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Sumudica by Night

Mourinho. Desapareceu a magia?

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Não ponhas esse vídeo, sff, raio do miúdo quer-me pôr outra vez a ver isso em loop a noite toda.

Lembro-me perfeitamente de no dia seguinte chegar à escola e estar toda a gente louca com o jogo.

 

Enfim... Por quantos é que o Porto do Mourinho ganhava ao United actual? :mrgreen:

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Ao ver o vídeo não pude deixar de notar a determinação de cada jogador do FCP. Via-se que estavam a adorar jogar daquela forma, que é a mesma que hoje o Mourinho implementa e que já não encanta ninguém. O Mourinho resulta em clubes que procuram (re)conquistar o seu espaço no futebol. Em clubes acomodados e já estabelecidos a ambição dos jogadores é diferente, o estímulo tem de ser outro, a proposta de jogo deve ser ambiciosa e agradável.

 

O Mourinho não está diferente. Apenas tem escolhido os clubes errados.

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Estás a pensar no Inter, certo? :biggrin:

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Ao ver o vídeo não pude deixar de notar a determinação de cada jogador do FCP. Via-se que estavam a adorar jogar daquela forma, que é a mesma que hoje o Mourinho implementa e que já não encanta ninguém. O Mourinho resulta em clubes que procuram (re)conquistar o seu espaço no futebol. Em clubes acomodados e já estabelecidos a ambição dos jogadores é diferente, o estímulo tem de ser outro, a proposta de jogo deve ser ambiciosa e agradável.

 

O Mourinho não está diferente. Apenas tem escolhido os clubes errados.

Porra, o Man Utd não procura reconquistar o seu espaço no futebol? O clube mais vezes vencedor da Liga Inglesa que desde a saída do Ferguson em 3 anos só tinha conquistado uma taça de Inglaterra ?

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Estás a pensar no Inter, certo? biggrin.gif

No Inter, no Porto e no Real também. Naquela época em que foi campeão mostrou um plantel muito decidido em provar que era tão bom ou melhor que o Barça do Guardiola. E esse estímulo fez toda a diferença.

 

Porra, o Man Utd não procura reconquistar o seu espaço no futebol? O clube mais vezes vencedor da Liga Inglesa que desde a saída do Ferguson em 3 anos só tinha conquistado uma taça de Inglaterra ?

 

O Man Utd ainda é O Man Utd. Não são 3 anos de seca que reduziram a dimensão gigantesca do clube. Os jogadores do Man Utd ainda sentem que estão num dos 3 maiores clubes do mundo. Sentem que estão no topo da carreira e como a culpa dos maus resultados tem sido sempre dos treinadores, eles acomodaram-se e não dão grandes sinais de estarem interessados em despertar da letargia em que se encontram. Uns porque lhes falta a ambição, outros porque a história do clube pouco ou nada lhes diz e outros porque simplesmente não têm qualidade para dar a volta à situação. E como não há um inimigo comum à volta do qual o plantel se possa unir- porque o Man Utd ainda é o maior de Iglaterra- o "efeito Mourinho" não resulta.

Na 2ª passagem pelo Chelsea foi quase a mesma coisa. O Mourinho tinha lançado as fundações para que uns anos mais tarde o clube se afirmasse, não só como um pretendente, mas como um efetivo clube maior de Inglaterra e da Europa do futebol. Quando ele regressou, já o Chelsea se encontrava aburguesado e vacinado contra as suas estratégias.

 

É claro que o problema maior tem sido a falta de evolução do futebol do Mourinho. Seria de esperar que nestes anos ele ainda tivesse a ambição e a capacidade para transformar um pouco o seu jogo de modo a contrariar o desinteresse que ele provoca em planteis acomodados.

Editado por The Sandman

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Has José Mourinho already got third-season syndrome at Manchester United?

 

The Portuguese’s criticism of his players after defeat to Fenerbahce on Thursday provoked memories of his unravelling at both Chelsea and Real Madrid.

 

José Mourinho may have felt he had to give his Manchester United players a very public rollicking following Thursday night’s debacle at Fenerbahce. To get to this point so early in his tenure, though, shows the crisis that threatens to engulf United unless results and performances are turned around quickly.

 

In his 16th competitive fixture, Mourinho oversaw a 2-1 loss in a Europa League group game that was a quasi-disaster of disjointedness that featured his players losing the plot 69 seconds in when Moussa Sow opened the scoring.

 

Mourinho decided he had no option but to question the team’s commitment and effort: the base elements any professional footballer has to possess. It shows the slide Mourinho and his side are on. For any manager, the exposure of players – the men on whom their own success or failure depends – in the media is the nuclear option. Sir Alex Ferguson rarely did this during 27 years at the club.

 

Yet afterwards the Portuguese compared United’s effort to that of a “summer friendly”. These are strong words which may be deserved but was this really the cutest play given footballers’ fragile egos and his own high-maintenance style?

 

The problem Mourinho has is his track record of blowing up at clubs. Some may view his response at the Sukru Saracoglu Stadium as evidence he is entering his own particular third‑season syndrome two years early.

 

The term is shorthand for Mourinho’s inability to last longer than that at any club, though it is an approximation as he did go into a fourth season in his first Chelsea incumbency. The point, though, remains: Mourinho’s CV does not show a man who has brought stability in the previous seven tenures of a 16-year career. The concern for United and supporters is his mood music after only four months at the club. It is starting to strike the same note as last season’s doomed final months at Chelsea, at Real Madrid and towards the end of the first spell in west London.

