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“Pinto da Costa é o Papa, Bruno de Carvalho um barril de pólvora e não sei se Vieira percebe futebol

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Citação do jornal "Expresso" online

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“Pinto da Costa é o Papa, Bruno de Carvalho um barril de pólvora e não sei se Vieira percebe muito de futebol”

Em grande entrevista, Carlos Pereira, o presidente do Marítimo fala dos outros e dele, dos tempos em que o futebol era paixão, dos ralis, da alcunha Pirata, do hotel Savoy, da PIDE, de Alberto João e dos cruzeiros que ainda quer fazer. E de Pinto da Costa, Bruno de Carvalho, Luís Filipe Vieira e Pedro Proença.

Está a favor ou contra Pedro Proença como presidente da Liga?

Estou muito contra o Pedro Proença e muito contra a Liga. A Liga hoje não tem razão de existir. Face ao que é o passivo da Liga, face àquilo que são os custos da Liga, tenho muitas vezes dito em Assembleia Geral que a Liga hoje não tem razão de existir. A Liga perdeu tudo o que tinha: arbitragem, disciplina, sponsorização. Só ficou com a organização de jogos, o que podia ser feito por uma secção da Federação Portuguesa de Futebol. A Liga está toda hipotecada, a Liga não gera receitas para pagar o seu passivo. Os clubes é que irão suportar... É um parente pobre do futebol e não tem razão de existir. Nem Pedro Proença vai dar conta daquilo. Ele que me desculpe, mas tenho de ser frontal. Estive a favor da Liga, mas agora não faz sentido, hoje é uma feira de vaidades e um custo insustentável. A Federação faria o mesmo com muito menos custos.

É verdade que fez um leilão na venda do Marega e do José Sá?

Não é verdade, não fiz um leilão. É verdade que havia um direito de opção do Sporting que não foi exercido aquando da venda do Danilo e que o Marega e o Sá estiveram praticamente vendidos ao Sporting. Era uma vontade de Jorge Jesus, porque tínhamos falado nisso. É verdade que me disseram que o negócio estava fechado, com o selo de garantia de Álvaro Sobrinho. Depois o presidente do Sporting deu o dito pelo não dito como aconteceu em relação ao Danilo. E o negócio não se concretizou. Não houve leilão. Foi o tempo mais que suficiente para o negócio ser feito e que não foi feito por única e exclusiva responsabilidade do presidente do Sporting. No caso do Danilo, fiz questão de dizer que não ia esperar mais e que um euro a norte era igual a um euro a sul. Se há um responsável chama-se Bruno Carvalho.

O que pensa de Bruno Carvalho, Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa?

São três personagens completamente diferentes. A experiência, a credibilidade e a maturidade de Jorge Nuno Pinto da Costa, quer se queira, quer não, pode estar num momento menos bom, é... Como que lhe vou chamar? Não queria chamar-lhe o Papa, mas é o Papa do futebol. O Luís Filipe Vieira é uma personagem que apareceu e que eu conheci ainda como empresário dos pneus, que depois foi para o Alverca e tem uma visão mais larga, que fez a transformação que se vê no Benfica. Eu não sei se ele conhece muito de futebol, mas conhece muito de negócio e soube rodear-se de uma figura que não se conhece que é o Domingos Soares de Oliveira e de uma outra figura que é o Paulo Gonçalves, que têm feito de Luís Filipe Vieira um grande presidente. Do Bruno Carvalho é difícil de descrever porque nunca sabemos amanhã o que é que ele é. O Bruno de Carvalho alterna o bom com o mau com uma facilidade enorme, dá o dito pelo não dito com uma facilidade enorme. Foi assim nas reuniões da Liga, nas Assembleias da Liga e tem sido assim no relacionamento com as pessoas. A surpresa para mim é que, sendo um barril de pólvora, como é que ainda não explodiu.

Há negócios obscuros no futebol?

Se há, não os conheço.

Não houve sequer uma tentativa?

Abordagens há muitas, mas nunca fui vocacionado para ser comissionista. Há abordagens de todos os feitios, mas no dia em que ceder fico na mão dessas pessoas. Não caminho nessa direção.

E vai continuar à frente do Marítimo? Imagina-se sem o Marítimo?

Imagino. O tempo é ocupado rapidamente.

