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Rui Cardoso

Oficina de Escrita

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Mesquita :prayer:

 

O primeiro est? simplesmente fant?stico. O segundo est? mais simples mas muito bom tamb?m. :)

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Mesquita :prayer:

 

O primeiro est? simplesmente fant?stico. O segundo est? mais simples mas muito bom tamb?m. :)

 

Obrigado.

O segundo foi escrever sem parar, deixar fluir. Como o texto diz, h? felicidade, n?o h? preocupa??o, logo, n?o h? necessidade de pensar, de questionar os se's, os porqu?'s, os como's... ;)

 

O ?nico gajo que n?o escreve textos EMO's aqui ? o Caceteiro. :|

 

:mrgreen:

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Um dia destes coloco aqui o texto que fiz no meu teste de Portugu?s, que a minha professora solicitou para o jornal da escola, sobre a Publicidade...

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O ?nico gajo que n?o escreve textos EMO's aqui ? o Caceteiro. :|

Eu n?o escrevo EMO :cry:

 

BTW, Mesquita :prayer:

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Raiva, sinto o sangue por baixo da pele, trovoadas de nervos, pontap?s no peito!

Por fora bailarino capaz do mais belo movimento, por dentro mercen?rio.

Haja quem de si saiba e de dentro consiga agir.

Haja eu, que de mim s? sei que espero por outros dias.

Gosto do amanhecer, como gosto do anoitecer, movimentos iguais em sentidos opostos Newton j? o previra.

Assombrado por fantasmas que levam ? fantasia, choro n?o de dor, n?o de perda, mas de raiva.

Sei que trilho meu caminho, devia ir em frente, mas a p*ta da charrete s? me leva em voltas infind?veis!!

Quero parar, nem que seja para mijar! Tou farto de humilhar-me por ter tantos entraves e barrotes.

Sei que sou dif?cil, sei que o caminho mais complicado aparece-me como o mais f?cil.

Sei que n?o me controlo, sei que sou s? mais um, mas queria ser um individuo.

Seremos indiv?duos para nos mesmo no fundo sabendo que n?o passamos de mais uns?

Acordo com vontade de dormir, durmo com vontade de berrar at? a tinta sair das paredes.

(censurado), l? estou eu outra vez, fujo e fujo e fujo de ter de ver os anos passar.

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Sentir-me

 

Hoje n?o sinto o que sinto realmente. N?o sinto a felicidade ou a tristeza, a calma ou a press?o. Hoje, aprecio somente as pequenas coisas boas que durante tanto tempo, durante demasiado tempo, deixei de parte, n?o valorizei, e hoje parecem pequenos diamantes, pura beleza num mundo r?pido demais para almejar algum dia ser realmente belo.

Hoje, sorrio pelas po?as de ?gua, pelos bons dias ensonados ?s 8 da manh?, pelo cachecol a fazer comich?o na orelha, pelo lanche no caf? ao fim das aulas com as pessoas que fazem do meu dia a dia uma recorda??o t?o feliz.

N?o quero ser feliz. Ningu?m o ?. Mas, no entanto, estou muito feliz... Sem saber porqu?. E acho estranho... Se calhar estive demasiado tempo triste sem motivos e agora n?o acho plaus?vel conseguir atingir o contr?rio. Hoje estou feliz. Pateta, mas feliz.

 

Gostei muito. Adoro estes dias em que a roupa agasalha na perfei??o, em que o sol n?o magoa os olhos, em que todo o som ? melodioso e sentimos o mundo ? palma da nossa m?o, em que sorrimos como uns patetas, como dizes. S?o dias especiais de t?o banais. Dias em que o tempo nos concede uma folga e nos deixa contemplar pequenas coisas pelas quais passamos todos os dias e n?o nos apercebemos.

 

Ah... que bom que s?o esses dias...

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Gostei muito. Adoro estes dias em que a roupa agasalha na perfei??o, em que o sol n?o magoa os olhos, em que todo o som ? melodioso e sentimos o mundo ? palma da nossa m?o, em que sorrimos como uns patetas, como dizes. S?o dias especiais de t?o banais. Dias em que o tempo nos concede uma folga e nos deixa contemplar pequenas coisas pelas quais passamos todos os dias e n?o nos apercebemos.

