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[FM 2012] Lion Blood - O Começo

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Então mano andas sem tempo?

 

É mais motivação. É tramado pensar numa história boa para um save e, por motivos de erro, ter de "alterar" o sistema do save em si. Mas até dia 2 devo ter esta primeira parte concluída. :compinchas:

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Capítulo 40: Mestre da Gunblade

 

http://www.youtube.com/watch?v=1lsn2tT5yTc

 

- "Sozinho?"

 

A voz de Seifer mostrava algum divertimento ao denotar o óbvio. Squall estava confiante, e pretendia lutar sozinho contra os seus três primos. Lembrando-se da derrota que lhe haviam impingido havia apenas um ano, os filhos de Ralf soltaram uma gargalhada. Por muito que tivesse treinado, era impossível que conseguisse vencer todos. Assim, continuaram a encarar o seu primo sem saber bem se ele estaria a falar a sério.

 

Por seu lado, tanto Yuri como Inazumi se afastaram para o lado, deixando assim a clareira livre para a luta de Squall. Este sorriu perante a perplexidade dos primos: sabia que era arriscado e que podia correr mal, mas era um etapa necessária para saber o quanto tinha evoluído no último ano. Brandiu Fenrir e esperou pelo movimento dos seus adversários, pronto a atacá-los mal se iniciasse a batalha.

 

O vento passava na clareira, abanando as folhas das árvores e a erva com a sua força. Assim se passaram alguns segundos, que na cabeça do herdeiro dos Leonhart contaram como minutos. A pressão que se sentia era tanta que, para evitar ficar nervoso, o jovem teve de se esforçar para se focar apenas em Zero e Marco. O vento zumbia nos seus ouvidos, mas ele não o ouvia. A sua mente estava completamente fixa na batalha que aí vinha, pelo que, quando viu Zero flectir ligeiramente as perna, avançou de imediato.

 

Com passadas rápidas, depressa se colocou junto ao primo que, apanhado de surpresa pela velocidade estonteante de Squall, se desequilibrou na tentativa de se desviar dele. Ao mesmo tempo, Marco carregava no gatilho, tentando acertar no seu oponente, mas a bala embateu com estrondo na lâmina da Gunblade. Sorrindo, Squall virou-se para Marco e correu mais uma vez, aproveitando a sua enorme velocidade para o atacar: desferiu um golpe na diagonal, que cortou o pistoleiro da zona da anca direita ao ombro esquerdo, tingindo mais uma vez a erva da clareira com sangue.

 

Zero, sobressaltado por ver o irmão esvair-se em sangue e por não conseguir acompanhar a velocidade do primo, tentou levantar-se, mas o punho de Squall já estava enterrado nas suas costelas, partindo duas com a maior das facilidades. Encolhendo-se com a dor, depressa desmaiou, à medida que o jovem treinador se endireitava e fitava Seifer. Este estava estarrecido com a velocidade de Squall mas, acima disso, com a força e frieza com que ele manobrava a espada. Brandiu a Zweihander e atirou-se para a frente.

 

Sentiu o metal frio atravessar-lhe a face, rasgando a carne junto ao nariz. O sabor do sangue inundou-lhe a boca, e antes de cair, olhou directamente para os olhos do primo: a pressão que sentiu ao ver a raiva e dor acumuladas no olhar de Squall Leonhart foi de tal maneira imensurável que, quando tocou na erva da clareira, já tinha perdido os sentidos.

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Já conseguiste resolver os problemas com o erro no save? Isso não dá para fazer um dia de ferias por cima do erro.?

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Os primos de Squall não esperavam tamanha evolução da parte dele e esse factor surpresa foi decisivo para ele ganhar essa batalha. Os 3 estão feridos mas Squall deixará as coisas por ai? Ou a sede de vingança falará mais alto?

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Ah ok, mesmo assim a história continua impecável

 

Obrigado :compinchas:

 

Já conseguiste resolver os problemas com o erro no save? Isso não dá para fazer um dia de ferias por cima do erro.?

 

O problema é que o save não carrega mesmo, fiquei sem ele...

 

Os primos de Squall não esperavam tamanha evolução da parte dele e esse factor surpresa foi decisivo para ele ganhar essa batalha. Os 3 estão feridos mas Squall deixará as coisas por ai? Ou a sede de vingança falará mais alto?

