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Descartes

SUB 21 – Os Jovens-Maravilha - Nascidos a partir de 1994

Publicações recomendadas

Taro Daniel

 

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Idade: 18

Data de Nascimento: 27/Jan/1993

Altura: ?

Peso: ?

Ranking ATP Actual: 624

Melhor Ranking ATP: 621

Melhor Ranking Juniores: 20

 

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Títulos Profissionais (-):

 

 

Finais Perdidas (1):

 

2011 - Espanha F14 (João Sousa)

 

 

Títulos Juniores (3):

 

2009 - Tennis Sweden Junior Cup (v Tuomas Manner); Amman ITF Junior Circuit 2 (v Bruno Abdel Nour); Vila do Conde Junior Tennis Cup (v Rodrigo Carvalho)

 

Finais Perdidas (3):

 

2010 - Inka Bowl (Dominic Thiem); Mediterranee Avenir (Joris De Loore)

2011 - Pilar de la Horadada (Artunedo Martinavarr)

 

===================================

 

Com algumas semanas de atraso cá está o post inteiramente merecido dedicado a Taro Daniel.

 

Trata-se de um japonês, nascido em Nova Iorque e residente em Valência desde muito novo.

 

Tem ainda idade para competir nos juniores mas que se tem dedicado nos últimos tempos quase em exclusivo à participação em torneios pontuáveis para o ranking ATP. Naturalmente, dada a sua idade e a sua residência, no circuito de Futures espanhóis.

 

Não se pode dizer que Taro Daniel seja um exemplo de precocidade. A sua carreira no circuito júnior foi marcada pela discrição, embora tenha atingido um lugar no Top 20, e o seu início a nível profissional foi mais moderado do que aconteceu com alguns seus contemporâneos. No entanto, observa-se que ele tem evoluído de forma segura e constante, alcançando resultados cada vez mais consistentes. Não terá o potencial que todos reconhecem ao seu compatriota Kei Nishikori, mas tudo aponta para que ele venha a ocupar um lugar muito decente no circuito mundial, podendo tornar-se figura de destaque no que aos praticantes asiáticos diz respeito.

 

No que respeita a vitórias individuais a sua coroa de glória é, por enquanto, a única vitória que obteve frente a um membro do Top 400 do mundo. Ganhou a Gabriel Trujillo-Soler nas meias-finais do F14 espanhol deste ano. O único torneio em que acedeu à final.

 

É curiosa (ou talvez não) a relação que Taro Daniel já construiu com o ténis português. O torneio mais categorizado no circuito junior que ele ganhou foi disputado em Vila do Conde; os únicos torneios de categoria Future que ele disputou fora de Espanha foram os F1 e F2 portugueses, tendo chegado à 2ª ronda em ambos; e a única final de Futures que disputou aconteceu frente a João Sousa, que lhe retirou a possibilidade de conquistar o seu 1º torneio. Decerto que não faltará muito até o conseguir...

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O Broady vai ter companhia já na próxima actualização. O Bourgue já está às portas dos 850 melhores do mundo e o indiano de nome estranho também entrou no top 1000. E daqui a 2 semanas entra o espanhol Perez Sanz graças à vitória desta semana sobre o Trueva.

Editado por Perdigas

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JOVEM DA SEMANA

 

Bernard Tomic

 

 

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Geração de 90

 

Durante as duas semanas de Wimbledon o jogador da geração de 90 que melhor prestação teve foi o russo Evgeny Donskoy que, curiosamente, não chegou a pisar a relva londrina. Esteve no Challenger de Marburg onde se ficou pela 1ª ronda e, depois, no Challenger de Braunschweig onde chegou à final. Donskoy, que começou o torneio pela fase de qualificação derrotou pelo caminho vários adversários mais conceituados (entre eles o "nosso" Frederico Gil nos quartos de final) e só baqueou perante Lukas Rosol. Subiu 42 posições no ranking mundial, passou para 4º na sua geração e colocou-se muito perto do Top 150.

 

O outro protagonista destas semanas foi Milos Raonic. Esperava-se um torneio de Wimbledon bem sucedido mas uma inoportuna lesão durante o encontro da 2ª ronda frente a Gilles Muller obrigou-o a desistir. Depois da grave lesão de Berankis seria uma pena que esta geração se visse privada de outra das suas principais figuras...

 

Destaque pela positiva para Cedrik-Marcel Stebe (passou a fase de qualificação de Wimbledon) e para Vasek Pospisil (2ª ronda da qualificação de Wimbledon e 2ª ronda no Challenger de Winnetka) que atingiram, pela primeira vez na carreira, o Top 200.

 

Notas positivas ainda para David Goffin que, chegando à 3ª ronda da qualificação de Wimbledon, regressou ao Top 10 da geração por troca com Federico Del Bonis que tem decepcionado bastante em 2011. E para Uladzimir Ignatik que ao chegar à 2ª ronda da qualificação de Wimbledon e à 2ª ronda do CH de Turim subiu 7 lugares no ranking e atingiu a sua melhor classificação de sempre às portas do Top 150. E, ainda, para Jerzy Janowicz que chegou à 3ª ronda da qualificação de Wimbledon e subiu 11 lugares no ranking, não impedindo, no entanto, que tivesse sido ultrapassado por Donskoy.

 

Menos bem estiveram Facundo Bagnis (1ª ronda da Q de Wimbledon) e Guillaume Rufin (2ª ronda da Q de Wimbledon, 1ª ronda de Marburg e 3ª ronda da Q de Braunschweig).

 

 

 

Geração de 91

 

Grigor Dimitrov atingiu a 2ª ronda em Wimbledon e esse resultado permitiu-lhe ingressar, pela primeira vez no Top 60.

 

Yong-Kyu Lim ganhou o F8 chinês e regressou ao Top 10 da geração no lugar de Pierre-Hugues Herbert.

 

Stefano Travaglia chegou à 2ª ronda de Turim e subiu 15 lugares no ranking, ascendendo ao Top 5 da geração aproveitando a queda de Tsung-Hua Yang que não passou das primeiras rondas dos qualifyings nos torneios de Marburg e Braunschweig.

 

Referência ainda para Andrey Kuznetsov que atingiu a 2ª ronda da Q de Wimbledon, Laurynas Grigelis, com quartos de final no F14 italiano e 3ª ronda da qualificação de Winnetka e Di Wu com os quartos de final no F8 chinês.

 

 

 

Geração de 92

 

A figura da semana incontestável foi Bernard Tomic. Tendo que passar pela qualificação em Wimbledon foi derrubando os seus adversários até atingir os quartos de final do torneio (o tenista mais jovem a consegui-lo desde Boris Becker em 1986). Pelo caminho deixou o nº 5 mundial, Robin Soderling, e ainda outros jogadores de topo como Davydenko, Malisse ou Andreev. Nos quartos de final foi derrotado por Novak Djokovic, que viria a vencer o torneio e a ascender ao topo do ranking mundial, a quem ainda conseguiu "roubar" um set. Duas semanas de sonho para o jovem australiano que lhe renderam uma subida de 87 posições no ranking, a liderança da sua geração e um lugar confortável no Top 100 mundial.

 

Além de Tomic, há a referir ainda ass excelentes prestações alcançadas por Ryan Harrison (2ª ronda em Wimbledon com vitória sobre Dodig) que subiu 21 postos no ranking e ficou mesmo à beirinha do Top 100; por Facundo Arguello que venceu o F8 argentino entrando no Top 300 do mundo; por Diego Sebastian Schwartzman que foi finalista no F7 argentino e chegou aos quartos de final no F8, subindo 22 lugares no ranking e alcançando uma melhor classificação de sempre; por Benjamin Mitchell que venceu o F21 espanhol que lhe garantiu a entrada no Top 400 do mundo e o regresso ao Top 10 da geração; por Denis Kudla que chegou à 2ª ronda de Winnetka e também ingressou no Top 400; e por Guilherme Clezar que foi semi-finalista no F7 argentino e que entrou igualmente no Top 400 do mundo.

 

 

 

Geração de 93

 

Nota de maior destaque para o espanhol Andres Artunedo Martinavarr que foi finalista no F20 espanhol, garantindo-lhe a estreia nestas tabelas e um lugar à porta do Top 700.

 

Também em estreia temos o britânico Oliver Golding que fez render a sua presença na 2ª ronda da qualificação de Wimbledon.

 

Roberto Carballes Baena (quartos de final no F4 marroquino) e Juan Ignacio Londero (2ª ronda no F8 argentino) ostentam agora as suas melhores classificações de sempre.

 

Nota ainda para a subida de Jiri Vesely ao 5º lugar da geração aproveitando o facto de Jason Kubler não ter defendido pontos conquistados no ano passado.

 

 

Geração de 94

 

Finalmente Liam Broady tem companhia. São dois os tenistas nascidos em 94 que se lhe juntaram no Top 1000 do mundo: o francês Mathias Bourgue que aproveitou a meia final que disputou no F8 francês e o indiano Ramkumar Ramanathan que chegou aos quartos de final do F21 espanhol.

