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Descartes

SUB 21 – Os Jovens-Maravilha - Nascidos a partir de 1994

Publicações recomendadas

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JOVEM DA SEMANA

 

Kei Nishikori

 

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Geração de 89

 

Será que Kei Nishikori ainda consegue chegar ao Top 100 até ao final do ano? A sua vitória no Challenger de Knoxville, onde derrotou Reynolds e Kendrick, foi um passo importante nesse sentido. Colocou-o em 101º lugar. O japonês foi, inquestionavelmente, a figura da semana.

 

Nesta geração merecem ainda destaque o eslovaco Andrej Martin que chegou aos quartos de final do challenger de Aachen (derrotou Rosol) e alcançou uma nova melhor posição de sempre no ranking; e também o australiano Brydan Klein que foi finalista vencido no F10 do seu país.

 

 

Geração de 90

 

O bielorruso Uladzimir Ignatik foi o tenista que esteve em maior evidência pela sua presença nas meias finais do challenger de Ortisei, onde derrotou Dodig e Fischer. Subiu 10 lugares no ranking e recuperou o 4º posto da sua geração.

 

O belga David Goffin, com a final no F4 israelita obteve a melhor posição de sempre no ranking.

 

Jerzy Janowicz, Guillaume Rufin e Henri Kontinen chegaram à 2ª ronda dos challengers em que participaram.

 

 

Geração de 91

 

Nada a referir de positivo. Apenas derrotas em primeiras rondas por parte de Dimitrov, Carreño-Busta e Diez. Grigelis esteve em Ortisei mas não passou da 2ª ronda do qualifying.

 

 

Geração de 92

 

Denis Kudla atingiu as meias finais do F29 norte-americano; Jordan Cox chegou aos quartos de final do mesmo torneio; Diego Sebastian Schwartzman à 2ª ronda do F22 argentino. Estes 3 tenistas melhoraram as suas melhores posições de sempre no ranking.

 

Além destes ainda esteve em prova Yuki Bhambri que se ficou pela 1ª ronda de Knoxville tendo, no entanto, ultrapassado com sucesso a fase de qualificação.

 

 

Geração de 93

 

A grande novidade é o surgimento na tabela do norte-americano Sean Berman que capitalizou a sua presença nas meias finais do Future realizado em Laos.

 

O brasileiro Tiago Fernandes também esteve em evidência ao atingir os quartos de final do F31 brasileiro (derrotou o Martim Trueva na 1ª ronda).

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Aos 29 anos, Roger Federer será o decano no torneio ATP World Tour Finals, que se inicia no domingo em Londres, mas o suíço não está se queixando da passagem dos anos.

 

De fato, o vencedor de 16 Grand Slams é enfático quando diz que as enormes exigências físicas do tênis de hoje fazem das primeiras posições do ranking um lugar inacessível para novatos.

 

Observador atento das tendências do esporte, Federer disse na sexta-feira não haver adolescentes entre os 100 melhores do mundo, e disse duvidar que seja possível encontrar jogadores abaixo dos 22 anos nessa categoria do ranking.

 

Assim como seu tênis artístico, que com frequência vai de encontro ao jogo de fundo de quadra de tantos de seus rivais, a ponderação de Federer é exata, como comprova uma vista de olhos no atual ranking da ATP.

 

É preciso descer até à 114ª colocação do búlgaro Grigor Dimitrov - um tenista muitas vezes comparado a Federer - até que se encontre um adolescente chegando perto da elite do tênis masculino.

 

É uma grande mudança quando se lembra que Federer passou a figurar entre os 100 melhores aos 18 anos, o atual número um Rafael Nadal fez o mesmo aos 17 e Andy Roddick se colocou entre os 20 primeiros ainda na adolescência.

 

 

"Novatos promissores? Não vejo muitos, na verdade", disse Federer aos repórteres quando indagado sobre onde estaria a próxima geração de campeões de grand slams.

 

"Estava me fazendo a mesma pergunta. É bastante surpreendente para mim, porque quando eu estava despontando havia (Lleyton) Hewitt e (Marat) Safin e Roddick e (Juan Carlos) Ferrero e (Tommy) Haas. Estavam todos entre os 100 melhores e eram adolescentes."

 

"Aí você pensa em Boris Becker vencendo em Wimbledon aos 17 anos e Michael Chang em Roland Garros até antes disso."

