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John Bonifácio

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Tudo que John Bonifácio publicou

  1. O drama, o horror! 😝 A seguir são os jogos violentos. Depois os de estratégia histórica. Até que todos os gamers deixem de se divertir ou lucrar com jogos. Aposto que os e-sports não estão na lista de cancelamento.
  2. Faz-me confusão o Prestianni ser tão pouco utilizado. Podia ser aquele jogador desequilibrador que tanto precisamos do meio-campo para a frente.
  3. Que substituições mais bizarras. Que otário.
  4. Há jogadores que parecem jogar de cadeirinha. A do Bruma tem rodas...
  5. O Dahl está muito assertivo a defender. Tempo de corte e posicionamento impecáveis. Pena a fraca estampa física. Parece-me que continuamos com pouca presença na área. O Aursnes tem de aparecer mais dentro quando estamos em ataque organizado.
  6. O capitão aproveitou a ocasião- e bem- para conquistar o novo colega. Foi o Enzo, sim.
  7. E sabias que existe a possibilidade de antecipar a reforma sem penalização? Neste caso, tal como no da proposta em debate, mais do que comprar ou pagar, até se trata de prescindir de direitos para obter comodidades. Como observaste bem, a reforma antecipada não é um direito, será antes uma possibilidade de troca do direito efetivo(a reforma inteira) por uma comodidade(o usufruto antecipado desse dinheiro). De igual forma, o que se está a propor aos trabalhadores é a mesma coisa: a troca de um direito(vencimento) por uma comodidade(descanso adicional). Portanto, em ambos os casos há uma perda de direitos. Se no caso das reformas faz todo o sentido essa possibilidade por se tratar do fim da carreira laboral, já oferecer isso a todo e qualquer trabalhador me parece ser algo pérfido e muito duvidoso dum ponto de vista de gestão empresarial.
  8. Desculpa se este argumento não me convence.😄 A única coisa importante neste momento é salvar o Benfica das garras dos parasitas. Tudo o resto são fait-divers.
  9. Obrigado pela resposta. Insisti porque achei que o tópico precisava de debater este assunto. E a tua intervenção nesse aspeto foi muito esclarecedora.
  10. Não há colisão nenhuma. O que existe é, como identificaste bem, um potencial enorme entre a teoria e a prática; entre os teóricos e os pragmáticos; entre os iludidos, os ilusionistas e os realistas, os massacrados.
  11. Já mencionei isso, mas não interessou responder. Também levantei a questão sobre quem dá os subsídios, com que intenções e a quem melhor servem e ainda estou à espera de resposta. Só leio os chavões do costume sobre os iliterados irresponsáveis. Interessa mais usar as questões sociais para dividir o povo e distraí-lo enquanto negoceiam medidas que abrem a porta à perda de direitos laborais, ao mesmo tempo que se usam as instituições estatais e básicas para endoutrinar as novas gerações para serem não só subservientes ao dinheiro, mas coniventes com o sistema financeiro que as explora.
  12. Por acaso trabalho num setor que depende do trabalho extraordinário pago para conseguir atrair e reter profissionais de qualidade. E já acho isso mau suficiente, porque é sempre uma espada por cima da cabeça do trabalhador.
  13. É, vai ser um perigo quando meterem um cartão de crédito nas mãos dos portugueses iliterados...
  14. Rapaz, respira fundo, que já nem ler direito consegues. Estás num estado lamentável.
  15. O salário mínimo está isento de IRS, caso não saibas. A desfaçatez de apoiar uma medida que objetivamente retira vencimento ao trabalhador e, simultaneamente, julgar o mesmo trabalhador, que recebe o smn na sua maioria, de não entender algo fora do espetro da sua realidade. Tu existes mesmo? Não serás antes um bot? Devias refletir profundamente nisso, sabes...
  16. Num país que um 15º mês foi cogitado- se me puderem avivar a memória sobre em qual governo- o 13º e o de férias, antes de serem considerados direitos, foram implementados como alavancas de popularidade. Ou seja, sim, a remoção de qualquer desses subsídios será vista como uma perda de direitos, porque foi assim que os políticos e dirigentes sindicais os venderam ao povo. Portanto, a responsabilidade moral não está no lado do trabalhador, mas do legislador, que não é sério.
  17. Um de nós os dois gaguejou. E como isso não é possível ao escrever, foste tu ao pensar. Não me vou repetir. Não tens a coragem e a hombridade necessárias para esta conversa, ficamos por aqui.
  18. Em que sentido? Não te parece óbvio que esta proposta está ferida de morte logo à partida quando nem sequer equaciona a reposição de quaisquer dias de férias pagos? E que raio de idiotice de ideia é esta em que se propõe que o trabalhador normalize perder vencimento para poder descansar do trabalho? Não é nenhuma, pois claro. E se ainda assim não percebes, então, se me explicasses tu a mim porque motivo os patrões tentam negociar uma medida potencialmente prejudicial para eles, talvez eu consiga ser mais claro na minha exposição.
  19. Outro belo assalto aos trabalhadores. No lugar de se cumprir com a lei, subverte-se a mesma. Imagino que a tua visão consiga, aqui também, ver alguma desvantagem para os patrões. Hesito em declarar-te ingénuo...
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