 

It means any justified criticism of his squad is viewed via that prism. “Uh-oh, here he goes again,” seasoned Mourinho watchers must think when hearing the latest rant against his United charges.

 

His previous post ended last December when Chelsea sacked him for losing a dressing room filled with high‑end players. Cesc Fàbregas, Diego Costa and Eden Hazard are among those who are thought to have tired of Mourinho’s managerial antics. A dismal title defence and a string of defeats caused him to lambast the squad after losing to Leicester, saying they had “betrayed his work”. The net result: Roman Abramovich, the owner, chose his squad over Mourinho and the Portuguese left the club three days later.

 

His disquiet had shown itself as early as August last year when, after a 2-1 defeat to Crystal Palace at Stamford Bridge, he said: “I’m not happy, I cannot say I had 11 players performing at the same time. Two or three of them their individual performance was far from good. I blame myself for not changing one of them. I kept him in the game for 90 minutes.”

 

Sound familiar? This was Mourinho after the 2-1 derby defeat to Manchester City at Old Trafford on 10 September. “Even our central defenders [Eric Bailly and Daley Blind], who were top-class until today, lost easy balls. What I told them at half-time was: ‘For some of you, it looks like you are trying to do what I told you not to do.’ I made a couple of [selection] decisions because I thought the individual qualities of certain players would give me what I wanted. But I didn’t get it.”

 

The two he was referring to were Henrikh Mkhitaryan and Jesse Lingard, who started the match but were hauled off at half-time. In one post-game briefing – after just the fourth league outing under him – Mourinho managed to question directly four of his players. Luke Shaw was also hung out to dry in the next league match – September’s 3-1 defeat at Watford.

 

At Real, Mourinho had fractious relations with Cristiano Ronaldo, Iker Casillas, Sergio Ramos, Kaká and Pepe. His first Chelsea stint soured in similar fashion, with Claude Makelele claiming there were problems between Mourinho and John Terry, though both captain and the club strongly denied this.

 

At United, Shaw’s treatment in particular has not gone down well in the dressing room, while the manager’s attitude towards Bastian Schweinsteiger has also raised eyebrows. When he was appointed, Mourinho told the former Germany captain he should train with the youngsters. He may have had a good reason but to then reinstate Schweinsteiger to first-team sessions as he did this week sends a mixed message to his squad.

 

Bafflement was the main impression given off by the side that went down to Fenerbahce. On too many matchdays, United seem befuddled and comatose: not the norm for a Mourinho team.

 

That is until last year at Chelsea. The hope will be United are not at the start of a similar capitulation. Mourinho has stated he wishes to stay at Old Trafford until the end of his three-year deal, at least. Yet at the moment him seeing out that contract appears in the balance.

 

It can all change, of course. The solution, as always in football, is simple: start winning consistently and playing well. Do this and harmony returns. Then having to choose whether to bawl out players in front of the microphones is removed.

 

The Guardian

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A equipa técnica também tem vindo a mudar ao longo dos anos, isso também pesa. Da equipa inicial só sobra o Rui Faria e o Silvino, e este último começou como treinador de GR mas agora já é adjunto porque entretanto os outros foram saindo, mas tenho as minhas dúvidas que o Silvino como adjunto seja tão ou mais útil do que como treinador de GR.

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O próprio disse que um dia ia passar por este momento e que teria que se adaptar quando essa realidade acontecesse. O problema é que isto já vai em mais de uma época e o homem ainda não aprendeu com os erros e, pior que isso, fê-lo em duas equipas diferentes.

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O Man Utd ainda é O Man Utd. Não são 3 anos de seca que reduziram a dimensão gigantesca do clube. Os jogadores do Man Utd ainda sentem que estão num dos 3 maiores clubes do mundo. Sentem que estão no topo da carreira e como a culpa dos maus resultados tem sido sempre dos treinadores, eles acomodaram-se e não dão grandes sinais de estarem interessados em despertar da letargia em que se encontram. Uns porque lhes falta a ambição, outros porque a história do clube pouco ou nada lhes diz e outros porque simplesmente não têm qualidade para dar a volta à situação. E como não há um inimigo comum à volta do qual o plantel se possa unir- porque o Man Utd ainda é o maior de Iglaterra- o "efeito Mourinho" não resulta.

Na 2ª passagem pelo Chelsea foi quase a mesma coisa. O Mourinho tinha lançado as fundações para que uns anos mais tarde o clube se afirmasse, não só como um pretendente, mas como um efetivo clube maior de Inglaterra e da Europa do futebol. Quando ele regressou, já o Chelsea se encontrava aburguesado e vacinado contra as suas estratégias.

 

É claro que o problema maior tem sido a falta de evolução do futebol do Mourinho. Seria de esperar que nestes anos ele ainda tivesse a ambição e a capacidade para transformar um pouco o seu jogo de modo a contrariar o desinteresse que ele provoca em planteis acomodados.

 

Acho muito interessante essa tua opinião, 13.

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E ainda voltará ao Inter para fazer o mesmo

 

 

Passou disto para o que vemos actualmente.

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O Mourinho é extremamente emocional, lembro-me dessa cena e só me ria :lol:

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