Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Carlos Gouveia

[FM'15] Futebol em Estado Nobre

Publicações recomendadas

Acho que não preciso de dizer nada para confirmar que sou um escolhido, fui enviado por Deus para ter sucesso e só precisei de dar um passo atrás para dar dez à frente.

 

Ok.

 

Enorme época :prayer: 123 pontos! :prayer:

Compartilhar este post


Link para o post

 

@SRAlmeno: grande frase, han? :mrgreen:

 

@scpfans82: o pior vem agora :mrgreen:

 

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

Prémios e competições

 

Citação do jornal "Record" online

lg_rec.png

Jogador do Ano (Liga2 Cabovisão): Marquinhos vence

 

Chaves: Marquinhos, emprestado pelo Fluminense, conquistou o prémio do Jogador do Ano da Liga2 Cabovisão.

 

Marquinhos, de 22 anos, fez uma série de boas exibições esta época, marcando 34 golos em 45 jogos e com uma classificação média de 7,51.

 

Citação do jornal "O Jogo" online

D3fDN.png

Marques arrecada prémio de maior número de assistências

 

Chaves: Paulo Marques, emprestado pelo Vitória de Setúbal, conquistou o prémio de Mais Assistências no Ano da Liga2 Cabovisão.

 

Marques foi quem liderou o ranking de assistências na Segunda Liga esta época, alcançando nada menos que 16 em benefício dos seus companheiros de equipa.

 

Fernando Assunção (Varzim) terminou empatado com Serginho (Penafiel), ambos com 15 assistências, mas ficou em segundo lugar devido ao ter jogado mesmo tempo.

 

Citação do jornal "Correio da Manhã" online

150px-Correiomanhalogo.png

Mais Prémios Melhor em Campo (Liga2 Cabovisão): Sainrimat vence prémio

 

Alexis Sainrimat (Moreirense) venceu o prémio para Mais Prémios de Melhor em Campo da Liga2 Cabovisão.

 

As consistentes exibições de Sainrimat garantiram-lhe 9 prémios de homem do jogo, o maior número de distinções deste tipo na Segunda Liga.

 

Sainrimat acabou empatado com Marquinhos (Chaves), mas ficou com o prémio devido a ter jogado menos tempo, enquanto Rafael Silva (U. Leiria) ficou em terceiro com 8 distinções.

 

Citação do jornal "A Bola" online

2lmx62x.gif

Marquinhos vence prémio Melhor Marcados (Liga2 Cabovisão)

 

Chaves: Marquinhos, emprestado pelo Fluminense, conquistou o prémio do Melhor Marcador da Liga2 Cabovisão.

 

Marquinhos foi o melhor atacante da Segunda Liga esta época, marcando 34 golos.

 

Alexis Sainrimat (Moreirense) ficou em segundo lugar com um golo a menos depois de uma acesa luta com o vencedor. Djibril, do EStarreja, ficou em terceiro lugar com 28 tiros certeiros.

 

Citação do site "Maisfutebol"

lg_maisfutebol.png

Jovem Jogador do Ano (Liga2 Cabovisão): Mario César é o vencedor

 

Mario César (Chaves) venceu o prémio para Joven Jogador do Ano da Liga2 Cabovisão.

 

Mario César, de 21 anos, tem feito uma série de exibições sensacionais esta época, estando envolvido em 14 golos em 39 jogos, com uma classificação média de 7,72.

 

Citação do jornal "O Jogo" online

D3fDN.png

Treinador do Ano (Liga2 Cabovisão): De Melo vence prémio

 

Guilherme de Melo, treinador do Chaves com apenas 25 anos, venceu o prémio para o Treinador do Ano da Liga2 Cabovisão.

 

Citação do jornal "Record" online

lg_rec.png

Equipa do Ano (Liga2 Cabovisão)

 

A equipa do ano da época 2018/2019 é dominada pelos campeões, Chaves, tendo quase metade do 11. O Moreirense, também promovido, contribui com dois jogadores, sendo os restantes lugares reservados ao Mafra, ao Penafiel, ao Benfica C. Branco e Renato Santos.

 

Filipe Leão (Mafra)

J. Coubronne (Moreirense) - João Pedro (Chaves) - Serginho (Chaves) - Mario César (Chaves)

Renato Santos (Freamunde) - P. Marques (Chaves) - Serginho (Penafiel) - Kisley (Benfica C. Branco)

Marquinhos (Chaves) - A. Sainrimat (Moreirense)

 

Nas restantes competições importantes por esse mundo fora, em Portugal, o Sporting venceu a Taça da Liga, mas perdeu 2-0 no Jamor frente ao Braga, tendo permitido ao Benfica conquistar o tricampeonato. Fora de portas, o Real Madrid conquistou o tetracampeonato, num ano em que o Barcelona surpreendeu pela negativa ficando em 4º lugar, saindo do pódio pela primeira vez desde 2003. O Manchester United voltou a vencer o título que já lhe fugia desde 2013 e o Bayer Leverkusen impediu Sergey Ovchinnikov de fazer o hepta pelo FC Bayern. A Juventus fez o seu octacampeonato, tendo ficado a 13 pontos do segundo classificado, o AC Milan. Na França, o PSG voltou a vencer pela segunda vez consecutiva. O Zenit venceu o bicampeonato, o Olexandriya impediu o Shakhtar de fazer o tetra e venceu o seu primeiro campeonato. O PSV venceu o bicampeonato, o Trabzonspor voltou a vencer o campeonato, algo que tinha conseguido pela última vez em 1984 e o Olympiacos já vai com 9 títulos consecutivos.

 

Nas competições europeias, a Liga Europa teve Valencia vs. Olympiacos e Manchester United vs. Cagliari nas meias-finais, passando o Valencia com 5-0 no agregado e o Manchester United com 7-2. Na final, Richairo Zivkovic pôs os detentores do troféu a vencer logo aos 4 minutos por penalty, mas o Valencia na segunda parte reagiu e através de Rodrigo de Paul e Marco van Ginkel conseguiram conquistar este troféu. Na Liga dos Campeões, nas meias-finais o Chelsea superou o FC Bayern por 5-4 e o Atlético de Madrid venceu a formação de Leverkusen com 2-2, passando por golos fora. Quanto à final, posso relatá-la em primeira mão porque estive em Berlin, no Olympiastadion, a assistir ao jogo.

 

Atlético (4-4-1-1)

(D. Sotres, D. Godín, S. Samper, P. Alcácer, Juanfran, B. Gimber, Jesé)

J. Oblak

S. Corchia - B. Howedes - N. Sule - G. Siqueira

P. Sisto - Koke - D. Garmash - E. Konoplyanka

Á. Correa

M. Mandzukic

 

vs.

 

Diego Costa

E. Hazard - Oscar - A. Zivkovic

M. Kranevitter - M. Verratti

J. Gayà - K. Zouma - T. Kongolo - C. Azpilicueta

T. Courtois

(P. Cech, B. Davies, J. Cuadrado, G. Higuaín, N. Chalobah, X. Shaqiri, D. Berardi)

Chelsea (4-2-3-1)

 

A primeira parte foi dominada pelo Altético e justiça foi feita quando Benedikt Howedes fez o 1-0 aos 42 minutos. Na segunda parte, o Chelsea apresentou-se em 4-2-4, saindo Andrija Zivkovic e entrando Domenico Berardi, o que aumentou o domínio e a perigosidade da equipa londrina, no entanto, Mario Mandzukic fez o 2-0 aos 53 minutos, o que motivou duas mudanças no Chelsea. Saiam Marco Verratti e Diego Costa para dar lugar a Juan Cuadrado e Gonzalo Higuaín, numa última tentativa de tirar algo do jogo. O Atlético respondeu com a entrada de Juanfran para o lugar de Eugene Konoplyanka, no entanto, o espanhol apenas se aguentou 7 minutos em campo, dando jogar a Jesé logo a seguir por opção técnica. Aos 74 minutos, José Gayà fez o 2-1 que relançava a partida para os 15 minutos finais e o Chelsea começou a tentar o 2-2 que forçava o jogo a ir a prolongamento. Esteve perto algumas vezes, mas com o passar do tempo, também se ia esfumando o descernimento e Mario Mandzukic fechou o jogo aos 91 minutos, fazendo o 3-1 final.

 

Quanto a mim, sei que vou ficar em Chaves, já que o Vitória SC já arranjou substituto para o Henrique Calisto que se retirou. Não me importo, tenho agora de olhar para o plantel, perceber quem fica e quem sai, sabendo que agora não vou ter mais de 50 jogos e, portanto, não preciso de um plantel tão grande. Será esse o meu trabalho nas férias e, no final, terei uma equipa competitiva que irá surpreender na Primeira Liga. Ou não fossem eles treinados por mim!

Editado por Carlos Gouveia

Compartilhar este post


Link para o post

Vamos ver como é que o GdM se vai adaptar à 1ª liga e ao mediatismo

Compartilhar este post


Link para o post

 

@SRAlmeno: a pergunta é: como é que a 1ª liga se vai adaptar ao GdM 8-)

 

@Sapson: . :mrgreen:

 

@scpfans82: bem preciso!

 

Tenho andado ocupado e costumo ter sempre 2 a 3 atualizações a mais do que a que posto no fórum, no entanto, esta é a última que tenho. Não prometo atualizar nos próximos dias, até porque daqui a 45 minutos saio de casa e só volto bem à noitinha e Terça-feira passarei o dia todo fora (aliás, na Terça é certo que se houver atualização é só à noite). Portanto, isto pode ficar em "stand-by" até Quarta-feira, o mais tardar. Até aumenta a expectativa para os jogos oficiais :mrgreen:

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

26 para atacar 2020

 

Na preparação da época 2019/2020, a primeira do Chaves no principal escalão do futebol nacional desde 1998/1999 preocupei-me em fazer um plantel que me oferecesse 3 soluções para cada posição. Não significa ter 33 jogadores, mas ter alguns jogadores que façam mais do que uma posição. E consegui-o com apenas 26 homens, deixando 2 excedentários.

 

O plantel com que pretendo atacar a Liga NOS é um plantel low-cost, sendo que apenas utilizei cerca de dois terços do orçamento para salários que a direção me disponibilizou.

 

A pré-época foi marcada por sete jogos, quatro deles no país vizinho, contra Valladolid, Castilla, Celta e Racing, um em Vidago e dois em Chaves, contra o Portimonense e, a apresentação aos sócios e adeptos, frente à Académica.