 

Isso agora... Já estou perto do fim da 1ª parte, por isso tens de esperar mais um bocado. :compinchas:

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Obrigado :compinchas: O problema é que o save não carrega mesmo, fiquei sem ele...Isso agora... Já estou perto do fim da 1ª parte, por isso tens de esperar mais um bocado. :compinchas:

 

Tenta passá-lo a alguém e depois volta a tentar

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Tenta passá-lo a alguém e depois volta a tentar

 

Já tentei. O problema foi que o erro (um erro qualquer de xml) apagou dados do meu FM. Ora os dados que foram apagados foram os dados que tinha de crash dumps e os dados correspondentes aos saves que tinha...

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Já tentei. O problema foi que o erro (um erro qualquer de xml) apagou dados do meu FM. Ora os dados que foram apagados foram os dados que tinha de crash dumps e os dados correspondentes aos saves que tinha...

 

Fogo granda treta, e agora há alguma coisa que possas fazer?

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Fogo granda treta, e agora há alguma coisa que possas fazer?

 

Há. Já expliquei antes que esta 1ª parte vai ter mais uns 2 ou 3 capítulos. Depois, mais lá para Março ou assim é que começarei um novo save com a continuação da história. Ou seja, uma história que estava pensada para ser de 14/15 épocas vai ter 2 saves, cada qual com 6 ou 7. :compinchas:

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Capítulo 41: Vida ou morte, amor ou orgulho

 

http://www.youtube.com/watch?v=SpWclabjS7c

 

Ao ver Seifer cair na erva à sua frente, Squall relaxou finalmente. Yuri ria-se a bandeiras despregadas, enquanto que Inazumi começou, em jeito de brincadeira, a reclamar com o melhor amigo por este não lhe ter deixado ninguém com quem se entreter. Porém, Rinoa fitava-os, de olhos esbugalhados, coberta de terror e medo. O herdeiro dos Leonhart, apercebendo-se disso mesmo, apressou-se na sua direcção, preocupado com o que se passaria. À medida que se aproximava mais os olhos de Rinoa se abriam, como que a pedir-lhe para se afastar.

 

Então, do nada, apareceu um homem junto à jovem Passarella. Vestindo um fato cinzento, usava uns óculos escuros, mesmo estando de noite, e o cabelo esbranquiçado comprido tapava metade da cara coberta de cicatrizes. Numa mão trazia um cigarro, enquanto que na outra brandia uma pequena adaga. Encostou a lâmina prateada ao pescoço da rapariga, levando calmamente o cigarro à boca e expelindo uma nuvem de fumo. Parecia algo divertido, mantendo-se em silêncio enquanto olhava para Squall.

 

- "Schneider Zermman!"

 

O grito duplo foi proferido tanto por Squall como por Yuri: o alemão reconhecera o mercenário contratado pelo tio, muitos anos antes, talvez até antes de ter nascido. Porém, o russo mostrava um ódio tremendo por aquele homem. Estremecendo de cima a baixo, pegou em Ragnarok e apontou-a a Schneider, preparando-se para atirar a pesada arma.

 

- "Tens a certeza que queres fazer isso?"

 

A voz saíra rouca, demonstrando uma falta de interesse pelo facto de ter uma arma apontada a si que chocou Yuri. Sorrindo, o soldado de Ralf encostou mais a lâmina ao pescoço de Rinoa, pressionando-a até aparecer uma fina linha vermelha. Calmamente, levantou o dedo e apontou-o para Squall:

 

- "Tu. Vem comigo ou a rapariga morre."

 

Cortou a mordaça à jovem, divertido perante o ar furioso que o herdeiro dos Leonhart aparentava ter. Rinoa soltou um grito que encheu a clareira e arrepiou Inazumi e Yuri:

 

- "Foge, Squall! Sai daqui! Esquece que eu existo!"

 

Sem saber como, o Giannini sentiu os olhos libertarem pequenas lágrimas. Queria poder salvar ele mesmo a sua amiga, queria poder confortar o seu amigo e dizer-lhe que tudo ia ficar bem, mas o caminho em que se encontravam era, claramente, um beco sem saída. Desesperado, caiu de joelhos no chão, sentindo a mão do seu mestre no ombro. Este, apesar de tremer, tentava manter o auto-controlo.

 

- "Rinoa, Inazumi, Yuri... Obrigado por tudo... Esqueçam a vingança e os Leonhart... Esqueçam o meu nome e quem eu sou, e sigam em frente..."

 

Largando Fenrir, Squall deu um passo em frente, mantendo os olhos longe do olhar da sua amada. Soltando uma gargalhada, Schneider atirou o cigarro fora e assobiou, aparecendo mais uma dúzia de soldados atrás dele.

