Grillo Publicado 7 Novembro 2014 (editado) CMPT'S 2014-15 NBA PREVIEW Featuring ||| Grilo | Mesquita | Da Gawd | Landry Agora o CMPT também tem um painel de especialistas... vá, conhecedores... nem é bem isso, é mais um painel de users que acham que conhecem suficientemente a NBA para fazer um exercício como este... Talvez até seja mais um agrupamento de gajos que um painel... Ok, desde o início. Agora o CMPT também tem um agrupamento de gajos que que julga que sabe suficientemente de NBA para fazer uma espécie de preview da época. Digo "espécie de" porque a época já começou há quase duas semanas, mas isto deu mais trabalho do que estávamos à espera. O nosso objectivo principal é dar a conhecer o que se tem passado na NBA nos últimos tempos e tentar prever o que vai acontecer nos próximos tempos. Prof.Bambo Este tópico é o ideal para a malta que só agora descobriu as maravilhas da NBA descobrir mais sobre a liga. Mas também é bom para aqueles que se limitam a seguir a sua equipa de coração durante a época e cujo conhecimento das outras equipas é escasso. E também é bom para a malta que segue tudo a par e passo, para garantir que não lhes escapou nada e porque é sempre bom ter uma opinião para compararmos com a nossa. Essas foram as principais motivações desta equipa repleta de gente ilustre (ok, também teve um pouco a ver com o facto que o preview que a maioria dos elementos da equipa seguia ter sido terminado precocemente. Portanto já sabem, se acharem isto uma imitação brega de Grantland, pedimos desde já desculpa. Mas leiam na mesma que em termos de conteúdo isto está bom. Talvez nos falte um pouco de piada. E de noção). E chega de texto introdutório, vamos para a acção propriamente dita, começando pelo Este! Para quem tiver alguma dúvida sobre os termos técnicos usados na análise, consultem o glossário elaborado pelo nosso analista Mesquita aqui EASTERN CONFERENCE Atlantic Division by Da Gawd BOSTON CELTICS Há vida nova para lá de Garnett e Pierce. Não é todos os dias que se vê uma blockbuster trade entre rivais de divisão contudo Danny Ainge, GM dos Celtics, não hesitou em retalhar todo e qualquer asset de Brooklyn por troca com Garnett, Pierce e Jason Terry. Ao fazê-lo os Celtics premiram o botão reset. Inevitavelmente a equipa acabou fora da zona de playoffs. Mudanças À entrada para 2014/15 os Celtics são uma equipa em busca de identidade. Após as trocas de Garnett e Pierce e com a lesão de Rajon Rondo os Celtics abraçaram o tank. O draft acabou por presenteá-los com Marcus Smart, um PG com potencial para se tornar num jogador interessante. Curiosamente, ou talvez não, os Celtics escolheram um jogador para a posição em que têm o seu melhor elemento, Rajon Rondo. A escolha de Smart poderá indicar que os minutos de Rondo em Boston estão contados. Se uma troca está iminente ou não é uma incógnita porém o futuro do PG dos Celtics parece estar longe de Boston. Ao longo da temporada mais novidades se poderão esperar. A offseason trouxe algumas mudanças à equipa. Para além da entrada de Smart, o draft presenteou os Celtics com outro interessante atleta em James Young. O mercado de verão trouxe ainda Tyler Zeller, Evan Turner e Marcus Thornton. Saíram Kris Humphries e Jared Bayless. Rotação e Análise PG: Rajon Rondo, Marcus Smart, Phil Pressey SG: Avery Bradley, Marcus Thornton, James Young SF: Jeff Green, Evan Turner, Gerald Wallace PF: Jared Sullinger, Brandon Bass, Dwight Powell C: Kelly Olynyk, Tyler Zeller, Vitor Faverani Os Boston Celtics chegam ao ano 2 do seu projecto de rebuild. Este é um ano crítico que acarreta em si muitas dúvidas. O plantel dos Celtics não é, per se, o mais talentoso deste planeta e terá obviamente muitas dificuldade em competir por uma vaga nos playoffs. Também existem dúvidas no que respeita à condição física de Rajon Rondo. No entanto as principais questão dizem respeito ao front office e à direcção que o franchise deverá tomar. Recheados de assets, muitos deles adquiridos a Brooklyn na trade de Garnett, e com um gigantesco cap space em 2015 para a contratação de jogadores, Danny Ainge terá que decidir se usar esses assets para atacar já o mercado com alguma troca ou esperar pacientemente com o verão. Ao fazê-lo deverá analisar a questão de Rajon Rondo. Com Smart no plantel, Rondo, que já não caminha para novo, certamente não quererá perder os seus anos dourados numa equipa em rebuild. Serão os Celtics rápidos a formar um plantel competitivo ou o rebuild está para durar? Numa breve tentativa de reforçar os Celtics, estes falharam na aquisição de Kevin Love. A Observar - Uma questão de identidade: Ainge tem muito trabalho pela frente. Que rumo seguir? Falhado o ataque a Love, o processo de rebuild poderá estar para continuar durante algum tempo. - Rajon Rondo. Residem dúvidas quanto à sua forma física e se voltará aos courts apresentando o nível do passado. O PG é essencial no definir do sucesso da temporada dos verdes de Boston. - Rajon Rondo part deux: devem os Celtics trocar um Rondo que não caminha para novo? Se o fizerem certamente outros estarão na calha, como Brandon Bass ou Jeff Green. Previsões Rondo volta a ser Rondo, Sullinger surge a nível All-Star e Olynyk e Zeller oferecem uma robustez defensiva tremenda capaz de defender o paint dos Celtics. Os Celtics lutam por uma vaga nos Playoffs mas acabam por ficar fora por curta margem. Rondo não aparece, seja por motivos físicos ou por troca, os jovens da equipa continuam a cometer erros primários e os Celtics têm mais uma época para esquecer… ou relembrar com uma boa pick no draft. Caso Rondo saia, sempre há a Maria Menounos. BROOKLYN NETS Uma blockbuster trade, um inicio fraco, uma fulgurante segunda metade de época e uma saída de cena na segunda ronda dos playoffs. Em suma, e tendo em conta o gasto por Mikhail Prokhorov (que parece estar a preparar o seu plano de fuga da NBA), a temporada dos Nets ficou aquém das expectativas. Brooklyn entra em 2014/2015 ainda a apalpar terreno. Mudanças A grande mudança está no banco. E é caso para dizer que os Nets mudaram para melhor com a contratação de Lionel Hollins após o fiasco em torno da saída de Jason Kidd para os Bucks. Hollins é superior a Kidd e neste campo Billy King, GM dos Nets, mexeu bem, o que não tem sucedido no passado. Em quadra também ocorreu algumas mudanças. A primeira delas diz respeito à saída de Paul Pierce, adquirido aos Celtics na temporada passada, ruma à capital e aos Wizards. Apesar da sua produção ter vindo a registar quebras, a sua experiência e liderança são sempre aspectos que vão fazer falta aos Nets. Na posição de PG também se registaram alterações com a saída do versátil, e muitas vezes titular na ausência de Deron Williams, Shaun Livingston para Golden State. Para cobrir a posição deixada em aberto pelo base surge Jarrett Jack. Jack será uma mais-valia se voltar à forma que mostrou nos Warriors há dois atrás. Para o frontcourt salta Andray Blatche e entra o intrigante atirador russo Bojan Bogdanovic que brilhou a grande altura no último mundial. De assinalar ainda a saída de Marcus Thornton. Em resumo, perante as várias saídas do plantel, esta equipa dos Nets aparenta ter menos profundidade que a que tivera no ano passado. Rotação e Análise PG: Deron Williams, Jarrett Jack, Jorge Gutierrez SG: Joe Johnson, Alan Anderson, Markel Brown SF: Bojan Bogdanovic, Andrei Kirilenko, Sergey Karasev PF: Kevin Garnett, Mirza Teletovic, Cory Jefferson C: Brook Lopez, Mason Plumlee, Jerome Jordan São muitas as dúvidas em torno dos Brooklyn Nets. Em primeiro lugar, conseguirá finalmente Brook Lopez ter uma temporada livre de lesões? Terá Kevin Garnett pernas para enfrentar os seus oponentes na posição 4, depois de no ano passado ter jogado essencialmente a poste? E Joe Johnson? Será mais uma vez ele o responsável pela produção ofensiva da equipa? Mas a principal dúvida reside em Deron Williams: será ele capaz de voltar ao estatuto de elite? Caso seja, atenção a Brooklyn. Demasiados pontos de interrogação para tão poucas certezas. Ainda assim, a equipa dos Nets possui talento no poste com Lopez, Plumlee e Garnett, tem um backcourt talentoso e experiente com Deron Williams e Joe Johnson e tem no banco um general com provas dadas capaz de gerir a infantaria nova-iorquina. A Observar - Deron Williams: é fulcral que volte a ser o jogador que fora em tempos e que rivaliza com Chris Paul o estatuto de melhor PG da liga. - Brooklyn Nets Health Care Center: as lesões têm sido uma tormenta para o conjunto de Brooklyn. Williams e Lopez são casos paradigmáticos disso mesmo. Por seu turno, nunca é de fiar num Kevin Garnett com os seus 38 anos. - Lionel Hollins: é um excelente treinador e aqui os Nets ficaram a ganhar. Provavelmente a melhor transação da época para a turma que equipa de negro. Previsões Na melhor das hipóteses, ou seja, com o essencial do núcleo da equipa saudável e em forma, os Nets podem almejar, quem sabe, ao trono da divisão do Atlântico. Ainda assim, e dentro destas condicionantes, o mais provável será carimbar presença nos playoffs com uma seed baixa. Brook Lopez volta a lesionar-se, Deron Williams não consegue retornar ao estatuto de estrela, Mikhail Prokhorov vende a equipa e prepara-se para enfrentar Vladimir Putin nas presidenciais de 2018. Jay-Z torna-se fã dos New York Knicks. Ah, os Nets falham os playoffs. NEW YORK KNICKS Desapontante. Se há palavra que adjective a época 2013/2014 dos Knicks é esta. Após uma temporada em que a turma da Big Apple conquistou o título divisional, a época 13/14 marcou um retrocesso gigantesco que se materializou com o falhanço na qualificação para os Playoffs. A mudança começou a conjecturar-se ainda antes do fecho de época com a contratação de Phil Jackson. Mudanças Uma nova filosofia e uma nova identidade. Mais do que as entradas de José Calderón, Cleanthony Early, Shane Larkin, Quincy Acy ou Jason Smith, e as saídas de Tyson Chandler e Raymond Felton, as grandes mudanças dos Knicks deram-se a nível conceptual. Com a chegada de Phil Jackson à presidência dos New York Knicks o triângulo voltou à NBA. E com o triângulo os Knicks mudam o chip e abraçam um novo modelo. E para implementar o triângulo quem melhor que um discípulo do Zen Master – Derek Fisher. Depois de falhada a contratação de Steve Kerr, Phil Jackson voltou-se para o seu antigo base nos Lakers e assinou com ele um contrato milionário válido por 5 anos. Os primeiros tempos não serão certamente fáceis para o rookie treinador nova-iorquino que, para já, tem dado na vista com os seus impecáveis fatos de corte italiano. Outra das mudanças mais significativas deu-se na posição de base. Os Knicks, ao fim de alguns anos, encontraram em José Calderón um PG que faz jus à posição. Rotação e Análise PG: Jose Calderon, Shane Larkin, Pablo Prigioni SG: Iman Shumpert, JR Smith SF: Carmelo Anthony, Tim Hardaway Jr., Cleanthony Early PF: Amar’e Stoudemire, Quincy Acy, Jason Smith, Travis Wear C: Samuel Dalembert, Andrea Bargnani, Cole Aldrich Mais do que uma filosofia de jogo, o triângulo é um conceito transformado em matriz de jogo por Phil Jackson. Ao ler a sua obra “Eleven Rings: The Soul of Success” ficamos com a noção de que o triângulo é resultado de um modo de estar na vida por parte do Zen Master. Não é fácil implementar este esquema, como fácil não será certamente reprogramar jogadores habituados a outros estilos de jogo. Mais difícil ainda será encontrar as peças para executar o triângulo. Na formação dos Knicks Carmelo Anthony será, naturalmente, o ponto focal. O triângulo requer bons spot-up shooters, algo que os Knicks têm (e aqui Calderon e Hardaway Jr encaixam bem), contudo falta outro elemento essencial: um big man que funcione como facilitador da manobra ofensiva da equipa. Não se pode pedir a Dalembert que distribua. A questão do poste talvez fique adiada para 2015 com, quem sabe, Marc Gasol, o free agent que mais encaixa no perfil de big man do triângulo. Aliás, mais do que se ser bem sucedido esta época, a missão dos Knicks, e de Derek Fisher em particular, será lançar as bases para 2015. Tanto a nível de aprendizagem do modelo de jogo como de atração de free agents. A Observar - Triângulo: aprender o modelo exigirá tempo e paciência, algo que em Nova Iorque não é usual. Contudo, se o entrosamento for rápido e eficaz, quem sabe se os Knicks não podem surpreender. - Amar’e, Bargnani e JR Smith. Sejámos sincero, alguém os imagina no triângulo? Contudo em contract year os milagres são possíveis. - 8th seed or a lotery pick?: o eterno debate “to tank or not to tank”. Do ponto de vista do adepto, torcer para que a equipa perca é considerado contra-natura. No entanto o sistema da NBA favorece os perdedores. Por mais apaixonados que os adeptos dos Knicks sejam eles sabem que a actual equipa não tem a menor chance nos playoffs frente a Chicago e Cleveland. Assim sendo, não seria melhor uma lotery pick? E não será essa pick mais um atrativo para a vinda de free agents em 2015? As respostas a estas questões dependem muito do entendimento de cada adepto em particular. Previsões Na melhor das hipóteses, o triângulo é rapidamente apreendido pelo plantel e os Knicks, não só alcançam um lugar nos Playoffs como lutam com Toronto pelo título da divisão. Nova Iorque torna-se um local atrativo para free agents. No espectro negativo, ninguém se entende com o conceito de Phil Jackson, Melo queixa-se da falta de apoios, JR Smith pensa em quadrados em vez de triângulos e os Knicks voltam a falhar os playoffs. Perante um estilo de jogo desgarrado e incompreendido pelos jogadores, Emmy Rossum e Taylor Swift apresentam-se como o que de mais belo que se pode apreciar no Madison Square Garden. PHILADELPHIA 76ERS Os Sixers ganharam 19 jogos e perderam 63! Foram a pior equipa da NBA! (Errata: a sério Bucks!? Ainda conseguiram ser piores que Philadelphia? 15 vitórias apenas? Really!?) Que análise há a fazer!? Ainda assim nem tudo foi mau para Philadelphia uma vez que Michael Carter-Williams acabou por ser eleito o rookie do ano. Mudanças Há um ano atrás no Draft, os Sixers, escolheram em Nerlens Noel um jogador que estaria afastado dos courts durante toda a temporada. Este ano Sam Hinkie decidiu aumentar a parada e escolherem dois (!!) jogadores que vão ver a temporada 2014/15 pela televisão. Joel Embiid (uma verdadeira estrela no Twitter!) e Dario Saric foram as escolhas dos Sixers no recheado draft de 2014. Mais do que meras escolhas, estas opções apontam uma direcção: a estratégia de tanking é para continuar, demore o processo o tempo que demorar. Como se não bastasse, o GM dos Sixers fez questão de piorar ainda mais a equipa ao trocar Thadeus Young por uma 1st round pick, facilitando a troca de Kevin Love para Cleveland. Entraram na equipa Mbah A Moute, Alexey Shved e KJ McDaniels. Rotação e Análise PG: Michael Carter-Williams, Alexey Shved SG: Tony Wroten, K.J. McDaniels, Jason Richardson SF: Luc Richard Mbah a Moute, JaKarr Sampson, Jerami Grant PF: Nerlens Noel, Malcolm Thomas C: Henry Sims, Brandon Davies, Joel Embiid Não tenhámos dúvidas que em Philadelphia há um plano condignamente estruturado com pés e cabeça. Pela primeira vez em tempos, os Sixers têm uma direcção bem definida e vão manter-se nesse caminho. A questão é: até quando? Quanto tempo precisarão os homens de Brett Brown para se tornarem competitivos? Com efeito, os fãs dos Sixers que se preparem para mais uma longuíssima temporada de derrotas e péssimo basquetebol. Contudo nem tudo são más notícias. Em Philly poderá ver-se o melhor rookie da época passada, Michael Carter-Williams e, finalmente, Nerlens Noel fará a sua estreia na liga. Atractivos suficientes para pagar um bilhete e ver o franchise em acção… ou talvez não! Deixemos ao critério do leitor. A Observar - Nerlens Noel: um tremendo jogador, cheio de potencial que brilhou no campeonato universitário. Expectativa para ver como faz a transição para o basquetebol profissional e se a condição física o ajudará nesta sua incursão pela NBA. - Sam Hinkie e quantas picks de 2ª ronda voltará a conseguir colecionar. - Erm, podemos ficar por aqui? Previsões Tal como na época passada, os 76ers começam bem a época e alcançam um razoável número de vitórias que lhes permitam evitar o recorde da mais derrotas em uma só temporada. No fim ainda ficam