Não vai sentir saudades do clube.

Provavelmente.

Está para breve?

Já comprei o camarote ao lado da tribuna para o dia em que deixar a presidência, mas ainda faltam dois anos para o fim do mandato. Daqui a dois anos logo se vê. Eu não preciso de eleições para dizer as pessoas que, se tiverem melhores ideias e se acharem que têm condições para levar o barco a bom porto, estou disponível para sair. Tenho é que tirar as responsabilidades pessoais que tenho e quem vier tem que fazer aquilo que eu fiz, fazer grandes financiamentos ao clube, ter a tal capacidade de assinatura, que a Banca acredite para fazer os financiamentos. Esta obra está feita a expensas próprias do clube e do presidente. Só é preciso fazer isso. Até me faria bem, teria tempo para uma futebolada, para fazer uns passeios nas levadas e para fazer uns cruzeiros que eu adoro. Sou casado há 45 anos com a minha mulher e se calhar esta longevidade deve-se ao Marítimo. Como estou pouco em casa, discutimos pouco. O Marítimo foi vantajoso até no casamento. E foram os conhecimentos que tinha através do Marítimo que permitiu ajudar a resolver um problema de saúde gravíssimo que a minha mulher teve em 1987. Quero com isto dizer que o Marítimo não me deve nada, sou eu que devo muito ao Marítimo. Não precisei do Marítimo para me promover. Quando cá cheguei já era empresário e sem precisar da política, embora seja do PSD desde sempre.

Como veio parar à bola?

Vim parar à bola porque desde tenra idade estou ligado ao futebol. E vim parar à bola porque uma família, a Quirino Rodrigues de Sousa, que era cliente do meu pai e dirigia o Andorinha, ao ver um jovem que já dava uns pequenos toques, me convidou para jogar no Andorinha. Tinha 14 anos, jogava a defesa direito.

Antes disso jogava na rua?

Na rua como tantos outros miúdos e no velhinho campo Almirante Reis, que é o berço do futebol no Funchal, onde nasceu o Marítimo. Deu-se o caso de ser também o meu quintal porque eu morava em São Filipe e São Filipe é paredes meias com o liceu e do liceu ao Almirante Reis é um instante. Era o meu quintal. Tudo se fazia ali – jogar à bola, andar de bicicleta e de mota. No verão passávamos o dia todo no campo, no inverno também, menos quando havia mau tempo no mar e todos os barcos ocupavam o Almirante Reis. Perto do Natal ainda ficávamos com menos espaço, que era quando montavam as diversões, era um misto de tristeza com alegria. Todos os cantinhos eram aproveitados para jogar futebol e todos os cantinhos eram aproveitados para colocar lá as diversões. E lembro-me perfeitamente do cinema ao ar livre. É uma coisa que vamos reeditar aqui no estádio dos Barreiros.

Vai promover cinema ao ar livre aqui nos Barreiros?

Vou fazer no próximo ano, nos 40 anos da subida do Marítimo à primeira divisão. Vamos reeditar futebol, filme e fado para lembrar os tempos do Almirante Reis, que é o berço do Marítimo, é o meu berço e o é o berço de muita gente, de várias gerações.

Jogava no Andorinha e era adepto do Marítimo?

Sempre fui adepto do Marítimo, a sede era mesmo perto da minha casa e isso fez-me ver as cores vivas do clube.

Lembra-se da primeira vez que viu um jogo do Marítimo?

Os jogos que mais me recordo são os torneios de infantis do Almirante Reis com o Vasco da Gama, o Belenenses, o Santa Maria, o Pátria, o Braga. No estádio havia os jogos entre o Marítimo e o Sporting da Madeira, que era o principal rival nos anos 60, ainda mais do que o Nacional e o União. Lembro-me de uma transferência de um jogador do Sporting para o Marítimo que foi notícia de primeira página no Diário de Notícias da Madeira. Foi o Arnaldo Gonçalves.

Fez coleções de cromos?

Nessa altura era quase obrigatório fazer a coleção de cromos. Era um futebol de que se gostava muito e dá muitas saudades desse futebol. Hoje é um futebol comercial, não é um futebol de paixão, não é um futebol de coração.

Não é um futebol de rua como aquele que jogou?