 

Mas Broady não ficou parado. Atingiu a 2ª ronda da qualificação de Wimbledon e entrou no Top 700 do mundo, reforçando a sua liderança da geração. Broady ainda teve tempo para jogar a final de juniores de Wimbledon tendo perdido para o australiano Luke Saville.

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Lembro-me do ver o Taro Daniel jogar em Vila do Conde. Tinha uma esquerda bastante razoável para a idade.

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JOVEM DA SEMANA

 

Denis Kudla

 

 

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Geração de 90

 

Em semana de Taça Davis e com o Raonic e o Berankis a recuperarem das suas lesões, poucos foram os tenistas em prova nesta semana.

 

O maior destaque vai direitinho para Cedrik-Marcel Stebe que atingiu as meias finais do Challenger de Oberstaufen. No entanto, ficou aquém do resultado de 2010 em que foi finalista neste torneio o que lhe valeu uma descida de 15 posições no ranking.

 

Em termos de ranking o maior beneficiado da semana foi o belga David Goffin que fez render os quartos de final no CH de Scheveningen e entrou, pela primeira vez, no Top 200 do mundo.

 

Guillaume Rufin (2ª ronda de Oberstaufen) e Evgeny Donskoy (1ª ronda de Oberstaufen) foram os outros tenistas em acção na semana.

 

 

 

Geração de 91

 

Christian Lindell foi finalista no Brasil F19 e subiu 11 lugares no ranking, Pablo Carreno-Busta chegou aos quartos de final no CH de Pozoblanco e subiu 5 lugares e Grigor Dimitrov com a 2ª ronda em Newport subiu uma posição. Estes três tenistas foram os únicos que melhoraram as suas posições no ranking, estabelecendo novas melhores classificações de sempre.

 

Em actividade estiveram ainda Stefano Travaglia (1ª ronda no CH de San Benedetto) e Laurynas Grigelis (2ª ronda da qualificação de Newport).

 

 

 

Geração de 92

 

Esta é a geração que tem obtido, sistematicamente, os melhores resultados neste ano. E esta semana não fugiu à regra.

 

O maior destaque, e figura da semana, foi o norte-americano Denis Kudla. Atingiu os quartos de final do ATP 250 de Newport com vitórias sobre Dimitrov e Karlovic, tendo subido 57 posições no ranking.

 

Também em grande plano estiveram Facundo Arguello pela sua vitória no F9 argentino com subida de 21 lugares no ranking e James Duckworth pela final no Itália F16 e reentrada nesta tabela decorrente da sua subida de 31 lugares no ranking ATP.

 

Javier Marti (2ª ronda em Scheveningen), Diego Sebastian Schwartzman, Benjamin Mitchell e Guilherme Clezar (2ª ronda no Argentina F9) também estabeleceram melhores classificações de sempre.

 

Pior esteve Ryan Harrison que não passou da 1ª ronda de Newport e caiu 17 lugares.

 

 

 

Geração de 93

 

Boa semana para Juan Ignacio Londero que chegou aos quartos de final do F9 argentino e subiu 21 lugares no ranking. Taro Daniel também deu mais um pequeno salto com o ponto arrecadado pela 2ª ronda no F22 espanhol.

 

Tiago Fernandes não passou da 1ª ronda de Oberstaufen.

 

Registe-se ainda o enorme trambolhão de 78 lugares no ranking por parte de Carlos Boluda-Purkiss. As lesões não estão a ajudar a sua afirmação no circuito profissional.

 

 

 

Geração de 94

 

O indiano Ramanathan atingiu a 2ª ronda no F22 espanhol e subiu 30 lugares no ranking.

Editado por Descartes

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JOVEM DA SEMANA

 

Federico Del Bonis

 

 

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Geração de 90

 

Tive muitas dúvidas na selecção do jogador da semana entre dois tenistas. Acabei por escolher o Federico Del Bonis. Este argentino que já esteve perto do Top 100 e já liderou por várias semanas esta geração deixou-se cair numa série de maus resultados que o fizeram cair imenso no ranking e sair, inclusivamente, do Top 10 dos nascidos em 90. Mas esta semana parece que renasceu. Participou no qualifying do ATP 250 de Estugarda e foi vencendo jogos sucessivamente até ser travado nas meias finais do torneio por Juan Carlos Ferrero. Pelo caminho deixou nomes como os de Florian Mayer e Sergyi Stakhovsky. Com este resultado subiu 39 lugares no ranking e ficou à porta de um regresso ao Top 20. E reentrou no Top 10 da geração para o lugar do Guillaume Rufin.

 

Quem também esteve em plano de evidência em Estugarda foi o Cedrik-Marcel Stebe. Chegou aos quartos de final com vitórias sobre o Davydenko e o Fognini e subiu 29 lugares no ranking. Já ameaça o Top 5 da geração e o Top 150 do ranking mundial. Este alemão tem sido, sem dúvida, uma das sensações de 2011.

 

Nota ainda para mais dois bons resultados que permitiram aos seus autores novas melhores classificações de sempre no ranking: a passagem de Evgeny Donskoy pelo qualifying de Estugarda, embora não tenha passado da 1ª ronda no quadro principal, que lhe valeu a entrada no Top 150 do mundo e os quartos de final de Vasek Pospisil no CH de Granby.

 

 

 

Geração de 91

 

O lituano Laurynas Grigelis era a minha outra opção para figura da semana. Ele ganhou o CH de Aptos e subiu 127 posições no ranking mundial. Uma barbaridade!!! Entrou no Top 250 e regressou em grande estilo ao Top 5 da sua geração.

 

Tsung-Hua Yang também esteve em evidência ao ganhar o F1 do Taiwan, o que lhe permitiu subir 32 lugares no ranking e regressar ao Top 300 do ranking ATP.

 

Além destes dois tenistas só esteve em acção o sueco Christian Lindell que não passou da 1ª ronda do ATP 250 de Bastad.

 

 

 

Geração de 92

 

Nota de maior destaque para o australiano James Duckworth. Venceu o F17 italiano, subiu 52 lugares no ranking e ganhou uma posição no Top 5 da sua geração.

 

Na tabela temos também a registar o regresso do francês Gianni Mina. Já lá esteve, depois caiu no ranking, e agora está de novo a conseguir bons resultados. Desta vez foram as meias finais no F11 francês que também lhe garantiu a entrada no Top 400 do mundo.

 

Facundo Arguello atingiu os quartos de final do CH de Bogotá e subiu 18 lugares no ranking, entrando, pela primeira vez, no Top 250.

 

Menos bem estiveram Javier Marti que se ficou pela ronda final da qualificação de Bastad e Diego Sebastian Schwartzman que não passou da 1ª ronda de Bogotá.

 

 

 

Geração de 93

 

Só dois tenistas em acção: o sul-coreano Suk-Young Jeong que chegou à 2ª ronda do F1 do Taiwan e Oliver Golding que não passou da 1ª ronda no F9 britânico.

 

 

 

Geração de 94

 

Mathias Bourgue foi o único em prova. Ficou-se pela 1ª ronda no F11 francês.

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JOVEM DA SEMANA

 

Ryan Harrison

 

 

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Geração de 90

 

Os jogadores com melhor prestação nesta semana foram o Cedrik-Marcel Stebe e o Jerzy Janowicz. Stebe chegou à 3ª ronda do ATP 500 de Hamburgo tendo derrotado Juan Carlos Ferrero e Nikolay Davydenko. Subiu 19 lugares no ranking mundial, entrou pela primeira vez no Top 150 e chegou à 4ª posição entre os tenistas nascidos em 1990. Tem sido um ano muito produtivo para o jovem alemão. Janowicz atingiu a final do Challenger de Poznan, onde perdeu para o Rui Machado. Subiu 22 posições no ranking, regressou ao Top 150 tendo estabelecido uma nova melhor classificação de sempre e já é o 3º entre a sua geração.

 

Os restantes jogadores desta geração estiveram muito modestos. Goffin foi à 2ª ronda no Challenger de Orbetello, torneio onde Donskoy e Delbonis se ficaram pela 1ª ronda; Bagnis não passou da 1ª ronda da qualificação de Hamburgo e Berankis, regressando à competição após 4 meses no "estaleiro", perdeu na ronda de abertura do ATP 250 de Atlanta.

 

 

 

Geração de 91

 

Figura maior desta geração nesta semana foi o croata Toni Androic, em estreia absoluta nestas tabelas. Ele acedeu ao Top 10 dos nascidos em 91 e ao Top 400 do mundo após ter ganho o F2 da Arménia, relegando, novamente, o coreano Yong-Kyu Lim para fora da tabela.

 

Em destaque esteve também Tsung-Hua Yang ao chegar às meias finais do F2 do seu país, o Taiwan. Subiu 9 lugares no ranking e voltou ao Top 5 da geração.

