Derivado de las Plaquetas (PDGF), que sigue siendo una práctica prohibida. Pero a pesar de que la AMA no penalizó el "blood-spinning" del Chelsea, otro episodio devolvería al club de Londres a la sombra de la sospecha. Las turbulencias fueron gigantescas cuando entró en escena el rumano Adrian Mutu, que protagonizó una tenso enfrentamiento con su entrenador. Mutu, positivo por cocaína y expulsado del club, hizo público que, durante su etapa en Stanford Bridge, todos los futbolistas del primer equipo se sometían, regularmente, a controles sanguíneos. Todo se volvió aún más desagradable cuando Neil Frazer, el doctor que Mou animó a despedir del club, corroboró las palabras de Mutu, confirmando que el Chelsea realizaba análisis de sangre a sus futbolistas. Mourinho, encendido por la publicidad de un asunto que habría preferido mantener en el anonimato, pidió al club que apoyara, sin reservas, que el equipo estaba limpio de cualquier tipo de sospecha. El Chelsea cerró filas y por orden expresa de su propietario, rechazó que se estuvieran utilizando métodos ilegales y no probados para acelerar la recuperación de sus lesionados. Pero Mutu, en su alegato escrito ante los tribunales, reiteró que durante su militancia en la plantilla de Mourinho, los jugadores del Chelsea se sometían a diferentes pruebas sanguíneas. La Federación Inglesa no dudó en entrar de oficio en una cuestión que violaba su reglamento anti-dopaje. La FA multó al Chelsea con 40.000 libras esterlinas (unos 60.000 euros) por haber llevado a cabo, por su cuenta y riesgo, controles antidopaje privados. A pesar de las protestas de Mou y del Chelsea, que dijeron que habían hecho esos análisis para proteger a la plantilla y al fútbol en general, de los consumidores de drogas, la comisión independiente de la FA determinó que el club de Londres había conculcado las normas de control anti-dopaje cuando, por su cuenta y riesgo y sin previo aviso o informe a las autoridades competentes, había sometido a sus jugadores a diferentes test sanguíneos, durante julio de 2004. La FA apuntó que el Chelsea había incurrido en "comportamiento antideportivo", al tiempo que advertía a José Mourinho de que no podía hacer la guerra por su cuenta. Con el Chelsea bajo sospecha después del "blood-spinning" y la confesión de Mutu, la confianza de Mourinho acerca de los servicios médicos del Chelsea se desintegró . Después de dos errores puntuales en las lesiones de John Terry y Michael Ballack, Mourinho culpabilizó a su doctor. Como ya ocurriera con Frazer, English tuvo que soportar las iras de Mou, que pidió que el doctor redactara una disculpa pública a través de la web del Chelsea. Bryan English, que se había ganado el favor de Mou tras recuperar milagrosamente a Ashley Cole y Wayne Bridge en anteriores ocasiones, se convirtió en el chivo expiatorio de Mou. So pena de acabar como su predecesor en el cargo, English se retractó y pudo conservar su puesto de trabajo en el club (ahora el jefe de los servicios médicos es el español Paco Biosca). El que no permaneció en Londres fue Mou. Roman Abramovich se hartó de él y le despidió. Con un finiquito de oro bajo el brazo, Mourinho se largó de Stanford Bridge, rumbo Milán. En marzo de 2010, como entrenador del Inter, Mourinho regresó a Stanford Bridge, para medirse a su ex equipo, en la Champions. En la rueda de prensa previa al choque, un periodista le preguntó a Mou sobre si Peter Cech, lesionado, podría ser titular para recibir al Inter. Mourinho, para sorpresa de la prensa británica, espetó: "¿Si Cech podrá jugar ante nosotros? Por supuesto que sí, creo que podrá jugar. El Doctor Agujas puede conseguir que Cech esté disponible". Mou, que habla cinco idiomas y conoce las connotaciones de la palabra "agujas" en el mundo del deporte, tachó de "Doctor Agujas" a Bryan English, el mismo médico que, años antes, había escogido su Chelsea. Martin Samuel, periodista del Daily Mail, firmó un artículo de opinión, calificando las palabras de Mourinho como "una táctica vergonzosa". Cech no jugó esa noche, el Inter pasó de ronda y Mou fue Campeón de Europa, ese mismo año, después de eliminar a su ex equipo, el Chelsea del "Doctor Agujas". Rubén Uría / Eurosport Compartilhar este post Link para o post
