Tio Hans Publicado 13 Dezembro 2016 Eu sei que adivinhar é proíbido, mas ele sabendo, tinha feito do mandato que terminou em 2013 o seu último, saía ali com uma pinta do crl, com um campeonato sacado ao grande rival no último minuto, grande júbilo e gozação à farta e ia passar uma reforma dourada em Porto Galinhas ou algo assim, indo como um mito do crl não só no Porto, ou em Portugal, mas também no mundo da bola em si. Sucedia-lhe um Antero (que ainda não estava queimado) e logo se via. A tentação de ficar é sempre maior e, como faz um triénio com 0 títulos, logo não teria a saída com que sempre sonhou (e diga-se, mereceria) candidata-se este ano a mais outro mandato (o último, diz) para ver se não se consegue sair em grande. Mas é mais uma fezada que outra coisa. Mas lá está, adivinhar é proibido. Ele só sai do Porto morto, vegetal ou escorraçado. Deve haver tanto podre no clube que o incrimine que ele agarra-se ao lugar como pode. Compartilhar este post Link para o post
ventura21 Publicado 13 Dezembro 2016 Má entrevista, no seguimento daquelas que tem dado nos últimos tempos. Não é só a questão do Adrian, os constantes ataquezinhos aos adeptos são deprimentes. Foram mais alguns nesta entrevista, embora não estejam nesse excerto. O resto também é deprimente mas é habitual nele. Tipo a cabala que ele fala contra o Porto na Taça. Seria eliminado pelo meu Torreense amanhã, tal como acontecerá com o Chaves. 8) Gostei da confiança que o homem aparentou ter ao ter que jogar contra a Juve realçando o que fez em Roma. Não tirando mérito ao Porto do resultado que fez, mas a Roma esteve mesmo muito mal. Compartilhar este post Link para o post
AsMoDeO Publicado 13 Dezembro 2016 (editado) Alexandre Pinto da Costa e FootbalLeaks "Para ser franco, não estou a acompanhar. É um problema que não me preocupa. Foi a empresa do Alexandre que colocou o Rolando no Marselha. Além de deixarmos de pagar quase um milhão em salários, ainda recebemos cerca de mais um milhão. Se ele recebeu de mais alguém, a mim não me interessa nada. O F. C. Porto livrou-se de um salário grande e de um jogador que estava a mais. A mim não me interessa nada se o empresário é meu filho, primo, sogro, genro, amigo ou inimigo. Se o negocio for bom para o F. C. Porto eu faço, se não for não faço. O Leaks descobriu o Oblak, o Ronaldo, o Mendes e a capa do Expresso era o meu filho. Estou orgulhoso dele, porque deve ser muito importante para fazer capa do Expresso, só por receber duas comissões, que não sei se recebeu ou não. As pessoas caem no ridículo. Há milhões de euros em causa, com Oblaks, Ronaldos e Mourinhos e a notícia é o Alexandre Pinto da Costa. Faz-me pena". Editado 13 Dezembro 2016 por AsMoDeO Compartilhar este post Link para o post
toze2 Publicado 13 Dezembro 2016 Eu acho que o pior de tudo foram as declarações sobre o Rui Pedro/pai do Rui Pedro. Muito mau vir dizer aquilo para a praça pública. Eu ia sentir-me bastante constrangido no lugar dele sinceramente. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 14 Dezembro 2016 (editado) Quercus Suber L. «O Rui Pedro só está no FC Porto em virtude da empresa onde Alexandre Pinto da Costa era sócio.» Jorge Nuno Pinto da Costa, 12-12-2016 Retemos esta frase do presidente do FC Porto na sua entrevista ao JN. Sensivelmente 24 horas depois de um trabalho particularmente interessante da Mediapart ter sido publicado em França. Leituras aqui e aqui. Descobrimos que Alexandre Pinto da Costa é um herói, o responsável pela presença de Rui Pedro no plantel do FC Porto. O ramo da cortiça é muito valioso em Portugal. Representa cerca de 0,7% das exportações do PIB. Mas desconhecia-se que a cortiça pudesse ter tamanha valia. «Si le joueur Rui Pedro Silva participe à dix matchs, Alexandre touchera 100 000 euros. Cela peut singulièrement compliquer la tâche de l’entraîneur du club, qui cherche à préserver son poste. Doit-il engraisser la famille du président? Ou sélectionner la meilleure équipe possible?» Diz portanto a investigação da Mediapart que Alexandre Pinto da Costa receberá 100 mil euros a cada 10 jogos que Rui Pedro fizer na equipa principal, levantando ainda suspeitas sobre se isso não irá interferir nas opções de Nuno Espírito Santo (algo que é grave). Não admira que Américo Amorim seja o homem mais rico de Portugal. Aparentemente, a cortiça sai mesmo cara. Apenas uma outra frase, que nos leva para um tema mais abrangente: «Vamos aproveitar cada vez mais os que nascem cá em vez de jogadores da Nigeria, Malásia, Mali.» Jorge Nuno Pinto da Costa, 12-12-2016 Uma mudança de política