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[FM08] - O Bloco de Notas | RC Recreativo de Huelva - Portugal - Liverpool FC

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Boa entrada na Champions mas calhaste num grupo complicado mas acredito que possas lutar pela passagem. 

No campeonato entrada muito tremida e já levas 9 pontos de atraso sobre o líder, é preciso melhorias rápido.

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Citação de Burkina2008, Em 24/02/2024 at 17:05:

Inicio relativamente bom no campeonato apesar da ma preparacao. Curioso para ver os resultados na Europa.

Se considerarmos que andei, em jogos oficiais, a preparar a equipa não é um mau arranque.

Mas já perdemos alguns pontos preciosos e felizmente que o Otelul não era um adversário forte.

Citação de Banks29, Em 25/02/2024 at 09:25:

Boa entrada na Champions mas calhaste num grupo complicado mas acredito que possas lutar pela passagem. 

No campeonato entrada muito tremida e já levas 9 pontos de atraso sobre o líder, é preciso melhorias rápido.

O grupo é equilibrado, mas por baixo. De todos, acredito que não podia ter sido melhor sorteio.

Trememos no campeonato e há que recuperar porque sabemos que vamos perder mais pontos. Mas as minhas contas, no máximo, é que temos 1 ponto de atraso. Porque a liderança (e o segundo lugar) está fora de questão. A diferença é abismal.

 

Obrigado a ambos!!

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E como foi a nossa estreia na Liga Milionária?! Vamos rebobinar um pouco a cassete e relembrar o que ditou o sorteio para esta fase de grupos. Primeiro vamos falar do grande favorito, o Inter, que terminou o campeonato no terceiro lugar (a dois pontos da campeã Juventus). O treinador Roberto Mancini tem à sua disposição um plantel com grandes nomes do futebol mundial e normalmente aposta no 4x4x2 clássico com Zlatan Ibrahimovic e Obafemi Martins a fazer a dupla de ataque. Mas são tanto os grandes nomes que esta equipa possui que fica difícil de perceber qual será a apota do treinador. Júlio César, Chivu, Walter Samuel, Maicon, Marcelo, Maxwell, Cambiasso, Fellaini, David Silva, Stankovic e Balotelli são alguns dos nomes que podemos ver facilmente num 11 titular.

Segue-se o Paris Saint-Germain, campeão francês, que defrontámos o ano passado na Taça Uefa. Saímos derrotados desse jogo mas deu para perceber a dimensão clube (que está em crescendo) mas também que há uma hipótese muito boa de conseguirmos pontuar. Uma equipa que aposta em jogadas rápidas dada a velocidade que colocam nas linhas e na frente de ataque. Destaques? Mamadou Sakho, Didier Digard, Younousse Sankharé, David N’Gog e Tiago Luís.

Para o fim, os gregos do Olympiacos. Uma equipa habituada a estas andanças e que tem no plantel sempre nomes interessantes. À semelhança das outras duas equipas, também apostam num 4x4x2 clássico e diria que o guarda-redes Renan, juntamente com o defesa Kyriakos Papadopoulos), os médios Giannis Papadopoulos) e Luciano Galetti e os avançados Leonel Nunez e Konstantinos Mitroglou são jogadores que podem fazer a diferença a favor da equipa que vem do pote 2.

E começámos a nossa caminhada precisamente contra a equipa da Grécia. A jogar em casa era extremamente importante alcançar uma vitória se queríamos sonhar com algo. Como já referi no capítulo anterior, vínhamos de uma fase menos consistente e com algumas falhas dentro das quatro linhas, algo que tentámos mudar a partir deste encontro.

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Com sucesso! Carlos Martins mais solto a fazer companhia ao médio ofensivo Arshavin serviram na perfeição os nossos dois avançados que estiveram em destaque nesta partida. Chegámos ao intervalo com uma vantagem de dois golos e no segundo tempo, conseguimos gerir a partida, fazer alguma rotação e ainda chegar ao terceiro, com Braulio a bisar na partida.

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Os nossos confrontos com o Paris SG não têm sido muito positivos. Este ano, a jogar no Parc des Princes não conseguimos incomodar o guarda-redes uma única vez, com os nossos 11 remates a seguirem a direção errada. A equipa francesa foi muito mais direta e assertiva no seu jogo e chegou aos golos através dos dois extremos, aproveitando aquele que considero ser o nosso grande ponto fraco, o pouco apoio defensivo aos nossos laterais.

