Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 António Costa a ficar cada vez mais encurralado, e parece que todos os partidos se uniram para o fazer ficar a fazer figura do menino mau que estragou a brincadeira... Prepara-se a ""noite das facas longas" no PS, faltam 2 semanas. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 18 Outubro 2015 António Costa a ficar cada vez mais encurralado, e parece que todos os partidos se uniram para o fazer ficar a fazer figura do menino mau que estragou a brincadeira... Prepara-se a ""noite das facas longas" no PS, faltam 2 semanas. 2 semanas para quê? Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 18 Outubro 2015 Estou aqui a ver um debate sobre a possibilidade do PS formar governo com 4 intervenientes que apoiam a coligação e concordam todos entre eles Assim até dá gosto debater! Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 18 Outubro 2015 mas foi por isso mesmo que o Moskito disse, é supostamente a "solidariedade internacionalista". A maior estupidez possível é o que é... São estas atitudes que mancham o nome do PCP. f*da-se. Tou 'mesmo passado com isto, a sério. Como é que é possível? Já com exemplos como Coreia do Norte é a mesma coisa, só se queimam, quando podem perfeitamente terem juízo e caracterizar estes regimes como ditaduras. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 18 Outubro 2015 (editado) Em quase dois anos governo de Passos nomeou 4463 pessoas. Noutra noticia diz que Portugal tem actualmente mais pobres do que em 1974. Brutal este Portugal à Frente! Acham que deva mudar o avatar? Editado 18 Outubro 2015 por Woyzeck Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 18 Outubro 2015 A sério que tem uma peruca? :lol: Não sei quem neste tópico disse que a calvície dele pouco evoluiu em 25 anos. Está aí a resposta :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 18 Outubro 2015 Há alguma coisa nele que seja verdadeira? Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 Portugueses mais pobres e a ganhar menos do que em 1974 Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza e quem recebe o salário mínimo ganha menos 12 euros do que em 1974 (descontando a inflação), segundo a base de dados Pordata. Quando se assinala o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza a Pordata lembra também a organização não-governamental Oikos que mais de mil milhões de pessoas passam fome em todo o mundo e há 200 milhões de desempregados. Portugal era, em 2011, o nono país da União Europeia com uma taxa de risco de pobreza mais elevada, havendo no ano passado 360 mil pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção, quase metade delas com menos de 25 anos. Lembra-se também que o país é o 6.º da União Europeia com maiores desigualdades de rendimentos entre os mais ricos e os mais pobres. A propósito da efeméride que se comemora, esta sexta-feira, outros números (Instituto Nacional de Estatística) são também pouco abonatórios para Portugal, como os que indicam que 29,3% da população infantil encontrava-se em privação material no ano passado (privação material é quando um agregado não tem acesso a três bens de uma lista de nove considerados importantes). São os números que indicam que o risco de pobreza das famílias com crianças dependentes se tem vindo a agravar, como se tem agravado a taxa de intensidade de pobreza, como se tem ainda agravado a diferença entre Portugal e a média da União Europeia, sendo que essa diferença é a de que enquanto na Europa o risco de pobreza se mantém estável em Portugal vai aumentando. O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi criado pela ONU em 1992. Acabar com esse flagelo é um dos objetivos de desenvolvimento do milénio. Sem o PAF estavámos em 1874. Viva o PAF! Quem semeia ventos recolhe tempestadesJosé Pacheco Pereira Esta “coligação negativa” é a resposta à outra “coligação negativa”, a do PSD-CDS, que assim funcionou nos últimos quatro anos. 1. Quem semeou os ventos do modo como se respondeu na Europa à crise financeira e bancária, dos produtos tóxicos e dos bancos perto da falência recolheu a tempestade de uma “economia que mata”. Os bancos foram salvos, pelo menos para já, mas o crescimento estagnou ou andou para trás, as diferenciações sociais agravaram-se, o desemprego cresceu exponencialmente, os salários baixaram, os direitos laborais diminuíram, quando não foram extintos, as disfunções sociais agravaram-se. Todas. Veja-se a “crise dos refugiados”, espelho do estado da Europa. 