com a 1ª escolha do Draft. Recorde de derrotas e, uma vez mais, sem a 1ª escolha no Draft. Há pior que isto? Sim, o basquetebol por eles praticado! "Que fixe! Vou jogar nos Sixers!" TORONTO RAPTORS Just Hold On We Are Going Home À entrada para a época 2013/2014 as previsões apontavam para mais um duelo fratricida entre os dois velhos rivais nova-iorquinos pela vitória na divisão do Atlântico. No court as coisas foram diferentes. Apesar da indefinição inicial de Masai Ujiri, GM dos Raptors, que a certa altura chegou a apontar baterias para o tank, a verdade é que, após a troca de Rudy Gay, o conjunto de Toronto reagiu em grande estilo, superando as expectativas do mais optimista adepto da equipa, ao vencer de forma convincente aquela que é, muito provavelmente, a divisão mais fraca de toda a NBA. No entanto, e chegada a fase a eliminar, os Raptors não souberam tirar partido do factor casa e caíram perante os rivais de divisão Brooklyn Nets. A expectativa é fazer melhor nos playoffs esta temporada. Mudanças Pouco há a dizer quanto a mudanças uma vez que a palavra de ordem no franchise canadiano é estabilidade. E está precisamente na estabilidade o grande negócio da época para os Raptors: a renovação do PG Kyle Lowry por mais 4 anos com o conjunto canadiano. Dentro da mesmo filosofia, Dwayne Casey, treinador dos Raptors, poderá agradecer a Masai Ujiri a continuidade de Patterson e Greivis Vasquez, dois jogadores bastante úteis que conferem profundidade à formação de Toronto. No que diz respeito a entradas, Lou Williams, adquirido a Atlanta juntamente com Lucas Nogueira, vem acrescentar ao conjunto canadiano um scorer off the bench do estilo Jamal Crawford, possibilitando assim um upgrade significativo à segunda unidade dos Raptors que no ano transacto se revelou pouco eficaz na marcação de pontos. A juntar a Williams, os Raptors contrataram ainda James Johnson Rotação e Análise PG: Kyle Lowry, Greivis Vasquez SG: Terrence Ross, Louis Williams SF: DeMar DeRozan, James Johnson, Landry Fields PF: Amir Johnson, Patrick Patterson, Tyler Hansbrough C: Jonas Valanciunas, Chuck Hayes, Greg Stiemsma, Lucas Nogueira Os fãs dos Raptors esperam certamente que este seja o ano de afirmação de dois dos seus jogadores mais jovens: Terrence Ross e Jonas Valanciunas. A performance de Ross melhorou significativamente na época anterior. O jovem extremo passou, de forma mais regular, a marcar pontos na casa das dezenas, contudo será esperada uma maior constância no rendimento para esta temporada. Quanto ao lituano, após uma pré-época na qual trabalhou com Hakeem Olajuwon, a expectativa é que se torne mais efectivo no low post. Toronto precisa da sua acutilância se quiser tornar mais harmonioso o seu jogo ofensivo, ficando assim menos dependente dos rasgos individuais de um backcourt estelar composto por Kyle Lowry e DeMar DeRozan, pois têm sido essencialmente eles, sobretudo Lowry, os responsáveis pela manobra ofensiva da turma canadiana. A Observar - Um núcleo jovem: a principal missão de Masai Ujiri nesta pré-época terminou num sucesso – renovar com contrato com os principais jogadores da equipa. Entre esses jogadores existe muita juventude. Cabe a Casey saber potenciar todos estes jovens. Muito do sucesso de Toronto passará pelo desenvolvimento deles, nomeadamente de Terrence Ross e Jonas Valanciunas. - Será uma equipa liderada por DeRozan e Lowry capaz de chegar longe no Este? Esta é a pergunta do Milhão de dólares. - Expectativas elevadas: numa divisão pífia, os Raptors são favoritos claros ao título. No entanto, e após a conquista desse mesmo título na época passada, é exigido mais à equipa do Canadá. A derrota frente a Brooklyn pôs a nu muitas das fragilidades de Toronto. Previsões Com mais um ano de experiência, com um maior entrosamento entre jogadores e com as explosões de Ross e Valanciunas, os Raptors assumem-se com um rival a ter em conta na luta pelo Este, isto para além da vitória mais do que tranquila no Atlântico. No mais optimista dos cenários, a formação de Toronto poderá causar problemas a Chicago e Cleveland. Um mau cenário será a repetição da época passada, isto é, apesar de se mostrarem competitivos os Raptors não conseguem almejar mais do que a vitória no Atlântico e uma saída prematura nos Playoffs. No mais catastrófico dos cenários Toronto perde a divisão para uns surpreendentes New York Knicks. Drake adia o lançamento do seu novo CD. Southwest Division by Grilo ATLANTA HAWKS Na estreia de Mike Budenholzer como técnico principal, os Hawks, mesmo desprovidos de Al Horford durante a maioria da época, conseguiram atingir a muito custo os playoffs depois de uma luta aguerrida com os Knicks durante as últimas semanas de fase regular. Na ausência de Horford, Kyle Korver, Jeff Teague e Paul Millsap foram as estrelas da equipa, conseguindo números muito bons, tendo até Millsap sido escolhido para o All Star Game. Mudanças Pouco mudou na formação da Geórgia, a saída de um jogador importante à rotação como era Cartier Martin foi bem colmatada com as entradas de Kent Bazemore, MVP da Summer League da época transacta e do exímio defensor suíço Thabo Sefolosha. O extremo/poste Adreian Payne, escolha dos Hawks no draft, também promete lutar por minutos. Rotação e Análise PG: Jeff Teague/Dennis Schroder SG: Kyle Korver/Kent Bazemore SF: DeMarre Carroll/Thabo Sefolosha PF: Paul Millsap/Mike Scott/Adreian Payne C: Al Horford/Pero Antic Mike Budenholzer foi capaz de manter o núcleo duro da equipa, e apenas faltando uma solução de mais qualidade na posição 3, os Hawks apresentam-se como um dos candidatos a garantir a homecourt advantage no este. Com Thabo Sefolosha a dar consistência à defesa nos momentos apertados e Jeff Teague a manter-se na forma do ano passado, onde foi dos melhores bases da liga, os Hawks parecem no bom caminho para uma boa época. A Observar Al Horford e os seus peitorais: Nas duas últimas épocas, o forte poste dominicano perdeu grande parte dos jogos da sua equipa com duas lesões distintas mas iguais. Dois rasgões nos músculos peitorais, um em cada lado, impediram Al Horford de dar o seu contributo à equipa. Será que este ano conseguirá não rasgar nenhum? Mike Budenholzer: O técnico dos Hawks, antigo discípulo do Mestre Popovich, mostrou no ano passado ser um técnico muito competente, tendo conseguido fazer uma omeleta onde existiam poucos ovos depois da lesão precoce de Al Horford. Será que conseguirá repetir a proeza do ano anterior? Recordista: No ano passado, Kyle Korver conseguiu bater o recorde de Dana Barros de 89 jogos consecutivos a conseguir converter um lançamento de 3-pontos com uma sequência de 127 (!) jogos. Será que o franco-atirador de Orange County, California, conseguirá este ano começar outra sequência semelhante? Previsões A época dos Hawks depende muito de como Al Horford vai regressar. Se for com a mesma qualidade que nos habituou antes das lesões e se conseguirá manter-se longe delas os Hawks têm boas chances de garantir a Homecourt Advantage, o título da divisão e até lutar pelo título da conferência. Se não conseguir e se a isso se juntar umas lesões de Millsap e Teague, os Hawks andarão na luta para não ficar de fora dos playoffs, como na época transacta. CHARLOTTE HORNETS Os Hornets fizeram uma época à altura das expectativas, mesmo com a sua estrela, o big man Al Jefferson, falhando alguns jogos durante a época. Conseguiram atingir os playoffs, sendo eliminados em 4 jogos pelos Heat na primeira ronda, novamente com Al Jefferson a sofrer de uma lesão que não era impeditiva de jogar, mas que o limitava. Mesmo com a lesão, Al Jefferson foi um dos melhores jogadores da série, deixando muitos a pensar o que teria sido da eliminatória sem a plantar fasciitis que o poste dos Hornets sofreu. Outro jogador em grande evidência durante a época foi Kemba Walker, que consolidou a sua reputação como um dos melhores bases da liga. Mudanças Os Hornets conseguiram assinar com uma das estrelas mais desejadas desta offseason, Lance Stephenson, que no ano passado em Indiana evoluiu imenso e se tornou num jogador muito influente na dinâmica ofensiva e defensiva dos vice-campeões de este, tendo sido o jogador com mais triplos-duplos de toda a liga, com 5 triplos-duplos (e 20 duplos-duplos, algo não muito comum em SG’s como ele). Os rookies da equipa, Noah Vonleh e PJ Hairston também prometem dar luta aos veteranos. O único jogador que os Hornets perderam foi o experiente base Luke Ridnour. Para o substituir, veio dos Pelicans, o base sósia de Thiago Alcântara, Brian Roberts, que é um base sólido, mas que não atinge os níveis do base que se mudou para Orlando. Rotação e Análise PG: Kemba Walker/Brian Roberts SG: Lance Stephenson/Gary Neal/PJ Hairston SF: Michael Kidd-Gilchrist/Gerald Henderson PF: Marvin Williams/Cody Zeller/Noah Vonleh/Jason Maxiell C: Al Jefferson/Bismarck Biyombo O roster da equipa de Charlotte é algo “coxo”. Se o 5 inicial é dos melhores da NBA, com Kemba, Lance, e Al Jefferson à cabeça, bem co-adjuvados pela esperança Michael Kidd-Gilchrist, os Hornets parecem ser capazes de arquear com todas as equipas. O problema vem na posição 4 e no banco. Na posição 4, Cody Zeller (que tanto pode jogar a 4 como a poste) demora a afirmar-se, o rookie Vonleh ainda não está preparado e sobra Marvin Williams, vindo este ano de Utah, um jogador que tarda em afirmar-se na liga, tendo feito a época passada numa má equipa em que não era difícil ter números interessantes e onde apenas obteve apenas 9.1 pontos/jogo e 5.1 ressaltos. Não parece ser nada o tipo de 4 que Al Jefferson precisava para jogar a seu lado, o chamado stretch 4 que consegue fugir para zonas mais longe do cesto aproveitando o seu lançamento de longa-média distância para tirar o melhor proveito que o double team que Al Jefferson normalmente sofre dos homens grandes das restantes equipas. Depois no banco, nem Roberts, nem Gary Neal, nem Bismarck Biyombo parecem ter capacidades para permitirem o big-3 da equipa ter minutos suficientes de descanso. A Observar The Eight Grader: É a primeira época de Lance Stephenson longe da protecção de Larry Bird. Muitos diziam que Lance, vindo de um meio complicado, teria em Indiana o meio ideal para crescer com todo o mecanismo do franchise a protegê-lo dos perigos que o seu background lhe podia trazer e conseguindo manter a sua personalidade vincada sob controlo. Agora em Charlotte, será que conseguirá manter o nível que nos demonstrou no ano passado e apenas deixar a sua personalidade transparecer quando jogar contra LeBron James? MKG: No ano passado, o lançamento de Michael Kidd-Gilchrist foi muito criticado, e era apontado como um dos defeitos que o extremo de Charlotte tinha e que o impedia de se transformar num valor seguro da NBA. Neste verão, surgiram notícias de que MKG treinou afincadamente o seu lançamento. Terá conseguido elevar o nível do seu lançamento suficientemente para as críticas acabarem? Michael Jordan: Para muitos o melhor jogador de sempre, o herói dos Bulls é o dono da equipa da sua terra natal e é presença comum nas bancadas na Time Warner Cable Arena. O que muitas vezes leva a momentos como este, onde um pretendente ao seu trono se picou com MJ E a previsão do nosso “colega de profissão” Jalen Rose de que Michael Jordan vai fazer um novo regresso e fazer um jogo pelos Hornets é sempre válida. Previsões Os Hornets são uma equipa com ambições na conferência de este, e caso tudo se mantenha nos eixos, não é descabido pensar num homecourt advantage para a equipa de Charlotte. Contudo, se a época de Al Jefferson for carregada de lesões e se Lance não se adaptar bem em Charlotte, os Hornets poderão ser uma das equipas a ter algumas dificuldades na conferência, mas mesmo podendo andar ali na dança dos últimos lugares dos playoffs, dificilmente os falharão. MIAMI HEAT O big-3 de Miami concluiu o seu triunvirato de sucesso em South Beach com um vice-campeonato, sendo subjugados pelos campeões Spurs em 5 jogos. Na realidade, nesta última época, o triunvirato não foi bem um triunvirato, já que foi LeBron James que carregou a equipa às costas durante grande parte da época devido aos joelhos de D-Wade e ao facto de Chris Bosh não ter estado no seu melhor. Mudanças Não há como fugir. Miami já não é a casa daquele que é unanimemente reconhecido como o melhor jogador da liga, LeBron James (nem de Shane Battier ou James Jones). Mas isso pode não trazer só coisas negativas aos Heat. Se por um lado, é sempre mau perder o melhor jogador da liga, por outro lado pode trazer um novo basket a Miami, um que não depende tanto de um jogador mas mais do colectivo. E os Heat fizeram algumas boas adições ao seu roster, como Luol Deng, Josh McRoberts e os seus rookies, Shabazz Napier, base campeão da NCAA em título e eleito melhor jogador do final-four e James Ennis que prometeu muita espectacularidade na Summer League. A Observar Ressaca: O que será de Miami depois de LBJ? Vão conseguir manter o nível competitivo e atingir os playoffs ou irão vir por ai abaixo e entrar na lottery? T-Rex ou D-Wade? Quem irá assumir a posição de estrela de equipa depois da partida de LeBron? Será Chris Bosh, que em campo durante a pré-epoca pareceu voltar a fazer mais o que fazia em Toronto ou será Dywane Wade que vai conseguir ultrapassar os problemas nos joelhos e voltar a afirmar-se como um dos melhores jogadores da liga? Ou será que os dois vão ter uma conta a ajustar com o agora jogador dos Cavs e vão rasgar tudo durante a época? Spo: O reino de Eric Spoelstra em Miami coincidiu com o reino de LeBron e sempre foi ensombrado pela presença da pessoa mais famosa de Akron, Ohio no seu roster, (descobri entretanto que o irmão Curry que sabe jogar basket, uma actriz do CSI com ar de grega, uma antiquíssima modelo da Playboy e esta senhora também nasceram lá, mas mantenho a minha afirmação inicial), sendo por isso o seu trabalho, vencedor de dois títulos, constantemente subvalorizado pelo facto de LBJ ser o seu go-to-guy. Será que vamos ter a confirmação que os anéis de Spo se devem a LBJ ou que se devem ao grande conhecimento basquetebolístico do filipino-americano? Previsões Se os Heat conseguirem esquecer a falta do LeBron e pelo menos um dos dois antigos integrantes do big 3 conseguir atingir níveis que todos sabemos que podem atingir, os Heat podem ter uma palavra a dizer no que toca ao Homecourt Advantage. Mesmo se não conseguirem ultrapassar LBJ esta época, o fraco quadro competitivo que a conferência de este lhes oferece, significa que muito dificilmente os Heat falharão os playoffs. ORLANDO MAGIC Os Magic fizeram uma época à altura das expectativas, com um plantel com muitos jovens e com algumas lacunas, era esperado um tanking intenso por parte da equipa floridiana e foi isso que aconteceu, com os Magic a conseguirem apenas 23 vitórias, o terceiro pior registo da liga e a 4ª pick no draft de 2014. Serviu a época para a confirmação do poste montenegrino Nikola Vucevic, para dar um bom contrato a Arron Afflalo em Denver e para dar experiência ao rookie Victor Oladipo, que passou grande parte da época a jogar fora de posição a primeiro base. Mudanças Os Magic fizeram muitas mudanças nesta offseason, com muita gente a entrar e a sair. Os bases Jameer Nelson e o já referido Arron Afflalo abandonaram Orlando, nomes que davam qualidade e experiência ao roster dos Magic. Com eles foram também Jason Maxiell e Ronnie Price que não eram peças importantes no roster dos Magic. No caminho inverso, vieram Luke Ridnour, o experiente base que já passou por inúmeras equipas da liga, o bom base atirador francês Evan Fournier que veio na troca de Arron Afflalo, Willie Green que o ano passado teve muitos minutos numa das melhores equipas da NBA, os Clippers, Channing Frye, que, regressado de um problema grave a nível cardíaco, fez uma excelente época na equipa sensação do último ano, os Suns e vindo de Charlotte, a incógnita Ben Gordon. Finalmente, os rookies Aaron Gordon e Elfrid Payton que prometem ter muitos minutos na rotação de Jacque Vaughn e como tal, lutar pelo prémio de Rookie do ano. Rotação e Análise PG: Elfrid Payton, Luke Ridnour SG: Victor Oladipo, Evan Fournier, Ben Gordon, Willie Green SF: Tobias Harris, Maurice Harkless PF: Aaron Gordon, Channing Frye, Andrew Nicholson C: Nikola Vucevic, Kyle