 

Ah... que bom que s?o esses dias...

 

E o belo do cigarrinho... :mrgreen:

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"Era mais uma manha como todas as outras, com o rosto molhado das l?grimas choradas durante mais uma noite passada em branco Tomas levantou-se da cama, olhou-se ao espelho e pensou o que teria ele de t?o errado.

Esta n?o era a primeira noite em claro que passara a reviver um romance que nunca existiu, e certamente n?o ser? a ultima, Tomas apesar de novo j? viveu aquilo que muitos nunca vivem, um grande amor, um amor t?o intenso, t?o apaixonado que apesar de saber que aquele amor que t?o fortemente vive tem de morrer, n?o tem forcas para o matar. "

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Deixei de fumar... :)

 

Bah... Como o t?pico sobre isso tinha fracassado, pensei que continuasses nessas andan?as!

Mas parab?ns! ;)

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Levantei-me agora para mijar,

um sumol vinha a calhar,

fiz um par de tostas,

vi os downloads,

cocei as costas.

 

Arrotei,

esfreguei a vista,

deixei queimar a tosta mista,

eu nem gosto de queijo, mas tinha de rimar.

Assim, tirei o queijo a rima estava perfeita mas a sandes a tresandar.

 

J? s?o seis da manh?, mais um dia veio,

tenho de acordar ?s onze,

o mercado fecha ao meio dia e meio.

Tenho de ir comprar p?o.

Porque os meus pais v?m do avi?o e t?m que ter de comer,

E eu fiz as tostas agora.

 

Ah e bebi um iogurte,

um iogurte de banana,

se pensavam que isto continuava.

Enganam-se, vou para a cama!

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Levantei-me agora para mijar,

um sumol vinha a calhar,

fiz um par de tostas,

vi os downloads,

cocei as costas.

 

Arrotei,

esfreguei a vista,

deixei queimar a tosta mista,

eu nem gosto de queijo, mas tinha de rimar.

Assim, tirei o queijo a rima estava perfeita mas a sandes a tresandar.

 

J? s?o seis da manh?, mais um dia veio,

tenho de acordar ?s onze,

o mercado fecha ao meio dia e meio.

Tenho de ir comprar p?o.

Porque os meus pais v?m do avi?o e t?m que ter de comer,

E eu fiz as tostas agora.

 

Ah e bebi um iogurte,

um iogurte de banana,

se pensavam que isto continuava.

Enganam-se, vou para a cama!

 

 

Lindo!

 

;)

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Levantei-me agora para mijar,

um sumol vinha a calhar,

fiz um par de tostas,

vi os downloads,

cocei as costas.

 

Arrotei,

esfreguei a vista,

deixei queimar a tosta mista,

eu nem gosto de queijo, mas tinha de rimar.

Assim, tirei o queijo a rima estava perfeita mas a sandes a tresandar.

 

J? s?o seis da manh?, mais um dia veio,

tenho de acordar ?s onze,

o mercado fecha ao meio dia e meio.

Tenho de ir comprar p?o.

Porque os meus pais v?m do avi?o e t?m que ter de comer,

E eu fiz as tostas agora.

 

Ah e bebi um iogurte,

um iogurte de banana,

se pensavam que isto continuava.

Enganam-se, vou para a cama!

Puseste-me a rir :mrgreen:

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Bah... Como o t?pico sobre isso tinha fracassado, pensei que continuasses nessas andan?as!

Mas parab?ns! ;)

 

 

Parab?ns. ;)

Obrigado, mas j? demorava... ;)

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Auto-Conhecimento

 

Tive o azar de nascer na derradeira d?cada do s?culo XX. Tenho o azar de ver a medicina evolu?da, de ver a evolu??o estonteante das engenharias e da inform?tica. Terei o azar de morrer num mundo ainda mais fren?tico que este.

E quando me perguntam se falo a s?rio, quando me apontam o conforto, o lazer, a seguran?a, os cuidados m?dicos, entre outros, como porta-estandartes do movimento "Seja feliz, estamos no s?culo XXI", eu fecho-me no meu forte, de um ego?smo disfar?ado.

