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Carlos Gouveia

[FM'15] Futebol em Estado Nobre

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Comam filhoses e rabanadas

 

Dezembro acordou com uma novidade, ainda que já esperada, no mundo do futebol. Roberto Mancini despedido e sucede-se um português:

 

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Jorge Jesus deixava assim os campeões nacionais e seria Leonardo Jardim a ocupar o seu lugar. Enquanto isso, nós preparamos a deslocação a Bragança para um jogo também bastante importante e onde a derrota poderia significar a saída dos lugares de promoção.

 

Bragança (4-1-2-1-2): Bruno Jorge, Marco Lanço, L. Siemann, Ginho, F. Alexio, V. Nikiema, Pedrinho, Pedro Navas, Luís Leite, Tiago Cintra e João Mário;

Chaves (5-2-1-2): Rafael, Wendel Lomar, João Pedro, J. Lopes, P. Sagna, Mario César, Raviola, Wang Chengkuài, P. Marques, Tiago Garcia e M. Caballero.

 

O jogo começou manifestamente mal com Tiago Cintra a marcar logo ao primeiro minuto. O Mirandela ainda não tinha marcado, mas depressa nos iria mandar para fora dos 2 primeiros. Até que marcou mesmo e nós, já sem Caballero, que saiu lesionado, estávamos fora dos dois primeiros ao intervalo.

 

Com duas substituições feitas ainda no primeiro tempo, uma por lesão, outra por opção, encarámos a segunda parte em 4-2-4 e acabou por dar resultado. Paulo Marques, regressado de lesão, fez o 1-1.

 

Até ao fim do jogo continuámos a procurar o golo da vitória e estivemos por diversas vezes perto dele, mas o nosso desacerto na finalização fez-se notar e acabamos mesmo por não o conseguir.

 

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Bragança 1 - 1 Chaves

 

Saímos assim do 1º lugar, mantendo o ponto de vantagem frente ao 3º, o que também não era algo agradável. Era preciso vencer o Vilaverdense para afastar quaisquer ideias de que não íamos subir.

 

Vilaverdense (4-5-1): João Teixeira, F. Fernandes, E. Pinheiro, Renato, M. Carvalho, Mica, Pedro Miguel, Fernando Costa, M. Faria, Pedrinho e Érico;

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, Wendel Lomar, Terra, Mario César, João Pedro, Wang Chengkuài, P. Marques, Arnold, João Reis e M. Caballero.

 

O jogo começou por ser somente nosso, naquele que era o regresso de Terra à titularidade e aos 20 minutos, Caballero finalmente voltou aos golos e fez o 1-0. Pouco tempo mais tarde, desperdiçamos uma situação de 5 para 1 pelos pés de João Reis, o que me deixou fulo.

 

Com Bragança vs. Mirandela nesta mesma jornada, a vitória era realmente muito importante e os jogadores pareciam perceber isso. João Reis ainda marcou perto do intervalo, mas o árbitro considerou fora-de-jogo e 0-1 era o resultado ao intervalo, com 2-0 no campo do Bragança.

 

Na segunda parte, voltámos a ser nós a comandar os destinos do jogo, mas o 0-2 não aparecia. Mas, vindo diretamente da China, apareceu aos 70 minutos com um grande golo de Wang Chengkuài. 0-2 em Vila Verde e 2-0 em Bragança ditavam o nosso regresso ao primeiro lugar.

 

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Vilaverdense 0 - 2 Chaves

 

Para terminar 2017 recebíamos o último classificado: o Santa Maria. Só importava a vitória e era para isso que íamos jogar, sem Arnold e Tiago Garcia, lesionados.

 

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, Wendel Lomar, Terra, Mario César, João Pedro, Wang Chengkuài, P. Marques, M. Sañudo, João Reis e M. Caballero;

Santa Maria (4-5-1): Hélio Buffon, G. Silva, J. Oliveira, V. Viegas, André Frias, J. Sobreira, Xavi, D. Teixeira, J. Carneiro, Japa e R. Pardal.

 

Regressado à titularidade, Sañudo quis mostrar serviço e fez logo o 1-0 aos 6 minutos. Resultado que durou até ao intervalo sem sequer ter havido grandes percalços para qualquer uma das equipas.

 

Já com Verdasga e Gonzaga em campo, por lesão de Terra e Caballero, o Santa Maria nunca fez muito para mostrar serviço, tendo-se submetido à defesa e a segurar o resultado. É certo que o conseguiram, mas 1-0 dá-lhes tantos pontos como 5-0 e apenas condenaram os adeptos a um jogo enfadonho.

 

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Chaves 1 - 0 Santa Maria

 

Mais um mês com 3 jogos, 7 pontos, mas que serviu para nos distanciarmos um pouquinho dos concorrentes diretos, dado que o Mirandela e o Bragança, no mesmo número de jogos, fizeram 6 e 4 pontos, respetivamente. Ficando a classificação no fim de 2017 da seguinte forma:

 

Classificação no fim de Dezembro

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3 jogos para o fim e temos 4 pontos de vantagem no que se trata de assegurar o primeiro objetivo mínimo da temporada, faltam 5. Defrontaremos agora o 5º, o 6º e o 7º, fora, casa, fora, respetivamente. São equipas mais que acessíveis e se queremos subir, temos de jogar metade do que sabemos. O problema é que não o temos feito e o que inicialmente parecia um passeio, acabou por ter muitas pedras no caminho.

 

Para Janeiro não perspetivo contratações, mas vou estar, certamente, atento ao que se passará, sendo que já andamos a observar alguns jogadores que serão, certamente, mais-valias. Se algum virá? É muito cedo para dizer, agora comam muitas filhoses e rabanadas que é tempo de Natal.

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Obviamente vamos passar

 

Certamente estranharão estarem a ler isto em pleno 15 de Janeiro de 2018, até porque normalmente é no fim do mês ou no início do anterior que eu vos dou o meu ponto-de-vista acerca do que se passa comigo, mas depressa perceberão a razão.

 

"Cristiano Ronaldo iguala Messi no número de Ballon d'Or conquistadas", 2018 acordou com esta notícia. Aos 32 anos, Ronaldo conquista a sua quinta bola de ouro, ficando Messi com o segundo lugar e Aguero com o terceiro. O 11 do ano não teve nenhum clube claramente dominador, tendo o Real Madrid o maior número de jogadores: três.

 

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Em conversa com o presidente, o Romain, para os que de vós não se lembrarem, decidimos que qualquer tipo de mudanças significativas no plantel ficariam para depois da fase regular, mas, ainda assim, percebemos logo no dia 1 que provavelmente o Mario César seria sondado, com duas propostas a rondar os 2M€ vindas da Turquia a aparecerem. Decidimos recusar e esperar para ver o que o mercado teria para nos oferecer.

 

No entanto, havia uma posição fulcral a reforçar e não perdemos tempo, contratámos Djibril, ex-Braga, ainda antes do primeiro jogo de 2018.

 

Djibril - MD

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Djibril assumiu o nº 24 e estava pronto para a batalha. O primeiro jogo seria contra o Vieira e era importantíssimo vencer.

 

Vieira (4-2-2-2): C. Campos, A. Maia, Sérgio Pote, A. Morais, J. Castro, Samuel, Souffo, M. Santos, Telmo Gonçalves, João Manuel e Marco Sousa;

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, Wendel Lomar, J. Lopes, Mario César, João Pedro, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero.

 

A preparação física e a facilidade com que o Djibril percebeu tudo aquilo que se espera dele no campo fez-me confiar-lhe a titularidade logo nos primeiros dias da sua estada connosco.

 

E ele correspondeu com um golaço! Na estreia, Djibril fez aquele que é já candidato ao golo do mês. Procurámos intensamente o segundo golo para irmos para o intervalo com uma vantagem confortável, mas ele nunca apareceu.

 

Na segunda parte voltámos à carga e foi aos 57 minutos que o mesmo Djibril encontrou João Reis que só teve de encostar. Mas o Vieira reagiu por Carlitos e aos 62 minutos fez o 1-2, que lhes dava uma renovada esperança na vitória.

 

Essa esperança não demorou a surtir efeito e a produzir o 2-2, desta vez por João Manuel. O mesmo João Manuel que aos 84 minutos fez o 3-2 com que o jogo fechava. Um fim de jogo horrendo que nos mandava de volta para o 2º lugar.

 

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Vieira 3 - 2 Chaves

 

Decidi que não podia esperar muito mais para reforçar o plantel e aproveitei o desejo do Seidi e do Rutishauser para os trazer de volta.

 

Sanã Seidi - MD

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Wolfgang Rutishauser - D C

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Sei que não precisava de outro médio defensivo, mas o Djibril jogou extremamente bem a médio centro e apostarei nele aí, portanto o Seidi será necessário e, dê por onde der, será um upgrade à equipa. No caso do Rutishauser, estamos a falar de um jogador que viria para acabar com as indecisões quanto ao parceiro do Wendel Lomar.

 

Seguia-se o jogo contra o Vianense que nos tinha vencido na primeira mão com um futebol muito atraente num sistema de 3 defesas.

 

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, W. Rutishauser, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero;

Vianense (4-5-1): Tiago Rocha, P. Cunha, J. Nunes, Y. Oliveira, N. Marques, N. Fachada, Rui André, Rui Faria, Diogo Gonçalves, M. Costa e Telmo Castanheira.

 

Percebi de imediato o fraco desempenho que o Vianense vinha tendo nos últimos jogos, abdicaram de tentar ter a posse e o controlo do jogo e aos 15 minutos já estávamos a ganhar por 2 golos. Djibril voltou a marcar e Chengwuài assinou um golão.

 

Na segunda parte regressaram ao 3-5-2 que tantos problemas nos tinha causado na primeira volta e a verdade é que começámos a sentir problemas e o golo lá apareceu, mas por João Reis, que estava manifestamente apagado do jogo, mas apareceu no sítio certo a responder da melhor maneira a uma excelente assistência de Caballero.

 

O jogo depois acalmou imenso e o Vianense aceitou o 3-0, que durou até ao fim do encontro.

 

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Chaves 3 - 0 Vianense

 

E este foi o jogo de ontem, falta apenas um na fase regular que começarei a trabalhá-lo hoje. Iremos às Pedras Salgadas num jogo onde apenas a vitória nos faz depender de nós próprios.

 

Pedras Salgadas (4º) vs. Chaves (2º)

Santa Maria (10º) vs. Bragança (3º)

Vieira (5º) vs. Mirandela (1º)

 

O Pedras Salgadas, mesmo estando em 4º, está longe da luta pelo 3º lugar, com 9 pontos a separá-los, mas o Bragança está a 1 ponto de nós, que estamos a 1 ponto do Mirandela. Vamos todos sair de casa para lutar por um lugar na fase de promoção.

 

O Vieira tem 15 pontos nos últimos 7 jogos, mas acabaram de ser derrotados em Faro, mas será um jogo complicado para o Mirandela. O Santa Maria apenas tem 3 pontos em casa frente ao Vianense, pelo que o Bragança deverá vencer. O Pedras Salgadas vem de uma saga vitoriosa de 5 jogos, pelo que não temos, nem de perto a vida facilitada. Não devíamos depender deste jogo para chegar à fase de promoção, mas a falta de profissionalismo destes jogadores deu nisto e agora estamos dependentes do último jogo.

 

Classificação a 15 de Janeiro de 2018

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É simples, se não passarmos considero que a minha carreira de treinador tem de chegar ao fim. Passando, espero que continuem a acompanhar. Prognósticos? Obviamente vamos passar.

Editado por Carlos Gouveia

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Pedras Salgadas vs. Chaves

 

Era relativamente simples aquilo que tínhamos de fazer, mas antes do jogo contra o Pedras Salgadas vendemos o Neto. Nunca tinha tido grandes oportunidades cá e teve uma proposta de 14,25m€ do Benfica C. Branco, tinha assim a hipótese de voltar à Segunda Liga, mesmo não tendo jogado praticamente nada no Campeonato Nacional de Seniores.

 

Mas a nossa concentração estava toda do que ia acontecer na freguesia de Bornes de Aguiar, onde iriamos jogar contra o Pedras Salgadas e, já diz o ditado, "em equipa que ganha, não se mexe".

 

Pedras Salgadas (4-3-3): Leonardo, Lino, B. Resende, T. Guedes, Gonçalo, Didi, Vladmir, R. Vieira, R. Cruz, Y. Parkhomnko e Zé Pedro;

Chaves (4-3-3) : Rafael, P. Sagna, W. Rutishauser, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero.

 

Minuto 9: João Manuel marca e manda-nos para o primeiro lugar, Vieira 1 - 0 Mirandela (Chaves 36, Mirandela 36, Bragança 35);

Minuto 10: Mauro Caballero marca e reforça a nossa posição, Pedras Salgadas 0 - 1 Chaves (Chaves 38, Mirandela 36, Bragança 35);

Minuto 13: Seun empata, Vieira 1 - 1 Mirandela (Chaves 38, Mirandela 37, Bragança 35);

Minuto 17: João Reis converte uma grande penalidade, Pedras Salgadas 0 - 2 Chaves (Chaves 38, Mirandela 37, Bragança 35).

 

Intervalo: Pedras Salgadas 0 - 2 Chaves; Vieira 1 - 1 Mirandela, Santa Maria 0 - 0 Bragança.