2. Quem semeou os ventos da passagem da crise tóxica dos bancos para a “crise das dívidas soberanas”, uma invenção política alemã cujos efeitos perversos alargaram e aprofundaram a crise nos países do Sul, mas também em França, recolheu um reforço do poder de Merkel e Schäuble, o fim do directório com a França e o poder único de Berlim e dos seus mais directos aliados, e uma fractura entre duas Europas cujos efeitos estão apenas no início. A Europa já não é o que era e muito menos é o que se desejava que fosse. É um poder cinzento e duro, afastado de qualquer esperança e que serve para pôr na ordem povos que se arrogam de querer outra coisa. 3. Quem semeou os ventos de uma Europa assente na política de Diktat, de imposição de acordos cegos e desiguais, quem estiolou tudo à sua volta, quem levou a Europa a abandonar regras democráticas, entregar os poderes dos parlamentos nacionais aos burocratas de Bruxelas e aos políticos de um Partido Popular Europeu cada vez mais conservador e à direita recolhe fenómenos como a crescente sensação em muitos países de que a sua soberania deixou de ter sentido e de que, com ela, se perde a democracia que só a proximidade permite, o acentuar da crise profunda dos partidos socialistas e da sua posição de mandaretes do PPE, e efeitos como o do Syriza e a vitória, num dos mais importantes partidos socialistas da Europa, de pessoas como Jeremy Corbyn. 4. Quem semeou os ventos de uma ideia autoritária e antidemocrática do “não há alternativa”, afastando do direito ao poder assente no voto todos os que faziam parte de partidos e movimentos remetidos para o “inferno” de estar fora do “arco de governação”, excluiu milhões de europeus que votam “errado” de sequer terem o direito de poderem governar sem serem sujeitos a humilhações, como aconteceu com os gregos e dividiu os partidos como sendo de primeira (os que aceitam que “não há alternativa” e fazem a política económica e social da direita) e de segunda, centristas críticos da Europa, sociais-democratas, socialistas, esquerdistas diversos, comunistas, excluídos da democracia, em que votar não significa nada, porque estão “de fora” do euro e das “regras europeias” 5. Quem semeou os ventos de que nada há a fazer porque “não há alternativa” recolheu uma enorme instabilidade dos sistemas políticos, com a perda muito significativa dos votos nos partidos do “arco da governação”, mesmo que ainda estejam no governo, uma crescente ingovernabilidade, e o ascenso de movimentos de contestação do actual estado de coisas de natureza muito diferente. Ainda não se deu uma clara ruptura, mas os partidos do “não há alternativa” têm cada vez menos votos. E a abstenção cresce, assim como várias manifestações de contestação do sistema democrático e da “classe política”, e uma deslegitimação acentuada de governos, parlamentos, partidos e presidentes. 6. Quem semeou os ventos da arrogância, de um governo que não ouviu ninguém e não falou com ninguém, que recusou qualquer entendimento com o PS na aplicação do memorando, a não ser aqueles que se destinavam a dar caução às suas políticas impopulares, que fez o que queria, muitas vezes na ilegalidade, fora da Constituição e da lei, outras vezes na fronteira da legalidade, que mais do que ninguém embateu em sucessivos vetos do Tribunal Constitucional, que substituiu a boa-fé do Estado pela má-fé e pelo dolo, que, sem hesitar, quebrou contratos com os mais necessitados, ao mesmo tempo que lembrava a intangibilidade