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Fundação católica lança «Aleteia», a rede social cristã

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Não acho a encarnação do mal. Acho desprezível porque foi a ferramenta utilizada para controlar o povo, durante sei lá quanto tempo. Por tudo o que foi feito usando o seu poder. Dês as voltas que deres, não podes negar isto.

Agora, eu não disse nem quis dizer, que a religião torna as pessoas más, nem que não hajam casos em que a conversão à Igreja tenha melhorado, bastante, a maneira das mesmas agir. Há, e não são poucos. E também sei que as igrejas ajudam inúmeras pessoas que passam dificuldades, eu não quero negar isso, não quero negar os aspectos positivos que a religião trouxe. Mas a troco de quê? Como é que isso tudo se originou? Na miséria de milhares de gente, os ditos "infiéis". Se a religião fosse sinónimo de instituições de caridade, nem eu, nem milhões de pessoas a atacavam. Mas não é. Faz isso, mas fez coisas horríveis. E podia fazer muito mais que isso, tal é a fortuna que possuem, e que tão misteriosamente guardam...

 

Respondendo a algumas perguntas que fizeste:

- O mal de viver na ilusão? É esse mesmo. É viver iludido. Eu entendo que ajuda muita gente, mas faz-me impressão. Ou seja, a não ser que a conversão a alguma religião ajude mesmo alguém, a meu ver, não "vale a pena". Acho que não é algo que uma população precise, desse tipo de ideologias... é-me difícil explicar.

- "Incomoda-me" um bocado, sim. Por viverem numa mentira. Por ficarem com uma ideia errada das coisas, pensando que Deus fez tudo, e não acreditando na evolução, e... epá, é mesmo muita coisa para estar a escrever tudo. Sim, incomoda-me, mas de uma forma "cagativa", nem é por aqui.

- É a tal coisa. "Melga-me". Podem ter as superstições que quiserem, não morro por isso

- Bate no mesmo. Incomoda-me, porque acho errado. Só isso. Não acho que alguém que pense assim, é alguém que tem conhecimento na matéria em questão (ou pelo menos, demonstra não ter).

- Não, não fui obrigado/pressionado a acreditar em nada, pelo contrário. Tive total liberdade, nesse aspecto. Mas sou forçado a lidar com isso, quer com amigos, quer com familiares, e é "annoying", apenas. É daquelas coisas que acho que se passava tão melhor sem elas.

 

Sobre a separação, pah, é o que te disse: o pessoal que já se entrega muito à religião, ao entrar em tal ambiente, vai ainda solidificar mais a sua fé. E acho que isto vai, inevitavelmente, criar uma distância entre quem é e não é religioso. Separa mais a linha dos "grupos"... o pessoal não se identifica um com o outro. Podem se dar bem, mas há sempre aquele melganço.

 

E não percebo que aches piada a isso. Nunca viste pessoal religioso a ofender-se com facilidade? Principalmente, idosos?

 

Foi uma das ferramentas. Não pretendo negar nada. Muito menos factos históricos. Mas uma ferramenta é isso mesmo: uma ferramenta. A responsabilidade pelo mal que ela causa não é dela mas sim de quem a utiliza para praticar o mal. E quanto ao controlo do povo é algo inerente a qualquer sociedade constituída por humanos. Desde os primórdios dos tempos. A ânsia do poder e do controlo sempre existiu e sempre existirá desde que mantenhamos, como espécie, as características que nos distinguem. E se falamos em ferramentas utilizadas para controlar o povo muitos outros exemplos podem ser elencados, como o dinheiro, a cultura, a própria ciência.

 

Portanto incomoda-te lidar com a diferença. Chateia-te a liberdade religiosa. Ficas desconfortável quando pessoas expressam e assumem convicções religiosas que não partilhas. Mas consideras que são os religiosos que demonstram extrema sensibilidade a comentários inofensivos contrários à sua fé e às suas crenças. Ok. Está mais do que percebido.

 

Quanto à separação dos ateus confesso que fiquei surpreendido. Acho que é a primeira vez que ouço ou leio da parte de um ateu assumido um comentário que manifesta preocupação evidente em haver distanciamento entre ateus e religiosos no que respeita a matéria religiosa. É que eu pensava mesmo que a ideia de quem se declara ateu seria separar-se o máximo possível das ideias e convicções de tudo o que tenha a ver com religião.

