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UEFA manda repetir final de jogo por causa de erro de arbitragem

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Isso dos erros técnicos (também chamados de "erros de direito"), apesar de não saber explicar com o palavreado certo, é fácil de perceber.

 

Exemplo #1: uma falta acontece fora da área mas o árbitro assinala penalty por achar que foi dentro da área. Isto é um "erro de facto", porque o árbitro errou na sua apreciação mas aplicou as regras.

 

Exemplo #2: um jogador corta a bola com o peito, mas o árbitro assinala falta por achar que foi com o braço. Erro de facto.

 

Exemplo #3: um jogador tira a camisola ao festejar um golo, não tem qualquer outro comportamento incorrecto (tipo sair de campo ou algo provocatório), e o árbitro dá-lhe vermelho directo. "Erro de direito", porque não aplicou o que está escrito nas regras.

 

Exemplo #4: um guarda-redes demora demasiado a bater um pontapé de baliza numa clara tentativa de queimar tempo, e o árbitro dá-lhe vermelho directo. Erro de direito.

 

Resta acrescentar que os erros de facto não são passíveis de reclamação (oficial), enquanto os outros são.

 

Penso não ter dito asneiras.

O 3 e o 4 só são erros de direito se o árbitro os punir por esses factos, atenção. Basta meter no relatório que foi por palavras ou assim, safa-se.

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Na 1ª mão da taça entre Sporting e Nacional o Miguel Lopes tinha de ter sido expulso quando faz falta para 2ª amarelo e o árbitro deu lei da vantagem. É fair-play do Nacional não ter feito barulho, mas ainda por cima estavam a ganhar 2-1 na altura. Eu tinha-me queixado e bem...

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Exacto. Mas os árbitros aqui do fórum devem ser capazes de esclarecer melhor isso.

 

O precedente neste caso é a repetição de apenas 2 ou 3 minutos de jogo, quado as leis indicam que deveria ser repetido todo o jogo.

 

Isso dos erros técnicos (também chamados de "erros de direito"), apesar de não saber explicar com o palavreado certo, é fácil de perceber.

 

Exemplo #1: uma falta acontece fora da área mas o árbitro assinala penalty por achar que foi dentro da área. Isto é um "erro de facto", porque o árbitro errou na sua apreciação mas aplicou as regras.

 

Exemplo #2: um jogador corta a bola com o peito, mas o árbitro assinala falta por achar que foi com o braço. Erro de facto.

 

Exemplo #3: um jogador tira a camisola ao festejar um golo, não tem qualquer outro comportamento incorrecto (tipo sair de campo ou algo provocatório), e o árbitro dá-lhe vermelho directo. "Erro de direito", porque não aplicou o que está escrito nas regras.

 

Exemplo #4: um guarda-redes demora demasiado a bater um pontapé de baliza numa clara tentativa de queimar tempo, e o árbitro dá-lhe vermelho directo. Erro de direito.

 

Resta acrescentar que os erros de facto não são passíveis de reclamação (oficial), enquanto os outros são.

 

Penso não ter dito asneiras.

 

Os 2 ultimos exemplos são maus para o contexto, porque qualquer arbitro estagiario sabe dar a volta a isso, e corta qualquer hipotese da equipa prejudicada ganhar o protesto do jogo.

 

Um exemplo mais simples, um fora de jogo, AKA livre indirecto, no qual todos sabemos que é indicado quando o arbitro apita para a marcação do livre com o braço levantado, se o arbitro se esquece de levantar o braço e o jogador rematar directamente fazendo golo, podem acontecer 2 coisas:

 

- O arbitro apercebe-se do erro e invalida o golo marcando pontapé de baliza, é um erro de facto, ou seja, comete um erro inicialmente, mas não influencia o resultado em função desse erro cometido.

 

- O arbitro valida o golo, é um erro tecnico ou de direito, porque na marcação de um pontapé-livre indirecto não pode ser obtido um golo sem que haja a intervenção de outro jogador alem do marcador do livre. Caso a equipa prejudicada proteste no relatorio, ganha o direito a repetir todo o jogo.

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O precedente neste caso é a repetição de apenas 2 ou 3 minutos de jogo, quado as leis indicam que deveria ser repetido todo o jogo.

 

Quais Leis?

 

 

 

Os 2 ultimos exemplos são maus para o contexto, porque qualquer arbitro estagiario sabe dar a volta a isso, e corta qualquer hipotese da equipa prejudicada ganhar o protesto do jogo.