 

- "Amordacem-no e prendam-no bem preso. Tragam os feridos e deixem os outros três aí. Eles não nos farão mal, senão..."

 

Dizendo isto, passou o polegar pela garganta, apontando depois para Squall. O jovem treinador deixou-se prender pelos opositores, seguindo depois quase arrastado para fora da clareira que, na noite, se enchia do choro incontrolável de Rinoa.

Editado por Unclouded

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Por esta é que eu não esperava. Tu também não és mesmo fã de happy endings :mrgreen:. Mais um grande capítulo. Parabéns.

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Por esta é que eu não esperava. Tu também não és mesmo fã de happy endings :mrgreen:. Mais um grande capítulo. Parabéns.

 

Não era para acontecer assim, mas o erro fez com que tivesse de ser. :mrgreen:

Obrigado Rafa! Abraço :compinchas:

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Capítulo Final: Onde Tudo Começou...

 

http://www.youtube.com/watch?v=dtfuoFnJu10&feature=relmfu

 

Squall, com os braços amarrados ao tronco, seguia com os seus captores pelo meio das montanhas geladas. Apesar de estar cheio de dores, não se queixava, procurando manter intacto, pelo menos, o orgulho que ainda sentia. Haviam-se passados inúmeros dias, tantos que uma linha castanha de barba lhe enchia a cara normalmente limpa. Schneider e os cinco soldados que ficaram para o vigiar no regresso à Floresta Negra não o deixavam solto, nem que fosse por um único segundo. Era mal alimentado, e encontrava-se a emagrecer a um ritmo alucinante, tendo já desmaiado algumas vezes no caminho por entre os cumes que, daqui a uns meses, iriam estar cheios de neve.

 

Após a separação de Yuri, Inazumi e Rinoa, o grupo de mercenários tinha-se dividido, levando os feridos para o aeroporto de modo a poderem ser assistidos já em plena Alemanha, enquanto que Squall iria seguir a pé, desde o norte italiano até à Floresta Negra. Passo atrás de passo, o herdeiro dos Leonhart parecia nem se importar com a morte que sabia ser certa. A mente focava-se apenas nos anos passados juntos da sua amada, tentando ignorar a angústia que sentiu ao partir da clareira onde a luta final tinha ocorrido.

 

Por vezes sorria: nunca tinha percebido o porquê de, naquela tarde fatídica, o pai o ter atirado do precipício abaixo, em vez de o ter deixado lutar pela liberdade. Porém, ao salvar Rinoa, pôde finalmente entender o quanto o pai o amava, ao protegê-lo da maneira que o fizera. Infelizmente, momentos desses eram apenas fugazes, pois a saudade que sentia ao aperceber-se de que nunca mais iria ver a jovem Passarella quase deitavam abaixo a determinação que tentava impor às suas pernas, obrigando-se a seguir o grupo.

 

Imerso nestes pensamentos, Squall nem se apercebeu de que, pela primeira vez em muito tempo, estavam a descer. O coração deu um salto ao ver, a alguma distância, a orla da Floresta Negra, a floresta onde crescera e onde tantas vezes caçara com o pai, explorando a zona que era sua por direito. Olhando em volta, sentiu lágrimas nos olhos: na sua infância e adolescência estivera nestas mesmas montanhas. Cansado, chegava a casa na companhia de Bernard e a sua mãe tinha sempre comida quente pronta para os aquecer e confortar.

 

Apercebendo-se do estado de espírito do jovem alemão, Schneider soltou uma gargalhada.

 

- "Aproveita agora!"

 

Cerrando os dentes, Squall manteve-se calado e imune às provocações. Continuaram a seguir montanha abaixo até que, a meio da tarde, chegaram à Floresta Negra. O Leonhart quase se deixou levar pela emoção ao sentir-se, pela primeira vez em anos, em casa, mas conseguiu manter a compostura e seguir atrás dos captores. Passadas algumas horas chegaram finalmente ao caminho de terra batida que, como o jovem treinador sabia, ia desembocar na enorme mansão do tio. Olhando para trás, pareceu-lhe reconhecer, por entre as árvores, o lago que banhava a margem da cabana onde crescera. Com os olhos cheios de lágrimas, avançou de modo a apanhar o grupo, parando depois ao ver dois homens, de fato, dirigir-se na sua direcção.

 

Estenderam um telefone a Schneider, que este agarrou e colocou junto ao ouvido:

 

- "Sim. 20 minutos, sim. Podes ir preparando as coisas."