 

1 - Guilherme Caldeira - Guarda-redes - Santo André

ba0841c6e25dbd43ce72b677795385cc.png

 

2 - Pierre Sagna © - Defesa direito - Chaves

d05e0428867ea255d66479e1abfbdfdf.png

 

3 - Serginho - Defesa central - Chaves

687765229ea3484050e0f2df77540cda.png

 

4 - Mario César - Defesa esquerdo - Chaves

14a2c70310b0ba11991f47fbca66c973.png

 

5 - Válter - Defesa central - Chaves

8c6f01881c399b667fdd5d476c479ff6.png

 

6 - Sanã Seidi - Médio defensivo - Chaves (emprestado pelo Everton)

c7396165b540f91aba4dc1952271b057.png

 

7 - Wang Chengkuài - Médio centro - Chaves

b6b00aec86a937711394ccdef0280334.png

 

8 - Francisco Ramos - Médio centro - Chaves (emprestado pelo FC Porto)

4902244af5b05e012c52ce9e9f1def3b.png

 

9 - Marquinhos - Ponta-de-lança - Chaves (emprestado pelo Fluminense)

f1ee1038cb6ce6045093594f5d5529d3.png

 

10 - Paulo Marques - Extremo - Chaves (emprestado pelo Vitória FC)

290a6b2e531171feacdd04b8357cedfc.png

 

11 - Matheus Pereira - Extremo - Sporting CP

448e47b6d56fad301b215d26ce65e966.png

 

12 - Ricardo Ribeiro - Guarda-redes - Olhanense

d5ac03f156cab1a1e03fb150fe1d214f.png

 

14 - Marvin Martineau - Extremo - Chaves (emprestado pelo Nantes)

0bc1213787c7844604804af1fec378e5.png

 

15 - Alex Soares - Médio centro - Marítimo

4e6e0f23169217b99aaf64bf71c97bbf.png

 

16 - Thomas Agyiri - Médio defensivo - Atlético CP

08d947dd8561ca1402a1b5c149321d02.png

 

17 - Daniel Podence - Extremo - Chaves (emprestado pelo Sporting CP)

3eebfba4e6e557639bd1922f24c4fb9c.png

 

18 - Luís Rocha - Defesa esquerdo - Vitória SC

5356f2b866e24a9dc1c90649015b7ab3.png

 

19 - Vítor Pedrosa - Médio centro - Vitória SC

34cdf80358e98caa39a57f3a8add8efb.png

 

20 - Grejohn Kyei - Ponta-de-lança - Stade Reims

1a669e17daf7f35e43aa6abe6f661067.png

 

21 - Adelino - Ponta-de-lança - Portimonense

90ed457c69d4ce3396623230fd9ad76e.png

 

22 - Miguel Lopes - Defesa direito - Chaves

27f1e4114931fef944526491f0b2c3f4.png

 

23 - Marko Bulat - Defesa central - Hellas Verona

63e54895283823edd404e073dff19603.png

 

24 - Carlos Henrique - Defesa central - Santos FC

2cdcfb02a12f28ed478e3afbfca441d8.png

 

30 - João Pedro - Defesa central - Chaves (emprestado pelo Nacional da Madeira)

da82d4f759044c9b8801ce3e002c05c5.png

 

80 - Matías Meza - Extremo - Chaves (emprestado pelo Stade Reims)

811ffcaf72f247c7f6b6bcf11fe623aa.png

 

93 - Mica Pinto - Defesa esquerdo - Chaves

38fab40a204cf946466f983949ae2586.png

 

95 - Seydou Sy - Guarda-redes - Chaves

9ca5c1e42385e564f8832853ac2d1d21.png

 

99 - Kadú - Guarda-redes - Chaves

ba05a08df8b4eb10120d7ff04d6954c2.png

 

Entradas:

  • Guilherme Caldeira (4,5m€ - Santo André)
  • Ricardo Ribeiro (0€ - Olhanense)
  • Válter (5m€ - Santo André)
  • Marko Bulat (0€ - Hellas Verona)
  • Carlos Henrique (0€ - Santos FC)
  • Luís Rocha (0€ - Vitória SC)
  • Thomas Agyiri (0€ - Atlético CP)
  • Francisco Ramos (0€ - FC Porto)
  • Alex Soares (0€ - Marítimo)
  • Vítor Pedrosa (0€ - Vitória SC)
  • Matheus Pereira (0€ - Sporting CP)
  • Daniel Podence (0€ - Sporting CP)
  • Grejohn Kyei (0€ - Stade Reims)
  • Adelino (0€ - Portimonense)

Total gasto: 9,5m€

 

Saídas:

  • Rafael (18,75m€ - Arouca)
  • França (EMP - Feirense)
  • Luizinho (fim de contrato)
  • Paco Sanabria (fim de contrato)
  • Wendel Lomar (fim de contrato)
  • Marc Bola (EMP - Boavista)
  • Armiche Gómez (EMP - Estarreja)
  • Diogo Serrano (EMP - Oliveira Hospital)
  • Valkennedy (fim de contrato)
  • Djibril (fim de contrato)
  • Raphael Guzzo (fim de contrato)
  • Pité (80m€ - APOEL)
  • João Reis (fim de contrato)
  • Leandro Hercílio (EMP - Santa Clara)
  • Pedro Fernández (EMP - Vila Real)
  • Mauro Caballero (fim de contrato)

Total recebido: 98,75m€

 

Os excedentários são o Mica Pinto e o Seydou Sy que estão à procura de colocação, mas que ainda estão no nosso plantel, sendo que o Mica Pinto está dependente da concretização, ou não, o interesse do Benfica no Mario César e o Seydou Sy estou confiante que será facilmente emprestado depois de recuperar da lesão.

 

Organizando por posição, pondo entre parênteses as opções de recurso que contam principalmente para outra posição e ordenando pelos números.

 

Guarda-redes: Guilherme Caldeira, Ricardo Ribeiro, Seydou Sy, Kadú

Defesas direitos: Pierre Sagna, Miguel Lopes (Válter)

Defesas esquerdos: Mario César, Luís Rocha, Mica Pinto (Marko Bulat)

Defesas centrais: Serginho, Válter, Marko Bulat, Carlos Henrique, João Pedro (Mario César, Sanã Seidi)

Médios defensivos: Sanã Seidi, Thomas Agyiri (João Pedro)

Médios centro: Wang Chengkuài, Francisco Ramos, Alex Soares, Vítor Pedrosa (Paulo Marques, Thomas Agyiri)

Extremos: Paulo Marques, Matheus Pereira, Marvin Martineau, Daniel Podence, Matías Meza (Luís Rocha)

Pontas-de-lança: Marquinhos, Grejohn Kyei, Adelino

 

Ficam 11 nacionalidades no plantel, mas apenas dois não falam português fluentemente, o Marko Bulat e o Grejohn Kyei, fazendo assim um plantel de 28 jogadores, cujo objetivo é tornarem-se 26.

 

Pré-época e considerações

e1fe7ed785b3bcdf440bd87ef776825c.png

 

Não me posso queixar da forma como correu a pré-época, vencemos duas equipas da Liga NOS, vencemos duas equipas da Liga Adelante, perdemos com uma da Liga BBVA, empatamos com a equipa B de uma das melhores equipas do mundo e vencemos o Vidago, naquele que terá sido o nosso pior jogo a nível de resultado.

 

Pré-época passada, ainda não tenho muito dado por garantido, mas já sei que o Ricardo Ribeiro será o terceiro guarda-redes, que o lado direito da defesa será do Miguel Lopes e o esquerdo do Mario César, o centro do ataque ficará novamente a cargo do Marquinhos e o Francisco Ramos será titular no meio-campo.

 

Fica assim o Guilherme Caldeira e o Kadú a lutar pelo posto na baliza, o Miguel Lopes e o Mario César nas laterais, o Válter, o Carlos Henrique e o João Pedro no centro da defesa irão lutar por um lugar, o Sanã Seidi terá a dura concorrência do João Pedro pelo lutar, podendo jogar o João Pedro a médio defensivo enquanto o Válter e o Carlos Henrique ficam responsáveis pela defesa. No meio-campo, o Francisco Ramos jogará ao lado do Alex Soares ou do Paulo Marques, mediante quem jogar nas extremas e, nas alas, a luta será entre praticamente todos, com Paulo Marques, Matheus Pereira e Daniel Podence ligeiramente à frente do Marvin Martineau e do Matías Meza. O ataque será do Marquinhos, apesar dos esforços para arranjar um ponta-de-lança capaz de rivalizar com ele, continuará a ser ele a mandar no lugar.

 

Na receção ao Sporting CP, o Marquinhos, lesionado, dará lugar ao Grejohn Kyei e a suspensão do Alex Soares deixá-lo-á de fora. À partida o 11 será escolhido ao longo desta semana que vem, mas a minha maior dúvida ainda está centrada na baliza. É preciso trabalhar agora e dar o nosso melhor que a manutenção será um passeio.

Editado por Carlos Gouveia

Compartilhar este post


Link para o post

 

@SRAlmeno: assim espero!

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

Objetivo: campeonato tranquilo

 

20 anos depois estávamos de regresso à primeira liga e eu confesso que já mal me lembro desse tempo. Se pensarmos que eu tenho 25 anos, e mais velhos que eu no plantel só 8 jogadores, poucos se lembrarão desse tempo. E o regresso era com recursos bem mais escassos do que os restantes.

 

Folha de Salários por Ano

4a1eea4ca54f8756a235bc1551a18cd8.png

 

E, assim sendo, era necessário mostrarmos a raça dos Valentes Transmontanos e logo contra o vice-campeão, o Sporting de Marco Silva.

 

Sem Seydou Sy, ainda lesionado e à espera de colocação, sem Marquinhos, Luís Rocha, Paulo Marques, Matías Meza, Adelino, lesionados, e Alex Soares, suspenso por dois jogos por expulsão ainda nos tempos na Madeira, o nosso primeiro 11 poderia estar longe do último.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, Matheus Pereira, D. Podence e Grejohn Kyei;

Sporting CP (4-2-3-1): R. Patrício, L. Moreira, Rúben Semedo, Maurício, J. Silva, João Mário, S. Slavchev, Ricardo Esgaio, André Martins, Pedro Empis e D. Mbokani.

 

Entrámos bem e a olhar o Sporting nos olhos, a posse dividida, mas Ricardo Esgaio acabou por fazer o primeiro aos 18 minutos após cruzamento de Pedro Empis, deixando Mario César para trás.

 

Tentámos reagir, mesmo sabendo contra quem estávamos a jogar e sabendo que assim arriscávamos o segundo da equipa visitante e um revés aconteceu e Daniel Podence lesionado, obrigando Marvin Martineau a entrar para o lado esquerdo.

 

Contudo, o francês que no ano passado ganhou o lugar vindo da equipa de juniores entrou e assistiu Matheus Pereira para o 1-1, tendo feito quase todo, deixando apenas a Matheus Pereira a necessidade de encostar.

 

O golo do jogador formado pela equipa rival levou o jogo para intervalo com 1-1 e na segunda parte apresentámo-nos da mesma forma.

 

Estivemos até mais perto do golo do que o Sporting, mas um penalty aos 60 minutos por mão na bola de João Pedro permitiu a João Mário fazer o 1-2. Grejohn Kyei ainda teve nos pés a oportunidade de fazer o 2-2, mas fracassou e passámos para 4-2-4.

 

81 minutos e Grejohn Kyei faz o 2-2 a passe de Francisco Ramos. Voltámos ao 4-3-3 e foi preciso uma dose extra de esforço, sorte e concentração para segurar o Sporting, mas o objetivo foi conseguido e conseguimos 1 ponto frente a um dos candidatos ao título.

 

b7bdc60ae78ee5201bc500b91eb566c1.png

Chaves 2 - 2 Sporting CP

 

Eu gosto de ganhar, mas sei reconhecer que abrir a Liga NOS, regressando após 20 anos de divisões secundárias, empatando com o Sporting que ficara em segundo lugar na época transata era um bom resultado e sabia que era um bom prenúncio para a época que se avizinhava.

 

Seguia-se a visita a Arouca e apenas Adelino foi incluído nos convocados, saindo Serginho relativamente aos escolhidos para o jogo contra o Sporting.

 

Arouca (4-2-3-1): Goicoechea, Tomás Dabó, Alan Fialho, Derlan, Adama Traoré, Lucas Colitto, Mikel Agu, Zacarias, Gabriel, N. Fernández e Felype;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, V. Pedrosa, Francisco Ramos, Matheus Pereira, M. Martineau e Grejohn Kyei.

 

Entrámos melhor que a equipa da casa, mas o Arouca depressa se recompôs e começou a disputar o jogo pelo jogo connosco, ficando o jogo muito repartido entre duas equipas que procuravam assegurar a manutenção o mais depressa possível.

 

O resultado deixou de ser zero para os dois lados quando Marvin Martineau sofreu falta já dentro da área e Mario César fez o 0-1 de penalty já muito perto do intervalo.

 

Na segunda parte, o Arouca entrou melhor e mais ofensivo, à procura de não deixar a equipa recém-subida levar 3 pontos do seu próprio estádio e nós começámos a recuar.

 

Apostaram no 3-4-3 e chegaram mesmo a marcar aos 75 minutos, mas em fora-de-jogo. O Arouca continuou a atacar, mas sem marcar. Os segundos pareciam-nos minutos, o árbitro nunca mais apitava e a bola chegou a bater no poste duas vezes já depois dos 90 minutos.