Até o futebol da rua tem objetivos comerciais. Os pais estragam tudo com a 'cristianomania', porque todos têm que ser como o Cristiano Ronaldo, mesmo que se saiba que talentos como o de Cristiano Ronaldo só aparecem uma vez na vida. Não é este o futebol que eu gosto, mas é o futebol em que tenho que estar inserido, é o futebol que permite fazer investimentos. Tenho que estar pela parte comercial, mas se me perguntar se é aquele que eu gosto, digo logo que não. O que eu gosto é aquele em que se beijava o emblema e se sentia o clube; era quase como dar um beijo à nossa mãe. Hoje pensa-se no emblema, mas como é que este nos vai projetar financeiramente para o futuro. São coisas completamente diferentes.

Nesse caso, viveu intensamente o dia 15 de Maio de 1977, quando o Marítimo subiu à primeira divisão?

Essa memória vai perdurar no tempo como uma coisa única da paixão pelo futebol. A paixão clubística, uma paixão que foi vivida numa união muito forte do desporto na Região. Nesse dia, o Nacional subiu à segunda divisão e houve festa coletiva. Não me coibi de festejar porque foi um momento de afirmação da Madeira. E eu guardo em casa duas camisolas de dois jogadores da equipa do Marítimo: uma do Ângelo e outra do Eduardinho. Andámos a noite inteira com os atletas do Marítimo, fizemos diabruras desde ir ao aeroporto esperar o Nacional, passar pela sede e levar a bandeira do Nacional.

Nessa altura já fazia parte da claque?

Não havia claques organizadas, era assim um grupo de amigos que apoiava o clube. Era um apoio espontâneo, mas tínhamos lugar reservado na central. Não tínhamos nome, mas todos iam dar ao lugar certo na central e todos traziam aqueles instrumentos para fazer barulho.

Qual era o seu?

Era uma corneta, uma antiga buzina de um carro. Foi comprada em leilão, no 'Ferrolho', e custou o triplo do que valia, mas como eu precisava da corneta para dia seguinte o preço foi pouco relevante. Era uma buzina dos táxis antigos, aqueles que paravam no cais, era de um carro americano, um Chevrolet americano.

(...)

De que lado é que estava, em 1997, quando Alberto João Jardim foi vaiado nos Barreiros por causa do clube único?

Eu estava em Vancouver.

É uma resposta muito conveniente. Estaria de que lado? Com vaia e ou com a proposta de clube único?

Estava do lado do clube como sempre estive. Antes desse episódio, o presidente do Governo convidou-me a mim e ao Jorge Freitas para fazermos parte de uma comissão que vinha na defesa do Marítimo. Lembro-me de ter respondido: azar o seu, eu vou sair, vou para o Alasca e o dr. Jorge Freitas vai para a Suécia, tem que segurar o assunto até à nossa chegada se quiser contar com o nosso contributo. Azar. Houve uma reunião na Assembleia Legislativa entre os três presidentes e tudo rebentou. Por isso, continuo a dizer o que disse na altura: ele estava errado. Deveria pensar num único clube e nunca num clube único. Por isso não estava do lado do presidente do Governo.

Unir os clubes num só clube...

Discordo completamente. Lembro-me de dizer que, no relato, quando acabasse o jogo ainda se estava a dizer o nome do clube. Discordo completamente. A história dos clubes não se apaga. Há que pensar seriamente naquilo que é a defesa da Região, aquilo que é o investimento da Região. Não tem dimensão para tanto futebol ao mais alto nível. Digo que abdiquei da equipa de juniores na primeira divisão nacional em benefício do Nacional porque o Nacional já tinha 13 jogadores estrangeiros e o Marítimo tinha oito. Então, com este atual secretário regional, na altura diretor regional, ficou decidido que esse apoio ia para equipa B e o Marítimo abdicava com a contrapartida de que os jogadores formados na Região transitavam para a equipa B e depois para o plantel principal.

E o que pensa de ser um único estádio?

Na época passada o nevoeiro interrompeu vários jogos com as equipas grandes na Choupana. Acha que a Madeira devia ter só um estádio? Acho e fui defensor de um só estádio. Nessa altura, quando se formou uma sociedade entre os três clubes, havia já a divisão, foi aprovado o projeto e depois foi chumbado pelos dois clubes: Nacional e União. Ninguém pode acusar o Marítimo, pois esteve sempre à frente nos projetos que eram estratégicos para a Região. O Estádio dos Barreiros seria dos três clubes, fazíamos a promoção da Região e do desporto. Essa sociedade ainda existe, nunca foi extinta, mas nunca entrou em funcionamento. Há razões que a própria razão desconhece. Eu conheço a razão...