 

Ao invés de insinuar que o suprimento de novos talentos está estagnado, Federer acredita que as exigências físicas do tênis de alto nível faz com que os jogadores se desenvolvam mais tarde, a menos que sejam abençoados com a potência e a desenvoltura de Nadal, que conquistou 11 títulos em 2005 e portanto ainda na adolescência, incluindo o Aberto da França.

 

"O esporte se tornou mais físico e mais mental, talvez eles precisem de mais tempo para desabrochar agora", disse Federer, mais velho dos oito melhores tenistas disputando o torneio de encerramento da temporada em Londres.

 

"Isso pode ser uma coisa boa ou ruim dependendo de como você encara. Mas sempre me empolga ver quem está surgindo."

(in tenisbrasil)

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Bem verdade...

 

O Hewitt aos 20 anos era nº1 do mundo, e aos 16 já ganhava um título ATP batendo por exemplo o Agassi...

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JOVEM DA SEMANA

 

Martin Klizan

 

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Geração de 89

 

Não é muito frequente que a figura da semana em duas semanas consecutivas seja proveniente da geração de 89, mas agora aconteceu. Depois de Kei Nishikori foi agora a vez do eslovaco Martin Klizan a ficar com essa honra. Klizan que teve um ano recheado de altos e baixos termina a época em grande ao vencer o principal torneio disputado no seu país: o Challenger de Bratislava. Tendo derrotado pelo caminho nomes como Pospisil, Harrison, Kudryavtsev e Koubek, o jovem eslovaco protagonizou uma subida de 59 lugares no ranking mundial colocando o seu melhor posicionamento de sempre à beira do Top 150. E saltou 3 lugares na tabela da sua geração colocando-se em 4º lugar.

 

Nota de destaque também para Brydan Klein que vai fazendo render a participação em Futures na Austrália. Desta vez foi novamente finalista vencido e subiu mais 9 lugares no ranking.

 

Kei Nishikori, embora tendo desiludido no Challenger de Champaign (não passou da 2ª ronda), garantiu, no entanto, os pontos suficientes para reentrar no Top 100. À 2ª ronda de Champaign também chegou o Greg Jones que, assim, relegou o João Sousa para o fim da tabela desta geração.

 

Nota final para Andrej Martin que atingiu a 2ª ronda de Bratislava.

 

 

Geração de 90

 

Quem está muito forte neste final de temporada é o polaco Jerzy Janowicz. Nesta semana obteve mais um bom resultado ao chegar à final do Challenger de Salzburgo onde derrotou Reister e Phau. Subiu 22 posições no ranking e estabeleceu uma nova melhor classificação de sempre.

 

Richard Berankis defendeu a sua posição no ranking com os quartos de final em Bratislava onde ganhou a Ram e Przysiezny e Facundo Bagnis regressou ao Top 10 da geração de 90 com os quartos de final em Cancun onde derrotou Zemlja. O argentino entrou finalmente no Top 250 do mundo.

 

 

Geração de 91

 

Só um dos 10 melhores jogadores desta geração esteve em prova nesta semana. Foi o lituano Laurynas Grigelis que atingiu a 2ª ronda de Salzburgo após ter passado pela fase de qualificação e ter derrotado Skugor na 1ª ronda. Subiu 19 lugares no ranking e ficou à beira do regresso ao Top 400.

 

 

Geração de 92

 

Ryan Harrison alcançou a 2ª ronda de Bratislava após passar pelo qualifying e ter derrotado Dustin Brown na 1ª ronda, o que lhe garantiu uma subida de 6 lugares no ranking.

 

Jordan Cox chegou aos quartos de final do F30 norte-americano mas esse resultado não o impediu de cair 14 posições no ranking.

 

 

Geração de 93

 

Sean Berman voltou a pontuar, desta vez pela 2ª ronda no F4 tailandês. Melhorou 21 posições no ranking.

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Se o Berankis vencer hoje a final do Challenger de Helsínquia, termina a temporada no Top100.

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Se o Berankis vencer hoje a final do Challenger de Helsínquia, termina a temporada no Top100.

 

Ganhou e além do top100 vai já para 85+/-.

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JOVEM DA SEMANA

 

Richard Berankis

 

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Geração de 89

 

De positivo apenas Martin Klizan que subiu mais três lugares no ranking devido à 2ª ronda no Challenger de Helsínquia e Brydan Klein, finalista derrotado no F1 neo-zelandês, que subiu 9 lugares.

 

De negativo Greg Jones que não passou da 1ª ronda no Challenger de Toyota e desceu 12 posições por não ter conseguido defender pontos do ano passado.

