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[FM 11] Death Knight - Fim do Save

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Que dominio perante o Cobreloa, sendo que a finalização acabou por deixar um pouco a dezejar, pois poderias ter mesmo goleado, no entanto perante o Vitória assistiu-se a um jogo equilibrado mas foi nesse jogo que acabas-te por marcar mais golos. Perante o São Paulo, o jogo fora a tua equipa demonstrou ter algumas dificuldades perante os brasileiros, no entanto em tua casa acabas-te por conseguir a passagem a final, força agora para essa conquista :compinchas:

 

Esperemos bem que seja mesmo uma conquista para nós :mrgreen:

 

Obrigado pelo apoio! Abraço

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Dezembro de 2013

 

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Um mês absolutamente brilhante a coroar uma época repleta de êxitos desportivos: vencemos o Apertura, o Clausura, a Copa Chile e a Copa Sudamericana! Somos os melhores!

 

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Meias Finais: Huachipato vs Universidad Católica

 

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Um jogo péssimo da nossa parte: fomos completamente dominados pelo Huachipato,que mostrou desde o início que poderia muito bem roubar-nos o lugar na final. E, de facto, a meio da 1ª parte, um canto de Fuentes encontra a cabeça de Núñez, que faz o primeiro da partida. A nossa sorte, no meio deste encontro terrível, é que a equipa da casa falhava tudo quanto era remate, possibilitando-nos refrear os ânimos e lançar uma contra-ofensiva feroz. Valdés, na 2ª metade, mete a bola em Issah, que estoura de primeira para a igualdade, com a Católica a empatar no 1º remate que fazem. Já na recta final Delgado aventura-se pela ala direita, cruzando rasteiro para Jaime Valdés, que encosta e faz o golo da reviravolta!

A eficácia volta a ser o nosso motor de jogo: eles dominaram, nós aproveitámos!

 

Meias Finais: Universidad Católica vs Huachipato

 

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Depois da vitória da 1ª mão, tínhamos obrigação de vencer também este jogo. No entanto, começámos mesmo mal, pois Escobar é expulso por agressão, deixando-nos numa situação bastante complicada. Acontece que mesmo assim decidimos ser nós a mandar neste desafio, pois Issah resolveu que teria de marcar uns golitos: Maranhão corre pela esquerda e cruza para o 2º poste, onde aparece o jovem avançado a encostar. Depois, Fuentes é expulso também por agressão, ficando 10x10. Já na 2ª metade, Páez marca um livre fenomenal, ao ângulo, colocando-nos praticamente na final do Clausura. Imediatamente a seguir, Valdés isola Issah, que estoura para o 3-0 que selava o placar.

Uma grande vitória, connosco a estar presentes na final, contra o Audax Italiano!

 

Final: Audax Italiano vs Universidad Católica

 

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Um jogo muito fraco, motivado pela ausência de inúmeros titulares face à quantidade de partidas deste mês. Ainda assim pode-se dizer que dominámos. Só que, infelizmente, tínhamos mesmo de resolver isto na nossa casa: um golo deles podia muito bem estragar tudo...

 

Final: Universidad Católica vs Audax Italiano

 

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Furacão ganês entra em actividade no San Carlos de Apoquindo: logo a abrir, Gabriel derruba Issah na grande área, com o nosso avançado a ser responsável pela cobrança exemplar do penalti. A meio da 1ª parte, Maranhão cobra um canto exemplar para González, que amortece o esférico. Issah, num remate acrobático, coloca então a bola na baliza, fazendo o 2-0. Mas ainda não tinha terminado, pois no último lance do 1º tempo Rubio aparece na direita a cruzar para Maranhão, que de primeira passa para Akwasi, que remata e faz um hat-trick!

Pode-se muito bem dizer que este foi um jogo de um homem só: ganhámos o Clausura graças a Issah! SOMOS CAMPEÕES!!!

 

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Final: Unión Española vs Universidad Católica

 

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Fomos claramente superiores durante este encontro todo, mas ainda assim chegávamos lá à frente e mandávamos sempre a bola para os quintos. Depois de muito sofrimento e muitas ocasiões desperdiçadas, chega Delgado a cabecear após um canto de Maranhão, fazendo um golo já na recta final. E, logo de seguida, para consumar um excelente desafio da nossa parte, Saldanha isola Issah, que perante o guarda-redes não desilude e estoura para o 2-0 final!

MAIS UMA COMPETIÇÃO GANHA! CAMPEÕES!!!!

 

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1ª Eliminatória - 1ª Mão: Atlético Paranaense vs Universidad Católica

 

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Talvez o encontro mais difícil do mês fosse mesmo este: o ambiente infernal no Brasil prometia trazer algum nervosismo à minha equipa. Entrámos logo a perder, visto que Guerrón aproveita um erro grave de González para lhe roubar a bola e ficar na área isolado. Frente a Alessandro, remata cruzado para o golo do Paranaense. Ainda assim, não baixámos os braços e, apesar de rematarmos muito de longa distância, chegámos mesmo à igualdade, a meio da 1ª parte: Maranhão dá um toque no esférico, isolando Páez, qie em velocidade finta o guarda-redes e empata a partida!

Saímos daqui em vantagem na eliminatória, mostrando um futebol que pode levar-nos à conquista da Copa Sudamericana.

 

1ª Eliminatória - 2ª Mão: Universidad Católica vs Atlético Paranaense

 

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O jogo decisivo... As bancadas cheias de adeptos... Um momento histórico... Uma final... Talvez por esta pressão toda, nunca, durante os 90 minutos, conseguimos ser equipa. O At. Paranaense dominou-nos completamente, jogando um futebol de ataque que nos intimidou e nos fez fechar na nossa área. Aliada a isso estava a ineficácia gritante por parte dos brasileiros, o que nos ajudou a conservar a pequena vantagem que tínhamos. Até que, no último lance da primeira parte, Maranhão decide rematar a 30 metros da baliza, saindo um autêntico balázio dirigido ao ângulo. O único golo da partida, com muita sorte nossa, veio colocar ainda mais pressão na equipa visitante, que se mostrou incapaz de ultrapassar a nossa defensiva serrada.

SOMOS CAMPEÕES!!! MAIS UMA!!! COPA SUDAMERICANA!!!! CAMPEÕES!!!

 

 

Próxima Actualização:

 

Na próxima actualização irei fazer uma pequena análise às estatísticas da equipa, às finanças do clube e à própria confiança que a direcção e adeptos depositam em mim.