 

Mas a estrelinha da sorte esteve connosco e conseguimos mesmo a vitória, merecida pelo que fizemos ofensivamente na primeira parte e pelo rigor defensivo que demonstrámos na segunda.

 

5ee6cacf2cc7cc4146813e351c2f7bb0.png

Arouca 0 - 1 Chaves

 

Acabava assim o curto mês de Agosto, dois jogos, quatro pontos, um excelente saldo para uma equipa recém-promovida, a classificação pouco importa na segunda jornada, mas fica aqui a título de curiosidade.

 

Classificação no fim de Agosto

ae02e9cbb259d159c68103945cae12ef.png

 

Para Setembro temos a receção ao Portimonense e ao Porto, a ida a Aveiro e a Guimarães e ainda a entrada na Taça da Liga, defrontando uma qualquer equipa da Segunda Liga. Temos de continuar a melhorar para termos um campeonato tranquilo. Para já, tudo fantástico.

Editado por Carlos Gouveia

Compartilhar este post


Link para o post

Superação será necessaria, tem a menor folha de pagamento do campeonato, porém o que vale é o esforço e a vontade dos atletas. E isso eles já demonstraram ter! Grande começo, este empate contra o Sporting é de se comemorar :handclap:

Compartilhar este post


Link para o post

 

@scpfans82: Por acaso foi um começo muito melhor do que o que esperava, até porque decidi manter a identidade e jogar olhos-nos-olhos e nunca conseguimos propriamente impor o nosso jogo, o que faz com que os resultados sejam muito melhores do que a exibição em si :mrgreen:

 

@SRAlmeno: (ler acima :mrgreen: )

 

@Lucas Barbosa: Já na Segunda Liga tinha dos orçamentos mais baixos, deixo sempre grande margem quando me dão aumentos loucos de orçamento, o que aconteceu quando subi para a II Liga e agora para a I Liga, até porque nunca dou aumentos salariais por ano ou por promoção e a folha salarial só aumenta pelos que chegam de novo. O orçamento passou para o triplo e, mesmo assim, pus um tecto salarial de 7.000€ (que vai ser um pouco ignorado agora, como poderão ver, mas por uma boa causa :mrgreen: ) e consegui um plantel que me parece mais que suficiente para a manutenção, vai sempre depender das exibições do Marquinhos, porque ele é do mais inconstante que há e não arranjei nenhum ponta-de-lança decente a receber o que eu queria pagar (até considerei dar 10.000€ ao Zidane, mas é fácil perceber porque é que ele depois preferiu o Steaua :mrgreen:) e veio o Grejohn Kyei (que no jogo está Grejonh e tive de dar alcunha porque me fere os olhos ver "Jonh"), que, apesar de ter tido um bom início, não sei se será capaz de substituir o Marquinhos.

 

Consegui postar ainda hoje, mas não sei se amanhã terei tempo de fazer um mês inteiro. Quinta-feira espero já voltar ao ritmo normal.

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

Devem-me o que são

 

Agosto terminou com o acérrimo interesse num dos nossos melhores jogadores: Mario César, que ainda tinha contrato para esta época e mais duas.

 

97b35adc896b1c33c2c9eafad151b6dd.png

 

No entanto, o interesse não se concretizou e nós não conseguimos colocar o Mica Pinto e o Seydou Sy, fazendo com que os 26 se tornassem 28 pelo menos até Janeiro. Relativamente ao mercado de transferências mundial, houve duas grandes transferências, ambas em Julho, mas foi um mercado muito, muito movimentado com várias transferências acima dos 10M€.

 

Julho

32e5bc2d611495b3e9db74b5189edfb9.png

 

Agosto

39ea46c7cfa21ec2fa24d552f0278225.png

 

Em Portugal, Carlos Mané protagonizou a transferência do verão de 2019, indo para o Borussia Dortmund por 10,75M€. Destaque ainda para Rominho que foi do Fluminense para o Leiria, equipa da Segunda Liga recentemente comprada por empresários hongkonguianos, que vez 1,1M€ viajar para o Brasil. Agosto só teve uma transferência digna de registo com Carlos Carbonero a transferir-se da Fiorentina para o Porto por 1,8M€.

 

Setembro abriu logo com um jogo no dia 1 frente ao Portimonense, uma equipa com quem mantivemos um protocolo nos últimos anos, mas do qual pouco ou nada beneficiámos e este ano resolvemos romper, mantendo as boas relações.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, M. Martineau e Grejohn Kyei;

Portimonense (4-5-1): Ruan, C. Silva, Marcão, Venício, Anderson Correia, O. Krejci, Dener, Custódio, Juninho, Iuri Medeiros e H. Matias.

 

Depois de empatar com o Sporting e vencer em Arouca, éramos favoritos à vitória frente a um Portimonense ainda com 0 pontos, mas no início do jogo não foi isso que se viu e o Portimonense esteve às portas do golo por duas vezes.

 

Mas com o passar do tempo conseguimos jogar o nosso jogo e começámos a mandar no jogo, esse domínio traduziu-se em golo quando Grejohn Kyei recebeu da melhor forma um cruzamento de Miguel Lopes aos 34 minutos, fazendo o seu segundo golo no campeonato.

 

Logo a seguir, 4 minutos depois, Francisco Ramos chuta do meio da rua e faz o 2-0. O embalo era notório e Mario César embalou mesmo, fez a ala esquerda toda, cruzou e Grejohn Kyei bisou, mandando o jogo para intervalo com um expressivo 3-0 no placar.

 

É verdade que a vitória era justa, mas o resultado era exagerado e tínhamos de na segunda parte tentar mostrar que 3-0, ou até mais, era um resultado justo e que se coadunava com aquilo que o jogo foi.

 

Dominámos e nunca o Portimonense conseguiu criar real perigo. Também não fizemos muito para alargar a vantagem, mas isso já não era preciso, 3-0 era um bom resultado e o apito final. Num duelo de flavienses, já que Vítor Maçãs nasceu no mesmo local, venci eu!

 

639dcb8f14c6b438566d526492510d5d.png

Chaves 3 - 0 Portimonense

 

E, com o fim do mercado de transferências, uma excelente notícia apareceu no fim do jogo.

 

61447de6b1b4d6d03aa3ae823b32419e.png

 

Quatro anos de contrato mais um de opção do clube. É o nosso melhor e mais valioso ativo e é importante mantermo-lo seguro. Foi aumentado em cerca de 500€ por mês, mas perdeu a cláusula de mais bem pago, o que também pode ser importante para o crescimento do clube.

 

Beira-Mar (4-3-3): Ricardo, Pedrinho, Evson, Ricardo Alves, Souza, Luís Silva, Edú, Pereira, Hélder Costa, Dieguinho e Lucas Roggia;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Marquinhos.

 

A primeira parte foi dividida, mas sem interesse e sem oportunidades de golo flagrantes, um típico jogo dividido sem interesse, sendo que o intervalo pôs fim à pasmaceira e libertou alguma animação para aqueles 15 minutos.

 

Mas a segunda parte acordou mais viva do que a primeira parte alguma vez tinha estado. Marquinhos, aos 48 minutos, marcou assim o seu regresso à competição com um golaço que nos punha em vantagem.

 

Mas esse acordar de segunda parte depressa se tornou numa memória distante e o jogo voltou ao aborrecimento que havia sido a primeira parte, mas desta vez com o Beira-Mar a tentar esboçar uma reação que nos impedisse de sair de Aveiro com os três pontos.

 

Não conseguiram e, mais uma vez, defendemos o resultado com muita qualidade à semelhança do que tínhamos feito também no distrito de Aveiro, em Arouca, num jogo onde o empate talvez se ajustasse melhor.

 

707d5fa4f0eacd2fcc81fa8d714cf82e.png

Beira-Mar 0 - 1 Chaves

 

Mais uma vitória e 10 pontos em 4 jogos surpreendiam tudo e todos. Seguia-se a visita a Guimarães, num jogo complicado contra o Vitória SC que ainda não tinha pontuado esta época e iria aproveitar o jogo em casa frente a um recém-promovido para tentar precisamente isso.

 

Vitória SC (4-2-3-1): F. Farnolle, H. Ramos, Murilo Henrique, F. Vilaça, Caique, André André, V. Sousa, F. Knezevic, Tiago Silva, L. Pinho e Lupeta;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, M. Martineau e Marquinhos.

 

Entrámos bem e bem melhor que a equipa da casa e essa entrada forte foi-nos recompensada com um golo aos 6 minutos por Mario César, que entrou na área e rematou forte de pé direito, não dando hipóteses a Farnolle.

 

O Vitória SC começou a tentar esboçar uma reação tímida, mas sem sequer conseguir criar, até que do nada Lupeta remata de longe e faz o 1-1 aos 17 minutos, no primeiro remate que o Vitória SC conseguiu fazer no jogo.

 

Farnolle ainda impediu Matheus Pereira e Marquinhos de fazerem o 1-2, até que o árbitro decidiu intervir e assinalou um penalty forçado ao Vitória SC por falta de Miguel Lopes. Lupeta chamado à marcação e o Vitória SC ficava na frente do jogo aos 37 minutos, levando assim o jogo para intervalo.

 

Na segunda parte não entrámos tão fortes como devíamos e nunca estivemos realmente perto de fazer o 2-1. Passámos para 4-2-4, mas logo a seguir Mario César foi expulso por acumulação de amarelos e qualquer tentativa de vitória parecia impossível.

 

O Vitória SC, mesmo a jogar contra 10, decidiu defender o resultado e quase que fracassava nessa missão por duas vezes, mas Grejohn Kyei, em ambas, não teve o descernimento necessário para fazer o 2-2.

 

Aos 95 minutos, depois de terem sido dados 3 de compensação, o Vitória SC fez o 3-1 em contra-ataque e o jogo terminou com o resultado que o senhor juiz quis e nós sofremos assim a primeira derrota na Liga NOS.

 

1b5677ad21e3313294ededb897616eaa.png

Vitória SC 3 - 1 Chaves

 

Para ressacar da primeira derrota, aparecia-nos a visita a Olhão para a Taça da Liga, mas apenas 3 dias antes da receção ao Porto, o que me fez mudar bastante o 11.

 

Olhanense (4-2-3-1): G. Corò, I. Martic, S. Scotta, Fábio Cardoso, L. Tavares, S. Oliveira, Luiz Carlos, Santos, Piqueti, R. Accorroni e Vieirinha;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Carlos Henrique, M. Bulat, Mario César, S. Seidi, V. Pedrosa, Alex Soares, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Contra uma equipa da segunda, era expectável que entrássemos mais fortes, mesmo com todas as mudanças no 11 e a nossa superioridade fez-se notar quando Mario César cobrou um livre direto fazendo o 0-1 aos 7 minutos.

 

O 0-2 ainda apareceu por Paulo Marques, mas foi anulado, corriam os 27 minutos, mas apenas foi preciso 1 minuto para Alex Soares fazer um golo legal que levasse o placar para o resultado anteriormente mencionado.

 

No entanto, em contra-ataque, Piqueti reduziu para 1-2 aos 31 minutos e a equipa da casa começou a acreditar que era possível deixar a decisão para o jogo em Chaves, mas não deixámos de impôr o nosso jogo e o nosso golo esteve sempre mais próximo que o deles durante a primeira parte.

 

Mas não chegou a aparecer e 1-2 era o resultado ao intervalo. Na segunda parte, Thomas Agyiri entrou para o lugar de Sanã Seidi, naquilo que foi claramente uma gestão de esforço de um titular para o jogo contra o FC Porto.

 

O jogo pareceu mais equilibrado na segunda parte, mas Carlos Henrique fez o 1-3 à hora de jogo, o que nos dava novamente algum conforto extra. A Olhanense procurou sempre o 2-3, tentando beneficiar de alguma descoordenação na defesa entre Marko Bulat e Carlos Henrique que não falam o mesmo idioma, mas não resultou e o resultado acabou por ficar como estava.

