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Rui Cardoso

Oficina de Escrita

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Gostei mais desse... Talvez por me identificar mais com o tema.

 

Apenas acho que despejas demasiada informa??o, as sirenes, os bombeiros, o fumo, sem as transformares na espiral alucinante que realmente foi...

 

Bolas, estou demasiado cr?tico, deve ser da hora. :mrgreen:

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Gostei mais desse... Talvez por me identificar mais com o tema.

 

Apenas acho que despejas demasiada informa??o, as sirenes, os bombeiros, o fumo, sem as transformares na espiral alucinante que realmente foi...

 

Bolas, estou demasiado cr?tico, deve ser da hora. :mrgreen:

Por acaso est?s cr?tico demais :mrgreen:

 

Mas este texto, tinha sido escrito num teste, como se ofsse uma composi??o. E foi escrito ? pressa. Mas que me ajudou a ter a nota que tive isso, foi. Portanto, o facto de estar com demasiada informa??o, ? por isso, pela pressa. E pela aus?ncia de m?sica, que me ? fundamental

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Por acaso est?s cr?tico demais :mrgreen:

 

Mas este texto, tinha sido escrito num teste, como se ofsse uma composi??o. E foi escrito ? pressa. Mas que me ajudou a ter a nota que tive isso, foi. Portanto, o facto de estar com demasiada informa??o, ? por isso, pela pressa. E pela aus?ncia de m?sica, que me ? fundamental

 

Eu sem a madrugada, fa?o coisas certinhas, mas n?o "especiais".

 

LOL, rapaz, se os textos estivessem maus em dizia-te, talvez por MP... Ou se calhar n?o, ?s benfiquista, uma humilha??ozita calhava bem (jk) :mrgreen:

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Eu sem a madrugada, fa?o coisas certinhas, mas n?o "especiais".

 

LOL, rapaz, se os textos estivessem maus em dizia-te, talvez por MP... Ou se calhar n?o, ?s benfiquista, uma humilha??ozita calhava bem (jk) :mrgreen:

:axe:

 

Eu sei que sim, e eu estou a concordar com algumas das tuas ct?ticas ;). ? pena eu n?o ter neste PC um texto que escrevi, n?o me lembro sobre qu?, mas que p?r as pitas todas da minha turma a chorar, e alguns tipos quase

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J? n?o escrevo h? uns tempos, antigamente fazia disso apan?gio. Mas essa fase passou, e eu apaguei tudo, propositadamente. Um dia volto..

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J? n?o escrevo h? uns tempos, antigamente fazia disso apan?gio. Mas essa fase passou, e eu apaguei tudo, propositadamente. Um dia volto..

Oh nao! Fujam!

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J? n?o escrevo h? uns tempos, antigamente fazia disso apan?gio. Mas essa fase passou, e eu apaguei tudo, propositadamente. Um dia volto..

 

Eu prefiro desatar ?s biqueiradas na parede. :mrgreen:

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E o Mesquita escreve bastante bem.

 

? melhor a escrever do que a ler os hor?rios dos comboios. Isso sem d?vida! :mrgreen:

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? melhor a escrever do que a ler os hor?rios dos comboios. Isso sem d?vida! :mrgreen:

:lolada:

 

Bem, eu tenho algumas coisas aqui para o PC, mas n?o as encontro

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Quando olho para tr?s no empoeirado e nost?lgico livro das mem?rias lembro-me de voc?s. Todos com um papel diferente, mas todos marcantes. Todos com a sua estaca, com o seu padr?o emergente na barra cronol?gica. Incompleta e precoce mas nem por isso vazia de mem?rias e de pequenos recortes como se de imprensa se tratasse, selectivamente seleccionados por entre in?meras outras situa??es com letras gordas e de tamanho industrial a exigir lugar de maior import?ncia.

 

Seria de uma hipocrisia e de um isolamento atroz se assim n?o fosse. N?s n?o somos parte integrante dessa escolha – o nosso subconsciente encarrega-se de fazer com que as suas escolhas figurem nesse ?lbum. Isoladamente e sem solicita??es de aux?lio, sem a racionalidade a operar nelas.

 

Apenas aparenta existir uma coer?ncia nessas escolhas: inexoravelmente s?o pessoas marcantes. E nem a parte racional pode colocar isso em causa. Por muito racionais que sejamos n?o podemos negar tal facto.

 

 

Alexandre Costa, 04/08/07

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Quando olho para tr?s no empoeirado e nost?lgico livro das mem?rias lembro-me de voc?s. Todos com um papel diferente, mas todos marcantes. Todos com a sua estaca, com o seu padr?o emergente na barra cronol?gica. Incompleta e precoce mas nem por isso vazia de mem?rias e de pequenos recortes como se de imprensa se tratasse, selectivamente seleccionados por entre in?meras outras situa??es com letras gordas e de tamanho industrial a exigir lugar de maior import?ncia.