 

Stefano Travaglia fez quartos de final no F18 italiano e Lindell chegou à ronda final da qualificação de Orbetello.

 

Dimitrov, embora não tendo passado da 1ª ronda em Atlanta, logrou subir mais duas posições fixando assim o 57º posto como melhor ranking de sempre na carreira.

 

 

 

Geração de 92

 

Ryan Harrison é a figura da semana. Esteve em grande plano no 250 de Atlanta tendo atingido as meias finais do torneio sendo travado apenas por Mardy Fish. Pelo caminho derrotou Xavier Malisse. Este resultado rendeu-lhe uma subida de 26 posições no ranking e a tão desejada entrada no Top 100 mundial.

 

Excelente prestação também a de Facundo Arguello com a final no Challenger de Manta. 38 lugares galgados no ranking e a aproximação ao Top 200 mundial.

 

Registo ainda para a ronda final da qualificação para Atlanta atingida por Denis Kudla e a fraca prestação de Javier Marti (1ª ronda de Orbetello), James Duckworth (1ª ronda do F12 francês) e Diego S. Schwartzman (1ª ronda de Manta).

 

Tomic, mesmo sem jogar, subiu 5 posições no ranking e entrou pela primeira vez no Top 70.

 

 

 

Geração de 93

 

Tiago Fernandes (2ª ronda em Manta), Carballes Baena (2ª r. no F18 italiano), Jiri Vesely (2ª r. no F2 arménio), Suk-Young Jeong (2ª r. no F2 do Taiwan) e Artunedo Martinavarr (2ª r. no F24 espanhol) conseguiram vencer uma partida nesta semana o que assegurou a todos estes tenistas (com excepção de Jeong) novas melhores classificações de sempre no ranking.

 

 

 

Geração de 94

 

O indiano Ramanathan foi o único em prova. Ficou-se pela 1ª ronda no F24 espanhol.

Editado por Descartes

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JOVEM DA SEMANA

 

Ryan Harrison

 

 

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Geração de 90

 

O argentino Facundo Bagnis foi o tenista desta geração que melhor aproveitou a semana. Atingiu as meias finais do Challenger de Dortmund, o que lhe valeu a subida de 19 lugares no ranking e a aproximação ao seu melhor de sempre.

 

Os restantes tenistas obtiveram fracas prestações. Goffin ficou pela 2ª ronda de Dortmund, eliminatória a que não conseguiram chegar Stebe e Ignatik. Delbonis também se ficou pela 1ª ronda no CH de Recanati.

 

Berankis voltou a perder na 1ª ronda de um ATP. Desta vez em Los Angeles.

 

 

 

Geração de 91

 

Maior destaque para Tsung-Hua Yang que chegou às meias finais do CH de Wuhai. Subiu 33 lugares e entrou, pela primeira vez, no Top 250 do mundo. O coreano Yong-Kyu Lim também esteve em Wuhai onde chegou aos quartos de final. Subiu 36 posições, regressou ao Top 400 do mundo e regressou à tabela do Top 10 da geração. Foi uma passagem curta de Androic por este tópico...

 

Dimitrov foi à 2ª ronda de Los Angeles, torneio onde Grigelis não passou da 1ª ronda mas em que passou a fase de qualificação.

 

Resta referir Di Wu que chegou à 2ª ronda de Wuhai, Travaglia nos quartos de final do F19 italiano e Lindell que ficou pela 2ª ronda da qualificação do ATP de Gstaad.

 

Kuznetsov perdeu na 1ª ronda de Dortmund e não evitou uma queda de 40 posições no ranking.

 

 

 

Geração de 92

 

Ryan Harrison foi novamente a figura da semana ao repetir a presença nas meias finais de um torneio ATP 250. Agora em Los Angeles foi novamente travado por Mardy Fish depois de ter ganho a Berankis, Russell e Lu. Este resultado rendeu-lhe nova subida no ranking. Desta vez de 12 posições no ranking e a aproximação a Bernard Tomic.

 

Denis Kudla chegou à ronda final da qualificação de Los Angeles o que lhe valeu uma subida de 13 lugares no ranking e a estreia no Top 5 da sua geração.

 

Javier Marti também esteve em acção nesta semana mas não passou da 2ª ronda em Dortmund.

 

Novidade na tabela é o norte-americano Daniel Kosakowski que, ao chegar à 2ª ronda de Los Angeles após ter sido bem sucedido na fase de qualificação, subiu 92 lugares no ranking mundial, entrou no Top 400 e relegou Gianni Mina para fora da tabela.

 

 

 

Geração de 93

 

O italiano Edoardo Eremin foi o grande campeão da escalada no ranking desta semana. Com a presença na final do F20 turco, Eremin subiu 177 lugares no ranking e regressou à tabela do Top 10 dos nascidos em 93.

 

Outro grande vencedor da semana foi Taro Daniel. Com a meia final do F25 espanhol subiu 43 lugares no ranking e entrou no Top 600 do mundo.

 

Positiva foi também a semana para Jiri Vesely que chegou à 2ª ronda no F1 da Estónia e melhorou em 11 posições a sua classificação no ranking.

 

 

 

Geração de 94

 

Mais uma estreia na tabela. É o 4º elemento nascido em 94 a ascender ao Top 1000 do mundo. Trata-se do canadiano Filip Peliwo que fez render a sua presença nos quartos de final do F3 canadiano para aqui registar a sua presença.

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JOVEM DA SEMANA

 

Tsung-Hua Yang

 

 

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Geração de 90

 

O canadiano Vasek Pospisil foi o tenista com a semana mais proveitosa desta geração. Acumulou a vitória no F4 canadiano à meia final no Challenger de Vancouver e subiu 31 lugares no ranking, aproximando-se do Top 150 do mundo e roubando o 5º lugar da geração ao Uladzimir Ignatik. Tendo presente a arreliadora lesão do Raonic é caso para dizer que mal um canadiano cai, logo outro se levanta!

 

Evgeny Donskoy também esteve em bom plano ao conseguir chegar às meias finais do Challenger de Segovia, com uma vitória sobre o Mahut pelo meio. Rendeu-lhe uma subida de 21 lugares no ranking mundial.

 

Jerzy Jannowicz passou o qualifying do ATP de Kitzbuhel e isso proporcionou-lhe uma ligeira melhoria da sua melhor classificação de sempre.

 

No Challenger de Trani estiveram David Goffin e Federico Delbonis. O primeiro chegou aos quartos de final enquanto que o segundo não passou da 2ª ronda.

 

Richard Berankis continua a sua queda no ranking e continua a acumular derrotas nas primeiras rondas dos torneios norte-americanos. Desta vez foi em Washington.

 

 

 

Geração de 91

 

Numa semana que não foi muito famosa em termos de resultados, escolhi Tsung-Hua Yang como a figura da semana. Ele tem aproveitado muito bem o circuito de Challengers asiáticos e tem escalado de forma significativa no ranking mundial. Nesta semana chegou à final de Pequim, a sua primeira final em torneios Challengers. Subiu 41 lugares e já ameaça o Top 200.

 

Em grande plano está igualmente o sul-coreano Yong-Kyu Lim. Também em Pequim chegou às meias finais (perdeu com Yang) depois de ter começado o torneio na fase de qualificação. Subiu 68 posições no ranking e já está perto do seu melhor registo da carreira.

 

Quem não se pode queixar da sorte nesta semana é Grigor Dimitrov. O búlgaro, líder da sua geração, beneficiou da desistência de Michael Llodra para atingir a 3ª ronda de Washington, resultado que lhe valeu uma subida de mais um lugar no ranking, ficando mais perto do objectivo de alcançar o Top 50.

 

Em acção ainda estiveram Pablo Carreño-Busta que chegou à 2ª ronda de Segovia e Christian Lindell que se ficou pela 1ª ronda no Challenger de Campos do Jordão.

 

 

 

Geração de 92

 

Benjamin Mitchell foi finalista no F11 britânico, tendo subido 25 lugares no ranking. Foi o resultado mais significativo desta geração.

 

Há a registar também a 2ª ronda em Washington para Ryan Harrison, com nova subida no ranking. Desta vez foram apenas 4 lugares.

 

De resto há pouco a salientar. 2ª ronda em Campos do Jordão para Clezar, Torneio onde Schwartzman ficou pela 1ª ronda. Pela 1ª ronda também ficaram Marti (Kitzbuhel), Kudla (Washington) e Kosakowski (Vancouver). Duckworth nem passou da 2ª ronda da qualificação em Trani.

 

 

 

Geração de 93

 

Edoardo Eremin continuou a acumular bons resultados nos Futures turcos. Nesta semana foi a meia final no F21. Como resultado teve uma subida de 46 lugares no ranking e a entrada no Top 700.

 

Taro Daniel esteve nos quartos de final do F26 espanhol e Tiago Fernandes ficou-se pela 1ª ronda de Campos do Jordão.