 

Claro que acho piada. Fazer uma associação entre a maior sensibilidade à ofensa e a religião é das coisas mais divertidas que li nos últimos tempos. É óbvio que já vi pessoal religioso a ofender-se com facilidade. Tal como já vi pessoal não religioso a ofender-se com facilidade. Como vi pretos a ofenderem-se com facilidade. Homossexuais a ofenderem-se com facilidade. Políticos a ofenderem-se com facilidade. Gajas boas a ofenderem-se com facilidade. Gajas feias a ofenderem-se com facilidade. Benfiquistas/sportinguistas/portistas a ofenderem-se com facilidade. Trolhas a ofenderem-se com facilidade. Engenheiros a ofenderem-se com facilidade. Conclusão: há pessoas que se ofendem com facilidade. E outras não. Não é exclusivo de quem professa uma religião...:lol:

 

 

 

 

Não! Ou seja, evito ofender qualquer tipo de pessoa, acho que isso nem é assunto. Apenas há aquela maior preocupação quando sabes que a pessoa é religiosa, porque qualquer coisa que digas, que para ti (não-religioso) é inofensiva, para a outra, pode não ser. Daí, o "medo".

E, bolas, vais dizer que, de vez em quando, não ofendes alguém, sem querer? Se estiveres à vontade com alguém, sem estar com aquele cuidado no que dizes (o que é inevitável, e saudável! lool), há sempre uma altura em que dizes qualquer coisa que cai mal. Acho que se tiveres sempre a ser super respeitoso, é porque não tens aquela confiança com a pessoa (quando estás com um melhor amigo, por exemplo, sabes que podes dizer muita coisa e que nada será levado a mal, desde que também não abuses...).

 

Claro que já ofendi pessoas sem intenção. Por mais do que uma vez lá sai um comentário menos próprio sobre pretos e quando dou por mim estão um ou dois ali por perto. Uma certa altura tive um colega de trabalho que, vim a saber depois, era cigano. E logo no primeiro dia dele ao serviço, por azar meu, lá saiu uma frase manhosa sobre ciganos. Mas a pior de todas aconteceu-me numa noite de copos em que a mesa estava composta por um grupo de amigos e conhecidos. Uns mais próximos do que outros. Às tantas, entre duas imperiais, avanço cheio de moral numa anedota daquelas parvas sobre mongolóides. Imagina a minha cara quando me disseram, logo de seguida, que um dos componentes do grupo que eu conhecia pior tinha uma filha com Síndrome de Down. O que é que eu faço nessas situações? Peço desculpa, afirmo que não tinha qualquer intenção em ofender e espero que a pessoa compreenda.

 

 

 

Porque raio meteste amigos entre aspas? :(

 

Achas, portanto, que, se não fores religioso, e se o teu amigo for, não há a hipótese de o magoares/ofenderes com alguma coisa que digas em relação à sua religião (nem que inconscientemente)? Se sim, não concordo.

 

Porque se tens pouca confiança para te poderes expressar junto deles, se eles se ofendem facilmente com o que tu dizes, não me parece que seja grande amizade...

 

Claro que há essa hipótese. Mas não acredito que isso aconteça frequentemente. Se a ofensa for frequente já não se trata de inconsciência mas sim de falta de respeito. Tirando isso não há nada que uma conversa franca e um pedido de desculpas entre verdadeiros amigos não resolva.

 

 

Nem sempre. "Deus castiga" reflecte isso. E mesmo aí, tens a tua resposta. Achas isso correto? Do tipo, um médico salva um paciente numa operação de alto risco. Assim que o paciente acorda, ou o parente chega, muitas vezes se diz "Graças a Deus...". Pah, se eu fosse o dito médico, ficava um bocado lixado com a situação. Claro que, dadas as circunstâncias, para uns é cagativo, porque salvaram o paciente e é isso que interessa, mas não condeno um médico que fique um bocado ofendido com o comentário, como que a sentir-se desvalorizado. São pequenos pormenores que contam.

 

Claro que era ilusão. Foi ilusão durante anos. Ilusão, medo... era tudo para pôr o pessoal em linha.

 

Desculpa que te diga mas esses argumentos parecem-me demasiado infantis. Quando se diz "Deus castiga" a uma criança pretende-se alcançar o mesmo efeito de quando se lhe diz que se a criança se portar mal o Pai Natal não lhe trará prendas. É uma forma educativa e simples de incutir nas crianças a distinção entre o bem e o mal, o correto e o incorreto. E quando é direcionado a adultos que já não acreditam no Pai Natal tem apenas como objectivo transmitir, de forma simplificada, regras de conduta ético-morais. Será isto errado? Quanto ao exemplo do médico acho que isso é House a mais. Não acredito que haja um único caso em que a dita pessoa não agradeça ao médico pela sua vida. Mesmo dizendo que foi Deus quem o enviou para a salvar. E, tirando o Dr. House, não acredito que haja um único médico que se sinta menosprezado com esse tipo de comentários.

