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[FM 2012] Lion Blood - O Começo

Publicações recomendadas

Parabéns pela conquista da Clausura :handclap:

 

Na Libertadores está a tudo a correr como o esperado e em principio se passares irás encontrar o Santos. Seria uma despedida em grande :-

 

Força! :compinchas:

 

Despedida? Não sei do que falas :-

Obrigado pela força, abraço :compinchas:

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Ganha a libertadores para rumares a outro sítio em grande :mrgreen:

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Ganha a libertadores para rumares a outro sítio em grande :mrgreen:

 

Ainda há muito a fazer por aqui... :smilie_cmpt:

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Junho de 2013: Final da Libertadores - Céu ou Inferno?

 

jogosjunho.jpg

 

O jogo com o Vélez já "nem conta", pois estava tudo decidido. Com as reservas conseguimos empatar, o que mostra que afinal o plantel até tem alguma rotatividade e profundidade. Porém, este mês foi essencialmente Libertadores: vencemos justamente o Monterrey, e chegámos à final contra o Santos. Ganhámos ou perdemos? De um lado a glória, do outro a desilusão.

 

primeradivisiona.jpg

 

19ª Jornada: Vélez vs River Plate

 

velez.jpg

 

Mesmo com reservas fomos muito melhores, com eles a chegarem à igualdade apenas pelo frangalhão de Vega que contou como auto-golo do mesmo - um lance idêntico ao de Roberto na Luz, no jogo do título do Porto de Villas Boas... Enfim, vá lá que Funes Mori continua a evoluir bem!

 

Classificação Final:

 

classificacaofinal.jpg

 

E pronto, somos os primeiros e não há muito a dizer. Fomos uns verdadeiros campeões e cilindrámos também o Torneo Clausura. Brilhantes!

 

copalibertadores.jpg

 

Meia Final - 1ª Mão: River Plate vs Monterrey

 

monterreyprimeiramao.jpg

 

Bem, Villalva esteve impressionante e partiu a loiça toda - um bis e ainda ajudou ao golo de Maidana! O avançado está ao rubro e resolveu praticamente esta meia final.

No outro jogo o Vasco recebeu e bateu o Santos por 2-0.

 

Meia Final - 2ª Mão: Monterrey vs River Plate

 

monterreysegundamao.jpg

 

Mais uma bela exibição de Villalva colocou a nossa equipa na final, mais que merecida pelo domínio que tivemos em ambos os jogos!

E, para grande surpresa, o Santos virou o resultado e bateu o Vasco por 3-0. River Plate vs Santos!

 

Final - 1ª Mão: Santos vs River Plate

 

santosprimeiramao.jpg

 

Ah pois! Com Neymar na selecção, só tínhamos de aproveitar, mas confesso que quebrar Ganso foi difícil, mas Carboni esteve à altura do desafio. Com o maestro dos brasileiros sob controlo, Domínguez partiu o meio campo todo, fazendo duas assistências primorosas para os nossos homens no ataque. Ainda assim, o Santos assustou e até merecia ter marcado pelo menos um golito...

 

Final - 2ª Mão: River Plate vs Santos

 

santossegundamao.jpg

 

Agora eles já vinham com o Neymar, o que contribuiu e muito para um jogo ofensivo de parte a parte. Mas pronto, Dubarbier acordou endiabrado e explodiu com o Santos, sendo ele o responsável pelos nossos 3 golos. No fim do encontro, quando Misael reduziu para o 3-2, já nem importou para nada: CAMPEÕES, crl! CAMPEÕES!

Que festa de arromba: invasão de campo pelos adeptos, com a direcção toda maluca a despejar champanhe por tudo quanto era pessoal e ainda com as figuras do River, convidadas para o jogo, a darem entrevistas em que gabavam completamente o responsável por este momento histórico - Squall Leonhart!

 

 

Próxima Actualização: Estatísticas do Plantel, Confiança e Finanças.

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Época 2012/2013: Estatísticas do Plantel, Confiança e Finanças

 

Estatísticas do Plantel:

 

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Antes de mais, gostava de "eleger" o jogador do ano - Maidana. Patrão absoluto da nossa defesa fez, em conjunto com Román, 26 golos, o que é impressionante para uma dupla defensiva. Além disso, a consistência dele em campo contagiava todos os outros elementos, que sob as suas ordens se reagrupavam e defendiam melhor.