 

 

 

Geração de 94

 

Broady, Ramanathan e Peliwo estiveram em competição. Mas nenhum deles passou da 1ª ronda nos torneios em que competiram. F11 britânico, F26 espanhol e F4 canadiano, respectivamente.

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JOVEM DA SEMANA

 

Guido Andreozzi

 

 

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Geração de 90

 

O canadiano Vasek Pospisil continua a trepar no ranking. Com a vitória sobre Juan Ignacio Chela que lhe permitiu aceder à 2ª ronda do Masters de Montreal para defrontar Roger Federer, ele subiu mais 10 posições e entrou no Top 150. O russo Evgeny Donskoy também obteve um resultado positivo chegando aos quartos de final do Challenger de Binghamton.

 

Ignatik, em San Marino, e Bagnis, em Binghamton, não passaram da 1ª ronda.

 

 

 

Geração de 91

 

Esta foi mais uma semana pobre em resultados para os Sub-21. Apenas dois jogadores lograram a passagem de uma ronda em Montreal e os resultados em Challengers não passaram da mediania. Assim, a figura da semana só poderia ser escolhida entre os dois tenistas que contabilizaram vitórias em torneios Futures. Decidi-me pelo argentino Guido Andreozzi que venceu o F4 equatoriano porque essa vitória se traduziu na sua estreia nestas tabelas. Andreozzi subiu 61 lugares no ranking, entrou no Top 400 do mundo e no Top 10 da sua geração por troca com Toni Androic que, definitivamente, não aquece o lugar.

 

Nesta geração registe-se ainda os quartos de final no CH de Samarkand alcançados por Tsung-Hua Yang que resultaram na subida de 2 lugares no ranking e a aproximação cada vez mais evidente ao Top 200. Ainda em Samarkand tivemos o regresso de Andrey Kuznetsov às vitórias, embora se tenha tratado de apenas uma, tendo ele ficado pela 2ª ronda do torneio.

 

Em competição esteve ainda Mirza Basic que, depois de ser bem sucedido no qualifying de San Marino, não teve a mesma sorte na 1ª ronda do quadro principal.

 

 

 

Geração de 92

 

Tal como Pospisil, também Bernard Tomic passou uma ronda em Montreal. Ganhou a Yen-Hsun Lu, tendo perdido em seguida com Jo-Wilfried Tsonga. Em todo o caso Tomic registou uma subida de 7 posições no ranking, estabelecendo uma melhor classificação de sempre.

 

O venezuelano David Souto foi o outro jogador a ganhar um Future. Venceu o F27 espanhol e foi, assim, um sério candidato a figura da semana. Não escolhi o Souto porque não se tratou de uma novidade. Souto subiu 39 lugares no ranking e regressou à tabela dos 10 Mais da geração. Também regressando a esta lista está o russo Alexander Rumyantsev devido à sua presença na final do F4 russo que lhe garantiu a subida de 31 lugares no ranking. Para compensar a entrada destes dois tenistas tivemos a saída de Guilherme Clezar e de Daniel Kosakowski.

 

Nota final para Benjamin Mitchell que perdeu na 1ª ronda de Binghamton depois de ter ultrapassado a fase de qualificação. Subiu 12 lugares no ranking e regista agora uma nova melhor classificação de sempre dentro do Top 350.

 

 

 

Geração de 93

 

Taro Daniel atingiu as meias finais do F27 espanhol mas esse resultado não impediu a descida de 5 lugares no ranking. Em sentido contrário esteve Edoardo Eremin que, embora apenas tenha alcançado a 2ª ronda do F22 turco, melhorou em 20 posições a sua classificação.

 

Londero também esteve em acção mas não passou da 1ª ronda no F4 equatoriano.

 

 

 

Geração de 94

 

Liam Broady ficou pela 1ª ronda no F12 britânico.

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JOVEM DA SEMANA

 

Nicolas Pastor

 

 

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Geração de 90

 

Só dois jogadores estiveram em prova nesta semana. O bielorrusso Ignatik que ficou pela 1ª ronda no CH de Cordenons e o "novato" italiano Alessandro Giannessi.

 

Giannessi juntou nesta semana dois resultados muito positivos: a final no F22 italiano e a meia final no CH de Cordenons. Estes resultados traduziram-se numa subida de 42 lugares no ranking mundial que lhe permitiram entrar no Top 10 da sua geração para o lugar de David Goffin e o colocaram à porta do Top 200 do ranking ATP.

 

 

 

Geração de 91

 

Esteve muito activa a geração de 91. Começo por aquele que foi a figura da semana: o argentino Nicolas Pastor. É mais um produto da "Escola de Tandil" e nesta semana surpreendeu positivamente ao ser finalista no CH de Cordenons na qualidade de Lucky Loser. Curiosamente ele tinha sido derrotado na semana anterior em San Marino logo na 1ª ronda pelo Pedro Sousa. Em Cordenons, depois de ter perdido na última ronda do qualifying com o belga Desein, foi repescado para o quadro principal e só parou na final, tendo derrotado pelo caminho jogadores como Galvani, Crivoi e Klizan. A consequência directa desta performance foi a subida de 127 posições no ranking mundial que lhe valeu a entrada para o 6º posto da geração e a perspectiva de entrar em breve no Top 300.

 

Mas nem só do Pastor viveu esta semana para os nascidos em 91. Grigor Dimitrov passou uma ronda no Masters de Cincinnati e colou-se ao Top 50 do mundo; Pablo Carreño-Busta juntou a vitória no F28 espanhol à 2ª ronda no CH de San Sebastian e subiu 18 lugares no ranking; Christian Lindell com os quartos de final no F25 brasileiro regressou ao Top 300 e Guido Andreozzi chegou aos quartos de final do F5 equatoriano.

 

Resta falar de Tsung-Hua Yang que passou uma ronda no CH de Karshi mas que não chegou para evitar uma queda de 16 lugares no ranking.

 

 

 

Geração de 92

 

Ryan Harrison também passou, tal como Dimitrov, uma ronda em Cincinnati. Este resultado implicou uma subida de 11 posições no ranking, a entrada no Top 70 e a ameaça séria à liderança de Tomic nesta geração. Tomic, por seu lado, não conseguiu melhor que uma derrota na 1ª ronda da qualificação do Masters de Cincinnati.

 

Diego Sebastian Schwartzman e Alexander Rumyantsev atingiram as meias finais em Futures nos seus países de origem: o F10 argentino e o F5 russo. Maior proveito para o russo que subiu 17 postos no ranking mundial do que para o argentino que se ficou por 6 lugares.

 

James Duckworth e David Souto chegaram aos quartos de final do F22 italiano e F28 espanhol respectivamente. Duckworth recuperou um lugar no Top 5 da geração ao passar Kudla.

 

Última nota para Javier Marti que se ficou pela 1ª ronda no CH de San Sebastian.

 

 

 

Geração de 93

 

Dois nomes se destacaram nesta semana: Roberto Carballes Baena, com a meia final no F28 espanhol que lhe rendeu a subida de 21 lugares no ranking e a perspectiva de ascender em breve ao topo da sua geração, e João Pedro Sorgi. O jovem brasileiro alcançou as meias finais no F25 do seu país subindo 86 posições no ranking e tornou-se o mais recente membro destas tabelas, relegando o espanhol Carlos Boluda para fora do Top 10.

 

O checo Jiri Vesely também esteve em bom plano ao atingir os quartos de final no F2 eslovaco tendo melhorado em 10 lugares a sua classificação. Juan Ignacio Londero com a 2ª ronda no F5 equatoriano conseguiu manter a sua posição no Top 10 da geração.

 

Menos bem estiveram Tiago Fernandes (1ª ronda no F25 brasileiro) e Jason Kubler (1ª ronda no F22 italiano). Se bem que este último tenha a justificação de estar de regresso após uma paragem superior a 4 meses.

 

Quem sofreu quedas significativas no ranking por não terem defendido pontos do ano passado foram Edoardo Eremin (caiu 42 posições) e Suk-Yong Jeong (desceu 64 lugares).

 

 

 

Geração de 94

 

Ramanathan ficou pela 1ª ronda no F28 espanhol.

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fds q se passa com o Berankis?

 

Harrison :heart: Escolhi-o naquele jogo manager daqui, q xibanga xD

O Yang é outro q promete, escolho-o quase sempre nos prognosticos.

E o Dimitrov vai fazer um AO do crl, escrevam :cool:

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JOVEM DA SEMANA

 

James Duckworth

 

 

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Geração de 90

 

Em semana de qualificações para o US Open voltaram a ser apenas 2 os jogadores desta geração que estiveram presentes em torneios pontuáveis para o circuito. Foram o argentino Federico Delbonis e o bielorrusso Uladzimir Ignatik e estiveram ambos no CH de Manerbio. A coisa correu melhor a Delbonis que atingiu os quartos de final e, assim, subiu 11 lugares no ranking. Ignatik ficou pela 1ª ronda.