O’Quinn Antevê-se outra época de sofrimento para os Magic. A muita juventude promete muito espectáculo, mas a falta de experiência que advêm dessa mesma juventude juntamente com a grave lesão de Victor Oladipo e com a má qualidade do treinador Jacque Vaughn, não vai permitir grandes voos à equipa de Orlando. Mas se há alguma coisa que prometem é trazer muita espectacularidade e esporádicas grandes exibições das grandes esperanças do seu roster. A Observar Rooks: Os Magic, com as trocas à mistura, ficaram com duas das picks mais altas de um dos mais promissores drafts dos últimos anos e não fizeram as coisas por menos. Escolheram o espectacular base Elfrid Payton que promete trazer encontrar linhas de passe para os seus colegas que a maioria dos bases da liga não encontra e o explosivo extremo vindo da Universidade do Arizona, Aaron Gordon, que vai chatear muita gente na luta das tabelas Nikola Vucevic: O poste montenegrino vai para a sua 4ª época na liga e nos últimos dois anos confirmou-se como uma das maiores esperanças a nível de jogo interior na liga e confirmou que de Montenegro só vêm jogadores altos chamados Nikola com grande qualidade (Vucevic, Pekovic e Mirotic). Se alcançar esta época o mesmo nível das épocas anteriores promete trazer grande dores de cabeça aos postes que visitarem Orlando esta época. Disneyland: Como não há assim muito que falar do que Orlando pode fazer, fica a pro-tip para os fãs dos Magic aqui do fórum. Se forem a Orlando ver um jogo da vossa equipa e saírem de lá com uma mais que provável derrota, não fiquem aziados, visitem a Disneyland, divirtam-se e voltam a casa contentes. Previsões O melhor que os Magic podem ambicionar nesta época é um dos seus bases ganhar o prémio de Rookie of the Year, algo para o qual estão bem posicionados, visto serem dos rookies que mais minutos irão ter, algo que costuma ser bom presságio. O pior, bem, o pior também não é assim tão mau para o plano de rebuild que têm em marcha, é tankar e esperar por outra pick alta. WASHINGTON WIZARDS Os Wizards fizeram uma época tranquila na fácil conferência de este, com John Wall e Bradley Beal a assumirem-se como dois dos mais fortes bases da liga e por consequente fazendo do backcourt dos Wizards um dos mais fortes da liga, bem co-adjuvados por Nenê que ainda falhou alguns jogos, por um Trevor Ariza em ano de contrato e pelas boas adições de Marcin Gortat e Andre Miller ao plantel. Nos playoffs, os Wizards conseguiram-se impor a uns Bulls desfalcados em 5 jogos e obrigaram os Pacers a 6, tendo oferecido muita resistência à equipa vinda de Indiana. Mudanças Pouco mudou no roster da equipa da capital, tendo saído apenas Trevor Ariza, sendo a sua saída colmatada por “The Truth” Paul Pierce a quem se juntou Rasual Butler e o ex-Mr. Kim K, Kris Humphries que vieram dar profundidade necessária aos Wizards. Rotação e Análise PG: John Wall/Andre Miller SG: Bradley Beal/Garrett Temple/Glen Rice Jr. SF: Paul Pierce/Otto Porter Jr./Rasual Butler PF: Nenê/Drew Gooden/DeJuan Blair C: Marcin Gortat/Kris Humphries A lesão que Bradley Beal sofreu na offseason pode afectar as aspirações dos Wizards na primeira parte da época, mas à excepção desse período, os roster da equipa de Washington é, à primeira vista um dos mais fortes da liga. Um dos backcourts mais fortes da liga com Andre Miller como boa solução vinda do banco, com um dos mais fortes e mais subvalorizados frontcourt, com Gortat, Nenê e um experiente Paul Pierce, com qualidade nas soluções de banco em Kris Humphries, Gooden e especialmente Otto Porter Jr, só se antevêem coisas boas para o conjunto treinado por Rick Wittman A Observar The Truth: Pois é meus amigos, Paul Pierce já tem 37 anos e estamos à beira de dizer adeus a um dos mais geniais jogadores da NBA e com certeza um future hall of famer. A questão é: conseguirá o 10x all star jogar a um nível semelhante ao que nos apresentou em Boston e durante algumas partes da época passada em Brooklyn e oferecer algo mais do que experiência ao conjunto de Washington? Beal: É a segunda lesão grave que o segundo base dos Wizards sofre em 3 épocas, o base dos Wizards parece ser algo propenso a lesões. A equipa da capital norte-americana precisa da sua presença em campo e precisa que o nativo de St. Louis, Missouri volte depressa e volte saudável para dar o seu contributo à equipa. Nenê: Este aqui já leva o carimbo pessoal das preferências do vosso amado analista, que tem um fraco por postes que primam pela inteligência e que ao invés de tentarem fazer tudo à base da força, só a usam quando é necessário. Na minha humilde opinião, Nenê é talvez dos jogadores mais subvalorizados na liga, e acredito que foi devido aos inúmeros problemas de saúde que teve que ainda não atingiu patamares mais elevados, nomeadamente uma participação no All-Star Game. Um Noah dos pobres. E mais explosivo. Previsões Os Wizards têm um plantel muito sólido, e são uma das quatro equipas com ambições reais ao título da conferência. Contudo, se Beal e Nenê se voltam a lesionar, The Truth acabar por ser The Lie e sobrar Gortat e Wall para lidarem com os outros contenders, será difícil para os Wizards se aguentarem, mas muito dificilmente falharão os 4 primeiros lugares e perderão o homecourt advantage Central Division by Da Gawd CHICAGO BULLS A expectativa era grande para o regresso de Derrick Rose, afastado por lesão durante cerca de 1 ano. Ao fim de meia dúzia de jogos a expectativa deu lugar a nova desilusão. Mais uma vez, a estrela dos Bulls se lesionara. Mais uma vez, o afastamento dos courts. E mais uma vez, uma sáida prematura de cena dos Bulls nos playoffs. Mudanças No verão de 2010 os Bulls apresentaram-se no mercado de free agents com ambição. LeBron, Stoudemire, Bosh, Wade, entre outros, eram nomes que gravitavam na lista de compras dos Chicago Bulls. No entanto, e para mal dos pecados bullianos, nenhum desses nomes aceitou ir para a cidade do vento. No final, Chicago quedou-se com um prémio de consolação chamado Carlos Boozer. Este ano os Bulls voltaram a apostar no mercado mas, mais uma vez, nenhum peixe graúdo mergulhou no lago Michigan. Desta vez as baterias estiveram apontadas a Carmelo Anthony mas o número 7 dos Knicks preferiu continuar em Nova Iorque. Todavia, e ao contrário do que sucedera em 2010, os Bulls não se podem queixar do prémio de consolação. Nikola Mirotic, McDermott, Aaron Brooks e, sobretudo, Pau Gasol, vêm conferir aos Bulls uma profunidade de plantel inigualável no Este. Rotação e Análise PG: Derrick Rose, Kirk Hinrich, Aaron Brooks SG: Jimmy Butler, Tony Snell SF: Mike Dunleavy, Doug McDermott PF: Pau Gasol, Taj Gibson, Nikola Mirotic C: Joakim Noah, Nazr Mohammed A principal questão reside na capacidade física de Derrick Rose. Se o base de Chicago se apresentar a bom nível certamente estes Bulls terão uma palavra (e que palavra!) a dizer no que toca à discussão do título da NBA. Noah, aquele que foi o líder dos Bulls na ausência de Rose, aparece uma vez mais como figura preponderante na turma de Tom Thibodeau, e será, à partida, candidato forte ao prémio de melhor defensor da liga. O verão não trouxe Melo contudo, e segundo muitos especialistas, incluíndo o painel de mui nobres analistas do CMPT, isso até poderá ter sido benéfico para o franchise de Chicago. É que a eventual entrada de Melo exigiria tamanha complexidade negocial de contratos, onde porventura, jogadores como Gibson, Mirotic ou Butler teriam que ser trocados de forma a criar espaço para a assinatura de Carmelo com os Bulls. Com efeito, os Bulls não só preservaram a sua profundidade como a aumentaram com a contratação de Pau Gasol. A Observar - Derrick Rose: é fundamental que esteja saudável para que os Bulls possam sonhar com o anel. - O banco: neste aspecto os Bulls batem aos pontos os seus grandes rivais no Este, os Cleveland Cavaliers. - A rotação de Thibs: o técnico dos Bulls é conhecido por forçar ao máximo os minutos dos seus atletas. Há que se fazer uma melhor dosagem dos minutos jogados se se quer chegar à fase a doer com pernas para aguentar os adversários. Previsões A melhor das previsões materializa-se com a conquista do título por parte dos Chicago Bulls. Mas e se Rose tiver uma recaída? … 2nd round exit… Bem, não pensemos no pior. CLEVELAND CAVALIERS Cleveland Show Os Cavs apostavam em chegar finalmente aos playoffs. Contudo as expectativas acabariam por sair goradas em mais uma temporada desapontante por parte da turma comandada então por Mike Brown. 33 vitórias na fraca conferência Este. Foi este o saldo do conjunto de Cleveland. De um ano para o outro tudo muda. Mudanças Para se entender os Cavs é preciso ter alguns dados em mente. Há 8 meses atrás Dan Gilbert procurava um general manager. Há 5 meses atrás os Cavs ainda nem sequer tinham treinador. E hoje, bem, hoje são um dos grandes candidatos, se não mesmo o principal, à conquista do título da NBA. Tudo porque o filho pródigo voltou a casa… Os Cavs foram, naturalmente, os grandes vencedores da pré-temporada. Sê-lo-iam apenas com a contratação de LeBron contudo, e como se não bastasse, Cleveland conseguiu os préstimos de Kevin Love, adquirido a Minnesota por troca com Anthony Bennett e um Andrew Wiggins escolhido como 1st overall no draft de 2014 e que nem aqueceu o lugar no conjunto do Ohio. No processo, Luol Deng, Spencer Hawes, CJ Miles abandonam o plantel comandado por David Blatt. Ainda assim, as entradas de Shawn Marion, Mike Miller, Brendan Haywood e James Jones, a juntar à renovação de contrato de Anderson Varejão, vêm conferir profundidade aos Cavs. Offseason bastante positiva, não? "We are sexy and we know it!" Rotação e Análise PG: Kyrie Irving, Matthew Dellavedova, A.J. Price SG: Dion Waiters, Mike Miller, Joe Harris SF: LeBron James, Shawn Marion, James Jones PF: Kevin Love, Tristan Thompson, Lou Amundson C: Anderson Varejao, Brendan Haywood, Alex Kirk Uma equipa com LeBron é imediatamente candidata ao título. E se a ele juntarmos Love e Irving… A principal preocupação de David Blatt girará em torno de como organizar a rotação da equipa e a distribuição de minutos. Os primeiros tempos não serão fáceis. Há rotinas a serem criadas, automatismos a ser adquridos e, sobretudo, há que se criar uma química entre os elementos. Não se coloca uma equipa de basquetebol a jogar do dia para a noite, por mais estelar que seja o conjunto. O receio de que esta época dos Cavs seja um remake da primeira época de LeBron em Miami é grande. Posto isto, os Cavs são, sem margem para dúvidas, uns fortíssimos candidatos ao ceptro da NBA. A Observar - O novo Big Three: se encarrilarem LeBron, Love e Irving não só poderão conquistar o título para Cleveland como ainda fazerem as delícias dos assinantes de League Pass sedentos por highlights. - David Blatt: está sob pressão para apresentar resultados na sua primeira temporada na NBA. O seu pecúlio na Europa é impressionante mas estará sobre escrutínio dos adeptos dos Cavs. - O banco de suplentes: terá este a mesma profundidade que o banco de, por exemplo, Chicago? Um bom banco é essencial para qualquer candidato ao título. Previsões A dinâmica e a química são criadas e os Cavs trazem para a cidade de Cleveland o tão ansiado título da NBA. O entrosamento não ocorre do dia para a noite e os Cavs encontram dificuldades em praticar um basquetebol harmonioso entre os seus elementos. Varejão não cumpre com a sua função de proteger o interior e orquestrar a defesa dos Cavaliers. Com efeito, os Bulls derrotam os Cavs nas finais de conferência. Mais um ano sem um título para a cidade de Cleveland. E nop, não será John Manziel a conquistar o anel para os Cleveland Browns. Sorry. DETROIT PISTONS Os Pistons apostaram forte no mercado ao contratarem Josh Smith (e agora têm que lidar com um dos piores contratos da NBA por muitos e bons anos!). O objectivo era chegar aos playoffs mas tal não foi concretizado. No final da época Maurice Cheeks foi despedido. Mudanças Sai Cheeks entra Stan Van Gundy, um dos mais respeitados treinadores da liga. Os responsáveis de Detroit depositaram tamanha confiança em Van Gundy ao oferecerem-lhe mesmo o controlo dos destinos do franchise. Com efeito, SVG é não só treinador, como o presidente para as operações basquetebolísticas. A alteração no banco constitui a grande mudança no conjunto dos Pistons. De resto, ao nível de entradas e saídas de jogadores, chegam a Detroit Jodie Meeks, DJ Augustin e Caron Butler ao passo que deixam a turma de Detroit Rodney Stuckey, Chauncey Billups e Charlie Villanueva (este caramelo ainda joga na NBA?) Rotação e Análise PG: Brandon Jennings, DJ Augustin, Spencer Dinwiddie SG: Kentavious Caldwell-Pope, Jodie Meeks SF: Kyle Singler, Caron Butler, Luigi Datome PF: Josh Smith, Jonas Jerebko, Cartier Martin, Tony Mitchell C: Andre Drummond, Greg Monroe, Joel Anthony O problema dos Pistons no ano transacto foi precisamente a falta de organização. Não existia um esquema de jogo definido nos Pistons. Aliás, as más línguas diziam que esta era equipa mais desorganizada da liga (sim, porque Philadelphia joga noutro campeonato, não entra nestas contas). Outro dos problemas residia na articulação entre Monroe, Smith e Drummond. Para a nova época Andre Drummond aparece como o único intocável dos 3 no 5 inicial. Após muita indefinição no período de Free Agency, Greg Monroe acabou por aceitar a qualifying offer e ficar por mais um ano em Detroit, com o mercado de 2015 em vista. Se quer ser recompensado para o ano terá que ter minutos nesta temporada que agora se inicia. O jogo dos Pistons continua a passar pelas mãos do sempre inconstante e incorrigível Brandon Jennings. A Observar - Stan Van Gundy: é o homem forte dos Pistons e responsável por encarrilar Detroit rumo aos Playoffs. - Andre Drummond, Greg Monroe e Josh Smith: um frontcourt poderoso mas que dá muitas dores de cabeça. - Trocas e baldrocas: não se espera que os Pistons se mantenham tal como estão. Um PG como Rondo vinha mesmo a calhar… Previsões Eficiência é a palavra-chave. Isso aliado a um bom plano, claro está. Se SVG encontrar forma de encaixar esta gente estes Pistons podem perfeitamente chegar aos Playoffs. A repetição do cenário da época passada. O panorama é mau o suficiente para sequer ser equacionado. Numa relação complicada. INDIANA PACERS 56-26. Finais de Conferência. É este o pecúlio dos Indiana Pacers em 2013/2014. Uma época de altos, com o melhor recorde do Este, e baixos, onde uma péssima forma na fase final da época regular quase que os arrumava na primeira ronda dos playoffs frente a Atlanta. Ainda assim, os Pacers apenas sucumbiram perante os Heat de James e companhia. Mudanças É difícil olhar para estes Pacers e imaginar que, ainda no ano passado, foram a principal ameaça aos Heat na luta pelo Este. Provavelmente, caro leitor, você terá mais probabilidades em vencer o Euromilhões do que os Pacers em repetir a façanha da época passada. O conjunto de Frank Vogel contratou CJ Miles e Rodney Stuckey para as alas. Em teoria são boas contratações… o problema é que foram contratados para substituir nada mais nada menos que Paul George e Lance Stephenson!! Livre de contrato, Stephenson ou Born Ready para os amigos, saiu de Indiana rumo a Charlotte quando os Pacers decidiram não cobrir as exigências o salariais do jogador nova-iorquino. Já George, um dos melhores jogadores da NBA na temporada passada, lesionou-se gravamente ao serviço da selecção norte-americana de basquetebol, enquanto esta se preparava para o mundial da modalidade. Estará afastado dos courts durante toda a temporada. Saíram ainda Rasual Butler, Evan Turner e um Andrew Bynum que pouco ou nada acrescentou durante a sua (curta) estadia em Indiana. Face a esta conjuntura, é complicado acreditar no potencial destes Pacers. Rotação e Análise PG: George Hill, Donald Sloan SG: Rodney Stuckey SF: C.J. Miles, Chris Copeland, Solomon Hill, Paul George (inactivo) PF: David West, Luis Scola, Lavoy Allen, Damjan Rudez C: Roy Hibbert, Ian Mahinmi As perdas de George e Stephenson resultam no subtrair do potencial ofensivo da equipa que venceu a divisão central no ano passado. Apesar de bons, Miles e Stuckey não apresentam, de todo, o arsenal dos jogadores que se propõem a substituir. Em seguida, há que perceber que Hibbert teremos. Se o Hibbert dominador da primeira