 

49c945481d20684c32ff1df897160446.png

Olhanense 1 - 3 Chaves

 

O regresso aos jogos para a liga era apadrinhado pelo FC Porto, uma equipa que queria ser campeã este ano já que não ficava 4 anos sem ser campeão desde 1984 e se perdesse o título este ano iria repetir a façanha.

 

Com Luís Rocha lesionado e Mario César suspenso, o inesperado aconteceu e o outrora dispensado Mica Pinto foi chamado ao 11, num jogo que também marcava a estreia de Paulo Marques no principal palco do futebol português.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mica Pinto, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Porto (4-2-3-1): Andrés, Danilo, Maicon, B. Martins Indi, Alex Sandro, Ruben Neves, N. Radoja, C. Carbonero, Josué, Kelvin e J. Martínez.

 

A superioridade do Porto cedo se fez notar e o 0-1 só não apareceu mais cedo porque Guilherme Caldeira fez 3 defesas impossíveis aos 24 e duas aos 30 minutos.

 

No entanto, a força dos forasteiros era imensa e aos 36 minutos nem Guilherme Caldeira conseguiu parar um remate de Nemanja Radoja. Mas o inesperado aconteceu e Paulo Marques empatou logo aos 38 minutos num golo de sorte e no primeiro remate à baliza que fizemos.

 

Mas o Porto não estava satisfeito com o resultado e ainda antes do intervalo Kelvin fez o 1-2, repondo a vantagem a quem a merecia e levando-a para o intervalo.

 

Na segunda parte, Daniel Podence para jogo e Paulo Marques encarregado de construir o nosso jogo ofensivo, algo que Francisco Ramos fracassou em fazer. Ainda entrámos com outra atitude, mas as oportunidades têm de ser aproveitadas e depois de falharmos uma, Jackson Martínez fez o 1-3 aos 60 minutos.

 

Logo a seguir Kelvin aumentou a vantagem dos azuis-e-brancos aos 66 minutos, o que acabou por fixar o resultado final. Pesado para o jogo que foi, mas os 3 pontos, infelizmente, foram para o lado que mais os mereceu.

 

d965d39c768c27e5bcfacaa9596f11bb.png

Chaves 1 - 4 Porto

 

A Taça da Liga não interessa a ninguém e o mês de Setembro acabava assim com duas derrotas, algo que vai ter de ser mudado em Outubro. Ainda assim, estamos melhores do que o que esperavam de nós e só temos de recuperar um pouco para continuar no bom caminho.

 

Classificação no fim de Setembro

c10ced5de2bf68e7fe8ecf8c95bbd1bb.png

 

Continuando com esta média pontual, lutaremos pela Europa, mas isso nem sequer é objetivo, resta-nos continuar a fazer o que já mostramos que sabemos e dar já uma resposta positiva em Moreira de Cónegos. Sei que sou capaz e estes rapazes ajudar-me-ão, pois eles devem-me aquilo que são.

Compartilhar este post


Link para o post

Boa prestação para iniciar a campanha na Liga Portuguesa. Diria que estás ao nível de meio de tabela mas se acertares nos jogos frente às equipsa de 2ª linha poderás mesmo garantir um lugar europeu!

Compartilhar este post


Link para o post

 

@SRAlmeno: podia ser pior :mrgreen:

 

@Mad Cup: claro que já penso nisso, mas não quero entusiasmar-me :mrgreen:

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

Espera-me sucesso

 

Outubro chegou com a novidade de que não íamos ter de andar muito para jogar na Taça de Portugal, já que íamos jogar a Mirandela. Um jogo aparentemente acessível em que só a vitória interessava.

 

Mas antes disso era necessário defrontar o Moreirense naquilo que era um jogo importantíssimo para nós na medida em que não podíamos ficar 3 jogos seguidos sem pontuar.

 

Moreirense (4-4-2): Alex, J. Coubronne, R. Gomes, Ricardo Nascimento, Ronan, Marcelo, F. Omgba, Dudu, Lucas Patinho, Thiago Neves e Lucas João;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.

 

Futebol direto contra futebol de posse, desde cedo este jogo mostrou que iria ser baseado numa luta entre dois estilos bem diferentes e foi o futebol direto que entrou melhor, com Lucas João a fazer o 1-0 logo aos 8 minutos.

 

Marquinhos acabou por fazer o 1-1, mas logo a seguir Omgba voltou a fazer o 2-1, mandando o jogo para intervalo com este resultado, bastante injusto para o jogo a que se estava a assistir.

 

4-2-4 logo no início da segunda parte e o Moreirense respondeu com um 4-3-3. Aos 48 minutos, Paulo Marques fez o 2-2 e Francisco Ramos esteve perto de nos pôr em vantagem logo aos 50 minutos, mas só aos 58 é que tal aconteceu com Sanã Seidi a fazer o 2-3 como resposta a um canto.

 

Continuámos a ser melhores, muito melhores e o Moreirense mal conseguiu reagir, sendo que o 2-4 apareceu naturalmente por Marquinhos depois de um excelente cruzamento de Mario César.

 

O resultado já era volumoso o suficiente e decidi recuar um bocado as linhas, o Moreirense nem assim conseguiu criar perigo e nós trouxemos os 3 pontos para Chaves de forma merecida.

 

09e3d38164da0cbc9f3ee3cdcba0f4ef.png

Moreirense 2 - 4 Chaves

 

Outubro só reservava mais um jogo para o campeonato, mas ainda tinha mais três jogos para serem disputados. O que se seguia era em Mirandela frente a um velho conhecido, num jogo onde não era preciso poupar porque o jogo para o campeonato, frente ao Nacional da Madeira, só seria uma semana depois, mas, ainda assim, decidi mexer.

 

Mirandela (4-2-2-2): F. Gomes, Carlos Manuel, Caio Martins, Miguel Serôdio, Tiago Portuga, Diogo Melo, C. Reis, G. Ie, Lukinha, O. Seun e Guilherme;

Chaves (4-2-4): Ricardo Ribeiro, Mario César, Carlos Henrique, Serginho, M. Bulat, T. Agyiri, V. Pedrosa, M. Martineau, D. Podence, Adelino e Grejohn Kyei.

 

Mandei-os atacar, sobrecarregar o Mirandela e aproveitei para experimentar o Mario César sobre o lado direito, queria ver como é que a equipa se portava e nada melhor do que contra um adversário muito mais fraco do que nós.

 

Mas Owonikoko Seun resolveu dar-me uma chapada e aos 10 minutos fez o 1-0 para surpresa de todos. Dei um berro para dentro de campo e só precisei de 2 minutos para ver Daniel Podence a fazer o 1-1.

 

A partir daqui a nossa superioridade foi mais que evidente e o Mirandela tentava apostar tudo no contra-ataque, no entanto aos 35 minutos houve justiça e Grejohn Kyei fez o 1-2, feito que repetiu aos 44 minutos, mandando o jogo para intervalo com 1-3 no placar.

 

A segunda parte apareceu de novo com o Mirandela por cima e à procura do golo, mas desta vez não o conseguiram e o fôlego não chegou para muito mais.

 

Ainda nos vimos a jogar com 10 por lesão de Adelino, facto que nos fez jogar em 3-3-3, exatamente com as mesmas rotinas do 4-3-3, só que com apenas um central. O jogo acabou por se tornar mais dividido desta forma, mas a passagem estava praticamente assegurada e o Mirandela nada conseguiu fazer para tentar contrariar isso, sem ser lesionar Grejohn Kyei o que nos deixou 2 minutos a jogar com apenas 9 e em 3-3-2, sem ponta-de-lança.

 

ca593453c580842e8b6bfc2692f855b9.png

Mirandela 1 - 3 Chaves

 

Para a Taça de Portugal seguir-se-á o Fafe, mas o jogo que nos aguardava era frente ao CD Nacional, para o campeonato e em nossa casa, local onde queríamos garantir os 3 pontos.

 

Com uma folha de indisponíveis demasiadamente larga para o meu gosto, o 11 apresentado foi um pouco diferente daquilo que eu gostaria.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, Carlos Henrique, Mario César, S. Seidi, V. Pedrosa, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Marquinhos;

CD Nacional (4-2-3-1): B. Agyemang, Zainadine Júnior, Luiz Félix, Kaio Wilker, Danilo Avelar, S. Boitos, A. Magalhães, Rui Fonte, António Luís, C. Paiva e José Laércio.

 

Entrámos muito bem e Matheus Pereira fez o 1-0 aos 4 minutos. Mas o Nacional da Madeira reagiu depressa e aos 7 minutos já Rui Fonte fazia o 1-1.

 

O jogo entrou num momento dividido e a primeira parte podia ter tido um golo de ambas as partes. Acabou por ser Matheus Pereira a bisar e a fazer o 2-1 aos 41 minutos, tendo falhado o hat-trick na última jogada da primeira parte devido a uma grande defesa de Agyemang.

 

A segunda parte começou com uma grande oportunidade para Marquinhos dilatar a vantagem, mas o brasileiro falhou e obrigou Francisco Ramos a fazer o 3-1 três minutos mais tarde.

 

Mas Matheus Pereira estava indiabrado e fez mesmo o hat-trick aos 72 minutos, fazendo o 4-1 de cabeça. O extremo formado no Sporting ainda saiu aos 86 minutos, o que motivou aplausos de pé no Estádio Municipal Eng. Manuel Branco Teixeira e o jogo terminou com quatro golos contra um.

 

4d3b0eb18b7fa69531daaba645901225.png

Chaves 4 - 1 CD Nacional

 

Para acabar Outubro só faltava receber a Olhanense que viria tentar anular a desvantagem que trazia de casa, num jogo com pouca importância para nós e a menos de uma semana da ida a Braga.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, P. Sagna, Serginho, M. Bulat, Luís Rocha, T. Agyiri, Alex Soares, Wang Chengkuài, M. Martineau, Mica Pinto e Grejohn Kyei;

Olhanense (4-2-3-1): Júnior, I. Martic, S. Scotta, Yuri Ribeiro, L. Tavares, J. Piedade, H. Melo, R. Martins, Piqueti, R. Accorroni e Vieirinha.

 

Com apenas Alex Soares dos habituais titulares em campo, e apenas para ganhar ritmo depois da lesão, apresentávamo-nos perante a Olhanense com dois descartados a titulares, Seydou Sy e Mica Pinto, sendo que este último estava, inclusivamente, a extremo.

 

E aos 22 minutos já venciamos, com Grejohn Kyei a fazer o golo que confirmava a nossa superioridade em campo. Aos 36 foi a vez de Alex Soares tornar a missão impossível ainda mais impossível para a Olhanense, marcando de fora de área.

 

Na segunda parte, Grejohn Kyei sofreu uma entrada dura de Martic e teve de sair e logo a seguir Ferreira fez o 2-1, numa jogada onde Serginho fica extremamente mal na fotografia.

 

No entanto, Luís Rocha estava a estrear-se em jogos oficiais depois da lesão que sofrera e não quis deixar essa estreia sem algo para se relembrar. Fez o 3-1 e entrou na lista de marcadores aos 54 minutos.

 

10 minutos depois foi a ver de Marvin Martineau alargar a vantagem e fazer o 4-1. Marquinhos, entrado para o lugar do lesionado Grejohn Kyei, não quis deixar a festa só para os outros e fez o 5-1 final, num jogo que acabou por ser uma bela demonstração de futebol por parte dos menos utilizados.

 

6e2460b171328b6535573ce53693171f.png

Chaves 5 - 1 Olhanense

 

Outubro acabou assim, não houve muitos jogos para o campeonato e a classificação pouco se alterou, mas a menos de um quarto do campeonato é bom saber que já temos metade dos pontos que, por norma, garantem a manutenção, sendo que a equipa com menos pontos a descer desde que a liga voltou a 18 equipas teve 31 pontos.