 

 

 

Geração de 91

 

Grigor Dimitrov esteve no ATP 250 de Winston-Salem, onde chegou à 3ª ronda. Um bom resultado mas que não impediu que ele descesse 5 posições no ranking.

 

Em termos de consequências para o ranking mundial, o melhor resultado foi do russo Andrey Kuznetsov com a meia final no F6 russo, o que lhe valeu uma subida de 15 lugares.

 

Christian Lindell não evitou a descida de 12 posições, apesar dos quartos de final a que chegou no F26 brasileiro. Guido Andreozzi também não teve uma semana positiva, não conseguindo melhor que a 2ª ronda no F2 peruano.

 

Em Manerbio estiveram Pablo Carreño-Busta e Nicolas Pastor mas nenhum deles passou da 1ª ronda.

 

 

Geração de 92

 

James Duckworth venceu o F23 italiano, suficiente para ser considerado a Figura da Semana. Subiu 52 lugares no ranking, tendo entrado para o Top 300.

 

Quem também esteve em bom plano foi o brasileiro Guilherme Clezar, finalista no F26 brasileiro. Subiu 31 lugares e regressou ao Top 10 da sua geração para o lugar de Alexander Rumyantsev.

 

Em Winston-Salem estiveram Bernard Tomic e Ryan Harrison. Harrison chegou à 2ª ronda e Tomic ficou pela 1ª. Apesar disso ambos melhoraram as suas melhores classificações de sempre no ranking, tendo o australiano entrado pela 1ª vez no Top 60.

 

Facundo Arguello não passou da 1ª ronda em Manerbio e David Souto da 2ª ronda no F29 espanhol.

 

 

 

Geração de 93

 

Houve 3 bons resultados nesta semana. Roberto Carballes Baena, Andres Artunedo Martinavarr e Jiri Vesely chegaram às meias finais dos Futures que disputaram. Os espanhois no F29 do seu país e o checo no F7 romeno. Carballes Baena subiu 15 lugares no ranking, aproximou-se do Top 400 e passou o Tiago Fernandes, tornando-se o líder da geração; Artunedo Martinavarr subiu 61 lugares, passou Jason Kubler e atingiu o Top 5 da geração; Jiri Vesely subiu 35 lugares e entrou no Top 600 do mundo.

 

Em bom plano também estiveram Taro Daniel (quartos de final no F29 espanhol) e Jason Kubler (quartos de final no F23 italiano).

 

Pior estiveram Edoardo Eremin (1ª ronda no F23 italiano) e João Pedro Sorgi (1ª ronda no F26 brasileiro).

 

Suk-Yong Jeong voltou a descer imensas posições no ranking (164 lugares) e saiu do Top 10 da geração, tendo regressado Carlos Boluda-Purkiss.

 

 

 

Geração de 94

 

Ramanathan ficou pela 1ª ronda no F29 espanhol.

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Evgeny Donskoy

 

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Idade: 21

Data de Nascimento: 09/Mai/1990

Altura: 1,85 m

Peso: ?

Ranking ATP Actual: 150

Melhor Ranking ATP: 148

Melhor Ranking Juniores: 20

 

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Títulos Profissionais (3):

 

2011 - Espanha F7 (v Vagnozzi); Casablanca CH (v Di Mauro)

2008 - Ucrânia F3 (v Molchanov)

 

 

Finais Perdidas (1):

 

2011 - Braunschweig CH (Rosol)

2010 - Cazaquistão F1 (Kudryavtsev)

 

 

Títulos Juniores (4):

 

2006 - South Capital [KAZ] (v Fufygin); China Junior 1 (v Yan Bai)

2007 - Guru Cup - Salsomaggiore (v Xander Spong)

2008 - Eslováquia Indoor (v Vovk)

 

Finais Perdidas (-):

 

 

 

===================================

 

O russo Evgeny Donskoy é um jogador que não tem gerado grande atenção mas que tem ascendido no ranking mundial graças à sua persistência e atrevimento. Não tem no currículo grandes resultados se considerarmos apenas os títulos ou as finais que disputou, mas fazendo uma análise mais detalhada somos obrigados a chegar à conclusão que existe ali material para se produzir um jogador bastante promissor.

 

Teve um percurso nos juniores marcado por grande discrição, ganhando apenas uma mão-cheia de torneios de menor importância e perdendo regularmente em fases precoces nos torneios de maior dimensão. Estreou-se no circuito profissional relativamente tarde (em 2007, já com 17 anos completos) mas mostrou logo no 1º ano ao que vinha: um jogador atrevido qb para apostar essencialmente em torneios de categoria superior, quase desprezando o circuito de Futures, e com qualidade suficiente para não se atemorizar quando se deparava com adversários de maior cotação. É significativo o facto de ter derrotado um Top 300 (Ivo Klec) logo no seu 2º torneio no circuito: o Challenger de Geneve.

 

A sua persistência revelou-se a partir de 2008. Donskoy pode ser considerado o Davydenko dos Sub-21 se atentarmos à quantidade de torneios que disputa. É rara a semana em que ele se dá ao luxo de descansar. E joga, desde essa altura, em Challengers ou torneios ATP, não se atemorizando com a necessidade de disputar qualificações e, principalmente, não se sentindo diminuido face a adversários teoricamente superiores.

 

Ele debutou no Top 200 apenas em Fevereiro de 2011, mas de forma consistente apenas a partir de Junho. No entanto, até esta data ele já contava com cerca de duas dezenas de vitórias sobre tenistas do Top 200 e começou, por esta altura, a derrotar jogadores do Top 100, contando actualmente com 3 desses "troféus": Ramirez-Hidalgo (98) no CH de Kosice, Mahut (95) no CH de Segovia e Frederico Gil (91) no CH de Braunschweig. Apesar de já ter ganho o CH de Casablanca (onde acumulou vitórias sobre os Top 200 Patience, Knittel, J. Pospisil e Di Mauro) foi esse torneio de Braunschweig aquele onde Donskoy mais brilhou. Depois de ter sido bem sucedido no qualifying encetou uma série de vitórias significativas sobre Darcis, Ilhan, Gil e Robert até ter sido travado em plena final por Rosol.

 

Como conclusão, acho que Donskoy, se conservar as suas qualidades e se não tiver problemas físicos, pode muito bem chegar ao nível de um Top 20 ou quem sabe, algo mais. Não penso que existam condições para o ver a lutar por um lugar no topo da hierarquia mundial, mas noto-lhe, como já referi, muito de "Davydenko"...

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Stefano Travaglia

 

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Idade: 19

Data de Nascimento: 28/Dez/1991

Altura: 1,85 m

Peso: ?

Ranking ATP Actual: 338

Melhor Ranking ATP: 306

Melhor Ranking Juniores: 152

 

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Títulos Profissionais (3):

 

2011 - Itália F12 (v Lindell); Chile F1 (v Rivera-Aranguiz)

2010 - Chile F6 (v Saavedra-Corvalan)

 

 

Finais Perdidas (1):

 

2011 - Argentina F3 (Molteni)

2010 - Chile F9 (Saavedra-Corvalan); Argentina F17 (Monteferrario)

 

 

Títulos Juniores (-):

 

 

 

Finais Perdidas (2):

 

2008 - Magnolia Cup (Gozdur); Guru Cup - Salsomaggiore (Stebe)

 

 

===================================

 

Stefano Travaglia é um dos mais recentes projectos de grande estrela do ténis mundial produzido pelos italianos. Deve dizer-se que a capacidade que os italianos têm de gerar futuras primeiras figuras do firmamento tenístico que nunca se concretizam só é comparável à igual capacidade demonstrada pelos ingleses. É impressionante o rol de "futuras vedetas" que ficam pelo caminho com estas nacionalidades.

 

A bem dizer Travaglia nunca justificou tal epíteto. Os seus resultados até celebrar os 18 anos foram pouco mais que medíocres. No circuito junior não apresenta qualquer título e apenas pode mostrar duas finais perdidas em torneios de pequena/média dimensão. Não chegou a entrar no Top 150 do circuito. E os seus primeiros anos no circuito profissional não foram melhores. Estreou-se cedo, em 2007 com 15 anos, e até ao final de 2009 disputou 21 torneios tendo saído em 13 deles logo na 1ª ronda. Tinha um registo de 9 vitórias para 21 derrotas e não conseguiu ganhar a nenhum jogador do Top 600. E isto participando basicamente em Futures italianos. Muito fraco!

 

Quando fez 18 anos, em Dezembro de 2009, tomou uma decisão drástica e arriscada: assentou arraiais na Argentina onde ficou até Abril de 2011. Quase um ano e meio a jogar exclusivamente em terra batida, ele que se afirmava como especialista em piso duro e cuja melhor arma era o serviço. Em várias entrevistas que concedeu justificou-se dizendo que essa opção foi fundamental para melhorar o seu jogo nos aspectos técnico-tácticos. E o que é certo é que a decisão rendeu. Os resultados positivos começaram a aparecer. Ora na Argentina, ora no Chile Travaglia começou a vencer jogos e a disputar as rondas finais dos torneios, tendo alcançado duas vitórias e perdido três finais.