 

Seria de uma hipocrisia e de um isolamento atroz se assim n?o fosse. N?s n?o somos parte integrante dessa escolha – o nosso subconsciente encarrega-se de fazer com que as suas escolhas figurem nesse ?lbum. Isoladamente e sem solicita??es de aux?lio, sem a racionalidade a operar nelas.

 

Apenas aparenta existir uma coer?ncia nessas escolhas: inexoravelmente s?o pessoas marcantes. E nem a parte racional pode colocar isso em causa. Por muito racionais que sejamos n?o podemos negar tal facto.

Alexandre Costa, 04/08/07

 

Muito bom! ;)

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Sento-me com o livro na m?o e inspiro o seu cheiro (talvez de ci?ncias ocultas, ou ser? um cheiro de romance de amor?), sinto a textura das suas folhas e olho para o t?tulo a tentar desvendar de que falar? aquele meu amigo.

E ? este sonhar que a leitura me traz, ? este escape para a dura realidade que acaba por nos assaltar com toda a for?a. ? a ler que nos vemos na posi??o dos outros, e fingirmos ser guerreiros que sentem o que as personagens, de outro livro qualquer, sentem.

? aquela mistura de sons, letras, s?mbolos. Aquele ?xtase de sentidos que me faz sorrir ou at? sentir melanc?lico, mas ? aquilo que eu gosto de sentir. Gosto de ler como quem gosta de chocolate.

E, agora, as personagens do livro chamam-me para o seu interior, para que eu as possua desafogadamente, com vontade de saciar esta sede de sonho. Mas eu quero quedar-me por aqui e escrever sobre a maneira como o livro me toca, como ler ? importante. Talvez as personagens compreendam que eu estou a escrever para elas. A agradecer-lhes por me terem ?tomado? e por me guiarem vezes sem conta nos dias em que a for?a j? n?o ? tanta.

Porque as pr?prias personagens s?o poetas que me fazem pensar que a poesia das palavras foram escritas para mim.

Quando leio, sinto-me importante. Sinto-me algu?m a quem tocou espalhar a mensagem.

Haver? algo mais belo que um livro?

 

29/05/07

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O amor que sentimos, que cada um sente pelo outro, ainda que seja sem medida, n?o ? a mesma coisa que o amor que se vive. A correspond?ncia n?o ? a mesma.

N?o quero com isto excluir a expontaneidade. Olhado de outro ponto de vista, o amor exige o melhor de n?s, e o melhor de n?s acontece mais vezes quando n?o pensamos do que quando pensamos de mais. O cora??o, ?rg?o incans?vel e cheio de swing, levando vida a todos os pontos do nosso corpo, ? uma boa met?fora n?o s? do amor mas da rela??o amorosa.

A escrita e a leitura dependem em grande medida do suporte utilizado. Tem mais brio ler por aqui, com uma apresenta??o deveras agrad?vel, do que ler as minhas gatafunhadas impercept?veis sempre que escrevo sobre o amor. Acho que eu pr?prio tenho medo de ler o que penso do sentimento.

Ama-se como se respira, a maior parte do tempo sem se dar por isso, outras com enorme dificuldade.~

 

Ontem, 23:00

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Eu fiquei (censurado)o porque escrevi uma letra para a minha banda com o mesmo t?tulo que uma dos Supernada.

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Quando olho para tr?s no empoeirado e nost?lgico livro das mem?rias lembro-me de voc?s. Todos com um papel diferente, mas todos marcantes. Todos com a sua estaca, com o seu padr?o emergente na barra cronol?gica. Incompleta e precoce mas nem por isso vazia de mem?rias e de pequenos recortes como se de imprensa se tratasse, selectivamente seleccionados por entre in?meras outras situa??es com letras gordas e de tamanho industrial a exigir lugar de maior import?ncia.

 

Seria de uma hipocrisia e de um isolamento atroz se assim n?o fosse. N?s n?o somos parte integrante dessa escolha ? o nosso subconsciente encarrega-se de fazer com que as suas escolhas figurem nesse ?lbum. Isoladamente e sem solicita??es de aux?lio, sem a racionalidade a operar nelas.

 

Apenas aparenta existir uma coer?ncia nessas escolhas: inexoravelmente s?o pessoas marcantes. E nem a parte racional pode colocar isso em causa. Por muito racionais que sejamos n?o podemos negar tal facto.

