Rōnin Publicado 19 Maio 2011 Também pensei que o rapaz tivesse crescido desde a última vez que falámos dele mas parece que não. Vai ser o Rochus espanhol. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 19 Maio 2011 Vai ser o Rochus espanhol. :mrgreen: Tomaria ele 8) Com aquela altura duvido que faça algo mais que ser top100. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 19 Maio 2011 Em Espanha dão-no como sucessor do Nadal, portanto deve ter muito ténis para compensar os problemas de altura. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 19 Maio 2011 (editado) Se apanhar um Isner pela frente, o coitado vai precisar de um escadote para receber os serviços em kick. :mrgreen: Editado 19 Maio 2011 por R3d Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 19 Maio 2011 Responde em Smash ao Kick Serve. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 19 Maio 2011 Responde em Smash ao Kick Serve. LOL Ria-me imenso se ele fizesse isso. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 19 Maio 2011 Alguém conhece um tal de Janicije Sasha Karic de 95? Está nos QF do F3 Bósnia com duas vitórias interessantes. Desc, se alguém de 95 entrar no top 1000 tu fazes uma lista para os jovens de 95 também? Mais um gajo de 1996 a somar o primeiro ponto para o ranking, o israelita Tal Goldengoren. Tem idade para ser meu filho. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 19 Maio 2011 Serias bem precoce Perdigas :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 19 Maio 2011 Olha que não, o Perdigas faz anos 3 vezes/ano. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 19 Maio 2011 Desc, se alguém de 95 entrar no top 1000 tu fazes uma lista para os jovens de 95 também? Claro. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 23 Maio 2011 Olha que não, o Perdigas faz anos 3 vezes/ano. :mrgreen: True. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 8 Junho 2011 JOVEM DA SEMANA Jiri Vesely Geração de 90 Antes de mais quero pedir desculpa pelo atraso na apresentação desta semana. E aproveito o espaço da geração de 90 porque nenhum jogador esteve em prova. Nem um! Trata-se da semana que antecedeu Roland Garros e quase todos os jogadores desta geração a utilizaram para participar no seu qualifying. Assim, não houve grandes mexidas na tabela. Apenas os naturais ajustamentos derivados dos acertos relativos aos pontos do ano passado. No entanto estes ajustamentos ainda deram para que o Bagnis tenha alcançado a sua melhor posição no ranking de sempre e para que o Copil tenha saído do Top 10 tendo beneficiado o canadiano Vasek Pospisil que regressou aos melhores 10 da geração. Gastão Elias desceu para 18º da geração, ultrapassado pelo sérvio Lajovic e pelo alemão Struff. Geração de 91 Excelente prestação nesta semana por parte do espanhol Pablo Carreno-Busta que atingiu as meias finais do Challenger de Cremona que lhe valeu uma subida de 33 lugares no ranking e a entrada no Top 250 do mundo. Tsung-Hua Yang também obteve um resultado muito positivo com os quartos de final no Challenger de Fergana, colocando-se de novo às portas do Top 300 e ultrapassando Lindell na tabela. O lituano Laurynas Grigelis chegou à 2ª ronda de Cremona e regressou ao Top 400 do mundo, tendo ultrapassado o chinês Di Wu que, apesar dos quartos de final a que chegou no F5 chinês, desceu 3 posições no ranking. Dimitrov, o líder da geração, não esteve feliz no ATP 250 de Nice tendo ficado pela 1ª ronda do torneio. Geração de 92 David Souto continuou a capitalizar em seu benefício os Futures disputados na sua terra natal. Voltou a ganhar um torneio, desta vez o F3, subiu 35 lugares no ranking e entrou pela primeira vez no Top 400 do mundo. O argentino Schwartzman e o norte-americano Kudla também alcançaram resultados positivos, subindo 14 e 15 posições no ranking, respectivamente e estabelecendo melhores marcas no ranking mundial. Schwartzman foi finalista derrotado no F5 argentino e Kudla semi-finalista