 

Há que dizer, no entanto, que a qualidade dos adversários na América do Sul é inferior àquela que ele encontrava na Europa. Raramente defrontou jogadores instalados no Top 400 do mundo. Apesar disso ainda conseguiu derrotar o brasileiro Julio Silva no CH de Santiago quando este ocupava o lugar 210 do ranking.

 

Mas a experiência foi mesmo positiva e isso notou-se no seu regresso a Itália em Abril deste ano. Surgiu um jogador diferente tendo, inclusive, vencido um dos Futures em que participou (motivando o chauvinismo italiano a augurar-lhe um futuro radioso). Começou também a disputar Challengers, tendo obtido resultados que já não envergonham. Em Turim obteve a sua única vitória até agora sobre um Top 200 (David Guez) e aguardava-se com expectativa a sua evolução esperando-se para breve a sua entrada no Top 300.

 

Mas o infortúnio surgiu em Agosto. Uma alegada queda nas escadas em casa teve como resultado uma lesão complicada no seu braço direito levando-o à mesa de operações para uma dupla cirurgia com um tempo estimado de recuperação de um ano. Nos próximos tempos vamos deixar de ouvir falar de Stefano Travaglia. Que recupere completamente e que regresse a tempo de poder confirmar as expectativas dos italianos...

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JOVEM DA SEMANA

 

Cedrik-Marcel Stebe

 

 

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Geração de 90

 

Esta actualização compreende o período de duas semanas em que decorreu o US Open. E foram duas semanas muito intensas. Com excepção dos lesionados todos os tenistas estiveram em competição, registando-se algumas mexidas significativas nas tabelas.

 

Na geração de 90 há uma figura que se destacou claramente. É a "Figura da Semana" com todo o mérito. Trata-se do alemão Cedrik-Marcel Stebe. O início não foi prometedor: ele perdeu logo de entrada na fase de qualificação do US Open. Mas aproveitou para fazer as malas e rumar aos torneios Challengers asiáticos onde derrotou tudo e todos. Venceu os torneios de Bangkok e de Xangai, tendo registado uma subida de 40 posições no ranking mundial aproximando-se do Top 100 e ascendendo à vice-liderança da sua geração. Pode-se dizer que foi uma quinzena arrasadora!

 

Menos esfusiva mas igualmente compensadora foi a quinzena do canadiano Vasek Pospisil. Só jogou o US Open onde passou o qualifying e ainda derrotou Rosol na 1ª ronda. Subiu 19 lugares no ranking e já é o 3º da geração.

 

O russo Evgeny Donskoy e o italiano Alessandro Giannessi foram os dois outros tenistas desta geração que melhoraram as suas melhores posições de sempre no ranking. Com subidas de pouca monta, é verdade (3 lugares para Donskoy e 1 para Giannessi). Para conseguirem esta melhoria foram decisivos os quartos de final a que chegaram em Challengers (Sevilha para Donskoy e Génova para Giannessi), porque na qualificação do US Open não estiveram bem: 2ª ronda para o russo e 1ª para o italiano.

 

Na fase de qualificação do US Open estiveram ainda Berankis (2ª ronda), Bagnis e Janowicz (perderam ambos na 1ª ronda). Janowicz esteve ainda no CH de Sevilha onde não passou da 2ª ronda e ainda contabilizou os quartos de final a que chegou no F8 polaco. Foram resultados muito insuficientes para Berankis e Janowicz que deram grandes quedas no ranking.

 

Ignatik e Delbonis não estiveram no Grand Slam norte-americano. Mas também não tiveram grande sucesso nos Challengers que decidiram disputar. Apenas chegaram à 2ª ronda em St. Rémy e Como, respectivamente.

 

 

 

Geração de 91

 

Nota de maior destaque para o espanhol Pablo Carreño-Busta. Ausente do US Open aproveitou para se sagrar campeão no CH de Como. Com esta vitória subiu 26 lugares no ranking e entrou pela primeira vez no Top 150 do mundo.

 

No US Open estiveram Dimitrov, Yang e Grigelis. O búlgaro, com entrada directa no quadro principal, não conseguiu dar a volta ao sorteio adverso que lhe colocou pela frente Monfils logo na 1ª ronda. O tenista de Taiwan e o lituano estiveram no qualifying onde obtiveram resultados modestos. Yang ficou na 2ª ronda e Grigelis na ronda final. De seguida avançaram ambos para os Challengers onde alcançaram meritórios quartos de final. Yang em Xangai e Grigelis em St. Rémy. Como consequência tiveram subidas razoáveis no ranking de 9 e 19 posições, sendo que Grigelis estabeleceu uma melhor classificação de sempre.

 

Com quartos de final em Challengers (Bangkok) ficou ainda o coreano Yong-Kyu Lim. Rendeu-lhe uma subida de 20 lugares que se traduziu numa melhor classificação de sempre no seu regresso ao Top 300. E a subida ao Top 5 da geração.

 

Quem está de regresso ao Top 10 é o bósnio Mirza Basic que contabilizou a sua vitória no F9 da Sérvia, "roubando" o lugar na tabela a Andreozzi.

 

Com meias finais em torneios Future ficaram Kuznetsov (F8 polaco) e Lindell (F4 colombiano).

 

 

Geração de 92

 

No US Open estiveram Tomic, Harrison e Kudla. Os dois primeiros tiveram, curiosamente, a mesma "besta negra": o croata Marin Cilic. Derrotou Harrison na 1ª ronda e Tomic na 2ª. Kudla esteve na qualificação e chegou à ronda final. Deu para uma subida de 28 posições no ranking, ficando a um pequeno passo da entrada no Top 300.

 

Extremamente activo esteve Javier Marti. Contabilizou a vitória no F7 polaco, a final perdida no F8 desse país e ainda a 2ª ronda no CH de Sevilha. Como resultado teve uma subida de 25 posições no ranking, tendo ficado à beirinha do Top 200.

 

Com a vitória no F3 peruano assinalou-se o regresso à tabela do argentino Agustin Velotti, entrando para o lugar de David Souto.

 

Os restantes tenistas tiveram resultados muito fracos. Arguello ficou na 1ª ronda em Como e na 2ª em Sevilha; Schwartzman não passou o qualifying de Sevilha; Duckworth ficou na 2ª ronda do F8 romeno e Clezar coleccionou derrotas nas primeiras rondas dos F4 e F5 colombianos.

 

 

 

Geração de 93

 

O principal destaque vai direitinho para o italiano Edoardo Eremin. Contabilizou nesta actualização 3 torneios. Se as derrotas nas primeiras rondas do F8 sérvio e do CH de Génova não impressionam, o mesmo não se pode dizer da final perdida no F9 da Sérvia. Com este feito ele registou uma subida de 83 lugares no ranking, ficando perto da sua melhor classificação de sempre.

 

Também com prestações muito positivas estiveram Roberto Carballes Baena com a meia final no F31 espanhol que lhe garantiu a entrada no Top 400 do mundo; Andres Artunedo Martinavarr com os quartos de final no F30 espanhol; o venezuelano Ricardo Rodriguez cuja meia final no F30 espanhol lhe permitiu estrear-se nesta tabela e o checo Robert Rumler que regressa ao Top 10 devido aos quartos de final que atingiu nos F7 e F8 austríacos.

 

Taro Daniel também não se pode queixar, embora só tenha chegado à 2ª ronda no F30 espanhol. Ainda assim conseguiu subir 5 lugares no ranking. Pior resultado em termos de ranking teve Jason Kubler que, ao chegar apenas à 2ª ronda no F7 polaco, não evitou uma queda de 68 posições.

 

 

 

Geração de 94

 

Ramanathan ficou pela 1ª ronda no F30 espanhol mas chegou à 2ª ronda no F31. Conseguiu assim uma subida de 24 lugares, aproximando-se do Top 900 do mundo.

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JOVEM DA SEMANA

 

Richard Berankis

 

 

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Geração de 90

 

Dois nomes se destacaram acima dos demais nesta semana. Ambos com meias finais em torneios Challenger. O alemão Cedrik-Marcel Stebe em Ningbo e o lituano Richard Berankis em Istanbul. Escolhi como figura da semana Berankis porque o torneio em que ele participou era mais importante e porque este resultado pode marcar o regresso de Berankis ao caminho ascendente que ele prosseguia antes de uma arreliadora lesão o ter levado para fora do Top 150.

 

Nos quartos de final no Challenger de Szczecin ficaram Federico Delbonis e Alessandro Giannessi. Para o italiano representou a entrada no Top 200 do mundo. Evgeny Donskoy chegou à 2ª ronda do torneio polaco.

 

Ficaram pela 1ª ronda Facundo Bagnis (em Belo Horizonte) e Uladzimir Ignatik (em Istanbul).