E qual é? É dinheiro?

Interesses pessoais à frente dos interesses desportivos. Lamentavelmente. Discordei do presidente do Governo, que nunca devia ter permitido e devia obrigar a que aceitassem. Aí os lobies políticos falaram mais alto. E cada um seguiu o seu caminho e nenhum deles pode reclamar ou acusar o Marítimo de os ter afastado. Tentaram que o Marítimo fosse empurrado para as montanhas e o Marítimo disse sempre que não. Pelo menos sob a minha gestão, o Marítimo não saía de junto das pessoas para o deserto...

E para o meio do nevoeiro...

Também, também. Aquele projeto foi-me oferecido muito antes e eu respondi: nem que me pagassem, não aceito. No entanto, outro clube foi para lá (Choupana).

Em que lugar fica o Marítimo entre as equipas grandes?

É o quinto clube com mais presenças consecutivas na I Liga desde 1984. Portanto, está entre os grandes. É o maior da Madeira e um dos grandes de Portugal.

Foi fazendo alianças ao longo dos anos?

Fui fazendo alianças e fui desfazendo em função dos interesses do Marítimo e da Madeira. E sinceramente também em função dos interesses dos clubes madeirenses.

Sendo a Madeira um meio pequeno, como é possível não ter dado pelo talento de Cristiano Ronaldo?

Não jogou no Marítimo porque à data as razões familiares falaram mais alto, que não tem nada a ver com a família de Ronaldo. A transferência para o Nacional aconteceu num período em que me ausentei do Marítimo por causa de investimentos fora do nosso orçamento e com o quais não concordei. O aconteceu foi que houve uma disputa entre o Nacional e o Marítimo e que pesou a opinião do padrinho do Ronaldo, que era dirigente do Andorinha. O presidente do Marítimo, o Rui Fontes, não ofereceu os equipamentos ao Andorinha e o Nacional aproveitou. O Nacional também não concretizou a promessa. E costumo pensar que ainda bem que assim aconteceu, se calhar não seria o Ronaldo que é hoje. O padrinho não estava do lado do Marítimo.

Qual acha que foi o melhor jogador que passou pelo Marítimo?

Vários, mas na minha gestão foi um jogador chamado Serginho Chulapa, internacional e grande referência do Brasil, e que chegou ao Marítimo e resolveu todos os problemas do Marítimo, mesmo saindo da forma que saiu. Passaram outros como o Everton e podia falar do Pepe, mas o Pepe é mais pela transferência e por jogar no Real Madrid, não pelo que fez pelo Marítimo.

É comum, na Madeira, ser-se de um clube madeirense e de um dos grandes. No seu caso é portista, benfiquista ou sportinguista?

Eu não tenho dois amores. Eu tenho um amor: o Marítimo. Sou o sócio 511.

Ainda joga futebol?

Agora não que não tenho tempo, mas gostava voltar a jogar. Só que tenho 12 empresas para gerir, mais o Marítimo.


Retirei algumas partes da entrevista para o post não ficar muito longo. Se quiserem ler tudo consultem o link.

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Se há, não os conheço

 

:mrgreen:

 

O homem que me ia dar uma "ajuda" de 500€ para alugar casa na Madeira. Mas, tinha de alugar um apartamento dele :biggrin:

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Isso do apartamento é um dos vários esquemas dele cá na Madeira, por exemplo os jogadores que não têm casa cá ele aluga os apartamentos aos jogadores e cobra "apenas" metade do valor a eles, ou seja, ganha de uma maneira e de outra :mrgreen:

Quanto aos negócios obscuros este senhor deve ser dos que mais lucra com esses tais negócios, fala-se que quando o Suk teve cá no Maritimo aquando da sua transferência para o Al-Ahli este senhor conjuntamente com um empresa tipo Doyen, compraram dias antes uma grande percentagem do passe do Suk, para depois de ser vendido essa tal percentagem fosse não para o Maritimo mas sim para essa tal empresa.