 

Classificação no fim de Outubro

29ceee9a329b3917b22ac3d6384e4278.png

 

É preciso continuar assim e Novembro avizinha-se igualmente curto, apenas com a ida a Braga e a receção ao Marítimo para o campeonato, mas são dois jogos muito difíceis onde sair com 3 pontos já será positivo. No jogo contra o Fafe voltarei a usar os suplentes que já demonstraram ter qualidade mais que suficiente para dominar este tipo de equipas. Estou satisfeito com a equipa, não tenciono lutar pela Europa, tenciono apenas jogar jogo a jogo e esperar para ver o que é que o futuro nos reserva. Para mim será certamente sucesso, só ainda não sei quando.

Editado por Carlos Gouveia

Compartilhar este post


Link para o post

Excelente epoca com a Europa a poder cair para esses lados no final....é acreditar!

Compartilhar este post


Link para o post

 

@Burkina2008: não acredito, apenas 14 ou 15 jogadores é que me satisfazem. Se há uma lesão no meio-campo, então, vai tudo por água abaixo, não tenho ninguém para trocar pelo Francisco Ramos ou pelo Alex Soares. Já no Verão me vi aflito para arranjar um médio decente!

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

A proposta

 

Era mais um mês com apenas 3 jogos que nos esperava, algo que nós estranhávamos, habituados à correria que a Segunda Liga é. A ida a Braga abria o mês e era preciso estarmos na máxima força para defrontar o já crónico 4º classificado da Primeira Liga.

 

Braga (4-2-3-1): Cristiano, Bruno Pereirinha, Aderlan Santos, Sasso, B. Sá, Nikola Vukcevic, Pedro Tiba, Salvador Agra, Rafa, Gil Dias e Agdon;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Marquinhos.

 

Nem tempo houve para respirar e aos 6 minutos Gil Dias já punha a sua equipa em vantagem. O que se seguiu nunca foi claramente de uma das equipas, mas notava-se que o Braga estava no controlo do resultado e que nós não tínhamos capacidade para anular isso.

 

Assim foi até ao intervalo, com um jogo aborrecido e sem grande história. Na segunda parte, o Braga apresentou-se sem extremos, num 4-3-3, mas nem por aí o jogo ficou mais interessante.

 

Com o 1-0 a prolongar-se durante minutos sem fim, a menos de 15 minutos para o apito final decidi apostar tudo no empate e passar para 4-2-4, correu mal e Agdon fez o 2-0 aos 84 minutos.

 

Mandei-os continuar e ainda conseguimos um penalty aos 93 minutos que Marquinhos desperdiçou. Não iria fazer diferença na divisão de pontos, senão o Marquinhos teria problemas e perdemos, perdemos num jogo onde tentámos ser superiores, mas nunca conseguimos realmente.

 

0cc6561abb1b4ec285a3e55362b58b68.png

Braga 2 - 0 Chaves

 

Uma derrota são 0 pontos, quer seja contra o Braga, quer seja contra o Beira-Mar, quer seja contra o Vila Flor e a única forma de compensar uma derrota é vencer no jogo seguinte e o jogo seguinte era contra o Marítimo de Rui Vitória.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Marquinhos;

Marítimo (4-2-3-1): Salin, R. Ramos, João Nunes, Patrick Bauer, Filipe Ferreira, Tiago Rodrigues, Eduardo, J. Vidales, Pedro Nuno, Paulinho e Anderson Ligeiro.

 

Se o jogo em Braga tinha começado mal com um golo, o jogo frente ao Marítimo começou mal por causa de uma lesão, Marquinhos sofreu uma entrada dura por parte de Eduardo e teve de ser substituído logo aos 10 minutos.

 

Mas se há coisa que não me posso queixar é do aproveitamento que tenho retirado do Grejohn Kyei e aos 17 minutos o ganês já fazia o 1-0, revelando um aproveitamento ao alcance de poucos.

 

O que sobrou da primeira parte foi muito repartido e sem nenhuma equipa a evidenciar-se mais do que a sua adversária, tenho a melhor oportunidade de golo pertencido a Daniel Podence.

 

Na segunda parte houve mais do mesmo, mas desta vez com um ligeiro ascendente para o Marítimo, no entanto as melhores oportunidades até eram nossas.

 

Rui Vitória tentou reagir e mudou para 4-4-2 e a partir daí bastou-nos jogar o nosso jogo, que o Marítimo perdeu completamente o ímpeto. Não nos mandámos para a frente, receando um contra-ataque, mas controlámos a bola e o jogo terminou mesmo com a vitória dos da casa.

 

297d130c71a4c76d73c32cb05b526a13.png

Chaves 1 - 0 Marítimo

 

A lesão de Marquinhos retirava-o dos relvados até ao fim de 2019, mais coisa, menos coisa e, surpreendentemente, isso não me aborreceu, Grejohn Kyei estava a ser suficientemente bom para ser titular e ia ter a oportunidade que, se calhar, já andava a merecer desde o início do ano.

 

Mas antes de voltarmos a jogar para o campeonato, era preciso defrontar o Fafe para a Taça de Portugal num jogo onde, como normal, iria rodar a equipa para dar minutos aos menos utilizados.

 

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Meza, Carlos Henrique, Serginho, Luís Rocha, T. Agyiri, V. Pedrosa, Wang Chengkuài, M. Martineau, D. Podence e Grejohn Kyei;

Fafe (4-4-1-1): Miguel Batista, Rui Silva, Dénis Duarte, Marcelo, João Carneiro, Marco Sousa, Carlão, A. Antunes, Mota, A. Capra Bacinello e Erivelto.

 

A tentar fazer de Matías Meza defesa direito, já que a extremo tem quatro jogadores a tapar-lhe o lugar e Miguel Lopes anda entusiasmado com um suposto interesse do Vitória SC, foi mesmo do paraguaio que a jogada do golo nasceu. Matías Meza para Marvin Martineau, cruzamento e o inevitável Grejohn Kyei não falhou, fazendo o 1-0 aos 9 minutos.

 

E assim ficou o resultado até ao intervalo, apesar das várias oportunidades falhadas para marcar pela nossa parte.

 

No início da segunda parte, Carlão fez o 1-1, o que gelou o nosso estádio. Mesmo assim cumpri com o plano e tirei os titulares Grejohn Kyei e Daniel Podence, fazendo entrar Adelino e Pierre Sagna, entrando ainda Marko Bulat para o lugar do lesionado Carlos Henrique.

 

E o golo apareceu aos 72 minutos por Marvin Martineau, dando alguma justiça no marcador. O jogo viria a terminar com este resultado, muito mais pobre do que o esperado, mas que nos permite seguir em frente na Taça de Portugal.

 

46e10318c93f69c831d9d7c2ba5155dd.png

Chaves 2 - 1 Fafe

 

Pouco depois do jogo ficámos a saber que quem nos espera nos Oitavos-de-final da Taça de Portugal é o Estarreja, onde vamos ter de nos deslocar no dia 17 do próximo mês.

 

Classificação no fim de Novembro

db184d664c20e8838cc34d1d6fc13335.png

 

Espera-nos agora Dezembro, onde voltamos a um ritmo que já não estamos habituados, com 7 jogos pela frente e esperamos fechar 2019 da melhor maneira. Um grande ano merece um grande final.

 

Durante este mês, a direção também me propôs uma renovação de contrato, mas que não foi bem sucedida, já que eu exigi 10.000€ para renovar, o que nem é muito, já que o treinador mais mal pago da Primeira Liga a seguir a mim recebe 18.000€ e a direção achou que eu não merecia. Talvez olhou para a classificação e achou que eu devia receber tanto quanto um treinador que luta pela manutenção na Segunda Liga. Fica assim em dúvida a minha permanência em Chaves para lá desta época, que é quando acaba o contrato.

Compartilhar este post


Link para o post

Que estranho, mesmo fazendo um grande trabalho a frente do Chaves, levando a equipe e uma posição bem considerável na Primeira Liga, a direção simplesmente não se esforçar para renovar o seu contrato, uma pena. No mais foi uma boa sequencia, animadora.

Compartilhar este post


Link para o post

Perdi a última atualização, seja como for, estás ao nível do que era expectável pela experiência que já tens com a equipa, parece-me que a Europa é um cenário bem real, :)

Compartilhar este post


Link para o post

 

@Lucas Barbosa: eles queriam dar-me 7.000 e tal. Eu pus 10.000, eles chegaram aos 9.000 e eu continuei com os 10.000. Recusaram, mas não é preocupante :mrgreen:

 

@Mad Cup: por acaso nem sei qual é o último lugar a ter passaporte para a Liga Europa, mas veremos...

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

Esperem por 2020

 

Dezembro ia ser um mês longo e começava em Vila do Conde, frente ao Rio Ave de Leonel Pontes, logo no primeiro dia do mês.

 

Rio Ave (4-3-3): Ederson, Wakaso, Valinhos, R. Teixeira, Henrique Miranda, Douglas, Bressan, Matheus Reis, César Falletti, Ukra e Diego Lopes;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, Carlos Henrique, Mario César, T. Agyiri, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Grejohn Kyei.

 

O jogo começou equilibrado, mas César Falletti desfez a igualdade aos 14 minutos, o que acordou os transmontanos e o jogo passou a ser exclusivamente dominado por nós.

 

Mas foi preciso chegar a meia-hora de jogo para repormos a igualdade, Grejohn Kyei voltou a fazer o gosto ao pé e mostrou que estava pronto para agarrar a oportunidade que a lesão de Marquinhos lhe proporcionava.

 

A primeira parte voltou a ser dividida nos 15 minutos que estavam e chegou o intervalo com 1-1 no placar e nós com a perfeita convicção de que poderiamos vencer.

 

E entrámos na segunda parte com essa ideia, pressionando e chegámos ao 1-2 por Alex Soares aos 60 minutos de jogo. O Rio Ave procurou reagir e conseguiu, 13 minutos depois, Flávio Pinho fez o 2-2.

 

O jogo passou a ser dividido e qualquer uma das equipas podia ter feito o terceiro golo que garantia os três pontos, mas acabou por nenhuma fazer e o jogo terminar empatado.

 

e2b02addae4a75e48f8b631d617cf06b.png

Rio Ave 2 - 2 Chaves

 

Pouco tempo havia para descansar e ainda menos para preparar a receção ao 4º classificado de então, o Vitória FC, treinado por Paulo Sérgio que vinha fazendo uma excelente metade de época.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, Carlos Henrique, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Grejohn Kyei;

Vitória FC (4-2-3-1): D. Fernandes, Víctor Garcia, Tcheco, François, Joaozinho, Fernando Ferreira, Tiago Terroso, Yazalde, Walmir, Marco Matias e Suk.

 

A equipa de Setúbal depressa mostrou o porquê de ser umas das melhores equipas da primeira liga e, mesmo dando-nos a bola, tinham as melhores oportunidades que esbarravam em Guilherme Caldeira.

 

No entanto, quem marcou primeiro fomos nós. Grejohn Kyei fez um enorme passe para Daniel Podence que não desperdiçou e logo a seguir Matheus Pereira ofereceu o golo a Francisco Ramos, fazendo o 2-0 num espaço de 4 minutos.

 

E o jogo acabou por ir assim para intervalo, com o Vitória FC completamente desmoralizado e sem conseguir voltar a criar perigo.

 

Mas, na segunda parte, as palestras e o descanso dão um novo acreditar às equipas e o Vitória FC veio com essa vontade renovada, no entanto, esse ímpeto durou pouco e depressa voltámos a ter o controlo do jogo.

 

Com o passar do tempo, o Vitória FC não conseguiu ser mais perigoso e o resultado não se mexeu mais, terminando 2-0 e com uma exibição convincente da nossa parte.

 

c16d5c28c17424debdb0b4a47f715c81.png

Chaves 2 - 0 Vitória FC

 

Já com mais vitórias do que os despromovidos na época passada, os 30 pontos que normalmente já são suficientes para assegurar a permanência podiam ser garantidos na primeira metade da época.