 

 

Obrigado a todos os que seguem esta minha aventura! :compinchas:

Editado por Unclouded

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Bem, disseste que iria cilindrar o meu time do coração. E conseguiu.

 

Fez uma ótima temporada. Boa sorte para a próxima.

Editado por Portishead

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Bem, disseste que iria cilindrar o meu time do coração. E conseguiu.

 

Fez uma ótima temporada. Boa sorte para a próxima.

 

Eu avisei que a Sudamericana era minha :mrgreen:

Foi mesmo uma grande época.

 

Abraço e obrigado pela força! :fixe:

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Balanço da época de 2013

 

Plantel:

 

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A minha equipa foi realmente avassaladora esta época: destaco Soto e Issah no ataque, que juntos marcaram 65 golos no espaço de um ano. Depois, a veia goleadora de González mostrava bem a nossa eficácia em lances de bola parada,que serviram para impulsionar a Católica. Depois há o nosso "maestro", Páez, com 17 assistências, sendo ultrapassado neste número apenas por Maranhão, que assinala 22. Por último, queria também mencionar o grande ano que Vidal teve, a ser adaptado à faixa esquerda e a mostrar, de imediato, um potencial enorme para esta posição.

 

Confiança:

 

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Não há muito a dizer aqui: os adeptos e a direcção consideram-me intocável, após uma época em que amealhei 4 títulos em 5 possíveis, faltando apenas a prova de elite sul americana, a Libertadores...

 

Finanças:

 

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Aliado ao sucesso desportivo, nada melhor que equilibrar as contas de um clube. Neste caso, crescemos imenso no aspecto financeiro, ficando bastante seguros para a próxima temporada.

 

Outras competições:

[*] Copa Libertadores: o São Paulo venceu o Cruzeiro nas grandes penalidades, levantando assim a Libertadores deste ano.

 

 

Obrigado a todos os que seguem esta minha aventura! :compinchas:

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Chile, Dezembro de 2013

 

Fazia 5 meses que Alex tinha acordado do coma. Felizmente, não tinha sofrido danos mentais nenhuns, o que facilitou e muito a sua recuperação. Siegfried e Rosemare mantiveram-se sempre a seu lado durante a fisioterapia e, mais tarde, ajudaram-no a regressar à sua melhor forma. Sieg parava para pensar, diversas vezes, em como gostaria de poder parar o tempo e manter-se assim, nesta calma aparente.

 

Porém, principalmente desde que vencera a Copa Sudamericana, sentia um aperto no peito, como se algo de mau estivesse para acontecer. Sabia que, devido às inúmeras entrevistas que tinha concedido nos últimos dias, estava à mercê de Ljungberg. Sabia que mais cedo ou mais tarde não necessitaria de ir ao encontro dele, pois seria o seu inimigo a deslocar-se até ele.

 

Este pensamento fazia-o treinar ainda mais intensamente, nas esperança de vingar o seu mestre, a sua família, a sua cidade natal e, acima de tudo, vingar todo o sofrimento de Rose e Alex. Sabia que os dois irmãos tinham visto a sua mãe morrer à sua frente, sabia que a sua amada tinha sentido o terror de conviver com alguém como Snow durante a sua infância. Tremeu ao pensar nisto, concentrando-se em golpear aquele rochedo que tentava, em vão, cortar desde que chegara a Santiago.

 

Riu-se, pousando Gram junto à enorme rocha. Era impossível, pensou. Aquele bloco não iria mover-se nem um centímetro, e ele não iria conseguir nunca cortar algo tão duro e denso. Tentou uma última vez, juntando toda a sua força e persistência naquele golpe. Imaginou que à sua frente se encontravam os dois Ljungberg, sentindo a raiva a fluir ao longo do seu braço, concentrando-se na lâmina prateada da sua companheira. Quando tocou o pedregulho, sentiu de imediato que este se desintegrava à medida que Gram cortava os minerais, um a um. Viu a rocha dividir-se em duas, sentindo um aplauso atrás de si. Alexandros tinha chegado mesmo a tempo de ver a conclusão do treino intensivo que estava, de momento, a fazer.

 

"A Rose?"

 

"Ainda não a vi. Pensei que estivesse contigo!"

 

O melhor amigo de Sieg ficou pálido, ao lembrar-se que a sua irmã já tinha saído de casa há algumas horas, dizendo que vinha treinar juntamente com o jovem treinador da Católica. O som de metal a cair ecoou por aquela zona dos Andes à medida que Gram batia, incessantemente, nas pedras. Siegfried sentiu o aperto no peito ainda mais forte: algo se estava a passar!

Editado por Unclouded

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Capítulo 26: Into The Fire

 

http://www.youtube.com/watch?v=7bvIXM-ZIho

 

 

Rose tentava, a todo o custo, aguentar as investidas dos inúmeros guerreiros que a cercavam. Tinha sido obrigado a deslocar-se para um ponto infímo de Santiago, debatendo-se contra um grupo de soldados que a atacaram. Por mais que golpeasse, aparecia sempre outro adversário para a levar à exaustão. Ofegante, começou a pensar no que iriam Siegfried e Alexandros pensar quando reparassem que ela estava desaparecida.

 

Snow e Marco, lado a lado, assistiam à luta, com o filho a mostrar um sorriso ao ver a sua meia-irmã com tanta dificuldade em aguentar tantos oponentes ao mesmo tempo. Cansando-se de estar à espera, ordenou ao soldados para se afastarem. Era ele quem iria acabar com a mísera vida daquela bastarda que ameaçava a sua família. No entanto, quando se preparava para atacar, o seu pai meteu-se à sua frente, segurando a katana prateada, Masamune.

 

"A condição era ver se ela aguentava com tanta adversidade numa luta. Não vais estragar tudo metendo-te ao barulho, ainda por cima com ela já cansada..."

 

Com uma ordem, os soldados voltaram a encarar Rosemare, que tentava desesperadamente pensar em algo. Foi então que lhe ocorreu algo que a sua mestre lhe tinha ensinado há alguns anos atrás: sabia que podia ser perigoso, e que podia ferir-se a ela própria. Não tinha outra opção a não ser usar aquilo, caso contrário iria sucumbir mais cedo ou mais tarde. Começou a rodar a lança juntamente com o seu corpo, rodopiando e aumentando de velocidade. Os lutadores dos Ljungberg pareciam intimidados com a aura emitida por ela, visto que parecia uma verdadeira dançarina com vontade de matar.