que já tinha sido associada à entrada de Luís Gonçalves na estrutura. Curioso é que o FC Porto, que tem vários nigerianos ligados ao clube que implicaram investimentos recentes (Chidozie, Ezeh, Moses, Mikel, Musa - que nunca jogou pela B mas é muitas vezes chamado para treinar na A), assuma esta posição 24 horas depois de isto ter sido publicado. Quando foi divulgado o mapa de intermediários da FPF, O Tribunal do Dragão assinalou a polivalência do empresário Edmund Chu, intermediário de Ezeh e Chidozie. «Curiosidade para a RAMP Management, que esteve envolvida na compra/renovação de Chidozie. Edmund Chu já tinha sido mencionado como intermediário de Chidozie. Confuso, até o próprio identificar-se nas redes sociais como sendo presidente... da RAMP. Ou seja, cobram comissão a empresa e o presidente.» Agora a referida investigação conta que em 2012 o FC Porto assinou um contrato com a RAMP, que tinha como missão indicar jogadores ao FC Porto de Gana, Congo, África do Sul, Zâmbia e Nigéria. A RAMP fica com uma comissão de 18 mil euros, torna-se parte interessada de uma futura venda do jogador e até 2015 assume 25% do passe do atleta. Um exemplo comprovado já tinha sido o caso de Fidélis, agora no Portimonense, o clube que mais tem recebido/trocado nigerianos com o FC Porto. A investigação da Mediapart, feita com documentos através do Football Leaks (que muitos parecem preferir fingir que não existem a desmenti-los), diz que com o fim da partilha de passes com terceiros o FC Porto passou a remunerar melhor os intermediários: 75 mil euros por cada vez que um jogador fizer cinco jogos pela equipa B (por norma só são considerados jogos em que o jogador atue pelo menos 45 minutos) e o direito de ser agente do jogador no futuro. Isto levanta questões. Lembram-se de Mbola? Integrou a equipa B em 2012, ano em que o suposto acordo com a RAMP foi assinado. É um jogador da Zâmbia, um dos países referidos no acordo de observação. Mbola era um jogador sem qualidade. Basta recordar a sua estreia na equipa B: 5 minutos em campo e foi expulso. Desde então, tornou-se uma opção fantasmagórica na equipa B. Fez um jogo a titular em novembro, outro em dezembro, outro em março. Chegamos a maio e às duas últimas jornadas do campeonato. Mbola faz os dois jogos a titular e, com isso, chega aos 5 jogos como jogador do FC Porto, precisamente a quantidade referida pela Mediapart. Foi embora no final da época e nunca mais ouviram falar dele. Até onde sabemos, coincidências. Na proveniência do jogador, no número de jogos. Coincidências. Muitas. A Mediapart fala detalhadamente sobre Chidozie. Diz que o FC Porto pagou 500 mil euros ao Riverlande Youth Club e 75 mil euros de comissão «em nome próprio» a Edmund Chu. «Um montante superior aos 10% autorizados». Calculam então que cada jogador menor pode permitir um encaixe de 975 mil euros à RAMP. Porquê? São acusações gravíssimas que aparecem nesta investigação e que, perante qualquer ato de transparência, princípio ético e legalidade, só têm que ser desmentidas pelo FC Porto. A saber: «Na correspondência a que tivemos acesso, o agente Saif Rubie, descontente com a forma como o FC Porto tratou o jovem ganês Christian Atsu, ameaçou contar aos media a maneira como o clube se comporta de início ao fim, incluindo os acordos com a RAMP e todas as vantagens usufruídas pelo clube com os contratos assinados com jogadores africanos jovens vulneráveis». Passando depois a um caso já aqui conhecido, o de Generoso Correia, um negócio muito... generoso. Questionando ainda o envolvimento de D'Onofrio, que no último verão trouxe Depoitre e que segundo estas contas já faturou 10 milhões de euros em comissões com o FC Porto, com o Benfica também envolvido. Dinheiro esse que terá sido escondido em offshores, mas quanto a isso os adeptos do FC Porto só podem estar descansados. Afinal Pinto da Costa deixou claro que o FC Porto não opera em offshores e em paraísos fiscais. O presidente anunciou então o fim da aposta em jogadores de países como Nigéria, Malásia e Mali, para passar a privilegiar a aposta em portugueses. Fica por perceber uma questão: qual o balanço desta parceria com a RAMP que se desconhecia? Quem teve a ideia? Que assume os frutos/resultado desta parceria? Quando custou e quanto rendeu ao FC Porto? Agora, segundo afirma Pinto da Costa, é passado. Mas se o preço da cortiça não baixar, não parece que vá servir de muito. http://otribunaldodragao.blogspot.pt/2016/12/quercus-suber-l.html f*da-se. Leitura obrigatória. Editado 14 Dezembro 2016 por UnReal Compartilhar este post Link para o post