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Sumudica by Night

Olivier Giroud diz que é “impossível assumir a homossexualidade no futebol”

Publicações recomendadas

Esta faz parte das teorias do We Are The World, We Are The Children?

Como aquela do racismo. Só deixa de haver racismo quando deixarmos de falar dele.

As teorias gerais da incompreensão. Nada para dizer, sai lero lero.

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Hoje estou com pouca paciência para discutir questões de tolerância com quem nao está interessado em dar o exemplo.

Maluqueiras minhas, claro.

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Uau

Edit: eu posso estar tremendamente equivocado, mas será que não dá para conversar num tom menos... fundamentalista?

Editado por John Reverend

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Citação de John Reverend, há 1 hora:

O que me estás a dizer é que a sexualidade das minorias gera desconfortos sociais e dilemas pessoais, é isso? E que ao heterosexual basta-lhe apenas parecer sê-lo que toda a problemática em relação às suas preferências desaparece?

Não. A nota de exemplo, o que estou a dizer é que se alguém se confronta com um novo conhecido que tem uma aliança, na maioria dos casos irá assumir que esse homem tem uma esposa. Continuando o exemplo, se essa pessoa pergunta ao homem homossexual há quanto tempo é que ele e a sua esposa estão casados, o homem homossexual é confrontado pela milésima vez (hipérbole) nesse mês com a decisão de esclarecer a sua orientação sexual, ou não. Daí ser um processo contínuo, não algo que acontece uma vez e está resolvido, seguindo a vida com a mesma naturalidade que alguém heterossexual (que raramente se confronta com situações em que pode ter de esclarecer a sua orientação sexual, julgando as consequências dessa revelação).

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Vou lançar o debate: acham que um gay controla a tesão a tomar duche com o Giroud?

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Citação de bmfpcdm, há 16 minutos:

que raramente se confronta com situações em que pode ter de esclarecer a sua orientação sexual,

Não tenho dados que sustentem o que vou dizer, mas não acredito que seja assim tão raro. Quantos rapazes/homens não acordam tarde para a vida sexual e são julgados por isso?

O que quero dizer é que os constrangimentos são inerentes à sexualidade e que cada um deve ser educado e educar-se para saber lidar com isso. Porque neste ponto a sociedade não tem responsabilidade nas orientações do indivíduo. 

Citação de Plagio o Original, há 30 minutos:

Não. Podes continuar. Eu desisto. Ganhaste

Não me digas...? 

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Citação de Che, há 43 minutos:

Vou lançar o debate: acham que um gay controla a tesão a tomar duche com o Giroud?

olivier-giroud.jpg?w=640&h=751&auto=comp

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Citação de John Reverend, há 31 minutos:

Não tenho dados que sustentem o que vou dizer, mas não acredito que seja assim tão raro. Quantos rapazes/homens não acordam tarde para a vida sexual e são julgados por isso?

O que quero dizer é que os constrangimentos são inerentes à sexualidade e que cada um deve ser educado e educar-se para saber lidar com isso. Porque neste ponto a sociedade não tem responsabilidade nas orientações do indivíduo. 

Não me digas...? 

Mas isso não tem nada a ver com a orientação sexual...

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Citação de John Reverend, há 1 minuto:

Não tenho dados que sustentem o que vou dizer, mas não acredito que seja assim tão raro. Quantos rapazes/homens não acordam tarde para a vida sexual e são julgados por isso?

O que quero dizer é que os constrangimentos são inerentes à sexualidade e que cada um deve ser educado e educar-se para saber lidar com isso. Porque neste ponto a sociedade não tem responsabilidade nas orientações do indivíduo. 

Eu não estou a falar de constrangimentos inerentes à sexualidade, muito menos transversais. Eu estou a falar da realidade de uma pessoa homossexual, que por não ter a orientação sexual normativa é confrontada com situações daquele género (tratando-se de simples interações sociais, desprovidas de qualquer contorno sexual), claramente colocando-a numa realidade separada da maioria da população heterossexual (naquele exemplo um homem heterossexual simplesmente responderia à pergunta, não existindo constrangimento absolutamente nenhum). Portanto, numa realidade em que a pessoa homossexual se vê convidada a esclarecer a sua orientação sexual, frequentemente, ao longo da sua vida, num processo contínuo de assunção, considerei erróneo a tua ideia de que, parafraseando, se deva assumir que não há nada a assumir.

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Citação de Mayday, há 11 minutos:

Mas isso não tem nada a ver com a orientação sexual...

Como não? Se julgarem que alguém tem uma orientação sexual diferente por não reconhecerem sinais de atividade sexual, tem a ver com o quê?