 

"Poseidon's Breath"

 

Há medida que a lança passava pelos corpos dos soldados, estes eram cortados como se de folhas de papel se tratassem. Um após o outro, Rose ia eliminando os seus adversários, deixando Snow à beira de um ataque de nervos. Quando o último guerreiro caiu, a irmã de Alex parou o seu ataque, caindo imediatamente no chão. Já sabia que se usasse aquele ataque iria ficar demasiado fatigada e zonza para sequer pensar em levantar-se.

 

Por seu lado, o filho de Marco mostrou mais uma vez sinais de impaciência, e antes que Ljungberg o conseguisse parar, atirou-se para cima da sua meia-irmã. Era agora a hora da sua morte!

Editado por Unclouded

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Capítulo 27: Overtaken

 

http://www.youtube.com/watch?v=aS4XsHUxCMg

 

 

Quando Snow estava prestes a fazer contacto com Rose, Siegfried apareceu do nada, socando o filho de Ljungberg. Nos seus olhos azuis circulava uma imensa raiva que quase o cegava: as duas pessoas que mais odiava neste mundo encontravam-se à sua frente, ao alcance da sua espada. Era uma oportunidade única de se vingar, de uma vez por todas, de tudo o que aqueles dois lhe tinham feito.

 

Ao seu lado, Alex mantinha a sua rapier levantada, encarando o seu pai nos olhos. Este não ostentava nenhuma emoção, mantendo-se estático a olhar para os 3 jovens que ali estavam. Reconheceu de imediato Alexandros, embora não o visse há anos. Porém, o outro rapaz, embora familiar, não lhe suscitava nenhuma reacção: quem era ele e qual a razão de estar ali? Viu a sua Zweihander prateada, com as inscrições "Gram" gravadas na lâmina, passando depois o olhar pela face direita daquele homem loiro.

 

Aquela cicatriz, aquela espada, tudo fez sentido nesse instante: era ele quem tinha conseguido escapar, por 2 vezes, ao seu ataque! Era ele o discípulo de Kilik Zwei que o fizera passar um mau bocado juntamente com o seu mestre. Sorrindo, brandiu Masamune e perguntou:

 

"Tu... és o rapaz de Schwarzaga, certo?"

 

Agarrando a sua espada com força, Sieg anuiu, ao mesmo tempo que começava a tremer um pouco. Não ia ser fácil derrotar Ljungberg, ainda para mais com este a estar na companhia do seu filho. Foi então que Snow saltou na sua direcção, pronto a atacá-lo. Alex e Rose intrometeram-se, amparando os sucessivos golpes. Cuspindo de ódio, o homem de cabelo branco preparou-se então para enfrentar os seus dois irmãos. Ia ser ele a limpar o nome Ljungberg da escumalha que partilhava o seu sangue.

 

Por seu turno, Siegfried dirigiu-se para Marco, que pegou na baínha de Masamune com as duas mãos e, de um salto, avançou na direcção do jovem alemão. O som a metal ecoou pelo ar, à medida que os dois caminhos da espada se cruzavam mais uma vez. Quem seria mais forte? A poderosa Zweihander ou a ágil Katana?

Editado por Unclouded

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Já estava estranhando porque não continuava a parte narrativa da história. Está muito bom, continue assim.

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posta mais :D

 

tou a gostar, continua :compinchas:

 

Obrigado!

 

Já estava estranhando porque não continuava a parte narrativa da história. Está muito bom, continue assim.

 

Isso é porque quero dividir FM e ficção: acho que fica melhor, e optei por, pelo menos por agora, fazer de época a época.

 

Obrigado pelo apoio! Abraço

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Quando Siegfried e Ljungberg se encontraram, o som de metal ecoou pelo sítio isolado em que se encontravam. Imediatamente Snow, Alex e Rose pararam de se enfrentar, observando apenas a luta entre aqueles dois indivíduos. Marco, sorrindo, viu logo que o rapaz da Zweihander tinha melhorado imenso ao longe deste últimos anos: finalmente aquela espada enorme era um complemento do braço dele. Assim, pensou, teria de lutar na sua máxima força desde o início, visto que se fosse ferido poderia não ter hipótese de conseguir virar o jogo.

 

Girou Masamune, com esta a passar a centímetros do tronco de Sieg, que aproveitou este erro para usar o "Thor's Hammer". Se antes havia uma fracção de segundos em que tinha de levantar a pesada Gram, agora, e graças aos inúmeros treinos a que se sujeitara, bastava-lhe mexer a baínha na direcção em que queria fazer o ataque. O Dark Colossus reagiu imediatamente, pulando para trás. No entanto, só teve tempo de ver um punho vir na direcção da sua cara, batendo-lhe em cheio no nariz.

 

Entorpecido pela dor, viu que a Zweihander prateada estava na mão esquerda do seu adversário, e que tinha sido socado pela mão direita dele. Lembrando-se da luta que teve contra Kilik, depressa se apercebeu de uma coisa: Siegfried estava, neste momento, alguns níveis acima do poder que o seu mestre tinha aquando da fatídica luta em que perdeu a vida. Não percebia como é que era possível: aquele modo de pegar na espada, a reacção que tinha quando estava prestes a ser golpeado, a ira presente nos olhos azuis... Parecia a reencarnação de Kilik, tomando o corpo do seu discípulo, e moldando-lhe a forma da lutar. Não dava, era absurdo que, em tão pequeno espaço de tempo, ele tivesse conseguido aperfeiçoar tanto o uso de Gram...

 

Por seu lado, Sieg estava consciente de que tinha a batalha na mão, desde que não ficasse demasiado confiante. Repirou fundo, tentando impedir que fosse a raiva a comandar os seus movimentos. Ljungberg levanta-se nesse momento, encarando-o com um olhar que demonstrava a loucura do Death Knight. Viu a enorme Katana ser levantada e, num único instante, viu também que o D.K. se encontrava ao seu lado. Abrindo os olhos de surpresa, não foi a tempo de evitar que Masamune entrasse no seu tronco.

 

Tossiu um pouco da sangue, ao mesmo tempo que girou Gram e afastou Marco de si. Perdeu a força nas pernas e caiu com os joelhos na rocha dura em que se encontravam. Sentiu a lâmina fria junto ao seu pescoço, prestes a ser decapitado. Levantou a cabeça e viu o sorriso do assassino por entre a máscara de sangue que jorrava do seu nariz partido. E foi então que lhe ocorreu: porque não usar finalmente "aquela" técnica?