Alexandre Costa, 04/08/07

 

:handclap:

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Chorava, olhando para ti. Todos n?s chor?vamos, ao ver o nosso grande amigo, definhar, moribundo, no meio da rua. Limpei-tw o sangue do canto da boca, e ela secou-te a cara, cheia de suor, um suor frio e assustador, que fazia a tua cara p?lida reluzir ? luz dos candeeiros de rua. Os teus olhos, cintilavam como sempre, como sempre que ias dizer uma piada, ou pregar uma partida. Mas no fundo, via-se um medo, um medo de morrer enorme. Ouviam-se umas sirenes ao longe, mas nunca chegariam a tempo. Tu disseste a tua ?ltima piada, e com um sorriso nos l?bios, partiste. O choque, foi substitu?do por raiva, por raiva de ver uma das melhores pessoas que eu conhecia partir. No momento em que a ambul?ncia chegava, eu fechava-te os olhos, e sentia que tinha de fazer alguma coisa. Olhei para eles, e eles, sem falar, concordaram. Adeus, meu amigo…

 

Xavier Gon?alves 05/08/07

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Perdidos na imensid?o do deserto.

Os teus olhos focam os meus na exactid?o de um segundo.

E paro para pensar como seguramente j? o tinha feito, se valer? a pena continuar a dar seguimento...

... Ao sentido da palavra amar e ao n?o-menosprezar de um sentimento...

 

Seremos um s? num futuro n?o muito distante? Ou terei de esperar por um esbo?ar de compaix?o teu?

Ser? que devo seguir uma rota sem rumo (...infinita..)?

Ou uma luz ao fundo do t?nel se ergue ou eu sumo (...tal como um eremita...)

 

Em suma, todo e qualquer pranto ou desabafo ser? especula??o. Tu n?o me ouves. Nem sentes. Nem existem rasgos de alguma cumplicidade.

No fim de contas, toda e qualquer forma de express?o ? nula quando o sentimento que menos se destaca ? a saudade. Se ao menos a arrog?ncia, o orgulho, a prepot?ncia e a falta de coragem n?o fizessem parte da minha personalidade... A? toda a especula??o se tornaria verdade.

 

________________________________________________________________________________

 

Fdx que voc?s s?o uns...inspiradores! Ep? assim do nada apeteceu-me! Parecia o Matis a entrar no concerto dos Da Weasel.

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"Recalcamentos de uma vida amorosa a ro?ar o miser?vel."

 

Quem sou eu, o perdido nas brumas, o nomada dos sonhos?

N?o me conhe?o, n?o me encontro. Vagueio na certeza de te querer, perco-me na certeza de seres inalcan??vel. Sou aquele que quer furar a rocha e chegar ? raiz, mesmo sabendo da rocha impenetr?vel e da raiz infinita. Quero atingir o in?cio, o pr?ncipio, o essencial, o b?sico. Busco o A, o 1, busco Ad?o e busco Eva, busco as trevas e o ber?o, busco a origem, o come?o.

 

Busco a Felicidade infinita, a felicidade que perdi, no momento em que nasci. No momento em que me tornei mais um de muitos. Num momento em que perdi os ideais, num momento em que me tornei um n?mero, um indiv?duo. Deixei o plano metaf?sico, arrasto-me agora na lama que me prende e me agarra a este corpo fraco e pecador, esperando um dia poder alcan?ar o fim que antecede a Felicidade, o Come?o.

 

01/05/07

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T? porreiro Mesquita, mas tu j? postaste aqui muito melhor

 

E o tema n?o ? o mesmo, esse texto foi uma experi?ncia, que por acaso reli ontem e decidi p?r aqui.

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Os olhos

 

Os olhos. Aqueles olhos. Aqueles olhos, que o sugavam, e ao mesmo tempo, o assustavam. Os olhos, que pareciam dois imans. Ele ao olhar, para aqueles olhos, era a ?nica coisa que via. Poderia, naquele momento, passar a antiga namorada, aquela que era a inveja de todos os amigos, e dizer que queria voltar para ele. N?o lhe interessava. Ele, ao olhar para os olhos, sentia-se bem, e ao mesmo tempo, esquisito. N?o sabia bem porqu?, mas havia alguma coisa, na cor, aquele verde t?o cristalino, que o assustava. Mas n?o havia com que se preocupar, pensava imediatamente, sentindo-se bem de novo.

 

_________________________________________________________________

Mais fraquinho do que o normal, mas eu fiz isto s? com tr?s horas de sono, pra? ? duas semanas

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Esse a? est? muito fraco, principalmente no que ? constru??o fr?sica diz respeito.

Pois, mas eu j? nem via o que escrevia :lol:

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Pois, mas eu j? nem via o que escrevia :lol:

 

Escrever de madrugada ? uma coisa.

Escrever com sono ? outra.

 

Eu fico-me pela primeira. ;)

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