Citação de bmfpcdm, há 4 minutos:

Eu não estou a falar de constrangimentos inerentes à sexualidade, muito menos transversais. Eu estou a falar da realidade de uma pessoa homossexual, que por não ter a orientação sexual normativa é confrontada com situações daquele género (tratando-se de simples interações sociais, desprovidas de qualquer contorno sexual), claramente colocando-a numa realidade separada da maioria da população heterossexual (naquele exemplo um homem heterossexual simplesmente responderia à pergunta, não existindo constrangimento absolutamente nenhum). Portanto, numa realidade em que a pessoa homossexual se vê convidada a esclarecer a sua orientação sexual, frequentemente, ao longo da sua vida, num processo contínuo de assunção, considerei erróneo a tua ideia de que, parafraseando, se deva assumir que não há nada a assumir.

E mantenho. Não há! Só explica quem quer. Podem omitir, desconversar, mentir ou dizer a verdade. Só depende de cada um lidar com a situação da forma que lhe apetecer. Tal como em qualquer outra situação que envolva escolhas/orientações pessoais e subjetivas. Endereçar estes constrangimentos como um entrave às liberdades individuais é legitimar esse mesmo entrave.

 

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Citação de John Reverend, há 1 minuto:

Como não? Se julgarem que alguém tem uma orientação sexual diferente por não reconhecerem sinais de atividade sexual, tem a ver com o quê?

E mantenho. Não há! Só explica quem quer. Podem omitir, desconversar, mentir ou dizer a verdade. Só depende de cada um lidar com a situação da forma que lhe apetecer. Tal como em qualquer outra situação que envolva escolhas/orientações pessoais e subjetivas. Endereçar estes constrangimentos como um entrave às liberdades individuais é legitimar esse mesmo entrave.

  

Não, não tem nada a ver. Estás a misturar alhos com bugalhos, e mal.

O problema, John, é que essa teoria da simplicidade, só parece simples a quem não a vive. Se a orientação sexual é um problema todos os dias, em todos os momentos, não podemos achar que é assim tão simples, como tu queres fazer parecer. Para muitos pessoas é um fantasma. Às vezes é mesmo preciso vestir a pele do lobo.

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Citação de John Reverend, há 33 minutos:

E mantenho. Não há! Só explica quem quer. Podem omitir, desconversar, mentir ou dizer a verdade. Só depende de cada um lidar com a situação da forma que lhe apetecer. Tal como em qualquer outra situação que envolva escolhas/orientações pessoais e subjetivas. Endereçar estes constrangimentos como um entrave às liberdades individuais é legitimar esse mesmo entrave.

 

Claro que só explica quem quer... Há mesmo situações em que o ideal é passar a ilusão de heterossexualidade e sair dali o quanto antes; como há situações em que o esclarecimento é feito sem mal nenhum; dependerá sempre do contexto, externo ou interno (por vezes, a pessoa simplesmente não está com paciência para esclarecimentos). Não deixa de ser a realidade de alguém que tem, regularmente, de escolher entre omitir ou revelar a sua orientação sexual. Era isso que eu queria sublinhar, pois o assumir faz parte do quotidiano destas pessoas; consequentemente, afirmar que se deve assumir que não há nada para assumir, para mim, não faz sentido nenhum, pois ignora uma faceta integral da vida destas pessoas.

A tua última frase, daquilo que consigo discernir, não se enquadra em nada do que eu estava a discutir, logo vou abster-me de pedir exposição adicional.

Editado por bmfpcdm

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Nem eu digo o contrário. Só questiono se esse fantasma não é já um reflexo da luta pelos direitos gays e da pressão que ambas as partes exercem no homosexual assombrado. Também há de ser.

E não estou a ver como a exposição pública vem ajudar a exorcizar o problema, pelo contrário. Concordo que se deva discutir e debater o assunto, mas não estou tão certo que trazer o debate para a esfera individual seja o mais sensato. Porque quem se importa já percebeu a mensagem e quem não quer entender, não interessa convencer. Resta continuar a trabalhar com a parte da sociedade que aceita e compreende e pretende fazer a sua parte para integrar a comunidade gay no seu seio, de forma natural.

O que não pode haver é o estigma que ser gay é um poço de problemas e que o homossexual deve exibir o seu sofrimento na praça pública como forma de ajudar à causa.

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Citação de John Reverend, há 1 minuto:

Nem eu digo o contrário. Só questiono se esse fantasma não é já um reflexo da luta pelos direitos gays e da pressão que ambas as partes exercem no homosexual assombrado. Também há de ser.