 

Só a tinha visto uma vez, de fugida, quando Kilik se sacrificara para o salvar. E, nessa altura, tinha sido feita com uma pequena faca, provocando estragos sérios no corpo do Death Knight. Se conseguisse usar este ataque com Gram, certamente venceria a batalha... Sorriu, à medida que os olhos de Ljungberg se arregalaram quando este se apercebeu do que ia acontecer.

 

"Gungnir!"

Editado por Unclouded

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Capítulo 29: Gungnir, a Lança de Odin

 

http://www.youtube.com/watch?v=uHB63PJGV0A&feature=related

 

 

"Gungnir!"

 

Mal gritou o nome do ataque, foi-se relembrando de uma conversa que tivera com Kilik, quando ainda estava aos cuidados deste. Segundo o seu mestre, que seguia a religião nórdica, as Zweihander tinham sido criadas por Thor, deus do Trovão. Daí que não se estranhasse que, desde os tempos mais remotos, os sucessivos mestres deste caminho da espada tivessem aperfeiçoado inúmeros ataques semelhantes aos ataques desses seres mitológicos.

 

Eram bons exemplos o "Thor's Hammer" e o "Vidar's Strenght", que se revelaram técnicas bastante básicas nas gerações seguintes. Porém, lembrava-se Siegfried, havia uma técnica que, apesar de conseguir ser feita com facas e objectos mais pequenos, se revelava impossível com uma espada tão grande como Gram. Consistia em tornar braço e espada num só, numa lança que não falhasse nunca o seu alvo: foi aqui que surgiu o nome "Gungnir", que segundo a mitologia era a Lança de Odin.

 

Investiu uma vez com a sua espada prateada, investindo logo de seguida de novo, e mais uma vez a seguir. Inúmeros ataques sairam da mão de Sieg, perfurando o corpo de Ljungberg na sua totalidade. Este número incontável de ataques, aliada ao poder de dano de Gram e à força bruta do jovem alemão, fizeram o Death Knight cair, completamente ensanguentado, com as roupas rasgadas. Masamune caiu-lhe das mãos, à medida que a rocha se encharcava no sangue do assassino.

 

Por seu lado, Siegfried caiu de joelhos, completamente exausto: afinal a "Gungnir" não poderia ser usada durante uma batalha, visto que deixava o seu usuário completamente estafado, sem forças para se mexer. Viu Marco, ainda consciente, completamente derrotado. Porém, o que viu a seguir fê-lo arregalar os olhos de terror, não conseguindo porém mover-se um único centímetro.

 

Snow estava junto ao pai, preparando-se para desferir um soco na cabeça deste. O pai soltou um pequeno esgar. Sabia que o filho não perderia esta oportunidade para o matar, de modo a assumir as rédeas da família. Viu o punho aproximar-se de si, sendo que a última coisa que ouviu em vida foi:

 

"Mubyoshi!"

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Capítulo 30: Hermes' Slide

 

http://www.youtube.com/watch?v=mjjkHg5FOhk

 

 

O punho de Snow desfez completamente a cabeça do seu pai, Marco. Em horror, Siegfried viu que, graças a ter usado a Gungnir, se encontrava completamente sem forças. Estava à mercê daquele novo assassino, capaz até de matar o seu próprio pai quando este não se podia defender. O jovem Death Knight encarou o alemão, sorrindo. Tinha de lhe agradecer esta oportunidade perfeita: agora sim, podia orgulhar-se de ser o regente dos Ljungberg e dos Dojo Killers.

 

Avançou na direcção da Sieg, pronto a matá-lo também ali. No entanto, Alexandros colocou-se entre os dois, com a sua rapier apontada ao seu meio-irmão. Era uma luta que teria de ocorrer de qualquer maneira: Alex tinha de se vingar pelos abusos enquanto criança e pelo coma que sofrer há um ano. Tinha de, finalmente, mostrar a Snow que era um homem capaz de se libertar do seu mundo de ódio.

 

O jovem de cabelos brancos acercou-se dele gritando "Soutenshuu", tentando colocar as palmas das mãos no peito do melhor amigo de Siegfried para depois o arremessar para longe. No entanto, no último instante, Alex desviou-se para o lado, atacando com a sua rapier. Um corte profundo percorreu o braço de Snow, que soltou um grito ao sentir a lâmina rasgar-lhe a camada de músculo.

 

Com a mão direita inutilizável, sabia que estava em maus lençóis. Pior ficou quando viu que Alexandros estava com uma velocidade estonteante: batendo com os pés no chão, mais rápido e mais forte, conseguia atingir um nível de aceleração enorme, deixando os adversários completamente à nora.

 

"Que se passa, assassino? Rápido demais? Não me consegues ver, é isso? Passei os últimos 6 meses a aperfeiçoar esta técnica... Sei muito bem que em confronto directo não tenho qualquer hipótese contra ti,mas também sei perfeitamente que sou mais veloz e ágil do que tu. Por isso, dediquei-me de corpo e alma a aprender a Hermes' Slide."

 

Desta vez, atacou o peito do seu irmão, deixando mais um grande corte. O filho de Marco viu que iria morrer, caso não utilizasse a sua melhor técnica. Reuniu toda a força que tinha na perna esquerda e, quando viu que Alex estava junto a si, levantou a perna direita, atingindo o queixo do espadachim, à medida que sussurrou "Korui Nuki". O irmão de Rose saiu disparado pelo ar, aterrando ao pé de Sieg, entretanto amparado pela sua amada. Os 4 guerreiros, estafados, sabiam que a luta terminara.

 

Snow, completamente derrotado, saía da batalha combalido devido aos golpes de Alex. Porém, desta vez, mesmo perdendo a luta, ganhou a guerra. Um sorriso cruel passou-lhe pelos lábios ao aperceber-se de que tinha, finalmente, morto o seu pai. Finalmente era o chefe dos Death Knight!

Editado por Unclouded

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Capítulo 31: A Marca De Uma Amizade

 

http://www.youtube.com/watch?v=ctl6sm-gtPM&feature=related

 

 

No dia seguinte à batalha, apenas restava sangue naquelas rochas. Snow encarregara os membros da sua organização de limpar os restos mortais dos soldados e do seu pai. Tinha sido tudo quase perfeito para ele: matou Ljungberg, assumiu o controlo dos Death Knights e, acima de tudo, poderia pôr a culpa toda em Siegfried, Alexandros e Rosemare. Não havia testemunhas do que se havia passado naquele sítio ermo, bem nos arredores de Santiago. Apenas a rocha mantinha o sangue derramado no dia anterior, mantendo-se calada para toda a eternidade.