 

 

Geração de 90

 

A figura da semana foi incontestavelmente Richard Berankis. O lituano venceu o Challenger de Helsínquia derrotando Gabashvili, Roger-Vasselin, Dimitrov e Przysiezny. Subiu 34 lugares no ranking mundial e estreou-se no Top 100, fixando-se no 85º lugar.

 

Desta geração só esteve em prova, além de Berankis, o argentino Facundo Bagnis. Com pouco sucesso. Não passou da 1ª ronda no Challenger de Buenos Aires e caiu 16 lugares no ranking mundial.

 

 

Geração de 91

 

Só Grigor Dimitrov esteve em acção esta semana. E chegou às meias finais de Helsínquia, esbarrando em Berankis. O búlgaro derrotou Kamke, Kravchuk e Reister. Esta boa prestação proporcionou-lhe uma subida de 6 lugares no ranking ficando muito próximo do Top 100, objectivo que ficou adiado para o próximo ano.

 

 

Geração de 92

 

Ao contrário do que sucedeu nas outras gerações, aqui houve muita gente em acção nesta semana. O principal destaque vai para Bernard Tomic. Chegou aos quartos de final de Toyota, subiu 10 lugares no ranking e estabeleceu uma melhor posição de sempre, à beira do Top 200. Como bónus ainda ultrapassou o Filip Krajinovic e regressou ao 2º lugar entre a sua geração.

 

Facundo Arguello chegou à 2ª ronda em Buenos Aires e subiu 17 lugares no ranking, aproximando-se do Top 300. Javier Marti, finalista vencido no F40 espanhol, subiu 15 lugares.

 

 

Geração de 93

 

Excelente prestação dos checos. Robert Rumler e Jiri Vesely foram semi-finalistas no F4 do seu país. Rumler subiu quase100 posições no ranking e Vesely mais de 350. Vesely entrou assim no Top 10 da sua geração para o lugar do austríaco Dominic Thiem que andou entretido a vencer um torneio de juniores no México.

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JOVEM DA SEMANA

 

Não atribuído

 

 

 

Geração de 89

 

Férias!

 

 

Geração de 90

 

Férias!

 

 

Geração de 91

 

Férias

 

 

Geração de 92

 

Férias para todos menos para o Yuki Bhambri que chegou aos quartos de final do F1 da República Dominicana.

 

 

Geração de 93

 

Carlos Boluda chegou à 2ª ronda no F6 chileno. Sean Berman não passou da 1ª ronda no F12 australiano e Robert Rumler e Jiri Vesely também se ficaram pela 1ª ronda do F5 da República Checa.

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JOVEM DA SEMANA

 

Não atribuído

 

 

 

Geração de 89

 

Férias!

 

Menos para o Brydan Klein que chegou aos quartos de final do Austrália F13.

 

 

Geração de 90

 

Férias!

 

 

Geração de 91

 

Férias

 

 

Geração de 92

 

Férias para todos menos para o Yuki Bhambri que chegou aos quartos de final do F2 da República Dominicana.

 

 

Geração de 93

 

Carlos Boluda chegou à 2ª ronda no F7 chileno. Sean Berman não passou da 1ª ronda no F13 australiano e Juan Ignacio Londero também se ficou pela 1ª ronda do F7 chileno.

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JOVEM DA SEMANA

 

Borut Puc

 

 

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Geração de 89

 

Férias!

 

 

 

Geração de 90

 

Férias!

 

Menos para o Facundo Bagnis que aproveitou para vencer o F36 brasileiro, regressando ao Top 250 e estabelecendo uma melhor posição de sempre no ranking.

 

 

Geração de 91

 

Férias!

 

Menos para a figura da semana. O ex-esloveno e agora croata Borut Puc que venceu o F8 chileno, entrando no Top 500 do mundo e regressando a estas tabelas das quais esteve arredado desde Abril.

 

 

Geração de 92

 

Férias!

 

 

Geração de 93

 

Férias!

 

Menos para Juan Ignacio Londero que chegou à 2ª ronda no F8 chileno.

Editado por Descartes

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JOVEM DA SEMANA

 

Não Atribuído

 

 

 

 

Esteve toda a gente de férias!

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Com a passagem do ano e a consequente saída da Geração de 89 destas tabelas, justifica-se um pequeno balanço tendo como referência o final do ano de 2009.