Jefferson e Díaz também foram agradáveis surpresas - nunca pensei que o brasileiro jogasse tanto, nem que o uruguaio apoiasse tanto o ataque. Mais atrás, tanto Vega como Chichizola são guarda-redes de topo, mas considero o segundo já melhor que o seu antecessor - além de ser jovem e ainda ter margem de progressão, revela uma maturidade na baliza fora do comum.

No miolo do terreno também não há grande coisa a dizer: Carboni, Domingo e Acevedo foram repartindo o lugar de trinco, mas o veterano é quem "ganha" a luta, com os seus cortes providenciais e rápida distribuição para o ataque a serem algo de fenomenal. Ledesma não foi aquele jogador que se destacasse, mas antes o homem consistente que, não importava como, fazia sempre um jogo bom.

Porém, mais ofensivamente tenho de destacar obrigatoriamente Domínguez: que patrão! Não fossem as muitas lesões e esta época poderia ter chegado às 40 assistências! Ainda assim, o seu substituto, Mauro Díaz, conseguiu, apesar de marcar menos, assistir mais, o que é uma grande notícia visto que vem da nossa academia. Nas alas temos os titularíssimos absolutos Sánchez e Dubarbier - ambos foram fenomenais, mas foi pelo lado esquerdo que nós criámos mais perigo ao adversário. Ocampos e Affranchino ainda têm muito que crescer mas já vão dando garantias de qualidade.

Já no ataque, Villalva foi o nosso grande homem, com 35 golos apontados em pouco mais de meia época. Cavenaghi perdeu o posto para ele mas nem assim baixou os braços, continuando a facturar de cada vez que era chamado. Já Funes Mori poucas oportunidades teve, mas soube-as aproveitar bem e, nas reservas, levava bastantes golos. É um ponta de lança a ter-se em conta para a próxima temporada.

 

Confiança:

 

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Intocável (76%) - é óbvio. Tudo bem que a direcção queria que eu lutasse pelos Torneos do Campeonato Argentino, queria a Copa Argentina e que eu chegasse à Final da Taça Sul Americana e Copa Libertadores. Pois bem, fiz melhor em todas as competições, excepto na Copa, contribuí para a melhoria financeira da equipa e, acima de tudo, construí uma equipa que joga um futebol bonito.

 

Finanças:

 

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Para quem não percebe, aqui vai: perdemos 4M esta temporada, graças às prestações mensais elevadíssimas que temos de pagar graças aos empréstimos contraídos aquando da descida. Nem a vitória em ambas as competições continentais nos deu segurança financeira, mas ainda assim estamos melhor agora do que quando cheguei ao clube - pelo menos temos uma equipa feita!

 

 

Próxima Actualização: O que anda a fazer Squall Leonhart?

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Foste enorme, acabaste da melhor maneira, e a Libertadores já é tua, muito bem, agora vamos a ver se continuas ou vens para a Europa :mrgreen:

Editado por FCP11

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Foste enorme, acabaste da melhor maneira, e a Libertadores já é tua, muito bem, agora vamos a ver se continuas ou vens para a Europa :mrgreen:

 

Obrigado :compinchas:

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Parabéns pelas conquistas, principalmente pela Libertadores. :handclap: Era um título desejado, mas que já está conquistado. :mrgreen:

 

Agora é reforçar a equipa nos sectores onde estiver mais fraca e tentar atacar novamente os títulos, seria muito bom repetir estas conquistas. E tentar aproveitar o mercado para melhorar as finanças.

 

Força :compinchas:

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Parabéns pelas conquistas, principalmente pela Libertadores. :handclap: Era um título desejado, mas que já está conquistado. :mrgreen:

 

Agora é reforçar a equipa nos sectores onde estiver mais fraca e tentar atacar novamente os títulos, seria muito bom repetir estas conquistas. E tentar aproveitar o mercado para melhorar as finanças.

 

Força :compinchas:

 

Obrigado Lou, realmente a Libertadores foi o ponto alto desta época.

Exacto, ou ter de reformular a equipa e vender os melhores jogadores, equilibrando as contas e,ao mesmo tempo, tentar melhor jovens que me dêem garantias de poder manter-me a este nível.