 

Sieg, em casa, ainda bastante combalido depois de utilizar a Gungnir com Gram, parecia perdido no seu próprio mundo. Tinha, desde pequeno, a intenção de vencer Ljugnberg e de ser ele a matá-lo. No entanto, o que viu ontem deixou-o ainda com mais raiva do lutador de artes marciais: como é que era possível alguém matar o seu progenitor daquela maneira tão cobarde, apenas por poder?

 

Alex, apercebendo-se do estado do amigo, sentia o mesmo que ele: a vingança da morte da sua mãe e da infância terrível que ele e a sua irmã passaram não tinha sido totalmente consumada, visto que tinha sido o seu detestável meio-irmão a apagar a existência da pessoa que mais odiava neste mundo. Por outro lado, sentia-se feliz por o D.K. ter desaparecido, como que se um peso lhe tivesse sido retirado de cima dos ombros.

 

Rose, por sua vez, apresentava-se animada, se bem que, no seu interior, estava revoltada por não terem conseguido acabar com a vida de Snow. De facto, se não fosse a exaustão após a dura batalha, o filho legítimo do seu pai teria sido morto também ontem à tarde, apagando-se de vez com o grupo auto-intitulado Dojo Killers.

 

Era este o ambiente na casa onde moravam desde que se haviam mudado para Santiago, perto do estádio da Universidad Católica, sendo neste mesmo ambiente que Alex se levantou, de rompante, encarando a sua irmã e o seu melhor amigo:

 

"Sieg, Rose, eu quero ir para a Europa!"

 

O jovem alemão quase caía da cadeira, tal foi o ataque de riso a que foi sujeito. De lágrimas nos olhos, explicou que também ele era dessa opinião e que já tinha pensado no mesmo. No entanto, sabia que não poderia voltar à Alemanha, por enquanto, pois Snow ainda se encontrava vivo e ainda constituía uma ameaça real à vida dos três. Mas, para seu espanto, Alex disse apenas isto:

 

"Não vamos para a Alemanha. Vamos ter com o meu mestre!"

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Capítulo 32: Europa

 

http://www.youtube.com/watch?v=MuoGRiKscFQ

 

 

À medida que deixava o Chile para trás, Siegfried não foi capaz de suster alguma tristeza: os últimos anos da sua vida tinham sido passados neste país, sendo que deixava inúmeros amigos e admiradores para trás. Custou-lhe muito quando teve de ir falar com o presidente da Universidad Católica a explicar-lhe a situação. Não lhe estranhou que ele ficasse meio incomodado por perdê-lo como treinador principal, mas não havia escolha.

 

No entanto, ficou também espantado quando lhe disseram que, no país do mestre de Alex, Boris Ivankov, havia 4 clubes interessados nele para orientar as suas equipas. Juntando o útil ao agradável, Sieg voltou para casa com as 4 propostas de trabalho, disposto a analisá-las a todas. E, para coincidência das coincidências, uma das equipas era da cidade de Boris.

 

Automaticamente rejeitou os outros cargos, telefonando para o presidente, avisando-o de que tinha escolhido aquela equipa para seguir a sua carreira no futebol. Claro está que houve uma cerimónia de despedida, com milhares de adeptos a acorrerem ao estádio para dizerem um último adeus ao "Mr. Schtauffen", como lhe chamavam em Santiago. E, de facto, este carinho que sentiu por parte dos apoiantes da Católica, bem como de alguns membros da direcção do Lota, fê-lo sentir ainda mais abatido.

 

O avião já estava no ar, e ele sabia que assim tinha de ser: veio para o Chile apenas para treinar, na esperança de um dia matar Ljungberg. No entanto, saía agora dos Andes convicto de que tinha encontrado um novo rival, talvez ainda mais perigoso que o anterior... Snow era, em todos os aspectos, mais terrível e mais frio que o pai...

 

 

Passadas bastantes horas, o aparelho aterrou na pista gelada. A cidade encontrava-se completamente branca, com uma camada de neve que cobria tudo que estava ao descoberto. Era aqui que a sua aventura ia recomeçar. Era hora de conquistar a Europa!

Editado por Unclouded

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Apresentação do clube e do plantel

 

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O tal clube que me apresentou uma proposta de trabalho foi o Zenit St. Petersburg, mais conhecido como Zenit. Aceitei a oferta de contrato, como é óbvio, passando assim do Chile para a Rússia. É a oportunidade perfeita para começar a vingar na Europa!

 

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Venho, obviamente, para ser campeão. Acho que o Zenit está a atravessar um mau momento na sua história (nas últimas 4 épocas ficou 4 vezes em 3º lugar), comigo a querer levá-los de novo até ao topo, onde merecem estar.

 

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Um grande ordenado, bem como uma direcção bastante simpática, constituem algumas das bases para a minha concordância em transferir-me da Universidad Católica para a Rússia. Temos, em conjunto, potencial para nos afirmarmos como a melhor equipa desta enorme país!

 

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Não há muito a dizer: muito do sucesso deste clube passou-se nos últimos 14 anos, por isso tenho mesmo de ganhar qualuqer coisa já esta época: só que, graças à "incompetência" do anterior treinador, o Zenit está arredado das principais provas europeias, tendo de se contentar, este ano, pela Taça da Rússia e com a Liga Premier Russa.

 

Plantel e relatórios do adjunto:

 

guardaredes.jpg

 

Sinceramente, não estou muito contente com a nossa baliza: Yuri Zhevnov é claramente o nosso melhor guarda-redes, seguido de Vyacheslav Malafeev. Acho que, depois de reforçar o resto da equipa, terei de melhorar a qualidade dos nossos guardiões, pois não quero perder o campeonato por não ter alguém "capaz" à frente das redes...

 

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É, claramente, o nosso melhor sector, com jogadores como Fabiano Santacroce, Nemanja Pecjinovic, Tomas Hubocan e Nicolas Lombaerts a mostrarem-se capazes, a qualquer altura, de serem titularíssimos no eixo da nossa defesa. Depois, na esquerda, temos Aleksandr Lukovic. que irá ser titular, com Renat Yanbaev a ser o seu reserva. Fabián Monzón, embora muito talentoso, não dispõe do que eu quero para um defesa, sendo, por isso, um candidato à saída... Na outra lateral a titularidade é de Víctor Medina, que não apresenta, para já, alguém capaz de lhe ameaçar o lugar. Graças a isso vou ser obrigado a contratar um Defesa Direito neste mercado de transferências, alguém veloz mas responsável a defender e, se possível, capaz de atacar.

