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Gui Fla

Protestos na Venezuela

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Citação de Augusto, há 3 minutos:

Só consegues expressar isto? 

Não, mas não me apetece alongar demasiado.

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Que raio de povo esquisito o venezuelano, para quem quer tanto uma revolução tem dificuldade em consumá-la há meses... 

Ou se calhar o guaido não é o q a media internacional ocidental vendeu. 🤔

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marx inspirou-se em algumas ideias correctas do anarquismo, como a abolição da propriedade privada e não pessoal, a liberdade individual e igualdade social e perante a lei, mas teve medo de um conceito muito importante: a repulsa a todo o tipo de hierarquia e dominação

o q leva a que mts se aproveitam da sua filosofia para poder manter o poder num só sítio em vês de mts sítios: o estado

como tal, a única maneira de termos uma sociedade justa, igual e sem qlqr tipo de descontentamento por parte da população, é uma sociedade em q n temos chefes, estado, ngm a quem responder, onde a democracia será verdadeiramente uma democracia: uma anarquia

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Citação de Sumudica by Night, há 22 horas:

Incrível os tempos em que vivemos, onde podemos assistir a golpes de estado em direto na internet.

 

the time is now!!!!

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Citação

Maduro combinou saída com EUA e Rússia. Mas depois voltou atrás

Maduro combinou com os EUA, Guaidó e a Rússia a sua saída de cena. Mas presidente da Assembleia Constituinte não concordou com a decisão e Maduro voltou atrás.

O auto-proclamado presidente interino venezuelano - e reconhecido por dezenas de países estrangeiros como tal -, Juan Guaidó, lançou esta terça-feira uma investida para depor o presidente Nicolás Maduro. E terá mesmo conseguido que o socialista tenha aceitado sair do poder e seguir para o exílio. No entanto foi travado pelo presidente da Assembleia Constituinte.

Maduro terá acertado com os EUA, a Rússia e Guaidó a sua saída do poder e também as condições para pdoer ir para o exílio. No entanto, esta decisão terá sido trabada pelo vice-presidente do PSUV e presidente da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello, avança o jornal espanhol El Español.

De acordo com o jornal, o golpe estava marcado há várias semanas e devia ter iniciado apenas esta quarta-feira, mas foi adiantado um dia por os apoiantes de Guaidó terem temido que o presidente interino pudesse ser detido. De acordo com várias fontes consultadas pelos jornais venezuelanos e espanhóis, o plano contava com o apoio das Forças Armadas, do do ministro da Defesa, do chefe da segurança pessoal do ditador venezuelano e também do presidente Supremo Tribunal de Justiça. O El Español avança ainda que havia três países a par do plano: o Brasil, a Colômbia e os EUA.

Quando Guaidó lançou a iniciativa, as conversações entre as partes envolvidas (incluindo EUA e Rússia) terão começado, terminando com presidente russo Vladimir Putin a concordar que Guaidó substituísse Maduro, sob a condição da Venezuela saldar a sua dívida para com Moscovo, o seu principal aliado.

Maduro terá aceitado este pacto, como afirmou Mike Pompeo, o secretário de Estado dos EUA, mas Diosdado Cabello ter-se-á recusado em abandonar o poder em benefício de Guaidó. Esta renúncia terá sido feita durante a tarde e levou Maduro a anunciar, a altas horas da noite que não se rendia.

Guaidó já discursou em Caracas

No segundo dia desde o lançamento da iniciativa para retirar Maduro do poder, Juan Guaidó discursou em cima de um carro blindado em Caracas, a capital venezuelana. Durante o discurso prometeu continuar a libertar presos políticos, como fez com Leopoldo López, que se encontrava em prisão domiciliária, como Juan Requesens ou Iván Simonovis.

O fim da usurpação está muito, muito próximo. Está já ali à esquina, desde que nos mantenhamos nas ruas", sublinhou Guaidó, usando as mesmas palavras que tinha dito ainda esta terça-feira.

"Vêm aí dias duros de ataque, de perseguição e de caça às bruxas dentro das Forças Armadas", continuou. O presidente interino disse ter o apoio de uma grande parte dos militares, mas Maduro disse exactamente o mesmo esta terça-feira.

EUA disponíveis para ajudar com operação militar

O secretário de Estado dos Estados Unidos da América, Mike Pompeo, afirmou que os norte-americanos estão prontos para tomar uma posição militar para auxiliar a tentativa de deposição de Maduro na Venezuela.

"A ação militar está em cima da mesa. Se for isso que é necessário, será o que os EUA vão fazer", disse Pompeo durante uma entrevista com a Fox Business Network, esta quarta-feira. O secretário de Estado disse ainda que apesar de não descartar a possibilidade de uma intervenção militar, os EUA preferiam muito mais uma transição de poder pacífica.

Num vídeo gravado logo ao início da manhã de terça-feira, Guaidó apelou aos venezuelanos para voltarem às ruas para uma "rebelião pacífica". O govenro respondeu acusando Guaidó de tentar um golpe de Estado.

Durante o dia houve poucos desenvolvimentos, situação para a qual terá contribuído o alegado corte de acesso a redes sociais (como o Twitter, o YouTube ou o Facebook) e o facto de as comunicações telefónicas terem estado muitas vezes interrompidas.

As imagens mostravam centenas de pessoas nas ruas a favor de Guaidó e inclusivamente um carro armado ao serviço de Maduro a investir contra a multidão. Mas há também imagens de populares a apoiarem as forças afectas ao regime.

O Presidente da Venezuela Nicolás Maduro, apelou às Forças Armadas Bolivarianas (FAB) para que mantenham "lealdade absoluta" ao seu Governo, no mesmo dia em que um grupo de militares venezuelanos apoiaram uma tentativa de golpe do líder opositor Juan Guaidó.

"Chamo as FAB a unirem-se cada vez mais ao povo e à lealdade absoluta e a ter presente o provérbio do coração, que diz: leia sempre, traidores nunca. Junto do povo, sempre. Junto da Constituição", disse.

O apelo foi feito, na terça-feira , durante um discurso ao país, transmitido em simultâneo, de forma obrigatória, pelas rádios e televisões venezuelanas, desde o palácio presidencial de Miraflores, em Caracas.

Devido aos conflitos entre as forças policiais e os populares resultaram mais de cem feridos e pelo menos um morto, avança a organização não-governamental venezuelana Provea que afirma que um homem de 24 anos morreu durante os protestos no estado de Aragua.

"Lamentamos o assassinato hoje [terça-feira] do jovem Samuel Enrique Mendez, de 24 anos, no estado de Aragua, durante os protestos. Testemunhas culpam os grupos paramilitares (...)", escreveu a ONG na sua página da rede social Twitter, acrescentando que, com esta morte, já foram registados 53 mortos desde o início do ano durante os protestos contra o regime venezuelano.

Segundo a Provea "80% das mortes são de responsabilidade da polícia, militares e paramilitares".

Face à situação que se vive na Venezuela, o Governo português já indicou que, até ao início da noite de terça-feira em Portugal, não havia registo de problemas com a comunidade portuguesa.

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Citação de Lebohang, há 11 minutos:

O El Español avança ainda que havia três países a par do plano: o Brasil, a Colômbia e os EUA.

O Brasil, aquele país cujo presidente foi passear aos EUA recentemente e até saudou a bandeira norte-americano?

Iiiiiinteresting.

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Parece que ainda decorrem protestos mas toda a gente dá como falhado o golpe militar.

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