dos contratos com os mais poderosos, quem transformou o fisco numa máquina sem lei que não respeita ninguém (como antes Sócrates fez com a ASAE), quem acusou os outros de serem “piegas”, de terem culpa por estarem desempregados, de serem velhos do Restelo, antiquados e fora da moda do “empreendedorismo”, quem dividiu velhos e novos, empregados e desempregados, funcionários públicos e outros trabalhadores, quem mentiu (e mente) descaradamente a todos sem pudor nem desculpa recolheu a tempestade de um número significativo (e maioritário) de portugueses não os querer ver nem pintados. A herança de radicalização que deixaram dividiu como nunca o país e os portugueses e permitiu que uma parte maioritária daqueles cujo único voto se pode somar – os que votaram contra o Governo – sejam capazes de quase tudo para não os deixar governar, mesmo correndo imensos riscos. O impulso que permite sequer imaginar que possa haver um acordo PS-BE-PCP, uma mudança abissal da vida política portuguesa, fechando quarenta anos de discórdia e exclusão, não é sequer o da esquerda versus a direita, mas apenas pura e simplesmente o de “nem pensar em vê-los lá de novo”. O PS, que podia ter compreendido isto e ganhado as eleições, andou a pedir licença para ser bem visto nos salões da coligação e obviamente perdeu-as. 7. Para isso, estão dispostos, insisto, a quase tudo e são de facto uma “coligação negativa”, o que muitas vezes é mais seguro e sólido do que uma “coligação positiva”. E a tempestade recolhida com os ventos da arrogância dos últimos anos é que ninguém quer sequer admitir falar com ou permitir que o PaF governe, mesmo sendo o partido mais votado, mas com o pequeno problema de que, não tendo a maioria absoluta, não tem maioria nenhuma. É que esta “coligação negativa” é a resposta à outra “coligação negativa”, a do PSD-CDS, que assim funcionou nos últimos quatro anos. Se não houvesse base constitucional para isto acontecer, seria quase um golpe de Estado, mas, como há, não é. Tanto não o é que várias vezes vários políticos eminentes da área do PaF a defenderam no passado contra Sócrates, por exemplo, ou a exerceram na prática ao votar o PEC IV. Quem com ferro mata com ferro morre. 8. Quem semeou os ventos de uma governação agressiva e autista recolhe hoje a tempestade de ficar isolado. O PaF tem legitimidade para governar, e admito que o Presidente indigite Passos Coelho como primeiro-ministro, mas não existe qualquer legitimidade para exigir que o PS permita que passe o governo ou o Orçamento. Uma tem um sujeito (o PaF), outra tem outro sujeito (PS), e, não havendo entendimento, a solução de um governo minoritário do PaF não é viável. Não existe um direito divino ou exclusivo para que uma coligação, mesmo tendo ganho, exija que os outros aceitem a sua política, quando tem uma maioria contra. O Parlamento é um local de geometria variável e, em democracia, cada peça dessa geometria move-se como entende, com os riscos inerentes. Em teoria, a perda da maioria absoluta não implica necessariamente que não se possa governar, como já aconteceu no passado, mas também não implica actuar como se uma maioria relativa fosse absoluta. A tempestade que a coligação recolheu foi fruto de ter radicalizado de tal modo as fracturas da vida política portuguesa que colocou PS, BE e PCP unidos contra ela, um feito único. 9. Quem semeou os ventos de um governo que se comportou como uma verdadeira “coligação negativa” recolhe a tempestade de uma outra “coligação negativa”. O que move um lado e outro é, dito mais prosaicamente e de forma plebeia, o “pó” que uns e outros reciprocamente se dedicam. E não se pense que é apenas do lado PS-BE-PCP que há “pó”. As coisas entre o ignorante e o absurdo que se dizem sobre os novos bolcheviques que vêm aí com Jerónimo de Sousa com a faca na boca e Catarina Martins de cabelo à norte-coreano, dos insultos do catálogo completo contra António Costa e toda a gente que não alinha no discurso dominante, esmagador, catastrófico, do “não há alternativa” ao PAF, mostram que, a haver radicalismo, ele está bem representado dos dois lados. 