 

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É aqui que vai ocorrer a maior remodelação em termos de plantel: Evgeny Bashrikov, Roman Kontsedalov e Roman Yemeljanov vão sair da minha equipa, visto que não apresentam a qualidade necessária para figurarem entre os eleitos. Depois, haverá alguns titulares indiscutíveis, tais como McDonald Mariga, Claudio Yacob e Davide Lanzafame. Por fim, há também aqueles jogadores bons, mas que, se possível, irão ser substituídos por melhores, dependendo do mercado de transferências: Sylvain Marveaux, Roman Shirokov, Igor Denisov, Dmitry Sychev, Danko Lazovic e Alexandr Samedov vão permancer no plantel única e exclusivamente se não encontrar alguém melhor que eles.

Resumindo, preciso de um Médio Centro de qualidade e, se possível, um extremo esquerdo desiquilibrador...

 

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A estrela do nosso ataque, Alexandr Kerzhakov, irá ser o nosso trunfo para a época toda. No entanto, a qualquer momento Ermin Zec poderá roubar-lhe o lugar, visto que também tem muita qualidade e, acima de tudo, uma velocidade estonteante. Por último, Maxim Kanunnikov irá ser uma boa reserva, visto que também ele é bastante bom.

 

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Segundo o adjunto, a minha breve análise ao plantel estava correcta, com ele a ter a mesma opinião do que eu: realmente o nosso meio campo é o nosso calcanhar de Aquiles. É aqui que espero fazer mais modificações ao longo deste mercado!

 

 

Próxima Actualização:

 

Pré-época e Mercado de Transferências.

 

 

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Bom é o meu primeiro comentário neste teu save, apanhei-te já no Universidade Católica, mas ainda vi o que fizeste no Lota.

 

A Rússia é um país que me costuma seduzir muito para treinar mas cuidado com uma coisa : Contei 8 jogadores não-russos a titular? É que só podes ter 6...

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Boa sorte em São Petersburgo. E leva o casaco, pois lá é tão frio quanto o Polo Norte. :biggrin:

 

Sim, aqui faz um frio danado :mrgreen:

 

Bom é o meu primeiro comentário neste teu save, apanhei-te já no Universidade Católica, mas ainda vi o que fizeste no Lota.

 

A Rússia é um país que me costuma seduzir muito para treinar mas cuidado com uma coisa : Contei 8 jogadores não-russos a titular? É que só podes ter 6...

 

Engraçado que andei à procura disso nas regras de competição e não vi nada, nem na inscrição do plantel, nem nada. O que é certo é que contratei 4 jogadores extra-comunitários e não sei como vou resolver isso. Logo se há-de ver...

 

Obrigado pelo apoio! Abraço

 

P.S: FabioK, realmente tens razão. Fui obrigado a regressar ao backup do meu save, visto que vendi grande parte dos meus jogadores russos e era impossível fazer jogos da liga russa assim. Obrigado pelo aviso :fixe:

Editado por Unclouded

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Pré-época de 2014: Amigáveis, transferências e táctica

 

Amigáveis de pré-época:

 

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Como se pode ver, foram 6 jogos extremamente acessíveis, com o Zurique a ser, talvez, aquele que mais cuidado mereceria da nossa parte. Em termos gerais, fiquei muito satisfeito, principalmente com Mariga e Kerzhakov. Este último entrou com 5 golos na vitória por 10-0 que por aí tivemos, ganhando assim o lugar no onze inicial da nova época.

 

Mercado de Transferências:

 

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Foi uma verdadeira limpeza no balneário do Zenit, com aqueles jogadores sem nível para representar este clube a saírem. Depois, apenas 3 contratações de jogadores russos para cumprimento das regras relativas ao número de estrangeiros no 11 inicial: Roman Shishkin vem para ser titular, deixando Medina crescer enquanto jogador sem a pressão de ser titular imediato; Christian Noboa vem para colmatar o centro do terreno, que era o mais debilitado - tem dupla nacionalidade, facto que o encaixa como uma luva no papel de construtor de jogo; por último, Evgeny Balyakin vem de França para ocupar o lugar de extremo esquerdo.

Considero bastante positiva esta incursão no mercado, visto que preenchi alguns "buracos" que a equipa tinha e, ao mesmo tempo, consegui buscar jogadores caseiros...

 

Táctica:

 

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Um 4-5-1 misto, com um ataque em "tridente": podemos aproveitar a velocidade de Kerzhakov e as incursões de Mariga e Noboa pelo centro, assim como podemos lançar Balyakin e Lanzafame pelas alas, procurando ganhar o cruzamento e respectiva finalização. Depois, procuro um ritmo de jogo bastante elevado, com muito controlo de bola: aliás, o segredo desta táctica passa por levar o esférico até à área, não desperdiçando potenciais jogadas de perigo com remates estapafúrdicos de longa distância. Os defesas irão servir de apoio ao meio campo e defesa, avançando apenas quando tiverem espaço para o fazer. Por fim, referir o enorme papel de Yacob, que vai ser o 1º homem na construção de jogo da minha equipa: é ele quem vai recuperar a bola e lançar o ataque, sendo por isso essencial para esta táctica!

 

 

Próximo Mês:

 

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Em primeiro lugar, destacar a Supertaça Russa contra o campeão em título, CSKA Moscovo. Espero, pelo menos, dar alguma luta, visto que só agora peguei na equipa e ainda não "conheço" o verdadeiro potencial dela. Depois, para a Liga, considero os encontros contra o Rubin Kazan e Lokomotiv Moscovo como algo difíceis, mas que após algum esforço consigamos roubar os 3 pontos.

 

 

Obrigado a todos os que seguem esta minha aventura! :compinchas:

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Foi uma boa pré-temporada.

 

Sim, realmente foi bastante positiva.

 

Abraço :fixe:

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Março de 2014

 

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Mas que entrada com o pé direito! Primeiro goléamos o CSKA na Supertaça Russa, conquistando assim o meu primeiro troféu em solo europeu. Depois entrámos de rompante na Liga, assumindo desde logo a dianteira na classificação. Ainda assim, fizemos um jogo razoavelmente mau contra o Rubin, falhando, acima de tudo, a nível defensivo...