 

 

Geração com 21 Anos

 

Registou-se uma nítida quebra de qualidade de 2009 para 2010.

 

Em 2009 a geração de 88 contemplava o nº 5 do mundo, vencedor do US Open e finalista do World Tour Champions (Del Potro), tinha ainda um Top 20 (Cilic) e 3 Top 100 (Korolev, Gulbis e De Bakker). O Top 10 fechava dentro do Top 200 do mundo.

 

Pelo contrário, em 2010, foi necessário esperar pelo ressurgimento de Nishikori após lesão prolongada para que a geração de 89 contemplasse um Top 100. E só 6 tenistas terminaram dentro do Top 200.

 

 

Geração com 20 anos

 

Aqui houve, pelo contrário, melhores resultados que em 2009. O que só comprova a falta de qualidade da geração de 89. No final de 2009 só Donald Young entrava, por pouco, no Top 200 e eram apenas 6 os tenistas dentro dos melhores 260 do mundo. Em 2010 Berankis ficou no Top 100, houve mais 3 tenistas no Top 200 e o 10º estava nos melhores 260.

 

 

Geração com 19 anos

 

Em 2009 os resultados foram mais equilibrados e, no conjunto, melhores. 3 Top 200, 2 no Top 300 e o 10º ficou dentro dos melhores 340.

 

Em 2010 destacou-se claramente um tenista dos demais. Foi ele Grigor Dimitrov que, por pouco não entrou no Top 100, ficando muito melhor que Guillaume Rufin (o líder em 2009). Mas para além de Dimitrov foi quase o deserto. Kuznetsov ainda conseguiu uma posição no Top 300 e todos os outros ficaram para lá dessa marca, chegando o 10º (Borut Puc) a ficar quase fora do Top 500.

 

 

Geração com 18 anos

 

Resultados substancialmente melhores este ano, confirmando-se o potencial da geração de 92. Com Ryan Harrison no Top 200 e Bernard Tomic e Filip Krajinovic lá perto e, ainda, Facundo Arguello e Javier Marti próximos do Top 300. O 10º (Yuki Bhambri ficou por muito pouco fora do Top 500). No ano passado Dimitrov tinha entrado por pouco no Top 300 e só havia mais 3 jogadores no Top 500, estando o 10º (Domijan) fora do Top 700.

 

 

Geração com 17 anos

 

Como não podia deixar de ser o ano de 2009 foi muito melhor. Tudo devido aos 3 mosqueteiros que, tal como no romance de Dumas, eram 4: Tomic no Top 300, Bhambri, Krajinovic e Harrison no Top 400. Basta notar que Jason Kubler (o melhor de 2010) nem no Top 500 conseguiu entrar.

 

No entanto, a geração de 93 parece mais homogénea, de tal forma que o 10º classificado (Sean Berman) consegue uma posição mais aproximada daquela que foi a posição do 10º em 2009 (Arthur De Greef), ambos no Top 900.

 

 

Geração com 16 anos

 

Em 2010 foi inexistente no Top 1000, o que não é grande augúrio. Em 2009 também não foi brilhante mas, pelo menos, já por lá andavam o Tiago Fernandes e o Suk-Young Jeong.

 

 

Agora uma análise à evolução de cada geração:

 

 

Geração de 89

 

Houve uma melhoria, claro, mas nada de extraordinário.

 

Essa melhoria resultou, principalmente, do surgimento de nomes que no ano passado não faziam parte da tabela dos melhores. Acima de todos o Nishikori, mas também Benoit Paire, Thomas Schoorel, Andrej Martin e João Sousa. Para estes terem surgido houve, naturalmente, quem "desaparecesse". Foi o caso de Inigo Cervantes-Huegun, Alejandro Gonzalez, Sergio Gutierrez-Ferrol, Marceelo Demoliner e Aljaz Bedene.

 

Quanto aos restantes houve uma evolução razoável por parte de John Millman e Martin Klizan, o Donald Young melhorou mas, com ele, tudo sabe a pouco, e Brydan Klein e Greg Jones ficaram pior no final de 2010 do que estavam em 2009...

 

 

Geração de 90

 

Como novidades tivemos com grande destaque o Milos Raonic e, com menos, o Facundo Bagnis e os russos Alexander Lobkov e Evgeny Donskoy. Estes quatro entraram para os lugares de Daniel Evans, Guido Pella, Henri Kontinen e Vasek Pospisil.