no F12 norte-americano. Nota final para o regresso do sérvio Filip Krajinovic aos courts. Não passou da 1ª ronda no F9 italiano mas é de saudar o seu regresso com a lesão debelada, espera-se... Geração de 93 A figura da semana é o checo Jiri Vesely, o actual titular do Australian Open na categoria junior. Venceu o seu 1º torneio pontuável para o circuito ATP, o F1 do seu país e, com essa vitória, subiu quase 200 posições no ranking mundial, entrando no Top 700 e posicionando-se como 6º da sua geração. É, sem dúvida, um nome a ter em atenção no futuro próximo no que respeita aos lugares cimeiros da geração de 93. O português João Sousa esteve muito ligado à prestação de 2 destes jovens. Foi ele quem derrotou Taro Daniel nos quartos de final do F15 espanhol e também foi ele quem impediu que Roberto Carballes Baena continuasse a sua saga de vencer todas as finais em que participou. Isso não impediu, todavia, que ambos os jovens melhorassem significativamente as suas posições no ranking: 18 lugares para Daniel e 28 para Carballes Baena. Em bom plano esteve ainda o argentino Juan Ignacio Londero que alcançou os quartos de final do F5 argentino e subiu 18 lugares no ranking, estabelecendo também a sua melhor classificação de sempre. Menos bem estiveram Tiago Fernandes (1ª ronda da qualificação de Nice), Robert Rumler (1ª ronda do F1 da República Checa) e Leonard Stakhovsky (1ª ronda do F3 do Cazaquistão). Geração de 94 A 1ª ronda do F7 britânico não permitiu a Liam Broady mais uma subida no ranking. Mas ele lá continua sozinho, à espera de companhia. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 9 Junho 2011 JOVEM DA SEMANA Guilherme Clezar Geração de 90 Oito dos dez membros do Top 10 desta geração estiveram em Roland Garros. As excepções foram Berankis (às voltas com arreliadora lesão) e Pospisil que resolveu seguir os passos que conduziram, no ano passado, o seu compatriota Raonic a figura maior do ténis mundial e rumou ao extremo oriente com vista à participação em torneios Future. No entanto, essa participação em massa não proporcionou resultados de monta. O melhor resultado foi para o francês Guillaume Rufin, que chegou à 2ª ronda do torneio depois de ultrapassar Mannarino na 1ª ronda. Rufin conseguiu, assim, regressar ao Top 10 da geração para o lugar do belga Goffin. Raonic, que até usufruiu de estatuto de Cabeça de Série, não passou da 1ª ronda; Bagnis, Del Bonis, Donskoy e Stebe ficaram-se pela 2ª ronda do qualifying; Janowicz e Ignatik nem passaram da 1ª do qualifying. Deste modo houve alguns destes tenistas que aproveitaram as duas semanas em causa para participar em Challengers e/ou Futures. Bagnis foi semi-finalista em Alessandria; Janowicz chegou aos quartos de final de Furth e às meias finais do F2 polaco; Ignatik e Stebe atingiram a 2ª ronda de Furth. Quase todos subiram algumas posições, com Bagnis a estabelecer uma melhor marca no ranking mundial. No entanto, feitas as contas, quem acabou por ser o mais beneficiado nestas duas semanas foi Vasek Pospisil. O tal que "fugiu" a Roland Garros. Na Coreia do Sul chegou às meias finais do F1 e venceu o F2. Subiu 27 lugares no ranking, passou para 9º na geração e aproximou-se do Top 200. Geração de 91 Em Roland Garros estiveram Dimitrov (perdeu logo na 1ª ronda), Kuznetsov (chegou à 3ª ronda do qualifying) e Herbert (não passou da 1ª ronda do qualifying). Melhores resultados obtiveram alguns dos que não estiveram no Grand Slam. A começar pelo espanhol Carreño-Busta, fortíssimo candidato a Figura da Semana, que venceu o Challenger de Alessandria e, assim, subiu 55 posições no ranking mundial, entrando no Top 200 e passando para o 2º lugar na geração. Mas também Grigelis que ganhou o F3 marroquino, Basic que foi finalista no F4 bósnio, Yang semifinalista no F2 da Coreia e, até, Wu que chegou aos quartos de final do F6 chinês. Carreño-Busta, Basic e Grigelis (e, ainda, Lindell e Travaglia) passaram a deter novas melhores classificações