 

 

 

 

Será? Achas que uma pessoa altamente religiosa não iria ter dificuldades, caso estivesse num ambiente com pessoas não-religiosas? Ou seja, pode ou não acontecer, não é nenhuma regra de ouro. Mas conversas de traições, quecas diárias com parceiros diferentes, abortos, sei lá... coisas que a religião condene. Achas que vai cair bem? Não achas que a pessoa se integra melhor sem seguir ideologias religiosas?

Eu não. Acho que o religioso iria sentir-se a mais, iria sentir que não pertencia com aquele pessoal, porque os seus princípios são deveras diferentes. Esse tipo de diferenças pode levar à solidão, por exemplo.

 

Que confusão desgraçada que para aí vai... O contrário não será verdade exatamente na mesma proporção? Uma pessoa não-religiosa não iria sentir o mesmo desconforto num ambiente altamente religioso? Em que as conversas se suportam em assuntos que vão contra as suas mais profundas convicções? Essa pessoa não se integraria melhor se seguisse a ideologia religiosa das pessoas que a rodeiam? O não-religioso não se sentiria a mais? Não ficaria igualmente solitário?

 

Que raio de exemplo...:lol:

 

 

 

 

Apenas não acho que seja sensato fazê-lo. Uma criança é um ser que ainda não pensa por si. Porque não deixá-lo crescer, e depois, sim, escolhe o que quer?

Isto, porque se trata de religião. E eu reprovo a religião, especialmente quando é incutida a crianças. São pontos de vista, que simplesmente não mudam.

 

E onde é que o batismo impede a criança, ao crescer, de escolher o que quer? O que não falta por aí são pessoas batizadas e ateias. Sem qualquer problema ou drama. Maior drama e vergonha passa quem, depois de crescida e escolhendo ser batizada o tem que fazer já homem/mulher feito(a). Eu já assisti a várias situações particularmente embaraçosas e patéticas dessa natureza. E em todas essas situações a opinião transmitida é sempre: "Quem me dera que os meus pais me tivesse batizado enquanto criança. Poupavam-me a esta vergonha."

 

Por outro lado nunca vi nenhum ateu com vergonha por ser batizado. Indignados sim, vários. Porque esse é um excelente argumento para esgrimir contra os malandros dos padres que incutiram uma ideologia manhosa aos seus pais que o fizeram ser protagonista principal num ritual com o qual não concordam (mas do qual nenhum se lembra e que nem saberia que tinha acontecido se não lho tivessem dito anos mais tarde).

 

 

 

 

O dinheiro é um bem essencial, a religião, não. Guerras por dinheiro? Dinheiro é... dinheiro. É o que se usa para obter coisas. Não é uma ideologia limitativa. E o petróleo vai dar ao dinheiro, a treta é a mesma... São coisas que a população precisa.

Para que é que a população precisa de religião?

E não venhas com a caridade outra vez, porque o que não faltam são instituições de caridade.

 

:lol:

 

Estás a insinuar que não há guerras por motivações económicas? Ou estás, pelo contrário, a dizer que guerras com motivações económicas são mais admissíveis do que as guerras religiosas? E isso apenas porque, na tua ideia, as pessoas necessitam de dinheiro e do petróleo para viver ao contrário da religião?

 

E, além disso, a religião não é essencial para ti. Por mais que te aflija esse facto ainda há no mundo mais pessoas religiosas do que não religiosas.

 

 

Sim, admito. Foi um comentário hipócrita, mas a religião é um assunto em que abro excepções, sem quaisquer problemas.

Só preciso de me lembrar dos autos de fé. Isso que era feito em nome da Igreja, é das piores coisas que já estudei. E, não querendo parecer nenhum defensor dos pobres/fracos, só pelo que muita gente passou por serem "bruxos" e "infiéis", pah... não. Não papo mesmo disso.

O alguém ser religioso, incomoda-me. Melga-me. Mas não odeio uma pessoa por isso. Odeio sim, a Igreja Católica, por tudo o que fez. É das instituições (se é que se lhe posso chamar isso) mais desprezáveis que existem. Tanto poder, e só querem mais poder.