Fluke Publicado 28 Novembro 2011 Deixo aqui um bolg francês sobre o futebol do nosso país, e que costuma ter artigos interessantes, com entrevistas feitas a jogadores com ligação ao nosso futebol. É feito por um jornalista luso-francês (de Barcelos), Nicolas Vilas, e posso dizer que de toda a imprensa desportiva de França, é ele quem melhor fala neste país. Para quem sabe a língua, não percam a oportunidade de dar uma olhadela, vale mesmo a pena ;) http://www.machainesport.fr/le-blog/ Compartilhar este post Link para o post
Undertaker Publicado 4 Setembro 2012 (editado) R Treinador posso deixar o meu já agora...... E espero a vossa opinião.... Editado 4 Setembro 2012 por Undertaker Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 4 Setembro 2012 Deixo aqui um bolg francês sobre o futebol do nosso país, e que costuma ter artigos interessantes, com entrevistas feitas a jogadores com ligação ao nosso futebol. É feito por um jornalista luso-francês (de Barcelos), Nicolas Vilas, e posso dizer que de toda a imprensa desportiva de França, é ele quem melhor fala neste país. Para quem sabe a língua, não percam a oportunidade de dar uma olhadela, vale mesmo a pena ;) http://www.machainesport.fr/le-blog/ Confirmo, é muito bom sim senhor Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 5 Setembro 2012 (editado) R Treinador posso deixar o meu já agora...... E espero a vossa opinião.... Faltam aí as referências bibliográficas ao Justificação da Periodização Táctica Como Uma Fenomenotécnica... :mrgreen: Editado 5 Setembro 2012 por Chandler Compartilhar este post Link para o post
Undertaker Publicado 5 Setembro 2012 (editado) Referência onde ? Se for o que eu esteja a pensar.....eu falei com a pessoa responsável (Jorge Maciel) e tive acesso a uma entrevista com o Jorge Maciel, para um trabalho académico e sendo assim vou colocando as respostas relacionadas com a Periodização Táctica, entre outros pontos. Editado 5 Setembro 2012 por Undertaker Compartilhar este post Link para o post
Don Andres Publicado 5 Setembro 2012 (editado) Hum... desconhecia a existência deste tópico. Já agora, aproveito para deixar também uns quantos blogs que acompanho quase diariamente: Futebol Magazine Em Jogo (fiz uma separação entre estes e os restantes já que estes inserem-se num registo mais "geral", enquanto os outros são mais específicos ao jogo em si.) Paradigma Guardiola Centro de Jogo Teoria do Futebol - ideal para treinadores! Entre Dez LATERAL ESQUERDO (estes últimos 2 são, para mim, do melhor que conheço da blogosfera. Um deles é quase unânime receber tal distinção, o outro é mais "difícil de se gostar". Mas são ambos excelentes.) Ontem vi-te no Estádio da Luz Eterno Benfica Cabelo do Aimar (estes, como o próprio nome indica, são mais virados para o universo benfiquista. Os 3 de excelente qualidade.) Editado 18 Setembro 2012 por Don Andres Compartilhar este post Link para o post
Undertaker Publicado 8 Setembro 2012 (editado) Aqui fica um dos melhores assuntos (são várias perguntas, fica a primeira) para além dos exercícios e artigos....porque está a dar um gozo enorme estar a fazer este blog e a sua respectiva página, para ajudar-me a saber mais... O professor Jorge Maciel, que é uma das referências atuais no que diz respeito a Periodização Tática. Referência pelo contato direto com o professor Vitor Frade e pelo conhecimento que tem sobre o assunto, que pode ser conferido em seu livro citado abaixo, e por sua vivência de campo. A entrevista foi elaborada por Luís Esteves, sendo assim, a pergunta. O que é a Periodização Tática, e porque usa-la como metodologia de treino? http://rtreinador.blogspot.pt/2012/02/periodizacao-tactica-entrevista-jorge.html Editado 8 Setembro 2012 por Undertaker Compartilhar este post Link para o post
comandante_alvinegro Publicado 11 Setembro 2012 Vocês não acompanham o Planeta do Futebol? O que acham do Luís Freitas Lobo? Concordo com ele em 70% do que fala, normalmente. Compartilhar este post Link para o post