metade da temporada passada ou aquele jogador amorfo que vimos nos playoffs, e sabemos o quão importante é a presença de Hibbert no garrafão. Sem George e Stephenson é crível que Vogel aposte no jogo interior de West e Hibbert, uma vez que o backcourt é incapaz de executar jogadas desequilibradoras. Boa sorte com isso então… A Observar - Roy Hibbert: que Hibbert teremos? E se é que o teremos nos Pacers durante muito tempo. Caso o rendimento não seja o esperado, é provável que ouviremos eventuais propostas de troca para o poste que acaba contrato em 2016. - David West: acaba contracto e será alvo de rumores - Quem substituirá George e Born Ready: Rodney Stuckey, Solomon Hill, C.J. Miles, Chris Copeland e Damjan Rudez são os nomes em cima da mesa. Nada muito excitante, pois não? Previsões Se Hibbert reganhar confiança e o jogo interior funcionar, secundado por um Stuckey que finalmente mostrar laivos do potencial que lhe apontaram no início de carreira, os Pacers até que podem sonhar com a luta pelos playoffs. Difícil todavia. É difícil imaginar algo pior que a lesão gravíssima de George. À partida, esta é uma época perdida para o conjunto de Indiana. Portanto se os Pacers não forem aos playoffs ninguém poderá ficar escandalizado. MILWAUKEE BUCKS 15-67 não é exactamente um pecúlio positivo. No entanto, não parece que os adeptos dos Milwaukee Bucks tenham ficado muito chateados com este registo. Afinal de contas, a equipa está em modo rebuild após anos de mediocridade no 9º lugar da conferência Este. Além disso, o Greek Freak fez as delícias dos adeptos pelo seu bom jogo e extraordinário à vontade e boa disposição. Mudanças É incontornável. A grande mudança dos Bucks para a próxima temporada reside na adição do número dois do Draft, Jabari Parker. Entre outras movimentações menores, e pouco significativas para um conjunto em rebuild à procura de evoluir os seus jovens jogadores, a alteração mais significativa dá-se no banco de suplentes com a contratação, polémica diga-se de passagem, de Jason Kidd aos Brooklyn Nets (a sério que deram picks para trazer o Kidd!? Oh Bucks, oh Bucks!) que rende Larry Drew. Rotação e Análise PG: Brandon Knight, Nate Wolters, Kendall Marshall SG: Jared Dudley, Giannis Antetokounmpo, Jerryd Bayless, O.J. Mayo SF: Jabari Parker, Damien Inglis PF: Khris Middleton, Ersan Ilyasova, John Henson C: Larry Sanders, Zaza Pachulia Os fãs dos Bucks salivam com a perspectiva de verem em acção dois dos jovens mais excitantes de toda a liga, Jabai Parker e Giannis Antetok… bem, chamemos-lhe tão somente Giannis ou Greak Freak. E aqui reside o principal foco de interesse para os amantes do basquetebol, nomeadamente os fãs de Milwaukee. Certamente a visão de mais uma temporada cheia de derrotas não é do agrado do mais entusiasta dos adeptos contudo os pacientes fãs dos Bucks terão a chance de assistir ao gradualmente crescimento dos jovens comandados por Jason Kidd. Os Bucks podem contar com uma máquina de marcar pontos em Jabari Parker, muito possivelmente o principal candidato ao prémio de rookie do ano. Existe ainda a possibilidade de vermos Giannis na posição PG (seria o mais alto base da liga, ora aqui estaria uma inovação de Kidd) mas não é crível, pelo menos para já, que o Greek Freak ocupe o lugar destinado a Brandon Knight, base no seu quarto e último ano de contrato, certamente crente numa boa temporada. Defensivamente, muito será pedido a Larry Sanders. Antent… Giannis (!!!) ainda está muito cru no perímetro e Parker não é exactamente famoso pela sua eficácia defensiva. A Observar - Jabari Parker: um Carmelo Anthony ofensivamente. Será interessante observar de que modo o seu jogo translada para o basquetebol profissional. - Greek Freak: será que se vai adaptar à posição de base. Seria engraçado de ver alguém com as suas características físicas na posição. - Jason Kidd: será o responsável por fazer crescer estes meninos Previsões Uma equipa não se faz do dia para a noite. São 82 jogos. Por mais excitante que possa ser a perspectiva de assistir à evolução de todos estes jovens vai ser extremamente penoso para o fã de carteirinha dos Bucks presenciar a mais uma época recheada de derrotas. Ainda assim o futuro aparenta ser risonho. O melhor que poderá acontecer esta época para Milwaukee será o crescimento harmonioso dos seus atletas. E que Kidd não se chateie mais uma vez com a direcção! Por outro lado, like we said, 82 jogos… E muitas derrotas! Pensamento positivo fãs dos Bucks! Têm Jabari e Giannis! É uma visão excitante. Tão excitante quanto as mamas da Vânia do Secret Story! Power Rankings by Mesquita Contenders 1.CHICAGO BULLS 2.CLEVELAND CAVALIERS Uma luta a dois pelo topo do Este, parece-me. Escolho os Bulls para ganharem a fase regular, nos playoffs a história é outra, pelo menos se tivesse que apostar agora. Quando chegarmos a Maio quem sabe onde estaremos. Os Bulls melhoraram, tem um dos frontcourts com mais qualidade e profundidade da liga, mas tudo vai, inevitavelmente, desagoar na capacidade que o Rose terá ou não de voltar a jogar a um nível alto. Não me parece que os Bulls precisam de um Rose ao nível do seu ano MVP, mas certamente precisam que ele se consiga exibir como um dos 10/15 melhores jogadores da Liga. Em Cleveland penso que a fase regular não terá grande importância. É certo que querem garantir home court advantage, pelo menos para as duas primeiras rondas, mas parece-me ter mais peso perceber como Irving irá reagir a ter que dividir a bola com LeBron, como Kevin Love moldará o seu jogo, essencialmente em termos de defesa numa equipa que precisa muito da sua defesa interior (porque o Varejao não dura até ao All-Star Break) e, a questão mais importante de todas, ver se o over/under de 15 lançamentos por jogo de Dion Waiters cai ou não. Home Court Advantage 3.WASHINGTON WIZARDS 4.TORONTO RAPTORS 5.ATLANTA HAWKS Wizards e Raptors foram duas das equipas em destaque o ano passado e duas das que mais podem melhorar num futuro próximo. Não me chocaria que qualquer delas acabasse por chegar à Final da Conferência, embora para isso é preciso que algo corra mal no Midwest. Destaque ainda para os Hawks. Budenholzer é um dos jovens treinadores mais competentes da NBA e os Hawks conseguiram mesmo os playoffs o ano passado sem Al Horford durante grande parte da época. Com Horford a 100%, um Millsap que é um excelente complemento e Teague que, sem ser espetacular, é competente, a equipa de Atlanta estará certamente na luta pela vantagem caseira na primeira ronda da postseason. Playoff Race 6.CHARLOTTE HORNETS 7.MIAMI HEAT 8.BROOKLYN NETS 9.DETROIT PISTONS Não me parece que haja grandes surpresas no Este. Hornets, Heat e Nets parecem-me os principais candidatos a garantir a vaga na postseason. A equipa de Michael Jordan deve continuar a evolução que veio a mostrar na temporada passada, com a edição de Lance Stephenson. Os Nets perdem Paul Pierce mas ganham um treinador! Lionel Hollins fez um trabalho fenomenal ao longo dos anos em Memphis, não raras vezes pouco valorizado, e deve ser um upgrade brutal a Jason Kidd, não necessariamente em termos de qualidade, porque ainda é cedo para retirar conclusões definitivas da carreira de Kidd, mas principalmente em termos de contexto. Quanto aos Heat, é uma descida à terra para Pat Riley e companhia. Coloquei-os em sétimo simplesmente porque os Cavs estão em segundo e era engraçado ver uma série de LeBron contra Miami logo a abrir. Bosh precisa de voltar aos tempos de Toronto e acredito perfeitamente que tenha capacidade para tal e, principalmente, Wade vai ter uma carga de minutos e de responsabilidade como já não tinha há algum tempo e isso sim é problemático. Ainda assim, no Este, deve dar para conseguir os playoffs. Caso alguma destas equipas escorregue, os Pistons podem muito bem ser a grande surpresa do ano, Phoenix style, mas desta vez a conseguirem mesmo os Playoffs! Josh Smith, Monroe e Drummond para dois lugares, Jennings a point guard... Muito, muito trabalho, mas Stan Van is the Man! Spike Lee Honorary Trophy 10.NEW YORK KNICKS Os bons velhos Knicks, a terem mais atenção do que merecem, e a ganharem o do costume. Ao menos vamos ter triangle offense, it's something! Porque pr'o ano está p'ra vir! (Esta secção é patrocinada por "Casal Garcia - Haja Alegria, Haja Casal Garcia") 11.INDIANA PACERS 12.ORLANDO MAGIC 13.BOSTON CELTICS 14.MILWAUKEE BUCKS 15.PHILADELPHIA 76'ERS Os Pacers estão nesta categoria, mas, desculpem-me a incoerência, numa categoria à parte. é certo que todas estas equipas estão a olhar mais para o amanhã do que para o imediato, mas os Pacers por motivos diferentes, como se sabe. Não acho que Larry Bird, Frank Vogel e companhia vão assumir o tanking e desistir à partida deste ano e por isso mesmo acabo por os pôr como melhor dos piores. Os restantes quatro parecem-me relativamente óbvios, embora Celtics e Bucks possam ali trocar de lugares, mas eu acho que o factor Kidd em Milwaukee não vai resultar pelo melhor. Still, Larry Sanders pode deixar de frequentar a happy hour, Jabari pode ser tudo aquilo que dele esperam e mais (eu não estou tão entusiasmado com ele como parece ser a opinião geral) e o Greek Freak pode ser o Magic da loja dos 300 e a coisa correr bem, mas não punha dinheiro nisso. WESTERN CONFERENCE Southwest Division by Landry DALLAS MAVERICKS A temporada passada dos Mavs não deixou de ser bastante agradável para os fãs da equipa, com a competitividade do Oeste, e o seu plantel algo envelhecido, parecia que ainda se vivia uma espécie de ressaca de comemoração do título recente. A verdade é que a equipa se mostrou competitiva, alcançando a última seed “rés-vés”, conseguiu também ser o rival mais duro dos Spurs na primeira ronda, e sobretudo mostrou ao mundo um Monta Ellis que já não se via há uns anos, muito confiante, não sei se propriamente melhor jogador, mas certamente que muito mais credível num contexto de equipa muito mais coeso, e a verdade é que é de um Monta Ellis assim, numa equipa assim que os fãs mais têm possibilidades de o apreciar e ele de mostrar o seu talento. Com Monta Ellis e Dirk Nowitzki a jogar bem, mesmo que o resto da equipa não esteja ao nível desejado, os Mavs serao sempre uma equipa a ter em conta, e parece que foi isso que os responsáveis pelo rumo da equipa texana pensaram quando partiram para a preparação da nova temporada. Mudanças Foi neste contexto de uma equipa extremamente competitiva, com um treinador igualmente competente, que os Mavs se aperceberam que com uma abordagem diferente podiam ser um elemento muito mais preponderante na conferência. Assim, a última offseason foi particularmente agitada na cidade de Dallas, começou com uma troca envolvendo Calderón para os Knicks que possibilitou o regresso de Tyson Chandler, elemento chave na conquista do ultimo título, e culminou com a assinatura de contrato com Chandler Parsons, pelo caminho Felton, também na trade de Calderón ingressou, assim como Jameer Nelson e Aminu, mais recentemente também JJ Barea regressou à equipa. Não só acho que os Rockets terão feito bem em deixar ir Parsons, como creio que os Mavs provavelmente também terão feito bem em ter assinado com ele, talvez pagando um pouco a mais, mas Parsons é um bom jogador, no 3º ano de NBA, com 2 anos muito consistentes e sólidos de evolução, não sei se evoluirá muito mais, mas certamente tem o ambiente certo, o treinador certo e a equipa certa para se manter coeso e consistente, disfrutar do basquetebol com os experientes Dirk, Monta Ellis e Tyson Chandler. Rotação e Análise PG: Jameer Nelson, Raymond Felton, Gal Mekel SG: Monta Ellis, Devin Harris, Ricky Ledo SF: Chandler Parsons, Richard Jefferson, Al Farouq Aminu, Jae Cowder PF: Dirk Nowitzki, Brandan Wright, Charlie Villanueva C: Tyson Chandler. Greg Smith A qualidade de Calderón assentaria que nem uma luva nesta equipa, mas não se pode ter tudo e os Mavs acabaram por perder Calderón para os Knicks, no entanto, apesar de Felton e Jameer estarem um furinho a baixo de Calderón, penso que entre os dois irão dividir razoavelmente bem a posição. Gosto muito da presença de Aminu nesta equipa e acho que Devin Harris, pela amostra que já deu tem claramente potencial para ser o 6th man desta equipa, provavelmente gostaria de ver outro tipo de opções no banco de suplentes para substituir Dirk Nowitzki e Tyson Chandler mas não está mal, foi feito um bom trabalho com esta equipa e está nitidamente reforçada, Carlisle gerirá certamente esta malta da melhor maneira. A Observar Nowitzki não tem a frescura física de outrora, de tempos a tempos a condição física dá de si, seria importante que ao longo da época se mantivesse saudável, assim como Tyson Chandler, se isso acontecer acho que estão criadas as condições para uma boa época. De referir também que Chandler Parsons teve uma offseason atribulada, depois de assinar pelos Mavs, parece que houve uma troca de palavras e declarações menos felizes de parte a parte com os seus antigos colegas de Houston, assinou pelos Mavs por valores altos, que muita gente criticou e continua a criticar, teve o seu treinador a mandar bocas sobre o seu “excesso de peso” e condição física, Ainda a procissão vai no adro e já há demasiada confusão à volta de Parsons, com níveis de pressão altíssimos, chave para esta equipa é saber até que ponto Parsons lidará bem com esta pressão e conseguira mostrar um elevado nível de jogo e consistente, de acordo com a sua qualidade e como já o fez em Houston. Previsões Vejo os Mavs novamente nos playoffs, desta vez com uma margem um pouco maior de conforto do que a curta vantagem da temporada passada. Apontaria para as 55 vitórias, acho genuinamente que estes Mavericks têm muito valor, vão ser consistentes e acima de tudo acho que o perigo desta equipa pode surgir nos playoffs, chegando aos playoffs após uma época consistente e sem lesões vejo-os a intimidarem muita gente na conferência. Provavelmente estarei com as expectativas em alta mas espero que essas 55 vitórias dêem entre a 5ª e 3ª seed nos lugares de playoff, é aguardar para ver. HOUSTON ROCKETS Os Rockets mais recentemente têm-se assumido como mais uma equipa a ter em conta na sua conferência, têm vivido de Dwight Howard e James Harden e como tal as expectativas só podem ser altas, com duas das maiores estrelas da liga. Com a época anterior, na qual perderam na primeira ronda dos playoffs para os Blazers, ainda na memória, partem para o seu segundo ano com reais ambições na competição esta temporada. Mudanças É tudo centrado em Chandler Parsons, que foi uma das mudanças mais faladas em toda a offseason, os Rockets declinaram igualar a oferta dos Mavericks, e Parsons tornou-se então jogador de um dos rivais de estado, semeando o desagrado por muitos fãs. Para colmatar a saída de Parsons, os Rockets assinaram então com um dos mais desejados free agents da offseason, Trevor Ariza que em 2013/14 impressionou pelo seu nível de jogo tudo e todos ao serviço dos Wizards. Outra das mudanças expectáveis desta offseason aconteceu quando Omer Asik, tapado por Dwight Howard, fez a mais que esperada mudança para outra equipa da mesma divisão, os New Orleans Pelicans, caminho que também seguiu Omri Casspi, ainda que este último tenha acabado em Sacramento. Os Rockets acabaram por assinar também com Alonzo Gee, Scotty Hopson, Jason Terry e também com o ex Barcelona Joey Dorsey. Rotação e Análise PG: Patrick Beverley, Isiah Canaan SG: James Harden, Jason Terry, Troy Daniels, Nick Johnson SF: Trevor Ariza, Francisco Garcia, Kostas Papanikolaou PF: Terrence Jones, Donatas Motiejunas, Joey Dorsey C: Dwight Howard, Tarik Black, Clint Capela É uma equipa claramente feita à imagem de Harden e Howard, quando Parsons partiu muitas vozes se levantaram a serenar os fãs dizendo que “Além de Howard e Harden tudo o resto são role players”, e é isso que parece acontecer. E com isto que não se interprete mal a adição de Trezor Ariza, que quanto a mim foi a opção mais inteligente para os Rockets, e pela amostra que já tivémos assenta que nem uma luva, é um jogador de grande qualidade e tem tudo para mitigar a perda de Parsons, no entanto esta foi claramente uma movimentação de quem está a construir a sua equipa e se prepara para na próxima offseason tentar fazer aterrar na cidade de Houston mais uma estrela para