 

Mas o nome grande desta geração em 2010 foi, indubitavelmente, Richard Berankis. De uma posição para lá do Top 300 galgou até ao Top 100 e confirmou-se como sendo a grande figura desta geração. Jerzy Janowicz também teve uma ascenção fulgurante e David Goffin também subiu bastante. Federico del Bonis, contrariando um pouco as expectativas, acabou por subir ligeiramente e, pela negativa, ficaram Guillaume Rufin e Uladzimir Ignatik que passaram de lideres da geração para uma posição fora do Top 200.

 

 

Geração de 91

 

As posições relativas nesta geração mantiveram-se de um ano para o outro. Dimitrov como a figura de referência, secundado por Kuznetsov, e ambos seguidos por Tsung-Hua Yang, Yong-Kyu Lim e Pablo Carreno-Busta. Todos melhoraram as suas posições no ranking sendo a subida mais fulgurante a que foi protagonizada por Dimitrov.

 

Cá mais para baixo também obtiveram bons registos o Di Wu, o Laurynas Grigelis e o Steven Diez (este menos).

 

Mas a grande novidade foi da autoria do sueco-brasileiro Christian Lindell que, de quase anónimo nos confins do ranking, ascendeu ao Top 400 cotando-se como o 6º melhor da sua geração. Além de Lindell também Borut Puc garantiu um lugar no Top 10 no final do ano, entrando ambos para os lugares de Emilio Gomez e Alexander Domijan.

 

 

Geração de 92

 

Foi a geração que registou o maior crescimento (o que se compreende). Em maior destaque esteve Ryan Harrison que se tornou a referência maior da geração, mas também Bernard Tomic e Filip Krajinovic melhoraram muito os seus rankings. No entanto, as subidas mais fulgurantes foram obra de três tenistas que iniciaram o ano em posições mais modestas: Javier Marti, David Souto e, principalmente, Facundo Arguello. Pela negativa, atormentado por lesões, tivemos o Yuki Bhambri que caiu abruptamente no ranking.

 

Há ainda a registar as novidades protagonizadas por Diego Sebastian Schwartzman, Jordan Cox e Denis Kudla, tendo entrado os três no Top 500. Sairam dos melhores o Nikoloz Basilashvili, o Jack Sock e o Arthur De Greef.

 

 

Geração de 93

 

Nesta geração é praticamente tudo novidade. Já se começa a notar uma hierarquia, havendo 4 tenistas que se sobrepõem aos demais: Jason Kubler, Tiago Fernandes, Suk-Young Jeong e Carlos Boluda-Purkiss. Roberto Carballes Baena também está presente no Top 700 mas precisa de confirmar a vitória no Future que, sozinha, lhe garantiu esta posição. Robert Rumler e Juan Ignacio Londero chegaram ao Top 800 e Jannick Lupescu, Jiri Vesely e Sean Berman ao Top 900.

 

 

Geração de 94

 

Nem vestígios...

Editado por Descartes

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JOVEM DA SEMANA

 

David Goffin

 

 

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Geração de 90

 

Início do ano com muita actividade. A figura da semana foi desta geração: o belga David Goffin que chegou à 2ª ronda do ATP de Chennai depois de ter passado pela qualificação. Derrotou Ivo Minar, Go Soeda e Somdev Devvarman naquela que foi a sua 1ª vitória em torneios do ATP Tour. Com este resultado subiu 24 posições no ranking e abeirou-se do Top 200.

 

Igual performance teve Richard Berankis mas em Brisbane. Depois de passar pelo qualifying (onde derrotou Luczak), também venceu na 1ª ronda derrotando Arnaud Clement.

 

Bons resultados ainda para Federico del Bonis (meias finais no Challenger de São Paulo com vitórias sobre Alcaide e Souza) que subiu 17 lugares e ultrapassou Raonic na vice-liderança da geração e para Uladzimir Ignatik com as meias finais no F1 brasileiro (perdeu com o Gastão Elias) e os quartos de final no Challenger de São Paulo. Ignatik subiu 22 lugares, passou Rufin ascendendo ao 5º lugar na geração e ficou à beira do regresso ao Top 200.

 

Nota final para Milos Raonic que ultrapassou duas rondas no qualifying de Chennai e ficou mais perto do Top 150.

 

Uma menção honrosa para dois tenistas que estão fora do Top 10 da geração mas que consiguiram resultados de grande relevo neste início de época que lhes possibilitaram grandes subidas no ranking: o brasileiro Rafael Camilo, finalista no Challenger de São Paulo e Gastão Elias, vencedor do F1 brasileiro.