Don Andres Publicado 11 Setembro 2012 Uso habitualmente este espaço para fazer viver aqueles que para mim são o auge do jogo (ainda que a lista seja interminável), aqueles que me ensinaram, numa primeira fase de um modo pouco pensado e muito intuitivo, a ver o jogo como hoje o vejo.Invariavelmente os jogadores que até agora fiz referência, não são do agrado do público em geral. Começando em Nuno Gomes e passando por Silas ou Pedro Barbosa, sinto que o jogo foi injusto com eles, depois destes tanto lhe terem oferecido. Hoje, escrevo sobre alguém que não é Português, que apesar de ter sido aclamado no País vizinho, passou ao lado de uma carreira que poderia ter sido lendária, ainda que para mim a tenha tido na mesma. Vénia para um dos maiores talentos que o Futebol já teve a ousadia de colocar em segundo plano… Juan Carlos Valerón. Com uma vida desportiva (quase) inteira a representar o Deportivo da Corunha aqui está o texto que tanto merece. Arrepio-me só de escrever o seu nome. Fico boquiaberto quando o vejo jogar, quando tento perceber o que vai naquela cabeça a cada toque na bola. J.C. Valerón não é tecnicamente fenomenal, é mais do que isso. Não brinca com a bola, embora a use para brincar com o jogo. A elegância com que a trata, o modo aterrador com que faz o jogo parar cada vez que é o centro da acção, transporta-o para outro nível. Se a bola tivesse vida, apaixonar-se-ia por J.C. Valerón, mas mesmo sendo um ser inanimado, há qualquer coisa nela que a faz sentir-se atraída por ele. A Selecção Espanhola está agora no apogeu do seu jogar e apesar de J. C. Valerón não estar inserido nesse feito, tenho certeza que contribuiu muito para o mesmo. É que ele já o fazia quando quase todos os outros desconheciam este modo de jogar. Foi dos primeiros a descobrir "aliança" entre a Capacidade para Decidir (o inventar de diferentes ligações, o demonstrar a seus companheiros como se manipula o jogo) e modo de Manifestação Prático (a beleza que é ver um jogador ser melhor que tudo e todos parecendo que se esforça menos), deu-lhe vida, contagiou outros tantos, e aos 37 anos de idade consegue ainda jogar da mesma forma. Sabem quando existe aquele jogador que pela acção que tem e pelo modo como executa, joga porque faz todos os outros jogar? Aquele que quando faz um passe ou um determinado movimento "obriga" o colega a agir dentro do seu Perfil de Decisão? E que ainda por cima, contamina um jogo colectivo baseado em Decisões de Excelência? Isto é Juan Carlos Valerón, e se isto não é ser enorme, poucas coisas mais o serão! Não teve sorte enquanto "atleta", lesões e recaídas umas atrás das outras não deixaram que propagasse a sua mensagem, ainda assim, ela chegou ao outro lado da fronteira, e pelo menos por mim será eternamente recordado. Valerón faz-me lembrar aqueles Taxistas que em plena 2º Circular congestionada, engatam uma "segunda", enquanto circundam tudo e todos com a maior das calmas e vão chegando primeiro ao seu destino. Isto, no mesmo momento em que todos os outros condutores se enervam em acelerações infrutíferas para ganhar um bocado de tempo ao condutor do lado. Um dia vou a Corunha e quero uma camisola tua autografada. Guardá-la-ei como se fosse o maior de todos os tesouros. Valerón pode não ter chegado ao Topo, mas fez algo que conceptualmente iguala ou ultrapassa esse feito. Ajudou a identificar e a materializar aquilo que deve ser o "jogo" de um Jogador de Topo. Foi um dos que lhe deu origem / sentido. Para mim, claramente, um dos "Pais" do Futebol Moderno … Juan Carlos Valerón. Um dia, falem dele aos vossos filhos. Fonte Juan Carlos Compartilhar este post Link para o post
Rugido Publicado 11 Setembro 2012 Dos meus jogadores preferidos :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Don Andres Publicado 28 Setembro 2012 (editado) Para quem tiver um tempinho de sobra e esteja minimamente dentro daquilo que é a Periodização Táctica e o treino em geral, recomendo fortemente a lerem isto e os consequentes comentários. É, no mínimo, absurdamente interessante. Editado 28 Setembro 2012 por Don Andres Compartilhar este post Link para o post