10. Pode fazer-se a pergunta mais retórica e hipócrita: e Portugal? E os custos para Portugal? A pergunta é hipócrita por só ter sido feita agora por aqueles que viram com indiferença a destruição maciça de recursos e vidas, a arrogância do poder, a incompetência e o favorecimento, a perda da independência muito para além da presença temporária da troika cá, mas institucionalizando a troika lá, sem nunca perguntarem por Portugal. Mas podem perguntar por Portugal. Está mal, pode ainda ficar pior, mas aquilo a que assistimos hoje não nasceu hoje – nasceu ontem. Não é por ser de direita que se é estúpido, burro ou wtv. Agora quem sem benefício ou interesse próprio , apoia o PAF para mim só o pode ser ou estar muito mal informado. Como é que por esta altura do campeonato alguém ainda acredita em trickle down economics ou acha que a malta que nos tem governado tem o mínimo de empatia e respeito por quem não é rico.... Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 Cerca de 762 mil votos não contaram para a eleição de deputados Não é altura de mudar isto? Compartilhar este post Link para o post
_Nikon_ Publicado 18 Outubro 2015 (editado) De acordo com o ordenado mínimo em 1974 e com a inflação desde então, hoje receberíamos cerca de €450, portanto €55 abaixo do que se recebe hoje, não €12 acima como esse artigo indica. Inflation calculator and change of price between 2 dates. E esse artigo é de 2014. Portugueses mais pobres e a ganhar menos do que em 197417/10/2014 E esse artigo dos votos é mais um belo exemplo de quem não sabe como funciona o método D'Hondt. Existem falhas no nosso sistema de voto, sim, mas falhas a nível da formação dos círculos votantes. Não existem votos ignorados nem votos que não contam, nem sequer existe nenhum método de distribuição de votos que não os conte todos. O que deveria era existir uma formação de círculos votantes que mais se aproximasse do equilíbrio matemático entre número de votantes e número de possíveis eleitos dentro do método de contabilidade utilizado, no nosso caso o de Hondt. Editado 18 Outubro 2015 por _Nikon_ Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 Não é por ser de direita que se é estúpido, burro ou wtv. Agora quem sem benefício ou interesse próprio , apoia o PAF para mim só o pode ser ou estar muito mal informado. Como é que por esta altura do campeonato alguém ainda acredita em trickle down economics ou acha que a malta que nos tem governado tem o mínimo de empatia e respeito por quem não é rico.... Como alguém de direita que não se acha nada disso, agradeço :mrgreen: Não votei neles, mas percebo quem votou. 1º porque à direita não há outras opções, talvez a falha maior da nossa democracia. Segundo porque a maioria das pessoas votam para o 1º ministro, e entre eles e o AC, se fosse obrigado, decidia em meio segundo. Agora, a situação da política por cá está ao nível da situação do país, são relação directa, causa-efeito. Esse estudo de comparação da pobreza é na mouche, e a culpa não é só dos últimos 4 anos. À medida que as pessoas vão vendo os resultados da nossa pseudo-democracia vão-se afastando da política e do voto, o discurso do "são todos iguais" impera e vai crescer. Porque os resultados não aparecem ("economia cresce 1,6%? nunca comi percentagens e no meu bolso não vejo nada"), porque a discussão política em Portugal é baseada em criticar as ideias dos outros e não em defender as suas, porque todos os partidos estão mais preocupados em jogos de bastidores calculistas imaginando o impacto de cada passo em eleições futuras, porque há cada menos políticos de categoria desde que os média escorraçaram todos os com ideias próprias para lugares mais tranquilos nas universidades e empresas, e também porque qualquer político que diga a verdade nua-e-crua perde. A culpa não é só deles, afinal são portugueses como os eleitores. De acordo com o ordenado mínimo em 1974 e com a inflação desde então, hoje receberíamos cerca de €450, portanto €55 abaixo do que se recebe hoje, não €12 acima como esse artigo indica. Inflation calculator and change of price between 2 dates. E esse artigo é de 2014. Só uma correcção, a extrapolação é feita regredindo o SMN de agora, em 74 ele ainda não existia. Foi oferta do companheiro Vasco. Compartilhar este post Link para o post