 

Um exemplo mais simples, um fora de jogo, AKA livre indirecto, no qual todos sabemos que é indicado quando o arbitro apita para a marcação do livre com o braço levantado, se o arbitro se esquece de levantar o braço e o jogador rematar directamente fazendo golo, podem acontecer 2 coisas:

 

- O arbitro apercebe-se do erro e invalida o golo marcando pontapé de baliza, é um erro de facto, ou seja, comete um erro inicialmente, mas não influencia o resultado em função desse erro cometido.

 

- O arbitro valida o golo, é um erro tecnico ou de direito, porque na marcação de um pontapé-livre indirecto não pode ser obtido um golo sem que haja a intervenção de outro jogador alem do marcador do livre. Caso a equipa prejudicada proteste no relatorio, ganha o direito a repetir todo o jogo.

 

Se o árbitro se esquece de levantar o braço o golo é válido. O único erro está no facto do árbitro ter transformado em direto um livre que seria indireto , o que não é um erro de direito.

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Quais Leis?

 

 

 

 

 

Se o árbitro se esquece de levantar o braço o golo é válido. O único erro está no facto do árbitro ter transformado em direto um livre que seria indireto , o que não é um erro de direito.

 

Não, não é!

 

Porque um fora de jogo, é sempre indireto, tenha ou não o braço no ar.

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Não, não é!

 

Porque um fora de jogo, é sempre indireto, tenha ou não o braço no ar.

 

Tens razão. Erro meu. Não me apercebi que estavas a falar apenas da situação do fora-de-jogo, embora o tenhas escrito de forma clara. Talvez porque a existência de golos de bola parada apontados antes da linha de meio campo seja algo extremamente improvável...

 

 

Em todo o caso vingo-me na 1ª questão a que não deste resposta. :D

 

A questão de se repetir o jogo completo ou apenas alguns minutos não é tratada nas Leis Universais do Jogo aprovadas pelo International Board. É matéria dos Regulamentos das Competições. E cada competição tem o seu regulamento próprio. Portanto, ou essa questão está referida no Regulamento do Europeu Feminino de Sub-19 (o que eu duvido) ou a UEFA não está a criar qualquer precedente com a carga dramática que alguns aqui manifestaram.

Editado por Descartes

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Tens razão. Erro meu. Não me apercebi que estavas a falar apenas da situação do fora-de-jogo, embora o tenhas escrito de forma clara. Talvez porque a existência de golos de bola parada apontados antes da linha de meio campo seja algo extremamente improvável...

 

 

Em todo o caso vingo-me na 1ª questão a que não deste resposta. :D

 

A questão de se repetir o jogo completo ou apenas alguns minutos não é tratada nas Leis Universais do Jogo aprovadas pelo International Board. É matéria dos Regulamentos das Competições. E cada competição tem o seu regulamento próprio. Portanto, ou essa questão está referida no Regulamento do Europeu Feminino de Sub-19 (o que eu duvido) ou a UEFA não está a criar qualquer precedente com a carga dramática que alguns aqui manifestaram.

 

Não respondi, porque nem reparei!

 

Vou ter que ler o regulamento, geral, mas no meu tempo um erro tecnico, dava direito à repetição integral do jogo.

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Já agora, um árbitro dar dois amarelos a um jogador e não o expulsar é um erro de direito?

 

Não houve um jogo qualquer num Mundial em que o Howard Webb fez isso?

Editado por Sylvester

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Já agora, um árbitro dar dois amarelos a um jogador e não o expulsar é um erro de direito?

 

Não houve um jogo qualquer num Mundial em que o Howard Webb fez isso?

 

É. Também aconteceu isso num jogo da 1ª Liga em Portugal há uns anos. O jogo foi repetido (o da Liga Portuguesa, essa situação num Mundial não me recordo).

Editado por Descartes

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Na 1ª mão da taça entre Sporting e Nacional o Miguel Lopes tinha de ter sido expulso quando faz falta para 2ª amarelo e o árbitro deu lei da vantagem. É fair-play do Nacional não ter feito barulho, mas ainda por cima estavam a ganhar 2-1 na altura. Eu tinha-me queixado e bem...

 

E isto? Também é ou atirei ao lado?

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É. Também aconteceu isso num jogo da 1ª Liga em Portugal há uns anos. O jogo foi repetido (o da Liga Portuguesa, essa situação num Mundial não me recordo).

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