 

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Supertaça Russa: CSKA Moscovo vs Zenit

 

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Esperava-se que o CSKA nos vencesse sem grandes dificuldades mas, no entanto, verificou-se um duelo equilibrado e quiçá mais pendente para o lado dos Navys. A meio da 1ª parte, Lanzafame aproveita um espaço na direita do terreno para cruzar largo, com Balyaikin a encostar ao 2º poste. Motivados após este golo, fomos atrás do segundo, que viria a ser marcado por Kerzhakov no final do 1º tempo: o russo mete a bola em Noboa, que tabela com ele, isolando-o para que este finalizasse na perfeição. Porém, na resposta, Cristaldo corre pela direita cruzando para Doumbia, que se antecipa a Santacroce e encosta para o 2-1. A 2ª metade trouxe mais do mesmo, com o Zenit a atacar melhor e a conseguir limitar o CSKA aos remates de longa distância. O que é certo é que logo a abrir Noboa isola Kerzhakov, que finta Akinfeev e bisa na partida. Pouco depois, é a vez do nosso avançado cruzar tenso, com Makeev a desviar para auto-golo. Minutos a seguir, novamente Kerzhakov a surgir pela esquerda, cruzando para Bilyaikin e com o nosso extremo a aproveitar a oportunidade para estourar para o 5-1. Mesmo no fim do encontro, Eremenko cruza para Doumbia, que cabeceia e fecha o resultado no 5-2 final.

SOMOS CAMPEÕES! Ainda agora cheguei e já ganhei uma competição, ainda por cima contra o nosso maior rival e actual campeão russo!

 

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1ª Jornada: Ural vs Zenit

 

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Ainda esta partida estava a iniciar-se, já Kerzhakov avançava disparada para a área do Ural, rematando rasteiro para o primeiro do Zenit. Logo de seguida, Lanzafame ganha a bola na direita, cruzando para Balyaikin, que encosta e nos coloca à vontade no marcador. Porém, imediatamente depois, Bendz' derruba Lanzafame na área, com Lukovic a converter o penalti de forma exemplar. Mas a nossa entrada estava mesmo a ser triunfal, confirmando-se o presságio de goleada quando o nosso extremo italiano isola Kerzhakov, que pica a bola por cima do guarda-redes e bisa. Confortáveis no placar, ainda deixámos a equipa da casa reduzir na 1ª parte, com Tlisov a cobrar um livre para a cabeça de Pratto, que mete o esférico no fundo da nossa baliza. Depois do intervalo ampliámos ainda mais a nossa contagem, com Lanzafame a executar um canto para o 1º poste, com Pecjinovic a desviar e a bola a tabelar em Kucera. Minutos depois, mais um canto, desta feita com Lukovic a cruzar para Lombaerts, que finaliza da melhor forma e fecha o resultado no 6-1. Logo a seguir, Santacroce agride um adversário e é expulso, colocando-nos em dificuldades.

No entanto, os 3 pontos eram nossos, com toda a justiça do mundo. Uma grande goleada a confirmar o nosso bom momento!

 

2ª Jornada: Zenit vs Rubin

 

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Sinceramente, fiquei desiludido com este empate. Dominámos o jogo todo, mas fomos perdulários na defesa, deixando o Rubin marcar nas duas ocasiões que tiveram ao longo da partida, uma a seguir à outra: das duas vezes, Kasaev isola Quintero, que remata cruzado, bisando em 2 minutos. Completamente à nora, começámos a perder o fio à meada e a desperdiçar as bolas que ganhávamos no ataque. Porém, com muita raça e determinação, lá conseguimos reduzir na 2ª parte, com Kerzhakov a tocar de calcanhar para Mariga, que entra na área e fuzila as redes. Momentos depois, o mesmo Kerzhakov corre pela direita, metendo a bola em Lanzafame, que simula um remate e passa para Balyaikin, com este a rematar de primeira e a empatar um encontro que esteve perdido!

Conseguimos recuperar de dois golos de desvantagem, mas ainda assim aquele adormecimento gritante no início não se admite: temos mesmo de evitar estes "falhanços"...

 

3ª Jornada: Lokomotiv Moscovo vs Zenit

 

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Mais uma boa exibição, desta feita contra um dos rivais moscovitas. Aliás, a tensão que se vivia no estádio era tanta que tive algum receio que os jogadores sucumbissem perante tal "inferno". No entanto, lá se endireitaram e aguentaram estoicamente os apupos dos adeptos do Lokomotiv, demosntrando em campo que estavam nas tintas para aquelas balelas. Na recta final da 1ª parte, Denisov coloca a bola em Kerzhakov, com o nosso avançado a rematar de primeira, em arco, para o ângulo da baliza. Logo depois, é a vez do nosso avançado isolar Lanzafame que, vendo o guarda-redes a sair ao seu encontro, pica a bola e faz um chapéu monumental que arrancou alguns aplausos até dos apoiantes da casa. No entanto, no reatar após o intervalo, Rotan cobra um livre na direita, com Kukharchuk a cabecear e a reduzir para 2-1, no único remate na direcção da baliza que os moscovitas tiveram no encontro todo! Destaque também para os 7 amarelos que a minha equipa viu neste encontro, com o árbitro a merecer nota negativa por esta exibição medíocre.

Novamente fomos melhores, se bem que há uma coisa que me continua a preocupar: 12 remates, 4 à baliza, 2 golos... Temos de melhorar estes números...

 

Classificação:

 

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Melhor ataque da prova, mas com uma defesa que mais parece manteiga... A coesão defensiva é, provavelmente, o ponto fraco desta equipa: temos de melhorar rapidamente ou então só vamos complicar as coisas para nós mesmos...

 

Estatísticas do Zenit:

 

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Claramente estamos a ser levados ao colo por Kerzhakov, com 5 golos em 4 partidas. Também Lanzafame merece um destaque pela grande início de época que está a fazer, não descurando no entanto as também excelentes exibições de Balyaikin, que está a mostrar que gastar tanto dinheiro num jogador não foi asneira nenhuma!

 

 

Próximo Mês:

 

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O confronto com o Sovetov para a Taça da Rússia vai merecer especial destaque, visto que é mais uma competição que eu quero vencer já esta época, revalidando assim o título. Depois, para o campeonato, destaco o jogo "grande" contra o Spartak de Moscovo, que é capaz de aproveitar a nossa defesa fraca para colocar algumas dificuldades sérias à nossa ambição de conquistar os 3 pontos...