No nosso jogo, o Pedras Salgadas nem por uma vez criou perigo e, pela nossa parte, só não está 0-4 por culpa própria com dois falhanços, um do Paulo Marques, outro do Mauro Caballero.

 

Minuto 78: Moedas faz o golo que complica as contas para os lados de Mirandela, Santa Maria 0 - 1 Bragança (Chaves 38, Bragança 37, Mirandela 37);

Minuto 82: Diego Luiz confirma a vitória, Santa Maria 0 - 2 Bragança (Chaves 38, Bragança 37, Mirandela 37);

Minuto 91: João Manuel bisa e manda definitivamente a equipa que entrou em 1º lugar na jornada lutar pela manutenção, Vieira 2 - 1 Mirandela (Chaves 38, Bragança 37, Mirandela 36).

 

Fim do jogo: Pedras Salgadas 0 - 2 Chaves; Vieira 2 - 1 Mirandela, Santa Maria 0 - 2 Bragança.

Uma segunda parte um pouco mais morta nas Pedras Salgadas, mas onde fomos sempre superiores e não alargámos a vantagem por falta de capacidade de finalizar.

 

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Pedras Salgadas 0 - 2 Chaves

 

Uma boa vitória e tudo acabou bem, apesar do caminho não ter sido fácil.

 

Classificação no fim da Fase Regular

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Pela frente temos a Fase de Promoção onde teremos de ser melhores do que o que fomos até agora.

 

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Ainda mal tínhamos visto o calendário, já chegava um terceiro português que terá saído do seu país cedo demais. Com Fabian a nunca se conseguir afirmar, veio, então, outro extremo esquerdo.

 

Sunhana Gomes - E E

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Os dias que se seguiram foram de treino e de algumas mudanças no plantel. No dia 1 de Fevereiro, Vandré Fabian estava no Santa Clara (0€), Ángel Bastos e Miguel Palha no Ac. Viseu (3,4m€ e 0€, respetivamente), Terra na Oliveirense (0€) e Fábio no Infesta (0€). Em sentido inverso veio Ivo Esteves, por empréstimo do Olympiacos para suprir a saída de Miguel Palha, Zé Mário, que será o backup de Mario César a lateral esquerdo, e Pité, que vem para acrescentar qualidade no meio-campo, ambos sem clube.

 

Ivo Esteves - GR

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Zé Mário - M E

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Pité - MO C

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O Mario César acabou por ficar, algo que preocupou um pouco o presidente, mas depressa o fiz ter calma, o Mario César tem mais dois anos e meio de contrato e a partir de agora só valorizará. Relativamente ao resto do mercado, não foram muitas as trocas, sendo a maior protagonizada pelo FC Bayern e pelo Manchester City.

 

Mercado de Transferências em Janeiro 2018

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Em Portugal, para além da saída de Cédric, apenas a saída de Wallace do Braga para o Grémio ultrapassou a barreira do milhão de euros.

 

E para não entrarmos em campo com uma paragem de um mês, resolvemos fazer dois amigáveis já em Fevereiro. Íamos ao Porto defrontar o Salgueiros e receberíamos a Naval a uma semana de começar a fase de promoção.

 

Salgueiros vs Chaves

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Chaves vs Naval

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Frente à Naval vacilámos mais do que o permitido, contra o Salgueiros fomos como temos de ser. Agora receberemos o Felgueiras e temos de vencer, a subida é o próximo passo e não o podemos falhar.

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Trabalho e depois sucesso

 

A fase de promoção estava aí à porta e no curto Fevereiro ainda tivemos dois jogos. Iríamos a Felgueiras e receberíamos o Gondomar.

 

O Felgueiras tinha ficado em 2º no Grupo B, atrás do Ribeirão, mas era, a par do Estarreja, a equipa com menos derrotas de todo o Campeonato Nacional de Seniores.

 

Felgueiras (4-2-2-2): Rúben Nogueira, Anderson, Tiago Barros, Pinto, Tiago Gonçalves, Diogo Pires, Seabra, S. Petit, Pule Maraisane, Marcel e Zé Valente;

Chaves (4-3-3): I. Esteves, P. Sagna, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Djibril, P. Marques, João Reis, S. Gomes e M. Caballero.

 

O jogo começou connosco completamente por cima e com Rúben Nogueira a impedir-nos de traduzir essa superioridade em golos. O Felgueiras esteve sempre encostado à defesa, excepto aos 14 minutos quando Zé Valente os colocou em vantagem no primeiro ataque e único remate à baliza de todo o jogo.

 

Continuámos a pressionar, mas a finalização estava horrenda e os golos não apareciam. Intervalo e passamos para 4-2-4 quase imediatamente com as entradas de Tiago Garcia e Manuel Sañudo.

 

A segunda parte voltou a resumir-se ao nosso ataque, mas os golos não apareciam e a hora de jogo era ultrapassada. Mas justiça foi feita aos 67 minutos com Paulo Marques a concretizar de livre direto, num grande golo.

 

Só a vitória nos interessava e mantive o 4-2-4, já com Pité no lugar de Djibril para nos dar mais acutilância ofensiva. Mas o golo não aparecia até que Pité dá em Sañudo, 89 minutos de jogo, e o espanhol não falhou, resultando numa explosão de alegria dos adeptos flavienses em Felgueiras. 1-2 e o jogo assim acabou.

 

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Felgueiras 1 - 2 Chaves

 

Depois de uma vitória apertada, seguia-se o Gondomar, também 2º, desta vez do grupo C, mas que trazia já 4 derrotas, todas elas fora de portas, o que nos dava alguma confiança na vitória, apesar de ter vencido o Salgueiros na primeira jornada por 2-1. Com Ivo Esteves lesionado e Wang Chengkuài regressado, houve alterações no 11, mas não muitas.

 

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero;

Gondomar SC (4-3-3): Á. Gonçalves, M. Carlos, O. Petrescu, Gil Dias, B. Nunes, Tiago Gomes, Moura, M. Nunes, M. Diop, A. Morgado e Peixoto.

 

Se em Felgueiras fomos sempre superiores, neste jogo fomos exageradamente superiores. O Gondomar SC limitava-se a oferecer-nos a bola e nós limitávamo-nos a tentar marcar, mas sempre sem sucesso.

 

Foi preciso um penalty sobre Paulo Marques para João Reis, aos 33 minutos, inaugurar o marcador, fazendo o jogo ficar 1-0, resultado ao intervalo que podia ter sido diferente, mas Rafael impediu um golo quase certo naquele que foi o único ataque da equipa visitante na primeira parte.

 

Na segunda aparece apareceu-nos um Gondomar em 3-4-3, mas nos não desarmámos e João Reis bisou após cruzamento de Chengkuài aos 62 minutos. Mas foi aqui que o Gondomar SC acordou e começou a criar perigo. Perigo esse que se traduziu num golo de Manuel Nunes aos 74 minutos.

 

Contudo, a força dos visitantes acabou com esse golo e o resultado acabou por ser o mesmo. 2-1 para nós e vitória mais que merecida.

 

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Chaves 2 - 1 Gondomar SC

 

O curto mês de Fevereiro acabou assim e já estamos a partilhar o 1º lugar com uma das equipas que desceu connosco em 2017, o Estarreja.

 

Classificação no fim de Fevereiro

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É continuar a trabalhar e começar a vencer por mais do que a margem mínima. A receita é fácil: trabalho e depois virá o sucesso.

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@Burkina2008: Um erro qualquer deste Logo Kit :mrgreen:

 

 

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Não é possível parar

 

Faltava Março, Abril e Maio para estarmos a festejar a promoção e Março seria o maior desses meses com 5 jogos. Um em Ribeirão, outro em Estarreja e, por fim, um em Lisboa para defrontar o Oriental. Pelo meio receberíamos a equipa bragantina e a equipa de Paranhos. E seria neste mês que acabaríamos a primeira volta. Acabando com 15 pontos estaríamos muito bem lançados para a promoção direta e o Ribeirão era o primeiro dos nossos obstáculos na demanda desse objetivo.

 

Ribeirão (4-2-3-1): Cláudio Machado, D. Leite, T. Anicet, Dylan, Nuno Santos, Marco Suri, S. Nascimento, André, Orlando, J. Barroso e João Gomes;

Chaves (4-3-3): I. Esteves, P. Sagna, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero.

 

Começamos, como é normal, na frente do jogo, mas sem criarmos grandes chances, tentando chegar à área adversária, mas sem criarmos perigo significativo. Mas em 3 minutos resolvemos a questão, João Reis aos 20, João Pedro aos 23 fixaram o resultado em 0-2.

 

O intervalo chegou já estava João Pedro de volta à sua posição de origem, médio defensivo, devido à lesão do Sanã Seidi, entrando Wendel Lomar para central.

 

A segunda parte abriu como deviam abrir todas e Rutishauser marcou logo aos 46 minutos o 0-3 que nos garantia praticamente a vitória. O Ribeirão só aqui procurou reagir, mas nunca conseguiu mais do que uns cantos, quase nunca criando real perigo.

 

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Ribeirão 0 - 3 Chaves

 

Seguia-se a receção ao Bragança, equipa que nos tinha dado luta na fase regular mas que agora estavam com menos 6 pontos que nós, tendo apenas uma vitória na última jornada frente ao Salgueiros. Tendo o Estarreja empatado com o Oriental, cabia-nos a nós a manutenção do 1º lugar.

 

Chaves (4-3-3): I. Esteves, P. Sagna, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, P. Marques, João Reis, S. Gomes e M. Caballero;

Bragança (4-2-2-2): Douglas, L. Siemann, F. Aleixo, Ginho, Marco Lança, V. Nikiema, Pedro Navas, Rateira, Tiago Cintra, Diego Luiz e João Mário.

 

Os primeiros minutos prometiam mais um grande jogo da nossa parte, mas Jorge Sousa, mais uma vez, quis destruir-nos as ambições e, estranhamente, deu vermelho direto ao Mario César aos 17 minutos.

 

O Bragança foi rápido a aproveitar essa vantagem numérica e fez o 0-1 por João Mário aos 24 minutos. Continuámos a ser mais fortes do que eles, mas sem conseguir marcar a uma equipa que estava confinada a segurar o 0-1. Tarefa que foi bem sucedida até ao intervalo.

 

A jogar em 4-2-3 continuámos a ser mais fortes, mas essa superioridade traduzia-se em todo, menos em golos, até que aos 71 minutos, Wang Chengkuài marcou o golo que dava alguma justiça ao resultado.

 

Mas o jogo estava amaldiçoado e Pierre Sagna, aos 81 minutos, lesiona-se com as 3 substituições já feitas. A jogar com 9, passámos para 3-3-2. Mas mesmo assim fomos mais fortes e só não marcámos porque Jorge Sousa continuou com a sua arbitragem absurda e negou-nos um penalty aos 88 minutos.

 

Para o jogo terminar em beleza para o árbitro do Porto, Nikiema fez-lhe a vontade e fez o 1-2 final. Um jogo altamente patrocinado por Jorge Sousa, com um vermelho direto absurdo, uma lesão, que nos vai tirar o Sagna por 3 a 4 meses, sem sequer marcar falta e um penalty por marcar. Os meus parabéns ao árbitro!

 

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Chaves 1 - 2 Bragança

 

Depois de cedermos 3 pontos ao Bragança, com Mario César suspenso e Sagna lesionado, chegou a ver de se lesionar o defesa direito suplente: Ricardo Silva. E, para ajudar, íamos a Estarreja defrontar o atual 1º classificado.

 

Já não era possível adiar o jogo contra o Estarreja, mas, baseando-me na convocatória de 4 dos meus jogadores para as respetivas seleções, consegui adiar o jogo contra o Salgueiros, passando esse jogo para 4 de Abril e fazendo da deslocação a Lisboa para defrontar o Oriental o último jogo de Março.

 

Estarreja (4-2-3-1): Rui Silva, Elias, Gustavo, Wellington Lucas, Chuca, Rúben Neves, Januário, Luis Araújo, J. Rodrigues, N. Lima e Djibril.

Chaves (4-3-3): I. Esteves, João Pedro, W. Rutishauser, Wendel Lomar J. Lopes, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, S. Gomes e M. Caballero.

 

Entramos praticamente a ganhar com um erro combinado de Chuca e Rúben Neves que ofereceram o golo a Mauro Caballero. 8 minutos e estávamos na frente. Mas cedo o futebol agressivo de que temos sido alvo foi visível com Wang Chengkuài a sair lesionado, dando lugar a Paulo Marques.

 

Mas mesmo sem um jogador fulcral, o lateral direito adaptado, João Pedro, dilatou a vantagem de livre direto, fazendo o 0-2. O Estarreja passou para 3-4-3 e procurou o golo que apareceu pelos pés de José Rodrigues, aproveitando um desentendimento entre Seidi e Wendel Lomar para reduzir.

 

O Estarreja apertou e a minha equipa não soube manter a concentração, fazendo o 2-2 logo aos 41 minutos por Djibril. Resultado que durou até ao intervalo.

 

Na segunda parte tentámos entrar com outra atitude e marcámos logo aos 50 minutos por Mauro Caballero, que bisou no encontro após um soberbo passe de Seidi.