Pep Publicado 24 Junho 2013 A VIDA IRÓNICA DUM GUARDA-REDES No dia de ontem meti-me no fundo do baú a observar os meus escritos de há quase 2 anos. Deparei-me com uma pequena crónica que não tinha mais de 20 linhas. Era clara e objetiva, mas faltava iniciativa nas palavras, imaginação e paciência para desenvolver mais o tema abordado. Foi escrita a propósito do Barcelona x Arsenal que decorreu no dia 8 de março de 2011, onde a equipa catalã venceu por 3-1, num jogo polémico que consumou a eliminação dos ingleses da competição, assim como caminho aberto para a conquista do troféu por parte dos espanhóis. Nesse pequeno texto abordei essencialmente a frustração da vida de um guarda-redes e a certa ironia que nela está presente. Como exemplo prático falo de Almunia, já que o jogo em questão tinha sido 10 dias atrás (e a ideia de escrever esse texto referido já tinha vindo desde essa dezena de dias atrás) e a memória ainda estava razoavelmente fresca. Apesar das 7 defesas, sendo que algumas de teor praticamente impossível para outros, acredito que a maior parte das pessoas e espectadores desse jogo (quase) só se lembrem das aventuras de Messi, sobretudo daquele chapéu ao espanhol que deu o 1-0. De qualquer forma, por esta última frase chegamos ao ponto principal desta crónica: a ironia que compõe, de facto, a vida dum guarda-redes. Na imagem acima está representado Edwin van der Sar, um guardião extremamente seguro e com uma carreira recheada de títulos, isto é, pelo menos um em cada clube que passou com idade sénior (não se faça exceção a sua estadia em Londres, donde venceu uma Taça Intertoto pelo Fulham). Registo impressionante para aquele que é considerado um dos melhores guarda-redes da sua geração, juntamente com outros nomes como Oliver Kahn ou até mesmo Barthez. Raramente falhavam, mas quando o faziam ninguém falava de outra coisa. As pessoas têm tendência a olhar para o mal com maior intensidade do que o bem. Ora, nesse cenário era natural que nos momentos seguintes aos jogos só se falassem dos tais erros dos guarda-redes, ignorando possíveis grandes intervenções ou lances onde foram fulcrais para manter o resultado favorável. Olhando apenas para o que falhou há claramente uma grande ironia envolta na situação... e essa consistia em descredibilizar uma boa exibição para olhar para um lance infortuno. Muitas vezes os principais visados nas derrotas são os guarda-redes porque: não estavam atentos ao decorrer do lance, não se atiraram a tempo, 'levou um frango' e/ou esteve mal na abordagem ao lance. Pois bem, há quem se recorde do golo e da postura do guarda-redes a abordar o finalizador, mas não faz a mínima ideia de como a bola chegou a ele. Culpam os guardiões sem de facto saberem ou recordarem-se concretamente de quem facilitou ou errou, deixando que a bola fosse parar à frente do homem das luvas. Defesas, médios ou mesmo avançados conseguem muitas vezes sair impunes nestas situações em lances em que os pobres guarda-redes são, por vezes, os que menos culpa têm. No entanto são os que pagam as favas. Quase sempre. O ilustre van der Sar tem, durante toda a sua carreira, erros relevantes que se podem contar com os dedos duma só mão. Por alto recordo-me de 2 que já tive oportunidade de ver em vídeo: - Perda de bola para José Antonio Reyes na grande área que marcou sem qualquer preocupação (Fulham 0-3 Arsenal, 11 de setembro de 2004); - Bola aparentemente controlada que deixa cair após cruzamento encostada de seguida por Somen Tchoiy (Manchester United 2-2 WBA, 16 de outubro de 2010) Tenho a certeza que esses 2 erros são mais lembrados do que algumas defesas do outro mundo que possa ter feito no mesmo ou noutros jogos pelo Fulham e Manchester United respetivamente. O mesmo se aplica a outros guarda-redes por esse mundo fora. Mais recentemente há o exemplo de Hélton que deixou a desejar no 2º golo do Paris Saint Germain no jogo de França, mas tem estado irrepreensível em todos os jogos, por exemplo, da Liga Portuguesa. Os guarda-redes são nesta vertente os mais observados, os centros das atenções. Quando a coisa não corre bem são eles a que são apontados os dedos. Pena que assim seja, muito sinceramente. A pressão está do lado deles. http://cronica-futebolistica.blogspot.pt/2012/12/a-vida-ironica-dum-guarda-redes.html Compartilhar este post Link para o post
Pep Publicado 3 Agosto 2013 Análise FCP - Gala: http://cronica-futebolistica.blogspot.pt/2013/08/sao-os-ares-de-londres.html Compartilhar este post Link para o post
Josep Publicado 19 Agosto 2013 O Lateral Esquerdo vai ficar inactivo por tempo indeterminado. É o melhor blog de futebol da atualidade, a meu ver. Compartilhar este post Link para o post
Josep Publicado 20 Agosto 2013 Sabes o que se passou? Motivos profissionais. Compartilhar este post Link para o post