Fechámos a primeira volta com a receção aos italianos e até ao momento, vínhamos a cumprir com o mínimo exigível - uma vitória em casa. Neste segundo jogo diante dos nossos adeptos sabíamos, como é hábito das equipas italianas, que íamos ter bola já que estas apostam preferencialmente em atrair os seus oponentes para depois apostar nos contra-ataques. Nós, tendo mais bola, tínhamos a possibilidade de colocar em prática o nosso jogo.

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Procurámos ser mais cautelosos com a projeção dos nossos laterais e ter uma marcação mais atenta às ameaças que vinham do outro lado. Assistiu-se a uma boa partida no Nuevo Colombino, com os golos a surgirem apenas na segunda parte. O Inter, com dificuldades em ter a bola na nossa área, chegou à vantagem ao minuto 69, com Stankovic a surgir como bombeiro de serviço. Um remate forte, fora da área, foi a estratégia utilizada para inaugurar o marcador.

Quanto a nós, já que de bola corrida não estava fácil, aproveitámos dois lances de bola parada. Edu Moya está origem dos dois lances, já que no primeiro obrigou Júlio César a uma grande defesa, no entanto, deixou a bola solta para que Arshavin fuzilasse para o 1-1. Ao minuto 90, o lateral, através de um “canto curto”, descobre a cabeça de Cáceres que deixou o guarda-redes brasileiro pregado ao chão.

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Com esta segunda vitória alcançámos o primeiro lugar do grupo! E percebemos que o Olympiacos, afinal, veio baralhar as contas, já que conseguiu empatar com Inter e PSG. Para já temos uma (curta) vantagem que não esperávamos ter e, por isso, as expetativas que trazíamos para esta competição, pode mudar.

Se cumprirmos com a menor das obrigações, ou seja, vencer o jogo em casa e conquistarmos pontos com os gregos, é possível sonhar com a passagem aos oitavos. Se vencermos duas das três partidas, podemos ambicionar o primeiro lugar. Posto isto, não fico satisfeito com um possível terceiro lugar.

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Interessante e equlibrado o grupo. Tiveste alguma sorte do Inter vencer o PSG, mas ainda falta a segunda volta...

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Bem, venha a segunda volta porque nesta claramente deste um passo importante na luta pela qualificação.

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Citação de Burkina2008, há 22 horas:

Interessante e equlibrado o grupo. Tiveste alguma sorte do Inter vencer o PSG, mas ainda falta a segunda volta...

Sinceramente não sei se é sorte ou azar. Mas que está muito equilibrado, está.

Citação de Banks29, há 6 horas:

Bem, venha a segunda volta porque nesta claramente deste um passo importante na luta pela qualificação.

Acredito que fizemos uma boa primeira volta e que nos dá a possibilidade de ambicionar algo mais do que era expectável.

 

Obrigado a ambos!

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A equipa vinha a mostrar melhorias, algo que já era perceptível pelos últimos resultados, ainda assim, apanhávamos um ou outro contra-tempo. Era hora de seguir o rumo certo para não perder o comboio e, para isso, necessitávamos da “ajuda” dos nossos avançados que têm estado menos confiantes que nos anos anteriores. Pongolle tem sido o mais consistente mas acaba por não ser suficiente, já que não estamos a falar propriamente de um finalizador nato. Liedson, com a lesão que o assombrou na pré-temporada tem tido dificuldades em voltar às exibições que nos vinha a habituar. Meyong é curto e Braulio ainda está à procura do seu espaço na equipa.

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O mês de Novembro deu-nos a possibilidade de melhorar e aumentar os nossos índices de confiança. Jogámos duas vezes em casa com equipas da metade inferior da tabela e tivemos a primeira mão da quarta eliminatória, a contar para a Taça do Rei. Aproveitámos para gerir a situação do avançado brasileiro de outra forma, não o colocando sempre em campo, para retirar pressão e também para dar algum descanso. Frente ao Racing, Liedson acabou por responder com um golo que ajudou na vitória da equipa.