Abraço Lou :compinchas:

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Capítulo 17: À procura de pistas

 

http://www.youtube.com/watch?v=MTGlrcReWrk

 

A festa da conquista da Libertadores seguiu pela noite fora. O estádio esteve sempre cheio, com multidões a acorrerem ao complexo para olharem para os seus novos heróis. Os dirigentes do River, bem como staff técnico e os jogadores, iam agradecendo ao público, distribuindo champanhe por toda a gente. Copo a copo, toda a gente ia ficando toldada pelo álcool - afinal, hoje tinha de ser um dia de borracheira!

 

Passarella bebia copo atrás de copo, rindo-se a bandeiras despregadas pela enorme conquista da sua equipa do coração. Squall acompanhava-o, mas mais calmamente. Estava quase na hora, pelo que tinha de evitar cair na teia alcoólica que assolava o estádio. Quando sentiu que o presidente já estava suficientemente bêbedo, aproximou-se dele e, sem deixar o italiano notar, roubou-lhe as chaves do escritório. Discretamente, saiu do meio da festa, acenando a um segurança que o havia visto.

 

Mal se encontrou sozinho correu como um louco, dirigindo-se ao gabinete do presidente do clube, com as suas passadas rápidas a serem abafadas pela música e conversa animadas da festa. Mal chegou às portas que davam o acesso ao escritório, tirou as chaves, abrindo-as apressadamente e entrando, voltando a fechá-las. Acendeu a luz do compartimento, encaminhando-se de imediato para a secretária que estava no centro da sala. Abriu tudo que era gaveta, procurando os ficheiros secretos dos Passarella, encontrando apenas papelada relacionada com o River Plate.

 

Durante mais de uma hora correu as estantes, armários, gavetas - não encontrou uma única menção aos Giannini, Passarella ou Leonhart, pelo que estava a começar a entrar em desespero. Sabia que não tinha hipóteses de fazer uma busca na casa do presidente, pois Rinoa também lá estaria, pelo que as suas esperanças eram de que os papéis se encontrassem ali. Sentou-se na confortável cadeira almofadada de Daniel, procurando possíveis locais onde pudessem estar escondidos. A decoração parecia toda adequar-se ao ambiente de escritório, pelo que nada ressaltava à vista.

 

Já quase a desistir, reparou num quadro de Rinoa - devia ter cerca de 16 anos, e já nessa altura tinha uma beleza deslumbrante. Sorrindo, aproximou-se, reparando que ela estava num barco ao largo de Buenos Aires. Depois, reparou que o quadro estava ligeiramente torto, o que lhe chamou a atenção. Com cuidado, retirou-o e viu que, por trás, havia uma pequenina fissura na madeira. Pegou em Fenrir e removeu-a, chegando finalmente ao seu objectivo - um cofre metálico, bastante pequeno e discreto, estava escondido na cavidade. Tentou, em vão, adivinhar o código, o que se revelou impossível. Aí, parou um bocado e reparou que a festa continuava muito activa, pelo que um pouco de barulho não iria fazer mal nenhum.

 

- "Jousting Slasher!"

 

Com um estrondo enorme, o metal cedeu, com o cofre a ser cortado ao meio. Com cuidado, Squall pegou nele e colocou-o na secretária, abrindo-o pelas fissuras que tinham surgido. Mal conseguiu partir de vez o cofre, viu que lá dentro havia um monte de papéis, pegando neles e folheando-os rapidamente. Sorrindo, viu que continham aquilo que queria. Estava tão concentrado em tentar pesquisar o que pudesse que não sentiu Rinoa atrás de si.

 

- "O que é que pensas que estás a fazer?"

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Gostei da história. :compinchas:

 

O que será que vai acontecer?

 

Obrigado Lou, mais logo devo postar cá alguma coisa :compinchas:

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Obrigado Lou, mais logo devo postar cá alguma coisa :compinchas:

 

Fico a espera, fiquei curioso. :mrgreen:

Editado por Lourenço

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Capítulo 18: Juntos Somos Mais Fortes

 

http://www.youtube.com/watch?v=TSWWyCiX6E8&feature=related

 

Squall virou-se, vendo que Rinoa estava atrás de si com um olhar extremamente severo. Engolindo em seco, tentou sorrir como se nada tivesse acontecido, mas quando deu por si estava tombado na alcatifa do escritório com ela em cima. Massajando a bochecha onde tinha levado um valente murro, riu-se. O feitio dela continuava igual, sempre impulsiva e bastante agressiva quando lhe escondiam algo. Com algum esforço, começou a falar:

 

- "Rinoa, eu vou embora da Argentina."