_Nikon_ Publicado 18 Outubro 2015 (editado) Em 1974 o ordenado mínimo era de 3.300PTE. Foi o primeiro ano de ordenado mínimo, começando em 27 de Maio de 1974. Editado 18 Outubro 2015 por _Nikon_ Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 Em 1974 o ordenado mínimo era de 3.300PTE. Foi o primeiro ano de ordenado mínimo, começando em 27 de Maio de 1974. Então não foi o Vasco Gonçalves que criou o SMN!? Andei enganado a minha vida toda... :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
_Nikon_ Publicado 18 Outubro 2015 Não sei se foi ele ou não, mas eu também não disse nada em contrário. Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 Não sei se foi ele ou não, mas eu também não disse nada em contrário. Eu percebi ;) só estou a dizer que eu ando há anos a dizer que tinha sido ele a criar o SMN, e os 13º e 14º mês, mas estava enganado. ps: já vi onde estava a minha confusão https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_Gon%C3%A7alves do salário mínimo para os funcionários públicos, bem como o subsídio de desemprego Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 (editado) Como alguém de direita que não se acha nada disso, agradeço :mrgreen: Não votei neles, mas percebo quem votou. 1º porque à direita não há outras opções, talvez a falha maior da nossa democracia. Segundo porque a maioria das pessoas votam para o 1º ministro, e entre eles e o AC, se fosse obrigado, decidia em meio segundo. Isso é mentira, há outros partidos de direita. Isso também não percebo. Submarinos? Fotócopias? Demissão irrevogável? Miguel Relvas? Roubos à descarada nos bancos por parte dos amigos? Mentiras atrás de mentiras? Sacar de terços? etc...... etc...... Epá que prefiram isto ao AC apesar de não estar envolvido em metade das polémicas, ainda vá que não vá, agora ir lá por a cruz? Há que ter respeito... Isto tinha de ser postado aqui. Nunca vi ninguém tão nervoso depois de uma inequívoca vitória. Quando ela diz "e portanto temos de estar tranquilos" :mrgreen: Editado 18 Outubro 2015 por Stout Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 Isso é mentira, há outros partidos de direita. claro que há, é às mãos cheias. diz lá um que seja opção para quem é assumidamente de direita. Isso também não percebo. Submarinos? Fotócopias? Demissão irrevogável? Miguel Relvas? Roubos à descarada nos bancos por parte dos amigos? Mentiras atrás de mentiras? Sacar de terços? etc...... etc...... Epá que prefiram isto ao AC apesar de não estar envolvido em metade das polémicas, ainda vá que não vá, agora ir lá por a cruz? Há que ter respeito... Pois, e exemplos desses há na mesma proporção no PS, é só trocar as moscas que o resto é igual. Portanto não serve de alternativa. A menos simplesmente todos os eleitores de direita façam como eu e nem peguem na caneta. O adversário tem que ser a esquerda, votam num partido de direita porque é um mal menor. Comparo à situação actual do PCP ou do BE, sabem o que é o PS mas... Isto tinha de ser postado aqui. Nunca vi ninguém tão nervoso depois de uma inequívoca vitória. Quando ela diz "e portanto temos de estar tranquilos" :mrgreen: :mrgreen: é o que dá transformar um partido em muleta de outro, há algumas possibilidades de deixarem de ser precisos e atirados para um armário bafiento, e não conseguem disfarçar o medo. Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 claro que há, é às mãos cheias. diz lá um que seja opção para quem é assumidamente de direita. Pois, e exemplos desses há na mesma proporção no PS, é só trocar as moscas que o resto é igual. Portanto não serve de alternativa. A menos simplesmente todos os eleitores de direita façam como eu e nem peguem na caneta. O adversário tem que ser a esquerda, votam num partido de direita porque é um mal menor. Comparo à situação actual do PCP ou do BE, sabem o que é o PS mas... PNR? PPM? Que efectivamente à partidos à direita há, se são uma valente m*rda? Provavelmente. Se não te sentes representado ninguém te impede de tentares lançar um "movimento" ou partido ou votares em branco. Na m*rda é que não... A mim não me cheira tão mal o PS. Sinceramente acredito que há (poucas)pessoas inteligentes e de bem no PS, já na direita não. Mas mesmo que sejam os dois tão maus e corruptos, vai votar num deles? Só se fores burro... Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 (editado) PNR? PPM? Que efectivamente à partidos à direita há, se são uma valente m*rda? Provavelmente. Se não te sentes representado ninguém te impede de tentares lançar um "movimento" ou partido ou votares em branco. Na m*rda é que não... Epá lol o que eu disse, para te explicar porque é que alguém votou na coligação foi à direita não há outras opções e tu falas em fachos e lunáticos. a palavra chave era opções. e achas que a solução é as pessoas, eleitores normais, criarem partidos, ou então votarem todos em branco como eu :) nunca vais perceber 30% do eleitorado :mrgreen: A mim não me cheira tão mal o PS. Sinceramente acredito que há (poucas)pessoas inteligentes e de bem no PS, já na direita não. Mas mesmo que sejam os dois tão maus e corruptos, vai votar num deles? Só se fores burro... Ou seja, tu achas que na direita não há pessoas inteligentes e de bem? Engraçado, há uns tempos chateei-me com alguém por dizer o mesmo da esquerda. Não consigo perceber pessoas que discutem política com base no "os outros são todos mauzões". Editado 18 Outubro 2015 por Cabeça de giz Compartilhar este post Link para o post
treinadordebancada Publicado 18 Outubro 2015 Oh Stout, já criavas um tópico pessoal para os teus ataques diários à PàF, onde incluis de tudo. Uma vez ou outra ainda se aceita mas torna-se chato seres tão repetitivo. Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Outubro 2015 Oh Stout, já criavas um tópico pessoal para os teus ataques diários à PàF, onde incluis de tudo. Uma vez ou outra ainda se aceita mas torna-se chato seres tão repetitivo. quando eu estava a escrever sobre preconceito vs. respeito por opiniões diferentes, hesitei mesmo porque já temia que alguém escrevesse um post deste género... só te faltou escrever "porque no te callas" :facepalm: Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 (editado) Epá lol o que eu disse, para te explicar porque é que alguém votou na coligação foi à direita não há outras opções e tu falas em fachos e lunáticos. a palavra chave era opções. e achas que a solução é as pessoas, eleitores normais, criarem partidos, ou então votarem todos em branco como eu :) nunca vais perceber 30% do eleitorado :mrgreen: Epá mas o Paf é opção para quê? Para viverem 90% dos portugueses pior, mas não nos caír o céu em cima da cabeça? Bela opção... O PDR em que votaram mais de 50.000 pessoas não é opção? O anterior do Marinho Pinto não é de direita também? Não me vais pedir para defender os programas deles, mas fds que existem opções, existem. Se são uma m*rda? Sim, assim como o PAF. Se não há opções credíveis à direita, a solução não é alguém as criar? Se não te identificas com nenhum, não é normal que votes em branco? Eu acho que os percebo: ou ficam a dever à inteligência ou estão muito mal informados. Não estás a dizer nada em contrário.. Ou seja, tu achas que na direita não há pessoas inteligentes e de bem? Engraçado, há uns tempos chateei-me com alguém por dizer o mesmo da esquerda. Não consigo perceber pessoas que discutem política com base no "os outros são todos mauzões". Claro que não. O que eu queria dizer é que pessoas com o mínimo de relevância a nível nacional no PSD ou CDS não acredito. Pá eu tenho alguém na família