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:mrgreen:

 

O homem que me ia dar uma "ajuda" de 500€ para alugar casa na Madeira. Mas, tinha de alugar um apartamento dele :biggrin:

 

 

E era mau queres ver...

Dava-te uma ajuda de 500€ euros e ainda querias viver onde te apetece-se não... ou tu és um jovem e ainda não tens "calo" ou então não sei em que mundo pensas que vives.

Se fores para fora de Portugal eu quero ver quem te vai ajudar em 500€ para alugares um apartamento!

E fazes quote a isso como se a proposta dele fosse alguma trafulhice

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E era mau queres ver...

Dava-te uma ajuda de 500€ euros e ainda querias viver onde te apetece-se não... ou tu és um jovem e ainda não tens "calo" ou então não sei em que mundo pensas que vives.

Se fores para fora de Portugal eu quero ver quem te vai ajudar em 500€ para alugares um apartamento!

E fazes quote a isso como se a proposta dele fosse alguma trafulhice

 

És muito novinho não és?

 

É óbvio que os 500€ são um desconto fantasma, é aumentar o preço um dia antes em 500€ para no dia seguinte dizer que está em promoção.

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Estou muito contra o Pedro Proença e muito contra a Liga. A Liga hoje não tem razão de existir. Face ao que é o passivo da Liga, face àquilo que são os custos da Liga, tenho muitas vezes dito em Assembleia Geral que a Liga hoje não tem razão de existir. A Liga perdeu tudo o que tinha: arbitragem, disciplina, sponsorização. Só ficou com a organização de jogos, o que podia ser feito por uma secção da Federação Portuguesa de Futebol. A Liga está toda hipotecada, a Liga não gera receitas para pagar o seu passivo. Os clubes é que irão suportar... É um parente pobre do futebol e não tem razão de existir. Nem Pedro Proença vai dar conta daquilo. Ele que me desculpe, mas tenho de ser frontal. Estive a favor da Liga, mas agora não faz sentido, hoje é uma feira de vaidades e um custo insustentável. A Federação faria o mesmo com muito menos custos.

 

Diga-se que a Liga está como está porque este artista resolveu meter lá o genro, um incompetente que arrsou com aquilo tudo e pelo meio meteu os palitos à mulher com uma amiga dela. :lol:

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:mrgreen:

 

O homem que me ia dar uma "ajuda" de 500€ para alugar casa na Madeira. Mas, tinha de alugar um apartamento dele :biggrin:

Ele faz sempre isso.

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"O Luís Filipe Vieira é uma personagem que apareceu e que eu conheci ainda como empresário dos pneus"

 

LOL isto soa tão mal

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E era mau queres ver...

Dava-te uma ajuda de 500€ euros e ainda querias viver onde te apetece-se não... ou tu és um jovem e ainda não tens "calo" ou então não sei em que mundo pensas que vives.

Se fores para fora de Portugal eu quero ver quem te vai ajudar em 500€ para alugares um apartamento!

E fazes quote a isso como se a proposta dele fosse alguma trafulhice

 

:medinho:

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"É óbvio que os 500€ são um desconto fantasma, é aumentar o preço um dia antes em 500€ para no dia seguinte dizer que está em promoção. "

 

Isso já nem se pode dizer que é uma trafulhice de tão banal que se tornou nos dias de hoje... não sou novo, não sou "velho" só levo 9 anos a viver por conta própria e já vi muitos malabarismos negociais tanto em Portugal como fora.

Hoje em dia esse método é bastante comum em negócios de todo o tipo. Não é correto, claro que não mas tudo depende de cliente... se o cliente paga o valor é porque vale. Depende de cada um de nós estudar se o negócio/compra vale a pena.

Vi isso na Alemanha e não fiquei chocado...

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Eu se tenho ficado tinha aceite de bom gosto.

 

Só estava a apontar o facto deste senhor estar a passar uma imagem de bom samaritano e que cumpre as regras e é um trafulha da pior espécie

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Eu se tenho ficado tinha aceite de bom gosto.

 

Só estava a apontar o facto deste senhor estar a passar uma imagem de bom samaritano e que cumpre as regras e é um trafulha da pior espécie

 

 

E eu acredito a 100% que ele seja um trafulha do pior mas isso do negocio fantasma como o outro user referiu é muito comum embora não seja nada correto.

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