 

Mas o Estarreja começou a pressionar e a ter alguma superioridade numérica no ataque, passei então a equipa para um misto entre 5-4-1 e 3-6-1, consoante as necessidades, ou uma linha de 5 defesas ou 3 centrais com 2 médios defensivos a taparem os caminhos.

 

Mas Djibril nunca aguenta 90 minutos e este jogo não foi excepção, gastando assim a terceira substituição com a entrada de Pité. Dois minutos depois disto acontecer, Caballero lesiona-se e passamos a jogar com 10, faltavam pouco mais de 10 minutos para os 90. Passei a equipa para 3-5-1, abdicando de um dos médios defensivos e fazendo de João Reis o homem mais avançado em campo.

 

E foi mesmo esse ponta-de-lança improvisado que decidiu acabar com o jogo, marcando o 2-4 contra a corrente do jogo, que terminou assim, connosco a trazer os 3 pontos para Chaves e a assegurar o 1º lugar do grupo.

 

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Estarreja 2 - 4 Chaves

 

Sem Caballero por 2 meses, não jogámos no Domingo devido a termos adiado o jogo contra o Salgueiros, mas mesmo assim permanecemos em 1º, tendo o Estarreja perdido com o Felgueiras e o Oriental, que tinha menos 2 pontos do que nós, empatado com o Ribeirão, ficando, portanto, a 1 ponto. Vencendo os dois jogos seguintes ficaríamos, na pior das hipóteses, a 5 pontos do 2º classificado no fim da primeira volta e foi isso que eu tentei que eles percebessem.

 

Oriental (4-1-2-1-2): Ricardo Janota, Fábio Lopes, Miguel Lourenço, Hugo Grilo, R. Guerreiro, A. Salvador, R. Brito, Oliveira, Lucas Gomes, Rui Miguel e André;

Chaves (4-3-3): I. Esteves, R. Silva, W. Rutishauser, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e Tiago Garcia.

 

Não começámos melhores, o Oriental assumiu o jogo, mas nunca conseguiu criar real perigo. Até que um momento de inspiração de Paulo Marques permitiu a Tiago Garcia abrir o ativo aos 18 minutos. Aos 23 já Tiago Garcia aproveitava um erro da defesa da equipa lisboeta e bisava.

 

Mas o Oriental acordou depressa e, de livre direto, Rui Miguel fez o 1-2 aos 27 minutos. E porque a história repete-se, aconteceu exatamente o mesmo que contra o Estarreja e André refez a igualdade aos 39 minutos. Indo assim o jogo para intervalo.

 

Na segunda parte, o Oriental voltou a ser melhor, mas a melhor oportunidade esteve nos pés de João Reis, que desperdiçou. Mas Mario César, extremamente apagado durante todo o jogo, decidiu mostrar toda a sua qualidade, cavalgando na esquerda, dando no meio para Pité que rematou ao poste. Mas João Reis estava no sítio certo e desta vez não falhou. 76 minutos e 2-3.

 

Recuei as tropas, a vitória era importantíssima e mesmo com um Robson Gonzaga a jogar no meio-campo, eles corresponderam e nem sequer deixaram o Oriental criar grande perigo, fazendo o jogo terminar da melhor forma.

 

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Oriental 2 - 3 Chaves

 

Apesar da derrota em casa frente ao Bragança, acabou por ser um mês positivo, deixando-nos com margem para ficarmos a 5 pontos do 2º classificado.

 

Classificação no fim de Março

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Vencendo o Salgueiros iremos ficar com uma margem suficientemente confortável, mas não é possível parar. O objetivo está já ali, basta-nos correr um pouco mais que o alcançaremos. E, sem dúvida, que eu o mereço!

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@SRAlmeno: Estará? :lol: Não te esqueças que faltam 8 jogos em 14!

 

@Burkina2008: E mesmo isso...

 

 

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O único transmontano

 

Ainda sem Sagna, Abril começou com a notícia de que o Ricardo Silva não ia estar disponível durante quase todo o mês, o que nos obrigava a fazer, de novo, uma adaptação para o jogo que ainda tínhamos em atraso. Como se não bastasse, ainda havia alguns jogadores cansados por só terem tido 3 dias de descanso.

 

Chaves (4-3-3): I. Esteves, João Pedro, W. Rutishauser, Wendel Lomar, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, Pité, João Reis, P. Marques e Tiago Garcia;

Salgueiros (4-2-3-1): Paulo Ribeiro, J. Crista, Miguel Ângelo, Biassoum Coulibaly, V. Lobo, Rui Gomes, E. Morais, João Rodrigues, Hélder, Mário Mendonça e Onyeka.

 

O jogo começou da melhor maneira com Wendel Lomar a concretizar aos 3 minutos após cruzamento de Mario César, mas a vantagem durou pouco e Crista aproveitou a defesa incompleta de Ivo Esteves ao livre de Mário Mendonça para repor a igualdade logo aos 8 minutos.

 

Com Pité a estrear-se no 11 inicial, o ex jogador do Porto quis mostrar serviço e aos 15 minutos devolveu a vantagem para a equipa da casa. Mas, mais uma vez, foi Sol de pouca dura, com Biassoum Coulibaly a marcar logo aos 21 minutos.

 

O jogo podia ter ido para 3-2 com um penalty cometido sobre Tiago Garcia, mas João Reis não foi capaz de bater o seu ex-companheiro de equipa e, pouco depois, foi a vez de Rui Gomes bater dos 11 metros, fazendo o que João Reis não conseguiu fazer e pondo o Salgueiros pela primeira vez em vantagem.

 

Este foi o resultado ao intervalo, o que me deixou furioso, passámos para 4-2-4. A nossa superioridade da segunda parte foi notável, mas não havia golos até que Ely Morais, num contra-ataque, marcou completamente contra a corrente do jogo.

 

Entre bolas aos ferros, grandes defesas e falhanços inacreditáveis, o Salgueiros mantinha a vantagem de dois golos e o tempo escasseava, com instruções para só rematar quando houver oportunidade de golo, já levávamos 32 remates aos 80 minutos.

 

Jorge Bernardo ainda reduziu aos 88 minutos, mas foi tarde, as 6 bolas ao poste e o desastre defensivo não permitiram mais do que a derrota.

 

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Chaves 3 - 4 Salgueiros

 

Acabava assim a primeira volta, de forma absurda e recusávamos assim a oportunidade de ficar a 5 pontos do 2º classificado. Era preciso entrar com força em Gondomar e vencer sem deixar dúvidas, mas o cansaço obrigou-me a mudar várias pedras e o 11 acabou por ser, de novo, diferente do normal.

 

Gondomar SC (4-3-3): R. Cerqueira, M. Carlos, O. Petrescu, Gil Dias, B. Nunes, D. Miguel, Moura, Tiago Gomes, M. Diop, A. Morgado e Peixoto

Chaves (4-3-3): I. Esteves, Mario César, W. Rutishauser, João Pedro, Zé Mário, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e R. Gonzaga.

 

O Gondomar SC não apareceu para jogar, mas também não nos deixou marcar e a primeira parte não teve nada de muito significativo, para além de dois penalties por assinalar, mas é algo que já estamos habituados.

 

A segunda parte parecia que ia ser mais do mesmo, mas João Reis destruiu essa ideia a 30 metros da baliza aos 55 minutos, fazendo o 0-1. Mais hipóteses de golo houve, mas a rede não balançava para o 0-2 e eu já esperava o 1-1 num contra-ataque isolado ou algo assim, mas enganei-me, Sunhana Gomes, já entrado, cruzou para Arnold, que estava a ponta-de-lança após a saída por lesão de Gonzaga, e o congolês não falhou fazendo assim o 0-2 final.

 

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Gondomar SC 0 - 2 Chaves

 

Acabou por ser uma muito boa jornada, não só pelos 3 pontos, mas porque o Estarreja empatou, o que nos deixa a 4 pontos (que deviam ser 7 ou, até, 10) do segundo classificado. Uma vantagem que seria para manter porque Abril seria jogado em nossa casa e era fulcral voltar a ganhar em casa, onde já não ganhávamos desde a 2ª jornada da Fase de Promoção.

 

Com Rutishauser a despedir-se da época 2017/2018 por lesão, a dupla defensiva voltou a ser a de velhos tempos, com Wendel Lomar e José Lopes.

 

Chaves (4-3-3): I. Esteves, João Pedro, Wendel Lomar, J. Lopes, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e Tiago Garcia;

Felgueiras (4-2-2-2): Rúben Nogueira, Anderson, Juary, Tiago Barros, Dalbert, Diogo Pires, Seabra, S. Petit, Patrick, Pule Maraisane e Mário.

 

Ainda nem estava o primeiro minuto cumprido, já se festejava no popularmente chamado Municipal de Chaves, com João Reis a fazer o 1-0. Não foi preciso esperar muito mais para os adeptos que tinham acabado de se sentar se voltarem a levantar para aplaudir de pé um golaço de Wang Chengkuài aos 5 minutos.

 

A primeira parte e a segunda não deram para mais do que isto, limitámo-nos a gerir o resultado que alcançaramos em 5 minutos e o 2-0 durou até ao fim do encontro. Uma vitória saborosa, mas que nos tira o Sanã Seidi por 3 semanas.

 

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Chaves 2 - 0 Felgueiras

 

Esta vitória permitiu-nos consolidar a posição de subida devido ao empate do Oriental, ficávamos assim a 6 pontos do 3º lugar com 5 jogos para jogar, mantendo a vantagem de 4 para o 2º, o Estarreja. Para além disso, João Pedro mostrou a sua polivalência e foi para a equipa da semana, mesmo tendo jogado a lateral direito. Nesta semana, também fui abordado pelo Tondela, o que me fez soltar uma gargalhada.

 

Seguia-se o jogo frente ao Ribeirão para fechar o mês de Abril, com um Oriental vs. Estarreja ao mesmo tempo que tinha tudo para ser interessantíssimo para o nosso lado. Bastava-nos ganhar que cimentariamos a nossa posição de subida.

 

Chaves (4-3-3): I. Esteves, R. Silva, João Pedro, Wendel Lomar, Mario César, Djibril, Wang Chengkuài, P. Marques, João Reis, S. Gomes e Tiago Garcia;

Ribeirão (4-5-1): Cláudio Machado, D. Leite, T. Anicet, Dylan, Gil Barros, André, Marco Suri, James Igbekeme, Orlando, J. Barroso e Leandro Cabral.

 

Wendel Lomar abriu as hostilidades com um golo aos 17 minutos, deixando-nos em vantagem. Em Lisboa, Rúben Neves punha o Estarreja na frente aos 18 minutos, mas Lucas Gomes depressa repôs a igualdade no minuto seguinte.

 

No nosso jogo não houve mais nada a reportar até ao intervalo, mas André deixou o Oriental em vantagem, mas Januário, já depois dos 45 minutos, refez a igualdade que tanto nos agradava. Era, sem dúvida, o melhor resultado para nós porque nos deixava a 6 pontos do 2º e a 8 do 3º. Mas, para isso, era preciso manter a vantagem na 2ª parte.

 

Na segunda parte, o Oriental voltou a pôr-se em vantagem por Miguel Lourenço, enquanto o nosso jogo permanecia e continuava muito morno. Assim ficou, 1-0 em Chaves e 3-2 em Lisboa foram os resultados finais.

 

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Chaves 1 - 0 Ribeirão

 

Assim terminou o penúltimo mês desta época e estou seguro de que daqui a um mês estaremos a festejar.

 

Classificação no fim de Abril

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6 pontos de vantagem ainda são significativos e se fizermos o nosso trabalho, passarão, no mínimo, para 9, dado que ainda vamos receber o Estarreja e o Oriental, em casa, na penúltima e última jornadas, respetivamente. Fica a faltar a deslocação ao terreno daqueles que nos venceram, mas, desta vez, iremos mostrar-lhes de que material são feitos os transmontanos, ainda que, em boa verdade, o único transmontano da equipa seja eu.

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Só se o Guilherme de Melo for muito muito nabo é que o Chaves não sobe.

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Atacar a subida

 

Rio Ave vence a Taça da Liga, foi assim que começou o mês.

 

4 jogos nos separavam do regresso à Segunda Liga e, nesses 4 jogos, 7 pontos eram suficientes para carimbar a passagem direta, sendo que 6 nos garantiam, pelo menos, os playoffs. Como é lógico, o objetivo estava claro como a água, 12 pontos e nem sequer há contestação possível.

 

Mas como o caminho se faz caminhando, o primeiro passo era a deslocação a Bragança para defrontar uma equipa que nos venceu num jogo que, se bem se lembram, o senhor árbitro, Jorge Sousa, decidiu a equipa que iria vencer.

 

Bragança (4-2-3-1): Bruno Jorge, L. Siemann, Joao Paulo, Ginho, F. Aleixo, Pedro Navas, V. Nikiema, Tiago Cintra, Luís Leite, Rateira e João Mário;

Chaves (4-3-3): I. Esteves, R. Silva, João Pedro, Wendel Lomar, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e Tiago Garcia.

 

Árbitro: Jorge Sousa, curioso!

 

Sabiamos que com uma boa combinação de resultados, garantiamos matematicamente o 2º lugar, mas isso também poderia trazer alguns nervos extra. Mas não trouxe e aos 16 minutos, Djibril, já marcava.