de sempre no ranking mundial. Geração de 92 É desta geração a Figura da Semana e maior surpresa destas duas semanas. É o brasileiro Guilherme Clezar que venceu os dois torneios em que participou (F14 e F15 brasileiros). Clezar ainda nem tinha ameaçado que poderia integrar estas listas a curto prazo e, de repente, surge no 8º posto da geração e encostado ao Top 400 do mundo. Foram 15 dias muito produtivos para o jovem brasileiro. Também houve por aqui tenistas que passaram por Roland Garros. Ryan Harrison que perdeu na 1ª ronda do torneio ao qual acedeu na qualidade de lucky loser do qualifying; Javier Marti que também atingiu o quadro principal após ter passado pela qualificação (e neste caso com todo o mérito pois derrotou o próprio Harrison na ronda final); e ainda Tomic que tendo beneficiado de um Wild Card não passou da 1ª ronda. Tomic, contudo, redimiu-se no Challenger de Nottingham onde atingiu as meias finais. Registem-se ainda os resultados obtidos por Marti (3ª ronda do Qualifying do CH de Prostejov), Arguello (meias finais no F2 paraguaio) e Mitchell (quartos de final no F1 sul-africano e 2ª ronda no F2). Marti, Arguello, Clezar e Mitchell (e também Schwartzman) atingiram melhores classificações de sempre no ranking esta semana. Geração de 93 Taro Daniel (quartos de final no F17 espanhol) e Jiri Vesely (quartos de final no F2 checo) foram os tenistas que obtiveram melhores resultados e melhoraram as suas classificações no ranking. Carlos Boluda atingiu a 2ª ronda do F2 marroquino. Jeong e Londero ficaram-se por primeiras rondas em Futures e Fernandes, Rumler e Stakhovsky por primeiras rondas de qualifying de Challengers. Geração de 94 Broady não passou da 1ª ronda da qualificação do CH de Nottingham. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 9 Junho 2011 É curioso que nas três primeiras gerações há um jogador que se destaca de longe dos restantes. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 9 Junho 2011 É curioso que nas três primeiras gerações há um jogador que se destaca de longe dos restantes. Eu diria que isso acontece nas 5 gerações. No entanto acho que só na geração de 91 é que esse jogador mostra ser, de facto, superior aos seus concorrentes. Nas restantes é uma questão de conjuntura. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 9 Junho 2011 Eu diria que isso acontece nas 5 gerações. No entanto acho que só na geração de 91 é que esse jogador mostra ser, de facto, superior aos seus concorrentes. Nas restantes é uma questão de conjuntura. Sinceramente, o Harrison está num nível superior ao Tomic. O Tomic (tirando o AO) ainda está num nível Challenger enquanto que o Harrison já tem produzido alguns bons resultados em torneios ATP. Mas são os sinais dos tempos em que vivemos. A geração que antepassou estas é muito mais talentosa. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 9 Junho 2011 O Harrison está a beneficiar da inconstância do Tomic e da lesão do Krajinovic. Não sou adivinho mas penso que no futuro mais ou menos próximo não iremos notar grandes diferenças entre estes 3. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 9 Junho 2011 O Harrison está a beneficiar da inconstância do Tomic e da lesão do Krajinovic. Não sou adivinho mas penso que no futuro mais ou menos próximo não iremos notar grandes diferenças entre estes 3. O que vejo e aprecio no Harrison é uma vontade enorme de melhorar e evoluir o seu jogo. Por exemplo em RG, ele poderia ter recebido um WC mas em vez disso decidiu participar nas rondas de qualificação ao invés do Tomic que desperdiçou mais um WC (já o deve ter feito uma data de vezes esta época). É uma questão de abordagem da carreira, mas acho que o Tomic é um diamante ainda por lapidar mas resta saber se ele melhorará o movimento e a esquerda pois são pontos claramente fracos para um jogador que exige ou que se espere que seja de topo. Do Krajinovic, pouco ou nada mesmo vi. Qual é o estilo de jogo dele? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 9 Junho 2011 O que vejo e aprecio no Harrison é uma vontade enorme de melhorar e evoluir o seu jogo. Por exemplo em RG, ele poderia ter recebido um WC mas em vez disso decidiu participar nas rondas de qualificação ao invés do Tomic que desperdiçou mais um WC (já o deve ter feito uma data de vezes esta época). É uma questão de abordagem da carreira, mas acho que o Tomic é um diamante ainda por lapidar mas resta saber se ele melhorará o movimento e a esquerda pois são pontos claramente fracos para um jogador que exige ou que se espere que seja de topo. Do Krajinovic, pouco ou nada mesmo vi. Qual é o estilo de jogo dele? Também ainda não vi nada do Krajinovic. Eu estava a focar-me no percurso deles até agora. Suportado no facto dele ter tido melhores resultados e uma adaptação mais rápida a torneios de categoria superior do que o Harrison até ao momento em que sofreu a lesão. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 9 Junho 2011 O que vejo e aprecio no Harrison é uma vontade enorme de melhorar e evoluir o seu jogo. Por exemplo em RG, ele poderia ter recebido um WC mas em vez disso decidiu participar nas rondas de qualificação ao invés do Tomic que desperdiçou mais um WC (já o deve ter feito uma data de vezes esta época). É uma questão de abordagem da carreira, mas acho que o Tomic é um diamante ainda por lapidar mas resta saber se ele melhorará o movimento e a esquerda pois são pontos claramente fracos para um jogador que exige ou que se espere que seja de topo. Do Krajinovic, pouco ou nada mesmo vi. Qual é o estilo de jogo dele? O Tomic até tem aproveitados alguns WC. O exemplo mais recente disso foi na semana passada em Nottingham, onde conseguiu chegar às SF. Do Krajinovic também não conheço grande coisa. Acho que só o vi jogar uma vez e não deu para tirar grande conclusões. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 17 Junho 2011 JOVEM DA SEMANA Stefano Travaglia Geração de 90 Nesta semana destacaram-se o Milos Raonic, com os quartos de final no ATP 250 de Halle e o Evgeny Donskoy com a meia final no Challenger de Kosice. Facundo Bagnis atingiu a 2ª ronda de Kosice, Uladzimir Ignatik ficou-se pela 1ª ronda no Challenger de Nottingham e Cedrik-Marcel Stebe pela 1ª ronda de Halle após ter passado pelo qualifying. Donskoy regressou ao Top 200 do mundo, estabeleceu uma nova melhor posição no ranking e passou o Federico Del Bonis ascendendo ao 6º posto na geração. Bagnis também passou a ostentar uma nova melhor posição de sempre no ranking. Geração de 91 A figura da semana é desta geração. É o italiano Stefano Travaglia que, depois de vários torneios bem sucedidos na América do Sul, regressou ao seu país para vencer o F12 italiano. Foi o único Sub-21 a ganhar um torneio nesta semana, subiu 25 lugares no ranking passando a deter uma nova melhor posição no ranking mundial e ultrapassou o Mirza Basic no 6º lugar da geração. Travaglia derrotou na final deste torneio o Christian Lindell que, com este resultado, também é digno de destaque. Lindell subiu 19 lugares no ranking e ficou mesmo à porta do Top 300. Na meia final Lindell derrotou outro tenista desta geração: o Laurynas Grigelis que também regista uma nova melhor posição no ranking, tendo subido 12 lugares e que, também ele, ultrapassou o Basic. O chinês Di Wu também esteve em grande plano ao chegar à final do F3 da Coreia do Sul. Subiu 33 lugares no ranking, também passou pelo Basic e aproximou-se da sua melhor classificação de sempre. Menos bem estiveram Dimitrov (1ª ronda no ATP 250 de Queen's), Kuznetsov (1ª ronda do qualifying de Halle) e Carreno-Busta (1ª ronda do qualifying de Kosice). Geração de 92 Só Bernard Tomic registou um resultado digno nesta semana. Chegou às meias finais de Nottingham, o que lhe permitiu subir 15 lugares no ranking e atingir uma nova melhor posição de sempre já muito perto do Top 150. Harrison (1ª ronda em Queen's), Marti (1ª ronda em