que foi deputado pelo CDS, é grande amigo do Relvas e nunca me pareceu burro o homem. Quem anda nesses círculos não tem o mínimo de respeito pelo "povo", é tão simples como isso. Oh Stout, já criavas um tópico pessoal para os teus ataques diários à PàF, onde incluis de tudo. Uma vez ou outra ainda se aceita mas torna-se chato seres tão repetitivo. Olha lá que chato que é falar de política no tópico da política, hein? Se eu digo mal, porque é que não dizes tu bem? É que há sempre quem se queixe que atacam, dizem mal ou wtv, mas porque é que não defendem e exultam o progrma do PAF? Porque é que não trazem factos, números o que quer que seja para mostrar a maravilha que foi esta governação? Editado 18 Outubro 2015 por Stout Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 18 Outubro 2015 Já agora: «As contas das Legislativas que ainda ninguém fez: O PS foi o partido mais votado. Cada um dos seus 86 deputados teve de recolher em média 20.312 votos. A cada um dos 107 deputados da PaF bastou uma média de 19.462 para ser eleito. Ora os 89 deputados do PSD recolheram 1.732.118 - menos 15 mil do que o PS (que obteve 1.747.685). Assim: é urgente desmistificar a propaganda da direita sobre a "humilhante derrota do PS" e (de António Costa). A coligação de direita teve mais deputados, mas o PS foi o partido em que mais portugueses votaram.» Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 18 Outubro 2015 Não existem mais soluções de direita por sinal dos tempos. Em 74 até o PPD era de centro-esquerda porque tínhamos acabado de sair de um regime fascista, hoje quase não existem opções porque a classe média está a desaparecer e <<supostamente>> o forte da esquerda é que toda a gente convirja para ela. Em 2011 tínhamos o PND, por exemplo. Uma alternativa perfeitamente ao nível de um Livre/TDA. Quanto às pessoas inteligentes, é óbvio que existem na direita, não defendem é o mesmo que nós. De qualquer forma, e percebendo que temos uma dívida que tem de ser paga, a coligação PSD/CDS governou o País em piloto automático definido pela Alemanha e o resultado disso é que estamos mais pobres e mais atrasados a nível de desenvolvimento. É por essa mesma razão que eu defendo uma renegociação da dívida, senão corremos o risco de quando acabar isto tudo estar em 2011 e os outros países em 2030. Compartilhar este post Link para o post
_Nikon_ Publicado 18 Outubro 2015 (editado) Já conseguiste chamar burros, sem inteligência, ignorantes, estúpidos e mal informados a quem votou PàF. Isto é que chateia, não é falares de política num tópico de política. E essas contas são só estúpidas. Porque a PàF precisou de menos votos quando divididos por todos os deputados, não quer dizer que menos portugueses votaram neles. E além disso quem fez isso ainda conseguiu retirar os deputados do CDS das contas. Quem foi votar viu a opção PàF, não viu PSD e CDS em separado. E ainda além disso, estão aí os valores errados. A coligação teve 1.993.921 votos, o PSD (nas ilhas) teve 81.054 e o CDS teve (também nas ilhas) 11.190. São 2.086.165 votos para os deputados da coligação e 1.747.685 para os do PS. Nem sei como chegaram ao valor 1.732.118, já que a única maneira de votar apenas PSD (vá, PPD/PSD) era votares nos Açores ou na Madeira, onde tiveram 81.054 votos. É incrível a ginástica mental que as pessoas tentam fazer para dizer que 32,31% é maior que 36,86%. E isso de pedires factos e números seria engraçado, mas depois não podes vir dizer que está tudo errado e é mentira só porque sim. Olha aqui tanta coisa boa. Agora, com isto não quero dizer que não hajam más, obviamente que as há, mas o exercício aqui era mostrar com factos e números coisas boas que tenha vindo deste governo. Eu cumpri. Agora que cumpri desafio-te eu a dizer como estas coisas são más, ou vais continuar na senda do 'não há pessoas inteligentes', 'são todos maus e corruptos' e do 'não fizeram nada de bom, foi tudo mau'? Editado 18 Outubro 2015 por _Nikon_ Compartilhar este post Link para o post