 

 

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Abril de 2014

 

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Um mês quase perfeito, em que cilindrámos completamente tudo e todos, excepto naquele último jogo contra o Spartak: apenas rematávamos de longe, enquanto que os moscovitas souberam aproveitar, e bem, as ocasiões que tiveram... Ainda assim, mantemos o 1º posto e estamos na Final da Taça da Rússia!

 

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4ª Jornada: Zenit vs Tom

 

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Mais um jogo positivo da nossa parte, mas ainda assim em que não demonstrámos o futebol de ataque que eu ambiciono incutir nesta equipa. No final da 1ª parte, Balyaikin isola Kerzhakov, com este a rematar a meia altura perante o guarda-redes, fazendo o primeiro do encontro. No reatar da partida, aparece novamente o nosso extremo esquerdo a cruzar para o centro da área, onde está, mais uma vez, Kerzhakov, que encosta e bisa.

Uma vitória razoável, mas em que esperava uma melhor qualidade no nosso estilo de jogo...

 

5ª Jornada: Kuban vs Zenit

 

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Mas que jogão da nossa parte! E, apesar de serem claramente inferiores, os homens do Kuban lutaram e jogaram também ao ataque, proporcionando um bom espectáculo de futebol. Logo a abrir, Mariga isola Kerzhakov, com este a rematar cruzado para o primeiro da partida. De seguida, é Noboa quem isola o nosso avançado, que finta o guarda-redes e bisa desta maneira. Na reposição da bola, Adamov desmarca Kempes, que aproveita a saída em falso de Zevhnov para lhe fazer um chapéu monumental. Com bastantes remates e boas ocasiões de perigo, chega finalmente o golo que iria selar o resultado: Lanzafame cruza para Zec, que atrasa para Denisov, com este a rematar a 40 metros da baliza e a marcar um golo digno de ver, rever, e repetir!

Uma boa vitória, em que destaco a grande exibição de Kerzhakov: começa a mostrar a razão de ser titularíssimo na minha equipa!

 

6ª Jornada: Zenit vs Krasnodar

 

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E eis que o futebol de ataque veio mesmo para ficar: mais um grande jogo valeu-nos novos 3 pontos, que confirmam o nosso excelente momento de forma. A meio da 1ª parte, Lukovic isola Kerzhakov, com este a correr desenfreado meio campo para depois rematar cruzado e fazer golo. Ainda no 1ª tempo, Popov é expulso por duplo amarelo, facilitando ainda mais a nossa tarefa. Continuávamos por cima, jogando muito melhor, até que Balyaikin cruza tenso para Lanzafame, que cabeceia e faz o 2-0. Depois, nova expulsão, desta feita de Francismar, veio praticamente confirmar a nossa vitória, que se dilatou ainda mais quando Lanzafame cruzou para Kerzhakov, que de primeira encosta e bisa.

Um grande ritmo de jogo e um futebol ofensivo foram as bases para esta grande vitória: estamos a afinar a máquina...

 

7ª Jornada: Spartak Moscovo vs Zenit

 

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Acho que nesta partida, mesmo tendo rematado muito, e mal, de longa distância, fomos superiores. Ainda assim, coube ao Spartak ter as únicas oportunidades de golo do encontro, finalizando-as muito bem: primeiro, Romaric isola Welliton, que remata cruzado e de primeira, inaugurando o marcador. Depois é a vez de Giuliano cobrar um canto na direita, com um erro da nossa defesa a permitir a Dzyuba ficar sozinho no meio da área, com o moscovita a cabecear sem oposição para o 2-0 final...

O facto de ter entrado com alguns reservas para este encontro não justifica a fraca exibição com que visitámos a capital: temos de estar atentos, caso contrário mais surpresas destas poderão acontecer...

 

Classificação:

 

classificacaoabril.jpg

 

Chegamos a esta altura e somos obrigados a reflectir: estão a apanhar-nos no nosso 1º posto, no nosso título de "melhor ataque" e continuamos com uma defesa cheia de buracos... Isto está mau para estes lados, mas é mesmo a parte da defesa que me está a deixar apreensivo...

 

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Quartos de Final: Zenit vs Krylja Sovetov

 

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Mas que jogão! Repito: mas que jogão! Entrámos logo de rompante na partida, com Lukovic a cobrar um penalti cometido por Agarov. Logo de seguida, é Noboa quem isola Kerzhakov, com este a rematar ao ângulo e a fazer o seu primeiro. Depois de um futebol de ataque completamente desnorteante, eis que chega, a meio da 2ª metade, o furacão russo, com Kerzhakov a fazer um poker! Primeiro, Denisov passa para ele, que roda e remata forte e cruzado. Depois, é Marveaux que cruza para o ponta de lança, que encosta e faz o hat-trick. E, para finalizar, Noboa volta a isolá-lo, com ele a aproveitar esta oportunidade para fuzilar a baliza do Sovetov e fechar o resultado em 5-0.

Este jogo tem apenas uma palavra para o descrever: Kerzhakov! Segue-se o Spartak Moscovo!

 

Meias Finais: Zenit vs Spartak Moscovo

 

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E pronto, cá estamos nós de volta para a festa da Taça, em que voltámos a dominar com Kerzhakov em destaque. A meio da 1ª parte, Noboa isola o nosso avançado, que remata cruzado para o 1-0. No lance que se segue, novamente Noboa a isolar o russo, que finta o guarda-redes e encosta para o seu bis. Foi já na 2ª metade que se consumou este grande resultado, com Balyaikin a fintar o guardião moscovita e a passar para Kerzhakov, que remata em seco e faz o seu hat-trick!

Brilhante a forma deste nosso ponta de lança, que mostra cada vez mais que a idade aindanão lhe pesa! Agora vamos encontrar o CSKA Moscovo na final!

 

 

Dados dos Jogadores:

 

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Não há muito a dizer: Kerzhakov leva 18 golos em apenas 2 meses de competição, fazendo com que o resto dos nossos avançados nem sequer cheirem o lugar dele...

 

 

Próximo Mês:

 

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Um mês razoavelmente acessível, com o jogo da final da Taça da Rússia com o CSKA a ser o mais difícil, seguido do confronto com o Dinamo. No entanto, espero vencer ambos!

 

 

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