 

Mas se há fenómeno que nos tem perseguido é a extrema agressividade das equipas adversárias sem sequer serem advertidas e isso resultou na lesão do Ricardo Silva. Decidi não mexer no centro da defesa e coloquei o Mario César à direita, com o Zé Mário responsável pela esquerda.

 

A primeira parte passou e o intervalo chegou com 0-1. A segunda parte parecia mais do mesmo até que num lance faltoso, o Bragança recuperou a bola e fez o empate aos 53 minutos por Tiago Cintra. Mais um bom exemplo daquilo que temos sofrido ao longo da época e que, pelos vistos, o Bragança é perito.

 

Como se não bastasse, quatro minutos depois, Djibril lesionado e o único amarelo do encontro estava no Mario César. Passámos para 4-2-4 com o regresso à competição do Mauro Caballero, mas o golo nunca apareceu e acabámos por deixar 2 pontos em Bragança.

 

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Bragança 1 - 1 Chaves

 

O empate do Oriental e a vitória do Estarreja davam um ponto extra ao 2º e ao 3º, ou seja, o Estarreja estava a 7 pontos, passou para 5 pontos de diferença e em 2º, o Oriental estava a 6 pontos, manteve essa diferença, mas passou para 3º, ou seja, o que antes era 6 e 7, passa a ser 5 e 6.

 

Era importante manter esta diferença para os jogos contra estas mesmas equipas e, para isso, chegava a vez de defrontar o Salgueiros, antes de todas as outras equipas entrarem em campo e sem Djibril nem Ricardo Silva, lesionados.

 

Salgueiros (4-2-3-1): Paulo Ribeiro, J. Crista, Miguel Ângelo, R. Branco, V. Lobo, Rui Gomes, Rafael Vieira, João Rodrigues, Hélder, Mário Mendonça e Onyeka;

Chaves (4-3-3): I. Esteves, João Pedro, Wendel Lomar, J. Lopes, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, P. Marques, João Reis, Pité e M. Caballero.

 

O jogo começou mal, muito mal, com Mário Mendonça a colocar o Salgueiros em vantagem logo aos 8 minutos. As coisas pioraram quando Onyeka marcou um golo praticamente sem querer aos 34 minutos.

 

Procurámos reagir, mas nunca conseguimos, mesmo passando para 4-2-4 na segunda parte, as oportunidades apareciam, mas os golos não. O jogo acabou com a equipa da casa a vencer por 2-0 e com o fim da época para o Paulo Marques. Tem sido uma constante, nos levamos e os árbitros riem-se. O típico.

 

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Salgueiros 2 - 0 Chaves

 

O Oriental acabou por perder, o que nos deixava uma margem confortável para o 3º lugar, contudo a vitória do Estarreja deixava todas as decisões para a semana seguinte. Chaves vs. Estarreja, penúltima jornada e 2 pontos nos separavam a equipa do distrito de Aveiro.

 

Com as lesões e com Ivo Esteves nas seleções jovens portuguesas, tínhamos exatamente 18 jogadores disponíveis e, como é lógico, foram esses 18 jogadores os escolhidos.

 

Chaves (4-3-3): Rafael, R. Silva, João Pedro, Wendel Lomar, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, Pité, João Reis, Zé Mário e Tiago Garcia;

Estarreja (4-5-1): Rui Silva, Elias, Gustavo, Ícaro, Chuca, Luiz Araújo, P. Fonseca, Dima, Rúben Neves, Januário e Djibril.

 

Entramos muito melhores do que o EStarreja e decidi fazer um jogo camaleónico até ao primeiro golo, tão depressa aparecíamos em 4-3-3, como mudavamos para 4-2-4 e foi mesmo com João Reis pelo centro que o golo apareceu aos 14 minutos pelos pés do algarvio.

 

Com um golo de vantagem não era necessário arriscar tanto e voltámos definitivamente para 4-3-3, mas nem isso nos fez parar, dominando completamente a primeira parte, mas não conseguindo dilatar a vantagem.

 

Na segunda parte apareceu-nos um Estarreja em 3-4-3, na busca da vitória ou, pelo menos, de um ponto. Mas nem isso nos impediu de entrarmos mais fortes e de João Reis bisar. Contudo o resultado permaneceu 1-0, golo anulado por fora-de-jogo.

 

Mas as contas do título tínham de ficar fechadas hoje e Tiago García garantiu precisamente isso ao fazer o 2-0 aos 77 minutos. Bastou-me mandar recuar as linhas e defender o resultado. Mas nem isso impediu João Reis de converter um penalty e dar-nos a promoção direta com uns expressivos 3-0.

 

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Chaves 3 - 0 Estarreja

 

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Juro que não entendo o que é que esta promoção tem de "inesperado", mas fico satisfeito pelos elogios, haveriam de chegar e chegaram, a qualidade é sempre reconhecida!

 

Parece que não é desta que me retirarei, mas, para terminar a Fase de Promoção e o mês de Maio, faltava-nos um jogo que não contava para nada: Chaves vs. Oriental. E não contava para nada para nenhuma das equipas porque as duas derrotas consecutivas do Oriental traduziam-se num 5º lugar e num afastamento da luta pelo 2º, que era agora disputado pelo Estarreja e pelo Bragança, que tinha menos 1 ponto que a equipa do distrito de Aveiro.

 

Chaves (4-3-3): I. Esteves, R. Silva, João Pedro, J. Lopes, Mario César, S. Seidi, M. Simão, J. Bernardo, M. Sañudo, Pité e Tiago Garcia;

Oriental (4-5-1): Ricardo Janota, Fábio Lopes, Hugo Grilo, Miguel Lourenço, R. Guerreiro, José Coelho, A. Salvador, R. Brito, Azeez, Rui Miguel e André.

 

Bastantes jogadores diferentes daquilo que vinha sendo o 11 habitual e a equipa sentiu essas mudanças e entrou longe da melhor forma, mas ainda assim sem dar grande margem ao Oriental para atacar.

 

A primeira parte não teve muita ação e, a nível de golos, não teve nada. Na segunda parte, as coisas já foram diferentes e entrámos muito melhor, mas só aos 82 minutos marcámos por Tiago Garcia.

 

Mas a resposta não se fez tardar e aos 86 minutos, Filipe Pinto fixou o resultado final em 1-1, num jogo contra o que estava a ser a corrente do jogo na segunda parte, mas que em nada mudava o que quer que fosse.

 

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Chaves 1 - 1 Oriental

 

E assim acaba a fase de promoção em que se pode dizer que correu bastante bem.

 

Classificação Final da Fase de Promoção

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Resta-nos agora, a meio de Junho, jogar contra o campeão do outro grupo da fase de promoção, em estádio neutro, do Anadia, frente ao Sintrense.

 

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O próximo jogo só conta para o ego e o João Pedro e o Paulo Marques já não estarão connosco, mas o que interessa está cumprido: a promoção direta. Vencer o Sintrense é importante? Sim, claro que é. Se é o mais importante? Não. O mais importante está conseguido e, honestamente, vou passar estas duas semanas que faltam a pensar no próximo ano, em que quero atacar a subida e, para isso, o trabalho devia começar logo em Maio! O problema é que Maio acaba agora e, portanto, já tenho um mês a menos.

 

 

Tudo acabou por correr bem, mas nunca o FM me tinha irritado tanto, com o empate frente ao Bragança, qualquer erro aconteceu que a moral dos jogadores foi à lama e apareceram notícias de "Mais um resultado desapontador", "Maré negativa do Chaves continua", coisas desse género, quando até vínhamos de 3 vitórias sem sequer sofrermos golos, mas pronto...

 

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Eu disse. 8)

 

De regresso à segunda liga, agora é fazer uma época tranquila.

 

Ah, e ganhar ao Sintrense. :mrgreen:

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UI agora contra o Sintrense é que vai ser...todas localidades xungosas do IC19 a fazerem pressão!

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O rei voltou!

 

Numa final inédita na Taça de Portugal, o Braga venceu o Nacional da Madeira por 3-0, aumentando assim o currículo do treinador António Caetano que já vencera os Jogos Olímpicos do Rio.

 

Nos principais campeonatos, o Chelsea conseguiu o bicampeonato, enquanto o Real Madrid assegurou o tri. O FC Bayern passeou-se na Bundesliga e conquistou o hexa, mas melhor foi a Juventus que conquistou o hepta. O PSG regressou aos títulos dois anos depois, o Zenit impediu o CSKA de conquistar o hexa, o Shakhtar levantou o tri, o Galatasaray voltou a levantar um título depois de 5 anos de jejum e o Olympiacos já vai no octa. Aqui por Portugal, o Braga levantou a Taça de Portugal e defrontará na Supertaça o bicampeão português, o Benfica.

 

Nas competições europeias, na Liga Europa, naquela que terá sido uma das finais mais mediáticas da história desta competição, o Arsenal sucumbiu perante o poderio do Manchester United de Jorge Jesus, perdendo por 2-0, naquilo que poderá ter sido a salvação da época para os Red Devils e na Liga dos Campeões confirmou-se, mais uma vez, a máxima "no futebol são 11 contra 11 e no final ganha a Alemanha". Pela quarta vez consecutiva, o prémio máximo do futebol mundial foi para a Alemanha, com o FC Bayern a derrotar o Liverpool por 2-1 com golos de Gotze e Lewandowski para os alemães com Dybala ainda a conseguir fazer o 1-1 antes do golo do polaco.

 

"Somos a melhor equipa do Campeonato Nacional de Seniores e seremos das melhores da Segunda Liga e é isso mesmo que temos de demonstrar!", disse eu a todo o plantel excepto Paulo Marques e João Pedro que já não estavam connosco e, portanto, não nos iriam acompanhar na deslocação a Anadia.

 

Foram duas semanas de treinos como quaisquer outras, completamente alheados das trocas e baldrocas de treinadores que ia havendo por esse país fora, com algum problemas pelo meio, sendo o mais grave a lesão do Ivo Esteves, mas foram duas semanas de trabalho para jogadores que já queriam estar a bronzear-se em vez de terem apenas duas semanas de férias.

 

O dia chegou e, entre lesões, suspensões e fins de contratos de empréstimo, os dois que falei anteriormente, tinha 20 disponíveis para levar para o jogo contra o Sintrense que iria completar o pódio já com o Estarreja em terceiro lugar.

 

Sem Rutishauser, Ivo Esteves, Paulo Marques, Wendel Lopes, João Pedro e, sobretudo, Mario César, a nossa possibilidade de vitória caía dos 80% para um valor próximo dos 60%, previsão minha, mas ainda éramos favoritos. Dos 20 disponíveis, tinha de escolher 18 e os 2 preteridos foram Gabriel Cabo e Manuel Sañudo.

 

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, D. Verdasca, J. Lopes, R. Silva, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, João Reis, Pité e Tiago Garcia;

Sintrense (4-4-2): A. Martins, Édson, Raphael Cavalcanti, Vítor Almeida, P. Rebocho, T. Baptista, T. Dias, Hugo Bral, J. Santos, Vítor Hugo e Romário.

 

Entrámos a perder com um golaço de Romário logo aos 3 minutos, mas reagimos depressa com José Lopes a fazer o empate aos 7 minutos em resposta a um canto. Continuámos a pressionar e alguns falhanços depois, o árbitro apitou para intervalo.

 

Na segunda parte continuámos a ser nós e Pité finalizou da melhor forma uma grande jogada coletiva, colocando-nos na frente logo aos 51 minutos. O Sintrense esboçou uma reação tímida e não chegou a criar problemas, até que Wang Chengkuài fez o 3-1 sentenciando o jogo.

 

Ainda deu tempo para Pité bisar e para Jorge Santos reduzir, concluindo assim um último jogo da época. Um fim de época com bom futebol, com 6 golos, todos agradáveis de se ver.

 

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Chaves 4 - 2 Sintrense

 

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Não fomos galardoados com nenhum prémio, nem sequer um jogador na equipa do ano. Patético! Mas não quero saber. Finalmente o meu talento começa a ser notado. Mais uns anos, poucos, e estão todos a ajoelhar-se. Foi curto, eu sei, mas por agora é tudo, quero ouvir palmas, saudações e até ver vénias. O rei voltou!

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Arrumar a casa

 

Era hora de arrumar a casa, ver quem pode e quer vestir a azul-grená e fazer um plantel suficientemente competitivo para lutarmos por algo mais na Segunda Liga. Indo por partes e analisando o plantel que encerrou a época.

 

Tática planeada

A tática pensada é o 4-3-3 simples que nos deu bons resultados ao longo do ano e é com base nessa tática que vou pensar a equipa.

 

Guarda-Redes

Este ano não me posso queixar da forma como a baliza esteve servida, Ivo Esteves e Rafael são guarda-redes para serem titulares em qualquer equipa da Segunda Liga, o problema é que ambos estão emprestados. Felizmente recebem uma novidade em primeira mão, o Rafael vai assinar por nós já em Julho, o que nos deixa mais descansados. Quanto ao Ivo Esteves, entende que está na hora de dar o salto e não aceita voltar. O Fernando Ribas acaba contrato e não tenho interesse em renovar pelos valores que ele pede. Fica assim apenas um guarda-redes com condições para ser titular, preciso, então, de um tão bom ou melhor que o Rafael e um terceiro guarda-redes.