 

Devido à sua excelente prestação em Belo Horizonte, onde foi finalista, Gastão Elias subiu ao 12º posto da sua geração, alimentando esperanças para que o possamos ver em breve nesta tabela como membro de direito próprio.

 

 

 

Geração de 91

 

Andrey Kuznetsov ganhou o F32 espanhol, o que lhe rendeu uma subida de 33 lugares no ranking e o regresso ao Top 5 da geração. Será este mais um caso de dar um passo atrás para poder dar dois para a frente?

 

Pablo Carrño-Busta e Mirza Basic atingiram os quartos de final em Banja Luka e Tsung-Hua Yang chegou à mesma fase em Ningbo.

 

Nicolas Pastor e Christian Lindell estiveram em Belo Horizonte. O argentino chegou à 2ª ronda e o sueco/brasileiro não passou da ronda inicial.

 

 

Geração de 92

 

Destaque para Benjamin Mitchell que melhorou em mais de 30 lugares a sua posição no ranking devido à final no F5 australiano.

 

Os restantes resultados foram fracos: Segundas rondas em Todi para Facundo Arguello e Diego Sebastian Schwartzman (que finalmente deixaram o conforto sul-americano) e 1ª ronda em Tulsa para Denis Kudla.

 

 

 

Geração de 93

 

Taro Daniel voltou a ter uma semana proveitosa. 55 lugares galgados no ranking devido à final no F32 espanhol. No mesmo torneio Ricardo Rodriguez atingiu a 2ª ronda.

 

Robert Rumler não passou da 1ª ronda no F9 polaco.

 

Tiago Fernandes, apesar de não ter feito melhor que a 1ª ronda no CH de Belo Horizonte, recuperou a liderança da geração porque Carballes Baena não defendeu pontos que conquistou no ano passado e desceu no ranking 70 posições.

 

 

 

Geração de 94

 

Há duas novidades nesta lista. O sérvio Miki Jankovic que cruzou a linha do Top 1000 devido aos quartos de final no F10 sérvio e o alemão Kevin Kaczynski que aproveitou o ponto conquistado pela 2ª ronda no F9 polaco.

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JOVEM DA SEMANA

 

Alessandro Giannessi

 

 

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Geração de 90

 

A figura da semana foi o italiano Alessandro Giannessi que se encontra num excelente momento de forma e tem trepado significativamente no ranking. Nesta semana atingiu os quartos de final do ATP 250 de Bucareste depois de ter passado pela fase de qualificação. Este resultado foi conseguido à custa de Frederico Gil, a quem ganhou depois de ter ganho também a Albert Montanes. Subiu 26 posições no ranking e já ameaça o Top 150 e o Top 5 da geração.

 

Ricardas Berankis (o ATP "devolveu-lhe" o nome próprio esta semana) e Facundo Bagnis também tiveram prestações positivas que resultaram em subidas de 8 e 12 posições no ranking. O lituano chegou aos quartos de final do CH de Izmir e o argentino à mesma ronda no CH de Cali.

 

Stebe não passou da 2ª ronda no CH de Tashkent, Donskoy ficou pela 3ª ronda da qualificação de Bucareste e Ignatik pela 1ª ronda em Tashkent.

 

Gastão Elias, com quartos de final no CH de Campinas passou a ser o 11º da geração. O problema é que para entrar na tabela ainda tem que superar quase 40 lugares no ranking...

 

 

 

Geração de 91

 

Primeira nota de destaque para o francês Pierre-Hugues Herbert que venceu o F14 francês e regressou à tabela por troca com Mirza Basic.

 

Tsung-Hua Yang e Laurynas Grigelis voltaram a melhorar as suas melhores classificações de sempre com subidas de 9 e 10 lugares respectivamente (Yang estreou-se no Top 200). Estas subidas foram devidas aos quartos de final que disputaram nos Challengers de Tashkent e Izmir.

 

À segunda ronda de Challengers chegaram Pablo Carreño-Busta (Ljubljana), Christian Lindell (Campinas) e Andrey Kuznetsov (Trnava), este após passar pela qualificação.

 

Grigor Dimitrov ficou na 1ª ronda do ATP 250 de Metz e Nicolas Pastor na 1ª ronda de Campinas.

 

 

Geração de 92

 

Mais dois tenistas a atingirem quartos de final em Challengers. Javier Marti, em Ljubljana, com estreia no Top 200 do mundo, e Agustin Velotti em Cali, subindo 31 posições no ranking.

 

Benjamin Mitchell foi finalista derrotado no F6 australiano, subindo 22 lugares no ranking e ameaçando a entrada no Top 300.

 

A subir para sua melhor classificação de sempre esteve ainda Guilherme Clezar após a 2ª ronda que disputou em Campinas.

 

Pela primeira ronda de Ljubljana ficaram Facundo Arguello e Diego S. Schwartzman, com este a ultrapassar o qualifying.

 

 

 

Geração de 93

 

Destaque maior para o espanhol Andres Artunedo Martinavarr (espero ansiosamente pelo momento em que o ATP deixe cair o Martinavarr do seu nome, como costuma fazer com os espanhois que se começam a salientar no circuito). Ganhou o F33 espanhol e registou uma subida de 83 lugares no ranking. Já vislumbra o Top 500 e os lugares mais cimeiros da sua geração.

 

Nota ainda para a 2ª ronda de Ricardo Rodriguez no F33 espanhol e para o facto de Tiago Fernandes e João Pedro Sorgi não terem passado da 1ª ronda em Campinas.

 

 

 

Geração de 94

 

O espanhol David Perez Sanz fez uma entrada fulgurante nesta tabela. Ele já há imenso tempo que ameaçava o Top 1000 mas foi nesta semana que o conseguiu. Com uma presença nas meias finais do F33 espanhol registou uma subida de 159 lugares no ranking e instalou-se imediatamente na 2ª posição entre a sua geração.

 

Quem continua a obter bons resultados no seu país natal é o sérvio Miki Jankovic. Quartos de Final no F11 sérvio proporcionaram-lhe mais uma subida de 56 lugares e o Top 900 já está ali ao virar da esquina.

 

Boa subida também para o canadiano Filip Peliwo (19 lugares) alcançados devido à 2ª ronda no F6 canadiano.

 

Pior esteve Liam Broady que não passou da 1ª ronda no F15 britânico.

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Giannessi e Marti :prayer: Pouco a pouco vão entrando na elite, tal como o Stebe.

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JOVEM DA SEMANA

 

Alessandro Giannessi

 

 

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Geração de 90

 

Segunda semana consecutiva em que o italiano Giannessi é destacado como a figura da semana. Desta vez pela presença na final do Challenger de Nápoles. Subiu 14 lugares no ranking e entrou no Top 150 do mundo.

 

Facundo Bagnis chegou aos quartos de final do CH de Aguascalientes, Evgeny Donskoy à 2ª ronda do CH de Madrid e Jerzy Janowicz não passou da 1ª ronda também em Madrid.

 

Gastão Elias continua como 11º da geração.

 

 

 

Geração de 91

 

O nome que se destaca é o de Grigor Dimitrov por ter alcançado os quartos de final do ATP 250 de Bangkok. Depois de uma queda acentuada no ranking nas últimas semanas que o levou para fora do Top 75, nesta semana ele voltou a recuperar alguns lugares regressando ao Top 70.

 

Pablo Carreño-Busta jogou a 2ª ronda em Nápoles enquanto que Nicolas Pastor e Christian Lindell se ficaram pela 1ª ronda em Recife.

 

 

Geração de 92

 

Os melhores resultados foram para Denis Kudla e Benjamin Mitchell que atingiram os quartos de final em torneios Future (F24 norte-americano e F7 australiano).

 

Bernard Tomic e Ryan Harrison estiveram no ATP 250 de Kuala Lumpur mas não passaram da 1ª ronda. Agustin Velotti e Guilherme Clezar tiveram a mesma sorte no CH de Recife. Schwartzman foi à 1ª ronda de Nápoles com o estatuto de lucky loser e não passou daí.

 

Só Javier Marti saboreou uma vitória, chegando à 2ª ronda de Madrid.

 

 

 

Geração de 93

 

Bons resultados aconteceram nesta geração.

 

Andres Artunedo Martinavarr ganhou o F34 espanhol e subiu 56 postos no ranking, entrando para o Top 500. Bruno Sant'anna juntou a 2ª ronda no CH de Recife à final no F31 brasileiro. Subiu 191 lugares no ranking e aproximou-se do Top 600. Esta prestação valeu-lhe a estreia nesta tabela relegando o seu compatriota Joao Pedro Sorgi para fora do Top 10. Finalmente Edoardo Eremin chegou às meias finais do F4 português, em Espinho, o que representou uma subida de 49 lugares e a aproximação ao Top 600.

 

De resto estiveram em prova Tiago Fernandes que não passou da 1ª ronda em Recife e Roberto Carballes Baena que ficou pela 3ª ronda da qualificação de Madrid.