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O Real Madrid é um monstro, começo a ganhar um pequeno ódio de estimação sobre esta equipa porque não tem pontos fracos - o melhor ataque da competição, a melhor defesa e continua sem conhecer o sabor da derrota. Sofremos muito cedo, mas não condicionou a estratégia que levávamos para a partida. Fomos resilientes, tentámos impor o nosso jogo mas seria mais do mesmo. Acabámos pro sofrer dois golos na parte final o que traz um resultado pesado para o que fizemos.

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Em termos qualitativos, a nossa produção de jogo era cada vez melhor. Apesar de marcarmos mais golos, podíamos e devíamos ter sido mais eficazes, já que isso nos custou algumas perdas de pontos. Estarei a exagerar?! Vejamos…

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Barcelona e Villarreal terminam as respetivas partidas com 3 remates à baliza o que resulta numa derrota contra os catalães e um empate contra o submarino amarelo. Podemos não ter melhores individualidades mas nas quatro linhas impomos respeito. Mas só respeito não chega para garantir os 3 pontos.

Diante do Bétis, fizemos uma primeira parte de luxo em que fomos para o intervalo a ganhar por 3-0. Já no segundo tempo, jogámos de cadeira e permitimos que o adversário crescesse. Rafael Sóbis fez o golo de honra da equipa da casa mas, sendo realista, a equipa dos verdes e brancos podiam ter conseguido algo mais.

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Contra o Gimnastic, Pongolle respondeu da melhor forma ao hat-trick de Eto’o na jornada anterior e conduziu a nossa equipa para mais uma vitória tranquila. Antes de fechar o ano carimbámos a passagem à fase seguinte da Taça, com mais uma vitória segura diante do Badalona, com golos de Braulio e Liedson. Depois do golo conseguido em Novembro, fez mais três no mês de Dezembro. Será o regresso do goleador?! (não estou a contabilizar possíveis golos dos jogos da liga dos campeões)

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Temos dois campeonatos – o do Real Madrid e Barcelona e o campeonato dos restantes. E nesse, estamos em primeiro! Há um grupo de várias equipas muito próximas e é muito difícil perceber o que se irá desenrolar daqui para a frente. A verdade é que a diferença pontual entre Barcelona e nós é a mesma que existe entre nós e o décimo primeiro classificado, o Maiorca!

Acredito que estamos no caminho certo e sinto-me confiante para o que aí vem. A equipa está mais sólida, mais competente e as entradas (de forma mais definitiva) de Thiago Motta e de Mathieu ajudaram bastante.

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Já Arshavin não tem tido a vida fácil. Para quem esperava a sua titularidade, tenho a dizer que Conca tem dado conta do recado e o russo acaba por estar mais vezes no banco de suplentes do que dentro de campo. No entanto, sempre que é chamado a jogo responde de forma positiva e acaba por trazer frescura ao nosso ataque. A lesão contraída a 20 de Dezembro acaba por ser um pequeno revés até porque ficamos sem uma solução criativa caso Dário Conca não possa jogar.

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Periodo complicado com resultados complicados, acho que fizeste o possivel!

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Citação de Burkina2008, há 18 horas:

Periodo complicado com resultados complicados, acho que fizeste o possivel!

Já era esperado perder alguns pontos com adversários como Real Madrid, Barcelona e Villarreal. No entanto, dada as exibições conseguidas com os dois últimos, sabe a pouco.

De resto, penso que estamos a melhorar e a cimentar o nosso lugar!

 

Obrigado!

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A lesão do Liedson na pré época tem dificultado o seu regresso ao melhor nível, que tem sido refletido na produção ofensiva da tua equipa, embora nestes últimos tempos só tenhas ficado em branco frente ao Real Madrid. 

Há claramente uma luta pelo título a dois e depois o grupo que quer fechar o pódio, que vale lugar direto na Champions. 

Na primeira volta da Champions conseguiste 2 importantes vitórias num grupo em que os gregos estão para baralhar as contas. 

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Citação de Tuckius, há 8 minutos:

A lesão do Liedson na pré época tem dificultado o seu regresso ao melhor nível, que tem sido refletido na produção ofensiva da tua equipa, embora nestes últimos tempos só tenhas ficado em branco frente ao Real Madrid. 

Há claramente uma luta pelo título a dois e depois o grupo que quer fechar o pódio, que vale lugar direto na Champions. 