 

Defesas Laterais

Começando pela direita, o Pierre Sagna continuará connosco, podia ter tentado ficar com o Ricardo Silva mais um ano, mas sinto que o Pierre precisa de alguma competição naquele lado direito e optei por deixar sair o Ricardo que aqui nunca poderia desenvolver-se até ao topo. É necessário um lateral direito que compita pelo lugar.

 

Na esquerda, o Mario César é dono e senhor do lugar, o Zé Mário permanecerá e tenho sempre o José Lopes que pode dar lá um pézinho. O Afonso já assinou pelo Vizela, portanto é uma carta fora do baralho. Se o Mario César sair, será um grande problema para resolver, mas aí conto com dinheiro em caixa para nos elevar a outro nível.

 

Defesas Centrais

A época acabou com a dupla de centrais a ser composta pelo João Pedro e pelo Wolfgang Rutishauser, ambos emprestados e ambos com ideias de jogar a um nível mais alto. A minha esperança de os manter por cá ainda não morreu, mas é preciso pensar em planos B. O Wendel Lomar e o Diogo Verdasca têm contrato e continuam e, os mais atentos já terão percebido, o José Lopes renovou o contrato de empréstimo. Se o Wendel Lomar até é aceitável, o José Lopes e o Diogo Verdasca nunca poderão dar em mais do que opções. É preciso dois centrais titulares.

 

Médio Defensivo

Ora, aqui está um dos problemas. Os donos do lugar foram o João Pedro e o Sanã Seidi e ambos não querem renovar o contrato de empréstimo. Sobra-nos o Djibril e o Diogo Serrano, só que o Djibril tem sido usado a médio centro e o Diogo Serrano precisa de um ou dois anos de rodagem e não conta. Fica aqui uma incógnita e dependendo de quem arranjar lá verei se o Djibril conta para médio defensivo ou médio centro.

 

Médios Centro

O Raviola e o Gabriel Cabo têm guia de marcha, o Djibril pode contar para médio defensivo, o Paulo Marques não quis renovar o contrato de empréstimo, que acabou no fim de Maio, e o Manuel Simão e o Jorge Bernardo não têm qualidade para a Segunda Liga, sendo, no máximo, aceitáveis reservas, ainda que o Jorge Bernardo tenha potencial para chegar longe. Sobra o Wang Chengkuài e o Pité. O chinês muito dificilmente perde o lugar no 11, o Pité é um suplente de luxo, mas não queria que passasse disso, até porque preferia contar com ele para as extremas. Mais um problema para resolver, onde preciso de vários reforços.

 

Extremos

O Arnold e o Manuel Sañudo sairão, o congolês já tem destino marcado, Leiria, o espanhol ainda não. O João Reis exibiu-se a bom nível na época passada e garantiu um lugar no plantel da próxima época, mas espero que não seja a titular. O Paulo Marques já expliquei a situação em cima. Por fim, quanto ao Pité, espero que possa contar com ele para o lugar à direita. Mas é mais uma posição que tem de ser bem reforçada.

 

Ponta-de-lança

Se quase todas as posições têm problemas, o Mauro Caballero e o Tiago Garcia, que renovou o contrato de empréstimo, deixam-me suficientemente seguro nesta posição para não a considerar uma prioridade, deixando ainda o Robson Gonzaga para backup. Não são jogadores perfeitos e espero conseguir trazer um titularíssimo, mas se ficar com estes dois, não fico insatisfeito.

 

Quanto aos prémios do clube, o Mario César esmagou a concorrência e obteve 75% dos votos para jogador do ano dos adeptos, o 11 do ano conta com Rafael, P. Sagna, J. Lopes, Wendel Lomar, Mario César, João Pedro, Wang Chengkuài, Djibril, João Reis, P. Marques e Tiago Garcia.

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Apresentação do plantel

 

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Sem comentários! Ronaldo lesiona-se na meia-final e eles nem conseguem bater a modesta Ucrânia. Ainda assim, foi uma boa participação e é preciso dar os louros a Mário Felgueiras, Rui Patrício, Anthony Lopes, Cédric, Ruben Neves, João Cancelo, Rubén Barbosa, Maicon, Rúben Vezo, Daniel Carriço, William Carvalho, Fábio Coentrão, Raphael Guerreiro, Adrien, Nani, Bruma, Ivan Cavaleiro, Ricardo Horta, Bernardo Silva, João Moutinho, Cristiano Ronaldo, Nélson Oliveira, Éder e, sobretudo, a Fernando Santos, apesar de ter montado uma equipa demasiado "Ronaldo-dependente".

 

Para além disto, Josep Guardiola abandonou o cargo do FC Bayern, pondo em risco a hegemonia alemã no futebol mundial e abraçou o cargo de selecionador espanhol.

 

Quanto à nossa pré-época, vou ser muito resumido. Decidi só fazer 4 jogos e usar a Taça da Liga para afinar pormenores, que é uma competição que não me interessa minimamente.

 

Começámos no Porto, frente ao Salgueiros, onde vencemos com golos de Leandro Hercílio, Pité e Mario César sem resposta, quem quiser saber quem é o Leandro Hercílio terá de esperar pela apresentação do plantel para descobrir.

 

Seguiu-se a visita a Marinhas naquele que prometia ser o jogo mais fácil de toda a pré-época, mas ainda estivemos a perder. Mostrei-lhes que aqui quero trabalho sempre e nem sequer deixei os que estavam a ser derrotados fazer 45 minutos, mudei 9 jogadores aos 40 minutos e ainda empatámos por Mauro Caballero. Entrámos novamente a perder na segunda parte e eu fiquei possesso até porque já não tinha muitos jogadores para tirar. Mas depressa o mesmo Leandro Hercílio voltou a igualar o encontro e, mais tarde, Tiago Garcia pôs-nos em vantagem. Vantagem essa que durou pouco, com o Marinhas a empatar 1 minuto depois. Contudo, Mario Romano e José Lopes descolaram-nos do Marinhas e vencemos por 3-5.

 

Para terminar os 3 jogos antes da apresentação, recebiamos o Rio Ave, 3º classificado na época transata no principal escalão do futebol nacional. Demos muita luta, chegámos ao intervalo com 0-0 no placar e com o mesmo número de chances do Rio Ave. Na segunda parte, Tiago Garcia protagonizou o falhanço da noite e, já a jogarmos com 10, Leandro Hercílio pôs justiça no resultado, mas Luís Costa empatou logo de seguida e o jogo terminou com 1-1 no placar.

 

Era a hora de fazer a apresentação aos sócios, frente ao recém-promovido à Liga NOS, o Portimonense. Fazendo a apresentação por números, dizendo o nome, a posição e o clube anterior.

 

Apresentação do Plantel

1 - Rafael - Guarda-Redes - Chaves (emprestado pelo Arouca)

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2 - Pierre Sagna © - Defesa direito - Chaves

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3 - Serginho - Defesa central - Benfica B

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4 - Mario César - Defesa esquerdo - Chaves

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5 - Wendel Lomar - Defesa central - Chaves

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6 - Sanã Seidi - Médio defensivo - Chaves (emprestado pelo Everton)

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7 - Wang Chengkuài - Médio centro - Chaves

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8 - Sunhana Gomes - Extremo - Chaves (emprestado pela Sampdoria)

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9 - Leandro Hercílio - Ponta-de-lança - Duque de Caxias

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10 - Paulo Marques - Extremo - Chaves (emprestado pelo Vitória FC)

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11 - Mauro Caballero - Ponta-de-lança - Chaves

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12 - França - Guarda-Redes - Guarany de Sobral

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13 - Mica Pinto - Defesa esquerdo - Sporting B

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14 - Marvin Martineau - Extremo - VVV (emprestado pelo Nantes)

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15 - Luizinho - Defesa direito - Felgueiras

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16 - Tiago Garcia - Ponta-de-lança - Chaves (emprestado pelo Boavista)

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17 - Pité - Médio ofensivo - Chaves

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18 - Raphael Guzzo - Médio centro - Benfica B

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19 - Valkennedy - Médio defensivo - Santa Maria

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20 - Francisco Ramos - Médio centro - Leixões (emprestado pelo Porto)

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21 - Wolfgang Rutishauser - Defesa central - Chaves (emprestado pelo Young Boys)

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22 - João Reis - Extremo - Chaves

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23 - Marc Bola - Defesa central - Arsenal

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24 - Djibril - Médio centro - Chaves

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25 - Michael Masudi - Extremo - Metz

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26 - Diogo Serrano - Médio defensivo - Chaves (Juniores)

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30 - João Pedro - Defesa central - Chaves (emprestado pelo Nacional da Madeira)

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70 - Mario Romano - Ponta-de-lança - Larisa (emprestado pelo Stade Reims)

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77 - Daniel Podence - Extremo - Leixões (emprestado pelo Sporting)

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88 - Michael Masudi - Extremo - Metz

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99 - Kadú - Guarda-redes - Porto B

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Entradas:

  • Rafael (0€ - Arouca)
  • França (0€ - Guarany de Sobral)
  • Kadú (0€ - Porto)
  • Luizinho (0€ - Felgueiras)
  • Serginho (0€ - Benfica)
  • Marc Bola (0€ - Arsenal)
  • Mica Pinto (0€ - Sporting)
  • Valkennedy (0€ - Santa Maria)
  • Raphael Guzzo (0€ - Benfica)
  • Francisco Ramos (EMP - Porto)
  • Marvin Martineau (EMP - Nantes)
  • Daniel Podence (EMP - Sporting)
  • Michael Masudi (EMP - Metz)
  • Leandro Hercílio (0€ - Duque de Caxias)
  • Mario Romano (EMP - Stade Reims)

Destaque ainda para a mudança de posição de jogadores como Sunhana Gomes, Sanã Seidi, Paulo Marques e João Pedro no que conta a permanecer mais um ano no Chaves.

 

Saídas:

  • Fernando Ribas (fim de contrato)
  • Diogo Verdasca (0€ - Anadia)
  • Afonso (0€ - Vizela)
  • Zé Mário (0€ - União da Madeira)
  • Raviola (fim de contrato)
  • Gabriel Cabo (0€ - Vianense)
  • Manuel Sañudo (0€ - Ribeirão)
  • Arnold (39.000€ - Leiria)
  • Robson Gonzaga (23.000€ - Oliveirense)

 

Pequena análise

Na baliza, o Kadú será rei e senhor do lugar a não ser que desaponte muito e repetidamente. O lugar de segundo guarda-redes deverá recair sobre o Rafael, mas não é seguro que o França não lhe arranque o lugar, gosto desta competição pelo posto de segundo guarda-redes.

 

Na lateral direita gostaria de ter mais qualidade, mas entre o Pierre Sagna e o Luizinho a concorrência vai ser feroz, o que é bom, deixando-me espaço para optar pelo que estiver em melhor forma.

 

No centro da defesa levantam-se boas dores de cabeça. Abdiquei do José Lopes e tenho quatro naturais na posição, o Wendel Lomar, o Marc Bola, o Serginho e o Wolfgang Rutishauser, aos quais acrescento ainda o João Pedro, o Valkennedy e ainda o Sanã Seidi. Estes dois últimos muito dificilmente passarão de uma solução de recurso para jogar a defesa central, mas entre os cinco anteriores terei de optar por dois a cada jogo e parece-me que o Serginho e o João Pedro partem à frente, mas com uma concorrência feroz, não havendo nenhum quinto central à partida.

 

Do lado esquerdo, a chegada do Mica Pinto não cria sequer problemas ao Mario César que continuará a ser dono e senhor do lugar. Curiosamente não houve qualquer proposta por ele, mas continua a ser seguido por vários clubes.

 

A médio defensivo, o Sanã Seidi parte à frente, tendo o João Pedro e o Valkennedy a fazer pressão, à partida será Sanã Seidi a titular, Valkennedy como suplente e João Pedro a defesa central, mas a qualidade que tenho no plantel pode fazer mudar tudo muito depressa. Não esquecer também o Djibril que pode descer um pouco no terreno com grande facilidade. Quanto ao Diogo Serrano, foi apresentado, mas ainda andamos à procura de colocação para ele como emprestado.

 

No miolo há 6 jogadores a competir por 2 lugares: Djibril, Raphael Guzzo, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, Pité e Paulo Marques. À partida estes dois últimos poderão contar mais para jogar nas extremas, mas como lá a concorrência também é forte, podem muito bem vir ajudar nos problemas a meio-campo caso existam. À partida partem a frente o Wang Chengkuài e o Francisco Ramos, mas tudo pode mudar de um momento para o outro e será outra posição onde haverá forte competitividade e onde poderei rodar de acordo com o cansaço dos jogadores.

 

Nas extremas, Marvin Martineau, Sunhana Gomes e Paulo Marques são os únicos que só estão rotinados para jogar de um lado, o primeiro do lado direito e os últimos do lado esquerdo, os restantes, João Reis, Daniel Podence e Pité podem jogar dos dois lados, sendo que nenhum dos pontas-de-lança está livre de jogar aqui, à partida será Daniel Podence na direita e Paulo Marques na esquerda, mas o Sunhana Gomes e o Pité deixam a posição ao rubro, deixando o Marvin Martineau e o João Reis a tentar lutar por uma oportunidade. Quanto ao Michael Masudi, ficará, para já, no plantel de juniores, podendo a qualquer momento saltar para os seniores.