acompanhar Harden e Howard neste projecto. No entanto, apesar de ainda não ser uma equipa à imagem do pretendido com o projecto é uma equipa de qualidade, com role players muito interessantes como Patrick Beverley, que se espera que continue a evoluir e a maximizar todo o seu talento, defensivo e ofensivo, o veterano Jason Terry, Terrence Jones, etc… Muito embora falte alguma profundidade de plantel o seu 5 dará bem conta do recado. A Observar Esta é claramente uma equipa escalada para fazer mossa ofensivamente, com um 5, que na época passada foi o único em toda a NBA com os seus jogadores a terem uma média de pelo menos 10PPG, um dos pontos-chave será perceber como toda a equipa se adapta a Trevor Ariza, que conjugado com a ausência de lesões podem lançar estes Rockets para uma boa temporada. Espera-se portanto que Harden e Howard sejam geridos com pinças para evitar problemas físicos. Previsões Não é muito simples prever desempenhos na conferência Oeste, mas sou capaz de arriscar que os Rockets se situarão pelas 50 vitórias, um pouco menos que o ano passado, pela 5ª ou 6ª seed, são claramente equipa de playoffs, isso não se coloca em questão, mas dúvido que o façam de esta caminhada para os playoffs algo de dominador e consistente o suficiente como para impressionar. Nos playoffs não espero que superem a 2ª ronda, ainda não chegou a sua altura. Sinto claramente que esta equipa está “a meio” e ainda falta claramente mais uma peça que já devia ter chegado. MEMPHIS GRIZZLIES Ano atribulado o da temporada passada para os Grizzlies, com um início a meio gás, sofrendo também com algumas lesões, nomeadamente a de Marc Gasol, a estabilidade da equipa não foi a que se pretende num conjunto que aspira a ser uma equipa consistente de playoffs. No entanto a classificação foi obtida para os playoff na 7ª seed, tendo perdendo posteriormente na primeira ronda com os Thunder. Os Grizzlies têm sido frequentemente associados à imagem daquela equipa pela qual “ninguém dá nada”, no entanto nos playoffs são sempre encarados como um adversário muito perigoso. Para esta temporada não se espera diferente, muito embora ache que a concorrência do Oeste irá fazer da tarefa de chegar aos playoffs algo de hérculeo. Mudanças A equipa de Memphis apresenta-se em tudo similar à do ano anterior, com uma adição ou outra de role players, como o base Beno Udrih, no entando nada de particularmente relevante ao ponto de alterar significativamente a dinâmica da equipa, sabemos o que esperar. Parece-me sinceramente uma equipa à qual já lhe foi retirado todo o seu “sumo” e que necessita de procurar um novo rumo, vamos ver qual a performance nesta temporada e aquilo que o coach Joerger consegue retirar dos seus jogadores. Rotação e Análise PG: Mike Conley, Beno Udrih, Nick Calathes SG: Courtney Lee, Jordan Adams SF: Tony Allen, Vince Carter, Pondexter, Tayshaun prince PF: Zach Randolph, Jon Leuer, Jarnell Stokes C: Marc Gasol, Kosta Koufos Não há grande coisa a dizer, é uma equipa decente, com uma profundidade não ideal mas igualmente decente, com um 5 interessante ao qual é capaz de faltar um scorer nato. No entanto, esta é uma equipa com uma vocação mais defensiva que ofensiva e é claramente nesse departamento que podem fazer mais a diferença. A Observar Mike Conley no ano passado deu um passo em frente na sua média pontual por jogo, assumindo as despesas ofensivas da sua equipa, seria importante que este ano conseguisse fazer o mesmo com regularidade. A temporada passada foi também mais atípica para o center Marc Gasol que fruto de lesões não se conseguiu exibir ao mesmo nível que em épocas anteriores e com a regularidade desejada, Gasol e o seu jogo completo e total a center, ao melhor nível, é fundamental numa equipa como estes Grizzlies. Previsões Olhando para o panorama de conferência não é animador colocar os Grizzlies no mapa, é aparentemente mais uma equipa com ambições de ir aos playoff, não será, na minha opinião uma equipa capaz para o fazer. Acho que não serão capazes de enfrentar os “papões” de conferência, muito embora face às equipas de Este acabarão por ganhar jogos importantes que irão alimentar a possibilidade de chegarem ao seu objectivo. NEW ORLEANS PELICANS As últimas temporadas vieram trazer uma lufada de ar fresco à cidade de Nova Orleães, uma equipa completamente nova e também uma imagem completamente renovada, aos poucos parece que o basquetebol está a recuperar lentamente a cidade, que tradicionalmente sempre acarinhou muito mais os seus Saints da NFL, relegando para patamares muito inferiores o basquetebol. Ainda há muito trabalho pela frente, os lugares do pavilhão ainda estão longe de encher todas as noites, mas pelo menos a equipa está a atrair a curiosidade dos locais e dos média, e isso deve-se sobretudo a Anthony Davis. A última temporada não foi muito diferente do que aquilo que se esperava, a equipa não foi aos playoffs, nem esteve sequer lá perto, praticou um basquetebol com níveis exibicionais muito irregulares, viu Jrue Holiday e Ryan Anderson lesionarem-se para a época mas sobretudo assistiu-se a um show noite após noite de Anthony Davis, que parecia fazer de cada jogo um pretexto para exibir as suas capacidades, tanto físicas como técnicas, afirmando-se como a “next big thing” da NBA. Mudanças A verdade é que para esta temporada ainda não se esperam grandes mudanças nesta equipa dos Pelicans, espera-se sim, que se continuem a afirmar-se e a desenvolverem-se enquanto conjunto. Se tudo correr pelo melhor esta temporada, e espero que sim, é que vamos ver os seus principais talentos com muitos mais jogos em conjunto ao longo da época e isso inclui ver Anthony Davis, Jrue Holiday e Ryan Anderson a jogar muitos mais jogos e minutos em conjunto, o que por si só há é uma mudança assinalável relativamente ao ano passado e que deve certamente permitir com que a equipa eleve consideravelemente o nível de jogo, ou pelo menos seja mais consistente. Também é importante referir que a adição de Omer Asik, vindo dos Houston Rockets, se afigura como uma excitante novidade na equipa, elevando as capacidades defensivas nas zonas circundantes ao cesto para um nível elevadíssimo, será particularmente interessante perceber como se comportam os adversários com Asik e Davis em simultâneo em campo. É uma novidade que permitirá também a Davis “voltar” à sua posição de origem, após uma época em que acabou por fazer muitos minutos a center, será de esperar portanto que esta temporada, tanto defensivamente como ofensivamente, Anthony Davis continue a evoluir, é expectável que ainda consiga subir mais, face ao ano passado, a sua média pontual por jogo e que desenvolva o seu jogo um pouco mais afastado do cesto, o que para ele não será problema nenhum. Rotação e Análise PG: Jrue Holiday, Fredette, R.Smith SG: Eric Gordon, Austin Rivers, D.Miller SF: Tyreke Evans, J. Salmons, L. Babbitt PF: Anthony Davis, Ryan Anderson C: Omer Asik, A. Ajinca, J, Withey É uma equipa que consegue ter um 5 aceitável, no entanto padece de diversas lacunas, a única posição que me convence verdadeiramente é a de PF, com Anthony Davis e Ryan Anderson como opções de qualidade e distintas, Eric Gordon e Tyreke Evans nunca me convenceram particularmente, mas não sera por eles que a equipa não funcionará. Destaco sim, pela negativa a perda de Al Farouq Aminu, que é um bom jogador e daria profundidade a esta equipa, e também valorizaria a presença de Brian Roberts que também partiu da época passada. No entanto nada disto é particularmente grave, a equipa está em construção e quer-me parecer a mim que só a partir do próximo ano é que teremos um esboço daquela que será a equipa dos próximos anos destes Pelicans. Ainda assim, é um conjunto com potencial para ser muito entretido e com capacidade para praticar bom basquetebol se esta malta não se lesionar. A Observar Perceber como Jrue vai voltar será chave nesta equipa, um jogador que ficou a época passada quase por inteiro de for a precisará certamente de algum tempo para ganhar ritmo novamente, no entanto, uma vez com ritmo, vai ser certamente interessante ver as combinações que irão surgir com Anthony Davis. Será também curioso perceber que papel irá Ryan Anderson ter nesta equipa, uma vez que à partida Asik sera titular e Davis intocável, poderemos esperar um 6th man vindo do banco com muita qualidade, mas também desconfio que Ryan Anderson sera um daqueles jogadores na calha para ser trocado até à trade deadline. Previsões É tentador presumir que esta equipa dos Pelicans é mais capaz do que aquilo que é, tem bons jogadores, tem o fenómeno, Anthony Davis e é uma equipa muito simples de engraçar, mas a verdade é que nesta conferência do Oeste não creio que haja sequer a mínima chance de irem disputar um lugar de playoff. Espero sim, uma melhoria face ao ano passado, mais consistência e uma equipa mais próxima daquilo que pode vir a ser no futuro, mas ainda um conjunto inexperiente e que irá pagar a exigência da NBA em muitos jogos. SAN ANTONIO SPURS Chegou a vez dos campeões em título da última edição da NBA, que partem para mais uma edição da NBA com grandes expectativas, um ano mais velhos, um ano mais juntos e mais uma vez um ano mais como um dos melhores conjuntos da competição. Ano após ano se diz que “este é o ano em que Parker, Duncan e Manu estoirarão”, em rendimento e em lesões, fruto da idade, do entanto acaba por nunca ser o ano, pelo menos não da forma abrupta que apocalipticamente os analistas costumam prever todos os anos. Este ano, no entanto já há um pouco a experiência de anos anteriores e já não tenho visto com tanta frequência essas sentenças aos Spurs. No entanto, por mais que se queira colocar as coisas, é inegável que a idade tem passado por eles, mas o “Coach Pop” tem encontrado sim, a melhor maneira de os gerir, e felizmente para a equipa encontrou em Kawhi Leonard o elemento ideal para fazer. Kawhi que ano após ano tem evoluído da melhor maneira e que aos poucos e poucos vai assumindo as rédeas da equipa à medida que o big 3 vai sendo gerido cada vez mais com pinças. Será de esperar mais um grande ano para os Spurs e para Leonard. Mudanças Pouco mudou nesta equipa dos Spurs do ano passado para este, procuraram manter os seus jogadores e assim foi, temos uma equipa idêntica reforçada com uma ida ao draft bastante interessante, do qual Kyle Anderson acabou por ser o escolhido. Kyle Anderson que conheço mal, no entanto já li o suficiente para me ter apercebido de que é mais ou menos consensual ter sido um dos maiores “steals” deste draft. Não sei se será expectável ver Kyle muito em acção este ano mas estou, de facto, curioso com o que saíra daqui e de que forma poderá ajudar a equipa, fomos disciplinados para aprender a gostar destes Spurs e de tudo aquilo que fazem, talvez as expectativas se tenham colocado demasiado altas face a Kyle Anderson mas a verdade é que se esperam coisas boas. Rotação e Análise PG: Tony Parker, Cory Joseph, Patty Mills SG: Danny Green, Manu Ginobilli, Marco Belinelli SF: Kawhi Leonard, Kyle Anderson PF: Tim Duncan, Boris Diaw, J. Ayres C: Tiago Splitter, A Baynes, Matt Bonner Equipa extremamente completa e profunda, da qual se pode esperar o melhor. No entanto desde há uns anos que tenho a expectativa de ver outro center nestes Spurs, Tiago Splitter sabe a pouco e lesiona-se com muita facilidade, mas cumpre a sua função, e na realidade tudo nesta equipa é sobre isso, todos sabem o seu papel, a sua função, está tudo extremamente bem delegado. A Observar Como tem sido regra nos últimos anos os minutos do Big 3 têm vindo a cair lentamente, todos os anos existe a curiosidade de saber como a equipa se ressentirá disso mesmo. Kawhi Leonard terá naturalmente de arcar com cada vez mais responsabilidades assim como os outros elementos da equipa. Existe também uma certa expectativa para observar de que forma a estatística de Leonard é afectada, já na temporada passada se esperava uma grande explosão, que não ocorreu antes dos playoff, à semelhança da anterior temporada, de qualquer maneira impressionando ou não estatisticamente o seu valor está lá e não arriscaria muito ao dizer que o coach Pop pouco ou nada se importa que o seu jogador meta 20ppg ou simplesmente 12. Previsões É difícil imaginar que estes Spurs não se irão sair bem esta temporada novamente, os ingredientes são os mesmos, o cozinheiro também, tem tudo para correr bem. São claramente candidatos ao título esta temporada e vejo-os no mínimo irem às finais de conferência e já agora, antecipo eu, com os LA Clippers. Sujeitam-se naturalmente a estar de novo nas finais este ano e nos momentos de maior decisão da temporada. Não sei se iremos ter os Spurs bi campeões mas certamente que irão andar a farejar o título de novo. Northwest Division by Landry DENVER NUGGETS De forma não surpreendente os Nuggets não tiveram uma temporada de 2013/14 para relembrar, lesões, inconsistência e um plantel que revelou claras debilidades manifestaram-se em simultâneo ao longo da época por diversas vezes. Mudanças As principais mudanças este ano da equipa prendem-se com o regresso dos lesionados de longa data Javale McGee e Danilo Gallinari, assim como o regressado Arron Afflalo, o ex Cleveland Cavaliers Alonso Gee também acabou por assinar pela equipa. Rotação e Análise PG: Ty Lawson, Nate Robinson, Erick Green SG: Arron Afflalo, Randy Foye, Gary Harris SF: Wilson Chandler, Danilo Gallinari, Alonzo Gee PF: Kenneth Faried, J.J. Hickson, Darrell Arthur C:Timofey Mozgov, JaVale McGee, Jusuf Nurkic Mais uma vez temos o exemplo de uma equipa aceitável, com qualidade e opções interessantes mas que de depara com o problema da concorrência do Oeste, faltam claramente opções de maior qualidade e parecem abundar nesta equipa jogadores inconstantes ao nível do lançamento e opções defensivas credíveis para escalar uma equipa equilibrada. Muito embora, essas limitações é um roster talentoso, a posição de pg está extremamente bem entregue a Ty Lawson e ao reabilitado Nate Robinson. A Observar Danilo Gallinari claramente era uma peça na qual o franchise depositava/deposita muitas esperanças, os seus problemas físicos sucessivos, operações cirúgicas mal sucedidas têm vindo a atrasar o seu regresso e desenvolvimento basquetebolístivo, resta esperar para ver qual o seu estado, acredito que Gallinari não se afigurará como aquele jogador que determinado ponto da sua carreira parecia parecia querer indicar. Ty Lawson na temporada passada apresentou-se na melhor forma da sua carreira, talvez fruto das muitas ausências da equipa, mas o que é certo é que se apresentou com um nível de jogo muito interessante. Altas estão também as expectativas em Faried, que após um grande mundial FIBA ganhou o fôlego que em diversos momentos (especialmente na parte inicial) da temporada passada lhe pareceu faltar, com o contrato recém renovado tem boas condições para continuar a evoluir e se afirmar de uma vez por todas como o menino bonito da cidade de Denver. Previsões Pode ser certamente uma equipa interessante de observar, com algumas ambições certamente, agora não será certamente uma equipa a ter em conta para os playoffs. Prevejo até uma época ainda mais complicada que a anterior onde pouco de bom pode haver. Podem fazer valer o facto de em casa terem um excelente ambiente e ser um ambiente particularmente complicado de jogar, mas não espero muito mais. Para animar os fãs da equipa talvez mesmo só as exibições e jogadas vistosas de Faried. MINNESOTA TIMBERWOLVES O conjunto de Minneapolis parece uma sucessão, época após época, de fracassos , desde Kevin Garnett que não se assumem como uma equipa a ter em conta na competição e os últimos anos são bem capazes de ser o máximo expoente disso mesmo. A temporada passada afigurava-se como o ultimo verdadeiro teste ao conjunto de Kevin Love e Ricky Rubio e à medida que a temporada foi passando foi sendo também cada vez mais claro que havia insatisfação e vontade de mudança. Tendo em Kevin Love um elemento muito valioso a terminar em breve o seu vinculo foi precisamente por essa via que os T-Wolves abraçaram uma “nova era”. Mudanças As mudanças são significativas, a maior estrela, e uma das maiores da competição foi embora, numa troca “explosiva” com os Cavs que fez aterrar na equipa os jovens talentos Andrew