Na primeira volta da Champions conseguiste 2 importantes vitórias num grupo em que os gregos estão para baralhar as contas. 

A lesão tem dificultado imenso no seu regresso. Já percebi que continuar a insistir com ele diretamente no onze não resulta, tenho que ir fazendo uma gestão até voltar ao melhor nível! Com isso, acabamos por dar tempo ao Braulio de ir aparecendo.

Concordo totalmente com a tua análise. 

Obrigado!

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Depois de uma primeira volta bem conseguida, com duas vitórias em três jogos, as expetativas que tínhamos para a competição subiram, pois acreditávamos realmente que era possível seguir em frente e, talvez, com um bocadinho de sorte, no primeiro lugar do grupo. Percebe-se que existe equilíbrio e qualquer pormenor pode fazer a diferença entre chegar aos oitavos ou ser “relegado” para a Taça Uefa. Estou também curioso para saber o que o Olympiacos pode conseguir fazer.

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Para dar início a esta segunda volta, viajámos até Milão e começámos a partida da pior maneira possível! Primeiro minuto de jogo, primeiro pontapé de canto batido e surge o primeiro golo da equipa da casa. Seguiu-se um autêntico jogo de pingue-pongue, com duas equipas a procurarem jogar ao ataque. Empatámos a partida através de Thiago Motta mas foi algo que durou pouco tempo, já que Zlatan colocaria a equipa italiana de novo em vantagem, 7 minutos depois. Em cima do intervalo, foi a nossa vez de marcar através de um pontapé de canto, com Pongolle a restabelecer de novo a igualdade.

Não fomos tão fortes, nem tão eficazes como na primeira vez que os defrontámos, muito por mérito da equipa do Inter e no segundo tempo após uma jogada de insistência, Stankovic voltou a fazer das suas e estabeleceu o resultado final.

Não era uma derrota que beliscava as nossas aspirações, já que as nossas “obrigações” estavam destinadas aos dois últimos jogos. Fomos, desta vez, até à Grécia e conseguimos um resultado histórico.

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Os adeptos tiveram a oportunidade de assistir a um festival da nossa parte que acabou com uma goleada das antigas! Tudo começou com o golo madrugador do nosso lateral direito, Pampa Calvo e só terminou em cima do minuto 90, com o bis de Dário Conca. Pelo meio, Lieson teve a oportunidade de bisar (precisamos muito do faro de golo do levezinho), e Carlos Martins e Sinama Pongolle também fizeram das suas.

Passou a ser a nossa maior vitória de sempre e que nos dava uma certa segurança para a última jornada da fase de grupos. Olhando para a pontuação e para o conjunto dos resultados, o empate diante do PSG era suficiente já que tínhamos vantagem sobre o Inter (caso vencesse a sua partida), não pelo confronto direto, mas sim pela diferença de golos, a não ser que acontecesse algum milagre.

Mas jogar para o empate normalmente resulta em desgraça e estávamos determinados em alcançar o primeiro posto, o que dependeria apenas de nós mesmos. Apesar de um primeiro ataque da equipa francesa, entrámos muito melhor na partida e tivemos o domínio durante a primeira hora de jogo. Aos 29 minutos, após um má reposição num lançamento de linha lateral e uma triangulação bonita entre Kehl, Conca e Pongolle, o avançado inaugurou o marcador.

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Essa vantagem podia ter sido aumentada mas do outro lado, o guarda-redes adversário vinha a fazer uma boa exibição. Nos últimos 25 minutos, a equipa forasteira carregou um pouco mais, insistiu no jogo pelas linhas e com vários cruzamentos e nós defendemos com alguma tranquilidade.

Deu-se um balde de água gelada para os atuais campeões franceses, que para além da derrota, viram o Inter golear o Olympiacos por 4-0 e desta forma terminaram o grupo na terceira posição. Nós passámos no primeiro lugar do grupo, o que nos permitia fugir a muitos dos tubarões do futebol europeu no sorteio dos oitavos.

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E podemos afirmar que continuamos a ter alguma sorte (na teoria) na nossa caminhada europeia. De todos os possíveis adversários, o Hamburgo era um dos que nos parecia mais simpáticos. A equipa está na sexta posição do campeonato alemão e, apesar de ter alguns nomes interessantes no seu plantel, não é algo que me assuste de primeira. Mas vamos deixar isso para um próximo capítulo. Objetivo?! Chegar aos quartos obviamente.