 

E finalizo dizendo que é um assunto sensível. Dito isto, acho improvável que se mude a maneira de pensar de alguém, porque as posições que se tomam em relação ao assunto, são muito fortes. Dificilmente mudam.

 

Abres exceções para ti próprio quando o assunto é religião? Excelente! E ficas de consciência tranquila, não é assim?

 

E depois lá vem o esgotado argumento dos autos de fé. Prática que decorreu entre os séculos XV a XIX. Já estamos no ano 2012. Já se passaram quase 200 anos desde o último. Foi uma prática terrível, mas a Igreja já ultrapassou essa fase. Há muito, muito tempo...

 

Menos tempo têm os avanços científicos responsáveis por massacres incomparavelmente maiores do que os que aconteceram impulsionados pela Inquisição. Só a descoberta da fusão nuclear levou a que fossem arrasadas por completo duas cidades matando mais de 200 mil pessoas inocentes no espaço de 3 dias. Será motivo para diabolizarmos a ciência e os cientistas?

Editado por Descartes

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Uma criança é um ser que ainda não pensa por si. Porque não deixá-lo crescer, e depois, sim, escolhe o que quer?

 

É com cada pérola. 8)

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E tu ficas cheio de medo, não é? :lol:

 

Claro que não, mas eu tomo como uma falta de respeito dizerem isso assim do nada.

 

 

E qual é o mal da pessoa fazer o bem suportado nos ensinamentos religiosos? É um bem que vale menos?

 

Apenas não consigo compreender o porquê de o fazerem. Parece-me algo simples, fazer o bem sem precisar da religião

 

E tu achas o mesmo para ambas as situações?

 

O que os pais querem fazer com os seus filhos, não é um problema meu.

 

 

Dois disparates.

 

Pelo que vejo no meu círculo de amigos, não é um disparate achar que pais como o do Gentle_Giant são uma minoria.

 

Disparate? Inquisição.

 

 

 

Mais disparate...

 

Não, não é

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Duas coisas a retirar do topico.

 

As pessoas religiosas são mesmo coise :facepalm:

 

O Descartes continua a pensar que ao fazer posts de 2 kilometros e com meia duzia de palavras cara e smiles a pensar que esta a trolar alguem( :maluco:) o fazem parecer ter mais que os 16 aninhos que deve ter

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O Descartes continua a pensar que ao fazer posts de 2 kilometros e com meia duzia de palavras cara e smiles a pensar que esta a trolar alguem( :maluco:) o fazem parecer ter mais que os 16 aninhos que deve ter

 

Se toda a gente se limitasse a fazer posts dos teus, com 20 ou 30 palavras de cada vez que não é para cascar nos males do Sporting, então poucas vezes cá poria os pés. Deixa lá o Descartes expressar-se como quer, que quem tem argumentos deve pô-los a jogo. A parte do troll já se torna mais problemática, mas em todo o caso há o botão reportar.

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Respeito e convivo com pessoal religioso, mas aquela necessidade de estar sempre a evitar ofender (porque se ofendem facilmente, digam o que disserem), não é, a meu ver, saudável.

 

Se dizes coisas que ofendem facilmente outras pessoas, então o problema não é delas. Digo eu.

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Se dizes coisas que ofendem facilmente outras pessoas, então o problema não é delas. Digo eu.

Tinhas mesmo de ir por aí?

Imagina-te numa conversa com alguém muito religioso. Não estavas sempre com cuidado com os assuntos que abordas, com medo de ferires susceptibilidades?

Ou imagina-te a conversar com um muçulmano (ignorando a barreira linguística) "ferrenho".

 

Pode correr normalmente, como também pode descambar com facilidade.. Pah, acho complicado.

 

@descartes: Juro-te que estava a fazer um post decente, mas retrocedi e perdi tudo. Peço desculpa por não responder devidamente.

Fica o que acho: que defendes o que não tens defesa, o indesculpável.

Editado por Zacker

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Tinhas mesmo de ir por aí?

Imagina-te numa conversa com alguém muito religioso. Não estavas sempre com cuidado com os assuntos que abordas, com medo de ferires susceptibilidades?

Ou imagina-te a conversar com um muçulmano (ignorando a barreira linguística) "ferrenho".

 

Pode correr normalmente, como também pode descambar com facilidade.. Pah, acho complicado.

Há coisas religiosas que me dizem, que fico ofendido.

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Fica o que acho: que defendes o que não tens defesa, o indesculpável.

 

A tolerância?

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Tinhas mesmo de ir por aí?