 

O olhar dela sofreu um abalo enorme, começando a tremer. Ficou com os olhos húmidos, mas nem assim se desviou nem deixou de fitar o jovem alemão. Com a voz bastante controlada, perguntou-lhe o porquê.

 

- "Eu agradeço tudo o que tu e o teu pai fizeram por mim, a sério que agradeço. E ficaria aqui até ter força para cumprir a minha vingança, se não fosse o facto de a memória que eu tinha do meu próprio pai ter sido alterada. Sempre o vi como um homem justo, sério, que defendia os fracos. Pelos vistos, cresci a idolatrizar uma pessoa que, na sua adolescência, traiu o seu maior amigo. Por isso é que eu preciso de ir. Quero saber o que aconteceu. Quero saber se o fim dos Passarella teve a assinatura do meu pai. Não estou à espera que percebas os meus motivos, mas acredita que sair daqui é algo que me vai custar imenso."

 

Rinoa saiu de cima do herdeiro dos Leonhart, colocando-se em frente à porta. Ele aproveitou para se levantar, arrumando os papéis no cofre e colocando tudo no sítio como estava antes. A única diferença era mesmo a caixa-forte estar toda partida, porque de resto estava tudo perfeitinho. Já sabia o que queria, pelo que ficar ali só iria piorar as coisas. Avançou para a filha do presidente, que continuava com os olhos muito húmidos e a face bastante vermelha. Engolindo em seco, passou por ela e estendeu a mão para a maçaneta.

 

- "Adeus, Rinoa..."

 

Abriu a enorme porta e saiu, dirigindo-se calmamente à saída do estádio. Porém, antes de conseguir atravessar o hall de entrada, sentiu a corrida desenfreada da rapariga atrás de si. Virou-se a tempo de a abraçar, ficando ali durante algum tempo. Não sabendo bem o que estava a fazer, Squall inclinou-se um pouco e beijou finalmente a mulher que amava. Ficou um pouco surpreendido ao ver o seu beijo ser correspondido, mas não se importou. Apercebendo-se do que estavam a fazer, soltaram-se um do outro, muito corados.

 

O jovem não sabia o que dizer, mas não conseguia tirar o sorriso da cara. Até que sentiu a sua mão tocar na mão de Rinoa, agarrando-a. Ela olhou para ele, e com a voz muito alterada, disse:

 

- "Eu vou contigo... Onde tu fores, eu vou. Sei que o meu pai não vai aceitar, por isso mesmo vou fugir contigo. Pode não parecer, mas sinto que, quando estamos juntos, somos mais fortes..."

 

Saíram em silêncio do estádio do River Plate, onde a festa ainda decorria - estava na hora de dizer adeus à Argentina. Juntos, nada os iria derrubar.

Editado por Unclouded

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Grande capítulo :handclap:

 

Estava à espera que fugisses da Argentina, não pensa que iria ser acompanhado.

 

Continua! :compinchas:

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Mais um grande capítulo, parabéns. :handclap:

 

Para onde irão eles? :-k

 

Isso é segredo... Mas dou uma pista a quem quiser adivinhar - há leões metidos ao barulho :mrgreen:

Abraço Lou :compinchas:

 

Grande capítulo :handclap:

 

Estava à espera que fugisses da Argentina, não pensa que iria ser acompanhado.

 

Continua! :compinchas:

 

E as surpresas continuam.

Obrigado pela força, Vamp :fixe:

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Isso na Argentina está fácil de mais para ti. Novamente acabas uma fase do campeonato sem derrotas e ainda consegues juntar mais a Libertadores. Para uma equipa que acabara de subir é delicioso.

 

Pela história vejo que o teu destino é outro país e ainda bem que assim é. Essa da Rinoa ir contigo não me surpreendeu muito pois já esperava uma coisa do género.

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Isso na Argentina está fácil de mais para ti. Novamente acabas uma fase do campeonato sem derrotas e ainda consegues juntar mais a Libertadores. Para uma equipa que acabara de subir é delicioso.

 

Pela história vejo que o teu destino é outro país e ainda bem que assim é. Essa da Rinoa ir contigo não me surpreendeu muito pois já esperava uma coisa do género.

 

Sim, e engraçado que em 2 anos de River Plate tive uma só derrota, e que me custou logo uma das principais competições. Estava fácil demais e optei por sair, encaixando a história nisso.