 

Seguia-se a receção ao Gil Vicente que até estava a fazer um campeonato bastante tranquilo, com 19 pontos em 12 jogos, apenas menos 4 do que nós.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, Carlos Henrique, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Grejohn Kyei;

Gil Vicente (4-2-3-1): Caleb, Caramelo, D. Boyata, G. Silva, P. Oliveira, Gian, S. Martins, Paulinho, André Luiz, Caetano e Nivaldo.

 

Grejohn Kyei vem mostrando o porquê de merecer tanto a titularidade como Marquinhos e neste jogo começou com uma assistência para Matheus Pereira fazer o 1-0 logo aos 5 minutos.

 

Matheus Pereira que não pôde desfrutar muito do jogo porque aos 23 minutos já saía lesionado, dando o lugar a Paulo Marques. O jogo continuou a ser dominado por nós e o 2-0 esteve sempre mais próximo que o 2-0, mas nunca apareceu.

 

Ao intervalo, Marvin Martineau entrou para o lugar de Paulo Marques que saiu de campo com queixas e foi o francês que entrou da direita para o meio e assistiu Daniel Podence que fez o 2-0 aos 48 minutos.

 

Mas o jogo agressivo do Gil Vicente não podia ficar por aqui e Adelino teve de abdicar da sua entrada para Luís Rocha render Mario César que saía depois de uma entrada mais agressiva.

 

Mesmo com todas as contrariedades, o jogo terminou com o resultado mais justo e vencemos o Gil Vicente de José Mota por 2-0.

 

387aede6ae2006d8fabae93e4d6c1a18.png

Chaves 2 - 0 Gil Vicente

 

Uma média de 2 pontos por jogo à 13ª jornada é algo que merece celebração, mas o tempo para festas era pouco e o jogo no Estoril estava logo ali a aproximar-se.

 

Estoril (4-2-3-1): A. Craninx, L. Palun, Francis Obidikwa, Yohan Tavarès Wanderson Cassimiro, Anderson, Diogo Amado, T. Baptista, J. Ndongala, Babanco e A. Xavier;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, Carlos Henrique, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, D. Podence e Grejohn Kyei.

 

9 minutos e Daniel Podence já lesionado, Marvin Martineau para jogo e aos 12 minutos Anderson já fazia o 1-0. Um início de jogo horrendo para nós.

 

Estivemos melhor que o Estoril durante toda a primeira parte, mas quem tinha lá a bola dentro era a equipa da casa e nós poucas oportunidades tínhamos para desfazer isso, enquanto o Estoril, das poucas vezes que conseguia, obrigava Guilherme Caldeira a defender para impedir o 2-0.

 

Na segunda parte, acabámos por passar para 4-2-4 e foi depois de um passe de Adelino para Grejohn Kyei que fizemos o 1-1, num bom golo do ganês, de longe, sem hipóteses para Craninx.

 

Com dois avançados em campo e apenas uma substituição por fazer, mandei-os permanecer em 4-2-4 na busca da vitória e 6 minutos depois, faltavam 15 para os 90, Matheus Pereira fez todos esquecer a fraca exibição que vinha fazendo, assinando o 1-2.

 

Agora sim, era altura para voltar ao 4-3-3 e tentar defender a vantagem que tínhamos acabado de ganhar e Grejohn Kyei saiu por Thomas Agyiri, já que Adelino tinha entrado há menos de 15 minutos e seria injusto tirá-lo.

 

O jogo terminou connosco a trazer os 3 pontos e a garantir 29 pontos em apenas 14 jogos, o que era, de facto, um feito para uma equipa recém-promovida.

 

cac07159a9b29f8de7d9de3f68910167.png

Estoril 1 - 2 Chaves

 

67a5a7d867a9ced78a1bf54d43d723ae.png

 

Até já os jogadores reconhecem publicamente que eu os inspiro, mas antes de 2019 acabar, ainda havia três jogos, um para cada competição em que estamos envolvidos. O primeiro desses três era contra o Estarreja para a Taça de Portugal, uma equipa que tinha descido comigo para o Campeonato Nacional de Seniores, tinha subido comigo para a Segunda Liga, mas, ao contrário de mim, tinha lá ficado. O treinador ainda era o mesmo e seria bom ver um homem que já perdeu tantas vezes comigo.

 

Estarreja (4-2-3-1): Rui Silva, J. Branco, F. Faria, Mário Rui, A. Guerreiro, Dima, A. Canelas, T. Ferreira, Ansumane, Luiz Araújo e Djibril;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Válter, Carlos Henrique, Luís Rocha, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, M. Martineau e Grejohn Kyei.

 

Mexi, mas mexi relativamente pouco, o que mostra que eu considero a Taça de Portugal uma competição a sério e que teria todo o gosto em avançar. E entrámos, como seria de esperar, muito mais fortes que o Estarreja.

 

No entanto, depois de um falhanço de Matheus Pereira, Djibril abriu o ativo, dando a vantagem à equipa da casa aos 11 minutos. 4-2-4 com Matheus Pereira no apoio ao ponta-de-lança e o luso-brasileiro fez mesmo o 1-1 aos 21 minutos.

 

No entanto, o empate durou pouco tempo e o Estarreja passou para a frente por António Canelas aos 24 minutos. Aos 41 minutos, Francisco Ramos lesionou-se e deu o lugar a Adelino, fazendo o 4-2-4 com dois avançados de raiz, mas nem isso impediu o jogo de ir para intervalo com o Estarreja na frente.

 

Na segunda parte, Válter e Carlos Henrique lesionaram-se e tive de esgotar as substituições com alterações na defesa, mesmo estando a perder. Mas aos 70 minutos, Pierre Sagna fez penalty, ainda que duvidoso, e atirou-nos para fora da Taça de Portugal, pois Adriano Guerreiro não desperdiçou.

 

Alex Soares ainda reduziu aos 78 minutos para 3-2 e relançou novamente a esperança. Mas chegou o minuto 80, o minuto 85, 86, 87, 88, 89 E GOLO!!! Alex Soares fazia o 3-3 e mandava o jogo para prolongamento.

 

O cansaço da minha equipa era evidente depois de terem estado 60 minutos a tentar marcar para impedir a eliminação e aos 2 minutos do prolongamento, Djibril fez o 4-3.

 

Mandei os meus jogadores voltar para 4-2-4 e 3 minutos depois foi o poste que não quis que o 4-4 acontecesse. Até ao intervalo do prolongamento nada houve a relatar e os 105 chegaram com 4-3 para a equipa da casa.

 

Na segunda parte houve várias oportunidades para refazer o empate, mas algo estava contra nós nesse dia e nos impedia de marcar, acabou por ficar 4-3 e o Estarreja é que seguiu em frente. A primeira desilusão da época foi, sem dúvida, esta.

 

94561c8de837c7b9ebcf3d0154742e33.png

Estarreja 4 - 3 Chaves

 

No último jogo da Liga em 2019 esperava-nos a Académica, 5º classificado da liga, mas nós procurávamos chegar aos 32 pontos que garantiam a manutenção em todas as épocas desde que o campeonato tinha voltado ao sistema de 18 equipas.

 

Académica (4-2-3-1): R. Cerveira, P. Eugénio, Miguel Rodrigues, C. Dubourg, F. Castanheira, Nwankwo Obiorah, Marcos Paulo, Edson Luiz, Everton, A. Lemos e Renatinho;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Luís Rocha, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, M. Martineau, Matheus Pereira e Grejohn Kyei.

 

Um golo sem querer aos 9 minutos de Edson Luiz pôs a Académica na frente e logo aos 13 minutos, Nwankwo Obiorah fez o 2-0 depois de um canto, deixando-nos 77 minutos para marcar 3 golos, se é que queriamos a vitória.

 

Mas logo aos 21, Renatinho fez o 3-0, fazendo o jogo ganhar contornos de goleada. Mandei-os logo para 4-2-4, com Alex Soares no apoio ao avançado e a equipa estabilizou um pouco, mas só fizemos o 3-1 em cima do intervalo, por Valter após um canto.

 

Na segunda parte também não fizemos o suficiente para contrariar a vantagem da Académica e aos 76 minutos, após penalty de Válter, Rui Pedro alargou a vantagem para 4-1.

 

Detestei todos os períodos da equipa. Não fomos necessariamente inferiores, mas a Académica quis sempre muito mais do que nós e nós parecíamos sempre satisfeitos com o resultado. Uma vergonha e fiz questão de lhes dizer precisamente isso no final do jogo.

 

8d30f61e1b4da0c95214ab21525fa4b6.png

Académica 4 - 1 Chaves

 

Fechava assim o campeonato em 2019, da pior forma possível para nós, mas até tinha sido um excelente ano.

 

Classificação no fim de 2019

c2a640b8d95468b702fdf45b33296c63.png

 

É preciso continuar e, se conseguirmos manter esta média, será fantástico. Mas o ano ainda não tinha terminado e ainda nos faltava um jogo para a Taça da Liga. Calhámos no grupo do Benfica, do Vitória FC e do Arouca e o nosso único jogo em casa seria frente ao Benfica ainda em 2019.

 

Passou o Natal e o Paços de Ferreira considerou dar-me uma prenda e convidou-me para uma entrevista. Devido aos problemas que houve na renovação de contrato, decidi ir, mas nunca com reais intenções de mudar de clube agora.

 

Mal souberam que tinha ido, propuseram novamente que renovasse o contrato com o Chaves. Exigi novamente os 10.000€/mês e tive a proposta aceite. No final, fui entrevistado acerca do que sentia por renovar contrato e creio que fui bastante claro.

 

af2b03d6438d1f4dda558fd6d1ea0eac.png

 

Turbulência ultrapassada e era hora de nos estrearmos contra o Benfica, já que para o campeonato era uma das duas equipas que ainda não tínhamos defrontado. O jogo ia ser difícil, mas eu queria que a equipa mantivesse a identidade, apesar de ser a Taça da Liga e acabei por fazer muito menos mudanças que o habitual para esta competição.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, M. Meza, Matheus Pereira e Marquinhos;

Benfica (4-2-3-1): T. Freitas, Luís Felipe, Sídnei, V. Ruiz, A. Moreno, André Almeida, Pedro Rodrigues, Ivan Cavaleiro, Bernardo Silva, G. Guedes e Victor Andrade.

 

Leonardo Jardim apresentou um 11 com mais alterações do que o nosso e isso permitiu-nos entrar mais fortes do que os encarnados, no entanto, isso nunca resultou em golos e o intervalo chegou depois de uma primeira parte aborrecida.

 

Na segunda parte, o Benfica colocou 3 dos habituais titulares e começou a tentar mandar no jogo, algo que conseguiu fruto da maior criatividade ofensiva que jogadores como Talisca e Nélson Oliveira ofereciam à equipa.

 

Mas nem assim o resultado desbloqueava e foi preciso um canto para André Almeida fazer o 0-1 aos 83 minutos de jogo. Ainda tentámos responder com um 4-2-4, mas isso não serviu de nada e o Benfica saiu mesmo com a vitória, configurando-se assim a nossa terceira derrota consecutiva.

 

3a5b7eb707134e9c98a306f5756b4f0b.png

Chaves 0 - 1 Benfica

 

Acaba assim 2019, um ano fantástico com um fim terrível. Entramos em 2020 contra o Paços de Ferreira, o que será, certamente, uma excelente oportunidade para contrariar estes resultados negativos. Só temos de continuar a trabalhar e conseguiremos. Obrigado a todos os que me acompanharam em 2019, esperem agora por 2020. Bom ano!

Compartilhar este post


Link para o post

Fantastico percurso da equipa esta época....ainda tens vaga do 3º para a CL?

Compartilhar este post


Link para o post

 

@Burkina2008: era bom, não era? :mrgreen: Portugal aqui só vai com 5 vagas à Europa, 2 LC, 3 LE, somos a 7ª liga, atrás das 4 do costume, França e Rússia.