Wiggins e Anthony Bennett, assim como Thaddeus Young, vindo de Philly. No capítulo do draft escolheram um dos jovens com mais potencial, Zach LaVine, são portanto muitas mudanças nesta jovem e entretida equipa. Rotação e Análise PG: Ricky Rubio, Mo Williams SG: Kevin Martin, Corey Brewer, Zach LaVine SF: Andrew Wiggins, Chase Budinger, Shabazz Muhammad, Robinson III PF: Thaddeus Young, Anthony Bennett, Robbie Hummel C: Nikola Pekovic, Gorgui Dieng, Ronny Turiaf Muitas opções e muito talento, nem sempre da qualidade/regularidade desejável mas o que é certo é que esta equipa dos Wolves até tem bastante mais opções do que aquelas que se poderia imaginar. Aliás aqui até há um fenómeno um pouco inverso ao da maioria da NBA, se por norma todas as equipas da NBA conseguem apresentar um 5 de grande qualidade, pecando depois nas opções secundárias esta equipa dos Wolves tem um 5 decente, não propriamente pela qualidade dos jogadores, mas quer-me parecer que pelo “fit” que proporcionam uns aos outros que duvido que seja o ideal. Têm no entanto muitas opções em todas as posições também de qualidade “decente”. Gosto particularmente do jovem Gorgui Dieng que está tapado pelo Pekovic. A Observar Pegando um pouco no raciocínio anterior sobre a quantidade de jogadores nesta equipa, quer-me parecer claramente que há aqui pelo menos 2 ou 3 candidatos a serem trocados, não sei até que ponto isso se verificará mas não me surpreenderia ver Nikola Pekovic ou mesmo Ricky Rubio a rumarem a outras equipas. Muito do que acontecerá nesse capítulo sera muito definidor daquilo que pode vir a tornar-se a época dos T-Wolves, porque é claro que eles neste momento estão a olhar para um horizonte a médio/longo prazo e se os ventos de mudança continuarem a soprar no estado de Minnesota penso que será claro que ainda vamos ver mais mexidas ao longo desta temporada. Previsões Após a desapontante época anterior sera difícil conseguir prever algo de muito melhor para esta equipa, será difícil conseguirem escapar aos lugares mais baixos da conferência Oeste, será expectável também, como já referi anteirormente que se possam movimentar no mercado e surgir em muitas trade talks ao longo da temporada que começou há uns dias. Mas animem-se fãs, é mais ou menos consensual que estes Wolves pelo menos irão praticar um basquetebol muito entretido portanto devem ter alguns highlights todas as jornadas para ajudar a supercar esta fase complicada. OKLAHOMA CITY THUNDER Nos mais recentes anos os Thunder têm sido sem dúvida das melhores equipas da NBA, das mais agradáveis de ver, e muito se deve ao actual MVP, Kevin Durant, assim como a Russell Westbrook e Serge Ibaka. No entanto o título parece demorar a chegar ao estado de Oklahoma, e não deixa de existir um certo sentido de urgência, dado os contratos das suas maiores estrelas estarem a aproximar-se do final, seria fundamental que este a equipa voltasse a mostar-se capacitada para chegar às finais de conferência para poder argumentar, na hora de manter as suas estrelas que a equipa tem as condições ideais para lutar pelo titulo. Para já, os Thunder vão lutando contra uma praga de lesões, Durant estará de fora até finais de Dezembro ao que tudo indica, e mais recentemente Westbrook também se soube que só regressará em finais de Novembro/inícios de Dezembro. Será portanto um início de época bastante atribulado para OKC que os obrigará certamente após o regresso de Westbrook e Durant a compensar o expectável início de temporada. Mudanças É uma equipa sem grandes mudanças a assinalar em termos de entradas de jogadores, a estrutura base é a mesma, saíram Sefolosha e Derek Fischer, entraram Morrow e Sebastian Telfair. Em termos de novo nesta equipa, o mais interessante que poderemos observar será provavelmente o início de temporada para tentar perceber de que forma o conjunto se adaptará à falta das suas estrelas maiores no início de temporada. Após isso poderemos esperar uma equipa um pouco à imagem dos anos anteriores que terá em Reggie Jackson uma figura cada vez mais coesa na estrutura da equipa. Rotação e Análise PG: R. Westbrook, Reggie Jackson, S.Telfair SG: A. Robertson, A. Morrow SF: Kevin Durant, Perry Jones, Jeremy Jones, L. Thomas PF: Ibaka, N. Collison, G.Jerrett C: Kendrick Perkins, S. Adams, M. McGary É claramente o roster de uma equipa que é candidata a aspirar ganhar algo, é um roster profundo e com opções, do qual salta à vista a falta de um center mais “credível” que venha acrescentar mais qualidade à equipa. Não serei o único a defender esta tese, nem é algo particularmente inovador, mas esta equipa está a um center de poder ganhar a competição, sem ele também o podem fazer, mas naturalmente num liga de centers dominadores e de jogo interior forte é uma lacuna que não pode ser ignorada. Nos últimos jogos tem sido Steven Adams a escolha para iniciar os jogos e parece-me acertada a oportunidade que estão a dar a Adams de se desenvolver neste contexto de equipa. A Observar Será chave nesta equipa observar quanto tempo demora Kevin Durant a começar a carburar após a lesão e de que forma, o início previsivelmente mais atribulado da equipa terá relevância no percurso de época dos Thunder. Esta “questão Durant” combinada com a delicada situação do center da equipa, já referida atrás parece-me que dominarão as análises a esta equipa e às suas aspirações. Previsões É difícil não levar a sério estes Thunder, têm o actual MVP, um enérgico Westbrook, um cada vez mais temível Serge Ibaka e um Reggie Jackson que tem evoluído muito bem, penso que uma vez superado o problema das lesões estarão na calha daquilo que fizeram o ano passado, são uma equipa temível, mas por outro lado, nesta conferência também não os vejo a fazerem frente em 7 jogos aos Clippers e Spurs, e isso pode ser um problema na hora de manter as suas estrelas. PORTLAND TRAIL BLAZERS Na temporada passada os Blazers surpreenderam, com um início fulgurante, ganhando muitos jogos conseguiram um conforto que os permitiu obter a 5ª seed de acesso aos playoffs, o que contrariou as previsões mesmo dos mais optimistas. Nos playoff caíram na segunda ronda frente aos Spurs, após Lillard ter decidido a série anterior no 6º jogo contra os Houston Rockets. As performances de Lillard e Aldridge impressionaram particularmente, são claramente as estrelas dos Blazers e que num contexto de equipa muito agradável com Batum, Matthews e Robin Lopez resultou num conjunto muito complicado de bater. Mudanças Claramente este ano a equipa da cidade de Portland procurou reforçar as opções ao seu 5 inicial, o seu ponto mais fraco, Steve Blake e Chris Kaman assinaram com a equipa nesta offseason e prometem oferecer uma maior profundidade e consistência às posições de base e poste da equipa, respectivamente. Rotação PG: Damian Lillard, Steve Blake, SG: Wesley Matthews, Will Barton, C.J. McCollum, Allen Crabbe SF: Nicolas Batum, Dorell Wright, Victor Claver PF: LaMarcus Aldridge, Thomas Robinson C: Robin Lopez, Chris Kaman, Joel Freeland, Meyers Leonard Não adoro as opções secundárias desta equipa mas é um facto que Steve Blake e Chris Kaman vêm acrescentar algo de muito útil aos Blazers e claramente em falta. A Observar Estes Blazers na época anterior cultivaram um estilo de jogo extremamente ofensivo, esmagador. Com jogo completo e demolidor mais próximo do cesto de LaMarcus Aldrige e os dois bases da equipa, Lillard e Matthews, com um poder de fogo de longo alcance ao nível dos melhores da liga, assim como o “do it all” Nicolas Batum, sempre muito complete em todos os momentos, esta equipa está dotada de uma pujança ofensiva notável. Ora, tudo isto é balançado com o facto da equipa na passada época ter estado também entre aquelas cuja performance defensiva foi pior, situando-se como a 22º defesa mais batida. A defesa é portanto um dos principais pontos a melhorar nesta equipa, equipa que também precisa de continuar a amadurecer e aprender a ditar melhor os momentos de jogo colectivamente de forma a não entrar por sistema na “correria” ofensiva, por vezes sem nexo, que lhe é conhecida. Conseguindo amadurecer, ter calma em certos momentos do jogo e um maior empenho defensivo os Blazers têm tudo para continuar a melhorar. Previsões Gosto dos Blazers, do basquetebol que praticam e gosto de saber que Steve Blake está na equipa este ano, não creio que façam muito melhor que o ano passado, até porque foi uma equipa que dependeu de um momento muito específico durante o início da passada época regular. Por não acreditar que sejam capazes de ter uma entrada igualmente boa em competição, não espero que alcancem com tanta facilidade os lugares de playoff. Pese isto, são claramente uma equipa de playoff, nunca sendo exagero referir o quão forte é a conferência Oeste, penso que a tarefa de alcançar esse objectivo não será tão simples como o ano passado, muito embora acredito que o farão, com maior ou menor dificuldade. UTAH JAZZ Os Utah Jazz vivem um período interessante, não será o mais animador a curto prazo mas possuem certamente um dos conjuntos com mais futuro de toda a NBA, no ano passado sem surpresa tiveram um record bastante mau, apesar disto Trey Burke mostrou a sua qualidade ao longo da época, deixando muitos adeptos de sorriso nos lábios. Este ano com a pick alta que conseguiram na lottery foram escolher o jovem base australiano Dante Exum, sobre o qual recaem também bastantes expectativas, assim como Rodney Hood da Universidade de Duke. Mudanças Pouco muda nesta equipa para este ano, existem mais dois jovens de grande qualidade, Dante Exum e Hood, temos também a entrada de Trevor Booker e Steve Novak que a médio/longo prazo serao irrelevantes nesta equipa, fica tudo mais ou menos na mesma, a mentalidade da equipa também sera muito similar. Rotação PG: Trey Burke, Ian Clark, Murry SG: Alec Burks, Dante Exum SF: Gordon Hayward, Jeremy Evans, Rodney Hood, Joe Ingles PF: Derrick Favors, Trevor Booker, Steve Novak, Jordan Hamilton C: Enes Kanter, Rudy Gobert Esta é uma equipa recheada de jovens, falta claramente experiência e o 5 base também reflecte essa realidade, no entanto são jogadores muito interessantes para construir uma equipa para o futuro, Trey Burke já mostrou valor, Alec Burks é apontado como muitos como o próximo grande SG da liga, tendo já renovado o contrato. Nesta equipa sinto que não posso confiar em Enes Kanter, talvez um ódio recalcado do fantasy :mrgreen: que tarda em mostrar aquilo que seria suposto que o fizesse, mostrando apenas ocasionais boas prestações. Também não sou fã do novo contrato de Hayward e de como isso limitará a equipa no futuro. É uma equipa que não tem muita lógica, mas nem precisa, estão com jogadores jovens, a sua preocupação é desenvolver esses talentos para irem progressivamente adquirindo valor, seja para o franchise em si seja para potencialmente serem trocados. A Observar É complicado apontar algo como sendo como particularmente chave nesta equipa dos Jazz que dependem de tantas variáveis distintas para que tudo corra bem, mas já que entrei por aí terei de terminarei o raciocínio. Os jovens abundam e como se sabe, muitas vezes juventude é sinónimo de impulsividade, decisões menos acertadas, talentos na NBA nem sempre significam bons jogadores e é isso que se trata um pouco esta equipa, muito talento, muita energia, muito divertido e tal, mas o que interessará é tentar perceber quem destes jovens é verdadeiramente “a sério” e com quem a equipa pode contar, já referi aí atrás que provavelmente no futuro os Jazz procurarão negociar alguns deles, mas o que é importante é perceber de que forma reagem a um ambiente extremamente competitivo como é o da NBA e num contexto no qual as vitórias não abundarão nos primeiros tempos. Exum não deixou também de ser uma opção arriscada no draft, muita gente criticou a opção, as expectativas são altas e existirá muita curiosidade para ver se o jovem se consegue import nesta equipa e praticar aquele basquetebol eléctrico que se espera que mais cedo ou mais tarde faça. Será portanto vital que estes talentos se conheçam mutuamente o mais depressa possível, encontrem o seu espaço e minutos para cresceram, se valorizarem e se assumirem como mais valias para a liga. Previsões Prevejo que Dante Exum irá ter algumas dificuldades para se adaptar à NBA, não deixou de ser uma pick arriscada e creio que os Jazz se darão mal com a opção que tomaram, Burks e Burke têm o Backcourt bem entregue e podemos esperar que continuem de estaca nos Jazz, roubando muitos minutos a Exum, espero estar enganado mas é aquilo que me auguro a Exum. Quanto às ambições da equipa, escusado será dizer que os playoffs são uma miragem, mas também não será grave, são uma equipa que não ambiciona lá chegar assim tão cedo quanto isso. Pacific Division by Grilo GOLDEN STATE WARRIORS Os Warriors acabaram por fazer uma época positiva na sempre difícil Conferência de Oeste com Curry a confirmar que a qualidade que demonstrou durante a época de 2012/13 não foi um acaso do destino. Mas apesar disso, algumas lesões (Bogut à cabeça) e facto de não terem conseguido garantir home court advantage foi crucial na eliminação aos pés do Clippers em 7 jogos. Mudanças A maior mudança foi no banco. Steve Kerr é o novo técnico e promete trazer bom basquetebol à baía de São Francisco. O antigo pupilo de Phil Jackson estreia-se como treinador principal depois de uma passagem com relativo sucesso como General Manager dos Suns e promete usar algumas das filosofias do Zen Master ao basket dos Warriors. Quanto aos jogadores, pouco mudou, apesar de terem sido um dos contenders para receber um dos maiores assets do verão, Kevin Love, ele acabou por ir parar a outro lado e em Oakland pouco mudou. A perda da experiência e do conhecimento oferecidos pelo veterano Jermaine O'Neal serão colmatadas pela adição do Leandrinho e depois das falhadas e efémeras passagens de Jordan Crawford e Steve Blake pela posição de backup do Curry, um dos jogadores em maior evidência na época passada e com uma história incrível, Shaun Livingston chega agora aos Warriors e promete ser um contender ao prémio de 6th Man of the Year. Rotação e Análise PG: Stephen Curry, Shaun Livingston SG: Klay Thompson, Leandrinho SF: Andre Igoudala, Harrison Barnes PF: David Lee, Draymond Green, Marreese Speights C: Andrew Bogut, Festus Ezeli O Frontcourt dos Warriors promete dar muitas dores de cabeça tanto a Steve Kerr como aos adeptos dos Warriors, especialmente nas posições interiores. Sendo tanto o David Lee como Andrew Bogut propensos a lesões, prevê-se que as três soluções existentes no banco para os lugares façam muitos minutos durante a época. E se Draymond Green é um jogador que já demonstrou ser competente, nomeadamente na segunda metade da época passada, o mesmo não se pode dizer do Speights nem do Ezeli. No backcourt, as coisas parecem estar mais calmas e mais sorridentes, os Splash Brothers prometem ser novamente um dos backcourts mais espectaculares da liga e tanto Livingston como o Leandrinho trazem qualidade a partir do banco. A Observar - Congestionamento da Enfermaria: Tanto Bogut como Lee referidos anteriormente, como a estrela maior da equipa Stephen Curry, como ambas as opções de banco do backcourt apresentam um mau historial em termos de lesões. Se todos se conseguirem manter saudáveis, as hipóteses dos Warriors melhorarem os resultados da época passada melhoram substancialmente - Estreia de Steve Kerr: Os pupilos do mestre Phil Jackson costumam falhar quando chegam ao banco. Mas Steve Kerr mostrou bons sinais na pré-época ao implementar um sistema mais parecido ao que Mike D’Antoni implementou em Phoenix e que continuou a ser usado durante os anos em que ele era General Manager do Suns do que o ataque em triângulo usado pelo agora presidente dos New York Knicks. Será que consegue quebrar o enguiço e ser o primeiro pupilo de Phil Jackson a conseguir levar uma equipa aos playoffs? - Qual é o Harrison Barnes que vamos ter? Há dois Harrison Barnes. Aquele que nos maravilhou nos playoffs de 12/13 que foi peça chave dos Warriors que obrigaram os futuros campeões de conferência e actuais campeões da NBA, San Antonio Spurs a ir ao jogo 6, ou vamos ter o Harrison Barnes que defraudou todas as expectativas ao longo da época passada? Previsões Mesmo se a enfermaria dos Warriors