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Descartes

[Tenis Manager] Rocking Rackets

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Não sei se alguém procura jogadores, mas no s11 há o Joel Buckman disponível que vai ser o futuro número 1 em júniores, nas calmas.

Editado por Koper

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Não sei se alguém procura jogadores, mas no s11 há o Joel Buckman disponível que vai ser o futuro número 1 em júniores, nas calmas.

 

Já disse isso aqui algumas vezes mas parece que ninguém está com paciência para andar 4 anos com ele.

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Resumo do ano que passou no server 4:

Samarini ganhou vários JG2 e chegou a estar em 15º no ranking acabando para lá do 20º.

Entrou no novo ano na 5ª posição e vamos ver o que consegue fazer no seu ultimo ano de júnior.

 

O Riva continua a evoluir não havendo nada de relevante a destacar.

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Fiz uma gestão péssima do meu jogador, e vou para o Australia Open com a forma no vermelho. Era uma oportunidade de ouro para regressar ao top 10 :'(

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Final de pares do Open da Austrália no server 4 entre 4 jogadores CMPT! :prayer:

 

Infelizmente o jogador do Mesut e o do Joao Pedro estão nas últimas no que respeita à forma. Não é bom sinal para os singulares. Neste momento não sei se algum de vocês terá pedalada para o Rubia ou o Raven. Como o Daniel anda a fazer experiências para ter o Samarani especialista em coberto e relva, a minha aposta para ganhar o AO entre os cmptianos vai para o jogador do Danskin.

Editado por Descartes

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Sv. 4 Ano 221

 

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O ganês que é candidato à liderança do ranking júnior, sinceramente acredito que a luta será entre ele e o Robertson do Danskin enquanto estivermos na época dos torneios em piso duro, e quando estivermos na época da terra batida, a luta será entre o Garnica do Mesut e um outro jogador espanhol que não pertence ao Clube CMPT. O foco neste último ano foi só um, recuperar o enorme atraso no serviço que ele trazia quando o contratei, por isso não me preocupei com o lugar no ranking, e por aí se explica que ele tenha começado o último ano em 5º lugar do ranking, e tenha terminado o ano em 22º. Agora sim, tem o atraso totalmente recuperado, e posiciona-se assim como um candidato viável à vitória nos maiores torneios. Ainda não está decidido se é jogador para manter quando terminar o ano e se tornar sénior.

 

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O Yves Cea já conseguiu entrar no Top 10 um ano antes do seu último ano de júnior, já andei a ver qual é a concorrência dele no próximo ano e não acredito que haja alguém que lhe possa fazer frente, por isso o objectivo está intacto, quero que ele domine totalmente o panorama júnior no próximo ano, e por isso, este ano, vou tentar continuar a treiná-lo o melhor possível, inscrevê-lo em JG1 e JG2, e aumentar a sua produtividade no terreno duro, visto que já consegui chegar ao máximo na terra batida. É jogador para manter após o ano terminar, mesmo com a sua FA altíssima, a mais alta possível, tenho esperança que mesmo nessas condições ele seja capaz de escalar o ranking sénior até lugares de destaque, embora saiba que a sua possível ascensão meteórica terá como seguimento uma queda relativamente rápida.

 

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Para o futuro a longo prazo, este jogador é também de longe a minha maior esperança, e acredito que ele possa andar lá bem por cima nos seus anos dourados. Por enquanto, não espero grandes resultados nos júniores, embora ele aqui e ali faça uns resultados engraçados. Apenas me foco em dar-lhe o maior treino possível através da inscrição em torneios competitivos e torneios de prática, e treino com o treinador. Uma coisa peculiar sobre ele, que por um lado é boa e por outro lado é má, é que ele apenas consegue jogar em dois terrenos, pois tem exactamente 0% na relva e no duro. É mau, principalmente por causa da quantidade de terrenos em piso duro que existem, e por haver mesmo uma época especifica do ano em que todos os torneios importantes são disputados nesse piso, mas por outro lado consegue ter 60% na terra batida e acima de 30% no coberto, e embora haja pouco torneios em terreno coberto, ainda há o Masters de Paris, e acreditando que dos tenistas de topo da sua geração ele será de longe o mais especialista em coberto, poderá estar aqui um crónico vencedor desse torneio.

 

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Este jogador foi uma aposta pessoal, apenas possível por eu ter decidido que ia manter os quatro jogadores neste servidor (e posteriormente nos outros também) através da aquisição de fichas VIP pagas. Sei perfeitamente que não está aqui um potencial nº1 do mundo, nem nada que se pareça, mas resolvi contratá-lo porque ele foi criado exactamente com 14 anos e 0 semanas, ou seja, mais novo era impossível, e para além disso, já vinha com 0.5 de técnica. O meu objectivo é levá-lo o mais longe possível no ranking sénior, acima das expectativas que seriam normais para um jogador mediano, como ele é. Se chegar ao Top 20 Mundial, seria uma vitória. Por enquanto, já foi capaz de bater um recorde meu de longa data, e possivelmente um recorde que qualquer um teria dificuldade em igualar, porque alcançou 1 bola de técnica e 0.6 de serviço, com 14 anos e 33 semanas. Tens registo de um melhor recorde, Descartes?