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Boa exibição frente o Inter, que tem um super plantel, apesar da derrota. Os 7 em Pireus mais a vitória sobre o PSG em casa acabam por ditar o primeiro lugar do grupo. Em teoria o sorteio foi simpático, o mesmo dirão os alemães, vamos lá ver como é na realidade! 

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Grande tareia nos gregos e boa vitoria com o PSG!

Agora com o HSV vai ser complicado mas nao impossivel!

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Mais 3 grandes jogos na champions que te garante uma fantástica qualificação e ainda o 1º lugar do grupo.

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Citação de Tuckius, Em 02/03/2024 at 18:58:

Boa exibição frente o Inter, que tem um super plantel, apesar da derrota. Os 7 em Pireus mais a vitória sobre o PSG em casa acabam por ditar o primeiro lugar do grupo. Em teoria o sorteio foi simpático, o mesmo dirão os alemães, vamos lá ver como é na realidade! 

Verdade, os alemães podem pensar exatamente o mesmo! Mas diria que em situação normal temos capacidade para passar.

Citação de Burkina2008, há 22 horas:

Grande tareia nos gregos e boa vitoria com o PSG!

Agora com o HSV vai ser complicado mas nao impossivel!

Começamos a demonstrar mais fibra em relação aos anos anteriores.

Citação de Banks29, há 1 hora:

Mais 3 grandes jogos na champions que te garante uma fantástica qualificação e ainda o 1º lugar do grupo.

Toda a fase de grupos foi espetacular, agora é manter a qualidade de jogo e acreditar que podemos chegar aos quartos.

 

Obrigado a todos!

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Espetáculo essa fase de grupos!

Btw, no final da época podes mostrar como está Ronaldo e Messi? Se não me engano esse fm começa na época em que o Ronaldo explode no United e ganha a sua primeira bola de ouro. Era engraçado ver como estão aí os dois extra terrestres. 😅

Editado por Claudiojp
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Citação de Claudiojp, há 16 horas:

Espetáculo essa fase de grupos!

Btw, no final da época podes mostrar como está Ronaldo e Messi? Se não me engano esse fm começa na época em que o Ronaldo explode no United e ganha a sua primeira bola de ouro. Era engraçado ver como estão aí os dois extra terrestres. 😅

Foi uma estreia em grande na competição!

Boa, no final de época irei mostrar informações quanto a esses dois ET's. Para já, posso adiantar que continuam em Manchester e Barcelona, respetivamente. Relembrar que tanto um, como o outro eram mais extremos nesta altura.

 

Obrigado!

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Quem me conhece sabe qual a minha posição quanto ao mercado de Inverno – mexer o menos possível no plantel, fazendo apenas algum ajuste necessário, seja por falta de soluções em algum setor ou devido a uma saída por uma transferência irrecusável. A última razão, uma lesão grave! E janeiro não foi propriamente simpático quanto a este tema.

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Jesús Vázquez de fora entre um a dois meses

Jeremy Mathieu de fora entre um a dois meses

Portanto, dois laterais de fora, sendo que um deles falha quase a época toda! Edu Moya é o nosso subcapitão e lateral direito titular, desta forma surge uma oportunidade para Pampa Calvo se mostrar no que resta da temporada. A nossa ida ao mercado fica de certa forma limitada já que, como é costume, estamos a preparar a próxima época com alvos a custo zero. E podemos, desde já, mostrar aos nossos adeptos que estamos a fazer esse trabalho:

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Juan Valera (lateral direto) e Lino Marzoratti (defesa-central) chegaram a acordo com o nosso clube para reforçarem o plantel na próxima temporada. Escusado será dizer, que com a chegada de Valera, a saída de Pampa Calvo já estava algo pensada e que deixa de fazer sentido ir buscar um lateral a definitivo neste mercado de inverno. Foram várias as hipóteses estudadas e tenho a dizer que não foi fácil. Eis que surge o nome de Massimo Oddo, lateral do AC Milan:

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Jogador experiente com a capacidade de jogar nos dois lados (já que temos Edu Moya e Mathieu lesionados) e que chega emprestado sem a expetativa de ser titular.