 

No ataque, Tiago Garcia e Mauro Caballero transitam do ano anterior, Mario Romano e Leandro Hercílio chegam para reforçar a equipa. Não há um claro titular aqui e só o tempo dirá quem terá mais minutos.

 

Ficam 28 jogadores mais Diogo Serrano, pelo menos para já, e Michael Masudi, o que creio que chegará para atacar os 46 jogos que a Segunda Liga obriga. A partir de agora estaremos à procura de oportunidades de negócio, até porque ainda estamos quase 10.000€ abaixo do limite estipulado quanto a salários, podendo ainda sair algum jogador caso chegue um melhor para uma posição que já esteja sobrelotada, como, por exemplo, central, médio defensivo ou ponta-de-lança.

 

O jogo de apresentação

Regressando ao jogo, entrei com os 11 disponíveis que mais se aproximam do 11 titular, Kadú, Pierre Sagna, Serginho, Wolfgang Rutishauser, Mario César, Sanã Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, Daniel Podence, Leandro Hercílio e Mario Romano. Fomos mais fortes na primeira parte, mas não marcámos e eu decidi rodar. Só permaneceram em campo Kadú e Mario César para a segunda parte e isso fez-se notar logo aos 58 minutos com golo de Diogo Santos, que sentenciou a partida. 0-1 para os visitantes e apresentação um pouco arruinada.

 

Agora teremos a Taça da Liga, num grupo onde receberemos o Freamunde, sendo a primeira vez que defrontarei um ex-clube meu, o Trofense e iremos aos Açores defrontar o Santa Clara e a Mafra defrontar o clube com o nome da cidade.

Editado por Carlos Gouveia

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Uish, já está novamente cheio de cagança! Cuidado com as cascas de banana. :mrgreen:

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Tens um plantel excessivamente grande, não dava para cortar um bocado pelos emprestados? Ou então pelos que vieram a 0... é que assim corres o risco de criar mau estar no balneário porque dificilmente darás tempo regular a mais do que 15-16 jogadores em 28. A não ser que haja muitas lesões... mesmo assim haverá uma margem significativa de malta que não vai ter minutos.

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@SRAlmeno: não há muito que te dizer :mrgreen: Obrigado, anyway :p

 

@What: e gostava de conseguir pôr mais, que isto de ter desmotivado fez-me abandonar o estilo e agora tenho de o recuperar :mrgreen:

 

@Harvey Specter: são, no mínimo, 51 jogos por época. Se passar na Taça da Liga passam a ser 53 e, como não dou importância à competição, dificilmente passarei pela equipa da 1ª divisão, mas espero chegar relativamente longe na Taça de Portugal e por cada eliminatória que passe soma sempre mais um, sendo que é provável que apanhe uma equipa mais fraca na 2ª eliminatória e chegar até à 4ª é mais ou menos provável, 55 jogos. Prefiro ter um plantel grande e ir prometendo aos que não uso que os vendo no final do ano, o que farei sem problemas porque igual ou melhor que os meus reservas não deve ser difícil de arranjar (o Arnold, por exemplo, foi assim e ainda rendeu 39.000€, sendo que o Podence dá-lhe 15-0) e ter sempre opções para caso me apareça uma vaga de lesões ou um mês com 8 jogos, como acontece muitas vezes na Segunda Liga. E se achavas o plantel grande... :mrgreen: Ainda assim fico abaixo do limite de salários, que é o meu objetivo.

 

 

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Taça da Liga

 

Um muito bem conhecido pelos adeptos portugueses substituiu o Guardiola no comando do FC Bayern. Falo-vos de um ex-guarda-redes do Benfica e do Porto... e do Alverca.

 

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Chegavam os primeiros jogos oficiais numa altura onde o absurdo tomava conta da situação e iríamos ter 8 jogos no espaço de um mês. Para começar esta corrida, tínhamos uma "rápida e relaxante" viagem aos Açores para defrontar o Santa Clara.

 

Santa Clara (4-3-3): Serginho, J. Silva, Hugo Basto, N. Bento, N. Bianciardi, Júlio Alves, Marcel, Paulinho, Davison, G. Antonio e Leonardo Paoli;

Chaves (4-3-3): Rafael, P. Sagna, Serginho, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, João Reis, D. Podence e Leandro Hercílio.

 

Ainda que nos Açores, Francisco Ramos apareceu de forma fantástica na área aos 4 minutos e completou da melhor forma um excelente cruzamento de João Reis, fazendo o 0-1.

 

O domínio continuou a ser nosso e por momentos parecia que estávamos a jogar contra uma equipa do CNS que apenas fazia de tudo para não sofrer mais um golo. No entanto, o Santa Clara acordou à meia-hora de jogo e começou a criar mais perigo, resultando em duas jogadas de muito perigo, mas nenhum golo durante a primeira parte.

 

A segunda parte pareceu uma réplica da primeira, mas sem qualquer mudança no placar, a primeira meia-hora foi exclusivamente nossa, os últimos 15 minutos foram repartidos. O jogo terminou e nós trouxemos os 3 pontos na única competição que não entro para ganhar.

 

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Santa Clara 0 - 1 Chaves

 

Nessa semana aproveitámos uma oportunidade de negócio e trouxemos, por empréstimo, um senhor avançado, alguém que, em condições normais, arrumará com a concorrência. Já com 44 jogos na Liga NOS e 8 golos, ao serviço do Belenenses e do Boavista, Marcos Calazans é o seu nome, mas é conhecido no mundo do futebol por Marquinhos, usará o número 27 e será o jogador a temer pelas defesas contrárias.

 

27 - Marquinhos - Ponta-de-lança - Din. Bucareste (emprestado pelo Fluminense)

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Para além deste, veio um extremo direito, não tão titularíssimo, mas também com capacidade para lutar pela titularidade, algo que Marvin Martineau não conseguiria.

 

80 - Matías Meza - Extremo - Larisa (emprestado pelo Stade Reims)

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Seguia-se o segundo jogo da Taça da Liga e era necessário rodar um pouco a equipa, porque dois dias para descansar não servem para nada. Receberíamos o meu anterior clube, o Freamunde, onde, surpreendentemente, já não figurava nenhum dos meus antigos pupilos.

 

Chaves (4-3-3): Kadu, P. Sagna, Serginho, M. Bola, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, D. Podence, Leandro Hercílio e Marquinhos;

Freamunde (4-5-1): Rui Sacramento, Fábio Pala, N. Paz, Luciano Teixeira, J. Brandão, Renato Santos, S. Nogueira, Paulo Jorge, F. Soares, R. Lameiras e C. Calisto.

 

Entramos mal, com mais posse, mas sem sermos perigosos e isso paga-se caro, Carlos Calisto aproveitou um erro de Bola para inaugurar o ativo aos 14 minutos. Mas não demorou muito a Leandro Hercílio entender-se com Wang Chengkuài, que já é fluente em português, e depois de tabelar, rematar cruzado para marcar o seu primeiro golo oficial pelo clube.

 

Mas se depressa empatámos, nem um minuto demorou até cometermos uma grande penalidade, Ruben Lameiras na marcação e o Freamunde estava de novo em vantagem. Mas 10 minutos depois, Wang Chengkuài, quem mais poderia ser?, fez um passe de outro mundo para Podence que rematou colocado para o 2-2 aos 36 minutos.

 

2 remates à baliza, 2 golos, assim estava o Freamunde no encontro, mas a minha equipa mostrava claros sinais de alguma falta de entrosamento. Bola muito errático, Mario César a, surpreendentemente, fazer um mau jogo e Marquinhos completamente desligado.

 

Na segunda parte, veio a cereja no topo do bolo, Wang Chengkuài, a fazer um jogo soberbo, finalizou da melhor forma uma jogada de insistência pondo-nos, pela primeira vez, na frente do encontro.

 

E foi isso que bastou, o Freamunde nunca mais conseguiu fazer um ataque perigoso, sempre muito dependente de Ruben Lameiras, e o jogo terminou com o 3-2 a sorrir à equipa da casa. Uma vitória mais que merecida e um bom jogo, com Meza ainda a ter tempo para se estrear e com Djibril a ter de sair por lesão.

 

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Chaves 3 - 2 Freamunde

 

No dia seguinte, vi o médico do clube todo atrapalhado e com o relatório do Djibril, uma lesão muito grave que me poderia obrigar a atacar de novo o mercado.

 

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Para terminar aquela que seria a nossa pré-época a meu ver, iríamos a Mafra tentar garantir a passagem à próxima fase da Taça da Liga, algo que nunca foi um objetivo, mas que agora almejávamos por estar mesmo ali ao lado.

 

Mafra (4-2-3-1): Filipe Leão, João Góis, Marco Baixinho, D. Almeida, Ruca, Carraça, L. Cortez, Manuel Liz, João Costa, João Camacho e Ivan;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, W. Rutishauser, Serginho, Mario César, João Pedro, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, Leandro Hercílio e Marquinhos.

 

Se em Chaves entrámos mal, em Mafra entrámos muito bem, com grandes jogadas, pressionantes, mesmo a jogar como eu gosto, só que do outro lado estava um Leão que nos impedia o golo jogada após jogada, um poste que mandava a bola para o outro poste, uma barra, algo que não nos deixava marcar o tão merecido golo. E assim foi durante toda a primeira parte.

 

Na segunda parte parecia que íamos ver mais do mesmo, até que João Pedro remata com força à barra... mas de forma a que a bola entre. Um grande golo do madeirense e 0-1 em Mafra.

 

Não houve mudanças no resultado até ao fim do jogo e carimbavamos assim a passagem à fase seguinte.

 

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Mafra 0 - 1 Chaves

 

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Está assim encerrada a brincadeira, para terminar, o França acabou por ser emprestado ao Aliados de Lordelo, é um jogador a quem reconheço potencial e se jogar pode ser que evolua mais do que aqui parado, sendo que para o seu lugar veio um senegalês que já passou pelo Mónaco e pelo AC Milan. Nascido a 12/12 só poderia ficar com a camisola 12, vaga pela saída do França.

 

12 - Seydou Sy - Guarda-redes - Mónaco

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Fica assim encerrado o plantel, 32 jogadores para um campeonato que se prevê longo. 11 nacionalidades diferentes, mas só com o Seydou Sy poderei ter problemas de linguagem, entendo-os a todos e considero isso muito importante.

 

12 portugueses - João Reis, Raphael Guzzo, Francisco Ramos, Tiago Garcia, Daniel Podence, Serginho, Pité, Paulo Marques, João Pedro, Wolfgang Rutishauser, Sunhana Gomes e Diogo Serrano;

7 brasileiros - Luizinho, Rafael, Valkennedy, Marquinhos, Wendel Lomar, Leandro Hercílio e Mário César;

3 franceses - Pierre Sagna, Marvin Martineau e Michael Masudi;

2 paraguaios - Mauro Caballero e Matías Meza;

1 angolano - Kadú;

1 argentino - Mario Romano;

1 burquinês - Djibril;

1 guineense - Sanã Seidi;

1 inglês - Marc Bola;

1 luxemburguês - Mica Pinto;

1 chinês - Wang Chengkuài;

1 senegalês - Seydou Sy.

 

Estes são os meus homens, são muitos, mas serão todos ou quase todos necessários. E os que não forem, estarão aqui para trabalhar e nada mais. Não admitirei faltas de respeito e quero empenho ao máximo. Se queremos lutar pela subida é preciso que cada um destes 32 valha por 2 e que lute até ao fim para honrar a azul-grená.

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Parabéns pelo avanço na Taça da Liga, é uma coisa que curto levar a sério as Taças principalmente quando estou à frente de clubes mais pequenos. Mas mesmo quando estou nos maiores tenho a tendência a querer ganhar tudo.

 

Como tens o teu staff? Tenta trabalhar nisso que é importante neste nível. E está atento aos regens que aparecem. Eu curto sempre trabalhar regens e putos de 16-17-18 anos neste patamar para depois fazer boas massas ou até simplesmente vê-los a levar o clube à glória e a evoluírem ambos de mão dada.

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@Harvey Scepter: eu uso as taças para dar minutos aos suplentes, até porque é no início da época e é quando os titulares ainda aguentam 2 jogos por semana na boa. Quanto ao staff, tenho tratado disso, mas não tenciono ficar por cá muito tempo, não sei ainda, logo se vê, tenho sempre problemas em abandonar o Chaves e isso já me arruinou alguns saves, mas pronto :mrgreen:

 

 

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O regresso à Segunda Liga

 

O Moreirense iria apadrinhar o nosso regresso à Segunda Liga e era em Moreira de Cónegos que íamos voltar às competições profissionais... bem, pelo menos àquelas que ainda interessam a alguém.

 

Moreirense (4-3-3): Raúl Fernández, Paulinho, Pingo, Ricardo Nascimento, A. Cerqueira, Capela, Diogo Cunha, Allan, A. Sainrimat, Vítor Xavier e Betinho;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Serginho, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, Leandro Hercílio e Marquinhos.

 

A jogar contra um já crónico candidato à subida, entrámos bem, mas Pierre Sagna, infeliz, acabou por meter a bola na baliza errada logo aos 11 minutos. Não desanimámos e nem sequer deixámos o Moreirense voltar a atacar com perigo, mas o golo não aparecia e ao intervalo tudo o que tínhamos era uma boa exibição e 0 pontos na classificação.