não tiver muito trabalho vai ser complicado para eles conseguirem almejar a muito mais alto que na época passada. Apesar do 5 inicial ser dos melhores da liga, as soluções do banco são quase todas ou fracas ou instáveis algo que prejudica fortemente as ambições da equipa da baía de São Francisco. O melhor que podem almejar será o 4º lugar e a garantia de home court advantage. Por outro lado, se Bogut se lesiona, o Curry se ressente dos problemas no tornozelos e se o Harrison Barnes continuar na forma do ano passado ou se os Warriors não se adptarem bem às novas ideias do Steve Kerr, os Warriors podem perfeitamente acabar fora dos playoffs numa sempre e cada vez mais forte Conferência de Oeste. O que podemos definitivamente esperar é muito disto LOS ANGELES CLIPPERS Época conturbada para o conjunto de LA. A época começou bem, com a chegada de Doc Rivers e a melhoria colectiva do basquetebol praticado, à chegada aos playoffs, as coisas eram sorridentes. Campeões da divisão pelo segundo ano consecutivo (mesmo com a lesão prolongada do Chris Paul), a confirmarem o seu domínio de Los Angeles e a parecerem uma das equipas com maiores chances ao título. Mas depois nos playoffs, o desastre aconteceu. O escândalo Sterling rebentou, e a equipa perdeu muita da confiança que tinha adquirindo, e apesar de ainda terem ganho uma eliminatória aos Warriors, acabaram por claudicar perante os mais experientes Thunder na final de conferência. Mudanças Em equipa que ganha não se mexe. O núcleo duro da equipa manteve-se, tendo apenas registado uma ou duas mudanças nos jogadores que vêm do banco. Jared Dudley mudou-se para Milwaukee e Ryan Hollins e Darren Collison para Sacramento, mas as suas partidas foram colmatadas com as adições de Chris Douglas-Roberts, Spencer Hawes e Jordan Farmar, respectivamente. A mudança mais drástica terá acontecido mesmo no gabinete, com a mudança de dono, General Manager e Doc Rivers acumula agora as funções de Presidente com as de Treinador. Rotação e Análise PG: Chris Paul, Jordan Farmar SG: JJ Redick, Jamal Crawford SF: Matt Barnes, Chris Douglas-Roberts PF: Blake Griffin, Glen Davis, Hedo Turkoglu C: DeAndre Jordan, Spencer Hawes Dos melhores plantéis da NBA, os Clippers têm talento para dar e vender. Apesar de terem perdido algumas das peças fundamentais que vinham do banco, como eram os casos de Jared Dudley e Darren Collison, os Clippers reforçaram-se muito bem, adicionando a qualidade de Jordan Farmar e Spencer Hawes à mistura. Com dois dos melhores jogadores da liga em Chris Paul e Blake Griffin que são talvez os melhores base e 4 da NBA e com a presença interior do Blake e de DeAndre Jordan, com um dos melhores atiradores da liga em JJ Redick e com o actual 6th Man of the Year, Jamal Crawford vindo do banco, os Clippers são “os” candidatos para vencer a divisão e um dos maiores candidatos à vitória final da NBA. E com Hedo Turkoglu no plantel podemos esperar muita lambidela. A Observar - Uma equipa saudável: No ano passado, muitas das peças chave da equipa estiveram lesionadas, Matt Barnes falhou 16 com uma lesão ocular, JJ Redick falhou um total de 46 com duas lesões distintas e Chris Paul, em especial este, deixou a equipa sem maestro perto de 20 jogos. Os Clippers sentiram muito a falta não só dele, mas como também de JJ Redick, o melhor atirador da equipa e que é o complemento ideal para o jogo de CP3 e Blake Griffin -DeAndre Jordan da linha: O poste dos Clippers é terrível da linha de lance livre, falhando mais de metade dos lançamentos livres que efectua. A sua má eficácia da linha permite aos adversários fazer o mesmo que fazem com Dwight Howard, um Hack-a-DeAndre, neste caso, onde condicionam o jogo dos Clippers ao fazer faltas sucessivas no poste dos Clippers até poderem, evitando assim muitos dos ataques dos Clippers. -Lob City: Quem é que estamos a enganar? Os Clippers são uma das mais espectaculares equipas da NBA, e mesmo na remota e improvável eventualidade de terem uma época perdedora, podemos esperar sempre coisas como estas: Previsões Os Clippers são um dos mais fortes candidatos a vencer não só a divisão, como a conferência, como o campeonato. Se toda a gente se mantiver saudável, vai ser muito díficil para as outras equipas aguentarem o poderio ofensivo trazido pela turma de Doc Rivers. Mesmo se a equipa tiver uma praga de lesões que debilitem muitas das estrelas do plantel, será díficil para eles ficarem de fora dos 4º primeiros classificados da conferência e fora dos lugares que dão Home Court Advantage. LOS ANGELES LAKERS Mais uma época horrível para os Lakers. Depois de um desapontante 2012-13, onde os Lakers tinham um dos melhores plantéis da NBA que não conseguiu jogar junto e que acabou com uma lesão gravíssima de Kobe Bryant, os Lakers vieram para a época de 2013-14 com uma atitude perdedora, o chamado tanking para garantir uma pick alta no draft de 2014 que estava sobrelotado de potenciais estrelas. Conseguiram-no, mas para isso tiveram que obter um dos piores records de sempre do franchise e, para além disso, o veterano base Steve Nash esteve (e está) lesionado, falhando a maior parte da época e um Kobe acabadinho de regressar de lesão, não fez mais de 20 jogos, voltando a lesionar-se de novo. Mudanças Os Lakers foram das equipas que mais mudou durante esta offseason. Perderam muitos dos jogadores que foram peças chave do seu roster no ano passado (Farmar, Meeks, Kaman e Kendall Marshall), ainda que apenas um seja um jogador de primeira água (Pau Gasol). Mas também adicionaram alguns jogadores interessantes. E os Lakers apostaram em Jeremy Lin, na longínqua esperança de a Linsanity ter um comeback, adicionou Boozer e draftou Julius Randle, que no tempo que demorou ao nosso painel de especialistas a fazer o preview da época, já se lesionou gravemente e vai falhar a totalidade da corrente época. Rotação e Análise PG: Jeremy Lin, Ronnie Price SG: Kobe Bryant, Wayne Ellington SF: Wesley Johnson, Nick Young PF: Carlos Boozer, Ryan Kelly, Julius Randle C: Jordan Hill, Ed Davis, Robert Sacre Uff. Prevê-se outro ano difícil para os Lakers. Mesmo se Kobe volte a forma do costume, se a Linsanity voltar e se Boozer voltar à forma do seu pico de carreira, muito dificilmente farão alguma coisa de jeito. Tirando os 3 referidos acima, os restantes jogadores dos Lakers iriam ter dificuldade em ser sequer segundas escolhas na maioria das equipas da liga. A Observar Kobe: Será que o Black Mamba consegue voltar à forma que nos habituou durante largos anos? Será que aos 36 anos teremos sequer vislumbres da estrela que já foi? Será que se vai conseguir manter livre de lesões? Linsanity! : Os Lakers arriscaram e rolaram os dados, esperando que o base sino-americano consiga voltar à forma daqueles míticos meses de Janeiro e Fevereiro de 2012. Depois desses meses, e já se tendo mudado de NY para Houston, Lin fez o suficiente para se poder manter na liga. Será que voltando a um big market como é LA, com a gigantesca comunidade asiática da cidade dos anjos a apoiá-lo, ele vai conseguir a Linsanity 2.0. O melhor jogador de banco da história da humanidade: Pois é, os Lakers são tão maus que um dos pontos-chave da equipa é o seu segundo poste suplente, Robert Sacré. Ele é o melhor jogador de banco da história da humanidade. Duvidam? Vejam o vídeo. E durante o vídeo, até temos ali a aparição (estejam atentos, é mesmo ali no cantinho inferior) de um dos únicos banquistas que consegue fazer frente a Sacre, Chris Duhon a elogiar, deduzimos nós, as capacidades de banco do poste originário de Baton Rouge, Louisiana (favor ler com sotaque cajun). Se também não conhecem Chris Duhon, é ver o vídeo a seguir. Previsões Bom, a melhor previsão da época dos Lakers é também a pior. A pick deles deste ano está de momento nas mãos dos Suns, envolvida na troca de Steve Nash. Mas a pick é uma pick protegida ao top 5, por isso com uma época extremamente má, os Lakers podem almejar a garantir que a sua pick no draft de 2015 não vai a lado nenhum. PHOENIX SUNS A equipa sensação de 2013/14. Quando toda a gente esperava que os Suns fossem das piores equipas da liga, eis que Jeff Hornacek surpreende toda a gente com um sistema de ataques rapidíssimos e com dois bases no 5 inicial que conseguiu obter resultados estrondosos para a realidade da equipa do Arizona e nem mesmo a lesão prolongada de Eric Bledsoe os impediu de estarem na luta pelos playoffs até ao fim e a Goran Dragic de ganhar o prémio de Most Improved Player. Mudanças Os Suns mantiveram a maioria do seu grupo. Os veteranos Leandrinho e Channing Frye vão fazer falta para não só dar experiência ao balneário como também ofereceram bons minutos à equipa o ano passado, em especial Frye, que fez uma muito boa época. Com eles foi também o base suplente Ish Smith que também teve uma boa participação vindo do banco. Para os substituir, para além dos rookies TJ Warren e Tyler Ennis, vieram o experiente PF atirador Anthony Tolliver e de Sacramento veio um dos jogadores revelação da temporada passada, Isaiah Thomas, transformando assim o backcourt dos Suns num dos mais fortes de toda a liga. E finalmente, confirmando Phoenix como o oásis do amor fraterno, os Suns assinaram com o irmão de Goran Dragic, Zoran, subindo assim o número de pares de irmãos na equipa para 2, já que os irmãos Morris, Marcus e Markieff se mantêm no plantel. Rotação e Análise PG: Eric Bledsoe, Isaiah Thomas, Tyler Ennis SG: Goran Dragic, Gerald Green, Zoran Dragic SF: Marcus Morris, PJ Tucker, TJ Warren PF: Markieff Morris, Anthony Tolliver C: Miles Plumlee, Alex Len Os Suns voltam a ter um plantel sem nenhuma estrela óbvia, apesar de Goran Dragic cada vez mais se parecer com uma, mas com qualidade. Voltam a ter duas opções credíveis para cada posição e os 3 rookies da equipa prometem ir mostrando a qualidade. Com um dos melhores backcourts da liga a trabalhar no esquema de Jeff Hornacek, espera-se uma época forte dos Suns que este ano se declaram como uma equipa de playoff. E o técnico dos Suns, que esteve a poucos pontos de roubar o título de treinador do ano a Greg Popovich no ano passado, já flirtou com um sistema de 3 bases em campo ao mesmo tempo, prometendo trazer muita espectacularidade. A Observar Gestão dos Bases: Uma faca de dois gumes. Se é bom ter 3 bases perfeitamente capazes de serem starters em quase todas as equipas da liga, vai haver alguém que vai fazer menos minutos do que queria e o seu rendimento tenderá a cair. Será interessante ver como Hornacek resolve a questão, se conseguirá dividir bem os minutos, conseguindo que toda a gente mantenha o rendimento da época passada ou se alguém irá sair prejudicado. Como falámos acima, o técnico dos Suns testou o sistema de 3 bases na pré-época, que tiraria altura a uma equipa que já não é muito alta, mas transformaria a sua equipa numa equipa supersónica e muito difícil de parar. De esperar também que Hornacek não tenha a sua escolha facilitada por lesões, já que Bledsoe o ano passado falhou grande parte da época com uma lesão no menisco. Má protecção do aro: Exceptuando um dos elementos dos Suns (Plumlee), nenhum dos jogadores é exímio não só a blockar, como também a ressaltar. Len é uma incógnita, os irmãos Morris são aguerridos mas têm pouco poder e a adição Tolliver não tem vida para isso. Os Suns vão ter que recorrer ao atleticismo dos bases e à presença vinda do banco de PJ Tucker para garantir os ressaltos que os seus homens grandes não conseguem garantir. Gerald Green: Depois de se pensar que o campeão do concurso de afundanços de 2007 já pouco tinha a dar a uma equipa da NBA, eis que ele se consegue fazer uma época muito boa, tornando-se numa opção muito viável para a equipa de Phoenix. Espera-se que consiga manter essa forma este ano, e no acaso de não o conseguir, podemos sempre esperar jogadas espectaculares de um dos melhores dunkers em jogo da liga. Previsões Os Suns parecem bem encaminhados para uma boa época e para um lugar nos playoffs, nunca acima do 6º. A fortíssima conferência oeste não lhes permite mais. E o facto de os Suns deverem uma das equipas que se vai manter no limbo durante toda a época, a entrar e a sair dos lugares de playoff, não seria nenhuma surpresa, nem seria preciso nenhum cataclismo para falharem os playoffs numa conferência que das suas 15 equipas, 12 têm reais aspirações a lá chegar ndr: Só para relembrar à malta que gere as coisas em Phoenix, que se o que eles estão a fazer é alguma experiência científica para avaliar o quão fortes são os laços de família, não se esqueçam que ainda há um jogador no roster dos Suns que tem um irmão já a jogar na liga e outro em Duke. SACRAMENTO KINGS A equipa da capital californiana fez uma época à altura das expectativas na primeira época do novo dono Vivek Ranadivé. Não foram uma equipa totalmente má, mas também não foram das piores da liga, ainda conseguiram uma pick relativamente alta no draft, o base Isaiah Thomas fez jus ao nome com uma excelente época e DeMarcus “Boogie” Cousins afirmou-se como um dos melhores postes da NBA. Mudanças Houve pouca acção nas partidas do aeroporto de Sacramento, só o base revelação Isaiah Thomas abandonou a capital californiana, alegadamente por conflitos com companheiros de equipa, mas a sua partida promete deixar saudades, já que nenhum dos bases que foram contratados para colmatar a sua saída (Darren Collison e Ramon Sessions), parece ter estaleca para fazer uma época semelhante a que fez na época transacta. Chegaram também Omir Casspi, uma boa adição para a equipa de Sacramento e, através do draft, chega um dos jogadores com mais hipóteses de ter uma longa e bem sucedida carreira na NBA, o exímio atirador Nik Stauskas. Rotação e Análise PG: Darren Collison, Ramon Sessions SG: Nik Stauskas, Bem McLemore SF: Rudy Gay, Omir Casspi PF: Jason Thompson, Carl Landry, Derrick Williams C: DeMarcus Cousins, Reggie Evans Os Kings perderam uma peça importante no backcourt na figura de Isaiah Thomas, mas adicionaram Darren Collison e Ramon Sessions que apesar de não conseguirem atingir a espectacularidade do pequeno base, são bem capazes de pôr a equipa a jogar bom basket. Contudo não são suficientes e os Kings deverão ser das equipas que vai estar no centro dos rumores de troca durante a época à procura de um base como Rajon Rondo, Deron Williams ou Ricky Rubio. E depois da explosão de DeMarcus Cousins durante toda a passada época e no Mundial, espera-se uma boa época do poste, que espera contar com a importante ajuda de Rudy Gay que procura uma época à imagem do que mostrou em Memphis. A Observar Boogie!: DeMarcus Cousins é dos melhores postes da NBA, senão mesmo o melhor. Depois de uma boa época de 2013-14 e de um bom mundial onde foi peça fundamental da equipa vencedora dos Estados Unidos, espera-se que Boogie consiga manter a forma que vem demonstrado nos últimos 12 meses e consiga levar a sua equipa o mais longe possível. Nik Stauskas: O base atirador canadiano de ascendência lituana era um dos alvos mais apetecíveis do draft e acabou por vir parar a Sacramento. Franco-atirador de eleição, o canadiano promete trazer muitas bombas à capital californiana. E se não conseguir, a namorada dele sempre dá algum brilho à coisa Trade Machine: Os Kings prometem andar muito tempo durante a época à procura de um PG que consiga substituir Isaiah Thomas e faça um Big 3 juntamente com Gay e Cousins. Os alvos mais apetecíveis são Rajon Rondo, Deron Williams e Ricky Rubio, todos à beira do final de contrato e todos com as suas equipas à espera de ainda conseguir fazer alguma coisa com eles antes de ser forçada a se ver livre deles a custo zero. O vosso caro editor tem uma preferência já conhecida por Ricky Rubio, mas o nome mais falado é mesmo o de Rajon Rondo, sendo Sacramento a par de NY um dos destinos mais apetecidos para o actual base dos Celtics. Previsões Se Rudy Gay conseguir uma época à altura do melhor que nos apresentou, se Boogie conseguir ser tão dominador como o foi o ano passado e se os Kings se moverem rapidamente no mercado e conseguirem um PG à altura dos dois anteriores, os Kings são um candidato forte aos playoffs. Mesmo não chegando nenhum base, os Kings continuam a ser um forte candidato… mas para estar no limbo e andar sempre a entrar e sair das posições de playoff durante a época. No pior