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No regresso à competição após passagem de ano, tivemos uma deslocação difícil a Valência, com David Villa a fazer das suas. Demos uma parte de avanço e mesmo com o golo do empate a ser conseguido por Carlos Martins no início do segundo tempo, o avançado espanhol não deu descanso à nossa defesa e estabeleceu o resultado final.

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Mas este seria o único resultado menos conseguido e a exibição mais equilibrada durante o mês de Janeiro. Seguiram-se quatro partidas, quase todas se sentido único e com muitos golos! Com especial atenção para a goleada conseguida frente ao Almeria, que não sendo a primeira da época, demonstra que, com mais qualidade individual, esta equipa joga que se farta. Demonstrámos algumas dificuldades, no que à finalização diz respeito frente ao Deportivo. Para além de Pongolle e Liedson que têm estado em evidência, temos mais jogadores a chegar ao golo, especialmente homens do meio-campo e ainda o avançado habitualmente suplente, Braulio.

Infelizmente esta taxa de concretização não tem sido a mesma na Taça do Rei o que nos custou a eliminação, muito pelo que aconteceu na primeira mão. A jogar em casa, permitimos que o Osasuna se adiantasse no marcador (fez apenas dois remates à baliza) e não fomos criativos o suficiente para chegar ao golo. O melhor que conseguimos foi o empate através de Martin Cáceres, na sequência de um pontapé de canto.

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Na segunda mão, não tenho nada a apontar aos meus jogadores. Expulsão precoce de Bocanegra, chegámos à vantagem ao minuto 14, através de Braulio mas não resistimos a 90 minutos mais 30 de prolongamento, onde continuámos a jogar de igual para igual. A equipa rebentou fisicamente e a partir dos 70 minutos o Osasuna assumiu a partida por completo. Conseguiu o empate e fez o golo da vitória na primeira parte do prolongamento.

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Em Fevereiro mantivemos a qualidade exibicional e isso traduziu-se em duas vitórias por números gordos, diante de Saragoça e Espanhol.

Entre a jornada europeia (próximo capítulo) dois jogos complicados mas com histórias diferentes. Se com o Sevilla o empate ajusta-se, dadas as dificuldades que eles nos impuseram e onde conseguiram ser melhores em certos momentos do jogo, com o Atlético voltamos a ter uma exibição acima da média mas pecamos defensivamente. Aliás, é injusto colocar as culpas no setor defensivo porque devíamos ter tido mais acerto na hora de finalizar e os dois golos da equipa visitante nascem de dois cantos, que permitiram a Juan, central brasileiro, bisar na partida.

A equipa de Madrid costuma fechar-se muito bem, o que dificultou o nosso jogo interior, e fomos obrigados a recorrer a cruzamentos e a remates de meia distância. Não correu bem e somámos mais uma derrota.

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Começa a desenhar-se um fosso, tanto para o segundo lugar como para o quarto classificado. Existem muitas possibilidades no ar e tudo depende de como será o caminho do Barcelona (e o nosso, claro) até ao final, porque na verdade não estão assim tão longe.

Quem foge é o Real Madrid que continua sem perder no campeonato e já leva 12 pontos de avanço. Outro ponto a ressalvar a nosso faço é a diferença de golos, que há 17ª jornada era de 13 golos e atualmente, é de 28 golos. Sofremos 9 golos neste ciclo mas marcámos 24 golos o que diz muito das nossas melhorias, enquanto equipa.

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Boa serie, Oddo mais um craque do passado. Agora curioso sobre o resultado com o HSV!

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Citação de Burkina2008, há 5 horas:

Boa serie, Oddo mais um craque do passado. Agora curioso sobre o resultado com o HSV!

Oddo já chega numa fase descendente da carreira e será apenas uma solução de reserva. Aliás, se tudo, correr bem, jogará muito pouco mesmo.

Quanto ao HSV amanhã temos novo capítulo 👌 Obrigado!

Editado por Kluivert

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Chegámos aos Oitavos! Ver o nosso clube nesta fase da competição já é uma grande vitória para nós! Não nos podemos esquecer que falamos de um clube que participa pela primeira vez naquela que é considerada a maior prova de clubes e, que passou, com grande distinção, a fase de grupos! O sorteio ditou que o Hamburgo seria o nosso próximo adversário e, como alguns especialistas afirmaram, pode ser considerado um bom sorteio para ambos os lados.