 

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

O objetivo mais difícil

 

9dfb78b547ee14d785d1ab4458a36c74.png

 

6-6, Messi volta a empatar em número de Ballon d'Or. É absolutamente fantástico o que estes dois estão a fazer, relembro que antes de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, o máximo de vezes que um jogador tinha sido distinguido com este prémio tinha sido 3.

 

No dia 1 de Janeiro assinou por nós um avançado com vista a entrar na equipa de juniores.

 

82 - Oumar Sané - Ponta-de-lança - Grand Yoff

f177b8340d6246cb4d35cfde3e865b7a.png

 

Com a passagem do ano, tínhamos de parar de perder jogos e retomar a fantástica época que estávamos a fazer e, para isso, íamos receber o Paços de Ferreira que tinha optado pelo ex-guarda-redes Beto para treinador, dado que eu recusei.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, M. Martineau e Marquinhos;

Paços de Ferreira (4-5-1): Gideão, Palmeira, Tobias Figueiredo, J. Vieira, C. Oliveira, B. Jesus, Séri, Sérgio Oliveira, Renato Sanches, Rodrigo Galo e H. Mota.

 

O jogo foi muito partido e sem oportunidades, o Paços de Ferreira tentava contra-atacar enquanto nós tínhamos o controlo da posse de bola sem sabermos muito bem o que fazer com ela.

 

Acabou por não ser surpreendente que ao intervalo o resultado estivesse 0-0, num jogo pobre e aborrecido.

 

A segunda parte já começou de maneira diferente, Matheus Pereira aos 47 minutos fez o 1-0 e o jogo começou a ser completamente controlado por nós, sendo que o Paços de Ferreira nem através de contra-ataque conseguia criar perigo.

 

Ainda voltámos a marcar por Matheus Pereira, mas o golo foi invalidado, fazendo com que o jogo ficasse apenas 1-0, 3 pontos e uma exibição q.b.. Será preciso fazer melhor contra o Benfica, mas, para já, isto chegou.

 

59ae864da95337191f2fd25106c52903.png

Chaves 1 - 0 Paços de Ferreira

 

No final do jogo contra o Paços de Ferreira, conseguimos colocar um dos excedentários já desde o início da época.

 

1f3b6449eb468bc6bf7271e7f3c4329d.png

 

Também nesta semana, Domingos Paciência deixou a Académica e regressou a Alvalade para treinar o Sporting depois de Marco Silva ter sido despedido, o que me parece um erro crasso, mas eles lá saberão. Contudo, a nossa cabeça estava no jogo no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, mais conhecido por Estádio da Luz, onde já vou entrar com um currículo mais forte.

 

d67c60066710490884554022eecc1a97.png

 

Benfica (4-2-3-1): Artur, J. Cancelo, Sídnei, V. Ruiz, A. Moreno, André Almeida, Talisca, A. Jahanbakhsh, Bernardo Silva, Ivan Cavaleiro e I. Aspas;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.´

 

Entrámos de forma horrível e aos 10 minutos eu já só queria que o árbitro apitasse para intervalo. Ivan Cavaleiro já tinha feito o primeiro aos 6 minutos e o segundo só ainda não tinha aparecido por obra de uma forma superior.

 

Mas com o passar da primeira parte, o jogo foi equilibrando, sempre com algum ascendente para os encarnados, mas começámos a conseguir jogar futebol. Até que aos 24 minutos, Francisco Ramos converteu um penalty depois de falta de Talisca e fez o 1-1.

 

Nunca conseguimos impôr o nosso jogo ao Benfica, mas começámos a conseguir que o Benfica não nos impusesse o seu jogo. Mas a época de Paulo Marques tem sido recheada de azares e isso prejudica-nos e o jovem extremo voltou a lesionar-se, obrigando-me a mexer antes do planeado. Marvin Martineau para campo, mas apenas teve tempo de entrar durante a primeira parte.

 

Na segunda parte estivemos perto de fazer o 1-2, mas Artur impediu e aos 59 minutos, Talisca redimiu-se do penalty e, também de penalty, fez o 2-1. No entanto, numa jogada de contra-ataque toda conduzida por Marquinhos, Matheus Pereira recebeu o passe do seu compatriota e fez o 2-2 num golo muito festejado aos 62 minutos.

 

O Benfica apresentava-se em 4-2-4 e com um futebol agressivo que provocou a lesão de Alex Soares aos 73 minutos e obrigou Thomas Agyiri a entrar, mas logo a seguir Iago Aspas fez o 3-2 que repunha o Benfica à frente.

 

Pode-se dizer que esse golo abalou a confiança da equipa num bom resultado e dois minutos depois Alireza Jahanbakhsh fez o 4-2 que selava o jogo para o Benfica.

 

Como não sou de me dar por vencido, apostei no 4-2-4 como forma de tentar o 4-4 ou de perder por 6-2 e Iago Aspas chegou a fazer o 5-2 aos 88 minutos, mas em fora-de-jogo. O jogo estava partido e, nesses casos, é a qualidade individual que faz a diferença, no entanto, o Benfica não quis arriscar e acalmou o jogo, segurando a mais que suficiente vantagem que já tinham.

 

8cabc5a42f2489e2b4a3b472c65b21ec.png

Benfica 4 - 2 Chaves

 

Seguia-se a visita a Setúbal para a Taça da Liga. A derrota frente ao Benfica no último jogo de 2019 praticamente tirava-nos da luta para avançar e, por isso, ia ser um jogo para rodar o mais possível.

 

Vitória FC (4-2-3-1): Ricardo Baptista, Guilherme, François, A. Demba, Joaozinho, Ruben Pinto, F. Melo, A. Lampreia, Mirrai, Fábio Sturgeon e Paraiba;

Chaves (4-3-3): Ricardo Ribeiro, P. Sagna, Serginho, M. Bulat, Luís Rocha, T. Agyiri, V. Pedrosa, Wang Chengkuài, M. Meza, M. Martineau e Adelino.

 

Entrámos pior que mal e aos 20 minutos Mirrai e Fábio Sturgeon já tinham feito dois golos sem resposta nos únicos dois ataques que a equipa da casa tinha feito.

 

Começámos a jogar melhor a partir do segundo golo do Vitória, mas não conseguimos sequer um golo, tendo Adelino falhado a única oportunidade decente que tivemos durante toda a primeira parte.

 

A segunda parte começou como a primeira e Yazalde fez o 3-0 logo aos 3 minutos da segunda parte. Não mudei para 4-2-4 porque já não valia a pena e não queria sobrecarregar os jogadores, mas fiquei profundamente desiludido com os que estavam a jogar e só não alterei os 11 de uma vez porque não podia, mas alterei 3.

 

Aos 75 minutos, Mario César, depois de uma assistência de Matheus Pereira, dois dos entrados, fez o 3-1 que tirava alguma quantidade de humilhação neste resultado e o jogo assim ficou. 3-1 e estávamos matematicamente eliminados da Taça da Liga.

 

1dbc79bd833059dffd604505b97dffc8.png

Vitória FC 3 - 1 Chaves

 

A primeira volta tinha terminado em Lisboa frente ao Benfica, a segunda volta iria começar em Lisboa frente ao Sporting. Na primeira jornada tínhamos empatado 2-2 em casa, mas sabíamos que agora ia ser diferente. Outro treinador e todos os jogadores a tentar mostrar serviço, com o Sporting a correr atrás do prejuízo de uma muito má primeira volta.

 

Sporting CP (4-2-3-1): R. Patrício, Ricardo Esgaio, Maurício, Paulo Oliveira, J. Silva, João Mário, Adrien, V. Viola, A. Cruz, Pedro Empis e J. Ayew;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.´

 

Confusão na área, um fora-de-jogo reclamado, e António Cruz faz o 1-0 aos 15 minutos, pondo a equipa da casa em vantagem sem nada terem feito para isso.

 

O Sporting continuava a jogar mal, mas no final o que interessa são os golos e com mais sorte que sabedoria, o Sporting ia mantendo o 1-0 entre defesas impossível de Rui Patrício e falhanços da nossa parte e assim foi até ao intervalo.

 

Na segunda parte, Domingos Paciência apresentou-se em 4-4-2 clássico e fez-me mandar Grejohn Kyei para o aquecimento, com ideias de aplicar o nosso 4-2-4 mais tarde.

 

Mas um penalty de Paulo Marques sobre Ricardo Esgaio deitou tudo a perder. João Mário chamado à marcação e o Sporting ganhava por 2-0 aos 57 minutos. Isto apressou a entrada de Grejohn Kyei e o 4-2-4, que poderia ter consequências desastrosas.

 

Marquinhos estava em dia não, ou Rui Patrício em dia sim, e continuámos a falhar golos cantados. Até marcámos aos 69 minutos por Sanã Seidi, mas foi assinalado fora-de-jogo. Continuámos a rematar, a criar oportunidades, mas nada.

 

Fizemos o Sporting parecer uma equipa pequenina no seu próprio estádio, mas a eficácia fez uma diferença enorme e continuou a fazer aos 83 minutos quando Dieumerci Mbokani fez o 3-0 completamente contra a corrente do jogo.

 

Mas o resultado ainda não estava exagerado o suficiente e Valentín Viola ainda adicionou mais um. Um jogo que foi o exemplo perfeito de resultado desajustado, mas o que conta são os 4 que ficaram lá dentro.

 

0a4d4eb86401c922f3536fdf089c03c7.png

Sporting CP 4 - 0 Chaves

 

Uma pesada e desajustada derrota, mas que não me deixava minimamente satisfeito. A seguir despedirmo-nos-íamos da Taça da Liga em Arouca e, como não podia deixar de ser, o 11 foi altamente rodado.

 

Arouca (4-2-3-1): Goicoechea, Tomás Dabó, Alan Fialho, C. Rocha, Iván Balliu, André Luís, Willian, André Claro, Lucas Colitto, J. Ibrahim e M. Cañete;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Serginho, M. Bulat, Luís Rocha, T. Agyiri, V. Pedrosa, P. Marques, M. Meza, M. Martineau e Marquinhos.

 

Com Paulo Marques a organizador do nosso ataque, aos 3 minutos já marcava fazendo o 0-1. Logo a seguir Marquinhos, a quem foi dada a titularidade como última oportunidade antes de Grejohn Kyei assumir definitivamente o lugar, fez o 0-2, interrompendo uma série de 8 jogos sem marcar.

 

O jogo ficou equilibrado e o Arouca conseguiu mesmo fazer o golo aos 42 minutos por Marcelo Cañete, reduzindo para 1-2 e abrindo uma nova esperança para a segunda parte.

 

Mas a segunda parte reservou mais do mesmo, um jogo equilibrado, sem grandes oportunidades nem grande futebol e as redes só estremeceram ao minuto 79 por intermédio de Wang Chengkuài, que tinha entrado para o lugar de Paulo Marques, fazendo o 1-3 que nos mandava para 2º lugar no grupo.

 

O jogo terminou assim e conseguimos mesmo o 2º lugar que tinha tanta utilidade como o último. Uma boa vitória por parte dos suplentes e reservas que abre o apetite para o próximo jogo da liga, frente ao... Arouca.

 

392b355fabc4ae9249a04208e7cf6af0.png

Arouca 1 - 3 Chaves

 

a0fb63f4b447ef07e9354af0575c4436.png

 

Para terminar o mês, seria o Arouca a visitar-nos, num jogo onde era obrigatório vencer, já que íamos defrontar o 17º classificado.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Arouca (4-2-3-1): Goicoechea, Tomás Dabó, Iván Balliu, Alan Fialho, Adama Traoré, Mikel Agu, J. Ibrahim, André Claro, Gabriel, N. Fernández e Cleyton.

 

Uma primeira parte péssima de parte a parte só podia resultar num 0-0 ao intervalo. E isto resume perfeitamente aquilo que foi a primeira parte.

 

Na segunda parte toda a gente esperava mais futebol, mas não foi isso que se viu e não houve um único lance que fizesse os adeptos vibrar.