cenário, Stauskas não confirma o seu potencial, Boogie é dominado a época toda e Gay arranja outra lesão nojolhos e os Kings acabam a lutar por uma lottery pick. Power Rankings by Mesquita Contenders 1.SAN ANTONIO SPURS 2.LOS ANGELES CLIPPERS Olhando para as duas equipas de topo de cada conferência são perfeitamente visíveis duas realidades completamente diferentes: se no Este os top dogs são equipas com adições bastante significativas no roster (Cleveland com LeBron e Love e Chicago com Gasol e o regressado de lesão Rose), no Oeste, alguém que não seja um nba geek provavelmente não se lembra se houve algum mudança. Que raio, nos Clippers sei perfeitamente que chegou Spencer Hawes para ajudar nas posições interiores, mas nos Spurs tive mesmo que ir ver quais as movimentações da offseason. Isto diz muito de uma conferência que tem sido consistentemente melhor e mais profunda e que promete continuar a sê-lo nos anos que se avizinham. E a mesma frase se pode aplicar aos Spurs. Quanto aos Clippers, se se mantiverem saudáveis e Blake Griffin continuar a jogar com um dos três melhores Power Forwards da liga, esta época, sem todas as distracções que o caso Sterling trouxe aos novos reis de LA no ano passado, tem tudo para marcar a primeira final de conferência da carreira de CP3. Playoff Race 3.GOLDEN STATE WARRIORS 4.OKLAHOMA CITY THUNDER 5.DALLAS MAVERICKS 6.MEMPHIS GRIZZLIES 7.PORTLAND TRAILBLAZERS 8.HOUSTON ROCKETS Os mesmos oito da época passada, é o que acho que vai acontecer. Os Thunder pareciam profundos o suficiente para aguentar a ausência de Durant sem cair para este grupo, mas a recente lesão de Westbrook que o pode colocar de fora até dois meses é um duro golpe que, ainda assim, não deve colocar em perigo nem o home court advantage na primeira ronda, muito menos uma eventual presença nos playoffs. Nas restantes equipas, excepção feita aos Mavs de que falarei já a seguir, tudo continua sem grandes alterações. A maior é mesmo a saída de Parsons de Houston, mas colmatada por Trevor Ariza que acredito ir encaixar na perfeição no sistema de Kevin McHale (ele que também esteve próximo de sair do Texas). Dallas foi a última equipa a garantir o playoff no ano passado, sendo, por isso, em teoria a equipa que mais facilmente poderia perder esse estatuto este ano. Mark Cuban e companhia garantiram que tal não vai acontecer, adicionando Chandler Parsons e Tyson Chandler que, apesar da idade deste último, são jogadores que adicionam muita qualidade e, no caso de Tyson, trazem experiência e conhecimento do sistema de Rick Carlisle. Ainda assim, Calderón e Vince Carter foram peças fundamentais a época passada e, principalmente no caso do base espanhol, podem ser bastante sentidas no estilo de jogo da equipa. É por isso que não lhes dou um maior favoritismo na busca por um lugar nos quatro primeiros do Oeste. Wild Wild West 9.NEW ORLEANS PELICANS 10.PHOENIX SUNS Os Suns foram a surpresa da temporada na época passada, mas duvido que eles (e outra qualquer equipa, já agora), o consiga repetir, sem uma das oito equipa que foram à postseason no ano passado ter um contratempo grave com lesões. E se tal acontecer, parece-me que os Pelicans estão em melhor posição para capitalizar do que os Suns. Se é certo que no banco Jeff Hornacek dá indicações de ser muito melhor que Monty Williams, em termos de talento a coisa não é bem assim. O sistema dual point-guard de Phoenix foi bem trabalhado em Phoenix mas não mostrou assim tantos resultados como parece ser a ideia geral. Bledsoe e Dragic jogaram juntos cerca de metade da época e esta época foi ainda adicionado Isaiah Thomas, mais uma base, o que fará do roster dos Suns um roster ofensivamente focado em exclusivo no backcourt, e sem Channing Frye que, não sendo a última bolacha do pacote, providenciava o spacing necessário numa equipa com este sistema de jogo. Já os Pelicans tiveram eles próprios uma época difícil. Ryan Anderson quase não jogou, Jrue Holiday também teve um ano mais curto que o costume e Anthony Davis não faz milagres, tal como Love não os fazia em Minny. Ainda assim, nos poucos jogos em que o finish five de New Orleans esteve disponível (Jrue-Gordon-Evans-Rhyno-Davis), a equipa era temível e é isso que NOLA espera poder acontecer de forma consistente ao longo da época. E a adição de Asik faz de New Orleans uma equipa terrível para quem queira tentar lançar junto ao cesto. I was gonna go to the Playoffs, but then I got high 11.DENVER NUGGETS Os Nuggets estão numa situação curiosa. Adicionaram Afflalo, um dos sólidos SG's da liga, e recuperaram Gallinari, têm um Faried comprometido com a Mile High City pelo futuro próximo e têm, acima de tudo, uma arena onde é o cabo dos trabalhos para ganhar. Uma equipa medíocre dos Nuggets ganha 25 jogos caseiros sem grande dificuldade, este equipa é um bocadinho melhor que medíocre. Não chegará, no entanto, para regressar aos playoffs. Os Três Porquinhos e o Lobo Mau (SPOILER ALERT: Ao contrário do que acontece no conto infantil, na NBA o lobo mau eventualmente acaba por ganhar) 12.MINNESOTA TIMBERWOLVES 13.SACRAMENTO KINGS 14.UTAH JAZZ 15.LOS ANGELES LAKERS T'Wolves, Kings e Jazz tem a vida dificultada no terrível Oeste, os Lakers estão pior do imediato, mas um dos franchises mais titulados da história, a juntar ao apelo de LA fazem tudo parecer (e efectivamente ser) mais transitório para a equipa de Kobe. O rebuild com Love e Rubio não resultou em Minnesota, é tempo para um começo em branco, com Wiggins e Bennett, as últimas duas number one picks. Minnesota precisa de acertar e rápido porque, como se viu com Love, é difícil manter os produtos da casa de sonhar com destinos mais apetecíveis (e com menos neve) sem ter em campo uma equipa competitiva. Thad Young e Pekovic são veteranos de qualidade, mas não estou certo do seu futuro a longo prazo com os T'Wolves. Os Jazz passaram uma situação semelhante há um par de anos, com o fim da era de Millsap e Al-Jeff, mas os seus substitutos naturais demoram a demonstrar o valor dos seus antecessores. A equipa de Utah tem bons assets, mas começam a entrar num período crítico, primeiro com a extensão de Hayward, agora com a decisão sobre Favors e Kanter a aproximar-se. Os Kings têm finalmente um novo dono e nova esperança em DeMarcus Cousins. Ainda assim, o equilíbrio entre construir à volta dele, ou deixá-lo a ele construir é um equilíbrio difícil, principalmente com alguém com uma personalidade tão volátil. O destino ideal para o Rondo, portanto, o que transforma estes Kings numa equipa a ter um pouco mais em conta, mas não muito. Ainda assim, nenhuma destas quatro equipas será um factor nos playoffs deste ano. AWARDS RACE by Mesquita Most Valuable Player LeBron James é o nome que vem de imediato à cabeça, principalmente com a lesão de Kevin Durant que, se abrir desde logo a 100%, ainda pode ter uma palavra a dizer. Joakim Noah, caso os Bulls vençam a conferência, é, parece-me, a única outra alternativa no Este, alternativa da qual, ainda assim, desconfio muito, porque penso não poder repetir os números do ano passado, nuns Bulls sem Rose e Gasol. Os verdadeiros adversários de James devem vir do Oeste e são, na minha óptica, principalmente Blake Griffin e Stephen Curry. James Harden pode ter hipóteses se os Rockets forem uma das duas ou três melhores equipas e se melhorar a sua defesa. Scoring Champion THE BLACK MAMBA! Seriously though, não me admirava se o Kobe Bryant se mandasse à maluca para liderar a liga em pontos. Carmelo Anthony é sempre um dos favoritos e, este ano, poderá ter a concorrência do abono de família de Miami, Chris Bosh. Acrescento ainda uma hipótese mais arriscada e, provavelmente menos consensual, em DeMarcus Cousins. Defensive Player of the Year Se mantiver os números e os Thunder conseguirem manter-se competitivos durante as lesões de Durant e Westbrook, Serge Ibaka pode finalmente levar o prémio. Jimmy Butler não deve ter grandes hipóteses tendo em conta a tendência de dar o DPOY a um big men, o mesmo para Andre Iguodala. Andrew Bogut, contudo, pode ser um candidato escondido. Bem trabalhado DeAndre Jordan pode entrar nestas contas. E claro, Anthony Davis, biatches! Rookie of the Year Este não deve fugir a Jabari Parker. Em termos de minutos é o que está na melhor posição para se dar bem, a par de Nerlens Noel, Nerlens esse que não deve ter os números ofensivos para poder ser um verdadeiro candidato. O outro rookie numa boa montra é Elfrid Payton, mas precisa de limitar os turnovers para ter hipóteses, já que anos como o que passou, em que os dois melhores rookies MCW e Oladipo tiveram uma porrada deles, são uma excepção e não regra. Se nenhum rookie tiver números de destaque, outros candidatos podem surgir, como Aaron Gordon, James Ennis ou mesmo o second-rounder KJ McDaniels. Sixth Man of the Year Três galos para um poleiro em Phoenix deve dar ao que ficar de fora, Isaiah Thomas, a consolação de levar o Sixth Man of the Year. A mesma lógica se pode aplicar em Chicago no frontcourt, para Taj Gibson. Também gosto das hipóteses de Otto Porter Jr., e que bela recuperação de um mau ano de rookie seria! Se os Clippers vencerem o Oeste, Jamal Crawford pode voltar a ganhar isto, Ryan Anderson caso os Pelicans atinjam os playoffs, ou até Mario Chalmers, se os Heat conseguirem HCA e Chalmers se mantiver a sair do banco. Most Improved Player Provavelmente o prémio mais difícil de prever, já que acaba por ir para as surpresas da época. Pela preseason Jared Sullinger parece ter uma palavra a dizer. Eu gosto de DeMarre Carroll e vejo nele o molde deste tipo de prémio, bem como em Kenneth Faried, mas a minha aposta vai mesmo para Michael Kidd-Gilchrist. Coach of the Year Várias opções aqui. Nos contenders essencialmente Tom Thibodeau, Doc Rivers ou mesmo o repetir do trono de Gregg Popovich. Eu vou mais por uma surpresa como Stan Van Gundy, Rick Carlisle ou mesmo, a minha aposta deste ano, Mike Budenholzer. PS: Se gostarem, nós(e quem estiver interessado) prometemos voltar durante o All Star Break para analisar a primeira metade da época PPS: Vá, vamos ponderar se regressamos Editado 19 Dezembro 2014 por Grilo06 Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 7 Novembro 2014 (editado) HEY, eu não prometi coisa nenhuma! :calduco: Editado 7 Novembro 2014 por Mesquita Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 7 Novembro 2014 vivi a latas de conserva durante estes dois meses que estivemos a fazer isso, dedicação 20h por dia, comer, dormir, fazer priviú, é lindo porder ver que finalmente está aqui :') Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 7 Novembro 2014 CABR*O do Grilo abre ele o tópico para receber as reps todas! Ladrão! Fascista! Racista! Tudo acabado em 'ista! Agora a sério, o moço teve um trabalhão enorme a colocar os códigos, as corzinhas e mais merdices. Kudos! Grande abraço também para os outros paineleiros, Landry Qwertycoiso e Mesquita em mod Movember. Estão todos de parabéns. Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 7 Novembro 2014 Penso é que podiam voltar um pouco mais cedo. Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 7 Novembro 2014 lol, só reps grilo, tem vergonha. sempre a encher a barriga. Compartilhar este post Link para o post
Grillo Publicado 7 Novembro 2014 lol, só reps grilo, tem vergonha. sempre a encher a barriga. it's funny cuz i'm fat Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 7 Novembro 2014 Este tópico é o ideal para a malta que só agora descobriu as maravilhas da NBA descobrir mais sobre a liga granda dica po boneco, shots fired. Compartilhar este post Link para o post
Maffu Publicado 7 Novembro 2014 (editado) Isto é da época passada... certo? É que senão quem escreveu os power-rankings fez cócó Editado 7 Novembro 2014 por Sierra K Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 7 Novembro 2014 (editado) lol, só reps grilo, tem vergonha. sempre a encher a barriga. As reps, estou em crer, são só por causa das mamas da Vânia. Btw, o avatar do Tarantino a olhar para o lado. Sabez... granda dica po boneco, shots fired. Isto é da época passada... certo? É que senão quem escreveu os power-rankings fez cócó Este é também um espaço de debate. Porque dizes isso? Editado 7 Novembro 2014 por Carmelo Anthony Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 7 Novembro 2014 Porque ele tem fé que o Faried vá papar todos de cebolada. Compartilhar este post Link para o post
Hugo Jr. Publicado 7 Novembro 2014 Danny Angie Ainge :wink: e falta o Kelly "sunshine" Olynyk na rotação :- Compartilhar este post Link para o post
Maffu Publicado 7 Novembro 2014 Este é também um espaço de debate. Porque dizes isso? Os Nuggets estão numa situação curiosa. Perderam Afflalo, um dos sólidos SG's da liga, O Afflalo regressou esta época :oops: Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 7 Novembro 2014 Danny Angie Ainge :wink: e falta o Kelly "sunshine" Olynyk na rotação :- Pá, o tipo que escreveu isso gosta muito da música Angie dos Rolling Stones. E é engraçado que tal mui nobre paineleiro fale do Olynyk durante a análise. :lol: Compartilhar este post Link para o post
Grillo Publicado 7 Novembro 2014 Danny Angie Ainge :wink: e falta o Kelly "sunshine" Olynyk na rotação :- O Angie já está corrigido. Quanto ao Olynyk acho que foi mesmo uma gralha do Da Gawd Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 7 Novembro 2014 Os Nuggets estão numa situação curiosa. Perderam Afflalo, um dos sólidos SG's da liga, O Afflalo regressou esta época :oops: :lol: que fail. Foi gralha. Não muda nada em relação à previsão em si, though. Compartilhar este post Link para o post
Maffu Publicado 7 Novembro 2014 :lol: que fail. Foi gralha. Não muda nada em relação à previsão em si, though. E eu metia os Wolves acima de nós. Nós somos piores que péssimos. Compartilhar este post Link para o post
Grillo Publicado 7 Novembro 2014 Penso é que podiam voltar um pouco mais cedo. Nestes moldes exactos (equipa a equipa) será complicado, pura e simplesmente pela quantidade de tempo e trabalho que isso implicaria Compartilhar este post Link para o post
Lionel Messi Publicado 7 Novembro 2014 Tenho frequência amanhã, mas a ver se consigo ler isto amanhã. Mas parabéns desde já, porque parece ter dado muito trabalho. NBA no cmpt :heart: Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 8 Novembro 2014 Nestes moldes exactos (equipa a equipa) será complicado, pura e simplesmente pela quantidade de tempo e trabalho que isso implicaria Não estou a falar exatamente neste moldes. Algo do que houve a época passada com perguntas e respostas, 5 paineleiros a discutir 5 temas. Por exemplo agora em dezembro podíamos, comunidade que anda por aqui, fazer um balanço do arranque da época, se a equipa x vai conseguir continuar assim, algum tema mais "quente" que haja na altura, etc. Acho que dá para entender a ideia. Compartilhar este post Link para o post
Grillo Publicado 8 Novembro 2014 Não estou a falar exatamente neste moldes. Algo do que houve a época passada com perguntas e respostas, 5 paineleiros a discutir 5 temas. Por exemplo agora em dezembro podíamos, comunidade que anda por aqui, fazer um balanço do arranque da época, se a equipa x vai conseguir continuar assim, algum tema mais "quente" que haja na altura, etc. Acho que dá para entender a ideia. Sim, isso claro que dá. Aliás, uma das ideias que eu dei para fazer isto, e que acho que até era interessante era termos criado um grupo no Skype ou algo do género, e por texto íamos discutindo os vários assuntos que fossem surgindo. Depois era só alguém (yours truly :mrgreen: ) formatar o texto e postar aqui Compartilhar este post Link para o post
Bynum Lover Publicado 10 Novembro 2014 Grande trabalho. Porra Lakers atrás de Jazz e Kings é que não! :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 21 Abril 2015 Previsões Coach of the Year Várias opções aqui. Nos contenders essencialmente Tom Thibodeau, Doc Rivers ou mesmo o repetir do trono de Gregg Popovich. Eu vou mais por uma surpresa como Stan Van Gundy, Rick Carlisle ou mesmo, a minha aposta deste ano, Mike Budenholzer. Sabes Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 21 Abril 2015 Sabes Olha, tu tá mas é caladinho pois meteste os Bucks no 14° da conferência! :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post