A equipa alemã, à primeira vista, não traz um plantel recheado de estrelas como outros que já enfrentámos anteriormente. Tem nomes interessantes como Renan (GR contratado no mercado de Janeiro, que não foi inscrito na competição), Zuiverloon, Boateng, Schaars e Christian Benitez por exemplo). Mais algum nome que vos chame à atenção?!

Viajámos até à Alemanha com um registo, nos últimos jogos, de cinco vitórias consecutivas para o campeonato e com vários golos marcados o que nos dava bastante confiança para esta jornada europeia. Mas a história do jogo desenhou o que se seguiria, três jogos consecutivos sem conhecer o sabor da vitória.

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Não que tivéssemos jogado mal, mas voltámos às exibições que foram a imagem de marca na primeira fase da época – controlo do jogo, maior domínio, mais remates mas pouca criatividade e eficácia ofensiva. Não é por acaso que o único golo chegou por parte de um defesa central, num lance de bola parada. Acabámos por vacilar e entregar o jogo ao adversário que no último suspiro do jogo chegou à igualdade. O que não seria, de todo, um mau resultado já que levávamos uma pequena vantagem pelo golo conseguido fora.

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Mas isto é a Liga dos Campeões! Temos que dar mais, tem que existir um maior compromisso e tínhamos que mostrar, diante dos nossos adeptos, do que somos capazes. Fizemos duas/três mudanças no onze para refrescar um pouco a equipa e foram, precisamente, essas alterações que fizeram a diferença no jogo. Arshavin que vinha aos poucos a ganhar minutos, após a sua lesão, bisou na partida e Braulio que foi lançado para o lugar do lesionado Pongolle, também deixou o seu nome na folha de marcadores. E se, na partida anterior, tivemos fogachos da equipa alemã, aqui não demos qualquer hipótese e carimbámos o acesso para os quartos-de-final…

...onde voltávamos a encontrar uma equipa italiana, depois de já termos encontrado o Inter na fase de grupos. E o que dizer do plantel da Juventus?! Praticamente não tem pontos fracos, já que dispõe de muita qualidade para todos os setores. E uma equipa italiana ter na frente um avançado como Miroslav Klose? Não é justo…

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E foi este pormenor que fez toda a diferença na primeira mão, jogada em casa. A equipa italiana demonstrou alguma superioridade nos minutos iniciais e chegou mesmo ao golo da vantagem pelo avançado alemão. Depois seguiu-se o que já se esperava, maior controlo do jogo da nossa parte, algo concedido pelo adversário que esperava o mínimo erro para apostar no contra-ataque. Eles anularam, e bem, o nosso jogo ofensivo e já perto do final ampliaram a vantagem. Não tínhamos tarefa fácil para a segunda mão…

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...e tudo piorou quando Liedson foi expulso aos 35 minutos, quando o marcador ainda se encontrava a zeros. As nossas possibilidades ficaram reduzidas a partir deste momento mas, ainda assim, realizámos uma exibição muito interessante. A Juventus estava na sua praia e foi segurando o resultado. No início da segunda parte, após uma jogada individual sobre a esquerda, Giovinco arrancou para a baliza e fez o golo inaugural. Cinco minutos depois, foi a vez do médio português Tiago, na sequência de um canto, sentenciar a partida e a eliminatória.

Agora é hora de virar o foco para o campeonato e agarrar um lugar no pódio para que no próximo ano possamos aqui estar novamente!

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Grande com o Hamburg...depois a Juve era ja muita fruta...por enquanto. Klose deve ter sido de cabeca!

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Enquanto com o Hamburg conseguiste 2 belos jogos, já com a Juve notou-se que ainda falta um passo ao clube para igualar com os grandes clubes.

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Citação de Burkina2008, Em 09/03/2024 at 17:32:

Grande com o Hamburg...depois a Juve era ja muita fruta...por enquanto. Klose deve ter sido de cabeca!

Dois golos, duas cabeçadas! Fácil!

Citação de Banks29, Em 11/03/2024 at 11:11:

Enquanto com o Hamburg conseguiste 2 belos jogos, já com a Juve notou-se que ainda falta um passo ao clube para igualar com os grandes clubes.

O plantel dos italianos é de sonho, uma grande diferença para nós ainda.

 

Obrigado a ambos!

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