 

Acabou por ser um jogo paupérrimo, onde o Arouca ainda teve possibilidade de marcar, mas falhou e nenhuma euqipa quis realmente vencer.

 

d39509c0b72c27d0cfc5677140a6e01f.png

Chaves 0 - 0 Arouca

 

2020 começou mal e é preciso dar a volta. A partir de agora só temos campeonato pela frente e podemos concentrar-nos exclusivamente nisso, até porque estamos numa boa posição e convinha não a perder.

 

Classificação no fim de 2020

689e20dd20e29672adb50a7e7bdcf9f8.png

 

Se for à Europa tenciono continuar, se não for, creio que o melhor para a minha carreira será sair. Em Junho logo se verá, mas comigo quer-se sempre o objetivo mais difícil e, portanto, o meu objetivo é ir à Liga Europa.

Compartilhar este post


Link para o post

BANNER%20MONARQUIA_zps7m9tkydn.png

 

O mês de Matheus

 

No fim de Janeiro, Seydou Sy arranjou finalmente colocação e irá defender o Mafra até ao fim da época, Oumar Sané irá jogar no Oliveira Hospital e Adelino rescindiu contrato. Em sentido contrário só Leandro Hercílio regressou depois de ter estado emprestado ao Santa Clara, ficando com a camisola 90, ficando o plantel com os 26 que eu inicialmente queria.

 

Mercado em Janeiro

8683fb02ee557b58a36a7debbd9b8506.png

 

Em Portugal, destaque para a venda de Gil Dias para o Aston Villa, vindo do Braga, O Benfica gastou mais de 10M€ nas compras do lateral direito Iván ao Liverpool por 5.750.000€ e Denys Garmash ao Atlético Madrid por 4.400.000€. O Sporting trouxe Jordan Ayew, que já jogou contra nós, do Leicester por 1.900.000€. Quanto ao Porto, não se mexeu no mercado, mantendo o mesmo plantel.

 

Portimonense (4-5-1): Ruan, C. Silva, M. Rinaldi, Marcão, Anderson Correia, O. Krejci, Dener, Custódio, Juninho, Iuri Medeiros e H. Matias;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Grejohn Kyei.

 

Entrámos bem, como já não entrávamos há muito tempo e criámos muito mais perigo que a equipa de Portimão, mas o golo não aparecia e os nervos começavam a entrar na equipa.

 

Até que em contra-ataque, o Portimonense fez o 1-0 por Hélio Matias completamente contra a corrente do jogo e fazendo-me rasgar todos os apontamentos para o intervalo.

 

Berros no balneário, não podíamos continuar assim e logo aos 46 minutos João Pedro refez a igualdade. Logo a seguir Paulo Marques recebeu uma boa bola de Matheus Pereira e aos 49 minutos estava feita a cambalhota no marcador.

 

Eles tinham percebido exatamente aquilo que eu queria e aos 51 minutos Válter fazia o 1-3, 3 golos em 6 minutos! Mas não queriamos parar por aqui e aos 52 minutos, Válter já bisava.

 

O jogo acalmou e Grejohn Kyei teve de sair por lesão, dando lugar ao regresso de Leandro Hercílio aos relvados com a nossa camisola. O Portimonense ainda reduziu aos 78 minutos, mas o dia era de Válter e o defesa brasileiro decidiu fazer um hat-trick 1 minuto depois de Mu Kanazaki marcar.

 

João Pedro ainda fez penalty que Juninho não desperdiçou, fazendo o 3-5. Anderson Correia ainda foi expulso aos 91 minutos e Luís Rocha ainda fez o gosto ao pé, transformando esta segunda parte num período com 8 golos.

 

a2e0d4c8d83325d270a37ff35a5149b8.png

67f7e2c7eee919280ffd1cf18d2496b1.png

Portimonense 3 - 6 Chaves

 

Regressámos às vitórias e logo com um resultado volumoso, mas este jogo mostrava que ainda havia muito a corrigir na linha defensiva e isso tinha de estar corrigido na semana seguinte quando defrontássemos o Vitória SC.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, M. Lopes, Válter, João Pedro, Mario César, S. Seidi, Alex Soares, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Vitória SC (4-2-3-1): F. Farnolle, H. Ramos, Murilo Henrique, K. Chaves, N. Martins, Cafú, André André, C. Dragan, Tiago Silva, F. Knezevic e Lupeta.

 

O jogo começou da melhor maneira com um penalty de Tiago Silva sobre Paulo Marques, Francisco Ramos chamado à marcação e aos 8 minutos já venciamos.

Continuámos a ser melhores, muito melhores e Marquinhos, regressado à titularidade, aos 23 minutos, aproveitou este voto de confiança que lhe dei e fez o 2-0 depois de um bom cruzamento de Paulo Marques.

 

O jogo parecia extremamente bem encaminhado até que Válter levou vermelho direto aos 30 minutos. Alex Soares foi o sacrificado, entrando Serginho e, a partir daí, o Vitória SC começou a comandar o jogo, não conseguindo, no entanto, marcar durante a primeira parte.

 

Na segunda parte, surpreendentemente, entrámos melhor e o 3-0 esteve à vista algumas vezes, no entanto, o nosso ímpeto terminou e foi o Vitória SC que enviou uma bola à barra aos 60 minutos.

 

Apesar de tudo, o Vitória SC sempre se mostrou muito vazio de ideias e nunca conseguiu impôr-se como seria de esperar jogando contra 10, tendo as melhores jogadas sido feitas por nós.

 

Um novo revés aconteceu quando Miguel Lopes se lesionou aos 88 minutos, mas eu tinha ainda uma substituição guardada e não foi preciso jogar os últimos 5 minutos com 9 jogadores. Acabou por ser uma excelente vitória, dado que estivemos 60 minutos a jogar com 10 e nunca fomos verdadeiramente inferiores, sendo que tanto podia ter ficado 3-0 como 2-1.

 

9390d3384b78b87ef65841a3c43ce5d6.png

Chaves 2 - 0 Vitória SC

 

Miguel Lopes de fora entre 3 a 4 meses, ou seja, muito dificilmente jogará novamente esta época. Ficava, então, com 3 opções, Pierre Sagna, entrando diretamente para o lugar do lesionado, Matías Meza, consumando assim uma adaptação que ainda está muito verde, ou Luís Rocha, com Mario César a assumir o lugar na direita.

 

E, para ajudar, Válter também se lesionou nos treinos e ficará entre 1 a 2 meses de fora. Com 5 baixas, Miguel Lopes, Válter, Alex Soares, Leandro Hercílio, ambos lesionados por cerca de 2 semanas, e Kadú, lesionado por 1 mês, preparámos a receção ao Beira-Mar, sendo obrigados a fazer 3 alterações no 11 que venceu o Vitória SC.

 

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, Mario César, Carlos Henrique, João Pedro, Luís Rocha, S. Seidi, V. Pedrosa, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Beira-Mar (4-5-1): Ricardo, Pedrinho, Evson, Ricardo Alves, Brinquedo, L. Chaparro, Pereira, Edú, Luís Silva, Souza e Lucas Roggia.

 

Com Mario César a jogar à direita, Matheus Pereira fez o 1-0 de livre direto logo aos 3 minutos, configurando assim um excelente início de jogo.

 

Aos 6 minutos já festejávamos de novo, mas o golo de Marquinhos foi invalidado por fora-de-jogo, interrompendo a festa no Estádio Municipal Eng. Manuel Branco Teixeira.

 

O jogo voltou a ser dividido e Luís Silva fez o 1-1 com um remate forte do coração da área. O controlo do jogo era nosso, mas as melhores oportunidades pertenciam ao Beira-Mar, até que o empate foi desfeito com um remate fortíssimo de Matheus Pereira aos 39 minutos.

 

Nos minutos que se seguiram da primeira parte só deu mesmo Chaves, mas o 2-1 foi o resultado ao intervalo.

 

No início da segunda parte, Matheus Pereira consumou o seu hat-trick depois de uma muito boa assistência de Marquinhos. O Beira-Mar nem conseguiu esboçar uma reação e o 4-1 esteve próximo por diversas vezes, mas parecia que tinha de ser Matheus Pereira a rematar para a bola entrar.

 

Matheus Pereira acabou por sair, ovacionado por todos, e o jogo terminou sem mais golos. 3-1, hat-trick de Matheus Pereira que já conta com 11 golos nesta época.

 

f16a1fb41efd76bdeb90ab31448866d9.png

Chaves 3 - 1 Beira-Mar

 

Porto vs. Chaves era o jogo que fechava Fevereiro e sabíamos das dificuldades que iríamos apanhar pela frente, mas 42 pontos em 22 jornadas deixava-nos a sonhar com palcos europeus, mesmo sabendo que Portugal só leva 5 equipas às competições europeias, e, portanto, qualquer ponto que se trouxesse do Estádio do Dragão era precioso.

 

Equipa que ganha não mexe e os 11 escolhidos foram os mesmos que tinham vencido o Beira-Mar.

 

Porto (4-3-3): Andrés, Ruben Neves, R. Veerman, B. Martins Indi, Rafa, M. Cassamá, P. Lopes Sousa, W. Camara, J. Martínez, A. Pinho, I. Sambú;

Chaves (4-3-3): Guilherme Caldeira, Mario César, Carlos Henrique, João Pedro, Luís Rocha, S. Seidi, V. Pedrosa, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.

 

André Villas-Boas decidiu poupar já que tinha tido jogo na Quinta-feira e iria voltar a ter na Quinta-feira seguinte e isso permitiu-nos ter o domínio do jogo no início do encontro.

 

Esse domínio transformou-se em algo mais concreto quando Matheus Pereira, quem mais poderia ser?, fez o 0-1 aos 20 minutos, para espanto de todos os adeptos portistas no estádio.

 

O Porto parecia o Chaves e o Chaves parecia o Porto, nós atacávamos, controlávamos e deixávamos apenas o Porto ter bola em contra-ataques que raramente conseguiam chegar perto da grande área. Estivemos perto do 0-2 por mais do que uma vez, mas Andrés impediu a bola de entrar e o resultado ao intervalo era 0-1. Parecia pouco, mas era excelente.

 

Esperava um Porto com vontade de reagir na segunda parte, mas até à hora de jogo continuou tudo na mesma, nós a atacar e o Porto a defender.

 

O Porto não parecia o primeiro classificado e Matheus Pereira parecia jogador de clube grande fazendo o 0-2 aos 64 minutos, com um golaço do meio da rua, batendo Andrés e pondo-nos numa excelente posição para assegurar os 3 pontos num dos estádios mais difíceis na Primeira Liga.

 

O Porto era um deserto de ideias e isso fez-me continuar a assumir a posse até ao fim do jogo. Nunca os deixei jogar nem recuei as linhas e o jogo terminou 0-2. Quem achar que estou a exagerar, só tem de olhar para as estatísticas. Uma grande vitória frente ao, ainda, primeiro classificado.

 

6e6737f7b7297e94f60acb4cc40fc70a.png

Porto 0 - 2 Chaves

 

Termina assim um excelente mês, quiçá o melhor até agora e só temos de ter orgulho no trabalho que estamos a desenvolver.

 

Classificação no fim de Fevereiro

c02273422cd5c89d2f4c298ac08ddfad.png

 

Este mês fica marcado por um homem: Matheus Pereira, 5 golos e 2 assistências em 4 jogos, absolutamente notável. Escorraçado do Sporting, mostra aqui todo o seu talento e é com jogadores como ele que para o ano jogaremos na Europa. Basta continuar assim que a bilhete para a Liga Europa terá Grupo Desportivo de Chaves lá marcado. Infelizmente, o 3º classificado já não vai à Liga dos Campeões.

Compartilhar este post


Link para o post

Sequencia de jogos bem animadora, vitória surpreendente pra cima do Porto e uma posição na tabela bem respeitável. Deve esse mês perfeito a Matheus Pereira, muito boa a atuação do jogador, grande nome da equipe.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...