Kosice após qualificação), Mitchell e Kudla (1ª ronda da qualificação em Queen's) não estiveram no mesmo plano. Nota final para a queda abrupta e já esperada de Filip Krajinovic que, apesar de ter regressado às vitórias e de ter atingido os quartos de final do F12 italiano (perdeu com Travaglia), não evitou a saída do Top 10 da sua geração, lugar para onde reentrou o norte-americano Denis Kudla que, embora não tendo passado da 1ª ronda da qualificação em Queen's, detém uma nova melhor classificação de sempre. Arguello e Clezar, mesmo sem jogarem nesta semana, melhoraram as suas classificações. Geração de 93 Apenas dois tenistas em prova e sem nada para contar. Tiago Fernandes não passou da 1ª ronda da qualificação de Queen's e Suk-Young Jeong ficou pela 1ª ronda do F3 sul-coreano. Geração de 94 Broady não passou da 2ª ronda da qualificação do CH de Nottingham. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 24 Junho 2011 JOVEM DA SEMANA James Duckworth Geração de 90 Em semana de qualificações para Wimbledon, esta geração esteve quase totalmente ausente em torneios que contavam para o ranking. A única excepção foi o Donskoy que não passou da 1ª ronda no Challenger de Milão. Os ajustes habituais do ranking fizeram com que Raonic regressasse ao 25º lugar, o seu melhor de sempre, e que Janowicz tivesse descido 7 posições tendo sido ultrapassado pelo Ignatik no 3º lugar da geração. Geração de 91 Ao contrário do que aconteceu com a geração de 90, aqui quase todos os jogadores estiveram em competição. O maior destaque vai para Dimitrov que chegou aos quartos de final do ATP de Eastbourne o que lhe permitiu a subida ao 62º lugar do ranking que passa a ser a sua melhor classificação de sempre. Os restantes tenistas tiveram prestações modestas. Wu chegou aos quartos de final do F7 chinês que não impediu uma queda de 50 lugares no ranking; Travaglia chegou à 2ª ronda de Milão; Grigelis à 2ª ronda do F4 polaco e Herbert à 2ª ronda do F1 holandês. Carreno-Busta e Yang ficaram-se pela 1ª ronda de Milão; Lindell e Yang pela 1ª ronda do F13 italiano; Kuznetsov pela 2ª ronda da qualificação de Eastbourne. Os ajustes da semana conduziram Lindell ao Top 300 pela 1ª vez na carreira e ainda possibilitaram a Carreno-Busta, Travaglia e Grigelis novas melhores classificações de sempre. Geração de 92 Figura da semana para um estreante nestas tabelas: o australiano James Duckworth. Dando seguimento a um mês de excelentes resultados no circuito de Futures, ele conquistou o F4 polaco e desalojou o seu compatriota Benjamin Mitchell do Top 10 entre os nascidos em 92, ascendendo a um lugar perto do Top 400. Javier Marti passou uma ronda no ATP de 's-Hertogenbosch, ganhando a Gimeno-Traver e, assim, deu mais um pulo de 13 lugares no ranking e atingiu uma nova melhor marca de sempre no ranking. Schwartzman (QF no F6 argentino) e Bhambri (QF no F8 indiano) não alteraram muito o seu posicionamento, tendo, na prática, defendido resultados do ano passado. Denis Kudla chegou à ronda final do qualifying de Eastbourne o que lhe permitiu subir 7 posições no ranking e aguentar-se no Top 10 da geração. Geração de 93 Só dois tenistas em prova. Sean Berman chegou à 2ª ronda do F1 holandês e regressou ao Top 10 da geração relegando Stakhovsky para fora da lista; Londero ficou-se pela 1ª ronda no F6 argentino. Geração de 94 Nada a registar. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 24 Junho 2011 Se o Harrison vencer o Ferrer, conseguirá quebrar o Top100? O puto continua a surpreender-me porque pelos vistos até nem gosta de jogar em relva, mas limpou em três sets o Dodig (que vinha de uma final em Hertogenbosch) e tem uma vantagem de 2 sets a 1 frente a um Top10 e apesar de o Ferrer não ser grande coisa em relva, o domínio do Harrison nos dois primeiros sets é de louvar. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 24 Junho 2011 Sim, se vencer o Ferrer, entra no Top100. ;) Compartilhar este post Link para o post