E não estou a ver como a exposição pública vem ajudar a exorcizar o problema, pelo contrário. Concordo que se deva discutir e debater o assunto, mas não estou tão certo que trazer o debate para a esfera individual seja o mais sensato. Porque quem se importa já percebeu a mensagem e quem não quer entender, não interessa convencer. Resta continuar a trabalhar com a parte da sociedade que aceita e compreende e pretende fazer a sua parte para integrar a comunidade gay no seu seio, de forma natural.

O que não pode haver é o estigma que ser gay é um poço de problemas e que o homossexual deve exibir o seu sofrimento na praça pública como forma de ajudar à causa.

Não, não é. É exactamente o contrário. É a ausência de impacto positivo nessa mesma luta. 

Quando uma ministra (na altura ainda não o era) se assume publicamente homossexual, não o está a fazer inteiramente por si. Está a criar um modelo e um símbolo e a passar a mensagem de que a orientação sexual não é um problema. Que ser homossexual e politico não é incompatível. 

Eu não quero tomar as dores de ninguém porque também não sou homossexual, mas claramente falas de um lugar confortável e longe desta realidade. 

Não pode ser um poço de problemas, mas é. O que propões é um mundo perfeito que não existe. Nós a falarmos da realidade e tu a falar-nos de contos de fada.

 

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Citação de bmfpcdm, há 5 minutos:

Claro que só explica quem quer... Há mesmo situações em que o ideal é passar a ilusão de heterossexualidade e sair dali o quanto antes; como há situações em que o esclarecimento é feito sem mal nenhum; dependerá sempre do contexto, externo ou interno (por vezes, a pessoa simplesmente não está com paciência para esclarecimentos). Não deixa de ser a realidade de alguém que tem, regularmente, de escolher entre omitir ou revelar a sua orientação sexual. Era isso que eu queria sublinhar, pois o assumir faz parte do quotidiano destas pessoas; consequentemente, afirmar que se deve assumir que não há nada para assumir, para mim, não faz sentido nenhum, pois ignora uma faceta integral da vida destas pessoas.

A tua última frase, daquilo que consigo discernir, não se enquadra em nada do que eu estava a discutir, logo vou abster-me de pedir adicional exposição.

Eu entendo o dilema e não estou a tentar fazer de conta que não existe. Simplesmente o encaro como qualquer outro dilema que faz parte da condição humana e que torna a nossa vida numa constante assunção dos nossos valores, ideologias e sonhos perante os outros.

Concedo, no entanto, que posso estar a ser inocente na minha proposição. Mas mantenho o que tenho vindo a afirmar. Por convicção.

Noutro dia desenvolvo melhor, que o cansaço não está a dar tréguas.

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Isto é a mesma coisa que dizeres a alguém que tem um problema: houve, não penses nisso.

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Citação de Mayday, há 3 minutos:

Não, não é. É exactamente o contrário. É a ausência de impacto positivo nessa mesma luta. 

Quando uma ministra (na altura ainda não o era) se assume publicamente homossexual, não o está a fazer inteiramente por si. Está a criar um modelo e um símbolo e a passar a mensagem de que a orientação sexual não é um problema. Que ser homossexual e politico não é incompatível. 

Eu não quero tomar as dores de ninguém porque também não sou homossexual, mas claramente falas de um lugar confortável e longe desta realidade. 

Não pode ser um poço de problemas, mas é. O que propões é um mundo perfeito que não existe. Nós a falarmos da realidade e tu a falar-nos de contos de fada.

 

Que seja. Porque a realidade tem feito maravilhas pela causa.

Ora, poupa-me ao teu cinismo. Eu falo de um lugar que pretendo que venha a ser. Não me perco entretido com pescadinha de rabo na boca que só geram mais ódio, intolerância e radicalismo. 

Por muito que queiras, não consegues construir um futuro melhor com exigências, confrontos e mártires. 

O caminho é o do entendimento e o do apaziguamento. Contos de fadas.

Citação de Mayday, há 3 minutos:

Isto é a mesma coisa que dizeres a alguém que tem um problema: houve, não penses nisso.

Não. É a mesma coisa que ouvires de alguém: olha lá, tens alguma coisa a ver com isso?

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Fico feliz de regressar e ver alguns comentários de troca de opiniões diferentes,  após uma inicial ridicularização de se tornar o tópico interessante.  Independentemente dos diferentes pontos de vista é de salutar o respeito pelo debate e troca de pontos de vista,  ideias e opiniões.  É assim que a sociedade evolui,  com dialogo.  Irei dar uma olhada mais atenta quando tiver tempo.  Para barulho quando alguém se desvia da bitola padrão já basta as assembleias dos três grandes. 

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