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Talvez tenha cometido um erro ao colocar o Garnica num torneio pontuável na primeira semana do ano. O objectivo era entrar no top-4 do ranking para estar tranquilo até às meias-finais mas com a forma demasiado alta agora não devo ganhar ao Raven.

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Existe um limite máximo de percentagem na superfície preferida de um jogador?

 

Não posso ter 100% em hardcourt ou terra batida?

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Nunca vi alguém assim, Ronin. Não faço ideia que seja possível.

 

Em pares, vitória para a dupla do João e do Danskin. Dois sets fáceis.

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Talvez tenha cometido um erro ao colocar o Garnica num torneio pontuável na primeira semana do ano. O objectivo era entrar no top-4 do ranking para estar tranquilo até às meias-finais mas com a forma demasiado alta agora não devo ganhar ao Raven.

 

Já eu tive o azar do meu jogador jogar os playoff da taça do mundo de seleções na semana 2, só o inscrevi em singulares num JG1 da 1ª semana para ele ficar em nº1 do ranking, mas depois na semana 2 jogou dois jogos de três sets por causa dessa competição e agora está com a forma no máximo e por isso não deve de ganhar o AO.

 

Existe um limite máximo de percentagem na superfície preferida de um jogador?

 

Não posso ter 100% em hardcourt ou terra batida?

 

Não. O máximo é 60%.

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Por enquanto, já foi capaz de bater um recorde meu de longa data, e possivelmente um recorde que qualquer um teria dificuldade em igualar, porque alcançou 1 bola de técnica e 0.6 de serviço, com 14 anos e 33 semanas. Tens registo de um melhor recorde, Descartes?

 

Não sei. Não faço esse tipo de registos. Mas é um bom indicador, sem dúvida. Como já expliquei o meu sistema implica ter os valores de técnica e serviço mais próximos. Não é habitual chegar a 1 bola de técnica tendo apenas 0.6 no serviço. A não ser, claro, quando os contrato mais velhos.

 

Talvez tenha cometido um erro ao colocar o Garnica num torneio pontuável na primeira semana do ano. O objectivo era entrar no top-4 do ranking para estar tranquilo até às meias-finais mas com a forma demasiado alta agora não devo ganhar ao Raven.

 

Quanto a mim esse não foi o teu principal erro. Falarei disso mais abaixo.

 

Existe um limite máximo de percentagem na superfície preferida de um jogador?

 

Não posso ter 100% em hardcourt ou terra batida?

 

Máximo de 60%. Não podes ter mais que isso. Já lá vai o tempo dos especialistas puros com 100% em duro ou terra batida.

 

 

==============================

 

Como eu suspeitava a final será entre os americanos Raven e Culbertson. Estamos contigo Danskin :torcida: Mas não vai ser fácil. O Raven está melhor em força, velocidade e mentalidade. O serviço é igual. Na forma o Culbertson ainda não penaliza mas o Raven tem bónus de 1 décima em técnica e serviço. A única vantagem do Culbertson é a técnica (3.1 vs 2.7 que são, na prática, 2.8 ). Não sei se será suficiente. Até porque o Raven tem uma grande vantagem no piso. 60% contra 39%.

 

É este último ponto que me custa compreender algumas opções. O que é que esperam atingir mantendo o melhor piso dos jogadores à volta dos 40%? É o tal erro que eu referia acima em relação ao jogador do Mesut. Não percebo que vantagens é que isso poderá trazer. Ficam mais fracos do que os melhores adversários em todos os pisos. Ao optarem por não se especializarem ficam medianos quer em terra quer em duro... :confuso:

 

Já para não falar da opção do Daniel com o Samarani, mas aí percebo a lógica. Uma lógica que nunca vi ser bem sucedida, mas é uma opção legítima, acho eu...

Editado por Descartes

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Eu andei a treinar e a competir em duro durante a fase final do último ano para chegar minimamente competitivo ao AO. A partir de agora até RG tenho tempo para subir a % em terra batida para a casa dos 50 e mesmo assim estarei superior a praticamente toda a gente. E depois de RG vou voltar a competir em duro para subir a tempo do US Open.

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Bem, mais um ano ou dois e vou meter a carne no grelhador para ver o que farão os meus jogadores júniores.

 

Até agora nem tenho feito actualização anual, porque estão em fase de treino e o propósito é tentar o máximo de experiência possível.

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Eu andei a treinar e a competir em duro durante a fase final do último ano para chegar minimamente competitivo ao AO. A partir de agora até RG tenho tempo para subir a % em terra batida para a casa dos 50 e mesmo assim estarei superior a praticamente toda a gente. E depois de RG vou voltar a competir em duro para subir a tempo do US Open.