 

Ao intervalo, Leandro Hercílio, demasiado apagado, fora, Paulo Marques dentro, mais do mesmo, o Moreirense encostado às cordas, nós a atacar, mas nada de golos. 4-2-4 com Mario Romano a render Francisco Ramos e mais do mesmo, aos 80 minutos, Matías Meza para o lugar de Pierre Sagna e... Vítor Xavier faz o 2-0 completamente contra a corrente do jogo.

 

Desmoralizámos, aos 92 minutos ainda deu tempo para José Rodrigues alargar a vantagem e fim do jogo. Uma muito boa exibição, mas os 3 pontos são deles e nós não conseguimos sequer mostrar o porquê de sermos, sem dúvida, uma excelente equipa.

 

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Moreirense 3 - 0 Chaves

 

Mais posse, mais remates, mais futebol e menos golos. Por mim podia ter sido tudo ao contrário e eu estava muito mais satisfeito. Isto ia ter de mudar já no jogo seguinte frente ao Porto B, naquele que seria o regresso do Estádio Municipal Dr. Manuel Branco Teixeira à Segunda Liga.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Serginho, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Leandro Hercílio;

Porto B (4-4-2): Matheus Phillipe, Braima Candé, Jorge Fernandes, Sandro Fonseca, H. Correia, Bruno Costa, Mota, T. Podstawski, José Ángel, D. Fernandes e Rui Pedro.

 

Com Marquinhos sentado no banco, depois de várias exibições que deixaram muito a desejar, o ativo foi inaugurado por um ser improvável: Mario César, perto da zona de penalty, finalizou de forma irrepreensível corriam os 15 minutos em Chaves.

 

Vulgarizávamos o Porto B, mas a finalização continuava a ser um problema e mesmo com instruções para só rematarem quando estiverem com boas possibilidades de golo, os 11 remates que tínhamos à meia hora de jogo só tinham resultado num golo.

 

Mas a jogar como nós estávamos a jogar, o golo teria de surgir e foi através de Paulo Marques que apareceu, 34 minutos jogados e o natural da Cova da Piedade não vacilou na cara de Matheus Phillipe.

 

Na segunda parte, estranhamente, entrámos nervosos, mas continuámos por cima do encontro só que sem criar perigo, mas sem deixar a equipa adversária criar também, o que já me deixava minimamente satisfeito.

 

Nervosismo inicial ultrapassado e até deu para promover uma estreia absoluta: Luizinho, que tinha estado a pré-época toda lesionado e só agora o senti capaz de entrar em campo e para promover uma re-estreia em jogos oficiais com a camisola do Chaves: Raphael Guzzo, que voltava assim a jogar neste estádio 4 épocas depois.

E foi mesmo o Guzzo que ofereceu o bis a Paulo Marques que encerrou o jogo, um jogo que nos deixou o D.G. em 0. 3-0 frente à equipa B de um dos grandes clubes nacionais é sempre um bom resultado.

 

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Chaves 3 - 0 Porto B

 

Vinha agora um jogo para cumprir calendário. Iríamos receber o Trofense para a Taça da Liga, ambas as equipas qualificadas e era apenas uma questão de ver quem passaria em primeiro, ainda que isso não desse qualquer benefício. Sem Rafael, Djibril e Masudi, optei por um 11 completamente alternativo, conforme já verão.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, Luizinho, Wendel Lomar, W. Rutishauser, Mica Pinto, Valkennedy, Pité, R. Guzzo, M. Meza, S. Gomes e M. Caballero;

Trofense (4-1-2-1-2): Fonseca, Nuno Campos, Costinha, Jairo, André Pires, A. Frade, M. Babo, Naníssio, Dário Júnior, Pedro Bortoluzo e Igor.

 

Equipa reserva contra equipa titular, resultado: jogo aborrecido. Nada a relatar a primeira parte acabou sem golos.

 

A segunda parte foi mais do mesmo. No geral fomos piores, jogámos pior do que naqueles dias em que só perdíamos na Segunda Liga, mas o Trofense pouco mais fez e o 0-0 é um resultado que se aplica perfeitamente a um jogo aborrecido.

 

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Chaves 0 - 0 Trofense

 

Seguia-se o regresso dos jogos a sério, desta vez seria em Oliveira de Azeméis e só a vitória interessava.

 

Oliveirense (4-2-3-1): João Pinho, N. Semedo, P. Torrado, Terra, Bruno Simão, J. Bru, Godinho, Adilson, Renan, E. Nyarko e Jajá;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Leandro Hercílio.

 

O jogo começou equilibrado, mas desequilibrou quando Mario César, supostamente, fez um penalty. Jajá chamado à marcação não falhou e 1-0 aos 18 minutos. Tentámos reagir e aos 20 minutos quase conseguiamos repor a igualdade, mas João Pinho e o poste impediram isso de se tornar em realidade e o jogo permaneceu 1-0.

 

Não desaceleramos e voltamos a fazer o poste tremer, mas aos 36 minutos, na sequência de um canto, chegou o golo mais que merecido, Serginho estreava-se a marcar com este símbolo. Continuámos a pressionar, mas o resultado ao intervalo era 0-0.

 

Já com Marquinhos em campo e sem Leandro Hercílio, trocados ao intervalo, a segunda parte continuou a ser um teste às capacidades do João Pinho, mas aos 57 minutos, o guarda-redes que jogava na sua terra natal não teve quaisquer hipóteses frente a um remate com selo de golo de Wang Chengkuài. Reviravolta e justiça feita no marcador.

 

Ainda voltámos a marcar por intermédio de Daniel Podence, mas o golo foi invalidado e isso pareceu que deu algum ânimo à Oliveirense que se mostoru mais atrevida nos minutos seguintes. Chegou, então, um dilema, Sagna com queixas, Mario César a fazer um jogo horrível e só tinha uma substituição.

 

Mas Sagna estava, de facto, a fazer um jogo fantástico e tirou-me as dúvidas todas ao subir no flanco direito, cruzar para Podence e o jogador emprestado pelo Sporting, desta vez em jogo, fez o 1-3, que, erradamente, a meu ver, foi atribuído como auto-golo de João Pinho. Tirei o Sagna, 1-3 era um resultado confortável e não podia dar-me ao luxo de perder um jogador como este para os próximos jogos.

 

Mas ainda houve tempo para Alexandre Guedes reduzir aos 81 minutos. Recuei um pouco as linhas e a Oliveirense não conseguiu fazer mais nada, tendo, inclusivamente, aos 92 minutos feito penalty sobre Marquinhos que, a fechar o jogo, Francisco Ramos não desperdiçou.

 

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Oliveirense 2 - 4 Chaves

 

Para fechar Agosto e para fechar esta ronda de 8 jogos em 1 mês, iríamos receber a equipa B dos bicampeões nacionais, o Benfica B. Um jogo que poderia ser complicado, dependendo dos convocados da equipa adversária.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Meza, P. Marques e Marquinhos;

Benfica B (4-2-2-2): André Ferreira, R. Mangas, R. Mandeiro, R. Carvalho, V. Lopes, J. Madruga, J. Graça, J. Rojas, P. Luís, J. Rodríguez e E. Valente.

 

Com Podence visivelmente cansado, Meza estreava-se assim nos titulares e foi mesmo Meza que podia ter aberto o ativo ainda nem um minuto passado do início do jogo. E foi na sequência da jogada que Francisco Ramos fez exatamente isso, aos 2 minutos, o jogador emprestado pelo Porto marcou o golo frente ao Benfica.

 

O jogo continuou a ser comandado pela equipa da casa e o 2-0 apareceu aos 27 minutos de forma natural por Wang Chengkuài, mais um golo de um médio, o que mostra a dinâmica ofensiva que estes dois jogadores conseguem imprimir no seu jogo.

 

Kadú ainda impediu o golo encarnado no único ataque da equipa visitante durante a primeira parte, que não teve muito mais história. Na segunda parte veio um Benfica renovado e mais aguerrido. E aos 69 minutos, Jonathan Rodriguez reduziu mesmo para 2-1.

 

Mandei-os concentrar, mas não conseguiam responder ao Benfica e o 2-2 apareceu aos 81 minutos por Madruga, depois de uma defesa incompleta de Kadú a um livre direto. 4-2-4 para tentar recuperar a vantagem perdida.

 

85 minutos e o jogo partido, ambas as equipas na demanda dos 3 pontos. Canto para o Chaves e João Pedro faz o 3-2. Recuei as linhas e quer Jonathan Rodriguez, quer Marquinhos decidiram que o jogo não ia ter resultado diferente, terminando com o 3-2. Uma vitória merecida sobretudo por aquilo que fizemos na primeira parte.

 

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Chaves 3 - 2 Benfica B

 

Termina assim um Agosto bastante bom, apesar da derrota em Moreira de Cónegos, o que nos deixa numa boa posição, apesar de ainda ser extremamente cedo para fazer contas à classificação.

 

Classificação no fim de Setembro

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Segue-se um Setembro igualmente cansativo, certamente com 7 jogos, podendo chegar a 8 mediante a semana para a qual for marcada a 2ª eliminatória da Taça de Portugal. Receberemos o Varzim, o Sporting B, o Sintrense e uma qualquer equipa da primeira divisão para a Taça da Liga e iremos a Freamunde, a Santo Tirso e a Ponta Delgada, será um mês complicado, mas se conseguirmos ser tão bons como em Agosto, poderemos começar a pensar seriamente no objetivo seguinte: a promoção.

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Muito bom trabalho com o Chaves... depois de uma época que não correu bem, conseguiste a almejada subida e está a ser um bom trabalho na Segunda Liga :) . Estás de parabéns.!

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@Sapson: Obrigado :compinchas:

 

 

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O reencontro com João Vieira

 

Fim de Agosto, fim das transferências e a Chaves apenas chegaram mais 3 espanhóis com destino à equipa de juniores.

 

28 - Armiche Gómez - Médio defensivo - Deportivo

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33 - Paco Sanabria - Defesa direito - Valladolid

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41 - Pedro Fernández - Ponta-de-lança - Old Boys (emprestado pelo Alavés)

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Relativamente ao mundo, foi um Verão pródigo em transferências, com várias acima dos 8.000.000€.

 

Julho de 2018

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Agosto de 2018

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Em Portugal, ao contrário do habitual, houve várias movimentações, com o Benfica a comprar Alireza Jahanbakhsh ao Milan por 2,5M€, o Porto a comprar Douglas Costa, Nemanja Radoja e Ronald Veerman, todos ao PSG, por 4,9M€, 4,7M€ e 2,4M€, respetivamente, e o Sporting a comprar Diumerci Mbokani ao D. Kiev por 500m€. Destaque ainda para a contratação de Luca Garritano pelo Marítimo ao Cesena pelos mesmos 500m€. Relativamente a saídas, Lucas Silva saiu do Porto para a Sampdoria a troco de 24M€, Yacine Brahimi saiu por apenas 1,7M€ para o Olympiacos depois de uma boa época, o que surpreendeu toda a gente e André Carrillo saiu por 2,7M€ para o Granada. O Rio Ave fez 875m€ e 725m€ com Hassan, para o Getafe, e Fabinho, para o Goiás, respetivamente e o Marítimo ainda vendeu Leonardo por 650m€ ao Atlético Mineiro.

 

Com o fim do mês vieram também os prémios mensais, onde eu foi galardoado com um terceiro lugar no treinador do mês.

 

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Para além disto, ficámos a saber quem iríamos defrontar na Taça da Liga.

 

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Mas não havia tempo para festas ou para pensar no Vitória FC e a receção ao Varzim estava logo ali, um jogo que seria apenas para ganhar e não havia quaisquer desculpas para não vencer.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Varzim (4-5-1): Conrado, Tiago Lopes, Abel Pereira, Sandro Cunha, João Vicente, F. Assunção, P. Cervantes, T. Cunha, Diogo Baltazar, M. Maçães e J. Silva.

 

Um momento de inspiração pura de Sanã Seidi abriu o ativo logo aos 9 minutos e aos 15 minutos só não estávamos a ganhar por 3-0 por culpa própria, num jogo que estava a ser extremamente bem conseguido pela nossa parte.

 

No entanto, a meia-hora de jogo acordou a equipa visitante e os poucos adeptos da Póvoa do Varzim que estavam a assistir ainda gritaram golo em cima do intervalo, mas a bola bateu na barra e não entrou, fazendo o 1-0 durar até à troca de campos.

 

A segunda parte começou como a primeira, mas quem marcou foi o Varzim no primeiro lance de ataque que teve nesta metade, já aos 59 minutos por Sandro Cunha.

 

4-2-4 e a vitória era a nossa única preocupação, mas o golo não aparecia e os minutos iam passando, 70, 80, 85, 88 e... penalty, falta de Tiago Lopes sobre Mario César. Francisco Ramos chamado à marcação e penalty soberbamente marcado, no ângulo superior direito da baliza de Conrado e 2-1 aos 89 minutos.

 

Com as substituições esgotadas, foi preciso redesenhar a equipa para voltar a um 4-3-3 com traços de 4-5-1 na medida que era mais defensivo que o que costumamos apresentar, mas o Varzim não conseguiu esboçar uma reação por mais tímida que fosse e a vitória acabou por cair para a única equipa que a procurou.