 

 

 

Geração de 94

 

O canadiano Filip Peliwo e o sérvio Miki Jankovic foram as vedetas da semana nesta geração. Atingiram os quartos de final no F7 canadiano e F12 sérvio, respectivamente. Peliwo subiu 74 lugares no ranking e Jankovic 33, entrando ambos no Top 900.

 

David Perez Sanz ficou pela 1ª ronda no F4 português.

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JOVEM DA SEMANA

 

Bernard Tomic

 

 

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Geração de 90

 

O melhor resultado da semana nesta geração foi de Ricardas Berankis. Chegou à meia final do Challenger de Mons e subiu mais 13 lugares na tentativa de regressar em breve ao lugar onde estava antes da lesão sofrida no início do ano. Uladzimir Ignatik também obteve um resultado positivo com a presença nos quartos de final do Challenger de Sacramento, invertendo uma tendência que o ameaçava levar para fora do Top 200.

 

De regresso após prolongada lesão também está Milos Raonic. Chegou à 2ª ronda no ATP 500 de Tóquio onde foi travado por Rafael Nadal.

 

Vasek Pospisil (em Sacramento) e Alessandro Giannessi (em Palermo) não passaram da 1ª ronda.

 

O Gastão Elias, embora tendo subido mais um lugar no ranking não evitou a ultrapassagem por parte de David Goffin e é agora o 12º da geração.

 

 

 

Geração de 91

 

Só dois resultados positivos e ambos no F10 da Croácia. Andrey Kuznetsov que foi finalista e subiu 14 lugares no ranking e o croata Dino Marcan, que se estreia nesta tabela, que foi semi-finalista. Marcan subiu também 14 lugares no ranking e relegou Stefano Travaglia para fora do Top 10.

 

Grigor Dimitrov (no ATP 500 de Pequim), Pablo Carreno-Busta (em Palermo) e Laurynas Grigelis (em Sacramento) ficaram pela 1ª ronda. Tsung-Hua Yang também ficou pela 1ª ronda de Pequim. A 1ª ronda do qualifying...

 

 

 

Geração de 92

 

Foram da geração de 92 os dois melhores resultados da semana. A figura da semana foi o australiano Bernard Tomic que atingiu os quartos de final em Tóquio. Com este resultado subiu 9 posições no ranking e entrou, pela primeira vez, no Top 50, cimentando a liderança da sua geração.

 

O outro resultado de grande nível foi a vitória no F25 norte-americano por parte de Denis Kudla. Kudla foi, aliás, o único Sub-21 a apresentar uma vitória num torneio para a actualização do ranking semanal. Subiu 28 lugares e estreou-se no Top 300 do mundo. E como bónus passa a integrar o Top 5 da geração.

 

Merece ainda destaque a estreia na tabela do alemão Kevin Krawietz. A presença nos quartos de final no F10 croata, garantiu-lhe um subida de 14 lugares no ranking e a ultrapassagem ao argentino Diego Sebastian Schwartzman.

 

Ryan Harrison (em Tóquio) e Javier Marti (em Palermo) ficaram pela 1ª ronda dos torneios tendo ambos ultrapassado com sucesso as fases de qualificação.

 

 

Geração de 93

 

Registou-se o regresso à tabela em grande estilo por parte do argentino Juan Ignacio Londero. Foi finalista no F2 da Bolívia e subiu 86 lugares no ranking estreando-se no Top 700 e relegando Robert Rumler para fora do Top 10 da geração.

 

O japonês Taro Daniel também esteve em grande nível ao ser semi-finalista no F35 espanhol, conseguindo entrar no Top 500 do mundo.

 

Nota de destaque ainda para o venezuelano Ricardo Rodriguez que atingiu os quartos de final do F7 do seu país entrando no Top 700 com um salto de 23 posições no ranking.

 

Edoardo Eremin não passou da 1ª ronda no F5 português.

 

 

 

Geração de 94

 

Só estiveram em prova dois tenistas. Liam Broady chegou aos quartos de final do F35 espanhol e Mathias Borgue ficou pela 1ª ronda no F25 turco.

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JOVEM DA SEMANA

 

Bernard Tomic

 

 

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Geração de 90

 

Milos Raonic está de volta ao circuito tentando recuperar a forma que o levou ao grupo dos melhores 25 tenistas mundiais. No Masters 1000 de Xangai o canadiano deu mais um passo nesse sentido ao derrotar na 1ª ronda do torneio o francês Michael Llodra. Na 2ª ronda não teve argumentos para contrariar a superioridade de David Ferrer. Mesmo assim subiu dois lugares que o trouxeram de volta ao Top 30.

 

Dos restantes membros desta geração o melhor resultado foi do outro canadiano: Vasek Pospisil que alcançou os quartos de final no Challenger de Tiburon. Também em Tiburon esteve Uladzimir Ignatik mas o bielorrusso ficou pela 2ª ronda.

 

Na segunda ronda mas em Rennes também ficou Ricardas Berankis que, mesmo assim teve melhor sorte nesse torneio do que Cedrik-Marcel Stebe, Federico Delbonis (ambos na 1ª ronda) e Jerzy Janowicz (3ª ronda do qualifying).

 

Gastão Elias, com a final disputada no F33 brasileiro, entrou no Top 200 e recuperou o 11º posto da geração. Está agora a 20 lugares da entrada nesta tabela.

 

 

Geração de 91

 

Tal como Raonic também Grigor Dimitrov esteve no Masters 1000 de Xangai. E tal como o canadiano também o búlgaro se ficou pela 2ª ronda. Passou por Marsel Ilhan mas não conseguiu ultrapassar o obstáculo Andy Roddick.

 

Laurynas Grigelis foi aos quartos de final de Tiburon e melhorou a sua classificação, estando agora muito perto do Top 200.

 

Bom resultado também para Pierre-Hugues Herbert que foi finalista derrotado no F16 alemão.

 

Tsung-Hua Yang também esteve em acção mas não passou da 1ª ronda do qualifying de Xangai, tendo sido derrotado pelo seu ilustre compatriota Yen-Hsun Lu.

 

 

 

Geração de 92

 

Bernard Tomic repete a distinção como Jovem da Semana. Esteve igualmente em Xangai e também teve um osso duro de roer na 2ª ronda, já depois de ter afastado Kevin Anderson na 1ª ronda. Esse "osso-duro" era Mardy Fish, o actual nº 9 do mundo. Mas, ao contrário do que sucedeu a Raonic e Dimitrov (e a Harrison, como se verá em seguida), Tomic conseguiu vencer e passar à 3ª ronda. Aí já não foi tão feliz e sucumbiu face a Alexander Dolgopolov. Como resultado da semana Tomic registou mais uma subida de 5 posições no ranking.

 

Já mencionei o Ryan Harrison e também ele passou uma ronda em Xangai derrotando Viktor Troicki, com a "agravante" de Harrison ter começado o torneio no qualifying. Na segunda ronda Harrison tinha, teoricamente, o adversário mais acessível dos "jovens lobos": Matthew Ebden. Mas Harrison perdeu com o australiano.

 

Continuando as referências a tenistas australianos há que destacar a vitória no F8 desse país por parte de Benjamin Mitchell que, assim, galgou 31 posições no ranking, instalando-se confortavelmente no Top 300.

 

Denis Kudla ficou pela 1ª ronda em Tiburon e Guilherme Clezar pela 1ª ronda no F33 brasileiro.

 

 

Geração de 93

 

Melhor resultado da semana para Edoardo Eremin com os quartos de final no F30 italiano. Subiu 9 lugares e colocou-se à beira do Top 600.

 

Taro Daniel e Ricardo Rodriguez fizeram segundas rondas nos Futures espanholk e venezuelano, respectivamente.

 

Tiago Fernandes e Juan Ignacio Londero ficaram pelas primeiras rondas no Brasil e na Bolívia.

 

Notícia desta semana é a estreia na tabela do cazaque Denis Yevseyev. Não pelo seu resultado da semana (ficou na 1ª ronda do F36 espanhol) mas sim porque Jason Kubler continuou o seu caminho descendente no ranking mundial não conseguindo defender os pontos conquistados no ano passado.

 

 

 

Geração de 94

 

Mais uma "cara" nova. O brasileiro Thiago Moura Monteiro é o 8º jogador nascido em 94 que derruba a barreira do Top 1000 mundial. Nesta semana o jovem brasileiro subiu 200 posições devido aos quartos de final que disputou no F33 brasileiro.

 

Destaque também para Mathias Bourgue que passou uma ronda no F26 turco subindo, assim 32 posições no ranking e recuperando a vice-liderança da geração.

 

David Perez Sanz e Kevin Kaczynski ficaram pelas primeiras rondas em Espanha e na Alemanha.

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Tomic parece ser o próximo grande jogador, depois de Del Potro. Vai defrontar agr o Monfils, bom teste.

Curto bué o Yang, aposto smp nele lol.

Editado por Bynum Lover

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