 

Ora aí está o que eu considero um erro. É apenas a minha opinião, não tem que ser nenhum dogma mas acho que não é uma boa opção. O teu jogador tem neste momento 41% em terra batida. Não penso que ultrapasse os 45% quando chegar a Roland Garros e até lá tens a Copa Gerdau e o Open de Itália que são os outros 2 torneios em terra batida de nível A. Quem vencer esses 3 torneios (assumindo que há um único jogador a vencê-los) tem meio caminho andado para ficar em nº 1 até ao final do ano. E se eu tivesse que apostar neste momento as minhas fichas estariam todas no espanhol Rubia. A esta distância eu diria que o teu jogador se arrisca bastante a ficar no currículo com 3 finais perdidas.

 

Mas isto digo eu, que não acreditava que o chileno que tinha no ano passado vencesse qualquer partida ao americano mesmo em terra batida e acabei por ganhar-lhe a final do Open de Itália. Vale o que vale.

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Hummmm, já não estou a gostar da conversa. :-|

 

Vamos ver no que dá, se correr mal dá para aprender com o erro, nunca tive um jogador com capacidade para acabar em 1º.

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Hummmm, já não estou a gostar da conversa. :-|

 

Vamos ver no que dá, se correr mal dá para aprender com o erro, nunca tive um jogador com capacidade para acabar em 1º.

 

O jogador do Danskin acabou de levar 64 62 na final do AO muito por causa disso. A vantagem significativa na técnica foi toda anulada pela desvantagem superior a 20% no piso. O que não seria grave não fosse esse o piso em que, teoricamente, ambos são especialistas.

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Poderá ser uma lição para não acontecer o mesmo com o meu americano do s.11

 

Pois. Em todo o caso continuo a apostar no teu jogador para os torneios de terra batida. Acho que o Garnica continua a ser a melhor opção para evitar que o espanhol fique com o nº 1, dando assim hipóteses a ti, ao Jonessen do Joao Pedro ou ao Culbertson do Danskin de lá chegar. Por isso vê lá se resistes aos torneios a sério de nível 1 e o colocas apenas nos torneios de prática para ele ficar com valores de forma decentes para poderes lutar pela vitória nos 3 torneios que estão ao teu alcance. Esses valores de forma são só da tua responsabilidade. A % do piso será aquela que for possível...

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Bah, vi agora os resultados. :( Sabor amargo, este, com a vitória em pares mas com a derrota em singulares.

 

E tens toda a razão, Descartes. Paguei o preço de ser novato no jogo.

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O Mesut já não dorme hoje :lol:

 

:mrgreen:

 

 

Eu às vezes fico um pouco constrangido em dar certo tipo de conselhos. São coisas que têm muito a ver com estratégias de jogo e as minhas não são infalíveis. Muito pelo contrário, são mais os casos em que não obtenho resultados que julgava ser possíveis e que depois me arrependo de ter tomado esta ou aquela opção do que aqueles em que as coisas funcionam em pleno (até porque nós queremos sempre mais, se um jogador fica pelo nº 3 como melhor na sua carreira ficamos a pensar o que poderíamos ter feito de diferente para poder chegar mais longe).

 

No entanto há situações que são básicas. Como a escolha de um piso em que se pretende otimizar os jogadores ou a inscrição em torneios oficiais que não interessam para nada em termos de ranking quando os jogadores estão com os níveis de forma elevados. Neste último caso há quem não tenha ainda a sensibilidade suficiente para perceber que tem um bom jogador nas mãos que vai chegar muito longe nos torneios e que, por isso, vai subir de maneira absurda os valores de forma. Quando os jogadores são de topo, quer em séniores quer em juniores, é um dos aspetos mais relevantes no jogo: chegar em boas condições aos principais torneios tendo, naturalmente, que abdicar dos torneios menos importantes. Pensem no Djokovic, no Murray, no Federer ou no Nadal (embora este não seja um exemplo tão bom) e na calendarização que fazem ao longo do ano. Há que perceber se têm um Djokovic nas mãos ou um Ferrer da vida que se inscreve(ia) em tudo o que mexe.

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Daqui a umas duas ou três semanas vamos deixar de ter comentários aqui no tópico. Assim como passamos todos pelos juniores uns com os outros, vamos passar os próximos 4 anos a fazer a travessia do deserto que é a transição para os seniores :medinho:

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Bah, vi agora os resultados. :( Sabor amargo, este, com a vitória em pares mas com a derrota em singulares.

 

E tens toda a razão, Descartes. Paguei o preço de ser novato no jogo.

 

Foi pena. Mas tu tens mais tempo do que o Mesut para atenuar a situação. Até ao US Open podes subir razoavelmente a % no piso duro mesmo sabendo que tens obrigatoriamente que jogar em 3 torneios de terra batida e 1 em relva onde vais chegar longe. Nos últimos 4 torneios de nível A (todos em duro) do ano tens todas as condições para lutar pelos títulos com o jogador do Joao Pedro (os problemas de forma que teve agora não se repetirão nessa altura). Com a vantagem de 2 desses torneios se disputarem nos USA e nos juniores a vantagem caseira conta mesmo nos torneios mais importantes.

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Já agora aproveito para fazer uma pergunta: não é difícil o melhor jogador de terra batida gerir a época de terra batida com esta questão da forma?

O que é que a malta faz, falha tudo Monte Carlo?

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