Ser? que ningu?m v?? ? claro que todos v?em... Mas quantos querem realmente ver que o pre?o, a pagar por esta explos?o criativa, ? demasiado alto?

E agora, podia mascarar-me dum ecologismo hip?crita, preocupar-me com com os problemas ambientais... Mas n?o o fa?o. Poderia lamentar-me da efemeridade da vida, que n?o me deixa desfrutar do que este mundo louco me oferece. Mas n?o sou pessoa de perder tempo a pensar como evitar o inevit?vel.

O que realmente me preocupa ? o meu pr?prio benef?cio. Sejamos pr?ticos: cada um de n?s vive a sua pr?pria vida. E que moral teremos para interferir na vida dos outros, se a nossa est? desalinhada?

A minha verdadeira preocupa??o ? o facto de passar sem deixar marca. Viver anos e anos, e deixar unicamente a tristeza dos que me amam, por me terem perdido.

O monstro que tenho no arm?rio chama-se exig?ncia. Nos tempos que correm, grandes homens passam despercebidos. Eu, que ainda h? pouco me fiz homem, tenho medo de n?o ter for?a para escalar todos os patamares rumo ao sucesso, ? realiza??o pr?pria, ao sentimento de miss?o cumprida.

Era nestas alturas que dava jeito um elevador dos modernos!

 

J? te disse isto, mas hoje apeteceu-me reler o texto e digo agora aqui. Fant?stico texto!

:prayer:

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J? te disse isto, mas hoje apeteceu-me reler o texto e digo agora aqui. Fant?stico texto!

:prayer:

 

Mais uma vez obrigado! ;)

 

________________x_______________________

 

"Esperan?a"

 

Esperan?a... Enquanto a mantive estive condenado a sofrer. Era um p?ssaro que vivia sempre a voar e a cair, como se n?o conseguisse voar de vez. Mesmo que voasse baixinho, s? queria deixar de cair sempre que pusesse a asa fora da seguran?a do ninho.

Mais vale arrancar de vez a esperan?a, esquecer o sonho de voar e relembrar o qu?o seguro ? caminhar com os p?s em terra firme.

Com a esperan?a vem o sofrimento, a desilus?o. ? por termos as expectativas altas que nos desiludimos, que sofremos.

E ? por isso que perten?o ao nada. Ao que ainda n?o chegou. E apesar de esperar que esse nada chegue para me sacudir, n?o vou viver a olhar para tr?s, a ver se ele chega. E mesmo que ele n?o chegue, viverei sempre com a ilus?o desse nada que nunca chegou, pois eu pr?prio sou nada.

Sou nada. O vazio entre o querer ser feliz e saber que isso ? imposs?vel. Tudo o que sou, tudo o que fa?o ou desejo est? no meio, uma desilus?o realista.

N?o busco nada. Sou covarde. N?o tenho vergonha de admitir que procuro o mais f?cil para evitar a desilus?o e, ainda assim, sofro com isso. Mas todo esse nada faz parte de mim, ser um labirinto sem sa?da. Mas amo cada parede, cada beco, cada passo dado em falso. Porque o que importa n?o ? o caminho que percorro, mas sim aquilo em que o caminho me transforma.

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"Arrisquem"

 

Onde ? que vamos parar? ? uma pergunta que fa?o a mim mesmo, olhando para os meus ?amigos? . S? vejo pessoas f?teis, interessadas em popularidade. Mas para que ? que a popularidade serve? Eu posso ser muito popular e ser uma (censurado) de pessoa. As pessoas ?populares? s?o vazias, sem interesse, todas com o mesmo gosto musical e a vestir a mesma roupa. Mas ? isso ser popular? Uma s?rie se soldadinhos, que as grandes companhia controlam? Uma s?rie de pessoas iguais?

 

Fica aqui o aviso. Ou?am uma m?sica diferente. Arrisquem. Fa?am uma coisa diferente. Em vez de ? noite irem para a discoteca, fiquem em casa com os amigos, a conversar. Conversas interessantes, n?o conversas de (censurado). Arrisquem, que estes s?o os melhores anos das nossas vidas?

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