 

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Chaves 2 - 1 Varzim

 

Depois de os receber para a Taça da Liga ia dar-se agora o meu regresso ao Complexo Desportivo do SC Freamunde, local onde passei alguns meses há já 3 épocas atrás. Sem Kadú, nem Wang Chengkuài, ao serviço das respetivas seleções, fui obrigado a fazer alterações no 11.

 

Freamunde (4-3-3): Rui Sacramento, Fábio Pala, Arthur, Gonçalo Silva, J. Brandão, Dias, Paulo Jorge, Patrão, Renato Santos, R. Lameiras e N. Lima;

Chaves (4-3-3): S. Sy, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Pité, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Como vem sendo normal, assumimos completamente a posse da bola e o Freamunde limitou-se a tentar defender e sair para o contra-ataque, o que resultou no jogo um pouco apático com apenas um facto digno de registo na primeira meia-hora de jogo: um remate ao poste de Paulo Marques.

 

No que restou da primeira metade apenas houve um erro de Serginho que só não resultou em golo porque Seydou Sy mostrou que pode competir pela titularidade com Kadú e uma grande jogada de contra-ataque do Chaves que culminou na defesa de Rui Sacramento ao remate de Podence.

 

Era notória a falta de Wang Chengkuài e Pité não estava a conseguir fazer esquecer o chinês, então resolvi passar Paulo Marques para o meio-campo e Pité para a lateral, contudo isto não resultou e Gonçalo Sílva acabou por fazer o 1-0 na sequência de um livre.

 

4-2-4, saída de Pité, entrada de Leandro Hercílio e a derrota era, claramente, um resultado que não nos agradava. E aos 74 minutos, Leandro Hercílio cumpriu a sua função e fez mesmo o 1-1. Ambicioso, mandei-os continuar em 4-2-4, mesmo sabendo que poderia ser um erro.

 

Não resultou em nada, acabámos por ser mais fortes e por estar mais perto da vitória, mas o Freamunde fechou-se a sete chaves e o 1-1 permaneceu até ao apito final.

 

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Freamunde 1 - 1 Chaves

 

Chaves vs. União da Madeira era o desafio que nos esperava na Taça de Portugal, ainda em Setembro, mas com a ida a Ponta Delgada adiada. O sorteio não me agradou na medida em que esperava uma equipa mais fraca e calhou-nos logo uma da nossa divisão, mas temos de conviver com isso.

 

Seguia-se a deslocação a Santo Tirso contra o 1º classificado do campeonato, um jogo que se adivinhava complicado, mas que iríamos, como sempre, tentar conquistar os 3 pontos.

 

Tirsense (4-4-2): T. Bóia, David Bruno, Alexandre, Luís Martins, Leandro, Ruizinho, B. Delgado, Leandro Silva, Feliz, Armando e João Vieira;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Era o meu reencontro contra o mais mortífero ponta-de-lança que tive o prazer de treinar: João Vieira e era a minha oportunidade de lhe mostrar o quão errado ele tinha estado quando não quis renovar.

 

E até entramos bem, Marquinhos estreou-se a marcar logo aos 2 minutos a passe de Podence. Continuámos melhores que o nosso adversário, mas a lesão de Paulo Marques tirou-nos algum do fulgor ofensivo e Armando fez o empate aos 24 minutos.

 

A jogar muito agressivamente, o Tirsense acabou por lesionar também o Podence e estavam duas substituições gastas aos 34 minutos, sem a equipa da casa ter visto um único amarelo.

 

A primeira parte não teve muito mais e a segunda apareceu com 1-1 no marcador. Estávamos por cima, a dominar o encontro, mas o Tirsense baseava o seu sucesso numa excelente defesa, apenas 2 golos sofridos nos 6 jogos anteriores ao nosso, mas não havia defesa que conseguisse parar o remate colocadíssimo de Pité aos 76 minutos. Um verdadeiro golaço!

 

Recuei as linhas e dei um bocado a iniciativa ao Tirsense que começou a jogar futebol nessa altura, mas já era tarde e o Chaves estava de regresso às vitórias depois do empate em Freamunde.

 

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Tirsense 1 - 2 Chaves

 

Seguia-se a receção ao Sporting B para iniciar uma sequência de 4 jogos em casa que iriam fechar Setembro.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Sporting CP B (4-5-1): Pedro Silva, B. Carlos, G. Lapa, G. Vieira, A. Canté, Gelson Martins, J. Miranda, J. Palhinha, A. Cruz, I. Gaspar e R. Tavares.

 

Se há exemplo vivo de que a Segunda Liga é um local de extrema competitividade, esse exemplo é o atual treinador da equipa A do Sporting que pegou num Estoril a lutar pela manutenção e ainda o fez subir à primeira e, portanto, mesmo a jogar contra uma equipa da metade inferior da tabela era preciso ter cautela e não subestimar o adversário.

 

Mas a primeira parte acabou com 2-0, começou com um golo de penalty de Francisco Ramos, após falta sobre Sagna aos 22 minutos, e a seguir seguiu-se Marquinhos aos 37, dando assim vantagem à única equipa que tinha o privilégio de ter a bola e de pensar o jogo.

 

A segunda parte abriu com um novo penalty, desta vez sobre Paulo Marques, Francisco Ramos de novo chamado à marcação voltou a não vacilar fazendo o 3-0.

 

No entanto, o jogo estava a ficar bom para os adeptos e Marquinhos quis estrear-se a bisar pelo Chaves fazendo o 4-0 aos 57 minutos. Com jogo 4 dias depois, resolvi tirar Mario César e Wang Chengkuài, fazendo de Marc Bola um lateral esquerdo e dando tempo de jogo a Raphael Guzzo e logo a seguir, aos 59 minutos, Felício Quiaque reduziu.

 

Acabámos a jogar com 10, Marquinhos tocado e substituições já todas feitas e optei por retirar o avançado de campo, o que permitiu a João Palhinha redimir-se do penalty e fazer o 4-2 já aos 92 minutos, mas já tarde para causar qualquer tipo de problema na obtenção dos 3 pontos.

 

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Chaves 4 - 2 Sporting CP B

 

Chegava, então, o último jogo de Setembro para o campeonato, seria o reencontro com o Sintrense que havia perdido em Anadia na disputa pelo lugar de campeão do Campeonato Nacional de Seniores, que tinha começado com 3 vitórias consecutivas a Segunda Liga, mas que, desde então, tinha perdido todos os jogos, excepto o jogo contra o Estremoz, para a Taça de Portugal, já que o Sintrense teve de disputar a 1ª Eliminatória, onde ganhou por uns expressivos 9-0.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Sintrense (4-5-1): Ricardo, Édson, Raphael Cavalcanti, F. Tavares, P. Rebocho, T. Baptista, Hugo Bral, T. Dias, Oliveira, P. Veludo e P. Madureira.

 

Com o 11 base já perfeitamente definido e ainda sem problemas de cansaço, decidi voltar a apostar nos mesmos que tinham vencido o Sporting B por 4-0, já que foram precisas 4 alterações para o jogo se tornar em 4-2, e Wang Chengkuài deu-me a resposta aos 4 minutos num daqueles golos que é necessário rever para conseguir apreciar toda a sua beleza.

 

O 2-0 esteve sempre perto e na mente dos adeptos flavienses, mas tardava em chegar e foi preciso Paulo Marques, do alto do seu 1,64m, cabecear para desfazer o 1-0 que já durava há 28 minutos. Nada mais houve até aos 45 minutos e intervalo, 2-0 e 67% de posse de bola.

 

O Sintrense adicionou um avançado e passou a jogar em 4-4-2 clássico, mas isso não mudou uma palha ao domínio do jogo. Já se esperava que o jogo acabasse em 2-0 quando Mauro Caballero, de regresso aos relvados, sofreu penalty aos 89 minutos e Francisco Ramos fixou o resultado final em 3-0.

 

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Chaves 3 - 0 Sintrense

 

Batemos o recorde de assistências neste jogo, depois de já termos batido contra o Sporting CP B, contra o Benfica B e contra o Porto B, o que mostra que as pessoas começam a acreditar em nós e isso significa imenso para este grupo. Setembro iria acabar na 9ª jornada e nós com 22 pontos.

 

Os jogos que se seguiam eram muito importantes na medida em que poderia arruinar a moral da equipa se fôssemos praticamente eliminados de ambas as taças em dois jogos consecutivos.

 

Começávamos contra o Vitória FC com o Paulo Marques a não poder jogar contra a casa-mãe. Com vários elementos fatigados, o 11 foi muito diferente do normal, o que deveria dar mau resultado, mas a Taça da Liga era a última das prioridades.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, Luizinho, W. Rutishauser, Mario César, Valkennedy, R. Guzzo, Pité, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Vitória FC (4-2-3-1): D. Fernandes, M. Horta, L. Peña, F. Saraiva, Joaozinho, Tcheco, Mirral, Víctor Garcia, S. Bento, O. Jacob e Paraiba.

 

Ao contrário das expectativas, entrámos muito bem podendo ter marcado ainda dentro do primeiro minuto de jogo, contudo Daniel Fernandes fez uma defesa impossível e impediu-nos de partir na frente.

 

Mas não durou muito o 0-0, Mario César apareceu na área da melhor maneira e não deu hipóteses a Daniel Fernandes, fazendo o 1-0 aos 6 minutos. Contudo o golo acordou a equipa da primeira divisão e o Vitória FC começou a atacar com mais vigor e com mais vontade.

 

Mesmo assim, as melhores chances de golo eram nossas e Marquinhos chegou a enviar uma bola à barra na cara do guarda-redes e a primeira parte ainda fechou com uma oportunidade soberba para Daniel Podence aumentar para 2-0, oportunidade essa desperdiçada.

 

Na segunda parte, o Vitória FC veio ainda mais determinado e Mirrai fez o empate aos 61 minutos, num golo que pareceu em fora-de-jogo, mas que o árbitro considerou regular.

 

Logo a seguir, Rutishauser enviou a bola para a própria baliza, permitindo ao Vitória FC dar a cambalhota no marcador. A equipa visitante estava lançada e aos 72 minutos, Yazalde fez o 1-3, bisando 10 minutos depois para o 1-4. A moral da minha equipa estava no charco e aquilo que estava a ser uma excelente exibição estava a transformar-se num pesadelo.

 

Felizmente não houve tempo para mais e o jogo terminou mesmo com 1-4. Estamos eliminados com 99% de certezas da Taça da Liga, num jogo onde um autogolo destruiu tudo aquilo que tínhamos construído ao longo da partida.

 

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Chaves 1 - 4 Vitória FC

 

Restavam-nos as competições que realmente importam, a Segunda Liga e a Taça de Portugal, ainda assim, para receber a União da Madeira, dei descanso aos titulares que tinham jogado frente ao Vitória FC.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, João Reis, P. Marques e M. Caballero;

União da Madeira (4-2-3-1): Dani, Chico, A. dos Santos Rodriguez, André Vinícius, Luís Sousa, J. Semedo, Soares, Pedro Coronas, Cássio, Rúben Silvestre e Simy.

 

Com dois dos principais obreiros da subida a titulares, Caballero e João Reis, o já descontente avançado paraguaio começou a dar resposta à titularidade aos 4 minutos, com um bom golo de cabeça a cruzamento de Wang Chengkuài.

 

Mas Mauro Caballero estava em dia de mostrar serviço e aos 8 minutos fez o 2-0, depois de um grande passe de Paulo Marques. Aos 13 minutos, Mauro Caballero quase fez o hat-trick, mas Dani impediu, no entanto na recarga Paulo Marques fez mesmo o 3-0.

 

"Não vai ser em Setembro que vamos ficar de fora de duas das três competições que disputamos, apesar de ainda faltar mais de uma hora para o fim do jogo", pensei eu e a minha equipa parecia querer dar-me razão, procurando o 4-0 incessantemente, contudo um erro de Serginho permitiu a Simy fazer o 3-1 aos 44 minutos.

 

A segunda parte veio sem Serginho e com Marc Bola no seu lugar, mas quem começou melhor foi a equipa insular, no entanto, foi algo momentâneo e aos 55 minutos já se percebia que a segunda parte ia ser muito como a primeira.

 

No entanto, em contra-ataque o União da Madeira ia causando estragos e aos 64 minutos, Luís Teles fez mesmo o 3-2. A vitória que estava assegurada desde os 13 minutos deixou de estar assim tão segura, ainda que a União da Madeira não conseguisse produzir ataques para além dos chutões para a frente que caíam nos seus jogadores.

 

Mas aos 79 minutos todas as dúvidas foram desfeitas por Paulo Marques que fez o 4-2, bisando, sendo que ainda houve tempo para mais dois golos. Primeiro, Francisco Ramos com um belo remate à entrada da área e depois Mauro Caballero, de penalty, a fazer o seu hat-trick, fixando o resultado final em 6-2.

 

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Chaves 6 - 2 União da Madeira

 

Setembro acaba assim, um excelente mês e não é a derrota frente ao Vitória FC ou o empate em Freamunde que apagam isso. Relativamente à classificação, estamos bem, como poderão ver.

 

Classificação no fim de Setembro

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O jogo que falta é frente ao Santa Clara, mas, quando o jogo frente ao Sintrense acabou, o primeiro lugar era nosso. Relembro que na época da descida fizemos 32 pontos e esta época, com apenas 9 jogos, já temos mais do que tínhamos em 40. É continuar assim e para o ano jogaremos em Alvalade, na Luz e no Dragão.

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