 

 

Geração de 91

 

Referência única para Tsung-Hua Yang pelas meias finais no F1 brasileiro e pela 2ª ronda no Challenger (ganhou ao Gastão). Estes resultados conduziram-no de novo ao Top 300 do mundo.

 

 

Geração de 92

 

Só Ryan Harrison e Bernard Tomic estiveram em acção. Caíram ambos na 1ª ronda de Brisbane mas o norte-americano passou o qualifying.

 

Gianni Mina regressou ao Top 10 da geração porque Yuki Bhambri não defendeu os pontos conquistados no ano passado e registou mais uma queda no ranking.

 

Geração de 93

 

Desta geração só esteve em competição o Tiago Fernandes. E sem grande sucesso. 1ª ronda no F1 brasileiro e 2ª ronda do qualifying no Challenger.

Editado por Descartes

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JOVEM DA SEMANA

 

Não atribuído

 

Esta foi uma semana praticamente inexistente para os jovens no que respeita ao ranking. Muitos deles estiveram a disputar o qualifying do Open da Austrália cujos resultados só serão contabilizados na próxima actualização. Além disso foi uma semana que só contou com 2 torneios ATP e em que não se disputaram Challengers. Acresce ainda o facto de ter sido apenas contabilizado o resultado de 1 Future dado o diferencial de uma semana no que respeita à entrada destes resultados no ranking.

 

Em suma, tivémos apenas 3 dos 40 jovens presentes nas listagens a competir.

 

O Richard Berankis que não passou da 2ª ronda do qualifying do torneio de Sidney (ganhou na 1ª ronda ao Volandri); o Evgeny Donskoy que também se ficou pela 2ª ronda do qualifying no torneio de Auckland (derrotou Van der Merwe) e o Bernard Tomic que conseguiu o resultado mais significativo ao ultrapassar o qualifying de Sidney (derrotando Kunitsyn, Berrer e Kubot) e perdendo na 1ª ronda do quadro principal. Mesmo assim Tomic subiu algumas posições no ranking e entrou, pela primeira vez, no Top 200.

 

Houve ainda a registar a estreia no ranking mundial do 1º tenista nascido em 1996. É brasileiro e chama-se Silas Araújo de Cerqueira. Espero sinceramente que, caso ele se venha a afirmar no circuito, lhe mudem o "nome de guerra"... :lol:

Editado por Descartes

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De todas estas gerações quantos restam ainda no quadro do Australian Open?

 

Btw, esperava mais do Dimitrov.

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De todas estas gerações quantos restam ainda no quadro do Australian Open?

 

Btw, esperava mais do Dimitrov.

 

O Raonic está agora a jogar com o Llodra. E ainda na jornada de hoje o Berankis joga com o Nalbandian e o Tomic com o Feliciano Lopez. E é só.

 

Quanto ao Dimitrov era esperado que perdesse com o Wawrinka. Já foi bom ter passado uma eliminatória.

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O Raonic está agora a jogar com o Llodra. E ainda na jornada de hoje o Berankis joga com o Nalbandian e o Tomic com o Feliciano Lopez. E é só.

 

Quanto ao Dimitrov era esperado que perdesse com o Wawrinka. Já foi bom ter passado uma eliminatória.

 

O Nalbandian provavelmente estará todo roto, é uma bela oportunidade para o Berankis e um F. Lopez não é assim um adversário tão difícil, especialmente se estiver consistentemente mal como tem sido seu apanágio.

 

Pá, esperava que tirasse pelo menos um set ao Wawa.

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O Nalbandian provavelmente estará todo roto, é uma bela oportunidade para o Berankis e um F. Lopez não é assim um adversário tão difícil, especialmente se estiver consistentemente mal como tem sido seu apanágio.

 

Pá, esperava que tirasse pelo menos um set ao Wawa.

 

Não falaste do Raonic que já ganhou ao Llodra por 3-0.

Editado por Descartes

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O Raonic está agora a jogar com o Llodra. E ainda na jornada de hoje o Berankis joga com o Nalbandian e o Tomic com o Feliciano Lopez. E é só.

 

Quanto ao Dimitrov era esperado que perdesse com o Wawrinka. Já foi bom ter passado uma eliminatória.

 

Passaram os 3 à 3ª ronda.

 

Agora tudo fica mais difícil. O Raonic joga com o Youzhny, o Berankis com o Ferrer e o Tomic com o Nadal...

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