O outro país vai continuar uma incógnita, mas já deixei uma pista - há leões ao barulho. :compinchas:

Abraço Rafa :fixe:

Editado por Unclouded

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Isso é segredo... Mas dou uma pista a quem quiser adivinhar - há leões metidos ao barulho :mrgreen:

Abraço Lou :compinchas:

 

Não me parece que vás para o Sporting. :mrgreen:

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Não me parece que vás para o Sporting. :mrgreen:

 

Não são os únicos leões no mundo do futebol :mrgreen:

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Sochaux? :mrgreen:

 

Há tanto leão no mundo, porque é que vocês escolhem sempre a Europa? :mrgreen:

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Há tanto leão no mundo, porque é que vocês escolhem sempre a Europa? :mrgreen:

 

É o sítio onde se treina com mais frequência :mrgreen:

 

 

Estou curioso em relação ao clube

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Capítulo 19: Confronto no Aeroporto

 

http://www.youtube.com/watch?v=57apQjbVq5w&feature=related

 

Squall e Rinoa avançaram calmamente em direcção ao aeroporto - mal tinham saído do estádio tinha corrido a arrumar as suas coisas, tentando fugir do país antes do presidente recuperar da enorme ressaca que devia ter de momento. Passaram as portas do aeroporto de Buenos Aires, dirigindo-se ao balcão para fazerem o check-in. Trataram de despachar a bagagem, com Squall a ter permissão para levar Fenrir consigo. Sorriram um para o outro, dando a mão e avançando em direcção ao terminal a fim de esperarem que o avião estivesse pronto para descolar.

 

Porém, segundos antes de chegarem às escadas rolantes, um berro abalou todos no aeroporto:

 

- "Squall!"

 

Atrás deles, com um conjunto enorme de seguranças, Passarella corria como um tresloucado. Ao acercar-se dos dois jovens, tirou um revólver, apontando-o à cabeça do alemão. Com a voz a tremer de raiva, o presidente sibilou:

 

- "Não chega a tua família ter-me roubado tudo, ainda vens tu roubar-me a minha filha?"

 

Em choque, Squall nem se mexeu - sabia que a reacção de Daniel ia ser negativa, mas não a este ponto. Rinoa estava à beira de um ataque de choro, tal era o ódio que sentia na voz do pai. Tentou aproximar-se dele para o fazer baixar a arma, mas prontamente foi impedida pelo medo - o pai estava descontrolado, e de momento podia fazer uma loucura. Durante alguns momentos, o espadachim alemão e o patriarca italiano confrontaram-se com o olhar, sem se mexerem. Até que, esticando mais o braço, Passarella se preparou para disparar.

 

- "Queria fazer isto apenas depois de matarmos o CABR*O do teu tio. Que se f*da, eu cá me desenrasco!"

 

No momento em que ia premir o gatilho, Rinoa colocou-se à frente de Squall, servindo como um autêntico escudo. A tremer, o pai mandou-a sair da frente, o que ela recusou prontamente. O olhar de um tinha ódio, o de outro uma determinação inabalável.

 

- "Tu já viste o bom coração do Squall. Treinaste-o, ajudaste-o, deste-lhe a mão quando ele estava quase a cair. E agora, depois de eu me ter apaixonado por ele, queres matá-lo? Achas, muito sinceramente, que ele é um traidor como o tio? Achas isso?"

 

Aquelas palavras foram como um tiro no ódio de Passarella. Baixou o revólver calmamente, apercebendo-se do que acabara de fazer. Realmente, pelo que vira, Squall tinha a mentalidade igualzinha ao seu pai, Bernard. No entanto, este também o havia traído, pelo que toda a cautela era pouca.

 

- "Filha, deixa-o ir. Não corras perigo por causa dele... Ele que vá!"

 

Tinha estado calado o tempo todo, mas ao ouvir estas palavras, o herdeiro dos Leonhart chegou à frente, pegando em Fenrir:

 

- "Perigo? Então isto é tudo uma questão de força e de a proteger? Então, "mestre", que tal um duelo? Vamos lá ver se estou inapto a defender a tua filha, a mulher que eu amo!"

 

Cuspindo de raiva, Daniel virou-se para um segurança, que de imediato lhe deu uma espada parecidíssima à de Ralf - uma Zweihander negra estava agora nas mãos do presidente, que avançou ao mesmo tempo que o seu pupilo.

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