Imagina-te numa conversa com alguém muito religioso. Não estavas sempre com cuidado com os assuntos que abordas, com medo de ferires susceptibilidades?

Ou imagina-te a conversar com um muçulmano (ignorando a barreira linguística) "ferrenho".

 

Pode correr normalmente, como também pode descambar com facilidade.. Pah, acho complicado.

 

Um diálogo tem de funcionar em dois sentidos. Se um dos sentidos não se importa com os limites do que pode dizer e com o respeito pelo outro, o diálogo não funciona. Isso é típico de quem não sabe, ou não quer, confrontar-se com opiniões discordantes e/ou tem a necessidade de impôr a sua visão aos outros à força. Por isso te digo, se uma pessoa tem problemas em dialogar com outras porque as ofende facilmente, o problema é dessa pessoa que não conhece os limites do respeito pelo outro. A liberdade de expressão é bonita mas a acompanhá-la está também o respeito pelos outros e a responsabilidade pelo que se diz, e é isso que muita gente se esquece com facilidade. Ela chama-se "liberdade", não "libertinagem".

 

@descartes: Juro-te que estava a fazer um post decente, mas retrocedi e perdi tudo. Peço desculpa por não responder devidamente.

Fica o que acho: que defendes o que não tens defesa, o indesculpável.

 

:mrgreen:

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Um diálogo tem de funcionar em dois sentidos. Se um dos sentidos não se importa com os limites do que pode dizer e com o respeito pelo outro, o diálogo não funciona. Isso é típico de quem não sabe, ou não quer, confrontar-se com opiniões discordantes e/ou tem a necessidade de impôr a sua visão aos outros à força. Por isso te digo, se uma pessoa tem problemas em dialogar com outras porque as ofende facilmente, o problema é dessa pessoa que não conhece os limites do respeito pelo outro. A liberdade de expressão é bonita mas a acompanhá-la está também o respeito pelos outros e a responsabilidade pelo que se diz, e é isso que muita gente se esquece com facilidade. Ela chama-se "liberdade", não "libertinagem".

 

 

 

:mrgreen:

Perdoa-me, mas acho isso muito cor-de-rosa. Um gajo não quer ofender, mas também não quer estar oprimido enquanto fala com sei lá quem. Se consegues ser assim tão correcto com toda a gente, esplêndido. Eu não consigo. E se a pessoa for religiosa, tenho sempre o medo de a ofender num ponto que tenho quase a certeza que lhe dói.

 

 

E sobre o post que estava a fazer ao Descartes, não estava a brincar. Estava há mais de 10 minutos a escrever aquela treta, e retrocedi sem querer. Acho que se tivesse a usar o editor completo, aquilo guardava, quando carregasse na seta para "avançar" (não me está a vir o contrário de retroceder :mrgreen:).

Não me atrevo a repetir a coisa..

 

"On": Já se sabe quando é que esta rede social começa a bombar?

Editado por Zacker

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Não é ser cor-de-rosa, é ter tacto e bom senso. Se conhecer uma pessoa e ela me revelar que é Católica, não lhe vou dizer "ah, tens um amigo imaginário". Isso digo eu aos meus amigos que são Católicos porque sei que eles não levam a mal e que respeito integralmente as suas crenças. Pequenas diferenças, geralmente é apenas necessário saber quais os limites até onde podes ir com os outros membros de um diálogo. E repito, quando não se sabe detectar esse limite e se o cruza, a culpa é de quem o cruzou.

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Pronto. Admito que tens uma certa razão. Continuo é a achar que não falas com alguém religioso da mesma forma, e que aquela "distância" (ou desconfiança, estou mal de palavras) que se cria, é pouco saudável. Fora isso, pouco a dizer.

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O padre da minha igreja uma vez disse-me que o Catolicismo era perfeito, eu só disse "Ok" virei costas e fui embora

Editado por 45roma

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Tinhas mesmo de ir por aí?

Imagina-te numa conversa com alguém muito religioso. Não estavas sempre com cuidado com os assuntos que abordas, com medo de ferires susceptibilidades?

Ou imagina-te a conversar com um muçulmano (ignorando a barreira linguística) "ferrenho".

 

Pode correr normalmente, como também pode descambar com facilidade.. Pah, acho complicado.

 

 

 

O que me parece é que tu nunca falaste com um muçulmano, um budista, um mormon e afins.

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Este tópico serve para quê, mesmo?

 

Para ver quanto tempo é que o Ghelton demora a comentar tópicos que já ninguém tava a comentar!

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