 

Desligou e atirou o aparelho ao homem que lho tinha passado, ordenando aos soldados que prosseguissem a marcha. Squall nem deu pelo tempo passar, pois pareceu-lhe, na sua cabeça, que mal andaram haviam chegado, de imediato, à mansão de Ralf. O jardim encontrava-se cheio de gente que, ao início, ele não reconheceu. Depois, com os olhos esbugalhados de confusão, começou a reviver memórias passadas, reconhecendo caras e rostos que julgou esquecidos. Duas filas de soldados separavam a multidão do caminho principal que dava o acesso à casa, com o grupo a parar junto ao portão. Schneider, empurrando o Leonhart, disse-lhe para seguir sem se voltar para trás. Este assim fez, tentando perceber o porquê do tio ter colocado tanta gente que o conhecia ali no jardim. Sentiu uma réstia de esperança por poder, finalmente, contar a verdade. Podia gritar e dizer a todos o que se tinha passado, podia até haver, agora mesmo, uma maneira de retirarem o tirano da varanda do escritório onde, juntamente, com os seus três filhos, ainda engessados da luta anterior, sorria.

 

Porém, não teve tempo de arquitectar nada pois, à sua frente, uma mulher rompeu pela fila de seguranças e, chegando junto a ele, lhe deu um estaladão que ecoou e calou a população. Erguendo a cabeça, reconheceu a aia da mãe, Jacqueline Rosseau, que o fitava com copiosas lágrimas nos olhos.

 

- "Como é que pudeste matar o teu pai, Squall? E ainda por cima fugir? Como?!"

 

Antes que o espadachim pudesse responder, a mulher foi afastada e ele empurrado para dentro da mansão. Conseguia ouvir os insultos a ele dirigidos, e a voz de Ralf tentando acalmar a multidão com promessas de um julgamento e sentença céleres. Completamente desnorteado, nem reparou que lhe haviam desatado os nós que o prendiam. Abanou os braços apenas para sentir uma dor imensa nas articulações e músculos por ter estado tanto tempo amarrado. Logo de seguida foi atirado para uma jaula na cave do enorme palacete, ficando na escuridão. Sentiu mexer ao seu lado, perguntando bem alto:

 

- "Quem está aí?"

 

A resposta que obteve, bem como a voz de quem a proferiu, deixou-o perto da loucura. Sentiu os olhos encherem-se de lágrimas e os sentidos desvanecerem-se, e, finalmente, adormeceu em paz.

 

 

 

E pronto, minha gente. Não era para ser assim, como vocês bem sabem, mas o erro no save impossibilitou que continuasse a história da maneira que eu queria. Não se preocupem, ainda no FM 2013 devo voltar a esta história, visto que não gosto de deixar estes saves a meio. Não sei quando será, mas provavelmente irá ser para Abril/Maio do próximo ano.

Obrigado a quem acompanhou e a quem me apoiou. Acreditem que é difícil manter um save com ficção quando ninguém comenta, pelo que o facto de ter sempre pessoal a apoiar tornou este num dos meus tópicos aqui que mais gozo me deu fazer. Um verdadeiro obrigado!

E, por último, fazia aqui um pedido: sei que quase ninguém o vai fazer, mas gostava de saber qual a vossa opinião sobre o destino deste tópico. Além disso, gostava de saber as coisas que menos gostaram, bem como as coisas que gostariam de ver implementadas no futuro. Isto, claro, para tornar o EMEM num espaço melhor. :compinchas:

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Esse final de capítulo não se faz Unclouded. Ter que esperar até Março para descobrir se esse poderia ser o pai dele, que afinal não morreu, mas apenas está prisioneiro do tio é dose. Tenho pena desta pequena interrupção mas este save já ganhou direito ao seu cantinho. Por mim ia para as CN até mas a moderação é que decide. Parabéns e cá te espero para a segunda parte da história.

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Esse final de capítulo não se faz Unclouded. Ter que esperar até Março para descobrir se esse poderia ser o pai dele, que afinal não morreu, mas apenas está prisioneiro do tio é dose. Tenho pena desta pequena interrupção mas este save já ganhou direito ao seu cantinho. Por mim ia para as CN até mas a moderação é que decide. Parabéns e cá te espero para a segunda parte da história.

 

Obrigado Rafa, pela opinião e sinceridade.

Sabes como é, o suspense é bonito e quer-se na ficção :mrgreen:

Abraço e mais uma vez obrigado :compinchas:

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